Categoria: Noticias

  • Monte Alto realiza nova etapa de castrações gratuitas de cães e gatos

    Monte Alto realiza nova etapa de castrações gratuitas de cães e gatos

    A Prefeitura de Monte Alto, por meio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, realizou, nos dias 27 e 28 de agosto, mais uma etapa de castrações gratuitas de cães e gatos. Os atendimentos ocorreram na Praça São Benedito.

    A iniciativa foi realizada por meio do programa Pro PET, do Governo do Estado de São Paulo, que destinou 400 castrações ao município de Monte Alto.

    Os procedimentos foram realizados sem custo para os tutores ou para o município. Após as cirurgias, os animais receberam a medicação necessária para o período pós-operatório e também foram microchipados para identificação.

    A ação contou com 12 médicos-veterinários e seis profissionais de apoio, responsáveis pelos atendimentos e pela realização dos procedimentos.

    Com esta etapa, a previsão é de que Monte Alto ultrapasse a marca de 1.500 castrações realizadas ao longo deste ano, estabelecendo um novo recorde anual no município.

    Uma nova etapa de castrações também está prevista até o final do ano. Segundo a Prefeitura, o município já dispõe de recursos e deverá realizar uma nova licitação, permitindo a abertura de vagas para tutores que estão na lista de espera.

    As ações integram as políticas municipais voltadas ao controle populacional, à identificação e ao bem-estar de cães e gatos.



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  • Mulheres assumem pela primeira vez comandos da Delegacia e da GCM de Monte Alto

    Mulheres assumem pela primeira vez comandos da Delegacia e da GCM de Monte Alto

    Monte Alto passa a ter, pela primeira vez, mulheres no comando da Delegacia de Polícia Civil e da Guarda Civil Municipal (GCM). A delegada Dra. Ana Luiza Vaz assumiu a Delegacia do município no dia 3 de setembro, enquanto Aline Maria Anzoin passa a ocupar o comando da GCM, sendo a primeira mulher a exercer a função em 40 anos.

    As duas profissionais foram recebidas nesta quinta-feira, 10, pela prefeita Maria Helena, em seu gabinete. Também participaram do encontro o secretário de Segurança Pública, João Pereira; o presidente da Câmara Municipal, Baltazar Garcia; e o delegado Dr. Marcelo Lourenço (foto), que deixa Monte Alto depois de quase dois anos de atuação na cidade.

    Integrante da Guarda Civil Municipal desde 2022, Aline é formada em Segurança Pública e tem entre suas experiências profissionais a liderança do Programa Guardiã Maria da Penha, iniciativa voltada ao atendimento e acompanhamento de mulheres em situação de violência doméstica. A nova comandante também desenvolveu trabalhos de atendimento e aproximação junto à população.

    Com a mudança, Aline passa a ocupar um posto que, ao longo de quatro décadas, havia sido exercido exclusivamente por homens. Na Polícia Civil, Ana Luiza Vaz também se torna a primeira mulher a assumir o comando da Delegacia de Monte Alto.

    Durante a reunião, a prefeita Maria Helena parabenizou o delegado Marcelo Lourenço pelo trabalho desenvolvido durante o período em que esteve em Monte Alto e desejou sucesso ao profissional em sua nova etapa.

    A prefeita também desejou êxito a Ana Luiza Vaz e Aline Maria Anzoin nas novas funções. O encontro no gabinete marcou a nova composição das lideranças da Delegacia e da Guarda Civil Municipal de Monte Alto.

    Foto: assessoria municipal

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  • Monte Alto amplia iluminação pública com instalação de 50 novos braços

    Monte Alto amplia iluminação pública com instalação de 50 novos braços

    A Prefeitura de Monte Alto iniciou a instalação de 50 novos braços de iluminação pública em diferentes pontos do município. Os trabalhos seguem ao longo desta semana e têm como objetivo ampliar a luminosidade em locais que necessitam de maior visibilidade durante a noite.

    O serviço está sendo executado pela empresa RSM Iluminação Ltda., contratada pelo município pelo valor global de R$ 49 mil.

    Além da instalação dos novos pontos de iluminação, a Prefeitura mantém em andamento o processo licitatório para a implantação de iluminação em LED em toda a cidade.

    A licitação encontra-se atualmente na fase de recursos, após a análise das amostras apresentadas pela empresa concorrente mais bem classificada no processo.

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  • Câmeras particulares podem integrar sistema de monitoramento ‘Muralha Caipira’

    Câmeras particulares podem integrar sistema de monitoramento ‘Muralha Caipira’

    Câmeras de segurança instaladas em imóveis particulares de Monte Alto podem ser cadastradas para possível integração ao sistema de monitoramento Muralha Caipira.
    A iniciativa tem como objetivo ampliar a cobertura da rede de videomonitoramento do município e disponibilizar mais recursos para auxiliar na identificação e na apuração de ocorrências. O cadastro é gratuito e não gera custos ao proprietário dos equipamentos.
    Podem participar moradores, comerciantes e responsáveis por imóveis que possuam câmeras instaladas. A integração, no entanto, depende da compatibilidade técnica dos equipamentos com o sistema utilizado pelo município.
    De acordo com as informações do programa, as imagens são tratadas conforme as regras previstas na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), Lei nº 13.709/2018.
    Os interessados podem realizar o cadastro pelo WhatsApp oficial do Muralha Caipira, no número (16) 3242-9001, ou por meio de formulário eletrônico. No cadastro, são solicitados nome completo, endereço onde as câmeras estão instaladas e telefone para contato.
    Após o envio das informações, uma equipe devidamente uniformizada realiza uma visita técnica gratuita ao local para verificar a compatibilidade dos equipamentos com o sistema. Caso a integração seja possível, são feitas as configurações necessárias e o responsável recebe a confirmação.
    O formulário para cadastro está disponível em:
    https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe7QedVtU1PtthxEckP6c-iaLh5aK0xkvYUnKcfAA7AzvttRA/viewform

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  • Prefeitura dá início ao prolongamento e interligação das ruas Coronel Medeiros e Ananias de  Carvalho

    Prefeitura dá início ao prolongamento e interligação das ruas Coronel Medeiros e Ananias de Carvalho

    Antiga reivindicação da população, o prolongamento da rua Coronel Medeiros e sua interligação com a rua Ananias de Carvalho já está em execução.

    Em setembro de 2025, uma Lei Complementar aprovada pela Câmara autorizou o município a receber em doação uma área de 2.314,5 m², localizada no centro da cidade, entre as ruas Dr. Raul da Rocha Medeiros, Luiz Cestari, Comendador Bonfiglioli e Carlos Kielander, de propriedade da família Barbizan, para a implantação do sistema viário.

    Com uma emenda parlamentar federal, a obra começa a sair do papel com a realização da licitação para o fornecimento de materiais e mão de obra para execução de pavimentação, guias, sarjetas e drenagem do local da obra, totalizando o valor de R$513.328,32, 22% abaixo do valor estimado, que foi de R$658,167,90. A previsão para o término das obras é para o mês de novembro.

    Além dessa intervenção, está previsto o recapeamento da Avenida Comendador Bonfiglioli, também com recursos de emenda parlamentar.

    O serviço deverá abranger o trecho entre as proximidades do Posto Pignatta e a rotatória do Bela Vista.

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  • Paróquia Nossa Senhora de Fátima convida devotos para a novena de São Miguel Arcanjo

    Paróquia Nossa Senhora de Fátima convida devotos para a novena de São Miguel Arcanjo

    A Paróquia Santuário Diocesano Nossa Senhora do Rosário de Fátima convida os fiéis de Monte Alto e região para a Novena de São Miguel Arcanjo, que será realizada entre os dias 20 e 28 de setembro. A programação será encerrada no dia 29, data dedicada ao Príncipe da Milícia Celeste, com missa e procissão solene.

    Durante o novenário, as celebrações ocorrerão às 19h30, de segunda a sexta-feira, e às 19h, aos sábados e domingos. Ao longo dos nove dias, os fiéis também poderão receber a unção com o óleo de São Rafael.

    No dia 28 de setembro, último dia da novena, haverá a Coroação de São Miguel Arcanjo após a missa.

    Já no dia 29 de setembro, Dia de São Miguel Arcanjo, a celebração será realizada às 19h30 e, na sequência, haverá procissão solene, marcando o encerramento da programação.

    Os devotos poderão adquirir antecipadamente a vela com fita do novenário na Secretaria Paroquial ou durante as missas realizadas ao longo da semana.

    Além da programação religiosa, haverá praça de alimentação no pátio do Santuário, com venda de pizza frita, macarrão caseiro — pronto para levar ou cru para preparar em casa, e bebidas. Os produtos serão comercializados antes e depois das missas.

    Tradicionalmente associada à devoção a São Miguel Arcanjo, a expressão “Quem como Deus? Ninguém como Deus!” também acompanha o convite da Paróquia para que os devotos participem das celebrações.

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  • Caso Maira Rocha expõe conflito dentro do espiritismo e questionamentos sobre cobertura da imprensa

    Caso Maira Rocha expõe conflito dentro do espiritismo e questionamentos sobre cobertura da imprensa

    Processo em tramitação no TJDFT reúne acusações de perseguição religiosa, documentos e versões divergentes sobre a atuação da médium

    Ministério Público classificou como perseguição religiosa a campanha para afastar a médium de eventos espíritas. Em 2024, ocorrência policial já registrava a ameaça de Guilherme Velho de “levá-la ao Fantástico”. Dois anos depois, a reportagem foi ao ar, e quem acompanha Maira passou a ser tratado como “milícia digital”.

    Nos últimos meses, a médium e a Casa da Caridade Inácio Daniel foram apresentadas ao país como caso encerrado. O portal Metrópoles falou em “milícia digital”. O Fantástico exibiu acusações ainda sob apuração como se fossem conclusões. Voluntários, frequentadores e mães enlutadas viraram “horda”, “séquito feroz” e “tropa de choque virtual”.

    A desproporção salta aos olhos. As acusações partem de um grupo restrito de ex-voluntários e antigos frequentadores, que dizem não ter reconhecido o conteúdo de cartas ou mensagens recebidas. Do outro lado estão milhares de pessoas atendidas ao longo dos anos pela Casa da Caridade, que seguem apoiando Maira e reconhecem o trabalho social da instituição. Foi esse grupo majoritário, e não os acusadores, que passou a ser tratado como integrante de uma organização criminosa. É esse o massacre midiático que os espiritualistas ligados a Maira vêm sofrendo: não se discute mais o que elas acreditam, mas se elas têm o direito de acreditar sem serem rotuladas.

    É preciso ser justo: não é toda a imprensa. Outros veículos, como a RedeTV!, e diversos canais têm noticiado o outro lado e aberto espaço para Maira se defender. O problema está em um setor específico da mídia, justamente o de maior alcance, que escolheu contar apenas metade da história.
    Uma disputa que começou muito antes das manchetes
    O que essa cobertura omite é que essa história não nasceu nas redações. Ela tem nome, data e processo.

    Documentos, áudios e depoimentos reunidos no processo nº 0710534-11.2024.8.07.0014, hoje em fase de recurso no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, descrevem uma campanha organizada, iniciada anos atrás, para impedir que Maira fosse recebida em congressos, palestras, programas e centros espíritas.

    No centro dessa campanha aparece Guilherme Velho, pesquisador espírita ligado à Federação Espírita Brasileira, a FEB, e uma das vozes mais ativas na contestação pública da mediunidade de Maira.

    Segundo testemunhas ouvidas no processo, ele procurou dirigentes para colher assinaturas em abaixo-assinado contra Maira Rocha e Fernando Ben. Pressionou organizadores de eventos. Um dirigente de centro espírita em Santarém, Portugal, relatou ter recebido, de número atribuído a Guilherme Velho, mensagem pedindo que a médium não fosse recebida, com a afirmação de que ela teria saído “fugida” do Brasil e a menção a supostas denúncias na Federação Espírita do Distrito Federal, a FEDEF.

    Em 19 de agosto de 2026, a 1ª Procuradoria de Justiça Criminal do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios analisou esse conjunto e opinou pela condenação dos acusados. O parecer afirma que as condutas ultrapassaram a mera divergência doutrinária e que os acusados teriam atuado como “inquisidores modernos” dentro do próprio espiritismo.

    É preciso dizer com precisão: trata-se de um parecer em recurso, não de uma condenação definitiva. Mas é o Ministério Público, e não a defesa de Maira, quem descreve o caso como perseguição e discriminação religiosa.
    O apoio institucional à campanha
    Guilherme Velho não age sozinho. Em áudio já divulgado e que será encaminhado aos veículos citados, Paulo Maia, presidente da Federação Espírita do Distrito Federal, a FEDEF, declara apoio a Guilherme Velho em sua empreitada, a mesma que o Ministério Público classificou como perseguição religiosa.

    O detalhe torna o registro ainda mais relevante: Paulo Maia é testemunha arrolada por Guilherme Velho no processo por intolerância religiosa. Quem depõe em favor do acusado, portanto, não é observador neutro, mas dirigente engajado na mesma campanha que o Ministério Público examinou.

    A FEDEF não é uma entidade isolada. Ela integra o sistema federativo da Federação Espírita Brasileira, a FEB, entidade máxima do espiritismo no país, à qual o próprio Guilherme Velho é ligado. O apoio, portanto, vem de dentro da estrutura oficial do movimento espírita, e vem depois do linchamento público a que Maira foi submetida e do parecer do Ministério Público.

    Uma federação religiosa tem todo o direito de discordar de uma médium. O que não se explica é que seu presidente empreste o nome da entidade a um esforço para excluir alguém do espaço religioso, justamente a prática que o Brasil já conheceu quando a polícia invadia centros e apreendia os livros de Allan Kardec.
    Um linchamento anunciado
    É preciso deixar claro o propósito desta matéria. Não se trata de atacar a imprensa, que em boa parte tem cumprido seu papel e ouvido os dois lados. Trata-se de expor fatos que foram omitidos: que Maira Rocha é parte em um processo por intolerância religiosa; que Guilherme Velho, a principal voz contra ela, é acusado nesse processo; e que nada disso foi dito ao público quando as acusações foram ao ar.

    E há um detalhe que muda a leitura de toda a cobertura.

    Em 2024, muito antes de qualquer reportagem ir ao ar, Maira Rocha registrou ocorrência policial relatando que Guilherme Velho a ameaçava de “levá-la ao Fantástico”. O boletim integra os autos do processo nº 0710534-11.2024.8.07.0014 e pode ser conferido por qualquer um.

    Dois anos depois, o Fantástico exibiu a reportagem. Com as mesmas acusações. Com a mesma fonte.

    Não se trata de dizer que a emissora agiu de má-fé. Trata-se de constatar que o programa acabou usado exatamente como havia sido anunciado: como instrumento de uma campanha que já corria na Justiça sob a acusação de intolerância religiosa. A ameaça foi registrada, documentada e depois cumprida.

    Conforme informações e fontes ouvidas pela reportagem, existe ainda uma relação de amizade entre Guilherme Velho e pessoas ligadas à produção do Fantástico, entre elas integrantes da equipe que produziu a reportagem sobre Maira. Não se acusa ninguém de irregularidade. Mas é um fato que, somado à ameaça registrada em 2024 e à omissão do processo judicial, põe em xeque a independência das investigações ditas sobre Maira.

    Conversar com fontes faz parte do jornalismo. A questão é outra: a emissora sabia que sua fonte já figurava em depoimentos judiciais como articulador de uma campanha para afastar Maira dos eventos espíritas? Sabia que essa mesma fonte havia sido apontada, em ocorrência policial, como quem prometia usar o programa contra a médium? Informou ao público que parte das acusações poderia ser desdobramento de um conflito iniciado anos antes?

    Quando a mesma narrativa circula em grupos religiosos, canais de vídeo, portais e televisão aberta, cria-se a aparência de muitas fontes independentes. Muitas vezes, é uma só história repetida.
    O que a defesa apresentou e ninguém mostrou
    Maira Rocha não se calou. Apresentou um parecer grafotécnico particular que contesta os documentos divulgados como prova de fraude. Apresentou um áudio de 2020 em que se diz disposta a fazer uma demonstração pública de psicografia e a procurar o NUPES, da Universidade Federal de Juiz de Fora, para entender o teste que lhe propunham.

    E, no episódio mais explorado, o da suposta doação induzida de R$ 300 mil, a própria família apontada como vítima gravou um vídeo negando qualquer pedido ou pressão. A iniciativa, disseram, foi da mãe. Maira apenas agradeceu.

    A acusação ganhou manchetes nacionais. O desmentido da família não recebeu a mesma visibilidade. Um parecer técnico contra os documentos foi ignorado. Isso não é apuração, é escolha editorial.
    Uma velha lógica com instrumentos novos
    O Brasil já criminalizou o espiritismo. O Código Penal de 1890 punia com prisão quem “praticasse o espiritismo” para “subjugar a credulidade pública”. Médiuns foram presos dentro de centros; livros de Kardec foram apreendidos como prova.

    Ninguém está sendo preso hoje. Mas a lógica é reconhecível: alguém se apresenta como autoridade para separar a mediunidade “verdadeira” da “falsa”, a prática religiosa é associada a fraude, e a pessoa é empurrada para fora dos espaços religiosos e para o banco dos réus, enquanto seus seguidores viram “milicianos”.

    Vale lembrar que intolerância religiosa não é apenas uma questão moral: é crime. A Lei 7.716/1989 pune com um a três anos de reclusão quem pratica, induz ou incita discriminação ou preconceito por motivo de religião, pena que sobe para dois a cinco anos quando o ato é cometido por meios de comunicação ou redes sociais. Desde 2023, a injúria por motivo religioso também é tratada como crime de racismo, e a Constituição declara o racismo inafiançável e imprescritível. É nesse terreno que o Ministério Público situou a conduta atribuída a Guilherme Velho.

    A liberdade religiosa não é salvo-conduto para crime. Havendo prova concreta, que se investigue e se responsabilize individualmente. Mas a liberdade de imprensa também não autoriza condenar antes do julgamento nem transformar uma comunidade de fé em suspeita coletiva.

    Os veículos que têm ouvido os dois lados mostram que é possível fazer diferente. O que a sociedade precisa ver é o caso inteiro: as acusações, sim, mas também o processo, o parecer do Ministério Público, o laudo, o áudio, o vídeo da família e a origem da campanha. Só então cada leitor poderá decidir quem, nessa história, realmente persegue quem.

    O espaço permanece aberto para manifestação do portal Metrópoles, da TV Globo, da equipe do Fantástico, de Guilherme Velho, de Paulo Maia, da FEDEF, da FEB e dos demais citados.

  • Setembro Amarelo: Um chamado à reflexão sobre saúde mental e a importância da prevenção do suicídio

    Setembro Amarelo: Um chamado à reflexão sobre saúde mental e a importância da prevenção do suicídio

    Setembro é um mês dedicado a ações que visam aumentar a conscientização sobre a saúde mental e a prevenção do suicídio. A iniciativa, chamada de Setembro Amarelo, tem como objetivo proporcionar acesso à informação, estimular o diálogo sobre o tema e informar sobre os serviços disponíveis para aqueles que enfrentam dificuldades emocionais.

    O dia 10 de setembro é celebrado como o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Em 2026, a campanha internacional seguirá com o lema “Changing the Narrative on Suicide”, que em português se traduz como “Mudar a narrativa sobre o suicídio”. O foco é promover um maior debate sobre a questão e eliminar o estigma associado à busca de ajuda.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) reporta que anualmente mais de 720 mil pessoas perdem suas vidas devido ao suicídio em todo o planeta. A OMS considera essa questão uma preocupação de saúde pública e ressalta a relevância de estratégias voltadas à prevenção, ao acesso a serviços de saúde e ao suporte para indivíduos em sofrimento emocional. Sinais que podem indicar a necessidade de atenção incluem alterações no comportamento, isolamento social, manifestações contínuas de angústia, desinteresse por atividades antes prazerosas e comentários relacionados à desesperança ou à morte. O Ministério da Saúde enfatiza que esses sinais não devem ser vistos isoladamente, mas sim como indicadores que podem necessitar de acolhimento profissional.

    Ao perceber alguém passando por um momento difícil, a recomendação é escutar sem julgamentos e incentivar essa pessoa a buscar ajuda especializada. O sistema público de saúde oferece acompanhamento através das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPSs).

    Em casos emergenciais ou quando há risco imediato, é aconselhável procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), um pronto-socorro ou entrar em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) pelo telefone 192.

    Outra alternativa é contatar o Centro de Valorização da Vida (CVV), que proporciona apoio emocional gratuito e confidencial pelo número 188. Esse serviço está disponível todos os dias, 24 horas, em todo o Brasil.

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  • População de Monte Alto atinge 48.787 habitantes, revela IBGE

    Em 2026, a população de Monte Alto foi estimada em 48.787 pessoas, segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse número representa um aumento de apenas 29 habitantes em comparação com 2025, quando a cidade contava com 48.758 moradores.

    A pequena variação de 0,06% entre os anos demonstra uma certa estabilidade na demografia da cidade. Para entender essa evolução, os 29 novos habitantes representam uma média mensal ligeiramente superior a duas pessoas, embora essa comparação não reflita uma contagem real mensal de residentes.

    Os dados foram coletados com referência ao dia 1º de julho de 2026 e fazem parte da análise anual que abrange todos os municípios do Brasil.

    A tendência de crescimento populacional em Monte Alto tem sido modesta desde o Censo Demográfico de 2022, que indicou uma população de 47.574 habitantes. Apesar do aumento contínuo desde então, o ritmo dessa alta tem se mostrado mais lento nos últimos levantamentos.

    Para ilustrar essa situação, em 2024 a população foi estimada em 48.725 pessoas; já em 2025, houve um incremento para 48.758, ou seja, um acréscimo de 33 habitantes. Agora, com a nova estimativa de 48.787, o crescimento foi limitado a mais 29 moradores.

    Portanto, nos dois últimos anos analisados, a população totalizou um incremento de apenas 62 pessoas, resultando em cerca de 0,13% de variação.

    Monte Alto permanece abaixo da marca dos 50 mil habitantes — Atualmente, há uma diferença de 1.213 moradores para que o município alcance esse marco populacional.

    Essa situação pode causar surpresa, pois estudos anteriores do IBGE haviam projetado uma população acima dos 50 mil habitantes. Em 2019, por exemplo, Monte Alto apresentava uma estimativa de 50.498 residentes; naquele ano, houve um aumento de 282 pessoas em comparação com a previsão anterior.

    Contudo, o Censo realizado em 2022 trouxe à tona um número diferente: somente 47.574 moradores foram contabilizados na cidade. Esse resultado ficou aquém das previsões anteriores e passou a ser utilizado como base para as novas estimativas populacionais.

    É importante ressaltar que esse ajuste não significa que Monte Alto tenha perdido quase três mil habitantes repentinamente. O Censo consiste em uma contagem precisa da população e coleta detalhada nos lares, enquanto as estimativas anuais são cálculos baseados em dados demográficos disponíveis que podem ser ajustados após novas contagens.

    Ao comparar a estimativa atual com os números do Censo de 2022, nota-se uma diferença de 1.213 habitantes, resultando em um crescimento aproximado de 2,55% no período analisado.

    Observando um intervalo maior, no Censo de 2010 Monte Alto tinha registrado 46.642 moradores. Entre essa contagem e a última realizada em 2022, houve um ganho populacional de apenas 932 pessoas — um crescimento total de cerca de 2% ao longo dos doze anos.

    No confronto entre o Censo de 2010 e a estimativa atual, a diferença é ainda maior: cerca de 2.145 habitantes representam uma alta aproximada de 4,6%. Contudo, é fundamental lembrar que essa comparação envolve diferentes tipos de levantamento — censitário e estimativo.

    A importância desses números vai além da simples contagem populacional; eles são essenciais para o planejamento dos serviços públicos da cidade. Compreender tanto a quantidade quanto o perfil demográfico dos cidadãos é crucial para decisões relacionadas à saúde pública, educação e infraestrutura urbana.

    Além disso, as estimativas influenciam indicadores econômicos e sociais e são fundamentais para calcular a distribuição dos recursos públicos disponíveis aos municípios, incluindo o Fundo de Participação dos Municípios.

    A elevação modesta na quantidade total — apenas mais 29 habitantes num ano — ressalta um padrão que Monte Alto já vinha demonstrando: embora haja crescimento populacional na cidade, este ocorre em um ritmo consideravelmente lento.

    Monte Alto em números:

    • População estimada em 2026: 48.787 habitantes
    • População estimada em 2025: 48.758 habitantes
    • Crescimento anual: +29 habitantes
    • Variação percentual anual: +0,06%
    • População estimada para o ano de 2024: 48.725 habitantes
    • Censo realizado em 2022 apontou: 47.574 habitantes
    • Censo realizado em 2010 indicou: 46.642 habitantes
    • Diferencial até atingir os cinco zero: faltam ainda -1.213 habitantes

    Dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE.

    A postagem sobre as novas estimativas do IBGE revela que Monte Alto possui atualmente uma população totalizada em aproximadamente 48.787 moradores.

  • Monte Alto realiza ciclo de palestras sobre violência de gênero para participantes do PAD

    Monte Alto realiza ciclo de palestras sobre violência de gênero para participantes do PAD

    No mês de agosto, a Prefeitura de Monte Alto organizou duas palestras voltadas aos participantes do Programa de Apoio ao Desempregado (PAD), com ênfase na conscientização sobre a violência contra a mulher e estratégias de enfrentamento.

    Em 12 de agosto, a psicóloga Marcilene Lemes, representante do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), apresentou a palestra intitulada “Pelo fim da violência contra a mulher”. Durante o evento, foram discutidos temas como desigualdade de gênero, a Lei Maria da Penha, os vários tipos de violência e o ciclo da violência.

    A especialista também compartilhou informações sobre as redes de apoio disponíveis para as vítimas e ofereceu orientações sobre como buscar atendimento e assistência em situações de violência.

    No dia 26, foi a vez da advogada criminalista Dra. Juliane Leite conduzir a palestra “Violência Doméstica – Quando o Amor se Transforma em Medo”, que se concentrou nos aspectos legais relacionados à violência doméstica.

    Os tópicos abordados incluíram medidas protetivas emergenciais, os diversos tipos de violência reconhecidos pela legislação, a importância da denúncia e os mecanismos legais que garantem proteção às vítimas.

    Ambas as palestras ofereceram orientações sobre como identificar sinais de violência, esclarecer os direitos das vítimas e os caminhos para obter ajuda.

    Essas iniciativas fizeram parte das atividades do Agosto Lilás, uma campanha dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a mulher realizada durante todo o mês.