Tag: São Paulo

  • Médico é procurado pela polícia após ser acusado de estuprar ao menos seis pacientes em clínica do Tatuapé, Zona Leste de SP

    Médico é procurado pela polícia após ser acusado de estuprar ao menos seis pacientes em clínica do Tatuapé, Zona Leste de SP

    Segundo as vítimas, Paulo Augusto Berchielli, de 63 anos, aproveitava a sedação de pacientes para cometer os abusos. Conselho Regional de Medicina (Cremesp) diz que investiga o proctologista. Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e está foragido.

    O médico proctologista Paulo Augusto Berchielli, de 63 anos, é procurado pela polícia acusado de estuprar ao menos seis pacientes em uma clínica do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.

    Ao menos duas pacientes relataram à polícia que foram abusadas logo depois de terem sido operadas. O médico está foragido e, procurada, a defesa dele não se pronunciou.

    Uma das vítimas do médico falou com o SP1, da TV Globo, na condição de anonimato e disse que procurou a polícia em 24 de agosto. Ela precisava fazer uma cirurgia que era minimamente invasiva e, depois da cirurgia, quando estava sob efeito de anestesia, foi abusada por Paulo Berchielli.

    “Ele pediu para eu tirar toda a roupa novamente. Falei: ‘não tenho condições’. E eu já nem conseguia falar direito. A língua enrolava. Argumentei: ‘pode chamar a moça para me ajudar?’. E ele falou: ‘não, pode deixar que eu te ajudo’. Ele me debruçou em cima da maca, levantou o meu vestido e tirou a minha calcinha. E eu só sentia os trancos, né? Eu com o rosto para a maca. E houve até um momento em que eu estava batendo a cabeça na parede e cheguei a vomitar”, afirmou a moça.

    “Nisso, ele virou a minha cabeça para o lado da pia. Ele mesmo virou a minha cabeça para o lado da pia. Eu tentando falar, mas não conseguia. Eu vi que ele saiu de trás de mim. Porque a pia ficava bem ao lado. E eu vi ele em frente a pia, tirando o papel toalha e se enxugando, se limpando, né? Eu não conseguia falar. E como ele tinha entrado na sala e já tinha me dado mais medicações, eu já não conseguia, ainda menos, falar”, completou.

    O médico atendia na Rua Síria, no Tatuapé. A partir dos relatos das vítimas, a Polícia Civil, através da 5ª Delegacia da Mulher (DDM), abriu um inquérito para apurar as denúncias e colheu provas materiais que estão sob análise do Instituto de Criminalística (IC).

    O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) também abriu investigação contra o médico e ofereceu denúncia contra ele à Justiça, que acatou a argumentação da promotoria e expediu um mandado de prisão contra o proctologista.

    Com isso, a Polícia Civil procura por Paulo Augusto Berchielli, que ainda não se apresentou às autoridades policiais.

    A reportagem do SP1 procurou o advogado do médico, mas não recebeu retorno.

    O que dizem as autoridades
    Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a Polícia Civil concluiu a investigação e também pediu a prisão preventiva do investigado.

    A pasta ressaltou também que não houve perda de nenhum item apreendido durante a investigação – conforme denunciado por uma das vítimas. E que a peça íntima de uma das mulheres foi encaminhada ao IC para elaboração de laudos que foram concluídos e anexados ao inquérito.

    A SSP declarou, ainda, que continua tentando localizar e prender o médico.

    Já o Tribunal de Justiça de SP e o Superior Tribunal de Justiça disseram que o caso está em segredo de justiça.

    O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), por sua vez, falou que continua investigando o médico em questão. Mas que as investigações também tramitam sob sigilo determinado por lei.

     

  • TCE-SP aguarda justificativas da Prefeitura de Presidente Prudente sobre irregularidades em contrato de R$ 62 milhões com empresa de iluminação pública

    TCE-SP aguarda justificativas da Prefeitura de Presidente Prudente sobre irregularidades em contrato de R$ 62 milhões com empresa de iluminação pública

    Órgão aponta que orçamento estimado não foi feito de forma que comprove custos unitários.

    O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) está aguardando justificativas da Prefeitura de Presidente Prudente (SP) e da empresa Stylux Greentech Sistemas de Iluminação e Energia S.A., responsável pela iluminação pública, sobre supostas irregularidades que foram encontradas no contrato de R$ 62 milhões, firmado entre ambas as partes.

    No primeiro processo, o TCE-SP apontou que o orçamento estimado não foi feito de forma que comprove os custos unitários do serviço. De acordo com o órgão, isso deixa de atender leis federais que prezam pela apuração fiel de valores, com possível prejuízo às outras empresas que competiram no processo de licitação.

    O TCE-SP aponta justificativas não aceitáveis pela ausência de comprovação de custo benefício de lotação de iluminação pública ao invés da compra e manutenção direta.

    A fiscalização também apura se houve descumprimento de uma lei federal que pede, no mínimo, um projeto básico contendo elementos necessários e com nível de precisão adequado para caracterizar a obra ou o serviço. Conforme o TCE-SP, é isso que possibilita a avaliação do custo e o reconhecimento da compatibilidade de preço de mercado no contrato.

    Um processo complementar foi aberto pelo TCE-SP para apurar também o cumprimento do contrato. Nele, os fiscais apuram se a empresa não estaria cumprindo as exigências do edital e do contrato, com atraso na substituição das luminárias, especialmente as de maior potência, o que tem impacto negativo na redução dos gastos com energia elétrica, que era pretendida pela administração municipal.

    Além disso, o órgão aponta a falta da emissão de nota fiscal eletrônica para pagamento dos serviços e alega que apenas a fatura está sendo emitida, o que implica em renúncia de arrecadação de imposto sobre serviço de qualquer natureza, ou seja, o imposto para o município não estaria sendo arrecadado.

    O processo ainda não foi julgado, pois está em fase de justificativa das partes. Paralelo a isso, o Ministério Público abriu um inquérito civil sobre o contrato de iluminação pública. De acordo com o promotor Marcelo Creste, o documento está em São Paulo (SP), no Centro de Perícias do Ministério Público do Estado de São Paulo, para avaliação das justificativas técnicas do secretário de Obras.

    O promotor disse ainda que alguns destes apontamentos feitos pelo TCE-SP já foram constatados pela Promotoria da Justiça e contestados pela Prefeitura de Presidente Prudente. A previsão é de que a análise seja devolvida à Promotoria da maior cidade do Oeste Paulista em novembro.

    Prefeitura
    A Prefeitura de Presidente Prudente, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Sosp), informou à TV Fronteira que está ciente dos apontamentos e prestará, dentro do prazo previsto, todos os esclarecimentos solicitados pelo TCE-SP que comprovam a lisura e idoneidade do contrato firmado junto à Stylux, assim como já fez em relação aos questionamentos do Ministério Público, logo após a assinatura do contrato.

    O Poder Executivo disse aidna que todo o processo licitatório e os termos do contrato são públicos, acessíveis a qualquer cidadão, e respeitam os princípios que norteiam a administração pública.

    Posicionamento da Stylux
    A TV Fronteira também solicitou um posicionamento para a empresa Stylux, mas, até o momento desta publicação, não obteve resposta.

  • PM condenado por tentar matar deputada estadual voltou a trabalhar na corporação, diz vítima

    PM condenado por tentar matar deputada estadual voltou a trabalhar na corporação, diz vítima

    Informação foi confirmada durante o julgamento do segundo envolvido no caso, no Fórum de São Vicente. Gustavo de Souza Militão Pavlik foi acusado de ser o responsável por um atentado contra a deputada estadual e ex-repórter da TV Tribuna, Solange Freitas, em novembro de 2020.

    O policial militar Gustavo de Souza Militão Pavlik, condenado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) a cinco anos de prisão, estaria trabalhando na corporação, após um ano da decisão da Justiça. Pavlik foi acusado de ser o responsável por um atentado contra a deputada estadual e ex-repórter da TV Tribuna, Solange Freitas, em novembro de 2020, quando a jornalista era candidata a prefeita de São Vicente (SP).

    A informação sobre o retorno do PM ao trabalho foi confirmada pelo advogado de defesa de Diego Nascimento Pinto. Diego é apontado como o segundo envolvido no crime. O julgamento dele começou no Fórum de São Vicente nesta terça-feira (24) e segue nesta quarta (25).

    Segundo a deputada estadual, Pavlik está em liberdade. “Eu soube que ele já saiu da cadeia e pior ainda, que ele voltou para PM. Como pode um condenado por tentativa de homicídio voltar à corporação? Não dá pra acreditar né?”, disse Solange.

    Na época, o policial perdeu o cargo público, uma vez que a conduta dele foi considerada incompatível com a responsabilidade e o grau de compromisso com o bem comum exigidos pela corporação. O documento, que o g1 teve acesso, diz que “embora [ele] não possa ser considerado tecnicamente como detentor de maus antecedentes, o fato é que sua culpabilidade foi intensa”, explicava a sentença.

    Solange disse ainda que vai buscar esclarecimentos juntos aos órgãos estaduais. “Eu vou procurar a Segurança Pública do estado e o governador, porque não é possível que isso tenha acontecido. Se isso aconteceu comigo, que sou uma deputada, imagina o que não acontece com a população?”, finalizou.

    O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública, mas não obteve um retorno até a última atualização desta reportagem.

    Segundo envolvido
    O julgamento de Diego Nascimento Pinto, um dos acusados de participar do atentado contra a deputada estadual Solange Freitas (União Brasil) em novembro de 2020, começou na terça-feira (24), no Fórum de São Vicente, no litoral de São Paulo, e deve ser concluído nesta quarta (25).

    De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo, serão ouvidas cinco testemunhas de acusação e três de defesa. Depois das oitivas, o réu será interrogado. Diego é julgado pelos crimes de participação por tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe e mediante recurso, que dificultou a defesa da vítima.

    Relembre o caso

    A candidata à Prefeitura de São Vicente pelo PSDB, Solange Freitas, e outras quatro foram alvos de tiros enquanto passavam pela Avenida Monteiro Lobato, na Vila Voturuá, por volta das 10h30 do dia 11 de novembro de 2020 (veja vídeo acima).

    Um motociclista se aproximou do carro com a equipe, atirou na direção da janela do passageiro e fugiu em seguida. No entanto, o carro era blindado e ninguém ficou ferido.

    No mês anterior ao atentado, criminosos invadiram o comitê eleitoral da candidata. A porta do local e uma placa, com o nome de Solange, foram destruídos. A fiação elétrica também foi furtada.

    Solange Freitas
    Solange Freitas é jornalista e começou a atuar na região na TV Litoral em 1991. Já em 2005, ela entrou para a equipe da TV Tribuna, afiliada da TV Tribuna na Baixada Santista e Vale do Ribeira.

    Ela atuou como repórter até o início de 2020, quando se desligou da empresa para concorrer a Prefeitura de São Vicente pelo PSDB. Ela não venceu as eleições municipais, mas em 2022, foi eleita deputada estadual pelo partido União Brasil, com 81.870 votos.

  • Conselho de Ética da Alesp aprova representação por quebra de decoro contra deputada do PSOL

    Conselho de Ética da Alesp aprova representação por quebra de decoro contra deputada do PSOL

    Mônica Seixas usou a palavra ‘token’ ao se referir à secretária de Políticas para a Mulher de SP, Sonaira Fernandes. Termo se refere a ações ou pessoas que representam a falsa inclusão de minorias.

    O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa (Alesp) votou nesta terça-feira (24) pela admissibilidade de representação contra a deputada de oposição Monica Seixas (PSOL) por quebra de decoro parlamentar. Em agosto, Monica se referiu à secretária de Políticas Para a Mulher de São Paulo, Sonaira Fernandes (Republicanos), como “token” durante reunião da Comissão de Defesa e dos Direitos das Mulheres.

    O termo vem do período de luta por direitos civis na década de 1960 nos Estados Unidos e é utilizado para apontar uma falsa inclusão de minorias, por meio de concessões que simbólicas.

    “Ela declarou aqui muitas vezes que está nesse lugar porque assim o deseja. E a gente também sabe que mulheres e negros que são usados como ‘token’ para atrasar a luta das mulheres e a luta de negros e negras também está nesse lugar, muitas vezes, porque querem, então me solidarizo a todos que são vítimas da ausência do Estado por conta da imobilização que a gente sofre nessa pauta, nesse momento no estado”, disse Monica na reunião em que recebeu a secretária.

    A representação foi feita pela deputada governista Valeria Bolsonaro (PL), presidente da Comissão de Defesa e dos Direitos das Mulheres na Alesp.

    Monica Seixas também fez uma representação por quebra de decoro parlamentar contra Valéria, sob a acusação de racismo simbólico por seguidas interrupções em suas falas na mesma reunião de 8 de agosto.

    O Conselho de Ética também votaria a admissibilidade dessa representação na sessão desta terça-feira, mas não o fez. A justificativa do conselho, presidido pelo deputado Barros Munhoz (PSDB), é a de que não houve tempo hábil para a votação das duas representações, e que a admissibilidade será votada na próxima reunião. Das sete reuniões convocadas pelo conselho neste semestre, quatro não foram válidas: três não tiveram quórum e uma foi cancelada.

    Monica Seixas agora tem o prazo de cinco sessões ordinárias da Alesp para apresentar a sua defesa ao conselho. Se a representação avançar após a defesa, um relator será nomeado para analisar o caso e sugerir o encaminhamento, que pode ser desde o arquivamento até sanções previstas no Código de Ética e Decoro Parlamentar, como advertências, suspensão e até mesmo a perda do mandato.

    Na última legislatura, o deputado Fernando Cury (então no Cidadania), foi suspenso por seis meses após tocar o seio da parlamentar Isa Penna (então no PSOL), e Arthur do Val (União Brasil) teve o mandato cassado após o vazamento de falas sexistas em relação a refugiadas ucranianas.

    ‘Perseguição’
    Em posicionamento divulgado à imprensa, Monica Seixas afirma que “vem sendo reiteradamente perseguida pela ala conservadora da Alesp”. Segundo a parlamentar, ela foi acusada equivocadamente de falas racistas, “quando na verdade sua fala se refere a instrumentos utilizados por pessoas brancas para demonstrar uma falsa ideia de diversidade e inclusão”.

    A líder do PSOL na Alesp afirma ainda que tem sido submetida de “forma orquestrada” a violência política de raça e gênero. “Os parlamentares votaram pela admissibilidade da investigação de Valéria Bolsonaro contra Monica Seixas, contudo derrubaram a sessão no momento de votar a representação contra Valéria Bolsonaro feita por Monica Seixas, que aponta todo o racismo e violência sofridos na situação em questão”.

    A Secretaria de Políticas para a Mulher de Tarcísio
    Conservadora, Sonaira Fernandes já disse que “o feminismo é a sucursal do inferno”. Em maio, a secretária viajou para a Suíça para participar de evento organizado pela ONG Parlamento e Fé, que declara ter, entre suas funções, a de fazer discípulos de Jesus Cristo na política. O salário da secretária não foi descontado no período, e a pasta afirmou que, no evento, Sonaira apresentaria as políticas do estado sobre saúde da mulher, empreendedorismo feminino e combate à violência doméstica.

    Balanço feito pela TV Globo na época mostrou que, em 120 dias de governo, a secretaria ainda não tinha orçamento para suas ações. Além disso, nada de efetivo tinha sido apresentado pela pasta no Diário Oficial. Em quatro meses, os únicos registros foram quatro convocações de reunião e uma publicação que designava o endereço da sede da secretaria.

  • Acusado de tentar matar deputada estadual e ex-repórter é julgado no litoral de SP

    Acusado de tentar matar deputada estadual e ex-repórter é julgado no litoral de SP

    Julgamento acontece no Fórum de São Vicente (SP), nesta terça-feira (24). Atentado contra Solange Freitas ocorreu em 2020, quando ela era candidata a prefeita de São Vicente. Diego Nascimento Pinto foi preso no início deste ano.

    O julgamento de Diego Nascimento Pinto, um dos acusados de participar do atentado contra a deputada estadual Solange Freitas (União Brasil) em novembro de 2020, é realizado nesta terça-feira (24), no Fórum de São Vicente, no litoral de São Paulo. Na época do crime, ela era candidata a prefeita da cidade.

    A tentativa de homicídio aconteceu na Avenida Monteiro Lobato, na Vila Voturuá, quatro dias antes das eleições municipais de 2020. O réu foi preso no dia 5 de fevereiro de 2023 e segue em regime fechado na Penitenciária Compacta de Tupi Paulista.

    De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo, serão ouvidas cinco testemunhas de acusação e três de defesa. Depois das oitivas, o réu será interrogado. Diego será julgado pelos crimes de participação por tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe e mediante recurso, que dificultou a defesa da vítima.

    Segundo o advogado Ricardo Ponzetto, que representa Solange, o julgamento seria realizado no dia 10 de outubro e foi remarcado para esta terça-feira (24), pois a defesa de Diego Nascimento Pinto utilizou uma prova que não estava anexada ao processo.

    “O inocente não se cala, normalmente ele vem com todas as provas. Para nós, é uma medida que será discutida em plenário e será tranquilamente afastada”, disse.

    Já o advogado Mário Badures, que representa o acusado, afirmou ter sinalizado, que utilizaria a prova no julgamento. No entanto, de acordo com ele, a acusação protestou, alegando não ter recebido tempo para se preparar para esta argumentação. Assim, houve a decisão pela mudança de data.

    “Temos certeza que vamos provar a inocência do réu Diego no Tribunal do Juri de São Vicente. Hoje, o réu será submetido a seus pares narrando todos os detalhes e provando que não tem nenhum tipo de participação nesse crime”, esclareceu Bandures.

    Prisão do réu
    Diego foi preso após ser localizado na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, em Praia Grande. De acordo com informações obtidas pelo g1, a Equipe Tática da Polícia Militar estava realizando um patrulhamento, na altura do Km 302, quando um veículo, ao perceber a aproximação da viatura, mudou de faixa de rolamento, facilitando a abordagem.

    Os policiais realizaram busca pessoal e vistoria do veículo e nada de ilícito foi encontrado. No entanto, ao ser questionado sobre os documentos pessoais, Diego Nascimento Pinto declarou que não estava com eles e informou os números verbalmente.

    Após consulta, os policiais confirmaram que tratava-se de um procurado da Justiça pelo crime de homicídio tentado contra a então candidata à prefeitura de São Vicente, Solange Freitas.

    Relembre o caso
    A candidata à Prefeitura de São Vicente pelo PSDB, Solange Freitas, e outras quatro foram alvos de tiros enquanto passavam pela Avenida Monteiro Lobato, na Vila Voturuá, por volta das 10h30 do dia 11 de novembro de 2020.

    Um motociclista se aproximou do carro com a equipe, atirou na direção da janela do passageiro e fugiu em seguida. No entanto, o carro era blindado e ninguém ficou ferido.

    No mês anterior ao atentado, criminosos invadiram o comitê eleitoral da candidata. A porta do local e uma placa, com o nome de Solange, foram destruídos. A fiação elétrica também foi furtada.

    Um policial militar rodoviário foi preso em novembro de 2020, suspeito de envolvimento no atentado. O PM teve a prisão temporária decretada pela Justiça e foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na Capital. Conforme apurado pelo g1, ele não era o atirador.

    Um homem de 33 anos chegou a se apresentar na Delegacia Sede de São Vicente dias após o crime, alegando ser o autor do atentado contra a candidata. Porém, a Polícia Civil alegou que ele era um falso suspeito, pois as versões apresentadas pelo rapaz não correspondem com as investigações.

    Solange Freitas
    Solange Freitas é jornalista e começou a atuar na região na TV Litoral em 1991. Já em 2005, ela entrou para a equipe da TV Tribuna, afiliada da TV Tribuna na Baixada Santista e Vale do Ribeira.

    Ela atuou como repórter até o início de 2020, quando se desligou da empresa para concorrer a Prefeitura de São Vicente pelo PSDB. Ela não venceu as eleições municipais, mas em 2022, foi eleita deputada estadual pelo partido União Brasil, com 81.870 votos.

  • Youtuber e ex-ator mirim é baleado após descer armado para tirar satisfação com PM em briga de trânsito em SP

    Youtuber e ex-ator mirim é baleado após descer armado para tirar satisfação com PM em briga de trânsito em SP

    Segundo a polícia, após uma ultrapassagem, o ex-ator ameaçou pegar arma de fogo durante a discussão, quando o condutor da moto, um policial militar, reagiu e atirou duas vezes.

    O youtuber e ex-ator mirim Guillermo Hundadze, de 25 anos, foi baleado nesta segunda-feira (23), após uma briga com um policial militar na Ponte das Bandeiras, na Maginal Tietê, em São Paulo.

    Guillermo Hundadze tem um canal no YouTube com mais de 700 mil inscritos onde ele fala sobre o seu dia a dia no trânsito. O canal foi criado em 2012 e já acumula mais de 190 milhões de visualizações. No Instagram, Guillermo tem mais de 13 mil seguidores.

    Guillermo estava no carro e o policial em uma moto quando ambos se desentenderam após uma ultrapassagem.

    Segundo informações da Secretária de Segurança Pública (SSP), o ex-ator desceu do carro para tirar satisfação com uma arma na cintura, quando o policial reagiu e atirou. Ele foi socorrido e encaminhado ao Pronto-Socorro do Hospital Mandaqui.

    Ainda de acordo com a SSP, foram apreendidas armas, munições e um spray de pimenta que estavam no carro de Guillermo.

    O caso foi registrado como tentativa de homicídio no 2° DP (Bom Retiro), que solicitou uma perícia no local.

    O que diz a SSP?
    “Um homem de 25 anos ficou ferido, após uma briga de trânsito com um policial militar, de 27, na tarde desta segunda-feira (23), na Ponte das Bandeiras, região central da capital. Guardas Civis Municipais passavam pelo local e prestaram apoio na ocorrência. De acordo com informações, ambos se desentenderam durante uma ultrapassagem. Quando parou o carro, o homem desceu para tirar satisfação com uma arma na cintura. O PM interveio e o atingiu. Ele foi socorrido e encaminhado ao Pronto Socorro do Hospital Mandaqui, onde permaneceu internado. As armas foram apreendidas, bem como as munições e um spray de pimenta que estava no carro do indivíduo. O caso foi registrado como tentativa de homicídio no 2° DP (Bom Retiro), que requisitou perícia ao local.”

  • Falso médico acusado de aplicar golpes em SP publicava vídeos na redes socias supostamente socorrendo pessoas

    Falso médico acusado de aplicar golpes em SP publicava vídeos na redes socias supostamente socorrendo pessoas

    Anderson Leonardo Fernandes de Souza se apresentava como cardiologista formado pela USP, além de infectologista e dermatologista. Ele fazia consultas, dava palestras e receitava medicamentos até para bebês, usando um registro profissional inativo, de um médico que já morreu.

    Anderson Leonardo Fernandes de Souza, de 28 anos, acusado de se passar por médico cardiologista formado pela Universidade de São Paulo (USP), usava um número de CRM inativo e publicava vídeos nas suas redes sociais supostamente socorrendo pessoas (veja vídeo acima).

    Ele é acusado por pelo menos cinco vítimas – a maioria mulheres – de aplicar golpes financeiros e também fazer consultas médicas usando um número de registro profissional inativo pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de SP (Cremesp).

    Em novos relatos, pessoas próximas contam que Anderson chegou a dizer que passou em uma prova de medicina da USP e mostrou documentos para comprovar o que ele estava dizendo. Uma amiga, que não quis se identificar, conta que ambos chegaram a trabalhar juntos como atendentes em um hospital.

    Uma das vítimas, que morava junto com Anderson na época, conta que os dois se conheceram em um site de relacionamento. A comprovação da falsidade aconteceu no terceiro encontro presencial dos dois, quando a mulher decidiu pesquisar o CRM dele.

    Anderson desativou a suas redes sociais onde tinha pelo menos 11 mil seguidores. Ele postava fotos de jaleco médico, em sala de atendimento e até se arrumado como se estivesse pronto para fazer uma cirurgia, além de vídeos sobre curiosidades médicas.

    Novos relatos
    Nesta semana, a TV Globo divulgou novos relatos sobre a atuação do falso médico; de uma amiga de longa data, de uma mulher que se relacionou com ele e do responsável por um cursinho popular na qual Anderson chegou a dar uma palestra como profissional.

    Uma amiga, que não quis se identificar, contou que conhece Anderson há mais de sete anos. Segundo ela, os dois chegaram a trabalhar juntos como atendentes no Hospital Nove de Julho, para uma empresa terceirizada.

    “Um dia ele chegou e falou que passou numa prova de medicina, da USP, com papel e tudo certinho, não dava para levantar nenhuma suspeita. Ficamos felizes com o acontecido e fizemos uma comemoração com relação a isso”, conta. 

    A mulher chegou a morar com Anderson por nove meses junto com a companheira dele que, à época, era uma das vítimas. E, apesar da proximidade, ela afirma que jamais desconfiou da formação acadêmica do amigo.

    “Teve uma certa ocasião, num almoço com diretores [de hospitais], que eu comentei que ele estava fazendo faculdade de medicina. Teve uma médica que deu livros para ele. Só que passou um tempo e ele sumiu. A gente saiu do hospital, ele acabou o contrato e foi viver a vida dele”, continua a amiga. 

    “Eu quase não via ele. Ele falava que ia para os hospitais, chegou a postar fotos, gravar vídeos. Ele sempre falava e mostrava. Ele andava com as carteirinhas do Sírio [Libanês] e do Hospital Grajaú, tinha jaleco. Todas às vezes que eu estava, ele nunca deixou um ar de desconfiança”.

    31 anos e três especializações
    Uma outra mulher que se relacionou com o Anderson também conversou com a reportagem e explicou como conheceu o falso médico e quando começou a desconfiar das histórias que ele contava.

    “A gente se conheceu por um site de relacionamento. A gente conversava toda madrugada, porque ele dizia que trabalhava toda madrugada. Ele falava que trabalhava no Sírio Libanês, que era cirurgião cardíaco, dermatologista e infectologista.  Comecei a estranhar aí porque ele tinha 31 anos e todas essas especializações… Não estava casando muito. Tenho um colega enfermeiro, e eles têm um sistema deles. Aí ele conseguiu puxar o Anderson Moura que trabalhava no Sírio e nenhum dos dois que tinha era ele”, pontua.

    A comprovação da falsidade aconteceu no terceiro encontro presencial dos dois, quando a mulher decidiu pesquisar o CRM dele.

    “Quando consultei estava no meio do encontro com ele e, como não sabia qual seria a reação, me mantive normal. Não demonstrei. Só que ele disse que iria viajar, que ia ficar um mês fora porque ia palestrar em outro país. E quando ele chegou no país que ele disse que iria, eu ainda queria ter certeza. Pedi para ele enviar uma foto de onde estava e ele sumiu. Visualizava minhas postagens, mas não me respondia mais.”

    Mas, mesmo com as mentiras que havia conseguido comprovar, a mulher disse que ficou perplexa quando uma amiga comentou que uma reportagem sobre o falso médico estava sendo veiculada na televisão.

    “Não sabia que a mentira era dessa proporção”, afirma. Agora, ela espera que outras pessoas não caiam no golpe.

    “Espero que ele seja pego. É uma coisa ridícula isso. Se passar por médico, que é uma profissão muito séria. Espero que as mulheres pesquisem direitinho. Porque uma pessoa de 31 anos falar que tem todas essas especializações… Pelo que entendi, não era só em mulheres que ele aplicava golpes”, conclui.

    Palestra em cursinho
    No mês passado, Anderson chegou a palestrar para estudantes de um cursinho popular de Guarulhos, na Grande São Paulo, contando sua experiência profissional.

    Um dos coordenadores da iniciativa explicou que eles não têm ligação com o falso médico e que também foram vítimas de um golpe.

    “O contato inicial foi com uma de nossas voluntárias pela rede sociais. Ele se apresentava como médico, fez algumas conversas mostrando as páginas que ele tinha no Instagram e dava toda aparência que se colocava, não dava suspeita naquele início. Ele se apresentava com crachá, com uniformes dos hospitais que ele dizia trabalhar, etc. A gente não suspeitou de início”, relata Guilherme Ascendino, do Cursinho Meter as Caras.

    “Até aquele momento, o Anderson aparecia como uma figura que poderia ter uma história interessante e motivadora para os alunos. Era um médico, negro, formado pela USP. Tinha toda uma história que podia ser interessante. Porém, a gente foi surpreendido”, continua.

    Guilherme detalhou que o falso médico afirmou ter o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e, por isso, foi o que menos discursou durante o evento no cursinho. No entanto, apesar de Anderson ter falado por apenas cinco ou dez minutos, o coordenador disse que o cursinho não se livrou da reação do público nas redes sociais quando a história do falso médico veio à tona.

    “Tomou uma proporção maior do que a gente queria. Chegaram a contatar alunos nossos perguntando o que aconteceu, acusando o cursinho de ser conivente com o que ele aplicava. E, na verdade, a gente foi vítima também. E para nós, o dano à imagem foi muito caro”, afirma.

    “A gente lamenta muito que isso tenha acontecido porque nosso trabalho é muito sério. A gente está aqui visando crescimento e que possa atender cada vez mais jovens e melhorar, colocar esses jovens na universidade pública através de uma educação transformadora”, completa.

    Entidades envolvidas
    A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou, por meio de nota, que instaurou inquérito policial para apurar o caso.

    Com relação aos hospitais, o Sírio-Libanês disse que o médico citado não faz parte do corpo clínico e nunca teve nenhum tipo de vínculo com o hospital.

    O Hospital Geral do Grajaú (HGG) também afirmou que não há nenhum cadastro, passagem ou atividade do profissional na unidade. Também não constam registros em nenhuma outra unidade de administração própria do estado de SP.

    A TV Globo fez contato com a USP para saber sobre a formação de Anderson e, por meio de nota, a instituição explicou que não pode fornecer informações referentes a alunos ou ex-alunos.

    O Cremesp destacou que o exercício ilegal da medicina é um caso de polícia, uma vez que a atuação do Conselho se limita a profissionais médicos registrados na autarquia. E que o órgão, quando identifica, por exemplo, durante fiscalização, que há profissionais se passando por médicos, ou quando o Conselho percebe tentativas de registro com apresentação de documentos falsos, como diplomas, a autarquia aciona os órgãos competentes, como o Ministério Público.

    “Cabe ressaltar que o Conselho disponibiliza o Guia Médico em seu site, para que os pacientes possam checar se o profissional que o está atendendo é médico e está com registro regular no conselho”, disse.

     

  • GM alega queda nas vendas e demite por telegrama em três fábricas no Brasil

    GM alega queda nas vendas e demite por telegrama em três fábricas no Brasil

    Foram anunciados cortes neste sábado (21) nas unidades de São José dos Campos, São Caetano do Sul e Mogi das Cruzes.

    A General Motors (GM) anunciou neste sábado (21) demissões de trabalhadores em três fábricas da montadora no Brasil: São José dos Campos, São Caetano do Sul e Mogi das Cruzes, todas elas em São Paulo.

    Os funcionários desligados da empresa foram surpreendidos com a demissão por telegrama (veja acima). O número de trabalhadores afetados pela medida não foi informado pela montadora.

    Em nota ao g1, a montadora afirmou que os cortes são motivados por “queda nas vendas e nas exportações”. Diz ainda entender “o impacto que esta decisão pode provocar na vida das pessoas, mas que a adequação é necessária” (veja na íntegra mais abaixo).

    Surpresa
    A medida pegou trabalhadores e os sindicatos de surpresa. Segundo os Sindicatos dos Metalúrgicos de São José dos Campos e de São Caetano, não houve negociação sobre os cortes. Em Mogi, a montadora chegou a oferecer um Plano de Demissão Voluntária há dois meses, mas a proposta não foi aprovada pela categoria.

    Desde o dia 3 de julho cerca de 1,2 mil trabalhadores da fábrica de São José dos Campos estão em layoff – suspensão temporária dos contratos. O prazo de duração pode chegar a 10 meses e vai depender de avaliação da empresa.

    Em nota, o sindicato de São José dos Campos exigiu o cancelamento das demissões e a reintegração dos trabalhadores. E afirmou que tem acordo por estabilidade que foi “descumprido nessa ação arbitrária da empresa”.

    A GM em São José dos Campos tem cerca de 4 mil trabalhadores e produz os veículos S10 e Trailblazer. Em São Caetano, onde são fabricados os modelos Spin, Tracker e Montana, são mais de 7 mil trabalhadores.

    A unidade de Mogi das Cruzes conta com cerca de 500 trabalhadores e produz peças de montagem para a S10.

    O que diz a General Motors
    Procurada pelo g1, a GM informou que as demissões são causadas pela queda nas vendas e nas exportações. Confira a nota da GM na íntegra:

    “A queda nas vendas e nas exportações levaram a General Motors a adequar seu quadro de empregados nas fábricas de São Caetano do Sul, São José dos Campos e Mogi das Cruzes. Esta medida foi tomada após várias tentativas atendendo as necessidades de cada fábrica como, lay off, férias coletivas, days off e proposta de um programa de desligamento voluntário. Entendemos o impacto que esta decisão pode provocar na vida das pessoas, mas a adequação é necessária e permitirá que a companhia mantenha a agilidade de suas operações, garantindo a sustentabilidade para o futuro”.

     

  • Irmã de Zanin, ministro do STF, presta depoimento na delegacia e reconhece suspeito de atacá-la em SP

    Irmã de Zanin, ministro do STF, presta depoimento na delegacia e reconhece suspeito de atacá-la em SP

    Vídeo mostra momento em que homem desfere chutes contra Caroline Zanin e os cachorros dela. Caso ocorreu na Zona Oeste, na última segunda-feira (15). Durante as investigações, agressor foi identificado pela Polícia Civil e intimado para depor.

    A advogada Caroline Zanin Martins, irmã do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, prestou depoimento no 23º Distrito Policial nesta quarta-feira (18) e reconheceu por meio de uma foto o homem apontado pela polícia como o suspeito de agredi-la em Perdizes, Zona Oeste de São Paulo.

    Uma câmera de segurança registrou o momento do ataque, registrado na última segunda-feira (15). Nas imagens, é possível ver a advogada parada com seus dois cachorros de estimação na frente de um prédio, quando um pedestre passa e dá pontapés nela e nos animais (veja acima).

    Em entrevista à Globonews, ela disse que não conhece o agressor e afirmou que nunca tinha visto o homem antes.

    “Eu tinha acabado de chegar no prédio. Não consigo acreditar. Foi muito de repente. Quando eu estava entrando no prédio ele me disse: ‘vou chutar você e os cachorros’”, contou.

    O caso foi registrado como lesão corporal e ato de abuso a animais. Durante as investigações, o suspeito foi identificado como Rogério Cardoso Júnior, de 64 anos, vizinho de Caroline. Ele foi intimado para comparecer à delegacia nesta quarta. Porém, não foi até a unidade.

    O g1 tenta contato com a defesa de Rogério.

    De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Caroline foi ouvida e representou para instauração de inquérito policial. Até a última atualização desta reportagem, a polícia não sabia o que havia motivado as agressões.

    “As diligências prosseguem para esclarecer os fatos”, diz a SSP.

     

  • Homem suspeito pela morte de professora em Caçapava é preso em São José dos Campos

    Homem suspeito pela morte de professora em Caçapava é preso em São José dos Campos

    O corpo da vítima foi encontrado carbonizado na zona rural de Caçapava no fim de setembro.

    Um homem suspeito de ter participado da morte de uma professora em Caçapava, em setembro deste ano, foi encontrado e preso em São José dos Campos na manhã desta terça-feira (17).

    O caso aconteceu no dia 23 de setembro, quando o corpo de uma mulher foi encontrado carbonizado na zona rural de Caçapava – leia mais detalhes abaixo.

    De acordo com informações do boletim de ocorrência, policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva contra Cleil Gabriel Pereira Filho, que foi encontrado em uma casa no Conjunto 31 de março, zona sul de São José.

    Os agentes apreenderam ainda objetos que ajudarão na continuidade das investigações. O suspeito, que tem 43 anos e tentou fugir, era procurado também por dois casos de estelionato.

    Além dele, um outro homem, de 37 anos, foi preso na mesma casa. Ele era procurado por tráfico de drogas em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

    Em seguida, os policiais foram até o bairro Rio Cumprido, em Jacareí, onde cumpriram um mandado de busca e apreensão também relacionado ao assassinato da mulher.

    Segundo a Polícia Civil, a vítima foi morta no bairro Tijuco Preto e teve o corpo carbonizado. O crime foi cometido por dinheiro. A mulher vendeu um imóvel e os criminosos queriam roubar o valor da venda.