Tag: Brasil

  • MÉTODO QUE EXPÕE OS BASTIDORES DA GESTÃO E PROPÕE MUDAR O RUMO DE EMPRESAS É A GRANDE SACADA EMPRESARIAL

    MÉTODO QUE EXPÕE OS BASTIDORES DA GESTÃO E PROPÕE MUDAR O RUMO DE EMPRESAS É A GRANDE SACADA EMPRESARIAL

    Criado a partir de décadas de experiência no varejo, programa liderado por Rodrigo Nunes e Ricardo Nunes transforma processos, pessoas, tecnologia, finanças e estratégia em uma nova agenda para empresas que querem crescer sem perder o controle da operação

    Em um mercado no qual crescer já não significa necessariamente crescer com eficiência, uma nova proposta de gestão chega ao empresariado brasileiro com uma provocação direta: e se o próximo salto de uma empresa não estiver em vender mais, mas em organizar aquilo que acontece antes, durante e depois da venda? É a partir dessa pergunta que nasce o RGV Processos, uma imersão concebida por Rodrigo Nunes e Ricardo Nunes para revelar, pela primeira vez de forma estruturada, uma metodologia de gestão construída nos bastidores de grandes operações do varejo brasileiro.

    A proposta parte de uma experiência empresarial de grande escala. De acordo com a apresentação do programa, Rodrigo Nunes, ex-diretor de Operações da Ricardo Eletro e atualmente Diretor do Grupo R1, apresenta uma metodologia desenvolvida ao longo de mais de duas décadas ao lado de especialistas que participaram de sua trajetória profissional. Trata-se da revelação da experiência em uma operação que chegou a aproximadamente 1.200 lojas e mais de R$ 12 bilhões em faturamento anual, colocando no centro da discussão uma questão que interessa diretamente a empresários de todos os portes: como transformar crescimento em uma operação previsível, eficiente e sustentável. 

    A discussão ganha força diante do cenário empresarial brasileiro. Segundo o IBGE, entre as empresas empregadoras nascidas em 2017, apenas 35,9% das que tinham de um a nove empregados continuaram ativas cinco anos depois. Entre aquelas com 10 a 49 empregados, a taxa de sobrevivência chegou a 55,4%, enquanto nas empresas com 50 ou mais pessoas ocupadas alcançou 60,9%. Os números ajudam a dimensionar um dos maiores desafios da expansão empresarial: não basta criar uma empresa; é preciso construir uma estrutura capaz de sobreviver ao próprio crescimento. No varejo, o desafio é ainda mais evidente. O setor brasileiro fechou 2025 com crescimento de 1,6% nas vendas, o nono ano consecutivo de alta, mas em ritmo inferior aos 4,1% registrados em 2024. Em março de 2026, o comércio varejista avançou 4,0% na comparação com março do ano anterior e acumulava alta de 2,4% no ano. Ou seja, existe mercado, existe consumo e existe oportunidade, mas a competição acontece em um ambiente no qual margem, produtividade, logística, tecnologia, experiência do cliente e velocidade de decisão podem determinar quem transforma crescimento em resultado. 

    É nesse ponto que o RGV Processos pretende atuar. Em vez de tratar a gestão como um conjunto de departamentos isolados, a metodologia organiza a empresa a partir de três pilares centrais: pessoas, processos e sistemas. A proposta é olhar a operação de maneira transversal, passando por Recursos Humanos, área comercial, financeiro, jurídico, criação de novas receitas, tecnologia, logística e indicadores de gestão para resultados.  A ideia ganha ainda mais relevância em uma economia na qual tecnologia deixou de ser apenas suporte operacional para se transformar em infraestrutura estratégica. A pesquisa TIC Empresas 2024, do Cetic.br/NIC.br, mostra que somente 34% das empresas pesquisadas declararam possuir uma área ou departamento de TI. Entre as empresas com 10 a 49 pessoas ocupadas, esse percentual cai para 29%.  O cenário se repete quando o assunto é inteligência artificial. Segundo a mesma pesquisa, apenas 13% das empresas brasileiras declararam utilizar tecnologias de IA. Entre as que utilizam, a tecnologia já aparece aplicada em marketing e vendas, gestão, organização de processos administrativos, logística, segurança digital e recursos humanos. A mensagem para o mercado é contundente: a tecnologia está avançando mais rápido do que a capacidade de muitas empresas de estruturar seus próprios processos.

    “O empresário não pode continuar confundindo movimento com crescimento. Uma empresa pode vender muito, abrir novas unidades e aumentar seu faturamento e, ainda assim, estar ficando mais frágil por dentro. O que nós queremos mostrar é como transformar aquilo que parece bastidor em uma máquina de execução, controle e resultado”, afirma Rodrigo Nunes. 

    O conceito de processo, dentro da proposta, deixa de ser burocracia e passa a ser tratado como ativo estratégico. A metodologia apresentada contempla diagnóstico e estruturação de áreas, definição de responsabilidades, rotinas, indicadores, gestão financeira, planejamento comercial, relacionamento com clientes, tecnologia, automação, integração de sistemas, logística, tributação e criação de novas fontes de receita.  Na prática, significa atacar justamente os pontos em que muitas empresas perdem dinheiro sem perceber: retrabalho, falta de clareza de papéis, decisões baseadas em percepção, estoque mal administrado, ausência de indicadores, processos comerciais frágeis, custos desconhecidos, dependência excessiva de pessoas-chave, sistemas que não conversam entre si e oportunidades de receita que nunca chegam a ser estruturadas.

    “Nós aprendemos que empresa grande não é aquela que simplesmente tem muitas lojas, muitos funcionários ou muito faturamento. Empresa grande é aquela que consegue fazer a operação funcionar com método, disciplina e capacidade de replicação. O nosso objetivo é levar essa visão para empresários que querem construir empresas maiores, mais organizadas e mais preparadas para o próximo ciclo do mercado”, afirma Ricardo Nunes.

    O programa também aposta em uma mudança de mentalidade. A proposta não é apresentar uma fórmula genérica de administração, mas colocar empresários diante dos mecanismos que sustentam uma operação complexa. O cronograma reúne especialistas em processos com foco no cliente, Recursos Humanos, processos comerciais, estratégias tributárias, financeiro, logística, indicadores e gestão para resultados e TI e sistemas, além de momentos conduzidos diretamente por Rodrigo Nunes e encerramentos com Ricardo Nunes.  A própria estrutura da imersão revela a ambição do projeto. O RGV Processos será realizado presencialmente nos dias 15 e 16 de setembro, em Barueri, São Paulo, no complexo do Iguatemi Alphaville, com dois dias dedicados à discussão prática dos processos que sustentam uma empresa. O programa prevê uma jornada de 24 horas de imersão, com participação de especialistas em diferentes áreas da gestão. 

    Mais do que um treinamento corporativo, o movimento pretende ocupar um espaço crescente no mercado brasileiro: o da profissionalização da gestão como estratégia de sobrevivência e expansão. O próprio histórico empresarial brasileiro mostra que o crescimento pode criar novas fragilidades quando a estrutura não acompanha a velocidade da operação. O desafio, portanto, não é apenas vender mais, mas criar condições para que cada venda adicional seja absorvida com eficiência, margem e controle. O impacto potencial está justamente nessa mudança de perspectiva. Uma empresa que organiza seu RH pode reduzir dependências e melhorar sua capacidade de execução. Uma operação comercial estruturada pode transformar esforço de vendas em previsibilidade. Um financeiro baseado em indicadores pode transformar números históricos em instrumentos de decisão. Uma logística redesenhada pode reduzir desperdícios e melhorar o nível de serviço. Sistemas integrados podem eliminar ilhas de informação. E novas unidades de negócio podem transformar conhecimento interno em novas fontes de faturamento. É essa conexão entre áreas que o RGV Processos coloca no centro da estratégia.  Em um momento em que o varejo brasileiro continua crescendo, mas apresenta ritmos diferentes entre segmentos e exige cada vez mais eficiência operacional, a discussão sobre processos deixa de ser restrita a grandes corporações. Ela passa a ser uma questão de competitividade para empresas que querem atravessar os próximos anos com capacidade de adaptação. Os dados mais recentes do IBGE mostram, inclusive, que o varejo acumulava alta de 1,8% nos 12 meses até março de 2026, enquanto o varejo ampliado apresentava crescimento de apenas 0,2% no mesmo período, uma diferença que evidencia como diferentes modelos de negócio estão enfrentando o mesmo ambiente econômico de maneiras distintas. 

    A provocação do RGV Processos, portanto, é maior do que “organizar a empresa”. É mudar a forma como o empresário enxerga o próprio negócio. Em vez de perguntar somente quanto a empresa vende, passa-se a perguntar quanto custa operar, onde estão os gargalos, quais processos podem ser replicados, quais indicadores precisam ser acompanhados, onde existem novas receitas, quais decisões estão sendo tomadas sem dados e quanto do crescimento realmente se transforma em resultado. É uma mudança de eixo: do improviso para o processo; da dependência para a estrutura; da operação para a gestão; do faturamento para a rentabilidade; do crescimento desordenado para a escala sustentável. E talvez esteja justamente aí a força comercial do projeto. Em um país onde sobreviver já é um desafio e crescer sem perder eficiência é ainda mais complexo, conhecer os bastidores de uma operação que alcançou escala pode significar mais do que aprender ferramentas de gestão. Pode significar descobrir, dentro da própria empresa, onde está escondido o próximo ciclo de crescimento.

    RGV Processos. Porque mudar o rumo de uma empresa pode começar muito antes de mudar o faturamento. Pode começar mudando a forma como ela funciona.

    SERVIÇO

    Evento: RGV Processos 
    Data: 15 e 16 de setembro 
    Local: iTower – Complexo Shopping Iguatemi Alphaville 
    Cidade: Barueri – SP 
    Endereço: Alameda Xingu, 350, sala 2601, 26º andar, Alphaville 
    Pilares: Pessoas, Processos e Sistemas. 
    Áreas abordadas: Recursos Humanos, Comercial, Financeiro, Jurídico, Novas Receitas, TI e Sistemas, Logística, Tributação e Indicadores e Gestão para Resultados. 
    Liderança: Rodrigo Nunes e Ricardo Nunes 
    Especialistas: Jones Ferreira, Mônica Ruggio, Sônia Carvalho, Ruy Góes, Márcia Luzia, Wallace Fontes, Samuel Belo e Fernando Campana. 

    Sobre o Grupo R1

    Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e  à  profissionalização  do empresariado  brasileiro.  Com  metodologia  de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em  um mercado cada  vez mais  competitivo e dinâmico.

    Saiba mais

    ricardonuneseletro.com.br 
    instagram.com/ricardonuneseletro 
    instagram.com/rodrigornunes
    instagram.com/r1clube 
    instagram.com/oficialgrupor1

     

  • PSD oficializa Ronaldo Caiado à Presidência e confirma Gilberto Kassab como vice

    PSD oficializa Ronaldo Caiado à Presidência e confirma Gilberto Kassab como vice

    Convenção nacional da sigla, realizada em São Paulo, formaliza a chapa para as eleições de 2026. Durante o evento, Caiado destacou o apoio de Kassab e afirmou que sua candidatura representa uma alternativa à polarização política

    O Partido Social Democrático (PSD) realiza neste domingo (26) sua convenção nacional para oficializar a candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado à Presidência da República. O evento começou às 9h e acontece na sede nacional da legenda, no Centro de São Paulo.

    Durante o evento, Caiado afirmou que “não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab a enfrentar todos que achavam que podiam calar o Brasil e que não teria nenhum candidato fora da polarização”. 

    Em formato de coletiva de imprensa, o partido também confirma o presidente nacional e fundador do PSD, Gilberto Kassab, como candidato a vice-presidente na chapa. O nome de Kassab foi anunciado oficialmente pela sigla em 1º de julho, mas já era cotado para a posição desde junho.

    Caiado deixou o governo de Goiás em março para se dedicar à disputa presidencial. Desde então, o estado passou a ser administrado pelo vice-governador Daniel Vilela (MDB).

  • Brasil acionará Lei da Reciprocidade após nova tarifa dos Estados Unidos, afirma Secom

    Brasil acionará Lei da Reciprocidade após nova tarifa dos Estados Unidos, afirma Secom

    Governo federal classifica como arbitrária e injustificada a sobretaxa de 12,5% sobre produtos brasileiros e anuncia que levará o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC)

    O governo brasileiro rechaçou a decisão do governo dos Estados Unidos de impor nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros em função do resultado da investigação 301, relativa à proibição de importação relacionada ao trabalho forçado, e afirmou que irá acionar a Lei da Reciprocidade.

    “Tendo em vista o caráter completamente arbitrário e injustificado das tarifas anunciadas contra o Brasil, iniciaremos imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levaremos o tema ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC”, diz a nota divulgada nesta quinta-feira, 23, pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República.

    Para a União, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) optou por manipular temas caros aos direitos humanos. “Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais.”

    Segundo a Secom, ao longo da investigação, o Ministério do Trabalho prestou explicações e apresentou documentação sobre a legislação brasileira e a atuação das autoridades aduaneiras para coibir importações de bens produzidos por trabalho forçado. Destacou ainda que o Brasil é reconhecido há décadas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelos “fortes compromissos assumidos no combate ao trabalho forçado”.

    “Somos signatários de 66 Convenções em vigor na OIT. Enquanto os Estados Unidos, que se arrogam o direito de nos julgar e de impor sanções, ratificaram apenas 10 dessas Convenções.” A nota destaca ainda que o Brasil ratificou todos os quatro instrumentos da OIT relacionados ao trabalho forçado, e os Estados Unidos só ratificaram um desses instrumentos.

    O governo lembra ainda que os acordos de livre comércio celebrados pelo Brasil e pelo Mercosul contêm compromissos de eliminação do trabalho forçado e compulsório e de aplicação efetiva dessas proibições.

    “Tipificamos como crime não apenas a submissão ao trabalho forçado, mas as jornadas exaustivas, as condições degradantes de trabalho e restrição de locomoção. Responsabilizamos as empresas e indivíduos, aplicando multas severas, e mantemos um cadastro de ‘Lista Suja’ de empregadores”, diz a nota.

  • Tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor e afeta parte das exportações

    Tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor e afeta parte das exportações

    Nova taxação atinge cerca de 18% das exportações brasileiras para o mercado norte-americano, enquanto mais de 2 mil produtos foram isentos; governo federal ainda avalia medidas de resposta

    Entrou em vigor nesta quarta-feira, 22, a tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A taxação foi justificada pelo governo americano como uma “punição” por práticas comerciais consideradas desleais após uma investigação que envolveu temas díspares como o Pix, etanol e desmatamento na Amazônia.

    Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a nova tarifa deve atingir cerca de 18% das exportações brasileiras destinadas ao mercado norte-americano – o equivalente a US$ 7,4 bilhões, considerando os embarques registrados em 2024. Se considerada a pauta exportadora de 2025, a participação dos setores alcançados pela medida cai para 15% das vendas aos Estados Unidos, correspondendo a US$ 5,8 bilhões.

    Isso porque junto com o anúncio da nova tarifa veio também uma grande lista de exceções. Ao todo, 2.126 produtos brasileiros ficaram de fora da sobretaxa de 25%. O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) justificou a isenção afirmando que tais insumos são matérias-primas que poderiam levar à indisponibilidade de oferta doméstica e causar “perturbações” na economia americana caso fossem submetidas à nova tarifa. Dentre os produtos que ficaram de fora estão café, suco de laranja e carne bovina.

    O governo brasileiro considerou a taxação injustificável do ponto de vista técnico, uma vez que os Estados Unidos têm superávit no comércio com o Brasil. Mas especialistas consideram improvável que haja uma retaliação na mesma moeda, com o Brasil sobretaxando produtos americanos.

    Nesta terça-feira, 21, após reuniões com o setor privado afetado pela tarifa de 25% aplicada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, disse que a Lei da Reciprocidade Econômica é um processo que tem etapas. Ele foi indagado por jornalistas sobre o fato de alguns dos setores se posicionarem contra a aplicação da lei.

    “Foi aprovada uma lei, a Lei da Reciprocidade, por unanimidade (pelo Congresso). É um processo que tem um conjunto de etapas, passando por audiências públicas, enfim. A ideia não é retaliação. Dizem que olho por olho, o que pode acontecer é os dois ficarem cegos”, disse Alckmin. “A reciprocidade é: ‘olha, nós estamos sendo injustiçados e nós queremos corrigir isso. Nós temos instrumentos para fazê-lo, no momento oportuno, da forma adequada’”, continuou.

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou que não há prazo para anunciar as medidas em resposta à tarifa de 25% anunciada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. “Não tem prazo. Nós estamos colhendo as informações, colhendo os dados”, afirmou o ministro.

    “Continuar negociando, essa é a orientação e, mais do que isso, continuar dialogando aqui internamente com o setor produtivo de modo a assimilar essa decisão do governo norte-americano, que não deixa de ser injusta, indevida, descabida”, disse. E prosseguiu: “Mas o fato de ser injusta, descabida, indevida não significa que o governo brasileiro não vá adotar todas as medidas para, primeiro, socorrer quem precisa do governo brasileiro, o nosso setor produtivo, e, ao mesmo tempo, tentar reverter a decisão”.

  • Coca-Cola, eBay e Tesla pedem a Trump recuo em tarifa de 25% sobre produtos brasileiros

    Coca-Cola, eBay e Tesla pedem a Trump recuo em tarifa de 25% sobre produtos brasileiros

    Empresas norte-americanas enviaram manifestações ao governo dos Estados Unidos contra proposta de taxação e alertaram para impactos em custos, cadeias de suprimentos e produção interna

    As multinacionais norte-americanas Coca-Cola, eBay e Tesla se manifestaram contra a proposta do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.

    As empresas enviaram contribuições ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) durante o período de consulta pública, encerrado em 1 de julho, pedindo mudanças na medida anunciada pelo governo de Donald Trump.

    A proposta foi apresentada com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana, que permite aos Estados Unidos impor tarifas sobre produtos de países considerados responsáveis por práticas que prejudiquem o comércio americano.

    O governo Trump justificou a iniciativa alegando preocupações relacionadas ao comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais, combate à corrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.

    Nas manifestações encaminhadas ao USTR, as empresas argumentam que a taxação pode provocar aumento de custos, prejudicar cadeias globais de suprimentos e afetar consumidores e fabricantes dos próprios Estados Unidos.

    Coca-Cola pede isenção para insumos brasileiros

    A Coca-Cola solicitou que o governo americano mantenha a isenção prevista para insumos de laranja importados do Brasil e inclua tratamento semelhante para derivados de limão utilizados na produção de bebidas.

    Segundo a empresa, a substituição dos fornecedores brasileiros não seria imediata e exigiria novos processos de certificação, testes de segurança alimentar e validação de produtos, elevando os custos da operação.

    A companhia também destacou a redução da produção de laranjas nos Estados Unidos, especialmente na Flórida, afetada por doenças, eventos climáticos e mudanças no uso da terra. Para a empresa, o Brasil se tornou um fornecedor essencial para suprir a demanda da indústria americana.

    Tesla cita dependência da cadeia de suprimentos

    A Tesla afirmou apoiar medidas voltadas ao fortalecimento da indústria americana, mas ressaltou que a transição para uma cadeia de suprimentos totalmente nacional levará tempo.

    A montadora argumentou que determinados componentes e matérias-primas ainda dependem de fornecedores brasileiros e pediu que esses produtos sejam excluídos da lista de itens sujeitos à tarifa.

    Segundo a empresa, impor restrições antes que existam alternativas viáveis no mercado interno pode gerar impactos negativos para fabricantes e consumidores dos Estados Unidos.

    eBay pede exclusão de produtos usados

    O eBay defendeu que produtos usados, seminovos e de segunda mão sejam excluídos da nova tarifa.

    Para a plataforma de comércio eletrônico, a taxação sobre bens revendidos não afeta os fabricantes investigados nem contribui para corrigir eventuais distorções comerciais.

    A empresa argumenta que a medida penaliza apenas revendedores e consumidores, além de estimular a compra de produtos novos, contrariando o objetivo da política comercial proposta pelo governo americano.

     

  • Avanços no ensino médio contrastam com gargalos históricos da educação brasileira

    Avanços no ensino médio contrastam com gargalos históricos da educação brasileira

    Artigo de Janguiê Diniz aponta melhora em indicadores de permanência escolar, mas alerta para analfabetismo, evasão, jovens “nem-nem” e baixo acesso ao ensino superior

    Coluna Janguiê Diniz*

    Nas últimas semanas, dois importantes retratos da educação brasileira revelaram um cenário de contrastes: avanços que merecem ser comemorados e desafios estruturais que continuam impondo limites ao desenvolvimento do país. Analisados de forma complementar, o Censo Escolar 2025, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e a Pnad Contínua Educação 2025, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são a síntese de um Brasil que caminha a passos lentos.

    Enquanto o primeiro constatou uma melhora na trajetória dos estudantes do ensino médio, o segundo mostrou que o país ainda convive com gargalos históricos que comprometem a conclusão da educação básica, o acesso à educação superior e a formação de capital humano qualificado.

    Por exemplo, entre 2022 e 2025, as taxas de reprovação, abandono escolar e distorção idade-série dos estudantes do ensino médio da rede pública caíram, respectivamente, 62%, 61% e 28%. No sentido oposto, a taxa de aprovação cresceu 11%. Não há dúvida de que trata-se de um resultado que merece ser celebrado. Há décadas, o ensino médio figura como uma das etapas mais frágeis da educação brasileira, marcada por altas taxas de evasão, repetência e desinteresse por parte dos estudantes. 

    Essa melhora demonstra que políticas públicas voltadas à permanência escolar podem produzir resultados concretos quando bem estruturadas. Entre elas, destaca-se o programa Pé-de-Meia. Embora seja natural que diferentes fatores tenham contribuído para esse cenário, é difícil dissociar a melhora dos indicadores da adoção de uma iniciativa que enfrenta um dos principais obstáculos para milhares de jovens brasileiros: a necessidade de abandonar a escola para trabalhar e complementar a renda familiar.

    Mas seria um equívoco interpretar esses números de forma isolada. Como mostra a PNAD Contínua Educação 2025, o país convive com um enorme passivo educacional. São 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais que não sabem ler nem escrever. Cerca de 43% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar. Entre os brasileiros com 25 anos ou mais, apenas 57,4% concluíram o ensino médio.

    Outro dado que chama a atenção consiste no trágico cenário em que estão mergulhados os “nem-nem”. Em 2025, o país possuía 46,6 milhões de jovens entre 15 e 29 anos. Destes, 17,5% não trabalhavam, não estudavam no ensino regular e tampouco frequentavam cursos de qualificação profissional. Embora esse percentual represente uma redução em relação aos 22,4% registrados em 2019, ele ainda corresponde a milhões de brasileiros afastados simultaneamente da educação e do mercado de trabalho. Trata-se de um contingente que ilustra, talvez como nenhum outro indicador, o tamanho do desafio brasileiro na construção de trajetórias educacionais e profissionais consistentes.

    Esse cenário também ajuda a explicar por que o acesso à educação superior continua avançando em ritmo inferior ao necessário. Segundo a Pnad, apenas 21,4% dos brasileiros com 25 anos ou mais concluíram uma graduação. A meta do novo Plano Nacional de Educação (PNE) é elevar para 40% a população de 18 a 24 anos com acesso a cursos superiores. Trabalhar para que esse percentual seja atingido é fundamental para um país que pretende aumentar sua produtividade, fortalecer sua capacidade de inovação e competir em uma economia baseada no conhecimento.

    Nesse contexto, o ensino médio assume um papel ainda mais estratégico. Não apenas porque representa a etapa final da educação básica, mas porque o fechamento desse ciclo é indispensável para o acesso ao ensino superior. Cada estudante que abandona a escola reduz significativamente suas possibilidades de qualificação profissional, inserção produtiva e mobilidade social. Da mesma forma, cada jovem que conclui o ensino médio amplia suas chances de dar continuidade aos estudos, acessar melhores oportunidades de trabalho e contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do país.

    Os resultados divulgados pelo Inep demonstram que o Brasil é capaz de melhorar seus indicadores quando há políticas públicas consistentes, financiamento adequado e foco na permanência dos estudantes. Já os dados da PNAD lembram que o caminho ainda é longo e que o desafio não termina com a conclusão do ensino médio. É preciso transformar esse avanço em uma verdadeira ponte para a educação superior, ampliando as oportunidades de acesso e permanência na graduação.

    Celebrar os avanços é necessário. Mas eles só produzirão os efeitos esperados se forem compreendidos como parte de uma estratégia mais ampla, capaz de conectar educação básica, ensino médio, educação superior e mercado de trabalho. Afinal, reduzir a evasão é uma conquista importante. Transformar esses jovens em universitários e profissionais qualificados é o desafio que realmente definirá o futuro do Brasil.

    *Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular; fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

  • Brasil vence o Japão nos acréscimos e garante vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo

    Brasil vence o Japão nos acréscimos e garante vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo

    Com gol decisivo de Gabriel Martinelli aos 51 minutos do segundo tempo e outro de Casemiro, a Seleção Brasileira virou sobre os japoneses por 2 a 1 e agora aguarda o vencedor de Noruega e Costa do Marfim

    Ufa! Em partida eletrizante, a seleção brasileira venceu o Japão por 2 a 1 e se classificou para as oitavas de final da Copa do Mundo. Acionado no segundo tempo, Gabriel Martinelli foi o herói do dia, com gol salvador aos 51 minutos. Casemiro também balançou as redes para o Brasil, enquanto Sano fez o dos japoneses.

    Classificada, a seleção brasileira agora aguarda o vencedor de Noruega e Costa do Marfim, que se enfrentarão amanhã, para descobrir o adversário das oitavas de final. A partida será no próximo domingo (5), às 17h.

    Dentro do possível, o Brasil teve boa atuação contra o Japão. Com exceção do lance do gol, que nasceu após erro de Danilo ainda no campo de defesa, os japoneses praticamente não levaram perigo para Alisson. O goleiro brasileiro, aliás, pouco pôde fazer na finalização de Sano que abriu o placar.

    Após começar bem no primeiro tempo e ter o ímpeto esfriado pela pausa para hidratação, o Brasil sentiu o gol japonês e não soube se organizar em campo para tentar empatar a partida na primeira etapa. No segundo tempo, porém, o cenário foi outro. Certeiro, Ancelotti foi bem ao escalar Endrick no lugar do lesionado Paquetá. Ainda que o jovem não tenha brilhado tanto individualmente, o esquema com quatro atacantes bagunçou o antes implacável sistema defensivo japonês.

    A seleção pressionou o Japão antes de chegar ao empate. Num lance impressionante, Casemiro já havia ensaiado seu gol, mas a bola foi tirada em cima da linha por um zagueiro, e depois por Suzuki. Mas depois do cruzamento certeiro de Gabriel Magalhães, não teve jeito. Aos 11 minutos do segundo tempo, o volante cabeceou sem chances para o bom goleiro japonês.

    Quando a partida caminhava para a prorrogação — e com Neymar, que seria acionado por Ancelotti, segundo o próprio italiano —, brilhou mais uma vez a estrela do treinador da seleção. Martinelli, que entrou no segundo tempo na vaga de Matheus Cunha, recebeu passe brilhante de Bruno Guimarães e deu a vitória ao Brasil.

  • Urna não é arquibancada

    Urna não é arquibancada

    Em artigo, Janguiê Diniz reflete sobre os riscos da “futebolização” da política e defende um voto mais consciente, crítico e responsável em ano de Copa do Mundo e eleições presidenciais

    Coluna Janguiê Diniz

    Janguiê Diniz – Fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group; diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

    Em ano de Copa do Mundo e de eleições presidenciais, é inevitável que dois dos temas mais comentados pelos brasileiros ocupem espaço nas conversas, nas redes sociais e nos meios de comunicação. Embora ambos despertem interesse coletivo e mobilizem milhões de pessoas, existe uma diferença fundamental entre eles: enquanto o futebol é movido pela paixão, pela emoção e pela torcida, a política deveria ser guiada pela razão, pela análise e pela responsabilidade.

    Torcer por uma seleção é um exercício legítimo de emoção. O futebol faz parte da cultura brasileira e desperta sentimentos intensos de pertencimento, identidade e entusiasmo. Durante uma Copa do Mundo, é natural que as pessoas defendam seu time, celebrem vitórias, lamentem derrotas e vivam intensamente cada partida. Nesse contexto, a paixão faz parte do espetáculo. Já as eleições seguem uma lógica completamente diferente. Quando um cidadão escolhe um presidente, um governador, um senador ou um deputado, não está escolhendo um time para torcer durante uma temporada. Está ajudando a definir os rumos do país, da economia, da educação, da saúde, da segurança pública e de inúmeras outras áreas que impactam diretamente a vida de milhões de pessoas.

    Apesar disso, o que se observa cada vez mais é uma espécie de “futebolização” da política. Candidatos passam a ser tratados como ídolos intocáveis. Adversários são vistos como inimigos. O debate de ideias dá lugar aos confrontos emocionais. A análise racional é substituída por slogans, memes e ataques pessoais. Em vez de eleitores, surgem torcedores. Essa transformação é preocupante porque o fanatismo raramente convive bem com o pensamento crítico. O torcedor costuma defender seu time independentemente do desempenho em campo. O eleitor, por outro lado, deveria ser capaz de avaliar, questionar, concordar em alguns pontos e discordar em outros. A democracia saudável depende justamente dessa capacidade de reflexão.

    Quando a política se transforma em torcida organizada, perde-se algo essencial: a disposição para ouvir. O diálogo se torna impossível. Cada grupo passa a consumir apenas informações que confirmam suas próprias crenças. O adversário deixa de ser alguém que pensa diferente e passa a ser tratado como alguém que precisa ser derrotado a qualquer custo. Esse comportamento enfraquece o debate público e empobrece a democracia. Afinal, nenhum candidato é perfeito, assim como nenhum projeto político está livre de falhas. A maturidade democrática exige reconhecer virtudes e limitações em todos os lados. Exige compreender que governantes são servidores públicos, não celebridades ou líderes infalíveis.

    Por isso, uma eleição presidencial exige um nível de responsabilidade muito maior do que uma simples preferência emocional. Antes de votar, é importante analisar a trajetória dos candidatos, sua experiência administrativa, sua capacidade de liderança, suas propostas, suas equipes e sua visão para o futuro do país. É preciso observar o histórico de realizações, a coerência entre discurso e prática e a viabilidade das promessas apresentadas.

    Mais do que escolher uma pessoa, o eleitor escolhe um projeto de poder e uma direção para a nação. Cada candidatura representa prioridades diferentes, estratégias distintas e formas particulares de enfrentar os desafios nacionais. Algumas propostas podem privilegiar determinadas áreas; outras podem adotar caminhos alternativos. Cabe ao cidadão avaliar essas diferenças com atenção e decidir, de forma consciente, qual projeto considera mais adequado para o futuro do país. A boa política não nasce da paixão cega, mas da participação consciente. Ela exige informação, reflexão e disposição para analisar fatos. Isso não significa abandonar convicções ou valores pessoais. Pelo contrário. Significa fundamentar essas convicções em argumentos sólidos e em uma avaliação responsável da realidade.

    Também é importante compreender que o resultado de uma eleição não encerra a responsabilidade do cidadão. A democracia não termina na urna. Governantes devem ser acompanhados, fiscalizados e cobrados durante todo o mandato. Quem vota de forma consciente também exerce cidadania de forma contínua.

    Em tempos de polarização intensa, talvez seja necessário resgatar uma verdade simples: candidatos não são times de futebol. Eles não precisam de torcedores incondicionais. Precisam de cidadãos atentos, críticos e participativos. O Brasil não ganha quando um lado humilha o outro. Ganha quando a população faz escolhas informadas e mantém a capacidade de diálogo, mesmo diante das divergências.

    Neste ano em que Copa do Mundo e eleições dividem as atenções dos brasileiros, vale lembrar que a arquibancada é o lugar da paixão. A cabine de votação, por sua vez, deve ser o espaço da consciência. Porque, enquanto um resultado esportivo produz alegrias ou frustrações passageiras, uma eleição tem o poder de influenciar o destino de uma nação por muitos anos. E o futuro de um país é importante demais para ser decidido como se fosse uma partida de futebol.

  • Brasil goleia a Escócia, garante liderança do Grupo C e avança invicto na Copa do Mundo

    Brasil goleia a Escócia, garante liderança do Grupo C e avança invicto na Copa do Mundo

    Com dois gols de Vinícius Júnior e um de Matheus Cunha, Seleção vence por 3 a 0 em Miami e aguarda definição do próximo adversário no mata-mata

    O Brasil venceu a Escócia por 3 a 0 nesta quarta-feira (24), no Hard Rock Stadium, em Miami, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Com o resultado, a equipe comandada por Carlo Ancelotti confirmou a liderança do Grupo C, terminou a primeira fase invicta e garantiu vaga no mata-mata da competição. Marrocos venceu o Haiti por 4×2 e passou em segundo. Já a Escócia fica em terceiro e ainda aguarda o fim da fase de grupos para saber se irá avançar.

    Vini Jr foi o principal destaque da partida ao marcar dois gols ainda no primeiro tempo. Matheus Cunha completou o placar na etapa final. O camisa 7 ainda chegou a balançar as redes antes do seu segundo gol, mas o lance acabou anulado após revisão do VAR.

    Agora, o Brasil aguarda o encerramento da terceira rodada do Grupo F para conhecer seu adversário nos 16 avos de final. Neste momento, o cenário aponta o Japão como provável rival da Seleção Brasileira, já que o primeiro colocado do Grupo C enfrenta o segundo colocado do Grupo F.

    Como foi Brasil x Escócia

    O Brasil dominou a partida desde os primeiros minutos e abriu o placar logo no início. Após pressão na saída de bola da Escócia, Rayan desarmou Robertson dentro da área. A bola ficou com Vini Jr, que driblou o goleiro Gunn e finalizou para marcar o primeiro gol da Seleção.

    A equipe brasileira continuou pressionando e chegou a marcar novamente com Vini Jr, mas o lance foi anulado pelo árbitro de vídeo.

    Nos acréscimos do primeiro tempo, Matheus Cunha e Danilo venceram divididas na saída de bola adversária. Bruno Guimarães cruzou pela direita e encontrou Vini Jr livre na segunda trave para cabecear e ampliar o marcador.

    Na segunda etapa, o Brasil manteve o controle da partida e transformou a superioridade em goleada. Bruno Guimarães voltou a participar da jogada ofensiva ao encontrar Matheus Cunha livre na área. O atacante finalizou rasteiro para marcar o terceiro gol brasileiro.

    A Escócia tentou responder principalmente em bolas aéreas, mas encontrou um Alisson seguro quando foi exigido. O segundo tempo também ficou marcado pelo retorno de Neymar à Seleção Brasileira. O camisa 10 entrou na reta final da partida, recebeu apoio da torcida e participou das principais ações ofensivas até o apito final.

    Brasil termina na liderança do Grupo C

    Com a vitória, a Seleção Brasileira encerrou a fase de grupos com sete pontos, duas vitórias e um empate.

    Além da campanha invicta, o time marcou sete gols, sofreu apenas um e terminou com saldo positivo de seis gols.

    1. Brasil – 7 pontos – 3 partidas – 2 vitórias – 1 empate – 0 derrotas – 7 gols marcados – 1 gol sofrido – saldo +6.
    2. Marrocos – 7 pontos – 3 partidas – 2 vitórias – 1 empate – 0 derrotas – 5 gols marcados – 3 gols sofridos – saldo +2.
    3. Escócia – 3 pontos – 3 partidas – 1 vitória – 0 empates – 2 derrotas – 1 gol marcado – 4 gols sofridos – saldo -3.
    4. Haiti – 0 ponto – 3 partidas – 0 vitórias – 0 empates – 3 derrotas – 2 gols marcados – 7 gols sofridos – saldo -5.

    Possível adversário do Brasil no mata-mata

    O Brasil ainda aguarda a definição do Grupo F para conhecer seu adversário nos 16 avos de final da Copa do Mundo. Se a classificação da chave permanecer como está atualmente, a Seleção enfrentará o Japão, segundo colocado do Grupo F.

    Vale lembrar que a terceira e última rodada do Grupo F ainda será disputada, portanto os cruzamentos podem sofrer alterações.

    Os confrontos projetados neste momento são:

    • Brasil (1º do Grupo C) x Japão (2º do Grupo F)
    • Holanda (1º do Grupo F) x Marrocos (2º do Grupo C)
    • Escócia (3º do Grupo C) x México*

    *O confronto da Escócia é apenas uma projeção, já que a seleção disputaria uma vaga entre os melhores terceiros colocados e o adversário ainda pode mudar após o encerramento da fase de grupos.

    Escalações confirmadas

    Brasil

    Alisson; Danilo; Marquinhos; Gabriel Magalhães; Douglas Santos (Alex Sandro); Casemiro (Fabinho); Bruno Guimarães; Lucas Paquetá (Gabriel Martinelli); Rayan (Endrick); Matheus Cunha (Neymar); Vini Jr.

    Escócia

    Gunn; Robertson (Tierney); McTominay; McGinn (Curtis); Hendry; Gannon-Doak (Christie); Ferguson; Shankland (Adams); Patterson (Ralston); McLean; McKenna.

    Ficha técnica

    • Jogo: Brasil x Escócia
    • Competição: Copa do Mundo de 2026 – 3ª rodada da fase de grupos (Grupo C)
    • Data: Quarta-feira, 24 de junho de 2026
    • Horário: 19h (horário de Brasília)
    • Local: Hard Rock Stadium, Miami (Estados Unidos)
    • Árbitro: Cesar Ramos (México)
    • Assistentes: Alberto Morin e Marco Bisguerra (México)
    • Transmissão: Globo, SBT, Sportv, N Sports, CazéTV, Globoplay e Getv
    • Cartões amarelos: Danilo, Fabinho (Brasil); Christie (Escócia)
    • Gols: Vini Jr (2) e Matheus Cunha (Brasil)
  • PRTB confirma Leonardo Avalanche na presidência nacional da legenda após disputa jurídica

    PRTB confirma Leonardo Avalanche na presidência nacional da legenda após disputa jurídica

    Certidão da Justiça Eleitoral registra nova composição da Executiva Nacional do partido e marca reorganização da sigla para as eleições de 2026

    A história recente do PRTB é uma demonstração clara de que a política brasileira ainda impõe desafios enormes àqueles que ousam enfrentar estruturas consolidadas e lutar por mudanças reais. Nos últimos meses, Leonardo Avalanche travou uma verdadeira batalha jurídica, política e institucional para garantir que a vontade legítima dos filiados e das instâncias partidárias fosse respeitada.

    Mesmo após decisão judicial determinando o restabelecimento de Leonardo Avalanche à presidência nacional do partido, o processo de regularização e anotação perante a Justiça Eleitoral enfrentou obstáculos que colocaram em risco não apenas a direção da legenda, mas também a participação efetiva do partido no processo eleitoral de 2026. Segundo reportagens da época, o PRTB era apontado como a única legenda que corria o risco de ficar fora das eleições em razão da demora no cumprimento de decisões judiciais já reconhecidas pelos tribunais.  

    Apesar das dificuldades, da pressão e das tentativas de enfraquecer o projeto político construído por milhares de brasileiros, a perseverança prevaleceu. A certidão da Justiça Eleitoral emitida em 16 de junho de 2026 confirma oficialmente a anotação da Comissão Executiva Nacional do PRTB, tendo Leonardo Alves de Araújo (Leonardo Avalanche) como presidente nacional da legenda.

    Essa conquista não pertence apenas a uma pessoa. Ela pertence a todos os brasileiros que acreditam que a política pode ser diferente. Pertence àqueles que não desistiram do Brasil quando muitos diziam que não havia mais solução.

    A trajetória de Leonardo Avalanche prova que, mesmo quando tudo parece perdido, ainda é possível virar o jogo. Foi uma vitória conquistada praticamente “aos 45 minutos do segundo tempo”, quando muitos já consideravam impossível a recuperação do partido.

    Agora começa uma nova etapa.

    O Brasil vive um momento decisivo. As eleições de 2026 serão fundamentais para definir os rumos da nação. Muitos partidos enfrentam desafios para manter sua representatividade e superar as exigências cada vez maiores do sistema eleitoral brasileiro.  

    Por isso, fazemos um apelo a todos aqueles que sonham com um país mais justo, mais livre, mais eficiente e mais comprometido com o cidadão comum:

    Ainda há tempo.

    Ainda há tempo para participar.

    Ainda há tempo para construir.

    Ainda há tempo para fazer a diferença.

    Se conseguimos mudar o jogo quando poucos acreditavam ser possível, também podemos mudar o Brasil.

    Assim como viramos a partida nos instantes finais para garantir a sobrevivência e a reorganização do partido, vamos mostrar que é possível transformar o país com coragem, determinação e participação popular.

    Mudamos o jogo aos “28” do segundo tempo. Agora vamos mudar o Brasil.