Tag: Brasil

  • Libertadores 2023: veja análise dos grupos dos times brasileiros

    Libertadores 2023: veja análise dos grupos dos times brasileiros

    Flamengo, Internacional, Palmeiras, Fluminense, Corinthians, Athletico-PR e Atlético-MG são os sete representantes do país nesta fase

    A Conmebol sorteou na segunda-feira os grupos da Libertadores 2023. O Brasil terá sete representantes nesta fase: Flamengo, Internacional, Palmeiras, Fluminense, Corinthians, Athletico-PR e Atlético-MG.

    + Veja como ficaram os grupos da Libertadores

     

    Taça da Libertadores: fase de grupos começa no dia 4 de abril

  • Festivais e cancelamentos: como são os contratos e por que artistas gringos desmarcam tanto?

    Festivais e cancelamentos: como são os contratos e por que artistas gringos desmarcam tanto?

    Drake e Blink-182 deixaram fãs na mão no Lollapalooza 2023. Outros festivais tiveram baixas marcantes. Artistas não costumam pagar multa, só perdem cachê, tanto no Brasil quanto nos EUA.

     

    Drake, Lady Gaga, Blink-182 e Justin Bieber deixaram os fãs devastados com cancelamentos no Brasil

    O Lollapalooza de 2023 foi marcado por cancelamentos. Das três atrações principais da escalação original, duas desmarcaram: o Blink-182, um mês antes, por uma fratura no dedo do baterista, e Drake, no dia do show, por “circunstâncias imprevistas”.

    Omar Apollo, Dominic Fike, Willow e 100 Gecs também desistiram deste Lolla. O festival em São Paulo não é o único com cancelamentos que deixaram os fãs devastados. O Rock in Rio teve o caso marcante de Lady Gaga em 2017 e outros como o de Jay-Z em 2011.

  • O frio chegou? Veja onde vai ser preciso separar o casaco e até quando

    O frio chegou? Veja onde vai ser preciso separar o casaco e até quando

    Nas regiões Sudeste e Sul, mínimas podem variar entre 15°C a 24°C até o começo de abril. Já Serra Gaúcha e Santa Catarinense podem ter termômetros marcando menos que 12ºC nos próximos dias. Nas demais áreas do Brasil, o calor predomina.

     

    Termômetro marca 17ºC na Avenida Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo (SP) em foto de 2015.

    O outono começou oficialmente no último dia 20 para a maior parte do território brasileiro, mas só agora, em algumas regiões, a estação de transição entre o verão e o inverno está dando as suas caras, trazendo manhãs mais geladas em partes do Sul e Sudeste.

    Consulte aqui a previsão do tempo para sua cidade
    Por causa de um sistema de alta pressão que está estacionado no Sul e duas frente frias (uma que já está se deslocando para longe do Sudeste e outra que deverá avançar sobre o Sul a partir do dia 30), temperaturas mais amenas poderão ser registradas em grande parte do país ao longo desta semana e da próxima:

    De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e a Climatempo, a previsão indica:

    Temperaturas mínimas nas regiões Sudeste e Sul que podem variar de 15°C a 24°C até o dia 12 de abril, podendo cair até mesmo abaixo de 12°C nas áreas da Serra Gaúcha e de Santa Catarina;
    E mínimas entre 22 e 26°C na maior parte do Norte, Nordeste e partes do Centro-Oeste durante essas duas semanas.
    Apesar dessas temperaturas mais baixas, a previsão também aponta para termômetros com máximas maiores que 26°C em grande parte do Brasil. Como é típico da estação, esse começo do outono deve marcar a chegada do efeito “cebola”, com manhãs mais geladas e tardes mais quentes, principalmente em estados do Centro-Sul.

    Segundo a Climatempo, a temperatura em São Paulo, por exemplo, nesta terça-feira (28) já terá uma elevação durante a tarde e voltará a ficar mais quente na quarta-feira (30), próximo dos 30ºC.

    Até os próximos dias, pelo país, são previstas temperaturas máximas:

    que podem ultrapassar 30°C em áreas do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, além de áreas do Rio Grande do Sul e Paraná.
    Nas demais áreas do Brasil, os termômetros podem ficar entre 26°C e 30°C, ou inferiores a 22°C em áreas da Bahia, sudeste de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, além dos estados de Santa Catarina e Paraná.

  • Após ação da prefeitura e moradores, São Paulo passa a ter um rio com águas de boa qualidade

    Estudo mostra que apenas um rio, que nasce na Vila Mariana e abastece o lago do Parque do Ibirapuera, tem água avaliada como boa na capital paulista

    Parque do Ibirapuera, em Sâo Paulo

    Parque do Ibirapuera, em Sâo Paulo

    Enquanto só 6,9% dos pontos analisados em 120 rios da região da Mata Atlântica têm água de boa qualidade, 20% não têm condições mínimas para seu uso e o total da amostra praticamente se manteve na mesma situação de um ano para o outro.

    Mas um córrego – que nasce acanhado e espremido entre um prédio e uma casa na Vila Mariana e abastece o lago do Parque do Ibirapuera (onde houve coleta) – melhorou e se tornou o único de São Paulo considerado bom, conforme estudo da Fundação SOS Mata Atlântica.

    A forma como isso se deu diz muito sobre o porquê da melhora. Em 2021, a Prefeitura de São Paulo e os moradores da Vila Mariana, onde o córrego nasce, resolveram se unir e dar ao local em que ele brota da terra atenção especial.

    Plantas, solo agora permeável à água da chuva, pintura nas paredes ao redor – o córrego nasce em uma espécie de beco que se forma entre os imóveis – e um portão, além de limpeza.

    Uma parte da viela era concretada. O material foi retirado e o piso restaurado. Ele é feito com paralelepípedos intertravados que formam fendas – preenchidas com areia para deixar a água passar tanto para fora quanto para dentro.

    A ação deu resultado e o Sapateiro passou a ter sua água avaliada como boa, uma conquista importante para o único rio da capital com essa avaliação. A Prefeitura de São Paulo diz que o projeto surgiu em reuniões entre as equipes da subprefeitura, Associação Amigos da Vila Mariana e membros do Conselho Participativo Municipal Vila Mariana.

    Tietê e Pinheiros

    O exato oposto do Sapateiro é o Rio Pinheiros, pior do que o próprio Tietê na capital. Com três pontos de avaliação, em todos com avaliação péssima, como no ano anterior. Apesar do investimento do Estado no programa Novo Rio Pinheiros, que conectou redes de esgoto em 650 mil residências, e a melhora no odor e na aparência da água, já possível de se notar, a qualidade ainda é a pior da cidade.

    O Rio Tietê, onde o Pinheiros deságua, por sua vez, tem condição ruim em todos os pontos de avaliação na região metropolitana. No interior, chega apenas a regular. E isso chama a atenção.

    Para Gustavo Veronezi, coordenador do programa Observando os Rios, do SOS Mata Atlântica, é um reflexo da falta de investimento dos municípios. Mesmo no Estado que, ao lado do Paraná, tem o maior número de cidades bem avaliadas no Ranking de Saneamento do Instituto Trata Brasil, só seis rios ou córregos foram considerados de boa qualidade.

    Mata Atlântica

    Em comparação com os 106 pontos analisados em 2021, quando houve uma redução nas coletas por causa da pandemia de covid-19, a qualidade média da água se estabilizou, com indicativo de pequena melhora.

    Na Mata Atlântica, bioma em que estão as cidades onde vivem mais de 70% da população brasileira, o levantamento do SOS apontou qualidade regular em 75% dos pontos de coleta, ruim em 16,2% e péssima em 1,9%.

    O levantamento foi realizado por uma rede de 2.700 voluntários. E será apresentado por Veronezi hoje na Conferência da ONU Sobre a Água, em Nova York (EUA).

  • Covaxin: mais uma crise fabricada para tentar atingir Bolsonaro

    Covaxin: mais uma crise fabricada para tentar atingir Bolsonaro

    Um deputado inexpressivo no Congresso Nacional protagoniza uma denúncia midiática contra uma das vacinas encomendadas pelo Governo Bolsonaro.

    O deputado em questão é Luís Claudio Miranda (DEM-DF), irmão do chefe de importação do Ministério da Saúde, Luís Ricardo Miranda. Luís Claudio coletou indícios de que havia irregularidades na compra da Covaxin e tentou usar as informações para chegar ao presidente Jair Bolsonaro. Como foi ignorado, levou a “crise” para as mãos da oposição e para a mídia.

    O Governo Federal firmou um contrato para a compra de 20 milhões de doses da Covaxin, uma vacina indiana fabricada pela Bharat Biotech. Uma das falácias levantadas pela oposição diz respeito ao preço de cada vacina.

    A mídia e a oposição divulgaram amplamente que a Covaxin custa US$ 1,34 e que o preço contratado pelo Brasil seria 1.000% maior. A informação é terminantemente falsa! O Brasil contratou a vacina por US$ 15,00, mas a fabricante afirmou que o preço é tabelado e que é o mesmo valor pago por todos os 13 países que firmaram contrato. Além disso, mesmo na Índia, único lugar onde o valor é subsidiado, as vacinas foram vendidas por US$ 5,30.

    Outra falácia divulgada é que o tempo de negociação da Covaxin foi de “apenas” 97 dias. Enquanto o da Pfizer tinha sido de 330 dias. Porém, a divergência ignora que o contrato com a Pfizer começou a ser negociado em um período em que todas as vacinas ainda eram experimentais e o Brasil ainda estava estabelecendo os protocolos para aquisição emergencial das vacinas.

    Mais contraditório ainda é que a oposição, principalmente na CPI do Senado, sempre criticou uma suposta lentidão do Governo Federal na aquisição das vacinas, agora, quer criar suspeitas quanto à celeridade.

    Fora tudo isso, o Brasil não gastou um real sequer na aquisição da Covaxin, pois o pagamento está condicionado à entrega das vacinas, que não ocorreu.

    O senador Randolfe Rodrigues(REDE), líder da oposição no Senado, já manifestou publicamente que sua intenção é prender o presidente Jair Bolsonaro. Para isso, a oposição pula de factoide em factoide para tentar derrubar o presidente. Até o momento, não está dando certo.

    Diego Lagedo é historiador, especialista em Gestão Pública e editor do site Pernambuco em Pauta