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  • Edson José Bandeira Braga Filho propõe reflexão sobre humildade, prosperidade e a coragem de pensar grande

    Edson José Bandeira Braga Filho propõe reflexão sobre humildade, prosperidade e a coragem de pensar grande

    Para o empresário, o tamanho de um sonho não define o caráter de quem o constrói; a verdadeira diferença está no propósito e no número de pessoas que podem ser beneficiadas

    Durante muito tempo, parte da sociedade associou a humildade à ideia de desejar pouco, evitar grandes ambições e limitar os próprios sonhos. Crescer, conquistar espaço ou buscar prosperidade poderia ser interpretado como sinal de vaidade, orgulho ou excesso de confiança.

    No entanto, para Edson José Bandeira Braga Filho, também conhecido como Edson Braga, essa compreensão precisa ser revista. Em uma reflexão sobre empreendedorismo, prosperidade e responsabilidade social, ele defende que pensar pequeno não representa, necessariamente, uma demonstração de humildade.

    Na visão de Edson, a verdadeira humildade não está no tamanho do sonho, mas nas razões pelas quais alguém deseja realizá-lo.

    A reflexão parte de uma pergunta direta: e se pensar pequeno não for humildade?

    Segundo o empresário, durante muitos anos foi construída uma percepção cultural de que desejar menos seria mais virtuoso do que desejar mais. Sonhar com crescimento, abundância ou grandes realizações poderia provocar desconforto, como se a ambição fosse incompatível com valores como simplicidade, generosidade e consciência.

    Para Edson, porém, existe uma diferença importante entre ambição movida pelo ego e crescimento orientado por um propósito.

    “O tamanho do sonho não revela, sozinho, o caráter de uma pessoa. O que realmente importa é a razão pela qual ela sonha e o que pretende fazer com aquilo que conquistar”, destaca a reflexão apresentada por Edson José Bandeira Braga Filho.

    Prosperidade não precisa estar ligada ao ego

    Quando uma pessoa imagina uma vida próspera, é natural que pense na própria família, na casa que gostaria de ter, no conforto que deseja proporcionar a quem ama e na segurança que pretende construir ao longo dos anos.

    Essas aspirações, segundo Edson, não são erradas.

    Quem trabalha, empreende, assume riscos e dedica parte importante da vida à construção de uma empresa ou de uma carreira possui o direito de desfrutar dos resultados do próprio esforço.

    O problema, segundo a análise, começa quando o sonho termina exclusivamente nos interesses pessoais.

    Nesse ponto, surge uma pergunta considerada essencial: quantas outras pessoas poderiam ser beneficiadas se mais recursos, oportunidades e capacidade de realização passassem pelas mãos de alguém?

    Essa mudança de perspectiva pode transformar a ambição em propósito.

    Há uma diferença significativa entre acumular e multiplicar, entre possuir e construir, entre crescer para alimentar o ego e crescer para aumentar a capacidade de gerar impacto positivo.

    Para Edson Braga, a prosperidade pode ser entendida como uma ferramenta de expansão. Quando orientada por valores, ela permite que boas ideias alcancem mais pessoas, que empresas gerem mais empregos e que projetos sociais, educacionais e comunitários recebam os recursos necessários para se desenvolver.

    O dinheiro como instrumento de transformação

    Outro ponto destacado na reflexão é que o dinheiro não deve ser tratado como o protagonista da vida de uma pessoa ou da trajetória de uma empresa.

    Ele é um instrumento.

    Como qualquer ferramenta, o recurso financeiro amplia as características e intenções de quem o administra.

    Nas mãos de alguém dominado pelo ego, pode ampliar comportamentos egoístas. Nas mãos de alguém guiado pelo medo, pode fortalecer inseguranças e a necessidade de controle. Porém, quando administrado por uma pessoa comprometida com valores e propósito, pode criar oportunidades que boas intenções, isoladamente, dificilmente conseguiriam produzir.

    Recursos financeiros podem financiar educação, desenvolver pessoas, fortalecer famílias, estimular a inovação, apoiar projetos sociais e solucionar problemas concretos.

    O dinheiro não substitui princípios, ética ou responsabilidade. No entanto, permite que esses valores ganhem escala e alcancem um número maior de pessoas.

    “Talvez a prosperidade nunca tenha sido apenas uma questão de possuir. Prosperidade também é a capacidade de fazer o bem ganhar escala”, afirma Edson José Bandeira Braga Filho em sua análise.

    Crescimento e responsabilidade

    Para explicar essa relação, Edson utiliza elementos presentes na natureza.

    Uma semente guardada continuará sendo apenas uma semente. Quando plantada, cuidada e desenvolvida, pode se transformar em uma árvore e, posteriormente, modificar toda a paisagem ao seu redor.

    O mesmo ocorre com os rios. Eles permanecem vivos porque recebem água e, ao mesmo tempo, permitem que ela continue seguindo seu caminho. A água que deixa de circular perde parte de sua capacidade de gerar vida.

    A comparação reforça a ideia de que receber pode ser entendido como uma bênção, enquanto transbordar representa uma responsabilidade.

    No empreendedorismo, essa dinâmica pode ser percebida de maneira ainda mais clara.

    Toda empresa surge para atender a uma necessidade, resolver um problema ou criar algum tipo de valor para a sociedade. Quando consegue realizar essa missão com eficiência, tende a crescer.

    Ao crescer de forma ética, a organização gera empregos. Esses empregos fortalecem famílias, movimentam a economia, desenvolvem comunidades e criam oportunidades para pessoas que, muitas vezes, nunca terão contato direto com os fundadores do negócio.

    Dessa forma, construir uma empresa não é somente uma atividade econômica.

    Também pode ser uma forma de servir à sociedade.

    Pensar grande como compromisso

    Dentro dessa perspectiva, pensar grande deixa de representar vaidade e passa a significar compromisso.

    O compromisso de produzir mais valor, oferecer mais oportunidades, incentivar o desenvolvimento, gerar dignidade e ampliar a esperança de pessoas que poderão ser alcançadas direta ou indiretamente pelo crescimento de uma organização.

    Para Edson Braga, o verdadeiro risco talvez não esteja em desejar crescer, mas em limitar o próprio potencial por medo do julgamento ou da incompreensão das outras pessoas.

    Muitos projetos podem deixar de existir porque alguém teve receio de parecer ambicioso. Empresas podem deixar de ser criadas, empregos podem não surgir e soluções importantes podem nunca chegar à sociedade porque pessoas talentosas decidiram reduzir seus sonhos.

    Nesse sentido, pensar pequeno pode parecer humildade, mas também pode representar o medo de assumir a responsabilidade que acompanha as grandes realizações.

    Grandes sonhos exigem dedicação, coragem, responsabilidade e disposição para suportar períodos de incerteza. Também exigem maturidade para compreender que o crescimento gera novas obrigações com colaboradores, clientes, parceiros e comunidades.

    Por isso, a verdadeira humildade não diminui a visão.

    Ela purifica a intenção.

    Sucesso e legado

    A reflexão apresentada por Edson José Bandeira Braga Filho também diferencia os conceitos de sucesso e legado.

    O sucesso costuma ser medido pelas conquistas alcançadas ao longo da vida. Pode estar relacionado ao crescimento de uma empresa, à expansão de uma marca, ao patrimônio acumulado ou ao reconhecimento profissional.

    O legado, por outro lado, é percebido pelo que continua produzindo resultados mesmo depois que o responsável inicial já não está presente.

    Um projeto pode continuar gerando empregos. Uma empresa pode seguir formando profissionais. Uma iniciativa educacional pode transformar gerações. Uma cultura empresarial baseada em princípios pode continuar orientando decisões durante décadas.

    Sonhos centrados exclusivamente em quem os idealizou costumam terminar quando seus objetivos pessoais são alcançados. Já os sonhos capazes de incluir outras pessoas podem continuar crescendo e gerando consequências positivas por muito mais tempo.

    Na visão de Edson Braga, essa é uma das principais diferenças entre conquistar algo e construir algo realmente relevante.

    O sucesso mede o que uma pessoa conseguiu realizar.

    O legado mede tudo aquilo que continuou florescendo porque alguém teve a coragem de pensar além dos próprios interesses.

    Quantas vidas cabem em um sonho?

    Ao final da reflexão, Edson propõe uma mudança na pergunta normalmente associada à ambição.

    Em vez de perguntar apenas quanto uma pessoa deseja conquistar, seria necessário questionar quantas vidas poderão ser beneficiadas pelo sonho que ela escolheu construir.

    A resposta pode ajudar a compreender se a busca pelo crescimento está fundamentada apenas em interesses individuais ou se possui capacidade de produzir transformações mais amplas.

    Para Edson José Bandeira Braga Filho, pensar grande não significa abandonar a humildade. Significa reconhecer que talentos, oportunidades, conhecimentos e recursos podem ser utilizados para gerar benefícios que ultrapassem a trajetória individual.

    A humildade não exige que uma pessoa diminua os próprios sonhos.

    Ela exige que essa pessoa se lembre de que o crescimento alcança seu verdadeiro sentido quando deixa de beneficiar somente quem está no centro da conquista.

    Talvez, portanto, o maior sinal de humildade não seja desejar menos.

    Talvez seja ter coragem de construir algo grande o suficiente para que outras pessoas também possam crescer.

     

  • Iniciativa abre portas para a capacitação de mais de 50 mulheres

    Iniciativa abre portas para a capacitação de mais de 50 mulheres

    A comemoração de encerramento do programa reuniu artesãs que passaram pela capacitação, celebrando seis meses de aprendizado, empreendedorismo e fortalecimento da economia criativa feminina.

    No último sábado (11), quem esteve na Rua Professor Flaviano de Melo, no centro de Mogi das Cruzes, presenciou a união de mulheres em prol do desenvolvimento profissional e econômico. O evento contou com a apresentação da DJ SENSITAI e o show da artista Sté Oliveira para marcar o fim do Projeto Feiras de Artesanato Tradicional e Capacitação Profissional voltado para mulheres da região do Alto Tietê.

    Esse projeto foi viabilizado através do Termo de Execução Cultural nº 891/2025, parte do Edital Fomento CultSP – PNAB nº 17/2024, que busca fortalecer saberes e práticas artesanais. A iniciativa é uma ação da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, financiada por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).

    As atividades iniciaram em janeiro deste ano com a abertura das inscrições para os cursos oferecidos. Um total de trinta artesãs foram selecionadas na região do Alto Tietê para participar das oficinas, que abordaram temas como formalização como Microempreendedor Individual (MEI), educação financeira voltada para mulheres empreendedoras, uso das mídias sociais e vendas online por meio do Instagram e WhatsApp. Também foram oferecidas aulas sobre produção de vídeos para Reels utilizando celulares, fotografia com smartphones, criação de identidade visual no Canva e utilização do ChatGPT no contexto do empreendedorismo criativo.

    “A Ciranda surgiu da vontade de criar um espaço onde mulheres pudessem se encontrar, aprender e desenvolver seu potencial coletivamente. Mais que um projeto, tornou-se parte da minha trajetória pessoal e visão sobre cultura e transformação social. Ao longo dessa jornada, enfrentamos desafios. Produzir cultura independentemente demanda muita dedicação e coragem. No entanto, cada oficina realizada e cada feira organizada mostraram que todo esforço valeu a pena”, compartilha Nataly Santos, uma das criadoras da iniciativa.

    Durante os seis meses do projeto, as participantes também contaram com mentoria personalizada. Ao todo, foram realizados 12 encontros online para cada artesã, somando 360 mentorias individuais. Além disso, elas puderam aplicar os conhecimentos adquiridos em três feiras de artesanato. Nas duas primeiras edições, houve alternância entre as expositoras; já a Feira de Encerramento realizou-se no dia 11 com a participação integral das artesãs formadas pelo projeto. Para facilitar a presença nos eventos, as participantes receberam uma ajuda financeira.

    Cerca de 55 mulheres foram beneficiadas diretamente pelos recursos disponibilizados pelo projeto. Isso inclui não apenas as artesãs, mas também membros da equipe técnica, mentoras, assistentes nas oficinas, cerimonialistas e artistas convidadas, fortalecendo assim o setor criativo e o empreendedorismo feminino na área.

    “Ver essas mulheres conquistando autonomia e criando novas fontes de renda foi a maior recompensa desse processo. A Ciranda me transformou como produtora cultural; aprendi a gerenciar responsabilidades maiores e compreendi que formar redes de apoio é fundamental. O investimento público possibilitou ampliar nosso impacto ao oferecer formação e visibilidade a essas mulheres. Hoje sinto orgulho ao olhar tudo que construímos juntas; quando mulheres se unem, elas têm o poder de mudar vidas”, destaca Nataly Santos.

    “A Ciranda não chega ao fim com este projeto; ela permanece viva nas histórias contadas e nas conexões formadas”, conclui Nataly.

    Ana Paula do Amaral, outra idealizadora do programa, celebra o sucesso alcançado: “Estamos muito satisfeitas com os resultados. As 30 mulheres beneficiárias expandiram seus conhecimentos e conseguiram aplicar na prática o que aprenderam nas oficinas durante as feiras. Para algumas delas, a última feira foi como um ‘trabalho de conclusão’, integrando formação teórica e experiência prática.”

    “O Coletivo Ciranda também saiu fortalecido dessa experiência; conseguimos cumprir nossas metas com qualidade e demonstrar nossa capacidade técnica. A equipe técnica foi composta exclusivamente por mulheres oferecendo uma sinergia positiva entre profissionais das áreas como produção, comunicação e design. O projeto evidenciou a grande demanda por ações voltadas às mulheres no Alto Tietê. O apoio financeiro foi crucial para transformar nossas ideias em ações concretas”, finaliza Ana Paula.

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  • O IPO de 1602 e a corrida espacial de 2026: por que o futuro sempre pertence aos obstinados

    O IPO de 1602 e a corrida espacial de 2026: por que o futuro sempre pertence aos obstinados

    Em artigo, Janguiê Diniz compara a criação da Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC) com a trajetória da SpaceX para refletir sobre inovação, risco e a construção do futuro

    Coluna Janguiê Diniz

    Em 1602, um grupo de investidores decidiu financiar algo que jamais havia sido feito. Sob a liderança do estadista holandês Johan van Oldenbarnevelt, eles colocaram dinheiro em uma empresa que prometia navegar por oceanos desconhecidos, atravessar tempestades imprevisíveis e alcançar terras que poucos acreditavam existir.

    Mais de quatro séculos depois, investidores fizeram algo semelhante. Apostaram bilhões em uma empresa cujo objetivo não era cruzar mares, mas conquistar o espaço. Separadas por 424 anos, a Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC) e a SpaceX contam, na essência, a mesma história: a história de pessoas que transformaram o impossível em uma oportunidade de investimento. É também a história da obstinação humana, essa capacidade de seguir adiante mesmo quando o caminho parece incerto.

    A tecnologia mudou. Os meios mudaram. Mas a natureza humana permanece a mesma. O progresso sempre foi financiado por aqueles que acreditaram antes das provas definitivas. Em outras palavras, por aqueles que tiveram a coragem de agir com obstinação quando a maioria preferiu esperar.

    Quando a VOC foi criada, em 1602, o mundo era muito diferente. Não existiam bolsas de valores modernas, fundos de investimento ou mercados globais. Uma viagem da Europa até a Ásia podia durar mais de oito meses. Tempestades destruíam embarcações, doenças matavam tripulações inteiras e piratas atacavam rotas comerciais.

    Mesmo assim, havia um prêmio gigantesco esperando do outro lado. Especiarias como pimenta, canela, noz-moscada e cravo tinham valor extraordinário na Europa, chegando a ser negociadas por preços equivalentes ao ouro. O problema era o financiamento. Nenhum comerciante individual possuía capital suficiente para bancar expedições tão arriscadas.

    Foi então que Oldenbarnevelt ajudou a viabilizar uma ideia revolucionária: unir seis companhias rivais e dividir o risco entre milhares de investidores. A VOC captou aproximadamente 6,5 milhões de florins holandeses, uma quantia monumental para a época. Pela primeira vez na história, pessoas comuns podiam adquirir participação em uma empresa e compartilhar seus lucros.

    Nascia o mercado de capitais moderno. Mais do que uma inovação financeira, era uma inovação de confiança. Hoje, quando um investidor compra ações pelo celular em poucos segundos, é difícil compreender o nível de incerteza existente em 1602.

    Os acionistas da VOC não recebiam relatórios trimestrais. Não havia internet. Não havia comunicação instantânea. Muitas vezes, passavam anos sem saber se uma frota havia chegado ao destino ou desaparecido no mar. Era um investimento baseado em visão. Era preciso acreditar antes de ver. Era preciso, acima de tudo, ter obstinação.

    Quatro séculos depois, o oceano deixou de ser o principal desafio e o novo território desconhecido passou a ser o espaço. Quando Elon Musk fundou a SpaceX, em 2002, a empresa parecia um projeto improvável. A indústria aeroespacial era dominada por governos e gigantes centenários. Especialistas afirmavam que foguetes reutilizáveis eram economicamente inviáveis.

    Entre 2006 e 2008, os três primeiros lançamentos do Falcon 1 fracassaram. Após o terceiro desastre, a empresa estava próxima da falência e tinha recursos para apenas mais uma tentativa. Se o quarto lançamento falhasse, provavelmente deixaria de existir. Mas ele funcionou e mudou a história.

    Aquele momento se tornou um exemplo emblemático de que grandes transformações raramente nascem da conveniência. Elas nascem da obstinação de continuar tentando quando todos os indicadores sugerem desistência.

    A grande inovação da SpaceX não foi apenas construir foguetes. Foi tornar o acesso ao espaço muito mais barato por meio da reutilização. O resultado foi uma revolução econômica que transformou a empresa em uma das mais valiosas do mundo e protagonista da nova corrida espacial.

    À primeira vista, uma empresa marítima do século XVII e uma companhia espacial do século XXI parecem não ter relação alguma. Mas possuem mais semelhanças do que diferenças. Ambas nasceram para explorar territórios desconhecidos. Ambas precisaram captar recursos para financiar jornadas extremamente arriscadas. E ambas exigiram investidores e líderes obstinados, capazes de enxergar décadas à frente.

    Os continentes asiáticos eram a grande fronteira dos investidores da VOC. Marte representa esse mesmo conceito para os investidores da SpaceX. A geografia mudou, mas a mentalidade não.

    O futuro nunca é construído pelos que esperam garantias absolutas. A VOC não possuía mapas completos e a SpaceX não possuía certeza de sucesso. Os grandes avanços surgem quando alguém decide agir antes que todas as respostas estejam disponíveis.

    Vivemos uma época semelhante. A inteligência artificial, a biotecnologia, a computação quântica e a nova economia digital estão criando oportunidades comparáveis às grandes revoluções do passado. Muitos observam essas mudanças com medo. Outros observam com curiosidade. Mas poucos têm coragem de investir tempo, energia e recursos para participar delas.

    Historicamente, são esses poucos que mudam o mundo. São os obstinados que enxergam possibilidades onde a maioria vê obstáculos. O verdadeiro otimismo não é ingenuidade. É a confiança de que vale a pena construir algo mesmo sem garantias.

    No fim das contas, a história não recompensa quem prevê o futuro. Ela recompensa quem ajuda a criá-lo. E eu acredito profundamente que a diferença entre sonhadores e realizadores não está no tamanho da visão. Está na capacidade de convencer outras pessoas a acreditarem nela.

    Johan van Oldenbarnevelt fez isso em 1602. Elon Musk faz isso no século XXI. E todo empreendedor que constrói algo relevante precisa aprender a fazer o mesmo.

    Porque o futuro, ontem como hoje, continua pertencendo aos obstinados.

    Janguiê Diniz  – Fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group; diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

  • Batalha das Startups estreia 4ª temporada com foco em empreendedores que desafiam limites

    Batalha das Startups estreia 4ª temporada com foco em empreendedores que desafiam limites

    Programa comandado por Janguiê Diniz reúne 32 startups brasileiras e aposta em formato inspirado nos esportes de combate para revelar novos talentos do empreendedorismo nacional

    Comandado por Janguiê Diniz, programa da Record News reúne 32 startups de todo o país e aposta em formato inspirado nos esportes de combate para revelar os empreendedores que estão construindo o futuro do Brasil.

    O principal game show de empreendedorismo da televisão brasileira está de volta. O Batalha das Startups estreia sua quarta temporada no dia 5 de setembro de 2026, às 21h15, na Record News, apresentando ao público um novo conceito, novos desafios e uma proposta ainda mais conectada à realidade dos empreendedores brasileiros.

    Com o tema “O Código dos Obstinados”, a temporada parte de uma premissa simples: antes de toda grande empresa existe alguém que se recusou a desistir.

    Capitaneado pelo empreendedor empresarial, investidor e educador Janguiê Diniz, o programa amplia sua missão de fomentar a cultura empreendedora no país ao colocar no centro da narrativa não apenas startups promissoras, mas principalmente os homens e mulheres que enfrentam diariamente os desafios de construir negócios, gerar empregos, criar soluções e transformar mercados.

    Ao longo da competição, 32 startups de diferentes regiões do Brasil disputarão o título de Startup Mais Promissora do Brasil. Mais do que apresentar modelos de negócio, os participantes serão submetidos a uma série de provas, desafios e avaliações que testarão competências essenciais para o sucesso empresarial, como liderança, gestão, inovação, comunicação, vendas, negociação, estratégia e capacidade de execução.

    UMA TEMPORADA INSPIRADA NOS ESPORTES DE COMBATE

    A grande novidade da quarta edição está em sua construção narrativa e visual. Inspirado no universo dos esportes de combate, o programa transforma a jornada empreendedora em uma verdadeira preparação para a arena. Os participantes passam por treinamentos, mentorias, resistência mental, desafios estratégicos e confrontos eliminatórios que simbolizam as batalhas enfrentadas por quem decide empreender.

    A competição acontece em um ambiente que remete a uma grande academia de preparação, onde cada fase representa um novo nível de evolução até a chegada à Grande Arena, espaço reservado aos competidores que demonstrarem possuir o verdadeiro Código dos Obstinados.

    “O empreendedor é alguém que aprende a conviver com a incerteza. Alguém que cai, levanta, corrige a rota e continua avançando. A obstinação é uma das características mais presentes nos grandes realizadores e é exatamente isso que queremos mostrar ao Brasil nesta temporada”, afirma Janguiê Diniz.

    SQUAD TÉCNICO REÚNE REFERÊNCIAS NACIONAIS

    Para avaliar, orientar e desafiar os participantes, o programa contará com um Squad Técnico formado por empresários, investidores, especialistas e influenciadores reconhecidos nacionalmente.

    Entre os nomes já confirmados estão Gilberto Augusto, um dos maiores especialistas brasileiros em marketing e posicionamento de mercado; Pastor Cláudio Duarte, referência nacional em liderança, desenvolvimento humano e valores; o ex-lutador e empresário Rodrigo Minotauro, um dos maiores ícones do esporte brasileiro; Willian Bardi, especialista em crescimento empresarial; Gilmar Theobald, empresário e mentor; Carollyne Mota, executiva e estrategista de negócios; Adriana Duarte, conselheira e advogada empresarial; Cândida Catalde, referência em gestão e desenvolvimento empresarial; Mariana Scribel, especialista em posicionamento e inovação; Raony Falceta, empreendedor e investidor; Raul Canal, jurista e empresário; Janaína Guerra, especialista em liderança e gestão; Jenny Garzon, executiva internacional; Rosane Oliveira, empresária e mentora; e Ricardo Rodrigues, referência em desenvolvimento empresarial.

    O grupo representa diferentes setores da economia e contribuirá para enriquecer a experiência dos participantes com avaliações práticas, mentorias e provocações estratégicas ao longo da competição.

    CONVIDADOS ESPECIAIS E PARTICIPAÇÕES DE DESTAQUE

    Além do Squad Técnico, a quarta temporada contará com a participação de convidados especiais que atuarão como sparrings, mentores, avaliadores e provocadores estratégicos ao longo da competição.

    Entre os nomes convidados estão: Jânyo Diniz, Joaldo Diniz, Eduardo Cavalcante, Guto Galamba, Samuel Pereira, Kaká Diniz, Thiago Reis, Roberto Shiniashiki, Tathiana Deandhela, Victor Damázio, Popó Freitas e Reinaldo Zanon.

    A temporada também contará com a participação de jurados convidados e especialistas reconhecidos em suas áreas de atuação, entre eles Sandra Cristina Janguiê, Alisson Zirgulick, Cristiane Costa, Danilo Vasconcelos, Graziela Cabral, Thomaz Otonari, Leandro Moura, Omar Faria, Paulo Mendes e Hugo Fernandes Damasceno.

    As participações especiais ampliam a diversidade de experiências presentes no programa e proporcionam aos competidores contato direto com empresários, investidores, mentores e profissionais que são referência em seus segmentos, enriquecendo ainda mais a jornada de desenvolvimento dos participantes.

    MAIS DO QUE UM PROGRAMA DE TELEVISÃO

    Desde sua criação, o Batalha das Startups consolidou-se como uma das principais vitrines do empreendedorismo nacional, conectando startups, investidores, empresários e especialistas em uma plataforma de conteúdo, inspiração e desenvolvimento de negócios.

    Ao longo das temporadas, o programa já apresentou dezenas de empresas inovadoras, histórias de superação e soluções capazes de impactar positivamente diferentes segmentos da economia brasileira. Mais do que descobrir empresas promissoras, o objetivo é revelar líderes, pessoas capazes de inspirar, inovar, superar desafios e construir o futuro.

    LANÇAMENTO OFICIAL

    O lançamento da nova temporada acontecerá em um coquetel exclusivo no dia 10 de julho de 2026, em São Paulo, reunindo participantes, investidores, empresários, patrocinadores, influenciadores, parceiros estratégicos e representantes da imprensa para conhecer em primeira mão os bastidores e as novidades desta superprodução.

    SERVIÇO

    Coquetel de Lançamento
    Batalha das Startups – 4ª Temporada
    Tema: O Código dos Obstinados
    Data: 10 de julho de 2026
    Horário: 19h

    -O acesso demanda confirmação de presença com Carol Figueiredo pelo
    Fone 11.96403.1073
    Local:
    Mentor Capital Group Hall
    Ed. Riverview Corporate Tower
    Av. Dr. Chucri Zaidan, 246 – Conj. 111 – 11º andar
    São Paulo/SP

    Estreia:
    5 de setembro de 2026
    Record News
    21h15

  • De Brasília para todo o Brasil: Robson Ouro Preto lança a Connection 26 e aposta na integração entre comunicação, tecnologia e inovação

    De Brasília para todo o Brasil: Robson Ouro Preto lança a Connection 26 e aposta na integração entre comunicação, tecnologia e inovação

    Empresa nasce com atuação nacional e reúne soluções em marketing digital, inteligência artificial, comunicação estratégica e transformação tecnológica

    O empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto acaba de anunciar mais um importante projeto de alcance nacional. Com sede em Brasília, a nova empresa Connection 26 nasce com a missão de conectar o Distrito Federal aos 26 estados brasileiros, oferecendo soluções modernas e integradas nas áreas de comunicação, tecnologia e marketing digital.

    Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa chega ao mercado com uma proposta inovadora, reunindo profissionais especializados e ferramentas avançadas para atender empresas, instituições, lideranças políticas, organizações e empreendedores em todo o país.

    A escolha de Brasília como base operacional reforça a estratégia de expansão nacional da marca. Localizada no centro das decisões políticas e econômicas do Brasil, a capital federal será o ponto de partida para uma atuação que pretende alcançar todas as regiões brasileiras.

    A Connection 26 atuará em diversos segmentos, entre eles:

    * Comunicação Corporativa;
    * Marketing Digital;
    * Assessoria de Imprensa;
    * Desenvolvimento de Plataformas;
    * Tecnologia e Automação;
    * Inteligência Artificial;
    * Produção de Conteúdo;
    * Mídia Digital;
    * Gestão de Tráfego Pago.

    Entre os diferenciais da empresa está uma equipe altamente especializada em campanhas de tráfego pago para o setor político, utilizando ferramentas exclusivas e estratégias avançadas de segmentação, análise de dados e inteligência digital.

    Segundo Robson Ouro Preto, a empresa foi criada para atender um mercado cada vez mais conectado e exigente.

    “A comunicação evoluiu, a tecnologia evoluiu e as marcas precisam acompanhar essa transformação. A Connection 26 surge justamente para unir essas áreas, criando conexões inteligentes e resultados concretos para nossos clientes em todo o Brasil”, destacou o empresário.

    Reconhecido nacionalmente por sua atuação no setor da comunicação, Robson Ouro Preto amplia sua presença no mercado com um projeto que une inovação, tecnologia e estratégia, consolidando mais um passo importante em sua trajetória empresarial.

    A expectativa é que a Connection 26 se torne uma referência nacional em soluções de comunicação integrada, marketing digital e tecnologia, fortalecendo marcas e conectando oportunidades de norte a sul do país.

    Connection 26
    Conectando pessoas, marcas e tecnologia.

  • Trabalho digno é ferramenta de transformação social e construção de futuro, defende Janguiê Diniz

    Trabalho digno é ferramenta de transformação social e construção de futuro, defende Janguiê Diniz

    Em artigo alusivo ao Dia do Trabalhador, educador e empreendedor destaca o papel do trabalho na geração de oportunidades, mobilidade social e desenvolvimento econômico, além da importância de ambientes corporativos que valorizem pessoas e incentivem o intraempreendedorismo

    O mês de maio se inicia com o Dia do Trabalhador. A data nos convida à reflexão sobre o papel do trabalho na vida das pessoas e na construção da sociedade. Muito além de uma obrigação ou meio de subsistência, o trabalho é um dos principais instrumentos de mobilidade social, transformação individual e coletiva. É por meio dele que sonhos saem do papel, objetivos ganham forma e histórias de superação são escritas todos os dias.

    O trabalho tem um valor que vai além do aspecto financeiro. Ele representa dignidade, propósito e identidade. Quando alguém trabalha, não está apenas gerando renda. Está construindo um futuro, desenvolvendo habilidades, conquistando autonomia e criando oportunidades. Em muitos casos, é o trabalho que possibilita a mobilidade social, permitindo que pessoas mudem sua realidade e ofereçam melhores condições para suas famílias. E esse impacto não se limita ao indivíduo. O trabalho transforma comunidades, fortalece a economia e contribui para o desenvolvimento do país. Cada profissional, independentemente da área ou função, tem um papel importante nesse processo. Do pequeno empreendedor ao grande executivo, do trabalhador informal ao profissional altamente especializado, todos contribuem para o funcionamento e o crescimento da sociedade e têm seu valor.

    No entanto, falar sobre o valor do trabalho também exige abordar as condições em que ele é realizado. O trabalho precisa ser exercido de forma digna, em ambientes seguros, justos e respeitosos. Nenhuma atividade deve submeter o trabalhador a condições degradantes ou desumanas. A dignidade no trabalho não é um privilégio, é um direito. Nesse contexto, as empresas desempenham um papel fundamental. Organizações que entendem o valor do trabalho investem em seus colaboradores, promovem ambientes saudáveis e criam oportunidades reais de crescimento. Um bom ambiente de trabalho não é apenas aquele que oferece estrutura física adequada, mas também aquele que incentiva o desenvolvimento, reconhece esforços e valoriza pessoas. Empresas que cuidam de seus colaboradores colhem resultados mais consistentes. Equipes motivadas produzem mais, inovam mais e se comprometem mais com os objetivos da organização. É uma relação de reciprocidade: quando o colaborador se sente valorizado, ele naturalmente entrega o seu melhor.

    É nesse cenário que ganha força o conceito de intraempreendedorismo. Cada vez mais, empresas percebem que seus próprios colaboradores podem ser agentes de inovação e crescimento. O intraempreendedor é aquele que, mesmo dentro de uma organização, pensa como dono, busca soluções, propõe melhorias e contribui ativamente para o desenvolvimento do negócio. Ele não apenas executa tarefas, mas participa da construção de resultados. Estimular esse comportamento é estratégico. Ao incentivar o intraempreendedorismo, as empresas criam um ambiente onde ideias são valorizadas, talentos são potencializados e oportunidades são ampliadas. O colaborador deixa de ser apenas parte da operação e passa a ser parte da evolução da empresa.

    O trabalho, quando exercido com dignidade e propósito, transforma não apenas a realidade financeira, mas também a mentalidade. Ele ensina disciplina, desenvolve resiliência e fortalece o caráter. Cada desafio superado no ambiente profissional contribui para o crescimento pessoal. Por isso, ao refletirmos sobre o Dia do Trabalhador, é importante resgatar uma ideia simples, mas poderosa: o trabalho enobrece o homem, engrandece a alma e enriquece o bolso. Ele é, ao mesmo tempo, meio e caminho: meio para conquistar estabilidade e caminho para alcançar realização.

    Mais do que celebrar, este é um momento de valorizar. Valorizar o esforço diário de milhões de brasileiros, reconhecer a importância de condições dignas de trabalho e reforçar o papel das empresas na construção de ambientes mais justos e produtivos. No fim das contas, o trabalho é uma das maiores ferramentas de transformação que existem. E, quando aliado à dignidade, ao respeito e às oportunidades, ele se torna capaz de mudar vidas — não apenas de quem o realiza, mas de todos que estão ao seu redor.

    Janguiê Diniz  –     Fundador,  controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional,  presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group. – diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

  • Empresário Adailton Maturino destaca potencial do mercado do cacau para impulsionar o agronegócio brasileiro

    Empresário Adailton Maturino destaca potencial do mercado do cacau para impulsionar o agronegócio brasileiro

    À frente da GMA Group, empresário defende investimentos na cadeia produtiva do cacau como estratégia para geração de empregos, renda e fortalecimento da economia nacional

    O mercado do cacau vem ganhando cada vez mais relevância no cenário global e se consolidando como uma das commodities agrícolas mais promissoras da atualidade. Impulsionado pela crescente demanda da indústria de chocolates finos e pela busca por produtos sustentáveis e de origem rastreável, o setor tem atraído investidores e ampliado oportunidades para produtores rurais em diversas regiões do Brasil.

    Para o empresário Adailton Maturino dos Santos, fundador da GMA Group, investir na cadeia produtiva do cacau é apostar em um segmento estratégico para o futuro do país. Segundo ele, o Brasil reúne condições favoráveis para ampliar sua participação no mercado internacional e fortalecer uma atividade capaz de gerar impactos positivos em diferentes áreas da economia.

    “O cacau representa uma das maiores oportunidades de desenvolvimento econômico do agronegócio brasileiro. Estamos falando de um setor que movimenta bilhões de dólares, gera renda no campo, cria empregos e contribui para a transformação de realidades em diversas comunidades produtoras”, destaca o empresário.

    Adailton ressalta ainda que a valorização do cacau está diretamente ligada às novas exigências do mercado consumidor, cada vez mais atento à sustentabilidade, à qualidade dos produtos e à rastreabilidade da produção. Nesse contexto, o Brasil desponta como um importante protagonista, reunindo clima favorável, tradição agrícola e capacidade de expansão produtiva.

    À frente da GMA Group, o empresário acredita que o fortalecimento da cadeia do cacau pode contribuir para impulsionar o agronegócio nacional, promovendo inovação, desenvolvimento regional e novas oportunidades de negócios. “O Brasil tem todas as condições para se tornar ainda mais protagonista nesse mercado, conectando o presente às oportunidades do futuro”, afirma.

    Mais informações:
    GMA Group

  • Aos 30 anos, Adriel Brendown intensifica pré-campanha a deputado federal com agenda em 23 cidades da Bahia

    Aos 30 anos, Adriel Brendown intensifica pré-campanha a deputado federal com agenda em 23 cidades da Bahia

    Advogado, empresário e comunicador aposta no contato direto com a população e defende desburocratização, empreendedorismo, esporte e educação como pilares de sua pré-candidatura

    Aos 30 anos, Adriel Brendown Torres Maturino imprime um ritmo acelerado à sua Pré-candidatura a Deputado Federal. Com uma bagagem que combina o exercício do Direito, a vivência no jornalismo e a expertise empresarial — evidenciada pela gestão da LFTV na Bahia e a fundação da TV Nação em Brasília —, o pré-candidato tem se tornado um nome de peso no cenário político baiano.

    Diferente de muitos nomes da nova geração, que limitam sua atuação ao ambiente digital, Adriel aposta na “política de sola de sapato”. Até o momento, o pré-candidato já percorreu 23 cidades, onde tem se destacado pela proximidade com o eleitorado. “Gosto de lidar com as pessoas e não tenho medo de sentar para conversar”, afirma, reforçando sua convicção de que o verdadeiro entendimento das demandas nacionais passa pelo contato direto com a realidade das comunidades.

    Visão de país e propostas estruturantes

    Em suas andanças, o discurso de Adriel é pautado por três pilares fundamentais: o fomento ao esporte como ferramenta de transformação social, a esperança por um Brasil mais eficiente e o apoio ao empreendedorismo com geração de emprego e oportunidade.

    Para o pré-candidato, o caminho para o desenvolvimento passa pela redução da burocracia. Ele defende que, ao oferecer estrutura e menos travas aos empreendedores, o país criará o ambiente necessário para o aquecimento real da economia, gerando mais emprego e renda para as famílias brasileiras.

    Entre sonhos e trajetória: o fator educação

    Ao olhar para a própria trajetória, Adriel revela facetas pouco conhecidas que norteiam suas metas políticas. Filho de pedagoga, o desejo de infância de ser jogador de futebol — um sonho que divide com a grande maioria dos brasileiros — convive hoje com uma aspiração mais madura e profunda: ocupar um dia grande cargo na Educação.

    Mais do que uma ambição de cargo, esse objetivo reflete sua crença central. Para Adriel, a educação não é apenas uma diretriz de governo, mas a única solução viável para aqueles que planejam o futuro do país a longo prazo.

    Raízes e valores

    Nascido em Camaçari e morador de Lauro de Freitas, Adriel carrega consigo a importância das relações familiares como base de sua formação. Filho de Adailton e Marilene (conhecida carinhosamente como “Mari Kids”), ele também não cria distinções entre os pais Geciane e Paulo que foram fundamentais em sua criação. Irmão mais velho de quatro filhos por parte de mãe e uma irmã por parte de pai, o pré-candidato é descrito pelos pais como um homem de valores sólidos.

    “Sempre me preocupei com meu filho, por ter um coração muito bom. Tinha medo que o mundo o decepcionasse”, confessa Marilene.

    “Meu filho sempre foi paciente, temente a Deus e dedicado, com um coração leve e tratando bem sem olhar a quem”, complementa Adailton.

    Entre os amigos, Adriel é conhecido como resolvedor de problemas ou um Porto Seguro. Com apenas 30 anos de idade, preserva amizades de 10, 15 e por incrível que pareça no mundo de hoje, 23 anos de relacionamento. Através destes e da família, já angaria apoio em 53 municípios baianos.

    Com uma pré-campanha que ganha tração e uma narrativa focada em proximidade e resultados, Adriel Brendown se posiciona como uma das vozes jovens a observar nos próximos meses, unindo a energia de sua geração com a sensibilidade de quem conhece, de perto, o valor de cada conversa e o peso de cada sonho.

  • Escala 6×1 no centro do debate nacional reacende alerta do empresariado sobre produtividade, competitividade e sustentabilidade econômica

    Escala 6×1 no centro do debate nacional reacende alerta do empresariado sobre produtividade, competitividade e sustentabilidade econômica

    Para empresários, discussão precisa equilibrar qualidade de vida do trabalhador com a realidade operacional das empresas brasileiras, especialmente no varejo, serviços e pequenas operações

    A proposta que prevê o fim da escala 6×1 no Brasil voltou ao centro das discussões econômicas e políticas do país após o relator da comissão especial da Câmara apresentar parecer favorável à redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial, além de uma transição gradual de até 14 meses para implementação do novo modelo. 

    O tema, que mobiliza trabalhadores, sindicatos e setores políticos, também provoca forte reação entre empresários e líderes do varejo nacional, sobretudo em segmentos intensivos em mão de obra, como comércio, alimentação, logística e serviços. Para muitos executivos, a discussão não pode ser conduzida apenas sob uma ótica ideológica ou emocional, mas sim com base em produtividade, eficiência operacional e preservação da atividade econômica.

    Na visão do empresário Ricardo Nunes, um dos nomes mais conhecidos do empreendedorismo brasileiro, o debate precisa considerar a realidade de quem gera empregos no país e sustenta operações que funcionam praticamente de forma ininterrupta.

    “O empresário brasileiro já opera sob uma das cargas tributárias mais agressivas do mundo, além de enfrentar juros elevados, insegurança jurídica e custos trabalhistas extremamente altos. Quando se fala em reduzir jornada sem discutir aumento de produtividade, tecnologia, desoneração e eficiência, existe um risco real de pressionar ainda mais o custo Brasil e inviabilizar milhares de empresas, especialmente pequenas e médias”, afirma Ricardo Nunes, fundador do Grupo R1 e da Ricardo Eletro.

    Segundo ele, embora seja legítima a busca por mais qualidade de vida para o trabalhador, a discussão precisa ser madura e responsável para não gerar efeito contrário ao esperado. “O empresário não é inimigo do trabalhador. Muito pelo contrário. Quem empreende sabe a importância de equipes motivadas, descansadas e produtivas. Mas toda mudança estrutural precisa ser acompanhada de um plano econômico sustentável. Caso contrário, o impacto pode vir em forma de desemprego, informalidade, automação acelerada e fechamento de operações”, pontua.

    A proposta debatida na Câmara prevê a redução gradual da jornada atual de 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, além da garantia de dois dias de descanso remunerado por semana. O parecer também estabelece um período de adaptação para as empresas. 

    Para Ricardo Nunes, o Brasil deveria discutir simultaneamente mecanismos de compensação econômica para os setores mais afetados. “Países que reduziram jornada ao longo da história fizeram isso acompanhados de ganhos massivos de produtividade, inovação e ambiente econômico favorável. Não existe mágica. O empresário brasileiro quer evoluir, quer modernizar relações de trabalho, mas precisa ter previsibilidade e condições reais para absorver esse custo”, diz.

    O fundador do Grupo R1 também destaca que o varejo e os serviços possuem dinâmicas muito diferentes de setores industriais ou tecnológicos. “Uma loja aberta precisa de gente. Um restaurante funcionando precisa de equipe. Um centro logístico precisa operar. Em alguns setores, especialmente aqueles que já trabalham no limite operacional, possuem baixa produtividade, alta dependência de presença física contínua ou grande concentração de horários de pico, a redução da jornada pode aumentar a necessidade de novas contratações ou exigir uma reestruturação importante das escalas e dos processos internos. Por outro lado, empresas mais eficientes, organizadas e com gestão moderna conseguem absorver melhor essas mudanças sem necessariamente ampliar quadro. O grande ponto é que o debate precisa considerar as diferentes realidades do ambiente empresarial brasileiro”, explica. 

    Apesar das preocupações do setor produtivo, Ricardo Nunes acredita que o debate pode abrir espaço para uma transformação positiva nas relações de trabalho, desde que conduzido com equilíbrio. “O futuro do trabalho passa por produtividade, inteligência operacional, meritocracia, tecnologia e gestão eficiente. O Brasil precisa construir soluções modernas, e não apenas importar modelos sem considerar a realidade econômica nacional. O grande desafio é encontrar um caminho que preserve empregos, fortaleça empresas e também entregue dignidade ao trabalhador”, conclui.

    Sobre Ricardo Nunes

    Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do  varejo  nacional e  empreendedor  serial com  décadas  de experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo conhecimento do ambiente de negócios brasileiro. Presença constante em debates sobre economia, liderança, recursos humanos e transformação de mercado, Ricardo Nunes se  consolida como  um  líder de opinião  que  conecta execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil.

    Sobre o Grupo R1

    Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à profissionalização do empresariado brasileiro. Com metodologia de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.

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  • Falta de profissionais com “visão de dono” desafia empresários frente a alta na geração de empregos

    Falta de profissionais com “visão de dono” desafia empresários frente a alta na geração de empregos

    Dificuldade para contratar profissionais capazes de entregar resultados acima da média e atuar com mentalidade estratégica, é o principal desafio dos profissionais de RH 

    O mercado de trabalho brasileiro segue aquecido, especialmente em grandes centros econômicos como São Paulo e Belo Horizonte. No entanto, empresários enfrentam um desafio crescente: encontrar profissionais preparados para entregar resultados com comprometimento, resiliência e mentalidade de dono. Dados do Novo Caged mostram que apenas o estado de São Paulo gerou mais de 183 mil empregos formais no primeiro trimestre de 2026, liderando a criação de vagas no país. Somente em março, foram quase 68 mil novas oportunidades com carteira assinada. Já em Belo Horizonte, plataformas de recrutamento e empregabilidade registram mais de 167 mil vagas ativas, principalmente nos setores de tecnologia, serviços, varejo e comercial.

    Apesar da grande oferta de oportunidades, empresários relatam dificuldade para contratar profissionais com postura empreendedora, capacidade de adaptação e disposição para assumir responsabilidades além da função básica.

    A dificuldade para contratar profissionais capazes de entregar resultados acima da média e atuar com mentalidade de dono tornou-se um dos principais desafios enfrentados pelos setores de Recursos Humanos no Brasil. Em um mercado cada vez mais competitivo, os departamentos de RH buscam profissionais que vão além da execução técnica, demonstrando proatividade, comprometimento, inteligência emocional, capacidade de resolver problemas e disposição para contribuir diretamente com os resultados da empresa. No entanto, encontrar talentos com perfil de alta performance, os chamados profissionais “outliers”, tem sido uma tarefa cada vez mais complexa, levando empresas a intensificarem investimentos em desenvolvimento humano, retenção de talentos e fortalecimento da cultura organizacional.

    Para o empresário Ricardo Nunes, o desafio atual vai muito além da qualificação técnica.

    “Existem vagas, existem oportunidades e existe mercado aquecido. O problema é encontrar pessoas com vontade de crescer, que entendam que resultado depende de entrega, comprometimento e responsabilidade. O empresário procura profissionais que vistam a camisa e ajudem a construir o negócio. Em meus encontros com diversos empresários pelo Brasil, esse tema sempre esta em pauta e é impactante ver que é uma realidade que tem causado perdas financeiras e estratégicas para os negócios.”

    Segundo Ricardo, um dos perfis mais valorizados atualmente pelas empresas é o chamado “profissional outlier”, termo utilizado para definir pessoas que performam acima da média e entregam resultados muito superiores ao padrão esperado pelo mercado. Esses profissionais se destacam não apenas pela capacidade técnica, mas principalmente pela combinação de disciplina, inteligência emocional, resiliência, capacidade de resolver problemas e alto nível de comprometimento com metas e resultados.

    “O profissional outlier é aquele que entrega em totalidade. Ele não faz apenas o básico. Tem iniciativa, busca solução, aprende rápido e assume responsabilidade pelo resultado final. Esse tipo de profissional virou o sonho de qualquer empresa, mas está cada vez mais raro no mercado.”

    Ricardo afirma que, em um ambiente corporativo cada vez mais competitivo, profissionais diferenciados acabam se tornando peças estratégicas para crescimento, inovação e produtividade das empresas.

    “As empresas estão valorizando quem resolve problemas sem precisar ser cobrado o tempo todo. Resiliência virou diferencial competitivo. O mercado procura pessoas preparadas para enfrentar pressão, mudanças e desafios constantes.”

    Levantamentos recentes do mercado também apontam mudança no perfil de contratação das empresas, principalmente nos setores de tecnologia, vendas e gestão. Além da experiência técnica, competências comportamentais como inteligência emocional, disciplina, comunicação, liderança e capacidade de adaptação passaram a ser decisivas nos processos seletivos. Especialistas afirmam que muitas empresas vêm enfrentando dificuldade para preencher cargos estratégicos e posições de liderança justamente pela escassez de profissionais preparados para assumir responsabilidades e gerar resultado de longo prazo. Além do impacto na produtividade e expansão das empresas, a dificuldade na contratação também aumenta os investimentos corporativos em treinamento, desenvolvimento humano e retenção de talentos.

    Para Ricardo Nunes, o momento exige uma mudança cultural tanto das empresas quanto dos profissionais.

    “O mercado não procura apenas currículo. Procura atitude. O profissional que entender isso vai sempre encontrar espaço, independentemente do cenário econômico.”

    Sobre o Grupo R1

    Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento  e à  profissionalização  do empresariado  brasileiro.  Com metodologia  de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.

    Sobre Ricardo Nunes

    Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do varejo  nacional  e empreendedor  serial  com décadas  de  experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo  conhecimento do  ambiente  de negócios  brasileiro. Presença constante  em debates  sobre economia,  liderança,  recursos humanos e  transformação  de mercado, Ricardo Nunes se consolida  como  um líder de  opinião  que conecta  execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil.

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