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  • Polícia persegue na Anhanguera cantor suspeito de matar dentista em Araras

    Polícia persegue na Anhanguera cantor suspeito de matar dentista em Araras

    Suspeito não obedeceu comando para parar, fugiu em alta velocidade, depois abandonou o carro e escapou a pé. Bruna Angleri, de 40 anos, foi encontrada com o corpo carbonizado em sua casa. Advogado da família da vítima diz que foi expedido mandado de prisão temporária.

    A Polícia Militar tentou prender, na noite de sexta-feira (6), o cantor sertanejo João Vitor Malachias, suspeito de matar a dentista Bruna Angleri, de 40 anos, que foi encontrada carbonizada em sua casa em Araras (SP), em 27 de setembro. Houve perseguição pela rodovia Anhanguera e o suspeito fugiu.

    De acordo com informações da Polícia Militar, policiais que estavam em patrulhamento foram informados que havia um mandado de prisão temporária contra Malachias e que ele trafegava pela rodovia Anhanguera com destino a Ribeirão Preto.

    Eles aguardaram no pedágio de São Simão e quando o carro passou pelo local, os policais deram início ao acompanhamento e solicitaram ao condutor que parasse o veículo, mas ela não atendeu ao comando e começou a fugir em alta velocidade.

    Os policiais pediram reforços e começaram a perseguir o veículo, que parou no canteiro central, na altura de Cravinhos, e o motorista fugiu em meio a um canavial, não sendo encontrado.

    A polícia apreendeu o veículo, que irá passar por perícia.

    O advogado Daniel Salviato, contratado pela família de Bruna para acompanhar as investigações, confirmou que na sexta-feira (6) foi pedida a prisão temporária do suspeito de ter cometido o crime.

    O advogado do cantor, Wagner Moraes, disse que a investigação está sob segredo de Justiça, que não foi informado do mandado de prisão. Ele não quis informar se está em contato com Malachias.

    João Vitor Malachias é ex-namorado de Bruna Angleri e apontado como o principal suspeito do seu assassinato. Segundo a família, em agosto, Bruna foi agredida por ele que, por duas vezes chegou a entrar em sua casa. Em uma das vezes, ele teria quebrado vários objetos por não aceitar o fim do relacionamento, que durou alguns meses, e em outra a teria segurado pelo braço, causando uma lesão.

    “Ela fez boletim de ocorrência, fez exame de corpo delito e aí um tempo depois ela procurou de novo para fazer [boletim de ocorrência] porque, segundo ela, ele tinha jogado o carro por cima dela e foi aí que a medida protetiva saiu”, contou a cunhada Samira Angleri.

    Após o assassinato de Bruna, Malachias se apresentou à polícia com um advogado e, durante interrogatório negou envolvimento no crime. O celular dele foi apreendido para perícia, e ele foi liberado.

    O advogado de defesa disse que o seu cliente compareceu à polícia e prestou depoimento, deixou seu celular e está colaborando com as investigações.

    O laudo da Polícia Civil apontou que a dentista foi violentamente agredida no rosto e tinha uma costela fraturada. No dia do velório, foi pedido o retorno do corpo ao Instituto Médico Legal de Limeira para um novo exame, para saber se ela morreu mesmo por asfixia ou por causa da fumaça do incêndio.

    O advogado da família de Bruna disse que o último registro dela foi quando ela passou pela portaria do condomínio, por volta das 22h da véspera do dia do crime e estacionou o carro na garagem de casa. Ela estaria chorando.

    Caso chocou a cidade

    Bruna era coordenadora da pós-graduação de odontologia da faculdade São Leopoldo Mandic. Ela era divorciada e, segundo seu irmão, na semana do crime, estava preparando a festa de 7 anos de seu único filho.

    O caso chocou os moradores de Araras. No domingo (1º), amigos organizaram uma caminhada da praça central de Araras até a Delegacia de Defesa da Mulher, pedindo que o caso seja investigado e o assassino preso.

     

  • Motorista diz que perdeu controle de ônibus que tombou e matou fiéis em Guatapará, SP, ao passar por poça d’água

    Motorista diz que perdeu controle de ônibus que tombou e matou fiéis em Guatapará, SP, ao passar por poça d’água

    Acidente no domingo (1) na Rodovia Deputado Cunha Bueno causou nove mortes. Delegado aguarda laudo da perícia para confrontar informações com depoimento do condutor.

    O motorista que dirigia o ônibus que caiu em um barranco e tombou matando nove pessoas de uma excursão religiosa, em Guatapará (SP), prestou depoimento nesta sexta-feira (6) à Polícia Civil. Deílson Souza Lage, de 58 anos, disse que perdeu o controle da direção ao passar com o veículo em uma poça d’água.

    “Ele falou que estava por volta de 70 km/h, que chovia muito no local e que passou em uma poça d’água e começou a perder o controle do ônibus. O veículo começou a derivar para a direita e encontrou um desnível na pista. Aí ele perdeu de vez esse controle até bater em um barranco”, afirma o delegado Ricardo Turra.

    O limite de velocidade no trecho onde aconteceu o acidente na Rodovia Deputado Cunha Bueno (SP-253) é de 80 km/h para veículos pesados e a pista é simples.

    De acordo com Turra, o motorista contou que orientou os passageiros a usarem o cinto de segurança. “Ele informou que avisa que tem que colocar, mas que durante a viagem acontece de os passageiros irem ao banheiro, levantam, e não recolocam o cinto. Como ele está dirigindo, não tem condições de fiscalizar isso”, afirma.

    Turra diz que a Polícia Civil agora depende do laudo pericial para saber as condições do veículo e também para confrontar as informações com o depoimento do motorista.

    “Foi apreendido o tacógrafo e vamos confrontar a versão dele da velocidade de 70 km/h com a velocidade que o tacógrafo estava determinando no momento do acidente. Só com o laudo vamos ter uma noção exata do que aconteceu.

    Por enquanto, a polícia descarta que tenha havido uma falha mecânica. “A questão está na velocidade do ônibus durante uma chuva forte, então precisa ver se essa velocidade de 70 era prudente para as condições de chuva, da pista”, afirma.

    Sobre o desnível de 10 centímetros da pista de rolamento para o acostamento, conforme consta no boletim de ocorrência, o delegado afirma que é cedo para afirmar se ele pode ter contribuído para o tombamento do ônibus.

    Lage é investigado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, na direção de veículo automotor.

    Tragédia
    O grupo, com 26 passageiros e o motorista, saiu de Monte Alto (SP) na madrugada de domingo com destino ao Santuário Nossa Senhora Aparecida, em Tambaú (SP), local de peregrinação por causa do beato Padre Donizetti. Depois, seguiu para a região de Cachoeira de Emas, em Pirassununga (SP), para o almoço.

    Na volta para Monte Alto à tarde, o ônibus saiu da pista, caiu em um barranco de cerca de dois metros de altura e tombou. Oito passageiros, a maioria deles idosa, morreu no local. A nona vítima morreu em um hospital em Ribeirão Preto (SP) na madrugada de segunda-feira (2).

    Sobrevivente, a aposentada Sueli Germina Ribeiro dos Santos ajudou vários passageiros a saírem do ônibus tombado. Ao contrário da informação do motorista, ela contou que o grupo enfrentou chuva na volta, mas em Luís Antônio (SP), não em Guatapará.

    Sueli disse que as condições do ônibus, por dentro e por fora, pareciam boas. No boletim de ocorrência, consta que os pneus estavam em bom estado de conservação.

    As vítimas foram enterradas na terça (3) e na quarta-feira (4) em Monte Alto sob forte comoção na cidade.

     

  • ‘mulher-gato’ entrava em prédios de luxo em SP e MG para furtar mais de R$ 1 milhão em joias, relógios e bolsas

    ‘mulher-gato’ entrava em prédios de luxo em SP e MG para furtar mais de R$ 1 milhão em joias, relógios e bolsas

    Paola Gobel foi apelidada pela polícia como personagem dos gibis por usar roupas e luvas pretas para abrir apartamentos e levar colares, anéis, brincos, dólares, moedas estrangeiras, Rolex, perfumes e bolsas de marcas importadas. Mulher foi presa quinta (5) em São Paulo.

    Vídeos divulgados pela Polícia Civil mostram como Paola Carita Gobel, conhecida como “mulher-gato”, entrava em prédios de luxo com um comparsa para, segundo a investigação, furtar dinheiro, joias, relógios, perfumes e bolsas de grifes importadas em São Paulo e Minas Gerais (veja acima).

    Paola foi presa nesta quinta-feira (5) pela polícia na capital paulista. A mulher tem 30 anos e é acusada de furtar mais de R$ 1 milhão em bens avaliados das vítimas. Ela ganhou o apelido da personagem dos quadrinhos e filmes da DC Comics por usar roupas e luvas pretas para cometer os crimes, segundo o delegado Vinicius Fernandes Nogueira disse nesta sexta (6) 

    “Investigamos ela e seu comparsa desde novembro de 2022, quando entraram num prédio em Guarulhos [na Grande São Paulo] e roubaram os pertences das vítimas que tinham saído de outro apartamento”, falou Nogueira, que comanda a da 4ª Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

    Num dos vídeos gravados por câmeras de seguranças dos prédios que ela invadiu em Belo Horizonte, capital mineira, Paola é flagrada olhando para a lente do equipamento. A mulher aparece então usando o traje que a deixou conhecida como “mulher-gato”.

    Nos gibis e nas telas de cinema, a “Mulher-Gato” é uma ladra que usa máscara alusiva a um gato, tem unhas compridas e um chicote que a ajuda a escalar e invadir prédios ou mansões e roubar objetos de valores incalculáveis. A personagem contracena com Batman, justiceiro mascarado que tenta detê-la.

    Paola entrava nos condomínios pela porta da frente. Na maioria das vezes, acompanhada de comparsas, segundo a polícia. Um deles era Vinicius de Morais Scarpari, de 29 anos. É ele quem aparece num dos vídeos gravados por câmeras de segurança de prédios invadidos pela dupla. O homem foi preso em agosto e responde criminalmente pelos furtos.

    De acordo com a investigação, Paola e Vinicius entravam nos imóveis se passando por moradores. Para isso, escolhiam empreendimentos novos, que ainda não tinham sistemas de câmeras de segurança e onde os porteiros ainda estavam conhecendo os condôminos.

    Segundo os investigadores, quando eles não encontravam essa facilidade, costumavam alugar apartamentos por meio de aplicativos especializados em locações diárias. Depois, usavam cópias de chaves para entrar em imóveis nos quais os donos haviam saído. Lá dentro levavam o que conseguiam colocar dentro de bolsas, sacolas ou mochilas.

    Os dois aparecem em vídeo entrando num desses condomínios de alto padrão e depois saem com os objetos roubados dentro de bolsas, como se fossem deles. Depois da prisão de Vinicius, Paola passou a ser procurada pela Justiça, que também decretou sua prisão preventiva.

    Ela foi detida numa comunidade da Zona Sul de São Paulo. Estava escondida na casa do namorado, que foi detido por tráfico de drogas. No local, foram encontrados 1 kg de maconha e uma balança que, segundo a investigação, seriam usados para as vendas. O nome dele não foi divulgado.

    Paola foi indiciada pelos furtos depois de também ser reconhecida pelas vítimas como a mesma mulher que aparece nas filmagens. Ela é acusada de furtar quatro apartamentos em São Paulo, a maioria em bairros nobres da capital, e um em Minas.

    O g1 não conseguiu encontra as defesas dos presos para comentar o assunto até a última atualização desta reportagem.
    Segundo o Deic, outras pessoas que ajudavam Paola e Vinicius nos furtos, ficando como olheiros e motoristas fora dos prédios são investigadas. “Se conseguirmos confirmar isso, todos responderão por associação criminosa”, disse o delegado.

     

  • Empresas de ônibus têm mais de 500 multas por falha no atendimento ao usuário em Ribeirão Preto, SP

    Empresas de ônibus têm mais de 500 multas por falha no atendimento ao usuário em Ribeirão Preto, SP

    Reclamações mais comuns são por conta de lotação e atraso. Vídeos enviados à EPTV, afiliada da TV Globo, mostram filas quilométricas e passageiro viajando sentado no painel do veículo.

    Andar de ônibus em Ribeirão Preto (SP) tem sido um problema para muitos usuários diariamente. De veículos superlotados a incontáveis atrasos, o que não faltam são reclamações de passageiros.

    “Às vezes é bem complicado. Você sai da escola, do trabalho e o ônibus cheio”, diz o estudante Felipe Gabriel.

    A babá Mônica Santos diz que, em algumas linhas, os motoristas chegam a passar reto pelo ponto de ônibus, por conta da capacidade máxima de passageiros excedida.

    “Os motoristas passavam reto, nem paravam o ônibus de tanto passageiro que tinha e não cabia mais ninguém”.

    O Consórcio PróUrbano é responsável pelo transporte público em Ribeirão Preto, mas tem sido cobrado constantemente pela prefeitura por melhorias no serviço. De janeiro a setembro, a empresa já foi multada em 572 vezes.

    Chefe do Procon, Francisco Mango Neto orienta os usuários a reclamarem caso esteja insatisfeitos com o serviço prestado. Isso porque, segundo ele, todos os casos recebidos serão encaminhados ao Ministério Público.

    “Conforme a quantidade, vai ser atingido uma coletividade”.
    Responsável pelo direito do consumidor no MP, o promotor de Justiça Carlos Cesar Barbosa informou à EPTV, afiliada da TV Globo, que está ciente da situação do transporte coletivo em Ribeirão Preto e vai reunir as novas reclamações em um processo que já existe contra o consórcio.

    Usuários insatisfeitos
    Nesta semana, um vídeo que viralizou na internet mostra exatamente a situação vivida por Gabriel e Mônica. Um flagrante de um microônibus superlotado revoltou usuários.

    A pessoa que filmava a cena, revelou que havia 12 passageiros em pé, sendo que a capacidade máxima da lotação era de nove. Um homem viajava sentado no painel do veículo.

    Em outro vídeo que a EPTV teve acesso, a mulher mostrava a fila de pessoas que aguardavam pela condução no ponto de ônibus.

    “A fila está dobrando a praça e aquela outra fila, está dobrando o quarteirão. O ônibus não vem desde 6h”, diz.

    Um terceiro vídeo compartilhado nas redes sociais mostra o ônibus tão lotado, que o próprio motorista não consegue entrar.

    Sobre os atrasos, o diretor de transportes da RP Mobi, José Mauro de Araújo disse que a situação vivida por usuários nesta quinta-feira (5) foi pontual.

    “Tivemos um problema nessa operação de hoje [quinta-feira] com um acidente de trânsito com um desses veículos e, por isso, houve atrasos na operação. Mas o Consórcio teria de ter substituído o veículo em tempo hábil para que não ocorresse os atrasos, como ocorreu”.
    Araújo também informou que vai trocar os microônibus de algumas linhas por modelos maiores, com capacidade para 70 pessoas.

    “Micro é um veículo que tem capacidade de 40 passageiros entre sentados e em pé. O midi tem capacidade entre 60 e 70”.

     

     

  • Mulher esfaqueada por ex na frente do filho pediu medida protetiva uma semana antes, diz delegada

    Mulher esfaqueada por ex na frente do filho pediu medida protetiva uma semana antes, diz delegada

    Karina de Oliveira Rocha, de 26 anos, morreu após ser esfaqueada no pescoço em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ex-marido dela está internado por ter se ferido ao cometer o crime, e será preso após receber alta.

    Karina de Oliveira Rocha, a mulher que morreu após ser esfaqueada pelo ex-marido na frente do filho, de nove anos, pediu à Justiça uma medida protetiva contra o homem uma semana antes do crime. O g1 apurou nesta sexta-feira (6), junto à Polícia Civil, que o documento não chegou a ter validade, uma vez que o oficial de Justiça não localizou o suspeito em tempo de notificá-lo.

    O crime aconteceu no bairro Antártica, em Praia Grande (SP). Segundo a PM, a mulher de 26 anos foi encontrada esfaqueada no pescoço ao lado do ex-marido, Juliano Bispo dos Santos, de 35. Ambos foram encaminhados ao mesmo hospital, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A Justiça já emitiu um mandado de prisão contra ele, que será detido quando receber alta médica.

    De acordo com a delegada que investiga o caso, Lyvia Cristina Bonella, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município, Karina entrou com um pedido de medida protetiva. A Justiça chegou a aceitar a solicitação mas, Juliano não foi localizado para a devida notificação.

    “Para que a medida protetiva tenha validade, a pessoa contra a qual ela é estabelecida precisa saber disso”, explicou a delegada. “O oficial de Justiça ainda não tinha encontrado o agressor até a data do crime”.
    Agressor não localizado
    A delegada acrescentou, com base na própria experiência em casos de violência contra a mulher, que os agressores tendem a se esconder dos oficiais de Justiça para que as medidas protetivas não entrem em vigor.

    “O que acontece geralmente, pelo que tenho de conhecimento, é que o agressor, de alguma forma, fica sabendo de um boletim de ocorrência contra ele e tenta se esconder para que não seja intimado”, complementou.

    A delegada pontuou, a partir do relato da mãe de Karina à Polícia Civil, que a própria jovem aceitou voltar a morar com Juliano mesmo após ter registrado um boletim de ocorrência contra ele e pedir a medida protetiva.

    “É difícil afirmar, em casos delicados assim, se a falta da medida protetiva interferiu ou não. Ele fez o movimento de chamá-la, talvez com a ‘desculpa’ da criança. Apesar de ser avisada sobre os riscos pela mãe, ela aceitou”, disse a delegada.

    O crime
    De acordo com a polícia, o filho do casal fugiu de casa durante o crime e foi recebido por uma vizinha que acionou a PM. O menino foi acolhido pelo Conselho Tutelar da cidade, sendo entregue a um padrinho e, em seguida, à avó materna.

    Ainda segundo o boletim de ocorrência, a polícia encontrou um facão sujo de sangue no mesmo quarto onde o casal foi localizado. Duas facas pequenas também foram achadas no sofá do imóvel.

    No documento, há também o registro de que a polícia encontrou manchas de sangue pela casa. Conforme constatado por um perito, uma delas foi vista na porta dos fundos do imóvel, o que poderia indicar uma tentativa de fuga por parte de Karina ou do ex-marido dela após o crime.

    O g1 entrou em contato com o Hospital Irmã Dulce, que informou, por meio de nota, não ter autorização para divulgar informações sobre o estado de saúde de Juliano.

     

  • Após um ano foragida, suspeita de furtar R$ 1 milhão em joias em condomínio de luxo de BH é presa em SP

    Após um ano foragida, suspeita de furtar R$ 1 milhão em joias em condomínio de luxo de BH é presa em SP

    Após um ano foragida, suspeita de furtar R$ 1 milhão em joias em condomínio de luxo de BH é presa em SP

    A mulher suspeita de entrar em um condomínio e furtar joias no bairro Luxemburgo, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, em outubro do ano passado, foi presa nesta quinta-feira (5), no bairro Vila Prudente, em São Paulo (SP). A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

    De acordo com a instituição, a mulher estava sendo monitorada desde a data do crime. Ela chegou a passar por outros países e estados brasileiros.

    “Ela já é conhecida por furtar residências de alto luxo. Já tentamos efetuar a prisão outras vezes. Infelizmente, não conseguimos. Assim que descobrimos onde ela se encontrava, imediatamente, entramos em contato com o pessoal do DEIC, que é o Departamento Estadual de Investigações Criminal de São Paulo, e pedimos para que a prisão fosse efetuada, para não ter a possibilidade de perdê-la novamente”, afirmou o delegado João Prata.

    Ainda não há previsão para que a suspeita seja transferida para Belo Horizonte. Outras informações serão divulgadas nesta sexta-feira (6).

    Prejuízo de R$ 1 milhão
    O furto aconteceu no dia 26 de outubro de 2022. De acordo com a polícia, a mulher entrou no condomínio, foi até o sétimo andar, arrombou a porta, revirou o local e furtou joias, bolsas de luxo e outros objetos.

    Ainda, segundo a instituição, a suspeita estava bem arrumada e usava luvas para não deixar as digitais no local. Quem acionou a polícia foi o porteiro. A família que mora no apartamento estava viajando.

    O valor estimado pela polícia do que foi levado do apartamento é de cerca de R$ 1 milhão.

    Policiais acreditam que a mulher tinha informações sobre como funcionava o prédio e qual seria o apartamento que deveria invadir.

     

  • Médicos mortos na Barra: o que se sabe e o que falta esclarecer

    Ortopedistas tinham vindo de São Paulo para um congresso internacional.

    Três médicos foram mortos a tiros, e um foi internado baleado, em um ataque na madrugada desta quinta-feira (5) na Barra da Tijuca. Até a última atualização desta reportagem, não se sabia a motivação do crime.

    O que falta esclarecer?
    Por que os médicos foram mortos?
    Quem são os executores? Existe um mandante?
    Os ortopedistas podem ter sido vítimas por engano?
    Para onde os assassinos fugiram?
    Veja, a seguir, o que se sabe.

    Quem são os mortos?
    Diego Ralf Bomfim, 35 anos: Irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e cunhado do também deputado federal psolista Glauber Braga (RJ). Especialista em Reconstrução Óssea pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Morreu no Hospital Lourenço Jorge.
    Marcos de Andrade Corsato, 62 anos. Médico assistente do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Morreu na hora.
    Perseu Ribeiro Almeida, 33 anos: Especialista em cirurgia do pé e tornozelo pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Fez aniversário na terça (3). Morreu na hora.

    Quem é o sobrevivente?
    Daniel Sonnewend Proença, 32 anos: Formado pela Faculdade de Medicina de Marília em 2016, é especialista em cirurgia ortopédica. Foi levado com vida para o Hospital Municipal Lourenço Jorge com pelo menos 3 tiros e seria transferido para uma unidade particular. O estado dele era estável na manhã desta quinta.

    Onde foi o ataque?
    O crime foi no Quiosque do Naná, na Avenida Lúcio Costa, na Praia da Barra da Tijuca, entre os postos 3 e 4, em frente ao Hotel Windsor.

    Como foi o ataque?
    À 0h59, um carro branco parou, e 3 homens de preto e armados de pistolas desembarcaram e abriram fogo à queima-roupa.

    Foram pelo menos 20 disparos. Um dos criminosos ainda voltou para atirar mais em um dos médicos que tentava se refugiar atrás do quiosque.

    A ação durou apenas 30 segundos.

    Alguém viu o crime?
    Sim, havia mais clientes na hora. Uma delas relatou:

    “Não teve conversa, não teve voz de assalto. Simplesmente chegaram e atiraram. E foi muito, muito rápido. Em questão de 30 segundos já tinha acontecido tudo. Então, a gente percebeu que não foi um assalto exatamente. Foi simplesmente uma execução.”
    Quem está investigando?
    A Delegacia de Homicídios da Capital.

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, determinou que a Polícia Federal acompanhe as investigações.

    A Polícia Civil de São Paulo também ofereceu auxílio.

     

  • Mulher é morta pelo ex no litoral de SP e filho do casal foge para pedir ajuda

    Crime aconteceu na casa da vítima, em Praia Grande (SP). Karina de Oliveira Rocha, de 26 anos, foi encontrada pela PM esfaqueada no pescoço ao lado do ex-marido.

    Uma mulher, de 26 anos, morreu após ser esfaqueada pelo ex-marido na frente do filho, de apenas nove, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O g1 apurou, nesta quinta-feira (5), que Karina de Oliveira Rocha ficou internada no Hospital Irmã Dulce, também localizado na cidade, mas não resistiu aos ferimentos.

    O crime aconteceu em uma casa na Rua Virgínia Ramos, no bairro Antártica. Segundo a polícia, Karina foi encontrada esfaqueada no pescoço ao lado do ex-marido, de 35 anos, também ferido. Ambos foram encaminhados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Irmã Dulce. O homem segue internado na unidade de saúde.

    Durante a internação por conta das facadas, Karina morreu em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCI), conforme informado pela mãe dela à Polícia Civil. A corporação investiga o caso.

    O crime
    De acordo com a polícia, o filho do casal fugiu de casa durante o crime e foi recebido por uma vizinha que acionou a PM. O menino foi acolhido pelo Conselho Tutelar da cidade, sendo entregue a um padrinho e, em seguida, à avó materna.

    Ainda segundo o Boletim de Ocorrência, a polícia encontrou um facão sujo de sangue no mesmo quarto onde o casal foi localizado. Duas facas pequenas também foram achadas no sofá do imóvel.

    No documento há também o registro de que a polícia encontrou manchas de sangue pela casa. Conforme constatado por um perito, uma delas foi vista na porta dos fundos do imóvel, o que poderia indicar uma tentativa de fuga por parte de Karina ou do ex-marido dela.

    Relacionamento
    A mãe de Karina informou à Polícia Civil que a filha foi casada com o homem por 11 anos, sendo o menino que assistiu o crime o único filho do casal.

    A mulher afirmou à corporação que, um dia antes do ocorrido, descobriu que a filha voltaria a morar com o homem. A mãe de Karina disse ter alertado a jovem sobre o perigo de voltar a conviver com o ex-marido.

    Ainda de acordo com o relato da mulher, Karina já havia sido agredida pelo homem, porém, a situação foi registrada junto à polícia pela primeira vez uma semana antes do episódio. O caso segue sendo investigado.

  • Cantor suspeito de chefiar esquema de tráfico no litoral de SP é solto após dois meses

    Vocalista da banda Aliados, Gustavo Fildzz estava preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Praia Grande (SP). Ele responderá pelo crime de tráfico de drogas em liberdade.

    Gustavo Tavares da Mata Barreto, também conhecido como Gustavo Fildzz, foi solto em Praia Grande, no litoral de São Paulo, após ser preso por tráfico de drogas. Ele é vocalista da banda Aliados e ex-campeão de ginástica olímpica. Segundo apurado pelo g1 nesta quarta-feira (4), a Justiça considerou que não há provas suficientes sobre o crime atribuído pela Polícia Civil. Ele responderá em liberdade.

    A revogação da prisão preventiva de Fildzz, que ficou detido durante dois meses, foi decidida pelo juiz Vinicius de Toledo Piza Peluso, da 1ª Vara Criminal do Foro de Praia Grande. A decisão também vale para Wagner Rosário Gonçalves, apontado nas investigações como caseiro de dois imóveis do cantor na cidade, onde foram apreendidos mais de 100 pés de maconha.

    O magistrado considerou “ausência dos requisitos da prisão”, ou seja, falta de provas dos crimes atribuídos aos suspeitos e também a falta de indícios julgados suficientes para mantê-los detidos. Fildzz e Wagner estavam presos no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Praia Grande.

    Ao g1, o advogado do cantor, Eugênio Malavasi, disse que “a Justiça foi restabelecida” após a decisão. “O juiz revogou a prisão preventiva por entender [que estavam] ausentes os fundamentos da custódia cautelar. Agora, o Gustavo responderá em liberdade a ação penal”.

    A reportagem não localizou a defesa de Wagner Rosário Gonçalves, o caseiro dos imóveis onde foram apreendidos os pés de maconha, até a última atualização desta reportagem.

    Relembre o caso
    Fildzz foi preso em flagrante no dia 2 de agosto, em Santos. Ele estava dormindo quando policiais entraram na residência e anunciaram a prisão. Um vídeo mostrou o momento em que os agentes aparecem entrando armados e com lanternas no quarto do músico, que acorda assustado (veja acima).

    O músico foi apontado como responsável por dois endereços em Praia Grande utilizados para plantações de maconha. Outro vídeo mostra os cômodos das casas com revestimentos e equipamentos de iluminação próprios para o cultivo da planta (veja abaixo).

    A Polícia Civil informou à época que Fildzz chegou a dizer que a maconha era para consumo próprio e que possuía prescrição médica para isso. Porém, em cada residência alugada em Praia Grande foram encontrados mais de 50 pés de maconha, além de brotos e plantas em crescimento. A alegação de Fildzz causou desconforto no delegado responsável pelo caso, na ocasião.

    “Desculpa bem triste e sem fundamento que demonstra bem o caráter da pessoa”, enfatizou o delegado da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), Fabiano Barbeiro.
    Ainda de acordo com o delegado, foram três meses de investigação até o cumprimento dos mandados de busca e apreensão. O cantor e o caseiro tiveram a prisão preventiva decretada no dia 3 de agosto e receberam o alvará de soltura nesta terça-feira (3).

    Esporte e música
    Gustavo Fildzz começou a praticar ginástica com 10 anos e foi campeão brasileiro infantil e juvenil em diversos aparelhos. A habilidade dele o levou à seleção brasileira, onde ganhou o sul-americano de 1998 e o pan-americano de 1999.

    No início dos anos 2000, Fildzz começou a compor canções. Atualmente, é vocalista da banda Aliados, que tem músicas de grande destaque, como ‘Sorrindo’, trilha sonora da 22ª temporada de Malhação da TV Globo, e ‘Beijo, Me Liga’ tema de abertura da série da Multishow, de mesmo nome.

     

  • Membro de quadrilha responsável por furtos em casas na região bragantina é preso em SP

    Membro de quadrilha responsável por furtos em casas na região bragantina é preso em SP

    Membro de quadrilha responsável por furtos em casas na região bragantina é preso em SP

    O membro de uma quadrilha responsável por furtar casas em Atibaia e Bragança Paulista, na região bragantina, foi preso na manhã desta terça-feira (3) em São Paulo. Outros dois ladrões que agiam com eles já haviam sido presos no mês passado.

    O criminoso tem 21 anos e era procurado pela Polícia Civil desde o início de setembro, quando imagens de câmeras de segurança dos imóveis invadidos registraram a ação do grupo – leia mais detalhes abaixo.

    A prisão foi realizada pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), após um mandado de prisão ter sido expedido pela justiça. O cumprimento do mandado aconteceu na zona leste de São Paulo.

    De acordo com a DIG, a quadrilha é de São Paulo e frequentemente ia até o interior do estado furtar residências. Além da região bragantina, cidades de outras regiões, como Jundiaí e Mairiporã, também tiveram imóveis invadidos pelos suspeitos.

    Com a prisão desta terça-feira (3), a Polícia Civil já conseguiu deter três criminosos. As investigações seguem para encontrar outros membros do grupo.

    Casos de furto a casas
    O homem preso nesta terça-feira (3) é o principal responsável pelo furto de uma casa de Bragança Paulista no início do mês de setembro.

    Imagens de câmeras de segurança registraram parte da ação e mostram o criminoso tocando a campainha do imóvel. Como ninguém atende, ele arromba a porta e entra.

    Em seguida, ele deixou a casa com diversos objetos, entrou em um carro e foi embora. O mesmo carro foi flagrado em um novo caso uma semana depois, no dia 13.

    Na ocasião, o grupo invadiu uma casa em Atibaia, no bairro Jardim do Lago. Imagens do Centro de Operações e Inteligência (COI) da cidade identificaram o veículo seguindo no sentido da rodovia Fernão Dias.

    A Guarda Civil Municipal (GCM) entrou em contato com a cidade de Mairiporã, para onde o carro seguira, e ele foi abordado ao entrar no município. Dois homens acabaram presos na época e o terceiro é o preso nesta terça em São Paulo.