Categoria: Econômia

  • CPI das Pirâmides Financeiras ouvirá representantes de empresas

    CPI das Pirâmides Financeiras ouvirá representantes de empresas

    A CPI das Pirâmides Financeiras vai realizar audiência pública na terça-feira (26) para ouvir representantes de uma série de empresas que atuam na administração de criptomoedas.

    O deputado Caio Vianna (PSD-RJ) é o autor de um dos requerimentos para a realização da audiência. Ele indicou a convocação do presidente da Grow Up Club, Gleidson Costa, para que ele explique a promessa de rendimentos acima do mercado, por meio da locação de criptomoedas aos investidores, mesmo com a empresa tendo atrasado o pagamento de seus clientes desde o ano passado sob a alegação de “problemas operacionais”.

    “Considerando a possível caracterização da Grow Up Club como mais um caso de pirâmide financeira, é imprescindível o convite de seu presidente para prestar esclarecimentos perante esta CPI”, disse Vianna.

    Inadimplência
    Já o deputado Luciano Vieira (PL-RJ) indicou a convocação de representantes da RCX Group Investimentos e Participação, uma empresa de tecnologia que atua, entre outras áreas, na gestão de ativos intangíveis não-financeiros.

    “A partir de 2022, todos os clientes da RCX passaram a ter sérios problemas com a empresa, que simplesmente não pagou o valor contratualmente previsto, não esclareceu os motivos do inadimplemento e ainda impede que os clientes façam a restituição dos valores investidos. Tudo caracterizando, estruturalmente, a criação de uma pirâmide financeira”, justificou Viera.

  • Black list com as piramides financeiros de 2023

    Black list com as piramides financeiros de 2023

    Aqui está uma lista das principais pirâmides financeiras que estão rodando no Brasil e no mundo, agora em Maio/2023.

    Essa lista pode sofrer alterações a qualquer momento ao longo do mês.

    Dos 17 esquemas listados, a grande maioria dá golpes fazendo uso de criptomoedas, investimento no mercado Financeiro e Energia. Veja a lista abaixo:

    A Black-List é produzida com base em levantamentos que a empresa faz no mercado nacional e internacional, contando com informações públicas de processos e procedimentos judiciais e administrativos, ou denúncias junto às Delegacias de Polícia Civil (especializadas ou não), Promotorias Públicas Estaduais, Polícia Federal, MPF, CVM, CADE, Receita Federal do Brasil, Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor e veículos de comunicação.

    Toda empresa que atue na modalidade de Marketing Multinível (MMN), em qualquer de suas fases, fazendo uso ou não dessa nomenclatura, cadastrando pessoas e vendendo produtos ou serviços inexistentes, investimentos ou negócios sem respaldo legal ou em lacuna de lei; que não possua sustentabilidade econômico-financeira; que não tenha escritórios ou representantes legais no Brasil; ou atuando irregularmente no MMN, poderá constar nesta Black List para alertar a população evitando que caiam em golpes e esquemas Ponzi.

    Também figuram na Black List empresas que façam uso de propaganda enganosa em redes sociais ou fora delas, promovendo expectativa de ganhos exorbitantes; instituições que não façam cadastro de seus empreendedores com os dados mínimos exigíveis pela Receita Federal do Brasil ou pela legislação tributária; entidades que façam uso de criptomoedas e/ou FOREX de forma irregular; ou que tenham forte suspeição de se tornarem lesivas à poupança popular (golpe financeiro), caracterizado pela insustentabilidade de seus planos de negócio ou típica dos “Esquemas Ponzi”, indicando possível crime contra a economia popular, fraude ou estelionato.
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    Qualquer dessas hipóteses insere uma instituição ou grupo na Black List do mês, mediante denúncia ou informação dos órgãos governamentais, e lá é mantida até sua descaracterização de irregularidades ou ilegalidades.

    DIREITO DE DEFESA

    As instituições, grupos ou negócios listados acima, possuem amplo direito de defesa, e, caso desejem, poderão entrar em contato para comprovar a sustentabilidade, rentabilidade e legalidade de sua atividade.

    Alertamos ainda que empreendedores que compactuem com práticas criminosas, podem responder pelos crimes pertinentes por estarem atuando coniventemente.

  • Luana Finger destaca a importância das lavanderias na customização das peças jeans

    Luana Finger destaca a importância das lavanderias na customização das peças jeans

    Empresária Luana Finger está sempre buscando novidades e melhorias na qualidade da indústria jeans

    Luana Finger tem se dedicado a adentrar cada vez mais sobre o universo da moda jeans. Por isso, a empresária está constantemente visitando marcas, lojas e até mesmo lavanderias para apreciar mais sobre os processos de lavagem desse tecido. 

    Neste ponto, Luana Finger explica que o jeans, assim como outros tipos de tecidos, apresenta diferentes tipos de modelagens e lavagens, que variam de acordo com a estação e coleção criada pela indústria da moda.

    Segundo Luana Finger, dentre os tipos de lavagens mais conhecidas e realizadas nas lavanderias estão: Denim, que é um tipo de jeans mais casual e informal, geralmente vestido com blusas de corte reto. Além dele, há o Délavé, que é resultado de uma lavagem mais clara e delicada. Também temos o modelo resinado, que é um tipo de jeans com tonalidade de couro produzida por meio da inserção de um spray resinado contendo brilho ou corante.  Outros estilos que estão em alta na moda são o destroyed, que possui rasgos ou desfiados na perna ou outras áreas do corpo e o vintage, que remonta aos modelos usados nos anos 80 e 90. 

    A estonagem, segundo Luana Finger, consiste em um processo em que pedras são usadas para realizar o desgaste do tecido e da malhar e, assim, proporcionar um aspecto diferenciado. Essa técnica dever ser inserida em materiais mais resistentes para não ter o risco de estragar demais.

    Luana Finger destaca que outro estilo muito realizado pelas lavanderias são as peças estonadas, popularmente conhecidas como desbotadas, que consiste em esfregar pedras nas peças para atingirem essa característica. Já outras lavanderias utilizam amaciantes e corantes ao invés das pedras. 

    Além desses modelos e processos realizados nas lavanderias, Luana Finger destaca que há inúmeros moldes e formatos de jeans, produzidos para agradar todos os públicos. Segundo a empresária, o mais importante é que os procedimentos das lavanderias agregam valor ao produto e dão um excelente acabamento e customização nas peças. 

  • IR 2023: 1° lote vai pagar R$ 116 milhões para 72 mil contribuintes do Vale; veja como consultar

    IR 2023: 1° lote vai pagar R$ 116 milhões para 72 mil contribuintes do Vale; veja como consultar

    Prazo de entrega da declaração vai até o dia 31 de maio.

    A Receita Federal liberou nesta quarta-feira (24) as consultas ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda 2023, relativo ao ano-base 2022. No Vale do Paraíba, cerca de 72 mil contribuintes receberão a restituição no primeiro lote. O montante somado é de R$ 116 milhões.

    Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”.

    A Receita Federal lembrou que disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que possibilita consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

    Veja as datas dos pagamentos das restituições nesse ano:
    1º lote: 31 de maio
    2º lote: 30 de junho
    3º lote: 31 de julho
    4º lote: 31 de agosto
    5º lote: 29 de setembro
    O Fisco vai disponibilizar o crédito bancário para 72.267 contribuintes no dia 31 de maio, totalizando o valor de R$ 116.321.192,00, referente ao Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira. O valor de restituição é a devolução do montante a mais pago ou retido na fonte antes da declaração de ajuste anual.

    No primeiro lote devem receber os contribuintes idosos, portadores de alguma deficiência, professores e quem declarou o imposto no começo do período indicando o pix como meio para receber a restituição.

    Entrega ainda está aberta
    O prazo de envio da declaração do Imposto de Renda desse ano termina em 31 de maio, quarta-feira da próxima semana. A Receita Federal espera receber até 39,5 milhões de declarações nesse ano.

    Veja quem é obrigado a declarar:
    quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2022. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado;
    contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
    quem obteve, em qualquer mês de 2022, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
    quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
    quem teve, em 2022, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
    quem tinha, até 31 de dezembro de 2022, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
    quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2022.

  • Receita abre nesta quarta consulta a 1º lote do IRPF 2023 e pagará R$ 7,5 bi, maior valor da história

    Receita abre nesta quarta consulta a 1º lote do IRPF 2023 e pagará R$ 7,5 bi, maior valor da história

    Pessoas acima de 80 anos têm prioridade na restituição. Neste ano, quem adotou declaração pré-preenchida ou optou por receber via PIX também entra na lista de prioridades.

    A Receita Federal informou que abrirá a partir das 10h desta quarta-feira (24) as consultas ao primeiro lote de restituição do IRPF 2023, ano-base 2022.

    Segundo o órgão, as restituições somarão R$ 7,5 bilhões, o que tornará esse lote o maior já pago na história. O crédito bancário será feito no dia 31 de maio para 4.129.925 contribuintes.

    O governo informou que esse valor será destinado a contribuintes com prioridade no recebimento. Veja abaixo:

    246.013 contribuintes idosos acima de 80 anos,;
    2.464.031 contribuintes entre 60 e 79 anos;
    163.859 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;
    1.052.002 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
    204.020 contribuintes que receberam prioridade por terem utilizado a declaração pré-preenchida ou optado por receber a restituição via PIX.

    Pelas regras do IR, os contribuintes que têm prioridade legal no recebimento da restituição começam pelos idosos acima de 80 anos.

    Em seguida, vêm os pagamentos para contribuintes que adotarem o modelo pré-preenchido, ou que optarem por receber a restituição via PIX (sistema de transferências em tempo real). Essa foi uma novidade trazida pelo Fisco neste ano.

    Consultas
    Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”.

    A Receita Federal lembrou que disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que possibilita consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

    Veja as datas dos pagamentos das restituições nesse ano:

    1º lote: 31 de maio
    2º lote: 30 de junho
    3º lote: 31 de julho
    4º lote: 31 de agosto
    5º lote: 29 de setembro

    Malha fina
    O contribuinte poderá saber, ao realizar a consulta, se há ou não pendências que impeçam o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada “malha fina”.

    Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o “extrato” do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

    Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

    Veja o passo a passo do extrato do IR
    As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

    Entrega ainda está aberta
    O prazo de envio da declaração do Imposto de Renda desse ano termina em 31 de maio, quarta-feira da próxima semana. A Receita Federal espera receber até 39,5 milhões de declarações nesse ano.

    Veja quem é obrigado a declarar:

    quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2022. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado;
    contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
    quem obteve, em qualquer mês de 2022, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
    quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
    quem teve, em 2022, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
    quem tinha, até 31 de dezembro de 2022, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
    quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2022.
     

  • Petrobras anuncia fim da paridade de importação do petróleo e nova política de preço para combustíveis

    Petrobras anuncia fim da paridade de importação do petróleo e nova política de preço para combustíveis

    Estatal diz que reajustes serão feitos sem periodicidade, ‘evitando o repasse para os preços internos’ da volatilidade internacional e do câmbio.

    A Petrobras anunciou nesta terça-feira (16) o fim da paridade de preços do petróleo – e dos combustíveis derivados, como gasolina e diesel – com o dólar e o mercado internacional.

    Pela regra em vigor desde 2016, o preço desses produtos no mercado interno acompanha as oscilações internacionais, ou seja, não há intervenção do governo para garantir preços menores.

    A Petrobras anunciou o fim desse mecanismo automático.

    “Os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz o comunicado.

    No cálculo anterior, chamado de Preço de Paridade de Importação (PPI), a Petrobras considerava o valor do petróleo no mercado global e custos logísticos como o fretamento de navios, as taxas portuárias e o uso dos dutos internos para transporte.

    Segundo a nota oficial da Petrobras, a nova “estratégia comercial” usa duas referências de mercado:

    o “custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precificação”, e
    o “valor marginal para a Petrobras”.
    1️⃣ “O custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos”, explica o comunicado da Petrobras.

    2️⃣ Já o “valor marginal”, segundo a petroleira, é “baseado no custo de oportunidade dadas as diversas alternativas para a companhia dentre elas, produção, importação e exportação do referido produto e/ou dos petróleos utilizados no refino”.

    “Com a mudança, a Petrobras tem mais flexibilidade para praticar preços competitivos, se valendo de suas melhores condições de produção e logística e disputando mercado com outros atores que comercializam combustíveis no Brasil, como distribuidores e importadores”, diz o texto.
    Entenda no vídeo abaixo a política de preços da Petrobras que vigorou desde 2016 e, agora, foi revogada pelo governo:

    Lula quer ‘abrasileirar’ o preço
    Desde a campanha, o hoje presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vinha falando em “abrasileirar” o preço dos combustíveis. O que, de modo geral, significa criar mecanismos para reduzir o impacto dessas oscilações internacionais do petróleo nas bombas dos postos.

    Em um comunicado no último domingo (14), a Petrobras informou que analisaria o tema nesta semana.

    Prates fala em manter competitividade
    Na sexta-feira (12), o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, já havia antecipado que a petroleira deveria decidir nesta semana sobre os reajustes de combustíveis e a nova política de preços praticada pela estatal.

    Questionado sobre o novo critério utilizado para definição de preços nas refinarias, Prates afirmou que será o de “estabilidade versus volatilidade”. Segundo ele, o novo formato deverá evitar tanto a estagnação de preços quanto o que chamou de “maratona” de reajustes.

    “Não precisamos voltar ao tempo em que não houve nenhum reajuste no ano inteiro. Em 2006 e em 2007 aconteceu isso. E também não precisamos viver dentro da maratona de 118 reajustes para um único combustível, como foi em 2017, o que levou à crise enorme da greve dos caminhoneiros”, afirmou ele, na ocasião.

    Prates disse também que, mesmo com a mudança, a Petrobras continuará seguindo a referência internacional e mantendo a competitividade interna. “Nós não vamos perder venda. Não vamos deixar de ter o preço mais atrativo para os nossos clientes.”

    O presidente mencionou também a produção brasileira dentro da composição de preços, citando a estrutura de escoamento, de transporte, a capacidade de refino e a fonte de petróleo do país.

    “Tudo isso faz parte de um modelo de preços empresarial que a Petrobras vai conversar melhor na semana que vem”, concluiu.

    Novo cálculo não foi divulgado
    O comunicado da Petrobras, no entanto, não apresenta uma fórmula clara indicando qual será o peso de cada fator no novo cálculo.

    Sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o economista Adriano Pires afirmou ao g1 que o comunicado da Petrobras é confuso e “tumultua o mercado” ao dizer, por exemplo, que o preço de paridade “passa a ser uma referência”.

    Pires chegou a ser cotado para assumir o comando da Petrobras, em 2022, mas desistiu em meio a uma apuração sobre possível conflito de interesses – já que, como especialista na área, ele havia prestado consultoria a investidores privados.

    “Esse tipo de anúncio que vem sendo feito está tumultuando o mercado. O dono de posto que compra gasolina, o distribuidor, ninguém está comprando nem vendendo. A própria Petrobras para de vender”, avaliou.

     

     

  • Inflação deve romper trégua e voltar a subir no 2º semestre; saiba o que vai ficar mais caro e por quê

    Inflação deve romper trégua e voltar a subir no 2º semestre; saiba o que vai ficar mais caro e por quê

    Economistas projetam inflação acima de 6% para o fim de 2023. Seria o terceiro ano seguido em que o país estoura a meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador considerado a inflação oficial do país, apresentou desaceleração em abril em relação a março. Com o avanço de 0,61% no mês, o país passou a ter uma inflação acumulada de 4,18% em 12 meses.

    O índice está, atualmente, dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3,25% em 2023. Ela é considerada cumprida caso encerre o ano entre o piso de 1,75% e o teto de 4,75%.

    Mas as projeções de inflação mostram que o resultado deve voltar a romper o teto da meta ao longo do segundo semestre — o que pode resultar no terceiro ano seguido de estouro. A expectativa de especialistas ouvidos pelo g1 é que, a partir de julho, o índice acumulado de preços na janela de 12 meses volte a uma trajetória de alta, chegando a mais de 6% no fim do ano.

    Um conjunto de fatores explica a situação. O primeiro deles é a base de comparação para o acumulado em 12 meses. No ano passado, os meses de julho, agosto e setembro apresentaram deflação por causa das desonerações de itens essenciais ao longo da corrida eleitoral.

    Dessa forma, a expectativa é que, nas divulgações que acontecem ao longo do segundo semestre deste ano, a redução de impostos em itens importantes para a inflação comece a sair da contagem. Isso resulta, consequentemente, em um aumento do índice de inflação em 12 meses.

    A grande “vilã” do segundo semestre, estimam os especialistas, será a gasolina, que se enquadra no grupo de preços administrados (entenda mais abaixo). Também entram na conta os aumentos de itens como medicamentos, alimentação fora de casa, vestuário e até as loterias.

    O combate à inflação é a missão central do Banco Central do Brasil. Portanto, uma aceleração do índice traz mais incerteza sobre quando será possível baixar a taxa básica de juros do país, a Selic. Quanto mais altos os preços, maiores as chances de que o Comitê de Política Monetária (Copom) mantenha a taxa básica em níveis elevados em suas próximas reuniões.

    A Selic está atualmente em 13,75% ao ano, e tem sido alvo de duras críticas por parte do governo Lula (PT), que acusa o BC de prejudicar o crescimento da economia brasileira ao encarecer o custo do crédito e ao desestimular investimentos. (entenda mais abaixo)

    O que explica a alta no segundo semestre
    A alta do IPCA nos últimos seis meses de 2023 deve ser potencializada pela forte influência dos chamados preços administrados – aqueles que são monitorados, dependem de algum órgão público ou incluem impostos e taxas, como os combustíveis e as contas de água e de luz.

    O economista André Braz, coordenador do Índice de Preços do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, estima que os primeiros reflexos da alta desse conjunto de itens serão percebidos já na inflação de julho, com o forte impacto da gasolina.

    Um dos motivos da alta do combustível é a padronização do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) entre os estados, que entrará em vigor em 1º de junho. A mudança estabelece a alíquota única tanto para a gasolina quanto para o álcool anidro, que é utilizado na composição da gasolina vendida nos postos.

    Braz explica que, pelas estimativas, a gasolina pode subir mais de 10% em algumas cidades do país. O combustível tem grande peso sobre a inflação oficial, e compromete quase 5% do orçamento familiar.

    “Isso significa que, para cada 1% de aumento que a gasolina apresenta, ela impacta a inflação oficial em 0,05 ponto percentual. Se for 10% [de aumento na gasolina], 0,5% [do IPCA] em julho pode vir só por conta da gasolina”, calcula Braz.
    O aumento no preço do combustível deve ocorrer mesmo diante do viés de baixa no preço do barril do petróleo no mercado internacional e da valorização do real frente ao dólar, acrescenta o economista, lembrando que o cenário também depende da política de preços praticada pela Petrobras.

    A estatal baliza os valores das vendas às distribuidoras com base no preço de paridade de importação (PPI). A política oficial de preços da Petrobras foi criada em 2016, orientada pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e pelo câmbio.

    Renúncias fiscais
    As renúncias fiscais adotadas em 2022, em meio à corrida eleitoral, causaram uma redução atípica nos preços ao longo do segundo semestre daquele ano. Um exemplo é a limitação do ICMS sobre combustíveis, conta de luz, comunicações e transportes, aprovado no mês de junho.

    Os resultados foram três meses seguidos de deflação: julho (-0,68), agosto (-0,36) e setembro (-0,29), o que reduziu o acumulado inflacionário em 12 meses. Cenário que, no entanto, será bem diferente este ano.

    “A gente não vai ver isso de novo em 2023. Muito pelo contrário. Existe agora a recuperação de impostos que foram cortados no último ano. E isso vai puxar a inflação para cima no segundo semestre”, explica Braz, da FGV.

    Além da volta dos tributos, o distanciamento dos resultados atípicos de 2022 é outro fator que vai influenciar no acumulado da inflação no segundo semestre de 2023, aponta Guilherme Moreira, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, da USP.

    O economista explica que, com aqueles resultados saindo das contas, deve ocorrer naturalmente uma elevação da inflação acumulada no segundo semestre. O índice atual, portanto – na casa dos 4% na janela de 12 meses –, tende a ser o acumulado mais baixo do ano.

    “Por que a inflação deve fechar o ano acima de 6%? Porque, no ano passado, houve fatores que seguraram artificialmente a inflação. Agora, há tributos que voltam. Portanto, pegamos uma parte da inflação que poderia ter acontecido no ano passado e está sendo jogada para este ano”, diz Moreira. “E isso vai acontecer mais intensamente no segundo semestre.”
    Setor de serviços e reflexos da pandemia
    A alimentação fora de casa também é item de destaque na alta da inflação. O aumento nos preços tem relação direta com a retomada das atividades, que se intensificou no segundo semestre de 2022, mas continua com força em 2023, após os picos da pandemia de Covid-19.

    “Além da alimentação fora de domicílio, o [aumento de preços no próprio setor de] vestuário também reflete essa volta ao trabalho presencial. Portanto, os serviços associados a essa retomada devem continuar tendo reflexos nos preços represados”, afirma Moreira, da Fipe/USP.
    André Braz, da FGV, reforça que os serviços de maior peso no orçamento familiar são indexados (ou seja, sofrem reajustes de acordo com índices de períodos anteriores), como o aluguel residencial, mensalidade escolar e planos de saúde.

    “Tudo isso carrega um pouco da inflação do ano anterior. Isso é ruim, porque cria uma persistência inflacionária maior em torno de serviços”, diz. “A inflação de serviços está mais que o dobro do que a gente tem para a meta deste ano, que é de 3,25%.”

    O economista explica que o peso dos serviços no orçamento familiar é de 30%, enquanto os preços monitorados “engolem” 25% da renda.

    “Então, temos mais da metade do orçamento familiar comprometido com coisas que não vão aliviar na inflação em 2023. Por isso, o Banco Central tem adiado o início de corte da taxa de juros”, conclui Braz.
    O que esperar do preço dos alimentos com a subida da taxa de inflação no 2º semestre

    Outros reajustes
    Os remédios também são lembrados pelos especialistas entre os itens em alta. Uma resolução do governo federal passou a permitir, já a partir de 31 de março, reajuste de até 5,6% nos preços dos medicamentos. Os valores podem ser repassados pelas farmácias de uma vez ou ao longo do ano.

    Houve ainda o reajuste das loterias. Além da Mega-Sena e da Lotofácil, tiveram aumento a Quina, Lotomania, Timemania e Dia de Sorte. A alta, anunciada pela Caixa Econômica Federal no início de abril, foi de até 25% nos jogos, e passou a valer no fim do mesmo mês. A justificativa do banco foi justamente a recomposição dos valores diante da inflação.

    “As loterias comprometem 1% do orçamento familiar. Elas estão no exemplo de preços monitorados e engrossam a lista de coisas que vão fazer esse grupo de despesas avançar este ano”, complementa Braz.
    O economista destaca ainda a alta das passagens aéreas, em meio à recuperação da mobilidade após as restrições impostas pela Covid-19. “As passagens já aumentaram mais de 40% em 12 meses”, lembra.

    Expectativa para a taxa de juros
    A persistência da inflação é um dos principais fatores de influência para as decisões do Banco Central pela manutenção da taxa de juros do país. A Selic em 13,75% ao ano tem irritado particularmente o presidente Lula, que pressiona o BC pela queda no preço do crédito no país.

    No último comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, em 3 de maio, a autoridade monetária não apenas manteve a taxa de juros inalterada como voltou a sinalizar que poderá “retomar o ciclo de ajuste”, caso necessário.

    “O Comitê avalia que a conjuntura demanda paciência e serenidade na condução da política monetária. O Copom enfatiza que, apesar de ser um cenário menos provável, não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso o processo de desinflação não transcorra como esperado”, disse o texto.
    Isso significa que o BC poderá voltar a aumentar a Selic em outro momento, se necessário. Porém, desta vez, o próprio Copom reconheceu, diferentemente do comunicado anterior, que este é um “cenário menos provável”.

    O Comitê citou ainda as incertezas sobre o desenho do arcabouço fiscal, que deve ser discutido na Câmara dos Deputados na semana que vem. As próximas reuniões do Copom para decisão sobre a taxa de juros serão nos dias 20 e 21 de junho.

  • Vitória Supermercados: praticidade e economia para toda a família em Manaus

    Vitória Supermercados: praticidade e economia para toda a família em Manaus

    O Vitória Supermercados é uma das melhores opções em compras para a família em Manaus. Com uma grande variedade de produtos e ofertas especiais, a rede de supermercados se destaca por oferecer tudo o que é necessário para a rotina doméstica.

    O Casal Silva é um exemplo de clientes satisfeitos com a experiência de compras no Vitória Supermercados. Eles afirmam que encontram tudo o que precisam em um só lugar, com preços competitivos e um atendimento de excelência.

    O caso Vitória é um exemplo de como a rede de supermercados se preocupa em atender bem seus clientes. Além de uma grande variedade de produtos, a rede oferece promoções e descontos especiais, tornando as compras ainda mais acessíveis para as famílias.

    Com uma equipe de colaboradores treinados e prestativos, o Vitória Supermercados oferece um atendimento de qualidade, buscando atender às necessidades e preferências de cada cliente. O objetivo é garantir que as compras sejam feitas de forma prática e eficiente, sem perder a qualidade dos produtos.

    Além disso, o Vitória Supermercados oferece uma experiência de compras segura e confortável para toda a família. As lojas são amplas e bem organizadas, com carrinhos e cestas disponíveis para os clientes. Também são adotadas medidas de higiene e segurança para garantir a tranquilidade dos clientes durante as compras.

    Em resumo, o Vitória Supermercados é uma excelente opção para quem busca praticidade, qualidade e economia na hora de fazer compras em Manaus. Com uma grande variedade de produtos, ofertas especiais, atendimento de excelência e uma experiência de compras segura e confortável para toda a família, a rede de supermercados se destaca na região e é uma escolha certeira para as compras do dia a dia.

  • Bilionários da Forbes: de onde vem a fortuna dos homens mais ricos do Brasil

    Bilionários da Forbes: de onde vem a fortuna dos homens mais ricos do Brasil

    Jorge Paulo Lemann lidera a lista, seguido por Marcel Herrmann Telles, Eduardo Saverin, Carlos Alberto Sicupira e Alexandre Behring.

    A Forbes divulgou nesta terça-feira (4) a lista anual dos mais ricos do mundo. No total, mais de 50 brasileiros integram o ranking — a maioria, homens.

    Entre os cinco homens mais ricos do país, Jorge Paulo Lemann, sócio-fundador da 3G Capital Partners, lidera a lista, com uma fortuna de mais de US$ 15 bilhões. Além dele, outros três acionistas da companhia estão no topo do ranking de bilionários, assim como o cofundador do Facebook.

    Veja abaixo os cinco homens mais ricos do Brasil de acordo com a Forbes, sua posição no ranking mundial e sua fortuna aproximada.

    Jorge Paulo Lemann e família, na 108ª posição: US$ 15,8 bilhões
    Marcel Herrmann Telles, na 165ª posição: US$ 10,6 bilhões
    Eduardo Saverin, na 171ª posição: US$ 10,2 bilhões
    Carlos Alberto Sicupira e família, na 232ª posição: US$ 8,6 bilhões
    Alexandre Behring, na 511ª posição: US$ 5,2 bilhões
    Veja abaixo de onde vem a fortuna dos homens mais ricos do Brasil.

    Veja também: de onde vem a fortuna das mulheres mais ricas do Brasil
    Jorge Paulo Lemann, sócio-fundador da 3G Capital Partners
    O empresário Jorge Paulo Lemann se mantém como um dos mais ricos do Brasil mesmo após perdas recentes com o caso Americanas. Ele é um dos principais sócios da empresa de investimentos 3G Capital Partners, que aplica recursos na varejista e em outras empresas.

    Nascido no Rio de Janeiro em 26 de agosto de 1939, Lemann tem dupla nacionalidade – é filho de suíços que imigraram para o Brasil no começo do século 20. Órfão de pai aos 14 anos, foi um estudante dedicado e, seguindo os passos de um primo, se formou em economia em Harvard.

    Iniciou sua carreira atuando em bancos e financeiras até começar a atuar no mercado de capitais, o que o levou a se tornar, em meados da década de 1960, sócio da financeira Invesco, que quebrou em 1966. Lemann se tornou sócio, então, da corretora Libra, da qual tentou comprar o controle.

    No começo de 1970, o empresário vendeu sua participação na corretora Libra por US$ 200 mil. No ano seguinte, comprou título da Corretora Garantia, onde viria a conhecer os sócios Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira.

    Mais tarde, tornou-se acionista controlador da Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do mundo. Em 2016, a empresa comprou a cervejaria SABMiller por quase US$ 100 bilhões.

    Lemann e seus sócios Telles e Sicupira também possuem participações na Restaurant Brands International, controladora do Burger King e da rede canadense de cafés Tim Hortons.

    Marcel Herrmann Telles, sócio-fundador da 3G Capital Partners

    O segundo homem mais rico do Brasil, de acordo com o ranking da Forbes, Marcel Herrmann Telles é sócio de Lemann e Sicupira na 3G Capital. O empresário nasceu no Rio de Janeiro, em 23 de fevereiro de de 1950, e estudou no Colégio Santo Inácio, um dos mais tradicionais do Rio.

    Telles cursou economia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nos últimos períodos do curso, passou a direcionar sua formação profissional rumo ao mercado financeiro ao notar a ascensão econômica dos colegas de faculdade que já trabalhavam na área.

    Começou sua carreira trabalhando para a corretora Marcelo Leite Barbosa, uma das maiores do país na época, conferindo boletos da bolsa de valores entre meia-noite e 6h da manhã. Pouco tempo depois, pediu transferência para a área de open market da corretora — o que não deu certo.

    Decidiu, então, procurar outro emprego, cuja busca o levou ao Banco Garantia, onde conheceu os empresários Lemann e Sicupira, com os quais viria a formar, anos depois, um dos maiores impérios empresariais no Brasil.

    Eduardo Saverin, o brasileiro que ajudou a criar o Facebook

    Na lista dos mais ricos do país, Eduardo Saverin é conhecido por ser um dos cofundadores do Facebook, junto com Mark Zuckerberg, a quem conheceu enquanto estava na faculdade.

    Saverin nasceu em 1982 na cidade de São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. Ele se formou em economia em Harvard, onde conheceu Zuckerberg. Sua fortuna veio de uma participação minoritária do Facebook, que viria a crescer anos mais tarde.

    Nos anos seguintes, Saverin e Zuckerberg discordaram sobre os rumos da empresa. O embate foi parar na Justiça e foi retratado no filme “A Rede Social” (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield.

    O empresário vive com a mulher e o filho em Singapura desde 2012, quando renunciou a sua cidadania americana e, desde 2016, é responsável pelo fundo de risco B Capital, criado com o Boston Consulting Group e o investidor Raj Ganguly.

    Carlos Alberto Sicupira, sócio-fundador da 3G Capital Partners

    A maior parcela da fortuna de Sicupira vem de suas ações na cervejaria AB InBev, com cerca de 3% de participação, segundo a Forbes. O bilionário é um dos principais sócios da empresa de investimentos 3G Capital, ao lado de Lemann e Telles.

    Filho de uma dona de casa e um funcionário público que fez carreira no Banco do Brasil, Sicupira nasceu no Rio de Janeiro em 1º de maio de 1948.

    Ainda adolescente, começou a empreender com venda de carros usados. Ele cursou administração de empresas na UFRJ e também tem especialização na Universidade de Harvard.

    Em 2000, criou a Fundação Brava, que investe em projetos de melhoria da gestão pública e de organizações sem fins lucrativos. Ele também é um dos investidores da Fundação Estudar, entidade que oferece bolsas de estudo para estudantes talentosos nas melhores universidades do mundo.

  • Conformidade Legal e Prevenção de Fraudes: Como Lucas Soares Fontes pode ajudar a sua empresa

    Conformidade Legal e Prevenção de Fraudes: Como Lucas Soares Fontes pode ajudar a sua empresa

    Lucas Soares Fontes é um renomado especialista em administração de empresas, com vasta experiência em ajudar empresas a enfrentar os desafios do mundo dos negócios atual. Como consultor, ele traz uma abordagem inovadora para maximizar a eficiência operacional e a rentabilidade em diferentes setores da economia.

    Lucas Soares Fontes entende a importância da conformidade com as obrigações legais, incluindo o INSS, para o sucesso das empresas. Ele pode ajudar as organizações a implementar estratégias eficazes para garantir o cumprimento dessas obrigações e evitar multas e outras sanções.

    Além disso, Lucas Soares Fontes é especialista em prevenção de fraudes, uma habilidade cada vez mais importante no cenário atual, onde as técnicas de fraude estão se tornando cada vez mais sofisticadas. Ele pode ajudar as empresas a desenvolver planos eficazes de prevenção de fraudes, incluindo a implementação de sistemas de controle interno e a adoção de políticas rigorosas de detecção e relato de fraudes.

    Lucas Soares Fontes também é um defensor da diversidade e inclusão nas empresas. Como consultor, ele pode ajudar as organizações a desenvolver estratégias eficazes para promover a diversidade e inclusão em todos os níveis da organização, ajudando a aumentar a representatividade de grupos minoritários nos cargos de liderança e influência dentro das empresas.

    Em resumo, Lucas Soares Fontes é um especialista em administração de empresas que pode ajudar as empresas a enfrentar os desafios do mundo dos negócios de hoje. Com sua vasta experiência em conformidade com as obrigações legais do INSS, prevenção de fraudes e promoção da diversidade e inclusão, ele pode ajudar as empresas a maximizar a eficiência operacional e a rentabilidade, além de promover um ambiente de trabalho mais justo e inclusivo.