Tag: São Carlos

  • Empresário denuncia suposto golpe de empresa que intermedia liberação de recursos para projetos

    Empresário denuncia suposto golpe de empresa que intermedia liberação de recursos para projetos

    Ele registrou boletim de ocorrência em São Carlos (SP) após pagar honorários e não receber recursos contratados, nem o dinheiro de volta. Meekah já é investigada em outros processos.

    Uma empresa de Campinas (SP) que intermedia a liberação de recursos para projetos de educação e cultura foi alvo de uma denúncia de um suposto golpe, em São Carlos (SP). Um empresário alega que fez um contrato com a empresa, pagou pelos honorários e não recebeu os recursos contratados, nem o dinheiro de volta.

    A empresa já é investigada por suspeita de fraude em outros processos. (veja aqui). A defesa da Meekah foi procurada pela EPTV, afiliada da TV Globo, mas não deu uma posição oficial até a última atualização da reportagem.

    Sem dinheiro
    O empresário, que preferiu não ser identificado, buscava recursos para colocar em prática um projeto que trabalharia com a organização de festas e eventos em outubro de 2022.

    Ele assinou um contrato com a empresa Meekah e chegou a pagar R$ 5,5 mil como investimento inicial, para que a empresa intermediassse o investimento de R$ 1,1 milhão.

    No contrato, havia uma cláusula garantindo que a Meekah teria 90 dias úteis para conseguir levantar o dinheiro desde que apresentados todos os documentos exigidos, prazo que venceu ainda no primeiro semestre do ano passado.

    “Aí eles ficavam enroladno. Na verdade ia sair no final do ano, em dezembro, passaram uma nova data, depois no começo do ano passaram uma nova data. A desculpa era: a gente enviava um documento e faltava alguma coisa. A gente fazia o plano de negócio, pediam outra coisa. Cada vez era algo novo, problema com patrocionador, enfim”, afirmou.
    A vítima afirmou ainda que já vinha desconfiando de um possível golpe, mas ainda acreditava que receberia o dinheiro. Com o tempo passando e sem saber o que fazer, registrou um boletim de ocorrência.

    “Para que de alguma forma a justiça seja feita, seja pelos órgãos públicos, pela polícia, para que tenha uma visibilidade e seja instaurado algum inquérito para colocar essas pessoas devidamente na cadeia, se for comprovado que eles são estelionatários”, afirmou.
    O caso foi registrado como não criminal e deve ser encaminhado para o 2º Distrito Policial de São Carlos.

    A polícia informou que nesse caso, por ser um acordo comercial, geralmente é resolvido na esfera cível, mas se a vítima apresentar provas de que houve fraude ou estelionato, pode virar uma investigação criminal.

    Outras denúncias
    Em abril, o EPTV2 mostrou a denúncia de várias empresas que teriam contratado a Meekah e estavam sendo lesadas. As empresas que pagaram pela assessoria para conseguir acesso a recursos por meio de leis de incentivo e fomento à cultura, saúde, educação e empreendedorismo.

    Mais de 30 casos eram investigados na época pela Delegacia de Investigações Gerais de Campinas, no setor que atua no combate à corrupção, crime organizado e lavagem de dinheiro. A empresa até abril tinha mais de 6 mil contratos, a grande maioria aguardando o pagamento.

    São pessoas e empresas de várias regiões do Brasil que contrataram o serviço esperando receber valores que em alguns casos seriam milionários.

    A sede da Meekah, segundo consta no site da empresa, fica na região do Taquaral em Campinas. Na página na internet, Mário Cardoso e a mulher dele Neli Álvaro, donos da empresa, se apresentam como especialistas em captação de recursos e elaboração de projetos.

    Além da Meekah, dos donos Neli e Mário, outros oito funcionários também eram investigados pela polícia. Em reportagem exibida no EPTV2 no dia 23 de abril, uma ex-funcionária, que preferiu não ser identificada, contou que a empresa lucrava muito com o esquema.

    “R$ 6 milhões, R$ 4 milhões, R$ 10 milhões. Os valores eram altos, o valor da venda mensal. Eram as entradas [que as pessoas davam] de R$ 2,5 mil de 5,5 mil”, afirmou na época.

    A EPTV tentou entrar em contato pelos telefones que aparecem no site oficial da empresa, mas ele estava indisponível.

  • Homem acusado de matar 2 pessoas e ferir 6 em festa começa a ser julgado em São Carlos

    Homem acusado de matar 2 pessoas e ferir 6 em festa começa a ser julgado em São Carlos

    Audiência teve início às 8h e é aberta ao público. Crime aconteceu em janeiro de 2022.

    O julgamento de Luan Russo Bataglia, acusado de assassinar dois jovens em uma festa no no bairro Aracê de Santo Antônio, em São Carlos (SP), começou nesta segunda-feira (30) e é aberto ao público. O crime aconteceu em janeiro de 2022 e deixou outras seis pessoas feridas.

    Bataglia está preso em Serra Azul. Ele é suspeito de matar a tiros Eduardo Escapolão Lucas da Silva, de 16 anos, e Rodrigo de Castro da Rocha, de 20 anos, em um tiroteio durante uma festa que acontecia em uma chácara do bairro. Segundo as primeiras investigações, Rocha seria o alvo do atentado.

    O crime
    De acordo com a Guarda Civil Municipal, na madrugada de 23 de janeiro de 2022, por volta de 2h20, indivíduos invadiram uma festa no bairro de chácaras Aracê de Santo Antônio e fizeram vários disparos. Pelo menos oito pessoas que estavam na festa foram atingidas por balas perdidas.

    Rodrigo morreu no local e a Polícia Civil revelou que ele já tinha sido vítima de tentativa de homicídio em setembro de 2021. Já Eduardo chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

  • Pintor acusado de matar 3 pessoas é condenado a mais de 18 anos de prisão por uma das mortes

    Pintor acusado de matar 3 pessoas é condenado a mais de 18 anos de prisão por uma das mortes

    Crimes aconteceram em São Carlos (SP) em 2022. Ele ainda vai ser julgado pelos outros dois homicídios que são tratados em processos diferentes.

    O pintor Aelson de Almeida Ribeiro, que confessou três assassinatos em 2022 em São Carlos (SP), foi condenado na quarta-feira (18) a mais de 18 anos de prisão por uma das mortes. Ele ainda vai ser julgado pelos outros dois homicídios que são tratados em processos diferentes.

    A audiência de quarta-feira foi referente ao assassinato de Luis Fernando Pereira Luna, de 24 anos, morto no início de março de 2022. Ribeiro foi condenado a 17 anos de prisão pelo homicídio e mais 1 ano e um mês por ocultação de cadáver.

    O advogado do réu, Reginaldo da Silveira, informou que vai recorrer da decisão. Segundo ele, a expectativa é que os outros dois julgamentos ocorram ainda este ano.

    O júri

    O júri foi composto por cinco homens e duas mulheres. Cinco testemunhas foram convocadas pela promotoria, entre elas três policiais, o pai da vítima e a ex-mulher do réu.

    O delegado João Pereira Baptista, responsável pelo inquérito policial na época, informou que um laudo psicológico foi encomendado para saber mais sobre o aspecto psiquiátrico do réu. O resultado apontou um certo grau de psicopatia, mas ainda sim o acusado tinha noção do que estava fazendo.

    “Ele fez com a clara intenção somente de matar as pessoas. Foi um modo muito cruel, a pauladas, e ele não deu nenhuma oportunidade de as vítimas reagirem, se defenderem”, disse o delegado à EPTV, afiliada da TV Globo.

    Os crimes

    Os crimes aconteceram em 2022. O corpo de Ariane Maia Valerio, de 26 anos, foi encontrado enterrado em abril do ano passado em um quintal de uma casa desabitada no bairro Cidade Aracy II.

    As investigações apontaram o envolvimento do pintor e a polícia pediu a prisão preventiva dele. Em depoimento, o suspeito confessou que os assassinatos tiveram motivos banais.

    O pintor afirmou ainda que Ariane morreu no dia 1º de março, com um mata-leão, porque ela teria se recusado a comprar mais drogas. A motivação das outras mortes não foi divulgada.

    De acordo com a polícia, o pintor não tinha passagens por outros crimes.

     

  • Pintor acusado de três homicídios no bairro Cidade Aracy II é julgado em São Carlos

    Pintor acusado de três homicídios no bairro Cidade Aracy II é julgado em São Carlos

    Crimes aconteceram em 2022. Corpos das vítimas foram enterrados no quintal de uma casa.

    A Justiça de São Carlos (SP) julga nesta quarta-feira (18) o pintor Aelson de Almeida Ribeiro, autor confesso de três homicídios em 2022.

    O acusado será julgado no Fórum Criminal a partir das 13h. Segundo a 1ª Vara Criminal de São Carlos, serão ouvidas testemunhas de acusação e defesa no júri que será aberto ao público.

    Segundo o delegado João Fernando Baptista, pelo menos seis pessoas foram arroladas como testemunhas. São três policiais civis (incluindo o delegado), a ex-mulher do réu, o pai e a irmã da vítima Luiz Fernando Pereira Luna, o Jhow.

    A expectativa é que o julgamento seja finalizado ainda hoje. Aelson será julgado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. O g1 não conseguiu contato com a defesa dele.

    Os crimes
    Os crimes aconteceram em 2022. O corpo de Ariane Maia Valerio, de 26 anos, foi encontrado enterrado em abril do ano passado em um quintal de uma casa desabitada no bairro Cidade Aracy II.

    As investigações apontaram o envolvimento do pintor e a polícia pediu a prisão preventiva dele. Em depoimento, o suspeito confessou que os assassinatos tiveram motivos banais.

    O pintor afirmou ainda que Ariane morreu no dia 1º de março, com um mata-leão, porque ela teria se recusado a comprar mais drogas. A motivação das outras mortes não foi divulgada.

    De acordo com a polícia, o pintor não tinha passagens por outros crimes.

  • Alunos de medicina que simularam masturbação em jogo feminino são investigados por ato obsceno, diz delegado da DIG de São Carlos

    Alunos de medicina que simularam masturbação em jogo feminino são investigados por ato obsceno, diz delegado da DIG de São Carlos

    Caso aconteceu em abril deste ano em São Carlos (SP), mas o vídeo passou a repercutir no domingo (17). DIG vai identificar envolvidos e ouvir testemunhas para investigar se houve outros crimes.

    O caso dos estudantes do curso de medicina da Universidade Santo Amaro (Unisa) que simularam masturbação durante um jogo de vôlei feminino em um campeonato universitário em São Carlos (SP) é investigado em um primeiro momento como crime de ato obsceno, informou a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) nesta terça-feira (19).

    Segundo o delegado João Fernando Baptista, o delito de ato obsceno está previsto no artigo 233 do Código Penal. A punição pode variar de 3 meses a 1 ano.

    O delegado disse ainda que vai à capital paulista colher mais informações, identificar todos os alunos envolvidos e ouvir testemunhas. O objetivo é investigar se houve outros crimes, como tipo de toque ou alguma abordagem em relação às meninas.

    Se comprovada outras práticas, aí o crime pode mudar para importunação sexual e até mesmo estupro. Segundo o delegado, por enquanto ninguém registrou queixa na polícia. Para o delegado, o ato dos estudantes é um desrespeito também com a profissão.

    “A profissão de médico é tão digna, uma vez que são eles que tratam as pessoas, que salvam vidas, que garantem um bem-estar das pessoas. Não é legal esse tipo de conduta por parte deles”, disse.

    O caso aconteceu em abril deste ano, mas o vídeo passou a repercutir no domingo (17).

    Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou “que assim que tomou conhecimento dos fatos, iniciou diligências para apurar o ocorrido.

    A Prefeitura de São Carlos disse que não participa da organização de jogos universitários realizados na cidade e sede o ginásio para a realização das competições mediante contrato assinado com a entidade que realiza o evento e que, portanto não tem responsabilidade pelos atos praticados pelos alunos.

    Providências
    O Ministério da Educação (MEC) notificou a Unisa na segunda-feira (18) e deu prazo de 15 dias para a universidade informar quais as providências tomadas.

    “Em relação ao episódio que envolveu estudantes do curso de medicina da Universidade de Santo Amaro (Unisa), durante partida de vôlei feminino, o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), já notificou a instituição para apurar quais as providências tomadas pela Unisa em relação aos fatos ocorridos, sob pena de abertura de procedimento de supervisão e adoção de medidas disciplinares.”

    O ministro da Educação, Camilo Santana, publicou, em uma rede social, que determinou que a pasta notificasse a Unisa “para apurar quais as providências tomadas pela instituição em relação ao episódio que envolveu estudantes do curso de medicina durante partida de vôlei feminino que fazia parte das competições da Intermed, sob pena de abertura de procedimento de supervisão e adoção de medidas disciplinares. Repudio veementemente o ocorrido. É inadmissível que futuros médicos ajam com tamanho desrespeito às mulheres e à civilidade”.

    Segundo apurado pela reportagem do g1, os alunos fazem parte do time de futsal da faculdade e estavam na plateia. Eles abaixaram as calças enquanto o time de vôlei feminino jogava contra a Universidade São Camilo. Nas imagens, eles aparecem tocando nas próprias partes íntimas.

    Em nota, a Universidade São Camilo confirmou que o episódio aconteceu durante o campeonato.

    “O Centro Universitário São Camilo informa que nossa Atlética do curso de Medicina não participa do Intermed. Porém, em abril deste ano participou de outro evento esportivo chamado Calomed, quando nossas alunas disputaram um jogo contra a equipe da Unisa. Os alunos da Unisa, saindo vitoriosos, segundo relatos coletados, comemoraram correndo desnudos pela quadra. Não foi registrada, naquele momento, nenhuma observação por parte das nossas alunas referente à importunação sexual. O Centro Universitário São Camilo apoia todos os nossos alunos e não compactua com quaisquer atos que possam atentar contra o pudor e os bons costumes.”

    O Centro Universitário São Camilo alegou ainda que o caso pode ser enquadrado como atentado ao pudor, crime de notificação individual, mas que nenhuma aluna da faculdade registrou a ocorrência.

    Já a Universidade Santo Amaro, procurada desde o último domingo pela reportagem, não se manifestou.

    Manuella Mirella, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) informou ao g1 que a UNE está cobrando uma posição diretamente da Unisa, que até o momento não se manifestou sobre o caso.

    “Nós recebemos essa denúncia com muita revolta, é repugnante o que aconteceu nesses órgãos internados. Estamos cobrando um posicionamento diretamente da Unisa que até agora não se posicionou”, afirmou.

    “Lançamos também uma cartilha da UNE explicando o que fazer e como podemos combater essa violência que acontecem quase que livremente. O que esses alunos homens pensam? Esse sentimento de impunidade, de que nada vai acontecer e isso não é verdade, por isso, cobramos um protocolo para que esses estudantes sejam punidos no rigor da lei. Ser mulher no Brasil é difícil, e ser mulher universitária é mais difícil ainda”.
    O Ministério das Mulheres também se pronunciou sobre o caso nesta segunda (18).

    “O Ministério das Mulheres reforça seu compromisso de enfrentar essas práticas que limitam ou impossibilitam a participação das estudantes como cidadãs. Vamos seguir trabalhando para que as universidades sejam espaços seguros, livres de violência”.

    A Associação Atlética Acadêmica José Douglas Dallora, da Unisa, divulgou uma nota nesta segunda-feira (18) afirmando que as filmagens não representam os princípios e valores pregados pela atlética. Disse também que não tolera ou compactua com qualquer ato de abuso ou discriminatório.

     

  • Alunos de medicina ficam pelados e simulam masturbação durante jogo de vôlei feminino em campeonato universitário em SP

    Alunos de medicina ficam pelados e simulam masturbação durante jogo de vôlei feminino em campeonato universitário em SP

    Vídeo de abril com estudantes da Universidade Santo Amaro começou a viralizar neste fim de semana; não há registro de BO. Instituição de ensino não se manifestou sobre o episódio.

    Estudantes do curso de medicina da Universidade Santo Amaro (Unisa) ficaram pelados e simularam uma masturbação durante um jogo de vôlei feminino de um campeonato universitário.

    Nas redes sociais, os vídeos foram compartilhados afirmando que os estudantes simularam uma masturbação coletiva no campeonato Intermed, que ocorreu no último final de semana.

    Segundo apurado pela reportagem do g1, entretanto, o caso ocorreu em abril, no torneio Calo 2023, em São Carlos, no interior do estado, mas ganhou repercussão neste domingo (17), após um vídeo de repúdio ao ato viralizar nas redes sociais.

    Os alunos fazem parte do time de futsal da faculdade e estavam na plateia. Eles abaixaram as calças enquanto o time de vôlei feminino jogava contra a Universidade São Camilo. Nas imagens, eles aparecem encostando nas próprias partes íntimas.

    Em nota, a Universidade São Camilo confirmou que o episódio aconteceu durante um campeonato no interior do estado, em abril.

    “O Centro Universitário São Camilo informa que nossa Atlética do curso de Medicina não participa do Intermed. Porém, em abril deste ano participou de outro evento esportivo chamado Calomed, quando nossas alunas disputaram um jogo contra a equipe da Unisa. Os alunos da Unisa, saindo vitoriosos, segundo relatos coletados, comemoraram correndo desnudos pela quadra. Não foi registrada, naquele momento, nenhuma observação por parte das nossas alunas referente à importunação sexual. O Centro Universitário São Camilo apoia todos os nossos alunos e não compactua com quaisquer atos que possam atentar contra o pudor e os bons costumes.”
    O Centro Universitário São Camilo alegou ainda que o caso pode ser enquadrado como atentado ao pudor, crime de notificação individual, mas que nenhuma aluna da faculdade registrou a ocorrência.

    Já a Universidade Santo Amaro, procurada desde o último domingo pela reportagem, não se manifestou.

    Após a repercussão, a União Nacional dos Estudantes divulgou nota pedindo a responsabilização dos estudantes envolvidos.

    O Ministério das Mulheres também se pronunciou sobre o caso nesta segunda (18).

    “Romper séculos de uma cultura misógina é uma tarefa constante que exige um olhar atento para todos os tipos de violências de gênero. Atitudes como a dos alunos de Medicina, da Unisa, jamais podem ser normalizadas — elas devem ser combatidas com o rigor da lei. Em parceria com o @min_educacao, o Ministério das Mulheres reforça seu compromisso de enfrentar essas práticas que limitam ou impossibilitam a participação das estudantes como cidadãs. Vamos seguir trabalhando para que as universidades sejam espaços seguros, livres de violência.”

    Redes sociais
    No final de semana, o influenciador Felipe Neto repostou o vídeo com as imagens cobrando resposta da Unisa.

    “Olá @UnisaOficial – o Brasil está esperando o posicionamento de vcs quanto aos alunos de medicina q se masturbaram publicamente nos jogos universitários, cometendo crimes. A faculdade não vai se pronunciar? Não vai fazer nada?”, questionou.

    Outros internautas também usaram as redes para cobrar posicionamento da universidade, que segue sem se manifestar. A reportagem do g1 procurou pela assessoria ao menos cinco vezes, sem retorno sobre o caso.

    “Futuros médicos, estudantes da @unisa invadem a quadra durante um jogo feminino da Intermed, calças arriadas, expondo o pênis e simulando masturbação. Entendem porque não canso de falar aqui sobre a grave crise ética da profissão médica?”, escreveu uma jovem nas redes socias.

    “O time de futsal masculino da Faculdade de Medicina de Santo Amaro se masturbou coletivamente num jogo de vôlei feminino. É isso. Como a gente pode estar falando de qualquer outro assunto nesse momento?”, questionou outra usuária da plataforma.

    No perfil da atlética de medicina da Unisa, inúmeras pessoas cobraram uma resposta sobre o caso.

    Nesta segunda (18), eles divulgaram uma nota que não esclarece o ocorrido, apenas informa que as imagens “não são contemporâneas” e diz que não representam “princípios e valores da atlética”.

     

  • Porteiro é agredido por morador de prédio enquanto trabalhava em São Carlos

    Porteiro é agredido por morador de prédio enquanto trabalhava em São Carlos

    Segundo boletim de ocorrência, condômino já teve atrito com outros porteiros. Procurada, empresa que faz a gestão condominial do Residencial Persona disse se tratar de um fato isolado.

    Um porteiro de 59 anos foi agredido por um morador do condomínio onde ele prestava serviços na quinta-feira (7), na Rua São Joaquim, no Centro, em São Carlos (SP).

    Segundo informações do boletim de ocorrência, o condômino, um homem de 30 anos, “num possível surto psicótico”, cuspiu no porteiro pelo vidro de acesso a guarita e depois “investiu de forma violenta desferindo vários socos contra a vítima que estava sentada dentro da portaria”.

    Depois de agredir o porteiro, o homem foi para o seu apartamento, ligou para a síndica e disse que deu um tapa no funcionário após ter sido xingado.

    A síndica acionou a Polícia Militar e o dono da empresa terceirizada que o porteiro é contratado. A vítima disse aos policiais que o condômino já se envolveu em atritos com outros porteiros.

    O trabalhador foi socorrido com diversas lesões e sangramento e encaminhado à Santa Casa de São Carlos. Ele passou por atendimento e foi liberado.

    A agressão foi registrada por câmeras de segurança e as imagens foram disponibilizadas à Polícia Civil. O caso foi registrado como lesão corporal e ninguém foi preso.

    Procurada pelo g1, a Andreazzi Moreira, que faz a gestão condominial do Residencial Persona e é responsável pela contratação da empresa terceirizada de segurança, disse que não iria se manifestar por se tratar de um fato isolado e informou que já entregou as imagens das câmeras à polícia.

    Já a GFS Segurança, empresa contratante do porteiro, disse que não iria comentar o caso.

     

  • Incêndio em oficina danifica veículos em São Carlos

    Incêndio em oficina danifica veículos em São Carlos

    Funcionários de lanchonete ao lado perceberam fumaça e chamaram Corpo de Bombeiros. Ninguém ficou ferido.

    Uma oficina de veículos pegou fogo em São Carlos (SP) na noite de quarta-feira (23). Ninguém ficou ferido.

    Funcionários de uma lanchonete que fica ao lado da mecânica, em frente à Praça Itália, perceberam a fumaça e chamaram o Corpo de Bombeiros por volta das 21h40.

    Dentro da oficina havia três carros em chamas. Dois deles ficaram totalmente queimados.

    Segundo os bombeiros, a suspeita é que o fogo tenha começado após um curto-circuito em um dos veículos.

    No momento do incêndio a mecânica estava fechada e ninguém se feriu.

    Uma pequena parte do teto da lanchonete ao lado ficou danificada por causa do calor do fogo que foi controlado cerca de duas horas depois.

     

  • Motociclista morre em São Carlos após ser atingido por carro na SP-310

    Motociclista morre em São Carlos após ser atingido por carro na SP-310

    Colisão traseira aconteceu na Rodovia Washington Luís na madrugada desta sexta-feira (18). Vítima morreu no local do acidente.

    Um motociclista morreu em São Carlos (SP) após uma colisão traseira na madrugada desta sexta-feira (18). A identidade da vítima não foi divulgada.

    O acidente aconteceu por volta das 4h no km 226 da Rodovia Washington Luís (SP-310), na pista sentido interior.

    Segundo a Polícia Rodoviária, um veículo bateu na traseira da moto. O motociclista morreu no local do acidente.

    De acordo com a polícia, a pista não precisou ser interditada.

    O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de São Carlos.

  • DIG prende mais um envolvido em morte de policial civil em São Carlos

    DIG prende mais um envolvido em morte de policial civil em São Carlos

    Ele se entregou à polícia na segunda-feira (14). Mulher dele foi presa em julho deste ano.

    A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) prendeu, na segunda-feira (14), mais um homem envolvido no assassinato do policial civil Gabriel Thomé, no Jardim Zavaglia, em São Carlos, em fevereiro deste ano.

    Segundo o delegado João Fernando Baptista, na última semana os policiais realizaram várias diligências com objetivo de localizar o autor dos disparos que mataram o policial que atuava na capital paulista.

    A última prisão em relação ao crime foi em julho e, diante do avanço das investigações, o homem acabou se entregando na sede da delegacia. Os policiais ainda recuperaram a arma do policial, que foi furtada no dia do homicídio.

    De acordo com Baptista, o criminoso – que tinha um mandado de prisão temporária em aberto –responderá pelos crimes de homicídio, tráfico de drogas e associação para fins de tráfico de drogas. Ele foi recolhido ao Centro de Triagem.

    O crime

    O homicídio aconteceu no dia 6 de fevereiro de 2023, na Rua Doutor Pereira Novaes. O policial de 40 anos, que atuava na capital paulista, foi atingido por dois tiros na região do tórax e morreu no local.

    Um segundo rapaz, que estava com Gabriel no momento do crime, foi preso por suspeita de “conduta irregular”, pelos crimes de associação ao tráfico e tráfico de drogas, investigação que segue sendo feita pela Corregedoria de Polícia.

    Os autores do crime foram identificados no dia do homicídio. Um dos possíveis executores continua foragido, segundo a polícia. Uma mulher foi presa em 9 de julho, após tentar enganar os policiais apresentando um documento de identidade falso, e o marido foi preso na segunda-feira com a arma da vítima.