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  • Greve de funcionários terceirizados da Latam causa cancelamento de voos da Argentina para SP; passageiros relatam transtornos

    Greve de funcionários terceirizados da Latam causa cancelamento de voos da Argentina para SP; passageiros relatam transtornos

    Latam diz que há atrasos na entrega de bagagens e cancelamentos em voos procedentes de Aeroparque, Ezeiza, Mendoza e Córdoba, na Argentina, devido a uma medida sindical realizada por trabalhadores da empresa Intercargo. Um dos voos que saiu do Aeroporto de Guarulhos chegou a ir até Buenos Aires, mas precisou retornar.

    Uma greve de funcionários terceirizados da Latam, na Argentina, está causando cancelamentos de voos com destino ao Brasil, entre eles para a capital paulista, desde segunda-feira (14).

    Em nota, o grupo Latam informou que há atrasos na entrega de bagagens e cancelamentos em voos procedentes de Aeroparque, Ezeiza, Mendoza e Córdoba, na Argentina, devido a uma medida sindical realizada por trabalhadores da empresa Intercargo.

    “A Intercargo é uma empresa estatal que presta serviços ao grupo. Devido à situação, a companhia foi obrigada a cancelar alguns de seus voos desde a última segunda-feira (14)”.

    Em entrevista à TV Globo, Fábio Mendonça conta que viajou para Buenos Aires com um casal de amigos e o retorno estava marcado para 20h de segunda no aeroporto “Aeroparque Jorge Newbery”, na capital argentina.

    Mas os três foram surpreendidos ao saberem que todos os voos da companhia aérea tinham sido cancelados por causa da greve de funcionários que presta serviço terceirizado.

    “As informações são bastantes desencontradas. O último posicionamento da Latam é que os funcionários terceirizados, que prestam serviço para a companhia, estão em greve, e com isso não tem ninguém pra fazer a manutenção dos aviões, para fazer a limpeza, e não tem ninguém para levar as malas”, relata.

    “Tanto que no momento do check-in, no despacho das bagagens, eles informaram que o voo poderia ser cancelado, porque eles não davam certeza que o voo ia correr, ou que ele poderia atrasar”, complementou.

    Fábio conta que depois de passarem pela imigração, eles e os amigos tiveram que retornar para o saguão, onde ficaram com outros brasileiros esperando mais de 7 horas por uma informação sobre o voo.

    Um vídeo gravado por ele mostra as longas filas que se formaram no aeroporto e as malas espalhadas pelo chão.

    Ainda de acordo com Fábio, a empresa não ofereceu nenhum suporte, como alimentação, e só por volta das 3h desta terça-feira (15) que todos foram levados para um hotel.

    “O nosso voo foi remarcado para amanhã [terça-feira] aqui de Buenos Aires, no Aeroparque, que é o aeroporto que a gente ia decolar. Mas os próprios funcionários dizem que é uma situação incerta e eles não garantem que esse voo vai ocorrer, por conta ainda desse movimento de greve dos funcionários”, ressalta Fábio.

    No Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, passageiros relataram que um dos voos chegou a decolar em direção a Buenos Aires, mas teve que retornar para o Brasil.

    “O problema maior é a falta de informação, porque estávamos a 15 minutos de pousar quando nos informaram que estávamos voltando porque o aeroporto estava fechado. Aí paramos em Porto Alegre para abastecer. Mas aí consultamos que os cancelamentos estavam acontecendo já. Estamos desde 4h tentando remarcar”, disse Fábio, ao Bom Dia São Paulo.

    Ainda conforme a Latam, todos os clientes devem verificar o status de seus voos e as alternativas disponíveis por meio do site ou do aplicativo da empresa, e “lamenta os possíveis transtornos causados pela situação, alheia ao seu controle”.

     

  • Hospital Sírio-Libanês é condenado a pagar indenização a pais após morte de bebê

    Hospital Sírio-Libanês é condenado a pagar indenização a pais após morte de bebê

    Família afirma que houve erro médico durante tratamento da criança, que tinha doença crônica e sentiu fortes dores abdominais por seis horas enquanto estava internada. Em defesa no processo, hospital diz que não houve negligência.

    O Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, foi condenado a pagar uma indenização de cerca de R$ 1 milhão (800 salários mínimos) por danos morais aos pais de um bebê de um ano, que morreu durante internação em 2018. A decisão em segunda instância foi dada no dia 25 de julho.

    A família diz que houve negligência, imprudência e imperícia durante o atendimento à criança, que tinha Doença Granulomatosa Crônica (DGC), um distúrbio raro causado por alterações genéticas. Em sua defesa na ação, o hospital nega qualquer erro ou conduta médica ilícita.

    Questionado, o Sírio-Libanês afirmou, por meio de nota, que o caso segue tramitando na Justiça e que, em respeito a todos os envolvidos e ao rito processual, não comentará sobre o andamento.

    De acordo o processo, o bebê foi internado no hospital em bom estado geral de saúde para realizar um procedimento preparatório com quimioterapia antes de ser submetido a um transplante de células-tronco.

    Após a aplicação do medicamento da quimioterapia durante a noite, a criança começou a sentir dores abdominais, que foram se agravando com o tempo. Segundo a família, a médica responsável pelo paciente não estava no local, passando as orientações apenas pelo telefone para a equipe de enfermagem.

    Foram receitados escopolamina (remédio para cólicas) e dipirona, mas as dores continuavam fortes, sendo necessária a aplicação de morfina por duas vezes.

    O laudo pericial incluído no processo aponta que durante seis horas a criança não foi avaliada e examinada por nenhum médico, mesmo com o “abdome tenso e taquicárdico”.

    A equipe médica do hospital só teria sido chamada quando o paciente teve a primeira parada cardiorrespiratória. “Apesar dos cuidados intensivos e de tardiamente ter sido avaliado por médico cirurgião, o menor faleceu”, diz o laudo.

    O hospital afirma na defesa que “embora a médica não estivesse realizando o acompanhamento presencial, a profissional ficou disponível em tempo integral por telefone, trocando informações com a equipe multidisciplinar”. O centro médico diz ainda que os profissionais “nos momentos que precederam o óbito agiram com escorreita prestação de serviços”

    “É evidente no caso a negligência da equipe médica, prepostos do hospital réu, uma vez que a demora na avaliação médica do paciente lhe tirou a única chance de sobrevivência, visto que se os réus tivessem tomado todas as providências adequadas em tempo hábil, o menor poderia ter sido submetido aos exames necessários e eventual procedimento cirúrgico e o resultado óbito poderia ter sido evitado”, diz a decisão.

     

  • Cantora Tay anuncia turnê passando por São Paulo e também no Nordeste

    Cantora Tay anuncia turnê passando por São Paulo e também no Nordeste

    A cantora Tay  que se destaca nos ritmos: axé , sertão e piseiro , está radicada em Brasília a 13 anos, vem embalando as noites da Capital brasileira, com o ritmo carro chefe piseiro, mesclado com forró, sertanejo, axé e rock. Tay brilha nos eventos por levar alegria e carisma  onde passa.

    A artista segue enchendo bares e casas, trazendo espontânea e sentimento aos seus fãs,  com uma agenda bastante movimentada, ela faz de 5 a 6 shows semanais e tem grande procura a eventos particulares e casamentos. A novidade é que ainda este ano, estará viajando em turnê, passando por São Paulo e promete chegar também no nordeste.

    No auge dos seus 30 anos, já tem uma história firmada de sucesso, teve projetos com duplas e agora se destaca em carreira solo, compositora de muitas músicas, lançou recentemente no YouTube o clip da Música SOLTEIRINHA .Tay relatou em primeira mão ao Portal Pe Nees, que está em produção do seu DVD, com todas as faixas autorais,  prometendo surpreender com letras que falam, de superação, amor e desejo.

    A cantora Tamires Gomes, conhecida como Tay, natural de Pastos Bons Maranhão, Filha da professora aposentada Carmem Aurélia e do mestre de obras aposentado Luiz Gonzaga e irmã de 5 irmãos, mãe do João Pedro.

    Confira o clipe SOLTEIRINHA:

    https://m.youtube.com/watch?fbclid=PAAabR19lcWkri21aJ7bf12JxXUbpQ20EH8F_Yh1xYXK0U3oqFmXO6QVfdAeg_aem_Ab75-qAoCsRT87Zy3qHukagV8pSFd3L24FPaXZ6C4fQVpA7H1SYGC3b35vkGn5b1Lq8&v=Pu5nh1Gvy0U&feature=youtu.be 

     

    Acompanhe a Tay no instagram:

    https://instagram.com/cantoratayoficial?igshid=MzRlODBiNWFlZA==

  • Adolescente de 17 anos é morto a tiros em Cruzeiro; ninguém foi preso

    Adolescente de 17 anos é morto a tiros em Cruzeiro; ninguém foi preso

    Em depoimento, a família da vítima disse que o jovem havia sido ameaçado dias antes. A polícia acredita que a motivação do crime seja uma briga entre regiões do bairro Itagaçaba.

    Um adolescente de 17 anos foi morto a tiros na noite deste segunda-feira (3) em Cruzeiro, no interior de São Paulo. Ninguém foi preso até o momento.

    De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu por volta das 23h na avenida Luís Bitencourt, próximo a uma praça do bairro Itagaçaba.

    Policiais Militares foram acionados para o local e, quando chegaram, a vítima estava sendo socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O rapaz foi encaminhado à Santa Casa da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

    Ele foi atingido por ao menos quatro disparos: dois no abdômen, um braço e outro no antebraço. No local do crime, a equipe da PM manchas de sangue e dois estojos calibres 40, além de munição intacta.

    Os agentes apuraram que o crime foi cometido por dois homens que se aproximaram do adolescente em uma moto. O homem que estava na garupa desceu e efetuou os disparos. Eles são procurados pela polícia.

    Em depoimento na delegacia, a família do jovem disse que ele havia sido ameaçado na última sexta-feira (30). A polícia acredita que a motivação do crime seja uma briga entre regiões do bairro Itagaçaba.

    O caso foi registrado como homicídio e é investigado.

  • Comissão aprova menos candidatos do que vagas disponíveis no Conselho Tutelar; segundo Prefeitura de SP, não é possível prever se faltarão nomes

    Comissão aprova menos candidatos do que vagas disponíveis no Conselho Tutelar; segundo Prefeitura de SP, não é possível prever se faltarão nomes

    Responsável por analisar registros, comissão do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente aprovou 256 candidaturas. Eleição ocorre em outubro e elegerá 260 titulares para atuação em regiões de toda a capital.

    A comissão responsável pela análise dos interessados em se tornar conselheiro tutelar na cidade de São Paulo aprovou uma quantidade menor de candidatos do que as vagas disponíveis para a eleição, que ocorrerá em outubro deste ano.

    De acordo com documento oficial obtido pelo g1, foram deferidas de forma preliminar 256 candidaturas, mas há 260 postos a serem preenchidos em 52 unidades distribuídas pela capital paulista. Em nota, a prefeitura confirmou os dados e afirmou não ser possível prever se faltarão candidatos em alguma das unidades (leia mais abaixo).

    A região com maior número de aprovados para disputar a eleição é São Miguel Paulista, na Zona Leste, com 9 candidaturas validadas entre 51 inscrições realizadas. Já Penha e Aricanduva, também na Zona Leste, e Lapa, na Oeste, têm menos de metade de candidatos liberados em relação às vagas existentes. Houve ao todo 1.984 inscrições de interessados em participar da eleição.

    Quem teve o registro invalidado pode recorrer da decisão entre os dias 4 e 10 de julho, segundo informações da prefeitura. Devido ao alto índice de candidatos não aceitos, foi criado um manual que detalha como o recurso deve ser enviado.

    É função do conselheiro tutelar garantir o cumprimento do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) ao atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e atuar em conjunto com pais e responsáveis, entre outras funções.

    Os critérios para se candidatar a uma vaga de conselheiro incluem:

    ser maior de 21 anos;
    ter ensino médio completo;
    morar em São Paulo na mesma área da Subprefeitura da unidade escolhida para integrar o conselho;
    ter reconhecimento de idoneidade moral;
    comprovar experiência na promoção, na proteção ou na defesa dos direitos da criança e do adolescente.
    Quem avalia os candidatos
    A Comissão Eleitoral Central integra o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e é a responsável pela análise dos pedidos de candidatura. Ela é composta por nove membros titulares e nove suplentes, sendo eles participantes do governo municipal, pessoas da sociedade civil, da Câmara Municipal e do Fórum Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

    Já o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) é composto por oito secretarias do município: Assistência e Desenvolvimento Social, Cultura, Direitos Humanos e Cidadania, Educação, Fazenda, Esporte, Lazer e Recreação e Justiça. Além de representantes das pastas, integrantes de oito entidades da sociedade civil fazem parte do CMDCA.

    Em parte dos indeferimentos, a comissão avaliou que os interessados não teriam comprovado com documentos possuir “experiência na promoção, proteção ou defesa dos direitos da criança e do adolescente”.

    Outras pessoas tiveram a candidatura negada por não comprovar que moram na mesma região em que pretendiam atuar.

    É a situação de Arlete Pescarolo, que mora em uma ocupação no Jardim Helena, na Zona Leste, que não foi reconhecido como comprovante de endereço válido. Para ela, a situação é uma “flagrante tentativa de ignorar a condição de pobreza” ao excluí-la da eleição.

    O que diz a prefeitura
    Em nota, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania informou que “não é possível prever se haverá ausência de candidatos, pois esta informação depende da análise dos recursos encaminhados. Não obstante, informamos que não há possibilidade de realocação de inscritos, tendo em vista que a legislação vigente é clara quanto a obrigatoriedade do(a) candidato(a) residir dentro da área de abrangência da Subprefeitura de referência do Conselho Tutelar”.

    “O município de São Paulo conta com 52 Conselhos Tutelares e o presente Processo visa eleger 260 Conselheiros Tutelares titulares. A Lei Municipal 17.827/22 regulada pelo Decreto Municipal 62.248/23, determinam que os interessados a se candidatar ao Conselho Tutelar devem ‘residir no Município de São Paulo, dentro da área de abrangência da Subprefeitura de referência do Conselho Tutelar ao qual o candidato pretende se candidatar’. Portanto, quem estabelece onde o interessado deve se candidatar é a própria lei vigente.

    Diante disso, o(a) interessado(a) indica na sua ficha de inscrição o Conselho Tutelar no qual pretende se candidatar e a Comissão Eleitoral Central, com base nos endereços constantes no comprovante de residência e utilizando o programa “GEOSAMPA”, verificam se o(a) interessado(a) de fato reside dentro da abrangência da Subprefeitura do Conselho Tutelar indicado.”

    O texto também afirma que a análise dos candidatos “é de competência da Comissão Eleitoral Central, o qual se pautou nos arts. 8° e 9° do Edital n° 002/CMDCA-SP/2023, que determinam os critérios e requisitos necessários para a candidatura no Processo de Escolha Unificado dos membros dos Conselhos Tutelares da Cidade de São Paulo 2023. A Secretaria informa ainda que, em detrimento do alto índice de indeferimento, a Comissão criou um manual de recurso detalhando e explicando como os documentos devem ser enviados para análise no período de recurso”.

  • Frio em SP: cidade registra 2,8°C em bairro do extremo Sul na madrugada desta terça

    Frio em SP: cidade registra 2,8°C em bairro do extremo Sul na madrugada desta terça

    Índice foi o menor em um bairro no ano. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências, da prefeitura, madrugadas seguem frias, mas sol aparece ao logo do dia e ajuda a elevar a temperatura. Média na capital foi de 9,8°C.

    A cidade de São Paulo registrou 9,8°C na madrugada desta terça-feira (4). Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da prefeitura, no extremo sul, foi registrado a menor marca do ano em um bairro: 2,8°C.

    O índice, entretanto, representa recorde apenas em uma região.

    A madrugada mais fria de 2023 no município como um todo foi registrada no dia 17 de junho, quando os termômetros marcaram 8,5°C.

    Ainda de acordo com os meteorologistas, no decorrer do dia, o sol aparece entre poucas nuvens, com ligeira elevação das temperaturas no período da tarde.

    Máxima de 21°C e percentuais mínimos de umidade do ar ao redor dos 45%. Será mais um dia sem previsão de chuva.

    A capital paulista mantém o estado de atenção para baixas temperaturas, decretado pela Defesa Civil Municipal desde às 11h45 de sexta-feira (23).

    Previsão
    A diminuição da quantidade de nuvens nos próximos dias deve manter as madrugadas mais frias, pelo menos até a próxima quinta-feira (06).

    Na quarta-feira (05) o cenário atmosférico se mantém praticamente igual aos dias anteriores, ou seja, madrugada com termômetros na casa dos 10°C e sensação de frio, principalmente nas regiões mais periféricas da capital.

    Os índices de umidade do ar declinam um pouco, com valores mínimos ao redor dos 35%. No período noturno, céu com poucas e sem previsão de chuva.

  • Adaptação de obra inglesa, peça teatral ‘Sra. Klein’ estreia com curta temporada na cidade de SP

    Adaptação de obra inglesa, peça teatral ‘Sra. Klein’ estreia com curta temporada na cidade de SP

    História retrata relação tóxica entre mãe e filha, e as personagens precisam lidar com a morte do filho mais novo da família.

    Em curta temporada na cidade de São Paulo, o espetáculo “Sra. Klein” traz um recorte de um dia intenso na primavera de Londres, no ano de 1934. No palco, as atrizes Ana Beatriz Nogueira, Natália Lage e Kika Kalache encenam os dramas familiares da psicanalista austríaca Melanie Klein, interpretada por Ana Beatriz Nogueira.

    A história retrata a relação tóxica entre mãe e filha, vivida por Natália Lage, onde as personagens precisam lidar com a morte de Hans, o filho mais novo da família.

    “O ser humano é muito complexo. Entendo esse espetáculo como uma oportunidade para reavaliarmos nossas relações familiares. Esta peça é mais sobre lidar com a vida do que com a morte, e isso inclui, claro, questões cotidianas e os lutos das nossas certezas e crenças”, afirma a atriz.

    O espetáculo já foi encenada por aqui duas vezes, no anos 90, com Ana Lúcia Torre e há 20 anos, com Nathália Timberg à frente do elenco. “Sra. Klein”, tem direção de Victor Garcia Peralta, que já havia montado o texto há 33 anos na Argentina.

    A peça fica em cartaz até o dia 23 de julho, no Sesc 24 de Maio.

    Serviço
    Sra. Klein
    Onde: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, próximo à estação República do metrô
    Quando: de 29/6 a 23/7, de quinta a sábado, às 20h, domingo, às 18h
    Quanto: de R$ 12 a R$ 40

  • Roda de trem da CPTM descarrila durante manobra em pátio entre as estações Brás e Tatuapé em SP

    Roda de trem da CPTM descarrila durante manobra em pátio entre as estações Brás e Tatuapé em SP

    De acordo com a CPTM, problema ocorreu na madrugada desta quinta (29), na via secundaria do pátio de manobras e não no trilho que leva o trem de uma estação para a outra. A roda foi encarrilada às 3h45.

    Um trem descarrilou na madrugada desta quinta-feira (29) durante uma manobra no Pátio Engenheiro São Paulo, entre as estações Brás e Tatuapé, no Brás, no Centro da capital.

    De acordo com a CPTM, um equipamento de mudança de via apresentou falha ocasionando o descarrilamento de uma roda por volta de 2h30. A roda foi encarrilada às 3h45.

    Ainda conforme a empresa, o trem estava vazio e em baixa velocidade, e que não houve prejuízo no equipamento de via ou na composição.

    “Como a composição estava em pátio interno, não ocasionou nenhuma interferência na quantidade de trens previstos para o horário de pico, nem na circulação, com a operação comercial iniciando normalmente às 4h”, informou a CPTM.

     

  • Vídeos mostram ação de jovem de 18 anos preso por perseguir e atacar mulheres em parque de SP

    Vídeos mostram ação de jovem de 18 anos preso por perseguir e atacar mulheres em parque de SP

    Cinco vítimas relataram à polícia que o jovem as atacou com tapas, chineladas, apertões e beijos nos glúteos; todas relataram a agressão na mesma região do corpo. Polícia Civil cumpriu mandado de prisão temporária após denúncias.

    Um jovem de 18 anos foi preso suspeito de assediar sexualmente ao menos cinco mulheres que praticavam corrida no entorno do Parque Cidade de Toronto, no bairro City América, em São Paulo.

    Um mandado de prisão temporária foi cumprido na terça-feira (27) após as vítimas denunciarem os casos e reconhecerem o rapaz.

    Vídeos de câmeras de segurança divulgados ao g1 pela Polícia Civil mostram como era a ação do homem. Nas imagens, é possível ver um dos assédios cometido no dia 12 de junho, por volta das 18h15.

    O jovem aparece com agasalho azul e aparenta que também está se exercitando. Porém, na ida e volta da vítima, em um trecho do parque, é possível ver que o rapaz continua atrás dela.

    As vítimas relataram à polícia que, após persegui-las-las por um longo percurso, o jovem as atacou com tapas, chineladas, apertões e beijos nos glúteos. Todas relataram a agressão na mesma região do corpo.

    Imagens também divulgadas pela Polícia Civil mostram as marcas das agressões em uma das vítimas.

    Ainda conforme a polícia, o homem pode responder por crimes de importunação sexual e estupro. O número de vítimas ainda pode ser maior, já que outras mulheres estão sendo identificadas.

     

  • Justiça do Trabalho de SP condena empresa a pagar R$ 20 mil de indenização por transfobia após não contratar transexual

    Justiça do Trabalho de SP condena empresa a pagar R$ 20 mil de indenização por transfobia após não contratar transexual

    Profissional transexual afirma ter passado em processo seletivo e exame admissional, mas não foi convocada após entregar documentação com nomes civil e social. Juíza Alice Nogueira e Oliveira, da 56ª Vara do Trabalho, pontuou que ‘ato discriminatório não pode ser desconsiderado pelo Poder Judiciário’.

    A Justiça do Trabalho de São Paulo condenou uma empresa de logística da capital paulista a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais a uma mulher transexual que não foi contratada mesmo após passar por processo seletivo e exame admissional.

    A decisão da juíza Alice Nogueira e Oliveira, da 56ª Vara do Trabalho de São Paulo, é do dia 25 de maio deste ano e foi divulgada ao g1 pelo Tribunal Regional do Trabalho nesta quarta-feira (28). O caso está pendente de análise de recurso.

    De acordo com o TRT, a profissional afirmou que não foi convocada por discriminação decorrente de transfobia, pois os problemas ocorreram após a entrega da documentação com os nomes civil e social.

    Nos autos, ela conta que realizou o processo seletivo com mais duas amigas e que todas saíram de lá com a promessa de contratação, sendo que as amigas começaram a trabalhar logo após apresentarem os documentos.

    A juíza pontuou, na decisão, que se aplica ao caso a resolução 492 do Conselho Nacional de Justiça com a consequente adoção do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero.

    Ela explica que, com isso, “concede-se à palavra da vítima elevado valor e transfere-se à reclamada a obrigação de comprovar a inexistência do ato de transfobia em relação à reclamante”. De acordo com o processo, a empresa não apresentou provas.

    Para a magistrada, o ato discriminatório da empresa, o qual se tentou camuflar como “não contratação motivada”, representou “ato de transfobia evidente”.

    “Atos discriminatórios não expressos, mas sutis e sofisticados, banhados de caráter excludente, não mais podem ser desconsiderados pelo Poder Judiciário. Em relação ao dano moral especificamente, a lesão e desrespeito à integridade física, por si só, são capazes de gerar dano moral.”

    “Traz repercussões negativas aptas a causar abalos psíquicos de dor, sofrimento, angústia. Isto porque, enseja consequências nos atos e no ambiente da vida civil, familiar e social. Fere, portanto, direito da personalidade”, afirmou a juíza na sentença.

    Na decisão, foi determinado ainda que fosse retificado, com urgência, a denominação do polo ativo da ação para que conste o nome social da trabalhadora.