Tag: Educação

  • Janguiê Diniz defende inclusão do Fies no Desenrola 2.0 como “segunda chance” para estudantes endividados

    Janguiê Diniz defende inclusão do Fies no Desenrola 2.0 como “segunda chance” para estudantes endividados

    Empresário e presidente da ABMES afirma que renegociação de dívidas fortalece o acesso ao ensino superior, reduz desigualdades e devolve oportunidades a milhares de brasileiros

    Coluna Janguiê Diniz*

    Poucos dias depois de sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE) com metas mais ambiciosas para a educação superior do que o documento anterior, o governo federal acertou em cheio em outra decisão estratégica para o futuro do país: a inclusão dos inadimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) na nova edição do programa de renegociação de dívidas, o Desenrola 2.0. Trata-se de uma decisão acertada tanto do ponto de vista econômico quanto social.

    Ao ampliar os mecanismos de renegociação de dívidas para alcançar estudantes que recorreram ao crédito educacional, a Medida Provisória nº 1.355/2026 reconhece uma realidade muitas vezes negligenciada: a de milhares de brasileiros que apostaram na educação superior como principal via de transformação de suas trajetórias de vida, mas que hoje enfrentam dificuldades concretas para honrar seus compromissos financeiros.

    Ao conceder às dívidas de financiamento estudantil condições especiais de renegociação dispensadas a outros débitos, o poder público demonstrou valorizar o papel estratégico da educação na redução das desigualdades econômicas impostas aos brasileiros. Afinal, não se trata apenas de aliviar passivos acumulados, mas de oferecer uma segunda chance a jovens que, em sua maioria, são oriundos de famílias de baixa renda e que enxergam no diploma de graduação a possibilidade real de romper ciclos geracionais de pobreza.

    Entre os benefícios da medida, está a previsão de descontos que podem chegar a até 99% do valor consolidado da dívida para estudantes inscritos no Cadastro Único e com débitos em atraso há mais de um ano. Ao reconhecer a vulnerabilidade desse público, a política pública avança no sentido de alinhar o desenho do programa às reais condições de pagamento de seus usuários, evitando que o financiamento educacional, concebido como mecanismo de acesso, se transforme em um fator de exclusão futura.

    Esse aspecto é ainda mais significativo quando se considera que uma parcela expressiva dos estudantes que recorrem ao Fies, na prática, integra o público-alvo do Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferta bolsas de 100% e 50% das mensalidades. Contudo, o limite de vagas e os critérios rigorosos de elegibilidade fazem com que muitos estudantes de baixa renda não consigam acessar o programa, e o Fies acaba sendo a alternativa possível.

    Essa dinâmica revela um ponto central do debate sobre políticas públicas educacionais no Brasil: a necessidade de articulação e complementaridade entre os diferentes instrumentos de acesso. Em um sistema no qual 80% das matrículas estão concentradas em instituições privadas, políticas como o Fies e o ProUni não são apenas desejáveis, mas absolutamente essenciais para garantir que estudantes de baixa renda possam acessar essas instituições.

    Nesse sentido, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 deve ser interpretada como parte de uma política mais ampla de reequilíbrio social. Ao enfrentar o problema da inadimplência, o governo federal contribui para a sustentabilidade do programa e, ao mesmo tempo, resgata sua função original como instrumento de mobilidade social.

    Além dos impactos estruturais, há também efeitos imediatos e transformadores na vida dos beneficiários. A possibilidade de renegociar dívidas com condições acessíveis permite que esses estudantes deixem para trás situações de inadimplência prolongada, muitas vezes associadas à negativação do nome e à inscrição em cadastros restritivos de crédito ou mesmo na dívida ativa da União. Ao superar essas barreiras, esses jovens passam a ter acesso a novas oportunidades, seja no mercado de trabalho, seja no sistema financeiro, podendo planejar com mais segurança seus próximos passos.

    É importante reconhecer, ainda, que medidas dessa natureza produzem efeitos positivos que vão além do indivíduo. Ao permitir a reinserção de milhares de pessoas no circuito econômico formal, o programa contribui para a dinamização da economia, ampliando o consumo, estimulando o empreendedorismo e fortalecendo a arrecadação. Trata-se, portanto, de uma política pública que combina sensibilidade social com racionalidade econômica.

    Por fim, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 acende a esperança de uma retomada estratégica da política que, em seu auge, foi responsável por transformar o perfil do ensino superior brasileiro. Para isso, o próximo passo consiste na reformulação do programa em si, com o estabelecimento de critérios e diretrizes que dialoguem com a realidade do público ao qual se destina, garantindo não apenas a assinatura dos contratos, mas também o seu encerramento dentro do que é esperado pelo poder público e pelos estudantes.

    Ao apostar na renegociação das dívidas como caminho para reequilibrar o sistema e apoiar aqueles que mais precisam, o governo federal reafirma a centralidade da educação superior para um país mais justo e próspero. E, ao permitir que esses jovens iniciem ou retomem suas vidas adultas sem o peso de um endividamento insustentável, dá um passo importante na direção de um Brasil em que o acesso à educação não seja um privilégio, mas um direito efetivamente garantido a todo e qualquer cidadão brasileiro.

    *Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

  • Pé-de-Meia ajuda a reduzir evasão escolar em 43% no ensino médio brasileiro

    Pé-de-Meia ajuda a reduzir evasão escolar em 43% no ensino médio brasileiro

    Programa de incentivo financeiro já alcança 5,6 milhões de estudantes da rede pública e reforça permanência nas escolas

    A evasão escolar no ensino médio registrou uma queda expressiva nos últimos dois anos no Brasil. Dados recentes mostram que o abandono diminuiu 43% no período, sinalizando uma mudança relevante no cenário educacional. A taxa caiu de 6,4% em 2024 para 3,6% no ano seguinte.

    Esse avanço ocorre em um contexto de ampliação de políticas públicas voltadas à permanência dos estudantes na escola. Entre as iniciativas, o programa Pé-de-Meia tem ganhado destaque ao apostar em incentivos financeiros como estratégia para conter a evasão escolar.

    Como o Pé-de-Meia contribui para reduzir a evasão escolar no ensino médio

    O Pé-de-Meia funciona como uma poupança direcionada a estudantes do ensino médio da rede pública. Os valores são depositados ao longo do percurso escolar, com base em critérios como matrícula ativa, frequência regular e conclusão das etapas.

    A iniciativa já alcança cerca de 5,6 milhões de estudantes, o equivalente a, aproximadamente, 54% dos alunos dessa fase de ensino. O objetivo é reduzir impactos de fatores que historicamente contribuem para a evasão escolar, como dificuldades financeiras e necessidade de trabalhar cedo.

    Ao aliviar parte da pressão econômica, o incentivo contribui para que mais jovens permaneçam na escola. Ao mesmo tempo, reforça a percepção da educação como um caminho possível para ampliar oportunidades no futuro.

    Principais causas da evasão escolar no ensino médio e soluções possíveis

    Apesar da redução recente, a evasão escolar ainda está ligada a problemas estruturais no país. Desigualdade social, acesso limitado à educação de qualidade e inserção precoce no mercado de trabalho seguem como obstáculos importantes.

    Diante desse cenário, o uso de ferramentas educacionais também ganhou espaço. Recursos como a calculadora ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ajudam no acompanhamento do desempenho acadêmico, permitindo simular resultados e organizar melhor a rotina de estudos

    Esse tipo de apoio contribui para que estudantes visualizem metas mais concretas, especialmente em relação ao ingresso no ensino superior. Além disso, a formação de uma poupança ao longo do ensino médio pode auxiliar no planejamento futuro, incluindo a escolha de cursos de graduação e a continuidade dos estudos.

    Redução da evasão escolar no ensino médio reforça importância de políticas públicas

    A queda na evasão escolar no ensino médio reforça a importância de políticas públicas consistentes e contínuas. Iniciativas como o Pé-de-Meia mostram que o incentivo financeiro, aliado a estratégias educacionais, pode gerar impactos positivos na permanência escolar.

    O desafio, no entanto, permanece. A redução das desigualdades no acesso à educação depende da ampliação dessas ações e de um olhar atento para as diferentes realidades dos estudantes. Nesse contexto, fortalecer políticas educacionais segue como um passo essencial para garantir trajetórias mais estáveis e ampliar oportunidades no país.

  • Fórum da educação católica reúne gestores e lideranças de todo o Brasil em Brasília

    Fórum da educação católica reúne gestores e lideranças de todo o Brasil em Brasília

    Evento da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil discute identidade, inovação e desafios das instituições diante das transformações sociais e tecnológicas

    A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza, nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o Fórum Nacional de Educação Católica e a Assembleia Geral Ordinária 2026. O encontro reunirá lideranças, gestores e representantes de instituições educacionais católicas associadas de todo o país para discutir os desafios e caminhos da educação católica diante das transformações sociais, tecnológicas e institucionais.

    O evento será realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada e terá como tema central “Educação católica: sonhar juntos hoje para impulsionar o amanhã”, propondo uma reflexão coletiva sobre o papel das instituições no presente e no futuro da sociedade.

    A programação tem início no dia 16 com missa de abertura, seguida da mesa institucional e da conferência inaugural “Ver além do hoje: identidade e missão a serviço da perenidade da educação católica”, conduzida pelo vice-presidente da ANEC, Pe. Charles Lamartine, e pelo Mauricio Zanforlin, CEO do Grupo Marista. Ainda no primeiro dia, ocorre a Assembleia Geral Ordinária, com a condução de Padre Sérgio Mariucci, presidente do Conselho Superior da ANEC, e da diretora-presidente, Irmã Iraní Rupolo, incluindo a apresentação do Relatório de Atividades 2025 e a deliberação sobre a prestação de contas das instituições associadas.

    Entre as novidades desta edição, será apresentado o documento Linhas de Ação Pastoral para as Instituições de Ensino Superior (IES), que orienta a atuação evangelizadora no ambiente acadêmico, com foco na integração entre fé, conhecimento e compromisso social. A proposta reúne diretrizes para fortalecer a identidade confessional e a missão educativa das instituições católicas no Ensino Superior.

    Como parte da programação e das celebrações institucionais, o evento também contará com o lançamento do livro “ANEC 80 anos: 1945–2025 – memória, presença e sonho”, publicação da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil. A obra resgata a trajetória da educação católica e da ANEC no país, reunindo marcos históricos, reflexões e registros que evidenciam a contribuição das instituições confessionais para o desenvolvimento educacional e social do Brasil, além de apontar caminhos para o futuro do setor.

    No segundo dia, a programação se inicia com a palestra “Que educação sonhamos? Que futuro queremos?”, conduzida por Irmã Iraní Rupolo, seguida por salas temáticas que aprofundam questões estratégicas do setor:

    • Identidade e missão, com mediação de Irmã Carolina Mureb e facilitação de Jonathan Félix.
    • Inovação pedagógica, mediada por Irmã Adair Sberga, com facilitação de Mariana Aranha.
    • Modelo de gestão, sob mediação de Irmã Marli Araújo, com facilitação de Kelly Matos.
    • Posicionamento de mercado, com mediação de Irmã Patrícia Vasconcelos e facilitação de Marcelo Chaves.

    Entre os destaques, está a plenária “Construindo o sonho compartilhado: onde estaremos em 5 anos?”, que propõe a construção coletiva de perspectivas para o futuro da educação católica no Brasil.

    Inspirado no pensamento do Papa Francisco, o fórum reforça a importância do diálogo, da corresponsabilidade e da construção conjunta como bases para enfrentar os desafios atuais da educação.

    Além dos debates, o evento contará com a ExpoANEC, espaço voltado à apresentação de soluções, produtos e serviços inovadores para o setor educacional, promovendo a conexão entre instituições e o mercado.

    O encontro será encerrado com a bênção de envio, marcando o compromisso das instituições com a continuidade da missão educativa e com a formação integral das novas gerações. 

    Informações: https://forum.anec.org.br

    Sobre a ANEC

    A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional e cultural, representante da Educação Católica no Brasil, e reunida em comunhão de valores com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).

    A instituição atua em favor de uma educação de excelência para promover uma educação cristã entendida como aquela que visa à formação integral da pessoa humana, sujeito e agente de construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica, segundo o Evangelho e o ensinamento social da Igreja.

    A ANEC atua em 900 municípios do Brasil, realiza 172 obras sociais e tem como associadas 1200 escolas, que incluem Creche, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, e 79 instituições de Ensino Superior, que atendem a mais de 1,5 milhão de alunos, além de 359 mantenedoras. 

  • Preparação para o Enem 2026: quem começa com método sai na frente na disputa por vagas

    Preparação para o Enem 2026: quem começa com método sai na frente na disputa por vagas

    A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio não começa quando o estudante abre o primeiro livro de conteúdo. Começa na forma como ele organiza o tempo, constrói repertório e treina tomada de decisão ao longo do ano. Em 2025, o Enem registrou 4,8 milhões de inscritos, alta superior a 11% em relação ao ano anterior. Mais candidatos, mesma quantidade de vagas. Em um cenário de concorrência crescente, a corrida pela aprovação começa, na prática, bem antes de novembro. Para a Filadd, maior comunidade estudantil da América Latina com mais de 3 milhões de alunos, o início do ano não é cedo demais: é o momento ideal. E a ciência concorda.

    Começar os estudos já nos primeiros meses do ano não é apenas uma questão de disciplina: é estratégia. Quem começa agora tem três vantagens estruturais em relação a quem começa em julho. Primeira: fixação de conteúdo. Com mais tempo disponível, o aluno absorve o material de forma gradual, sem a sobrecarga que comprime meses de aprendizado em semanas. Segunda: ajuste de ritmo. Conteúdos densos, especialmente em Matemática e Ciências da Natureza, exigem que o estudante encontre seu próprio tempo de assimilação. Isso só se descobre praticando. Terceira: ciclo completo de revisão. Quem termina o conteúdo em julho ainda tem quatro meses para revisar antes da prova. Quem começa em julho não tem muita margem. Pedro Lucena Bueno, 19 anos, aprovado em Psicologia pela Filadd, aprendeu isso na prática: “Começar um pouco mais cedo seria o diferencial. Fortalecer a minha base no início do ano, sabe?”

    “O estudante não pode estudar sozinho contra um sistema complexo. A personalização permite que ele invista energia onde realmente precisa evoluir”, afirma Bruno Ferrari, coordenador pedagógico da Filadd no Brasil.

    A ciência da aprendizagem demonstra que o cérebro tende a esquecer rapidamente conteúdos estudados de forma concentrada e sem revisão espaçada. A chamada “curva do esquecimento”, descrita pelo psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus no século XIX, evidencia que sem retomadas periódicas, grande parte da informação se perde. Estudar e reter são coisas distintas. Esquecemos cerca de 70% do que aprendemos em menos de 24 horas sem revisão. É exponencial: quanto mais o tempo passa sem retomar um conteúdo, mais energia é necessária para recuperá-lo. Quem começa cedo não estuda mais, necessariamente. Estuda melhor, porque tem tempo para revisitar o que aprendeu antes que o esquecimento se instale. É essa diferença, invisível no dia a dia, mas decisiva em novembro, que separa uma preparação consistente de meses de esforço que não se convertem em nota. Na Filadd, as revisões são agendadas automaticamente nos intervalos corretos para maximizar a retenção, as pausas são sugeridas nos momentos estratégicos e o estudante não precisa gerenciar esse controle manualmente.

    Há outro fator que costuma ser subestimado: o peso emocional da prova. O Enem possui 180 questões distribuídas em dois dias, com enunciados extensos e exigência elevada de concentração. Estudantes que fazem o exame antes do ano decisivo, os chamados treineiros, relatam que a experiência transforma a relação com a prova: maior controle emocional, menos desgaste, e a ansiedade, apontada por muitos como um dos maiores fatores de queda no desempenho, se reduz à medida que o ambiente deixa de ser desconhecido. O tempo longo, a pressão, o formato deixam de assustar. O medo vai cedendo lugar à familiaridade. E familiaridade, na prova, vira tempo e clareza na hora de responder. Luana Nogueira Martins, 20 anos, aprovada em Medicina, resume o que só percebeu depois: “Se eu tivesse a noção do quanto ia ser difícil passar no vestibular, teria começado a me preparar antes.”

    Conhecer o mecanismo de correção também muda a forma de estudar. O Enem não avalia só quantas questões o candidato acertou, mas quais questões acertou e se existe coerência pedagógica nas respostas, o chamado TRI, Teoria da Resposta ao Item. Dois candidatos com o mesmo número de acertos podem ter diferenças de até 100 pontos na nota final. Quem acerta questões difíceis, mas erra as fáceis do mesmo tema é penalizado, porque o sistema interpreta isso como chute. Na Filadd, os simulados são recomendados conforme o desempenho de cada aluno, treinando exatamente esse padrão de coerência que a prova premia. A TRI também garante comparabilidade entre edições: tirar 700 em Matemática em 2025 exige o mesmo nível de habilidade que em 2024. Isso significa que a preparação de longo prazo, construindo base sólida ao longo de meses e não semanas, é exatamente o que o modelo premia. Elisa dos Santos Brito, 21 anos, aprovada em Medicina após três anos de preparação, define a virada em sua trajetória: “Se você já sabe o conteúdo, tem que focar só em refinamento. Não perder tempo com matéria que você já sabe e fazer um estudo muito mais estratégico.” Mais um motivo pelo qual começar cedo se torna essencial e estratégico.

    “A Filadd nasceu para apoiar o estudante em cada etapa da preparação, do primeiro dia de estudos até a hora de entrar na sala de prova. Oferecemos um ecossistema que alia tecnologia de ponta, personalização e acompanhamento contínuo.” A plataforma trabalha com planos de estudo 100% personalizados desde o primeiro acesso, ajustados ao ritmo e às dificuldades de cada aluno. A GênIA, inteligência artificial treinada por professores especializados, acompanha o cronograma, sugere revisões nos momentos certos e identifica padrões de dúvida antes que virem obstáculos. “Quando o momento exige mais do que tecnologia, um orientador humano assume. Porque há partes da preparação que nenhum algoritmo resolve”, conclui Ferrari.

     

    Sobre a Filadd

    A Filadd é um cursinho online pré-vestibular 100% personalizado que vem transformando a forma como os estudantes se preparam para o ENEM e vestibulares. Com mais de 3 milhões de usuários e presença internacional, a edtech nasceu na Argentina e chegou ao Brasil em 2021 com o propósito de democratizar o acesso à educação de qualidade. Unindo inteligência artificial, tecnologia de ponta e acompanhamento humano próximo, a Filadd oferece uma preparação adaptada à realidade de cada aluno. A metodologia já contribuiu para aprovações em universidades como USP, UERJ, UFSC, UFOP e UERN.

              

     

  • Rede Cultural Beija-Flor leva jovens de comunidades ao ensino superior com projeto Meninas Valentes

    Rede Cultural Beija-Flor leva jovens de comunidades ao ensino superior com projeto Meninas Valentes

    Iniciativa que começou com bolsas no ensino médio garante graduação para cinco estudantes de comunidades de Diadema, São Bernardo do Campo e São Paulo

    Ciente da importância da educação na vida dos jovens e o impacto em toda a família, em 2023 a Rede Cultural Beija-Flor (RCBF) deu início ao projeto “Meninas Valentes”, com bolsas de estudos em escola particular de alto padrão para garotas moradoras das comunidades atendidas pela Beija-Flor em Diadema, São Bernardo do Campo e São Paulo. Ao longo de três anos, elas tiveram todos os gastos custeados pelo projeto. Após a formatura, no final de 2025, chegou o momento tão aguardado de ingresso no Ensino Superior.

    Vulnerabilidade social, baixa qualidade de ensino e a necessidade de largar os estudos para trabalhar são alguns dos motivos que dificultam a entrada e permanência dos jovens nas faculdades do país. Dados do Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que a porcentagem de jovens na faixa etária de 18 a 24 anos cursando uma graduação naquele ano era de 18,1% a 20,2%.

    Laura Freires Merlin, 18 anos, é uma das participantes do projeto “Meninas Valentes”. “Começar a faculdade tem sido uma experiência muito emocionante para mim”, conta. A jovem iniciou no início deste mês a graduação em Direito, na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, conceituada instituição de ensino da região do ABC.

    “Nos primeiros dias senti uma mistura de alegria, orgulho e também um pouco de nervosismo, porque sei que é o início de uma etapa muito importante da minha vida. Estar na faculdade de Direito representa a realização de um sonho que começou a ser construído há alguns anos”, comenta a estudante.

    Durante os próximos anos, o projeto “Meninas Valentes” vai custear as mensalidades para cinco participantes. Além de Laura, também fazem parte Sarah dos Santos (Ciência da Computação) Náthaly Silveira Alves dos Santos (Jornalismo), Antonia Mirella Martins (Relações Internacionais) e Stheffany Melo da Silva (Ciência da Computação).

    Ivone Silva, diretora-executiva da RCBF, ressalta a importância do “Meninas Valentes” na vida das adolescentes. “Além do impacto direto na vida dessas garotas, temos certeza que, com a educação de qualidade, elas terão acesso a bons empregos, o que pode mudar a vida de toda a família”.

    “O intuito do projeto era oferecer uma mudança nas suas realidades e um futuro promissor e cheio de oportunidades. A educação ainda é o melhor caminho para isso, principalmente para meninas que vivem em áreas com altos níveis de vulnerabilidade”, declara Ivone.

    Laura também reconhece o impacto do projeto em sua vida. “O projeto ‘Meninas Valentes’ teve um papel fundamental na minha formação, porque me deu acesso a uma educação de qualidade e me ajudou a acreditar que eu poderia ir mais longe. Hoje, estar na faculdade é, para mim, a prova de que todo esse caminho valeu a pena e que ainda tenho muitos objetivos para conquistar.

    O projeto “Meninas Valentes” é uma realização da Rede Cultural Beija-Flor em parceria com a Children At Risk Foundation – CARF, da Noruega, e patrocínio da Grieg Foundation, instituição que atua em diferentes países com foco em projetos de educação e bem-estar, especialmente para meninas e mulheres.

    Conheça mais sobre a RCBF:

    www.instagram.com/rcbeijaflor
    www.facebook.com/rcbeijaflor

    www.redeculturalbeijaflor.org.br

  • Enem 2025: participantes já podem consultar as notas do exame

    Enem 2025: participantes já podem consultar as notas do exame

    Resultados estão disponíveis na Página do Participante e permitem concorrer a vagas no Sisu, Prouni e Fies.

    Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 já podem conferir seus desempenhos. As notas individuais estão disponíveis na Página do Participante, onde é possível conferir tanto a nota da redação (que varia de zero a mil pontos) quanto a pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento avaliadas. Para os chamados treineiros, aqueles que não concluíram o ensino médio em 2025, o boletim individual será publicado em até 60 dias após a divulgação do resultado.

    Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira, 16 de novembro, pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A edição de 2025 do Enem contou com 4,8 milhões de inscritos, registrando 72% de presença nos dois dias de prova, segundo dados do balanço da aplicação.

    Com os resultados do exame, os participantes poderão concorrer a vagas em instituições de educação superior públicas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com inscrições abertas de 19 a 23 de janeiro. Eles podem também tentar uma bolsa de estudo pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), no período de 26 a 29 de janeiro, ou acessar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

    A inscrição no Sisu não exige o envio prévio de documentos. No entanto, os selecionados deverão observar os prazos e requisitos, bem como apresentar a documentação solicitada pela instituição de educação superior no momento da matrícula.

    PRAZOS – Os participantes do Enem 2025 que atendem aos critérios estabelecidos e desejam utilizar o exame para fins de certificação de conclusão do ensino médio devem ficar atentos aos prazos para solicitar o certificado junto às instituições certificadoras, por meio do portal do Inep. Para obter o certificado de conclusão do ensino médio pelo Enem, é necessário ter indicado essa finalidade no momento da inscrição e alcançar, no mínimo, 450 pontos em cada área do conhecimento, além de obter, pelo menos, 500 na redação.

    APLICAÇÃO – A edição de 2025 do exame foi aplicada nos dias 9 e 16 de novembro, em todo o território nacional. Nos municípios paraenses de Belém, Ananindeua e Marituba, as provas ocorreram nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro, em razão da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP30). No primeiro dia, os candidatos responderam às provas de linguagens, códigos e suas tecnologias; redação; e ciências humanas e suas tecnologias. Já no segundo dia de aplicação, as questões eram de matemática e ciências da natureza.

    ENEM – Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sisu, do Prouni e do Fies. Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar aos processos seletivos.

    Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

    Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

  • Governo do Brasil destaca avanços sociais, econômicos e investimentos federais em Pernambuco em 2025

    Governo do Brasil destaca avanços sociais, econômicos e investimentos federais em Pernambuco em 2025

    Relatório aponta que 991 mil pernambucanos saíram da pobreza, 173 mil empregos formais foram criados e mais de 400 mil contribuintes terão isenção do Imposto de Renda a partir de 2026.

    Em 2025, o Brasil voltou a sair do Mapa da Fome, alcançou o menor nível de pobreza de sua história e registrou o menor índice de desemprego dos últimos 13 anos. O país avançou na justiça tributária, com a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, ampliou sua presença internacional com a abertura de mais de 500 novos mercados e bateu recorde de turistas estrangeiros.

    Houve ainda investimentos em infraestrutura e avanços na educação, com 4 milhões de estudantes beneficiados pelo Pé-de-Meia, e na Saúde, com número recorde de cirurgias pelo SUS e a ampliação da gratuidade de medicamentos com o Farmácia Popular.

    Em todas as unidades da Federação, o Governo do Brasil atuou em programas, políticas e ações para beneficiar a população. Em Pernambuco, 991 mil pessoas deixaram a situação de pobreza em um cenário que, desde 2023, permitiu a criação de 173 mil empregos formais no estado. Em 2026, 414 mil contribuintes que ganham até R$ 5 mil deixarão de pagar o Imposto de Renda e terão mais dinheiro disponível em seus salários ao final de cada mês.

    SAÚDE – Na saúde, Pernambuco viu o número de profissionais do Mais Médicos dobrar, chegando a 1,7 mil em atuação. No Farmácia Popular, 961 mil pernambucanos foram atendidos. Na educação, 273 mil adolescentes recebem o incentivo do Pé-de-Meia para concluírem seus estudos e, na habitação, mais de 79 mil famílias pernambucanas terão realizado, até 2027, o sonho da casa própria por meio do programa Minha Casa, Minha Vida.

    A lista de realizações em Pernambuco é longa. E para detalhar as principais realizações o Governo do Brasil preparou uma cartilha especial, que pode ser acessada abaixo. Confira os principais destaques do estado abaixo e veja como o Governo Federal trabalha para melhorar a vida no estado.

    Ou acesse o link para visualizar todos os livretos divididos pelas Unidades da Federação.

    Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

  • Isenção do Imposto de Renda duplica número de professores da educação básica beneficiados em Pernambuco

    Isenção do Imposto de Renda duplica número de professores da educação básica beneficiados em Pernambuco

    Estudo do Ipea aponta que, com a nova faixa de isenção sancionada pelo presidente Lula, 53,5% dos docentes pernambucanos deixarão de pagar IR a partir de 2026.

    Pernambuco é uma das unidades da Federação com maior número de professores da educação básica beneficiados pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que começa a vigorar em 2026, amplia a faixa de isenção total para quem ganha até R$ 5 mil por mês, além de estabelecer descontos para rendas de até R$ 7.350 mensais.

    Segundo estimativas projetadas em Nota Técnica publicada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), antes da ampliação da faixa de isenção, 23,1% dos docentes da educação básica em Pernambuco estavam isentos do Imposto de Renda. Com as novas regras, 53,5% dos professores no estado não pagarão Imposto de Renda.

    Outros 20,3% dos professores da educação básica em Pernambuco serão contemplados com a redução das alíquotas de pagamento, na faixa de até R$ 7.350 mensais. O estudo indica ainda que o percentual de professores da educação básica pernambucana que terão tributação com a alíquota máxima de 27,5% ao mês vai cair de 49,8% para 26,2% do total de professores no estado.

    Infográfico | Isenção do IR para professores

     

    NACIONAL – Em todo o país, 620 mil professores da educação básica vão deixar de pagar o Imposto de Renda. Com isso, mais da metade de todos os profissionais da categoria passam a ser completamente isentos. O estudo do Ipea indica que a reforma mais do que dobra a proporção de isentos: antes, 19,7% dos docentes não pagavam Imposto de Renda. Após a mudança, o percentual chega a 51,6%. Outros 21,9% passam a integrar a faixa de redução do tributo. No total, ao menos 1 milhão de professores da educação básica vão ter aumento na renda disponível, seja por isenção total ou redução do IR.

    14º SALÁRIO – Considerando a isenção total e o desconto na tributação, 73,5% dos professores de educação básica estão contemplados. O ganho é particularmente relevante para docentes com salários próximos ao piso nacional do magistério, de R$ 4.867,77 em 2025. “Antes da reforma, eles pagavam a alíquota máxima de 27,5% sobre a base tributável. Com a isenção até R$ 5 mil, passam a não pagar nada de Imposto de Renda sobre esse salário”, afirma Paulo Nascimento, coordenador de educação e técnico de planejamento e pesquisa na Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (Disoc/Ipea), que assina o estudo com outros pesquisadores. “O ganho médio anual estimado para esse grupo é de R$ 5.079,84, o que equivale, na prática, a quase um salário adicional no ano. É como um 14º salário derivado apenas da reforma tributária.”

    DOIS VÍNCULOS – O cenário também tem impacto nos profissionais que acumulam mais de um vínculo, seja em diferentes redes de ensino, seja em outra atividade fora da docência. Entre os que têm apenas um vínculo como professor, nas faixas de menor renda anual, 60,7% passam a ser isentos e 21,1% terão redução do imposto: 81,8% do grupo terá ganhos com a nova tabela do IR. Já entre os docentes com múltiplos vínculos, cerca de 17,5% do magistério da educação básica, 32,3% serão isentos e 26,1% terão redução. Um resultado intermediário aparece entre aqueles que acumulam outro tipo de ocupação fora da docência: 40,2% ficam isentos e 20,9% têm redução.

    REDE PÚBLICA X REDE PRIVADA – Há diferenças significativas na incidência da nova tabela entre docentes das redes pública e privada. Embora o setor público concentre a maior parte dos vínculos, é na rede privada que a ampliação da faixa de isenção tem efeito mais intenso: após a reforma, 82,2% dos professores de escolas particulares estarão isentos, percentual muito superior ao observado na rede pública (42,5%).

    “Se o desafio da valorização da carreira de professoras e professores já existe na categoria como um todo, é mais grave na rede privada, que tem remunerado os profissionais em valores inferiores ao piso salarial do magistério público”, pondera Adriano Senkevics, técnico de planejamento e pesquisa na Disoc/Ipea e um dos autores do estudo.

    DISPARIDADE – A disparidade reflete, em grande medida, a estrutura salarial das duas redes. No setor público, a remuneração média é mais elevada e relativamente homogênea. Já na rede privada, predominam jornadas parciais, maior dispersão salarial e valores médios mais baixos. “Em síntese, a ampliação da isenção beneficia a maioria dos docentes de ambos os segmentos, mas o efeito proporcionalmente mais intenso recai sobre quem leciona em escolas privadas, porque ali há mais gente ganhando até o novo teto de isenção”, explica Paulo Nascimento.

    UNIDADES FEDERATIVAS – Os estados mais beneficiados pela ampliação da faixa de isenção são Alagoas, Minas Gerais, Paraíba, Tocantins e Roraima, todos com 60% ou mais dos docentes isentos. O resultado sugere que, nessas unidades da federação, grande parte do magistério tem rendimentos anuais abaixo do novo limite de isenção. Outros estados concentram parcelas elevadas de docentes na faixa sujeita à alíquota máxima. Amapá, Distrito Federal, Pará e Goiás registram percentuais próximos ou superiores a 40% nesse grupo, refletindo salários relativamente mais altos no magistério.

    COMO FOI FEITO – Ao utilizar a Rais, os pesquisadores mapearam o magistério da educação básica a partir das informações sobre o posto de trabalho ocupado. A Relação Anual de Informações Sociais reúne dados sobre vínculos empregatícios. No entanto, não é um cadastro específico de docentes. Então, a identificação de professoras e professores depende dos campos de ocupação e do setor de atividades do empregador, permitindo uma inferência aproximada sobre quem integra o magistério entre trabalhadores formais.

    “A análise parte da Rais porque ela é a principal base administrativa nacional com informação padronizada sobre remuneração do trabalho formal. Isso nos permite olhar para a renda do trabalho docente de forma consistente. Mas há limitações importantes”, diz Nascimento. “Na prática, o ideal seria uma integração Rais–Censo Escolar, combinando a riqueza de informações salariais e de vínculos da Rais com o detalhamento escolar e pedagógico do Censo. Isso permitiria, em estudos futuros, estimar não apenas a redistribuição da carga tributária, mas como ela se articula com características das escolas, das redes e do território. Para isso, no entanto, o Inep precisaria disponibilizar ao Ipea os microdados identificados do Censo Escolar”.

    BASE DE CÁLCULO – Para calcular o salário anual, somaram-se os salários brutos de cada mês trabalhado em 2022, corrigidos pela inflação. A atualização monetária usou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até outubro de 2025. O décimo terceiro salário foi excluído, por não influenciar o cálculo das alíquotas mensais de tributação. A pesquisa também desconsidera deduções legais, como contribuições previdenciárias, dependentes ou despesas com saúde e educação.

    FAIXAS DE RENDIMENTO – Os docentes foram organizados em três faixas de rendimento anual. A Faixa 1 reúne os isentos do imposto de renda, cujo limite sobe de R$ 28.467,20 para R$ 60.000 após a reforma. A Faixa 2 abrange quem terá redução de alíquota: antes, incluía rendimentos entre R$ 28.467,21 e R$ 55.976,16; agora, cobre a faixa de R$ 60.000,01 a R$ 88.200, sujeita a uma alíquota progressiva ainda a ser regulamentada. A Faixa 3 inclui quem recebe acima de R$ 55.976,16 (pré-reforma) ou R$ 88.200,00 (pós-reforma), grupo sobre o qual permanece a alíquota máxima de 27,5%.

    Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

  • CAIXA inicia renegociação de contratos em atraso do Novo FIES; adesões vão até dezembro de 2026

    CAIXA inicia renegociação de contratos em atraso do Novo FIES; adesões vão até dezembro de 2026

    Estudantes com contratos firmados a partir de 2018 e com mais de 90 dias de atraso podem renegociar dívidas pelo app ou site do FIES CAIXA.

    São elegíveis contratos formalizados a partir de 2018 e inadimplentes a mais de 90 dias; adesão é realizada de forma digital pelo site ou App FIES CAIXA

    A CAIXA inicia, nesta segunda-feira (3), a renegociação dos contratos do Novo FIES formalizados a partir de 2018. A adesão pode ser realizada até 31 de dezembro de 2026, pelo aplicativo FIES CAIXA ou pelo portal SIFES, na opção “Contrato FIES > Renegociação Novo FIES”, disponível em dias úteis, das 9h às 19h.

    O download do aplicativo pode ser realizado gratuitamente nas plataformas Android e iOS. ​Podem aderir à renegociação os estudantes com contratos do Novo FIES formalizados a partir de 2018 e que em 31 de julho de 2025 estejam em fase de amortização, com inadimplência superior a 90 dias. A medida foi autorizada pela Resolução MEC nº 64/2025.

    As condições para renegociação serão facilitadas e incluem parcelamento em até 180 meses, desconto de 100% nos juros e multas por atraso, valor mínimo da parcela de amortização de R$ 200,00 (exceto quando o saldo devedor for inferior), além da exclusão dos valores de coparticipação com as instituições de ensino superior (IES), que devem ser negociados diretamente com a faculdade.

    Estudantes que tiveram seus contratos assinados com fiador precisam comparecer a uma agência do banco e apresentar a seguinte documentação: RG e CPF (para os casados, do cônjuge também), comprovante de endereço do tomador e do fiador, além de comprovante de renda do fiador.

    Mais informações sobre o FIES podem ser conferidas no site da CAIXA.​

  • EvolutaPro vai explicar a ‘Liderança Estratégica’ para profissionais do mercado

    EvolutaPro vai explicar a ‘Liderança Estratégica’ para profissionais do mercado

    O curso ‘Liderança Estratégica’ da EvolutaPro é ideal para profissionais de qualquer setor que desejam aprimorar suas habilidades de liderança e tomada de decisão. O treinamento será ministrado no dia 11 de novembro, das 9h00 às 12h00.

    Os participantes vão aplicar técnicas para tomar decisões, comunicar-se de maneira assertiva e motivar suas equipes, promovendo um ambiente de trabalho colaborativo e produtivo.

     

    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

     

    • Estilos de Liderança
    • Os desafios do trabalho em Equipe
    • Tomada de Decisão
    • Indicadores
    • Dinâmica: Relacionando os resultados rápidos ($, Q, Segurança, NS…) para sua empresa.

     

    Investimento: R$ 490,00 (on-line ao vivo) e R$ 590,00 (presencial 

    com coffee break e estacionamento incluso).

     

    SERVIÇO

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