Categoria: Geral

  • Confira como ser um revendedor Shineray com a empresa credenciada Metz Distribuidora

    Confira como ser um revendedor Shineray com a empresa credenciada Metz Distribuidora

    A Metz Distribuidora é a empresa autorizada na representação comercial da Shineray e fará todos os processos para o credenciamento dos revendedores que querem trabalhar com a 3ª empresa em número de vendas de motos e em emplacamento no Brasil.

    A chinesa Shineray ultrapassou a BMW, e agora é a 3ª maior do Brasil, com 0,85% do mercado, deslocando a alemã BMW para a 4ª colocação, com 0,83%.

    O contato para ser revendedor pode ser feito com a diretor comercial Samuel Metz, através do telefone  (81) 99959-9887 ou pela página oficial no instagram da Metz Distribuidora. Confira todas as vantagens de trabalhar com a marca de motos que configura no Top 3 do Brasil. Entre em contato e faça parte da equipe.

    Metz Distribuidora

    Empresa

    A MD vem atuando no planejando e no crescimento para abertura de novos revendedores em todo Brasil. Mas, a abertura de novos pontos de vendas, miram principalmente os pequenos investidores onde é facilitado todo o processo desse do credenciamento e a logística de sua operação.

    É necessário pensar na proximidade com o seu e representante, para que o mesmo possa ajudar a definir o mix de produtos no ponto de venda.

    E pensando neste cenário existe uma demanda de consumo muito crescente em todo país, além de fornecer algumas orientações básicas como pós-vendas, assessoria comercial, marketing e indicações de sistemas de informática. Seja um revendedor Shineray.

  • CVM aplica R$ 340 mil em multas a ex-diretores da Brasil Brokers por infrações

    CVM aplica R$ 340 mil em multas a ex-diretores da Brasil Brokers por infrações

    Claudio Kawa Hermolin e Hebert Ferreira Braz Junior foram multados em R$ 170 mil cada em caso relacionado a demonstrações financeiras de 2018

    A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) condenou os ex-executivos da Brasil Brokers, Claudio Kawa Hermolin e Hebert Ferreira Braz Junior, a multa individual de R$ 170 mil por infrações na elaboração das demonstrações financeiras da companhia no exercício social de 2018. Ambos foram condenados por não terem observado regras do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) relacionadas aos critérios de elaboração de testes de recuperabilidade de ativos.

    O processo foi instaurado pela Superintendência de Relações com Empresas (SEP) para apurar a responsabilidade dos executivos, além de Andreas Yamagata e Renato de Vicq Telles da Silva Lobo, ambos absolvidos. Hermolin e Braz Junior ainda podem recorrer ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.

    Para a acusação, as baixas registradas nas demonstrações financeiras da Brasil Brokers por perda de valor recuperável, no que tange ao ágio por rentabilidade futura (goodwill) contabilizado para o investimento na Abyara, não refletiram a real perda de valor do investimento ao longo do tempo.

    O presidente da CVM e relator do caso, Marcelo Barbosa, entendeu que foi comprovado o descumprimento do item 33 do CPC, em decorrência da aplicação da taxa de perpetuidade em razão superior ao crescimento médio projetado dos últimos anos.

     

    Dentre outros pontos, ela não se justificaria, já que não houve alteração da meta de inflação naquele ano e, tampouco, nos limites de tolerância para a meta, que permaneceram semelhantes aos vigentes em 2017.

    “Os acusados infringiram o disposto no item 33 do CPC 01, ao não justificar, de maneira plausível, o aumento da taxa de crescimento na perpetuidade para 4,5%, configurando falha de procedimento nos testes de impairment realizados no exercício de 2018”, disse no voto.

    Barbosa destacou ainda que a opinião de auditores independentes não é suficiente para afastar irregularidades praticadas por administradores.

     

  • Grupo Cash ajuda na regularização do CNPJ; saiba como

    Grupo Cash ajuda na regularização do CNPJ; saiba como

    O Grupo Cash é referência no setor de créditos no Brasil e tem todos os métodos para aumento do Score para quem está negativo ou com o Score baixo. Mas, o grupo também pode ajudar a quem precisa de ajuda na regularização do CNPJ.

    É preciso ser dito, em primeiro lugar, que o único órgão que pode tornar um CNPJ irregular é a Receita Federal. É ela quem tem o poder dizer que o cadastro da empresa tem algum problema e sanções em decorrência disso.

    Para a Receita Federal, o CNPJ pode ser:

    • Suspenso: geralmente por falta de cumprimento de obrigações legais
    • Inapto: decorrente de problemas fiscais
    • Baixado: são aqueles que foram encerrados por pedido da empresa
    • Nulo: suspeitos de irregularidades no cadastro

    CNPJ irregular traz uma série de problemas para a empresa, de natureza legais e burocráticas, como proibição de participar de licitações públicas, emitir notas fiscais, realizar transações bancárias e contrair empréstimos.

    Dívidas e CNPJ

    Somente a Receita Federal pode mudar o status do CNPJ de uma empresa. É este órgão que faz o cadastro e cuida da sua atualização. Portanto, as pessoas jurídicas apenas respondem a ela.

    Instituições de Proteção ao Crédito não têm o poder de bloquear qualquer direito de uma pessoa jurídica, mesmo o de pedir empréstimos e financiamentos. Elas apenas colhem informações sobre operações de créditos da empresa e informa a seus clientes se foram pagas ou não. É decisão do banco ou da financeira emprestar ou não.

    Então quer dizer que dívidas não tornam o CNPJ irregular? Exatamente, uma empresa devedora apenas precisa resolver seus débitos com o credor, mas pode operar normalmente, não tem problemas com a Receita Federal e tem seus direitos assegurados.

    Regularizando o CNPJ

    Se o seu CNPJ está de fato irregular, o lugar para resolver as questões é a Receita Federal. Lá você será orientado sobre o motivo da irregularidade e os procedimentos e documentações necessárias para tornar apto o seu cadastro de pessoa jurídica.

    Contudo, se o problema for dívidas, não há CNPJ para regularizar, e sim situação cadastral do CNPJ nos órgãos de proteção ao crédito. São casos bem distintos que demandam outros caminhos para a resolução.

    E o Grupo Cash pode ser um aliado da sua empresa para ter o CNPJ limpo e voltar a ter acesso ao crédito necessário para conduzir seu negócio. Dívidas do passado não podem ser um bloqueio aos créditos, e podemos ajudar a resolver.

    Com os serviços do Grupo Cash, em até 30 dias seu CNPJ pode ser limpo. Com uma Ação de Exclusão e Sustação de Negativação, o direito do empreendedor de tomar crédito no mercado é restaurado. É um processo legal, com forte amparo em legislações vigentes, que tem ajudado muitas empresas em seus objetivos.

    Se você está passando por uma situação como essa, procure nossos consultores para analisarmos sua situação. O Grupo Cash está a postos para ajudar os clientes no que for preciso.

  • Adultos infectados com a variante identificada em Manaus têm 10 vezes mais vírus no corpo, aponta Fiocruz

    Adultos infectados com a variante identificada em Manaus têm 10 vezes mais vírus no corpo, aponta Fiocruz

    Pessoas usando roupas e equipamentos de proteção contra o coronavírus Sars-CoV-2 andam em meio a túmulos de vítimas da Covid-19 no cemitério Nossa Senhora Aparecida, em Manaus, no dia 25 de fevereiro. — Foto: Michael Dantas/AFP

    Pessoas usando roupas e equipamentos de proteção contra o coronavírus Sars-CoV-2 andam em meio a túmulos de vítimas da Covid-19 no cemitério Nossa Senhora Aparecida, em Manaus, no dia 25 de fevereiro. — Foto: Michael Dantas/AFP

     

    Um estudo feito por pesquisadores da Fiocruz aponta que adultos infectados pela variante brasileira P.1 do coronavírus, identificada primeiro no Amazonas, têm uma carga viral – quantidade de vírus no corpo – dez vezes maior do que adultos infectados por outras “versões” do vírus. Uma maior carga viral contribui para que a variante se espalhe mais rápido.

    A pesquisa ainda não foi revisada por outros cientistas nem publicada em revista, mas está disponível on-line.

    “[Se] a pessoa tem mais carga viral nas vias aéreas superiores, a tendência é que ela vai estar expelindo mais vírus – e, se ela está expelindo mais vírus, a chance de uma pessoa se infectar próxima a ela é maior”, explica Felipe Naveca, pesquisador da Fiocruz Amazonas e líder do estudo.

    Os pesquisadores analisaram 250 códigos genéticos do coronavírus durante quase um ano. A amostragem cobriu o primeiro pico da doença, em abril, e o segundo, no final do ano passado e início de 2021.

    Eles perceberam que essa maior quantidade de vírus não acontecia, entretanto, nos homens idosos (acima de 59 anos). Uma possível explicação para isso é que a resposta imune de homens idosos tende a não ser tão eficiente de forma geral.

    “Em homens mais velhos, a resposta imune já não consegue responder tão eficientemente, e aí não teve diferença sendo P.1 ou o outro [vírus]”, aponta Felipe Naveca.

    Também é possível que isso tenha acontecido nesse grupo porque a quantidade de pessoas analisadas nessa faixa etária foi menor, explicou o pesquisador Tiago Gräf, também autor do estudo, em uma publicação na rede social Twitter.

    Na imagem abaixo, retirada do estudo, quanto menor a altura das das bolinhas no eixo vertical, maior é a carga viral dos pacientes:

    Na imagem acima, quanto menor a quantidade das bolinhas no eixo vertical, maior é a carga viral dos pacientes: — Foto: Reprodução/Twitter Tiago Gräf

    Na imagem acima, quanto menor a quantidade das bolinhas no eixo vertical, maior é a carga viral dos pacientes: — Foto: Reprodução/Twitter Tiago Gräf

    Felipe Naveca afirma, entretanto, que não há relação entre quantidade de vírus no corpo e gravidade da doença ou, até mesmo, presença deles.

    “Carga viral não está relacionada com gravidade – a gente tem pacientes com alta carga viral e sintomas muito leves ou até sem sintomas”, diz o pesquisador.

    A P.1 já vinha sendo apontada por vários pesquisadores ao redor do mundo como mais transmissível, por causa de mutações que ela sofre na região que o vírus usa para infectar as células humanas.

    Apesar de ter surgido no Amazonas, ao menos outros 18 estados já detectaram infecções pela variante: os mais recentes foram Mato Grosso e Maranhão.

     
  • 16 capitais têm multa para a falta de máscara; são mais de 8 mil punições aplicadas em todo o país

    16 capitais têm multa para a falta de máscara; são mais de 8 mil punições aplicadas em todo o país

    Uso de máscara em locais públicos é obrigatório no Brasil. Objetivo é diminuir a transmissão da Covid-19, que ocorre principalmente pelo ar. Especialista diz que a máscara deve estar bem ajustada ao rosto, principalmente em ambientes fechados ou mal ventilados, e que máscaras do tipo PFF2 podem ser mais eficazes nesses locais.

    Um levantamento feito pelo G1 mostra que 16 das 26 capitais do país preveem uma punição para o não uso de máscara durante a pandemia da Covid-19. Apesar disso, ao menos 5 dessas capitais dizem que a norma ainda tem caráter educativo e não aplicaram multa até o momento. Considerando as capitais que efetivamente multaram, a falta de máscara já rendeu 8.215 notificações, totalizando uma arrecadação de R$ 1.361.536,86.

    A análise considera multas aplicadas tanto a pessoas que não usavam máscara quanto a estabelecimentos penalizados por terem pessoas sem máscaras. A transmissão aérea é um dos principais meios de contágio do novo coronavírus, segundo especialistas.

    Em outras oito capitais, a previsão de multa e a fiscalização são de responsabilidade apenas do governo do estado, e não da prefeitura. São os casos de São Paulo, Acre, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Pará, Paraíba e Sergipe. Em duas (Maceió e Campo Grande), nem a prefeitura nem o estado aplicam multas.

    O uso da máscara em espaços públicos é obrigatório no Brasil. Isso consta da lei federal 14.019, sancionada em 2 de julho de 2020, que é clara ao determinar “a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção individual para circulação em espaços públicos e privados acessíveis ao público, em vias públicas e em transportes públicos”.

    A obrigatoriedade também consta de normas estaduais e municipais. Apenas parte das gestões, porém, prevê multa para cidadãos e estabelecimentos que desrespeitarem a norma.

    Máscara: aliada contra a Covid-19

    O pesquisador da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, e integrante do Observatório Covid-19 Vitor Mori lembra que as máscaras devem estar sempre bem ajustadas ao rosto e que as pessoas devem tomar cuidado ao pôr e tirar. Além disso, ele afirma que as máscaras são essenciais para reduzir a disseminação da Covid-19 em conjunto com outras formas de prevenção, como o distanciamento social.

    Mori também reforça para as pessoas evitarem contatos prolongados e também locais fechados ou mal ventilados. Isso porque a transmissão aérea é uma das principais formas de contágio da doença.

    “Convenhamos que a máscara, nas primeiras vezes que você usa, é desconfortável. Então, é preciso deixar muito claro o porquê de a gente ter que usar a máscara, o motivo de ela ser importante. Outro ponto importante é que ainda existe uma compreensão equivocada das formas de transmissão da Covid-19. As pessoas acham que ocorre mais pela superfície, pelo contato, sendo que já se sabe que o maior risco é a inalação de pequenas partículas que estão no ar. Por isso, como é uma doença de transmissão aérea, é importante diminuir a quantidade de partículas no espaço e também se proteger”, diz.

    “Evidentemente na Avenida Paulista, num espaço aberto, o risco vai ser menor do que no transporte público lotado. Mas isso não exime a pessoa da necessidade da máscara, principalmente se ela for ter interações prolongadas, próximas a alguém. Ao ar livre, o risco maior é você ter uma interação próxima, prolongada, face a face. E isso pode acontecer a qualquer momento na rua, né? É importante que você esteja de máscara e não é nenhum grande sacrifício usar máscara. É um exercício público.”

    Para locais onde não há controle sobre a ventilação e o distanciamento, como no transporte público, o pesquisador recomenda o uso da máscara PFF2. Ele lembra que é possível encontrar essa máscara por valores acessíveis.

    “Essa máscara [PFF2] pode ser reaproveitada, tomando alguns cuidados. É até importante que isso seja feito para que não falte para os profissionais de saúde. Também é importante observar a integridade da máscara, a qualidade e a vedação do elástico. Não é recomendado a lavagem. Não é recomendado que se passe álcool nem desinfetante químico. O ideal é deixar descansar por pelo menos três dias. Quanto mais tempo deixar descansando melhor, em um espaço bem arejado.”

     

    Em janeiro de 2021, França, Alemanha e Áustria passaram a exigir que a população use máscara profissional, como N95 e PFF2, em vez de máscaras caseiras, em locais públicos. De acordo com estudos, essas máscaras garantem maior proteção e devem ser utilizadas em situações de maior risco, como locais fechados.

    Essa mudança nos países europeus levantou o debate sobre a qualidade das máscaras usadas no Brasil. No início da pandemia da Covid-19, para evitar a falta de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) para profissionais de saúde, a população foi incentivada a usar máscaras de pano. Para o pesquisador da Universidade de Vermont, já está na hora de aumentar a produção de máscaras de melhor qualidade, assim como facilitar a sua distribuição, junto com o reforço da importância para as pessoas usarem a máscara de forma correta.

    Alvo de ‘fake news’

    Desde o início da pandemia, a máscara também virou alvo de constantes informações falsas compartilhadas nas redes sociais – o que atrapalha a comunicação sobre a importância da máscara no cotidiano das pessoas.

    Conteúdos mentirosos já afirmaram que as máscaras têm baixa filtragem de vírus e fazem ‘mais mal do que bem’, aumentam taxa de CO2 no cérebro e risco de trombose e altera flora da boca e do intestino, acumulam micróbios capazes de causar câncer, deixam o sangue mais ácido e até que o uso prolongado de máscara leva a quadro de intoxicação e baixa oxigenação do organismo. É tudo #FAKE.

     

    Além disso, a máscara já também foi alvo de polêmicas. Em julho de 2020, o desembargador Eduardo Siqueira, do TJ-SP, foi flagrado sem máscara em uma praia em Santos, no litoral paulista, e humilhou um guarda municipal que pediu para o desembargador usar o item obrigatório. Siqueira foi fotografado também sem máscara em outras ocasiões, como em 13 de fevereiro de 2021.

    Outro exemplo é protagonizado pelo presidente Jair Bolsonaro, que já foi a eventos e aglomerações também sem máscara. Isso ocorreu em diversos meses da pandemia, como maio, junho, julho, agosto, setembro etc.

    Mesmo o ministro Eduardo Pazuello (Saúde) também aparece sem máscara com recorrência, inclusive quando foi diagnosticado com a Covid-19 e decidiu gravar uma live ao lado de Bolsonaro, em outubro de 2020.

    Veja a situação por capital

    O G1 entrou em contato com cada prefeitura das 26 capitais para perguntar sobre a situação no município.

    Além das 26 capitais de estados, o G1 também averiguou a situação no Distrito Federal, que prevê multa para a falta de máscara. Cinco equipes trabalham diariamente para verificar se o decreto distrital é cumprido. A multa pode chegar a R$ 2 mil para pessoas físicas e R$ 4 mil para empresas. De 23 de março de 2020 até 7 de fevereiro de 2021, o GDF aplicou 267 multas pela falta de máscara. Segundo a nota, houve abordagem a 82.225 pessoas e 238.026 máscaras foram distribuídas.

    Aracaju (SE): a prefeitura não prevê multa para a falta de máscara. Apesar disso, há uma lei estadual que estabelece multa para essas ocasiões.

    Belém (PA): a prefeitura não prevê multa para a falta de máscara. Apesar disso, há uma lei estadual que estabelece multa para essas ocasiões.

    Belo Horizonte (MG): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A lei foi sancionada em julho de 2020 e estabelece a multa de R$ 100 para quem estiver sem máscara. Foram aplicadas 158 multas até 3 de fevereiro. No total, o município arrecadou R$ 306, destinado ao Tesouro Municipal.

     

    Boa Vista (RR): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. Em julho de 2020, a prefeitura determinou multa de R$ 50 para quem deixar de usar máscara. Segundo a prefeitura, porém, foram feitas apenas orientações à população.

    Campo Grande (MS): a prefeitura e o estado não preveem multa para a falta de máscara.

    Cuiabá (MT): a prefeitura não prevê multa para a falta de máscara. Apesar disso, há uma lei estadual que estabelece multa para essas ocasiões.

    Curitiba (PR): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A lei 15.799 de 2021 estabelece que a multa para a pessoa sem máscara é de R$ 150 a R$ 550. A multa para o estabelecimento que deixar de controlar o uso de máscara de todas as pessoas é de R$ 550 a R$ 1.550 (por funcionário, empregado, servidor, colaborador ou cliente). Em caso de reincidência, as penalidades dobram. Foram aplicadas 19 notificações até 4 de fevereiro, que totalizaram R$ 205 mil.

    Florianópolis (SC): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. O decreto 22.398 de 2021 determina a multa R$ 1.250 para pessoa física e R$ 2.500 para empresas pela falta de máscara. Até 1º de fevereiro foram aplicadas oito multas que somaram R$ 10 mil.

    Fortaleza (CE): a prefeitura não prevê multa para a falta de máscara. Apesar disso, há uma lei estadual que estabelece multa para essas ocasiões.

    Goiânia (GO): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A multa é de R$ 110. Já os reincidentes pagam R$ 1.045,00. O valor da multa foi reduzido em novembro de 2020 – passou de R$ 627,38 para R$ 110. Segundo a prefeitura, foram aplicadas 209 multas até 12 de fevereiro. No total, o valor é de R$ 926.885 em multas a estabelecimentos e R$ 1.320 para pessoas físicas.

     

    João Pessoa (PB): a prefeitura não prevê multa para a falta de máscara. Apesar disso, há um decreto estadual que estabelece multa para essas ocasiões.

    Macapá (AP): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A multa é de R$ 1.045 na primeira vez. O valor é dobrado em caso de reincidência. Segundo a prefeitura, apenas uma multa foi aplicada até 8 de fevereiro, mas a pessoa recorreu e a multa foi retirada. A prefeitura diz que prioriza a conscientização por meio de advertências iniciais, antes da aplicação da multa.

    Maceió (AL): a prefeitura e o estado não preveem multa para a falta de máscara. Em agosto de 2020, o governo de Alagoas enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que torna obrigatório o uso da máscara em locais públicos em Alagoas e estabelece multa para a falta de máscara. Até agora, porém, o projeto não entrou em votação.

    Manaus (AM): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A multa prevista é de R$ 108,95. O G1 procurou a prefeitura inúmeras vezes, mas a gestão não quis informar quantas multas foram aplicadas nem qual foi o total arrecadado.

    Natal (RN): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A Prefeitura de Natal tem aplicado multa a estabelecimentos, como bares, restaurantes, shoppings, galerias e supermercados, caso os clientes e funcionários não usem máscaras. A prefeitura diz ainda que não tem multado cidadãos, apenas os proprietários de estabelecimentos. O valor da multa varia de R$ 413,27 a R$ 41.263,89 para os estabelecimentos. Foram aplicadas 247 multas que somaram R$ 127.334 de dezembro de 2020 até 5 de fevereiro.

    Palmas (TO): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A multa é de R$ 80. Apesar disso, nenhuma multa foi aplicada. A Prefeitura de Palmas diz que “o objetivo do município é educar a população, esclarecer”. “As multas são aplicadas em casos extremos, de resistência ao atendimento de cumprimento às normas, o que não tem ocorrido.” Segundo a gestão, na maioria das vezes em que as equipes encontram algum estabelecimento em desconformidade com a legislação vigente, a abordagem e a orientação são suficientes “para que o local se adeque ao que a lei exige, sem a necessidade de uso de autuação”.

     

    Porto Alegre (RS): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A multa varia de R$ 4,46 a R$ 8.920,40, podendo ser duplicada no caso de reincidência, chegando a R$ 17.840,80. A punição está prevista para estabelecimentos que descumpram as normas, e não para pessoas físicas. Porém, nenhuma multa foi aplicada especificamente pela falta de máscara.

    Porto Velho (RO): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A lei 2.754 de 2020 prevê multa de R$ 80 para pessoas físicas e de R$ 1 mil para empresas. O G1 procurou a prefeitura inúmeras vezes, mas a gestão não quis informar quantas multas foram aplicadas nem qual foi o total arrecadado.

    Recife (PE): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A multa vai de R$ 1 mil a R$ 100 mil para os estabelecimentos. Houve 260 notificações, mas nada foi arrecadado até 8 de fevereiro. Não há previsão de multa para a população em geral.

    Rio Branco (AC): a prefeitura não prevê multa para a falta de máscara. Apesar disso, há uma lei estadual que estabelece multa para essas ocasiões.

    Rio de Janeiro (RJ): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. O decreto 47.439 de 2020 estabelece a multa para a falta de máscara. A multa é de R$ 112,48. Foram aplicadas 7.308 notificações até 25 de janeiro. O total arrecadado, porém, é de R$ 85.086,32 (referente a 879 notificações pagas). O dinheiro vai para o Fundo Municipal de Saúde, com receita destinada às despesas do Instituto de Vigilância Sanitária.

    Salvador (BA): a prefeitura não prevê multa para a falta de máscara. Apesar disso, há uma lei estadual que estabelece multa para essas ocasiões.

    São Luís (MA): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A lei n° 6.776 de 2020 torna obrigatório o uso de máscaras de proteção e também prevê multa de R$ 5 mil ao estabelecimento infrator. Em caso de persistência, a lei determina a cassação do alvará de funcionamento. Apesar disso, nenhuma multa foi aplicada até 12 de fevereiro.

     

    São Paulo (SP): a prefeitura não prevê multa para a falta de máscara. Apesar disso, o governo estadual estabelece multa para essas ocasiões.

    Teresina (PI): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. O decreto municipal prevê multa de R$ 500 a R$ 1.000 para pessoas físicas e de R$ 1.000 a R$ 10.000 para empresas. Apesar disso, a Vigilância Sanitária, que é vinculada à prefeitura, diz que não aplica infrações pelo não uso da máscara em vias públicas, porque necessitaria de apoio da Polícia Militar e se limita a atividades educativas.

    Vitória (ES): a prefeitura prevê multa para a falta de máscara. A multa é de R$ 917,59. Foram aplicadas seis multas que somam R$ 5.505,54. A prefeitura diz ainda que faz abordagens “no intuito de orientar e conscientizar sobre a importância de se seguir os protocolos de segurança, entre eles o uso da máscara, considerando o momento delicado de pandemia”. Segundo a gestão municipal, 472 estabelecimentos foram abordados em janeiro deste ano.

    * Gabriela Caesar (G1 Dados), Janine Brasil (G1 AC), Heliana Gonçalves (G1 AL), Andrezza Lifsitch (G1 AM), John Pacheco (G1 AP), Luana Gama e Gabriel Gonçalves (G1 BA), Marília Cordeiro (G1 CE), Amaro Mota (G1 ES), Vitor Santana (G1 GO), Rafaelle Fróes (G1 MA), Cristina Moreno de Castro (G1 MG), José Câmara (G1 MS), Pollyana Araújo (G1 MT), Taymã Carneiro (G1 PA), Lara Brito (G1 PB), Pedro Alves, Marina Meireles e Bruno Marinho (G1 PE), Maria Romero e Catarina Costa (G1 PI), Natalia Filippin (G1 PR), Matheus Rodrigues (G1 RJ), Leonardo Erys (G1 RN), Jônatas Boni e Ana Kézia Gomes (G1 RO), Polyana Girardi (G1 RR), Matheus Beck (G1 RS), Joana Caldas (G1 SC), Joelma Gonçalves (G1 SE), Deslange Paiva (G1 SP) e João Guilherme Lobasz (G1 TO)

     
  • Você sabe seu somatotipo?

    Você sabe seu somatotipo?

    Você já ouviu falar em somatotipo? O somatotipo é uma técnica de classificação corporal que dividiu a propôs a divisão em três quesitos:

    1.magreza
    2.musculatura
    3.adiposidade

    Esse padrão de classificação foi criado em 1940 por William Sheldon que definiu três classificações básicas de tipo corporal:

    Ectomorfo
    De acordo com a médica Drª Beatriz David os ectomorfos tem ombros, peito e quadril estreitos, pouco volume em braços e pernas e um metabolismo acelerado. São aqueles que tem dificuldade para ganhar peso, tanto em massa magra quanto em massa de gordura. É esguio e magro. Normalmente não tem bom desempenho em atividades de potência e força – mas modalidades que requerem resistência são as ideais. Como possuem metabolismo acelerado, devem comer mais e com maior frequência que os demais indivíduos de outros somatotipos – além disso, os treinos com peso devem focar em intervalos de descanso maiores.

     

    Mesomorfos
    São os indivíduos que possuem estrutura atlética, com facilidade para ganhar massa muscular e pouca gordura corporal. Treinos de força são ideais, podendo ser mais longos e com menores intervalos de descanso.

     

    Endomorfos
    São indivíduos que tem o metabolismo mais lento e mais facilidade para ganhar massa de gordura. Atividades físicas que exigem muita resistência e agilidade/velocidade não são ideais – normalmente são mais aptos a atividades de força, como levantamento de peso. Como tem metabolismo lento, uma adequação alimentar e treinos que priorizem aumentar o metabolismo (como o HIIT) são os ideais.

  • Como reduzir gordura abdominal?

    Como reduzir gordura abdominal?

    Uma pesquisa realizada pela escola de saúde pública da Universidade de Harvard resolveu estudar esses dois tipos de exercício com foco na composição corporal, particularmente na gordura abdominal em indivíduos acima dos 40 anos de idade.

    A circunferência abdominal é um marcador de composição de composição corporal saudável em adultos e idosos – quanto maior essa medida, mais acúmulo de gordura e maior risco de doenças cardiovasculares, redução da massa muscular e alterações metabólicas.

    A pesquisa em questão avaliou 10.500 homens acima de 40 anos acompanhados por 12 anos, verificando o tipo de exercício realizado e qual tipo obteve melhor resultado em reduzir ou controlar a gordura abdominal.

    O estudo demonstrou que os participantes que aumentaram em 20 minutos por dia o volume de exercício de força (musculação) tiveram redução maior (mais que o dobro, -0,67cm contra 0,33cm) na gordura abdominal em relação aos que aumentaram proporcionalmente 20 minutos por dia a quantidade de tempo em exercícios aeróbicos.

    Então quer dizer que o melhor é focar exclusivamente no treino de força?

    Não exatamente – segundo os autores os melhores resultados alcançados foram os que COMBINARAM o exercício aeróbico e AUMENTARAM o tempo por dia em exercício de força. Logo, a combinação dos dois é a melhor alternativa!

  • Contar o tempo ou calorias gastas?

    Contar o tempo ou calorias gastas?

    Foram elencadas pessoas que se alimentavam em média por 15 h por dia. Eles foram divididos em 2 grupos: um grupo que passou a se alimentar somente durante 8 h por dia e o outro grupo com tempo irrestrito para se alimentar – ambos os grupos não levaram em conta o tipo de alimentação, somente o tempo que dispunham para se alimentar.

    Durante e após 2 semanas foram monitorizados: a composição corporal (DEXA), lipidograma, glicemia, pressão arterial e teste de tolerância oral à glicose em duas horas, além da prática de exercícios físicos.

    O resultado foi que o grupo com tempo restrito de alimentação (janela de intervenção final: 9,9 [2,0] horas) reduziu o número de refeições, o peso, a massa gorda, a massa magra e a gordura visceral (todos P ≤ 0,05) em relação ao grupo com tempo irrestrito de alimentação (janela de intervenção final: 15,1 [1,1] horas). Atividade física e medidas metabólicas permaneceram inalteradas, comenta a Drª Beatriz David.

    Obesity Journal: Chow, Lisa S et al. Time‐Restricted Eating Effects on Body Composition and Metabolic Measures in Humans who are Overweight: A Feasibility Study. 09 April 2020 https://doi.org/10.1002/oby.22756

  • Gilberto, do BBB21, é aprovado em segundo PhD nos Estados Unidos

    Gilberto, do BBB21, é aprovado em segundo PhD nos Estados Unidos

    Doutorando em Economia, o pernambucano Gilberto Nogueira vai ter mais uma surpresa quando deixar o BBB21. O brother conquistou mais uma bolsa para PhD, na University of California, Davis.

    A informação foi dada nas redes sociais do professor Rafael Costa Lima, e confirmada pela equipe de Gilberto.

    “Esse últimos 11 meses foram muito difíceis. Então vou pegar carona e comemorar o sucesso dos meus alunos. @gilnogueiraofc foi aceito no PhD da University of California, Davis, com bolsa”, escreveu o profissional no Twitter.

    Segundo o educado, o PhD na University of California estava no “topo da lista de preferências” de Gil. “E ele que não invente de desistir”, brincou na sequência Rafael Lima. Os administradores das redes sociais do brother compartilharam a novidade.

    Na semana passada, a mãe do de Gil havia anunciado que ele também foi aceito na Universidade do Texas.

     

  • Academia em casa? Apple lança o Fitness+

    Academia em casa? Apple lança o Fitness+

    Manter uma rotina de exercícios ficou mais difícil ao permanecer em casa durante o ano. Mas não é bem isso o que a Apple quer para seus usuários. Foi lançado hoje o Fitness+, aplicativo que une aulas de exercícios virtuais, com dez categorias, que vão desde ciclismo a ioga. 

    Conectado ao Apple Watch, batimentos cardíacos, calorias e tempo são monitorados e exibidos na tela, seja do iPhone, do iPad ou da Apple TV. Além disso, toda semana serão disponibilizados novos treinos e gêneros musicais para manter o engajamento e foco. Para aqueles que nunca treinaram, o aplicativo traz instruções básicas de postura e movimentos para preparação dos exercícios.

    “É um programa acessível tanto para iniciantes quanto para atletas de alto rendimento, e ainda oferece a flexibilidade de treinar em qualquer lugar. Assim, todos podem participar”, afirma Jay Blahnik, senior director of fitness para Health Technologies da Apple. O Fitness+ está disponível a princípio na Austrália, no Canadá, na Irlanda, na Nova Zelândia, no Reino Unido e nos EUA, por US$ 9,99 ao mês ou US$ 79,99 ao ano.