Categoria: Saúde

  • Moda na Capital Criativa: Natália Miti e a Vanguarda da Moda Brasileira

    Moda na Capital Criativa: Natália Miti e a Vanguarda da Moda Brasileira

    Segundo episódio da minissérie revela trajetória de Natalia Miti na consolidação da moda nacional.

    No coração brasiliense, Natalia Miti, uma designer que incorpora os traços modernistas de Oscar Niemeyer e a funcionalidade do urbanismo de Brasília em suas criações, ganha destaque no cenário nacional da moda. Em uma entrevista reveladora, Miti compartilha a jornada para consolidar seu sonho, destacando a importância do uso de matéria-prima local em seus produtos. O relato inspirador será transmitido no segundo episódio da minissérie “Moda na Capital Criativa”, agendado para quinta-feira (15) às 18h, no canal do Instituto Latinoamerica no Youtube.

    A minissérie, realizada em parceria com a Produtora Life Studios e com o apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, tem como objetivo aproximar o público dos bastidores da moda produzida na Capital Federal. Com cinco episódios, o projeto destaca criadores de marcas brasilienses renomadas, como Dan Moreira, Enozor Júnior (Dane-se), Brunna Lettieri, Ana Paula Gonçalves, Carol Rosignoli (Desapeguei Bonito), Natalia Miti (Miti), e Letícia Valle (Lago Beachwear).

    Sob a direção de Gabriel Linhares, com fotografia de Lara Ribeiro e apresentação de Fernanda Castro, a minissérie busca catalisar a indústria criativa da cidade, promovendo a moda local e atraindo olhares não apenas de turistas, mas também de investidores e profissionais do cenário. Além disso, a parceria com a Unesco reforça a relevância cultural do projeto.

    O primeiro episódio, lançado em 8 de fevereiro, destacou a história de Ana Paula Gonçalves e Carol Rosignoli, do brechó e espaço colaborativo para marcas autorais Desapeguei Bonito. A marca busca ressignificar o consumo de maneira leve, descontraída, divertida e real, desenvolvendo o mercado da moda de segunda mão e sendo uma vitrine para a moda sustentável. A minissérie “Moda na Capital Criativa” continua a desbravar as narrativas envolventes por trás dos ícones da moda brasiliense.

    SERVIÇO:

    Lançamento minissérie Moda na Capital Criativa

    Quando: a partir de 08/02 até 24/02, sempre às 18h.

    Onde: Canal Instituto Latinoamerica, no Youtube (https://www.youtube.com/@InstitutoLatinoamerica)

    Quanto: entrada franca 

    SINOPSES 

    Ep.1: Desapeguei Bonito (lançado em 08/02:https://www.youtube.com/watch?v=WHMFf1fBw6Y&t=36s ) 

    O Desapeguei Bonito é um espaço de moda circular e negócios colaborativos feito por mulheres que amam o que fazem! A comunicação espontânea e divertida do negócio deu origem à uma identidade visual vibrante, colorida e única. Em 2020, foram referência no mercado de segunda mão em Brasília, e expandiram a operação para uma loja de 300m2, onde viraram também um espaço colaborativo para marcas locais e autorais. Em 2022, foram premiadas em terceiro lugar no Pulse, uma competição nacional de startups oferecida pela B2Mamy e Google for Startups. Este ano, o DB contou sua história e conexão com a sustentabilidade em um evento TEDx focado em regeneração do planeta. Em uma entrevista incrível, este episódio traz a trajetória e na missão do DB, que é ressignificar o consumo de uma forma leve, descontraída, divertida e real, desenvolvendo o mercado da moda de segunda mão.

    Ep. 2: Miti (estreia em 15/02:https://www.youtube.com/watch?v=i1JDlucpCh4) 

    A história da Miti, uma marca de moda 100% brasileira que cria peças confortáveis, práticas e com um toque extraordinário, é o tema do segundo episódio da minissérie Capital Criativa. Todos os produtos da Miti são criados e produzidos no Brasil, utilizando matéria-prima local. Essa decisão implica na otimização da cadeia de suprimentos, fortalecendo os polos industriais e gerando emprego e renda para a região. Além disso, o uso de matéria-prima local reduz a emissão de carbono. Comprando um produto da Miti, você apoia a indústria brasileira, a cadeia de suprimentos nacional e a geração de emprego e renda em nosso país.

    Ep. 3: Dane-se (estreia em 17/02:https://www.youtube.com/watch?v=qPaE87oR8ns) 

    Neste episódio, mergulhamos no universo da moda e da cultura de Brasília, explorando a jornada inspiradora de Daniel e Júnior, os visionários por trás da marca de roupas Dane-se. Aqui, descobrimos como a Dane-se se tornou uma força na moda local. Os fundadores compartilham suas experiências na criação de roupas sem gênero, que desafiam estereótipos, e como essa visão autêntica trouxe vida a cada peça, unindo moda e cultura de maneira única. A sinopse destaca ainda a próxima etapa da Dane-se: sua expansão para São Paulo, o maior polo de moda do Brasil. Em uma mensagem final inspiradora, Dan e Júnior nos lembram de que a moda é uma poderosa forma de expressão pessoal e cultural, convidando todos a abraçarem sua autenticidade.

    Ep. 4: Lago Bechwear (estreia em 22/02) 

    A Lago Beachwear é uma marca de beachwear que surgiu em 2019, fundada por Letícia Valle e Marcelo Isaías, que nasceu da paixão de Letícia pela vivência dentro de um biquíni. O nome LAGO se deu pelas águas brasilienses que banham o bairro onde o casal nasceu e cresceu. A marca traduz uma sensualidade chic, na medida, que representa uma mulher segura, que ama circular livremente entre praias e cidades e com um estilo de vida prático e autêntico. A qualidade, design sofisticado e modelagens que valorizam as curvas são fortes características das peças Lago e que enaltecem a estética única de cada mulher. Por isso, a marca quer vestir desnudando o mundo.

    Ep. 5: Brunna Lettieri (estreia em 24/02)

    A marca Brunna Lettieri, criada em 2016, tem como objetivo vestir mulheres confiantes e únicas. A estilista Brunna, que dá nome à marca, é especializada em alta costura e responsável por toda a parte de criação das peças, desde a escolha do tecido até os acabamentos impecáveis, que são suas marcas registradas. Todo o processo de desenvolvimento é feito manualmente, com amor e zelo em cada detalhe para que cada peça seja única, seguindo o lema da marca “Feito à mão com amor”. A Brunna Lettieri é uma marca que preza pela qualidade e exclusividade de suas peças, e que tem como objetivo vestir mulheres confiantes e únicas, que buscam se destacar com elegância e sofisticação.

  • Prevenção que Salva Vidas: Tudo sobre a Vacinação Contra o HPV e a Proteção Contra o Câncer

    Prevenção que Salva Vidas: Tudo sobre a Vacinação Contra o HPV e a Proteção Contra o Câncer

    Médico alerta sobre os riscos de ISTs no Carnaval e destaca a importância da vacinação contra o HPV na prevenção do câncer.

    Muitas pessoas aproveitam o Carnaval para se divertir, mas é importante lembrar que o risco de contrair ISTs aumenta durante esse período. “Lembre-se que as ISTs podem ser transmitidas por qualquer pessoa, mesmo as que aparentam ser saudáveis. Então, não coloque a sua saúde ou a da outra pessoa em risco.” alerta o médico Dr. Marco César Rodrigues Roque, também diretor técnico da Clínica de Vacinas Salus Imunizações.

    O principal foco do Ministério da Saúde é a prevenção de HIV/Aids. Mas especialistas alertam para o risco de propagação de outras doenças, como HPV, herpes genital, gonorreia, hepatite B e C e sobretudo sífilis – que vem apresentando aumento no número de ocorrências no Brasil, acompanhando uma tendência mundial.

    Você sabia que 85% das pessoas terão uma infecção por HPV durante a vida?

    Quase todas as pessoas não vacinadas que são sexualmente ativas contrairão o HPV em algum momento de suas vidas. Cerca de 13 milhões de americanos, incluindo adolescentes, são infectados com o HPV a cada ano. A maioria das infecções por HPV desaparece por conta própria. Mas infecções que não desaparecem podem causar certos tipos de câncer.

    O Papilomavírus Humano existe com mais de 200 variações e se manifesta por meio de formações verrugosas – que podem aparecer no pênis, vulva, vagina, ânus, colo do útero, boca ou garganta.

    A relação sexual é a principal forma de transmissão do HPV, seja pelo coito ou pelo sexo oral.

    O HPV é uma preocupação grave de saúde pública pelo potencial de alguns tipos do vírus causarem câncer, principalmente no colo do útero e no ânus, mas também na boca e na garganta, que vêm aumentando entre os jovens.

    “O vírus pode ficar latente por períodos prolongados sem que haja sintomas, e é difícil erradicar a infecção por completo.” comenta o Dr. Marco César Rodrigues Roque.

    Por isso, especialistas recomendam que mulheres com vida sexual ativa façam exames preventivos anuais no colo do útero para monitorar o aparecimento de possíveis lesões que antecedem o câncer e que podem ser tratadas.

    O HPV pode causar câncer de:

    Colo do útero, vulva e vagina em mulheres

    Pênis em homens

    Ânus tanto em mulheres quanto em homens

    Parte de trás da garganta (chamado câncer orofaríngeo), incluindo a base da língua e amígdalas, tanto em homens quanto em mulheres

    A vacinação contra o HPV é a prevenção do câncer

    Infecções por HPV, verrugas genitais e pré-cânceres cervicais (células anormais no colo do útero que podem levar ao câncer) caíram desde que a vacina começou a ser usada.

    Prevenir o câncer é melhor do que tratá-lo e como já listado, o HPV pode causar vários tipos de câncer. Apenas o câncer do colo do útero pode ser detectado precocemente com um teste de triagem. O Dr. Marco esclarece que os outros tipos de câncer causados pelo HPV podem não ser detectados até que sejam mais grave e a vacinação contra o HPV também previne infecções que causam esses tipos de câncer.

    As recomendações também se estendem a homens que fazem sexo anal desprotegido, e devem fazer exames preventivos na região anal e no reto.

    Crianças de 11 a 12 anos devem receber duas doses da vacina contra o HPV, com intervalo de 6 a 12 meses. As vacinas contra o HPV podem ser administradas a partir dos 9 anos de idade.

    As crianças que iniciam a série de vacinas contra o HPV a partir dos 15 anos precisam de três doses, administradas durante 6 meses.

    Se seu filho adolescente ainda não foi vacinado, converse com o médico sobre como fazê-lo o mais rápido possível.

    Adolescentes e jovens também devem ser vacinados

    Todas as pessoas até 45 anos de idade devem receber a vacina contra o HPV se ainda não estiverem totalmente vacinadas.

    A vacinação contra o HPV não é recomendada para todas as pessoas com mais de 26 anos de idade.

    Alguns adultos que ainda não foram vacinados podem optar por receber a vacina contra o HPV após falar com seu médico sobre o risco de novas infecções por HPV e os possíveis benefícios da vacinação para eles.

    A vacinação contra o HPV em adultos oferece menos benefícios, porque mais pessoas nessa faixa etária já foram expostas ao HPV.

    “Vacinar-se é uma forma de demonstrar cuidado e respeito por si mesmo e com outros. A vacinação é a forma mais eficaz de proteger-se contra o vírus do papiloma humano. Por isso, faça a sua parte: vacine-se!” Finaliza o Dr. Marco César.

    Mais Sobre a Salus Imunizações:

    A Clínica de Vacinas Salus Imunizações é liderada pela Dra. Marcela Rodrigues, diretora da clínica e médica com 25 anos de experiência em dermatologia. Ela é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Sociedade Brasileira de Imunização e Associação Brasileira de Melanoma. O Dr. Marco César Roque, diretor técnico, é médico especializado em Neurologia Pediátrica, responsável pelo setor de Neurologia Pediátrica do Grupo Santa Joana. Ele também é membro da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil e preceptor no programa de Residência Médica do Hospital Municipal Infantil Menino Jesus-PMSP. A equipe da Salus Imunizações está comprometida em fornecer serviços de vacinação de qualidade e segurança.

  • Priorizando a Saúde Feminina: Check-up Ginecológico e Vacinação contra HPV como Pilares Essenciais

    Priorizando a Saúde Feminina: Check-up Ginecológico e Vacinação contra HPV como Pilares Essenciais

    Cuidados preventivos que toda mulher deve incluir na sua rotina para uma vida plena e saudável.

    A saúde da mulher, sempre em destaque, exige cuidados específicos ao longo das diferentes fases da vida. Priorizando a qualidade de vida, a Faculdade Alpha traz à luz a importância do check-up ginecológico regular e da vacinação contra o HPV como pilares essenciais na promoção da saúde feminina.

    O aumento significativo, nos últimos anos, do número de mulheres que adotam exames preventivos é um indicativo positivo. Cerca de 80% das brasileiras entre 25 e 64 anos já incorporam esses cuidados em suas rotinas, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde.

    A médica ginecologista, Dra. Soamy Bezerra, ressalta que o check-up ginecológico é uma ferramenta vital na detecção precoce de doenças que afetam as mulheres, incluindo câncer de mama e colo de útero, além de possibilitar o acompanhamento de condições como a menopausa e a endometriose.

    O check-up ginecológico abrange exames cruciais, como o Papanicolau, que identifica precocemente alterações no colo do útero, e o Monitoramento da Saúde Reprodutiva, que inclui o acompanhamento de questões relacionadas à saúde menstrual, planejamento familiar e menopausa.

    A Detecção Precoce de Problemas, integrante desse cuidado, mapeia condições como endometriose e infecções ginecológicas, possibilitando tratamento precoce e eficaz. Além dos exames, o check-up oferece um espaço para discutir questões de saúde, contracepção e sexualidade, aspectos fundamentais da saúde feminina.

    Outro ponto crucial é a vacinação contra o HPV, associado a diversos tipos de câncer. Recomendada antes do início da atividade sexual, a vacinação demonstrou segurança e eficácia na prevenção de infecções persistentes causadas pelo vírus.

    O check-up ginecológico e a vacinação contra o HPV são fundamentais para a saúde feminina, proporcionando prevenção, detecção precoce e promoção contínua da saúde. Conscientizar e implementar essas práticas são passos essenciais para garantir uma vida plena e saudável para as mulheres.

    SERVIÇO:

    Dra. Soamy Bezerra Martins

    Endereço: Empresarial Rio Mar Trade Center, Torre 1, sala 513

    Instagram: @dra.soamybmartin

  • Polícia Federal realiza nova operação contra financiadores de atos antidemocráticos do 8 de janeiro

    Polícia Federal realiza nova operação contra financiadores de atos antidemocráticos do 8 de janeiro

    23ª fase da Operação Lesa Pátria cumpre mandados de busca e apreensão em diversos estados.

    A Polícia Federal deflagrou a 23ª fase da Operação Lesa Pátria, cumprindo diversos mandados de busca e apreensão em diferentes estados, incluindo cinco no Distrito Federal. A operação tem como objetivo identificar os financiadores e fomentadores dos atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro do ano passado. Autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), são 47 mandados judiciais, sendo 46 de busca e apreensão e um de prisão preventiva, este último na Bahia.

    Além dos mandados, o STF determinou a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados. A Polícia Federal apura danos que podem atingir a marca de R$ 40 milhões ao patrimônio público. Os crimes investigados incluem abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

    Os mandados estão distribuídos pelos estados: Bahia (02), Distrito Federal (05), Goiás (02), Maranhão (04), Minas Gerais (02), Mato Grosso (10), Paraná (01), Rondônia (01), Rio Grande do Sul (13), Santa Catarina (02), São Paulo (01) e Tocantins (03). A ação reforça o compromisso das autoridades em coibir qualquer ação que atente contra a democracia, buscando responsabilizar os envolvidos nos atos antidemocráticos ocorridos no país.

  • Janeiro Branco: Um Chamado à Conscientização e Cuidado com a Saúde Mental

    Janeiro Branco: Um Chamado à Conscientização e Cuidado com a Saúde Mental

    Psicóloga do NOA destaca a importância de zelar pela mente como expressão genuína de amor.

    O Janeiro Branco – campanha nacional como o objetivo de sensibilizar e conscientizar a população sobre a importância da saúde mental e emocional – foi criada em 2014 por um grupo de psicólogos e profissionais da saúde mental, com o intuito de reduzir o estigma em torno dos problemas psicológicos e emocionais, incentivando o cuidado com a saúde mental e fornecendo recursos para a busca de ajuda, se necessário. Juliana Dutra – psicóloga do NOA (Núcleo de Oncologia do Agreste) – destaca que zelar pela mente é uma expressão genuína de amor.

    A psicóloga explica que “saúde mental é o estado de bem-estar em que uma pessoa lida eficazmente com as demandas da vida, reconhecendo emoções, limites e procurando apoio quando necessário” e o mês de janeiro foi o escolhido para a promoção da campanha “devido à atmosfera de renovação e estabelecimento de metas típicas do início do ano” e que o “branco simboliza um novo começo, representando a oportunidade de abordar a saúde mental sem os estigmas associados, como se estivesse começando com uma página em branco”.

    Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) dá conta que 264 milhões de pessoas vivenciam transtornos de depressão e ansiedade. Essa última, por exemplo, acomete cerca de 18,5 milhões de brasileiros. Ainda segundo a OMS, em 2019, quase 1 bilhão de pessoas viviam com transtorno mental, no mundo, sendo 14% adolescentes. O relatório também aponta que pessoas com condições severas de saúde mental morrem em média de 10 a 20 anos mais cedo, sobretudo devido a doenças físicas evitáveis.

    O relatório também aponta que fatores como desigualdade social, a pandemia de Covid-19, guerras e crise climática são tidas como ameaças à saúde global. Para se ter uma ideia, o estudo afirma que a depressão e a ansiedade aumentaram mais de 25%, só no primeiro ano da pandemia, e que o suicídio foi responsável por mais de uma em cada 100 mortes e 58% ocorreram antes dos 50 anos de idade.

    Levando o cenário em consideração, Juliana Dutra enfatiza sobre a importância de se fazer “algo vital para a própria saúde mental: periodicamente, rever suas atitudes, recuperar as energias, encerrar ciclos e dar início a uma nova fase”.

  • Testosterona alta pode provocar câncer de próstata? Médico explica

    Testosterona alta pode provocar câncer de próstata? Médico explica

    O hormônio masculino testosterona é o campeão de buscas no Google para diversos tipos de questionamentos. Embora a ciência tenha várias evidências, é natural que dúvidas apareçam. Por exemplo: existe relação da testosterona com o câncer de próstata?

    O médico Roberto Franco admite que por muito tempo existiu a tese de que a testosterona poderia estimular o crescimento do câncer de próstata. Por isso, muitos médicos evitavam prescrever a terapia de reposição hormonal com testosterona para os homens com histórico ou suspeita da doença.

    Porém, segundo ele, estudos recentes mostram que o envolvimento da testosterona e câncer de próstata é mais complexo do que se imaginou. Embora pesquisas indiquem que níveis altos de testosterona estão associados ao risco aumentado de câncer de próstata, outras análises não evidenciaram esse vínculo.

    De acordo com o médico, a terapia de reposição hormonal com testosterona deve ser aplicada com cautela e acompanhada em sujeitos que já tiveram câncer de próstata.

    Atualmente, não há evidências sólidas de que o hormônio cause câncer de próstata. A maioria dos especialistas acredita que o câncer de próstata é causado por combinações de fatores genéticos, ambientais e hormonais.

  • Paula Delai orienta como driblar a Covid-19 durante a Copa do Mundo

    Paula Delai orienta como driblar a Covid-19 durante a Copa do Mundo

    A Copa do Mundo é o evento esportivo mais assistido e prestigiado em todo o mundo, que envolve muita confraternização das torcidas, podendo gerar aglomeração e comemoração sem máscara. A Dra. Paula Fernanda Delai chama atenção para um cenário mais dinâmico nos dias de hoje, com subvariantes da Ômicrom (SARS CoV-2) e a coexistência de outros vírus respiratórios simultâneos, como da bronquiolite (vírus sincicial respiratório) e gripe (influenza) “ A Copa do Mundo e proximidade do final de ano é mais um motivo para redobrarmos os cuidados de etiqueta respiratória e atualizar o reforço vacinal. Os vírus da Covid-19 tem grande poder de mutação, se adaptando a novos ambientes e adquirindo maior transmissibilidade. As vacinas continuam mantendo a efetividade contra a doença na forma grave e óbitos. É de suma importância o uso de máscaras, que voltou a ser obrigatório no transporte público e tem forte recomendação em outros ambientes fechados (salão de beleza, escolas, restaurantes, igrejas, cinema, teatro). Reitero a necessidade do uso obrigatório de máscaras em Unidades de Saúde, incluindo farmácias, onde há maior probabilidade de pessoas sintomáticas procurarem testagem e medicamentos sintomáticos para quadros gripais.

    Durante o Mundial, a Fifa não estabeleceu checagens de rotina nos jogadores e comissão técnica das seleções. O Qatar, país-sede da competição retirou todas as exigências em relação ao coronavírus semanas antes do início da disputa: não são necessários comprovantes de vacinação, uso de máscaras ou testes negativos. Para a Dra. Paula Fernanda Delai, “a realidade atual da Covid-19 tem um viés liberal no Qatar. Em função da imunidade adquirida por infecção prévia e vacinação, a população alcançou um status de proteção que a tendência de gravidade não acompanha o aumento casos novos da Covid-19”.

    Enquanto isso, para que o Brasil não enfrente um final de ano mais dramático, a médica afirma que é necessário ter muita atenção durante as reuniões para assistir aos jogos da Copa. “Se estiver em locais de aglomeração ou ambientes mal ventilados, é importante o distanciamento social, fazer uso de máscara facial, manter o ambiente bem arejado, fazer higienização das mãos. Evitar o compartilhamento de objetos de uso pessoal. A chave para conter a propagação da Covid-19 é o somatório de atitudes que envolvem cautela, em especial nos grupos mais vulneráveis. Lembrar que as vacinas salvam vidas mas não impedem completamente a transmissão. É necessário ações de prevenção como medida de saúde coletiva.”alerta Paula Delai.

  • Pediatra Paula Delai fala sobre agir e ter cuidados preventivos na saúde mental de crianças e adolescentes

    Pediatra Paula Delai fala sobre agir e ter cuidados preventivos na saúde mental de crianças e adolescentes

    O “Setembro Amarelo” é uma campanha realizada no Brasil desde 2015, tendo como objetivo atuar na conscientização sobre a importância que a vida têm e ajudar na prevenção do suicídio. Para médica Dra. Paula Fernanda Delai, “O momento requer atenção para guiarmos assertivamente o comportamento de crianças e adolescentes. Devemos questionar a causa detrás daquele comportamento inusitado, ter conexão emocional e ao mesmo tempo buscar causas relacionadas ás doença mentais.”

    A Pandemia Covid-19 exacerbou os fatores de risco associados ao aparecimento de transtorno mental. “O suicídio pode advir de quadros de depressão, ansiedade, experiências traumáticas na infância ou até mesmo uso de drogas. É importante ter uma escuta ativa e compreensão para ajudar que o paciente consiga uma regulação emocional. Entender o contexto social que a criança está inserida e vertificar histórico familiar de transtorno psiquiátrico”. afirma Paula Delai.

    Dados do Ministério da Saúde apontam que o suicídio é um importante problema de saúde pública no Brasil, com impactos na sociedade como um todo. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde- OMS, todos os anos, mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que HIV, câncer de mama, guerras ou homicídios. 

    Ainda segundo Paula Delai “É preciso que familiares e professores estejam atentos, que sejam um elo para considerar até pequenas sutilezas, não interpretar um sofrimento aparente como birra ou drama. Esse suporte pode ser o fiel da balança para evitar um fim trágico. Atitudes como estabelecer horário e rotina para as atividades do dia a dia, promover conversas abertas e sem que haja sentimento de culpa ou julgamento alheio, contribuem em propiciar uma boa saúde mental das crianças e jovens. Não deixe produtos tóxicos ou instrumentos perigosos acessíveis á crianças, mantenha-os sempre em local seguro dentro de casa. Preze por segurança e busque ajuda imediata se necessário”. conclui a Pediatra Paula Delai.

  • Saiba o que é laparotomia exploradora na explicação do cirurgião Marcelo Heidrich

    Saiba o que é laparotomia exploradora na explicação do cirurgião Marcelo Heidrich

    Algumas vezes, para se obter o diagnóstico de alguma doença ou de algum mal do qual o paciente vem sofrendo é necessário fazer um procedimento chamado laparotomia exploradora. Segundo o cirurgião-geral Marcelo Marcos Heidrich, trata-se de uma abertura cirúrgica da cavidade abdominal com o objetivo de observar os órgãos e identificar a causa de determinado sintoma ou alteração em exames de imagem.

    Conforme explica Marcelo Heidrich, a laparotomia exploratória é realizada ao se constatar sinais de alterações dos órgãos abdominais, por isso é dito que sua finalidade é voltada ao diagnóstico. “Apesar de ser um procedimento eletivo, a laparotomia exploratória pode ser feita em casos de emergência, como em grandes acidentes de carro, por exemplo”, esclarece o cirurgião.

    Na maior parte das vezes, de acordo com Marcelo Heidrich, o exame é indicado com o intuito de investigar algumas suspeitas, como sangramento abdominal; perfurações no intestino; inflamação do apêndice, intestino ou pâncreas; presença de abscessos no fígado; sinais indicativos de câncer (principalmente pâncreas e fígado) ou presença de adesões.

    Por ser um procedimento invasivo, esse tipo de exame diagnóstico deve ser realizado no centro cirúrgico com o paciente sob sedação. “Também é recomendado que a pessoa permaneça no hospital para acompanhamento, facilitando assim sua recuperação. Sem contar que isso reduz o risco de complicações, como hemorragias e infecções”, explica Marcelo Heidrich.

    A laparotomia exploratória ainda pode ser considerada para investigar algumas condições no organismo feminino, tais como endometriose, câncer de ovário e do colo do útero, ou mesmo uma gravidez ectópica. “A diferença é que, nestes casos, em vez da laparotomia geralmente opta-se pela videolaparoscopia, feita com pequenas incisões para a passagem de uma microcâmera, sem necessidade de um corte maior”, destaca o cirurgião-geral Marcelo Marcos Heidrich.

    No caso de qualquer alteração encontrada durante a laparotomia exploradora, segundo explica Marcelo Heidrich, pode ser coletada uma amostra de tecido para biópsia. “Outra possibilidade, em caso de identificação de qualquer alteração, é a realização da laparotomia terapêutica, que consiste no tratamento e correção do problema”, diz.

    Ainda pelo fato de tratar-se de um procedimento invasivo, Marcelo Heidrich destaca a possibilidade de algumas complicações, como problemas relacionados à coagulação, aumento do risco de hemorragias e infecções, formação de hérnias ou mesmo dano a algum órgão localizado na região abdominal. “Essas complicações, apesar de não serem comuns, costumam acontecer durante a laparotomia exploradora de emergência. Pacientes fumantes, que ingerem muita bebida alcoólica, diabéticos, obesos ou com outras doenças crônicas também exigem uma atenção maior”, ressalta o cirurgião geral.

  • ‘Apendicite deve ser tratada nas primeiras 48 horas’, adverte o cirurgião Marcelo Heidrich

    ‘Apendicite deve ser tratada nas primeiras 48 horas’, adverte o cirurgião Marcelo Heidrich

    Considerada uma doença comum, a apendicite é bastante frequente em crianças e adolescentes. Trata-se de uma inflamação do apêndice, que é um pequeno órgão localizado entre o intestino delgado e o intestino grosso, na porção inferior direita do abdômen. O cirurgião geral Marcelo Marcos Heidrich alerta que o diagnóstico deve ser feito nas primeiras 48 horas de evolução. “Após esse período há riscos de rompimento, podendo causar peritonite, que é a inflamação da membrana que reveste a parede abdominal”, explica.

    Marcelo Heidrich esclarece que a manifestação da apendicite começa com uma dor na região do umbigo logo nas primeiras 24 horas, que se irradia para a porção inferior direita do abdômen, acompanhada de uma dor intensa e aguda. “Além do forte desconforto, normalmente o paciente sente perda de apetite, náuseas e enjoos.”

    A inflamação do apêndice, de acordo com o cirurgião, é geralmente ocasionada por acúmulo de fezes, fecalitos (restos fecais endurecidos), vermes, tumores, caroços de uva, unha e por acúmulo de bactérias no intestino. “A apendicite é uma emergência, e o tratamento cirúrgico deve ser feito nas primeiras 48 horas”, alerta Marcelo Marcos Heidrich.

    Além dos sintomas mencionados anteriormente, Marcelo Heidrich informa que, em alguns casos, pode ocorrer diarreia. “Geralmente isso acontece em pessoas que têm o apêndice voltado para a região pélvica”. Também pode haver prisão de ventre, inchaço abdominal, febre baixa e dor ou dificuldade em urinar.

    O cirurgião geral Marcelo Heidrich orienta que, em caso de suspeita de apendicite, deve-se procurar assistência médica imediatamente. Para auxiliar no diagnóstico, o atendimento inclui a solicitação de exames laboratoriais e de imagem. “Os exames complementares são indispensáveis para que possamos descartar outras complicações que causam sintomas semelhantes. Uma delas é a doença inflamatória pélvica, que acomete especialmente as mulheres”, destaca.

    Os principais exames solicitados são hemograma completo, teste de urina, ultrassonografia abdominal, tomografia computadorizada do abdômen e ressonância magnética do abdômen. Marcelo Heidrich esclarece que a ultrassonografia e a tomografia computadorizada são de grande importância devido à sua precisão e rapidez. “Os exames de imagem nos ajudam, por exemplo, a avaliar o espessamento do apêndice e a detectar a presença de pus em sua volta”, relata.

    Tratamento

    O tratamento da apendicite é feito com a retirada cirúrgica do apêndice. Segundo Marcelo Heidrich, a cirurgia pode ser feita de forma convencional, com uma incisão maior no abdome, ou por videolaparoscopia, com três cortes de apenas alguns milímetros. “Em ambos procedimentos, o tempo de hospitalização não passa de dois a três dias. Já no caso de peritonite, que ocorre quando há o rompimento do apêndice, a cirurgia e os cuidados pós-operatórios são bem mais complexos”, esclarece o cirurgião. 

    A obstrução no apêndice é algo imprevisível, por isso, não há como evitar uma crise de apendicite. Como prevenção, Marcelo Heidrich enfatiza a importância de procurar um serviço médico logo nos primeiros sintomas, evitando, assim, que a inflamação evolua para peritonite. “Assim como em muitas outras doenças, o diagnóstico precoce da apendicite favorece o tratamento”, conclui.