Tag: Economia

  • Mercado de casamentos em alta impulsiona nova edição da Feira Até Que Enfim no Recife

    Mercado de casamentos em alta impulsiona nova edição da Feira Até Que Enfim no Recife

    Com setor movimentando cerca de R$ 32 bilhões por ano no Brasil, evento reúne tendências, fornecedores, degustações, networking e lançamentos exclusivos entre os dias 31 de julho e 2 de agosto

    O mercado de casamentos segue aquecido no Brasil e deve manter o ritmo de crescimento ao longo do segundo semestre de 2026. De acordo com dados do IBGE, o país registra cerca de 950 mil casamentos por ano, enquanto o setor movimenta aproximadamente R$ 32 bilhões anuais, reunindo mais de uma centena de atividades econômicas ligadas à cadeia de eventos, gastronomia, moda, fotografia, decoração, turismo e entretenimento. É neste cenário de otimismo que a Feira Até Que Enfim realiza sua segunda edição de 2026, nos dias 31 de julho e 1º e 2 de agosto, no Novotel Recife. Os ingressos podem ser garantidos no Sympla, a partir de R$ 30.

    Celebrando o marco especial de dez anos de história conectando noivos, fornecedores e profissionais do segmento de eventos em Pernambuco, a feira é considerada uma das principais vitrines do setor no Nordeste. Durante os três dias de evento, expositores dos mais diversos segmentos, estarão apresentando as principais tendências em decoração, gastronomia, fotografia, música, moda, beleza, turismo, convites, cerimonial e experiências para casamentos e celebrações.

    Para Nina Queiroz, idealizadora e produtora da Feira Até Que Enfim, completar uma década representa o amadurecimento de um projeto que acompanhou a transformação do mercado e do perfil dos casais. “Chegar aos dez anos da Feira Até Que Enfim é motivo de muito orgulho. Ao longo dessa trajetória, acompanhamos as mudanças no comportamento dos noivos, vimos novas tendências surgirem e fortalecemos um ambiente onde fornecedores e clientes conseguem construir relações de confiança. Esta edição celebra essa história, mas também olha para o futuro, trazendo inovação, informação e experiências que ajudam os casais a realizarem o casamento que sempre sonharam“, destaca.

    Entre os destaques desta edição está o lançamento exclusivo do macaron sabor Bolo de Noiva, criação das chefs Aguinalda e Alessandra Gomes, da A’Macarons. Inspirado em um dos maiores símbolos das celebrações de casamentos, o novo sabor homenageia a tradicional confeitaria pernambucana, reinterpretando o clássico bolo de noiva em um delicado doce francês.

    Outra novidade será a participação do escritório Souza Abage Advogados, especializado em Direito de Família e Sucessões. A proposta é ampliar a experiência da feira, oferecendo orientação jurídica sobre temas que fazem parte do planejamento do casamento, como escolha do regime de bens, pacto antenupcial e os aspectos legais da vida patrimonial do casal.

    Durante os três dias de evento, advogados estarão disponíveis para esclarecer dúvidas e mostrar como essas decisões podem ser tomadas de maneira leve, transparente e segura, evitando conflitos futuros e proporcionando maior tranquilidade aos noivos.

    Segundo Roger Mansur, também produtor da feira, o diferencial do evento está justamente em reunir soluções completas para quem está organizando o casamento. “Hoje os casais procuram muito mais do que fornecedores. Eles querem informação, segurança e experiências que facilitem todas as etapas da organização do casamento. A feira reúne exatamente esse ambiente, permitindo que os visitantes conheçam tendências, tirem dúvidas, façam degustações, conversem diretamente com especialistas e encontrem tudo o que precisam em um único lugar. A expectativa é bastante positiva para esta edição, acompanhando o bom momento vivido pelo mercado de eventos no segundo semestre”, afirma

    Além das novidades, a Feira Até Que Enfim segue apostando na aproximação entre empresas e consumidores, fortalecendo o networking entre profissionais e impulsionando negócios em um dos segmentos mais dinâmicos da economia criativa brasileira.

    Serviço
    Feira Até Que Enfim – 2ª edição de 2026
    Datas: 31 de julho, 1º e 2 de agosto de 2026
    Local: Novotel Recife
    Informações: @blogatequeenfim
    Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/feira-ate-que-enfim-2026-2/3389992

  • Brasil acionará Lei da Reciprocidade após nova tarifa dos Estados Unidos, afirma Secom

    Brasil acionará Lei da Reciprocidade após nova tarifa dos Estados Unidos, afirma Secom

    Governo federal classifica como arbitrária e injustificada a sobretaxa de 12,5% sobre produtos brasileiros e anuncia que levará o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC)

    O governo brasileiro rechaçou a decisão do governo dos Estados Unidos de impor nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros em função do resultado da investigação 301, relativa à proibição de importação relacionada ao trabalho forçado, e afirmou que irá acionar a Lei da Reciprocidade.

    “Tendo em vista o caráter completamente arbitrário e injustificado das tarifas anunciadas contra o Brasil, iniciaremos imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levaremos o tema ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC”, diz a nota divulgada nesta quinta-feira, 23, pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República.

    Para a União, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) optou por manipular temas caros aos direitos humanos. “Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais.”

    Segundo a Secom, ao longo da investigação, o Ministério do Trabalho prestou explicações e apresentou documentação sobre a legislação brasileira e a atuação das autoridades aduaneiras para coibir importações de bens produzidos por trabalho forçado. Destacou ainda que o Brasil é reconhecido há décadas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelos “fortes compromissos assumidos no combate ao trabalho forçado”.

    “Somos signatários de 66 Convenções em vigor na OIT. Enquanto os Estados Unidos, que se arrogam o direito de nos julgar e de impor sanções, ratificaram apenas 10 dessas Convenções.” A nota destaca ainda que o Brasil ratificou todos os quatro instrumentos da OIT relacionados ao trabalho forçado, e os Estados Unidos só ratificaram um desses instrumentos.

    O governo lembra ainda que os acordos de livre comércio celebrados pelo Brasil e pelo Mercosul contêm compromissos de eliminação do trabalho forçado e compulsório e de aplicação efetiva dessas proibições.

    “Tipificamos como crime não apenas a submissão ao trabalho forçado, mas as jornadas exaustivas, as condições degradantes de trabalho e restrição de locomoção. Responsabilizamos as empresas e indivíduos, aplicando multas severas, e mantemos um cadastro de ‘Lista Suja’ de empregadores”, diz a nota.

  • Tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor e afeta parte das exportações

    Tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor e afeta parte das exportações

    Nova taxação atinge cerca de 18% das exportações brasileiras para o mercado norte-americano, enquanto mais de 2 mil produtos foram isentos; governo federal ainda avalia medidas de resposta

    Entrou em vigor nesta quarta-feira, 22, a tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A taxação foi justificada pelo governo americano como uma “punição” por práticas comerciais consideradas desleais após uma investigação que envolveu temas díspares como o Pix, etanol e desmatamento na Amazônia.

    Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a nova tarifa deve atingir cerca de 18% das exportações brasileiras destinadas ao mercado norte-americano – o equivalente a US$ 7,4 bilhões, considerando os embarques registrados em 2024. Se considerada a pauta exportadora de 2025, a participação dos setores alcançados pela medida cai para 15% das vendas aos Estados Unidos, correspondendo a US$ 5,8 bilhões.

    Isso porque junto com o anúncio da nova tarifa veio também uma grande lista de exceções. Ao todo, 2.126 produtos brasileiros ficaram de fora da sobretaxa de 25%. O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) justificou a isenção afirmando que tais insumos são matérias-primas que poderiam levar à indisponibilidade de oferta doméstica e causar “perturbações” na economia americana caso fossem submetidas à nova tarifa. Dentre os produtos que ficaram de fora estão café, suco de laranja e carne bovina.

    O governo brasileiro considerou a taxação injustificável do ponto de vista técnico, uma vez que os Estados Unidos têm superávit no comércio com o Brasil. Mas especialistas consideram improvável que haja uma retaliação na mesma moeda, com o Brasil sobretaxando produtos americanos.

    Nesta terça-feira, 21, após reuniões com o setor privado afetado pela tarifa de 25% aplicada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, disse que a Lei da Reciprocidade Econômica é um processo que tem etapas. Ele foi indagado por jornalistas sobre o fato de alguns dos setores se posicionarem contra a aplicação da lei.

    “Foi aprovada uma lei, a Lei da Reciprocidade, por unanimidade (pelo Congresso). É um processo que tem um conjunto de etapas, passando por audiências públicas, enfim. A ideia não é retaliação. Dizem que olho por olho, o que pode acontecer é os dois ficarem cegos”, disse Alckmin. “A reciprocidade é: ‘olha, nós estamos sendo injustiçados e nós queremos corrigir isso. Nós temos instrumentos para fazê-lo, no momento oportuno, da forma adequada’”, continuou.

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou que não há prazo para anunciar as medidas em resposta à tarifa de 25% anunciada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. “Não tem prazo. Nós estamos colhendo as informações, colhendo os dados”, afirmou o ministro.

    “Continuar negociando, essa é a orientação e, mais do que isso, continuar dialogando aqui internamente com o setor produtivo de modo a assimilar essa decisão do governo norte-americano, que não deixa de ser injusta, indevida, descabida”, disse. E prosseguiu: “Mas o fato de ser injusta, descabida, indevida não significa que o governo brasileiro não vá adotar todas as medidas para, primeiro, socorrer quem precisa do governo brasileiro, o nosso setor produtivo, e, ao mesmo tempo, tentar reverter a decisão”.

  • Coca-Cola, eBay e Tesla pedem a Trump recuo em tarifa de 25% sobre produtos brasileiros

    Coca-Cola, eBay e Tesla pedem a Trump recuo em tarifa de 25% sobre produtos brasileiros

    Empresas norte-americanas enviaram manifestações ao governo dos Estados Unidos contra proposta de taxação e alertaram para impactos em custos, cadeias de suprimentos e produção interna

    As multinacionais norte-americanas Coca-Cola, eBay e Tesla se manifestaram contra a proposta do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.

    As empresas enviaram contribuições ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) durante o período de consulta pública, encerrado em 1 de julho, pedindo mudanças na medida anunciada pelo governo de Donald Trump.

    A proposta foi apresentada com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana, que permite aos Estados Unidos impor tarifas sobre produtos de países considerados responsáveis por práticas que prejudiquem o comércio americano.

    O governo Trump justificou a iniciativa alegando preocupações relacionadas ao comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais, combate à corrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.

    Nas manifestações encaminhadas ao USTR, as empresas argumentam que a taxação pode provocar aumento de custos, prejudicar cadeias globais de suprimentos e afetar consumidores e fabricantes dos próprios Estados Unidos.

    Coca-Cola pede isenção para insumos brasileiros

    A Coca-Cola solicitou que o governo americano mantenha a isenção prevista para insumos de laranja importados do Brasil e inclua tratamento semelhante para derivados de limão utilizados na produção de bebidas.

    Segundo a empresa, a substituição dos fornecedores brasileiros não seria imediata e exigiria novos processos de certificação, testes de segurança alimentar e validação de produtos, elevando os custos da operação.

    A companhia também destacou a redução da produção de laranjas nos Estados Unidos, especialmente na Flórida, afetada por doenças, eventos climáticos e mudanças no uso da terra. Para a empresa, o Brasil se tornou um fornecedor essencial para suprir a demanda da indústria americana.

    Tesla cita dependência da cadeia de suprimentos

    A Tesla afirmou apoiar medidas voltadas ao fortalecimento da indústria americana, mas ressaltou que a transição para uma cadeia de suprimentos totalmente nacional levará tempo.

    A montadora argumentou que determinados componentes e matérias-primas ainda dependem de fornecedores brasileiros e pediu que esses produtos sejam excluídos da lista de itens sujeitos à tarifa.

    Segundo a empresa, impor restrições antes que existam alternativas viáveis no mercado interno pode gerar impactos negativos para fabricantes e consumidores dos Estados Unidos.

    eBay pede exclusão de produtos usados

    O eBay defendeu que produtos usados, seminovos e de segunda mão sejam excluídos da nova tarifa.

    Para a plataforma de comércio eletrônico, a taxação sobre bens revendidos não afeta os fabricantes investigados nem contribui para corrigir eventuais distorções comerciais.

    A empresa argumenta que a medida penaliza apenas revendedores e consumidores, além de estimular a compra de produtos novos, contrariando o objetivo da política comercial proposta pelo governo americano.

     

  • Batalha das Startups estreia 4ª temporada com foco em empreendedores que desafiam limites

    Batalha das Startups estreia 4ª temporada com foco em empreendedores que desafiam limites

    Programa comandado por Janguiê Diniz reúne 32 startups brasileiras e aposta em formato inspirado nos esportes de combate para revelar novos talentos do empreendedorismo nacional

    Comandado por Janguiê Diniz, programa da Record News reúne 32 startups de todo o país e aposta em formato inspirado nos esportes de combate para revelar os empreendedores que estão construindo o futuro do Brasil.

    O principal game show de empreendedorismo da televisão brasileira está de volta. O Batalha das Startups estreia sua quarta temporada no dia 5 de setembro de 2026, às 21h15, na Record News, apresentando ao público um novo conceito, novos desafios e uma proposta ainda mais conectada à realidade dos empreendedores brasileiros.

    Com o tema “O Código dos Obstinados”, a temporada parte de uma premissa simples: antes de toda grande empresa existe alguém que se recusou a desistir.

    Capitaneado pelo empreendedor empresarial, investidor e educador Janguiê Diniz, o programa amplia sua missão de fomentar a cultura empreendedora no país ao colocar no centro da narrativa não apenas startups promissoras, mas principalmente os homens e mulheres que enfrentam diariamente os desafios de construir negócios, gerar empregos, criar soluções e transformar mercados.

    Ao longo da competição, 32 startups de diferentes regiões do Brasil disputarão o título de Startup Mais Promissora do Brasil. Mais do que apresentar modelos de negócio, os participantes serão submetidos a uma série de provas, desafios e avaliações que testarão competências essenciais para o sucesso empresarial, como liderança, gestão, inovação, comunicação, vendas, negociação, estratégia e capacidade de execução.

    UMA TEMPORADA INSPIRADA NOS ESPORTES DE COMBATE

    A grande novidade da quarta edição está em sua construção narrativa e visual. Inspirado no universo dos esportes de combate, o programa transforma a jornada empreendedora em uma verdadeira preparação para a arena. Os participantes passam por treinamentos, mentorias, resistência mental, desafios estratégicos e confrontos eliminatórios que simbolizam as batalhas enfrentadas por quem decide empreender.

    A competição acontece em um ambiente que remete a uma grande academia de preparação, onde cada fase representa um novo nível de evolução até a chegada à Grande Arena, espaço reservado aos competidores que demonstrarem possuir o verdadeiro Código dos Obstinados.

    “O empreendedor é alguém que aprende a conviver com a incerteza. Alguém que cai, levanta, corrige a rota e continua avançando. A obstinação é uma das características mais presentes nos grandes realizadores e é exatamente isso que queremos mostrar ao Brasil nesta temporada”, afirma Janguiê Diniz.

    SQUAD TÉCNICO REÚNE REFERÊNCIAS NACIONAIS

    Para avaliar, orientar e desafiar os participantes, o programa contará com um Squad Técnico formado por empresários, investidores, especialistas e influenciadores reconhecidos nacionalmente.

    Entre os nomes já confirmados estão Gilberto Augusto, um dos maiores especialistas brasileiros em marketing e posicionamento de mercado; Pastor Cláudio Duarte, referência nacional em liderança, desenvolvimento humano e valores; o ex-lutador e empresário Rodrigo Minotauro, um dos maiores ícones do esporte brasileiro; Willian Bardi, especialista em crescimento empresarial; Gilmar Theobald, empresário e mentor; Carollyne Mota, executiva e estrategista de negócios; Adriana Duarte, conselheira e advogada empresarial; Cândida Catalde, referência em gestão e desenvolvimento empresarial; Mariana Scribel, especialista em posicionamento e inovação; Raony Falceta, empreendedor e investidor; Raul Canal, jurista e empresário; Janaína Guerra, especialista em liderança e gestão; Jenny Garzon, executiva internacional; Rosane Oliveira, empresária e mentora; e Ricardo Rodrigues, referência em desenvolvimento empresarial.

    O grupo representa diferentes setores da economia e contribuirá para enriquecer a experiência dos participantes com avaliações práticas, mentorias e provocações estratégicas ao longo da competição.

    CONVIDADOS ESPECIAIS E PARTICIPAÇÕES DE DESTAQUE

    Além do Squad Técnico, a quarta temporada contará com a participação de convidados especiais que atuarão como sparrings, mentores, avaliadores e provocadores estratégicos ao longo da competição.

    Entre os nomes convidados estão: Jânyo Diniz, Joaldo Diniz, Eduardo Cavalcante, Guto Galamba, Samuel Pereira, Kaká Diniz, Thiago Reis, Roberto Shiniashiki, Tathiana Deandhela, Victor Damázio, Popó Freitas e Reinaldo Zanon.

    A temporada também contará com a participação de jurados convidados e especialistas reconhecidos em suas áreas de atuação, entre eles Sandra Cristina Janguiê, Alisson Zirgulick, Cristiane Costa, Danilo Vasconcelos, Graziela Cabral, Thomaz Otonari, Leandro Moura, Omar Faria, Paulo Mendes e Hugo Fernandes Damasceno.

    As participações especiais ampliam a diversidade de experiências presentes no programa e proporcionam aos competidores contato direto com empresários, investidores, mentores e profissionais que são referência em seus segmentos, enriquecendo ainda mais a jornada de desenvolvimento dos participantes.

    MAIS DO QUE UM PROGRAMA DE TELEVISÃO

    Desde sua criação, o Batalha das Startups consolidou-se como uma das principais vitrines do empreendedorismo nacional, conectando startups, investidores, empresários e especialistas em uma plataforma de conteúdo, inspiração e desenvolvimento de negócios.

    Ao longo das temporadas, o programa já apresentou dezenas de empresas inovadoras, histórias de superação e soluções capazes de impactar positivamente diferentes segmentos da economia brasileira. Mais do que descobrir empresas promissoras, o objetivo é revelar líderes, pessoas capazes de inspirar, inovar, superar desafios e construir o futuro.

    LANÇAMENTO OFICIAL

    O lançamento da nova temporada acontecerá em um coquetel exclusivo no dia 10 de julho de 2026, em São Paulo, reunindo participantes, investidores, empresários, patrocinadores, influenciadores, parceiros estratégicos e representantes da imprensa para conhecer em primeira mão os bastidores e as novidades desta superprodução.

    SERVIÇO

    Coquetel de Lançamento
    Batalha das Startups – 4ª Temporada
    Tema: O Código dos Obstinados
    Data: 10 de julho de 2026
    Horário: 19h

    -O acesso demanda confirmação de presença com Carol Figueiredo pelo
    Fone 11.96403.1073
    Local:
    Mentor Capital Group Hall
    Ed. Riverview Corporate Tower
    Av. Dr. Chucri Zaidan, 246 – Conj. 111 – 11º andar
    São Paulo/SP

    Estreia:
    5 de setembro de 2026
    Record News
    21h15

  • Trabalho digno é ferramenta de transformação social e construção de futuro, defende Janguiê Diniz

    Trabalho digno é ferramenta de transformação social e construção de futuro, defende Janguiê Diniz

    Em artigo alusivo ao Dia do Trabalhador, educador e empreendedor destaca o papel do trabalho na geração de oportunidades, mobilidade social e desenvolvimento econômico, além da importância de ambientes corporativos que valorizem pessoas e incentivem o intraempreendedorismo

    O mês de maio se inicia com o Dia do Trabalhador. A data nos convida à reflexão sobre o papel do trabalho na vida das pessoas e na construção da sociedade. Muito além de uma obrigação ou meio de subsistência, o trabalho é um dos principais instrumentos de mobilidade social, transformação individual e coletiva. É por meio dele que sonhos saem do papel, objetivos ganham forma e histórias de superação são escritas todos os dias.

    O trabalho tem um valor que vai além do aspecto financeiro. Ele representa dignidade, propósito e identidade. Quando alguém trabalha, não está apenas gerando renda. Está construindo um futuro, desenvolvendo habilidades, conquistando autonomia e criando oportunidades. Em muitos casos, é o trabalho que possibilita a mobilidade social, permitindo que pessoas mudem sua realidade e ofereçam melhores condições para suas famílias. E esse impacto não se limita ao indivíduo. O trabalho transforma comunidades, fortalece a economia e contribui para o desenvolvimento do país. Cada profissional, independentemente da área ou função, tem um papel importante nesse processo. Do pequeno empreendedor ao grande executivo, do trabalhador informal ao profissional altamente especializado, todos contribuem para o funcionamento e o crescimento da sociedade e têm seu valor.

    No entanto, falar sobre o valor do trabalho também exige abordar as condições em que ele é realizado. O trabalho precisa ser exercido de forma digna, em ambientes seguros, justos e respeitosos. Nenhuma atividade deve submeter o trabalhador a condições degradantes ou desumanas. A dignidade no trabalho não é um privilégio, é um direito. Nesse contexto, as empresas desempenham um papel fundamental. Organizações que entendem o valor do trabalho investem em seus colaboradores, promovem ambientes saudáveis e criam oportunidades reais de crescimento. Um bom ambiente de trabalho não é apenas aquele que oferece estrutura física adequada, mas também aquele que incentiva o desenvolvimento, reconhece esforços e valoriza pessoas. Empresas que cuidam de seus colaboradores colhem resultados mais consistentes. Equipes motivadas produzem mais, inovam mais e se comprometem mais com os objetivos da organização. É uma relação de reciprocidade: quando o colaborador se sente valorizado, ele naturalmente entrega o seu melhor.

    É nesse cenário que ganha força o conceito de intraempreendedorismo. Cada vez mais, empresas percebem que seus próprios colaboradores podem ser agentes de inovação e crescimento. O intraempreendedor é aquele que, mesmo dentro de uma organização, pensa como dono, busca soluções, propõe melhorias e contribui ativamente para o desenvolvimento do negócio. Ele não apenas executa tarefas, mas participa da construção de resultados. Estimular esse comportamento é estratégico. Ao incentivar o intraempreendedorismo, as empresas criam um ambiente onde ideias são valorizadas, talentos são potencializados e oportunidades são ampliadas. O colaborador deixa de ser apenas parte da operação e passa a ser parte da evolução da empresa.

    O trabalho, quando exercido com dignidade e propósito, transforma não apenas a realidade financeira, mas também a mentalidade. Ele ensina disciplina, desenvolve resiliência e fortalece o caráter. Cada desafio superado no ambiente profissional contribui para o crescimento pessoal. Por isso, ao refletirmos sobre o Dia do Trabalhador, é importante resgatar uma ideia simples, mas poderosa: o trabalho enobrece o homem, engrandece a alma e enriquece o bolso. Ele é, ao mesmo tempo, meio e caminho: meio para conquistar estabilidade e caminho para alcançar realização.

    Mais do que celebrar, este é um momento de valorizar. Valorizar o esforço diário de milhões de brasileiros, reconhecer a importância de condições dignas de trabalho e reforçar o papel das empresas na construção de ambientes mais justos e produtivos. No fim das contas, o trabalho é uma das maiores ferramentas de transformação que existem. E, quando aliado à dignidade, ao respeito e às oportunidades, ele se torna capaz de mudar vidas — não apenas de quem o realiza, mas de todos que estão ao seu redor.

    Janguiê Diniz  –     Fundador,  controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional,  presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group. – diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

  • Empresas defendem distinção entre mercados de previsão e bets no debate regulatório brasileiro

    Empresas defendem distinção entre mercados de previsão e bets no debate regulatório brasileiro

    SinalOn quer trazer ao Brasil modelo de mercados de previsão que transforma expectativas coletivas em indicadores probabilísticos em tempo real

    Enquanto o Brasil avança na regulamentação das apostas esportivas, um outro modelo digital ligado à formação de expectativas coletivas começa a aparecer no debate sobre inovação financeira, tecnologia e dados: os chamados mercados de previsão.

    Empresas que estudam atuar nesse segmento defendem que esse tipo de plataforma não deve ser confundido com as bets, hoje associadas principalmente a apostas esportivas. A distinção, no entanto, ainda está longe de ser consenso no país e deve passar por discussão técnica e regulatória.

    Nos mercados de previsão, participantes negociam contratos vinculados à ocorrência de eventos futuros do mundo real, como indicadores econômicos, decisões políticas ou movimentos de mercado. Em geral, esses contratos assumem formatos binários, como respostas de “sim” ou “não” para uma determinada hipótese. O valor negociado varia conforme a dinâmica entre oferta e demanda e passa a refletir, em tempo real, a percepção agregada dos usuários sobre a probabilidade de um evento acontecer.

    A principal diferença apontada por defensores do modelo está na lógica de funcionamento. Nas apostas esportivas tradicionais, o usuário aposta contra uma operadora que estabelece previamente as odds. Já nos mercados de previsão, a proposta é que os participantes negociem entre si, em um ambiente peer-to-peer, formando preços a partir das expectativas coletivas sobre determinados acontecimentos.

    Na prática, a discussão gira em torno de saber se essas estruturas devem ser tratadas como uma categoria distinta, com potencial uso informacional e analítico, ou se, no contexto brasileiro, acabam se aproximando de modelos já conhecidos de aposta ou de instrumentos sujeitos à supervisão do sistema financeiro.

    O debate ganhou visibilidade internacional com plataformas como Kalshi e Polymarket, que ajudaram a popularizar o formato ao permitir negociações relacionadas a eleições, economia, geopolítica e tendências tecnológicas. No Brasil, porém, o tema ainda se encontra em estágio inicial e sem enquadramento jurídico específico.

    Hoje, o mercado de apostas de quota fixa é regulado pela Secretaria de Prêmios e Apostas, vinculada ao Ministério da Fazenda. Os mercados de previsão, por sua vez, ainda não contam com definição normativa própria, o que abre espaço para diferentes interpretações sobre sua natureza jurídica e sobre quais órgãos poderiam vir a acompanhar sua evolução.

    É nesse cenário que empresas de tecnologia começam a observar oportunidades no país. Uma delas é a SinalOn, plataforma em desenvolvimento que pretende operar no Brasil com um modelo peer-to-peer de negociação de previsões.

    Segundo a empresa, a proposta é criar uma infraestrutura digital voltada à negociação de probabilidades sobre eventos reais, e não reproduzir o modelo das apostas esportivas. A companhia afirma que o objetivo é transformar expectativas dispersas em indicadores probabilísticos atualizados em tempo real, que possam ser acompanhados por usuários e agentes interessados em leitura de cenários.

    De acordo com a SinalOn, a estrutura planejada inclui mecanismos de identificação de usuários, políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e integração com o sistema Pix para viabilizar a movimentação financeira dentro da plataforma.

    Além da operação tecnológica, a empresa diz querer participar da discussão pública sobre o tema no Brasil. Entre as iniciativas anunciadas estão a elaboração de um white paper sobre mercados de previsão no país e a defesa da criação de um sandbox regulatório para testar esse tipo de ambiente sob supervisão institucional.

    A avaliação, entre agentes que acompanham o tema, é que qualquer avanço dependerá da forma como o modelo será interpretado pelas autoridades brasileiras. Dependendo da estrutura adotada, a discussão pode alcançar diferentes esferas regulatórias e envolver órgãos ligados ao sistema financeiro e ao mercado de capitais, além das autoridades responsáveis pelas apostas.

    Para Sandro Santos, fundador da Group Input S.A., holding de tecnologia responsável pelo desenvolvimento da SinalOn, o modelo deve ser entendido menos como aposta e mais como uma ferramenta de formação de sinais coletivos.

    “Mercados de previsão não são apostas. A lógica é a de um mercado informacional, em que as pessoas negociam probabilidades sobre acontecimentos reais. O resultado disso é um indicador coletivo que pode ajudar a interpretar cenários”, afirma.

    Segundo ele, o potencial da estrutura está na capacidade de transformar percepções dispersas em sinais quantitativos.

    “A ideia é transformar percepções coletivas em sinais quantitativos. Em vez de apenas opiniões ou enquetes, o mercado passa a gerar probabilidades em tempo real baseadas em incentivos econômicos”, diz.

    A companhia também anunciou a criação do Instituto Brasileiro de Mercados de Previsão, o IBMP, iniciativa que, segundo a empresa, deve atuar na produção de estudos e na formulação de boas práticas para esse possível novo segmento no país.

    Embora o modelo ainda esteja longe de consolidado no Brasil, o avanço das discussões sobre economia de dados, inovação financeira e regulação digital tende a ampliar o espaço do tema no debate público. Para empresas interessadas nesse mercado, o desafio será demonstrar, na prática, quais elementos distinguem esse tipo de plataforma das bets já conhecidas do público e de que forma a atividade poderia ser incorporada ao ambiente regulatório brasileiro.

  • Amigo Card: o cartão que une saúde, economia e proteção para você

    Amigo Card: o cartão que une saúde, economia e proteção para você

    Com telemedicina, odontologia, plano funeral e descontos exclusivos, o Amigo Card oferece praticidade e cuidado para toda a família.

    Mais que um simples cartão, o Amigo Card chega ao mercado como uma solução completa de tranquilidade, economia e cuidado para você e sua família. Com ele, é possível acessar diversos serviços de saúde e benefícios exclusivos de forma prática, rápida e segura.

    Entre os destaques estão:

    • Telemedicina: consultas médicas sem sair de casa;
    • Odontologia: cuidado completo com seu sorriso;
    • Plano Funeral: segurança para momentos delicados;
    • TelePet: consultas médicas para seu pet sem sair de casa
    • Remédios com desconto: economia que faz diferença no dia a dia;
    • Descontos em compras: vantagens exclusivas em diversos parceiros.

    “Criamos o Amigo Card para ser um verdadeiro aliado, unindo saúde, proteção e economia em um só lugar”, afirma Robson Ouro Preto, presidente do grupo.

    Com o Amigo Card, cada benefício chega rápido e de forma prática, tudo na palma da sua mão. Mais do que um cartão, ele se torna um amigo presente em cada momento da vida.

  • Consultoria de Alto Impacto: A Atuação Internacional de Débora Rodrigues

    Consultoria de Alto Impacto: A Atuação Internacional de Débora Rodrigues

    Em um cenário global cada vez mais competitivo e interconectado, a atuação de profissionais altamente qualificados em gestão e estratégia internacional tornou-se não apenas um diferencial, mas uma necessidade para empresas que desejam crescer com segurança, inteligência e sustentabilidade. É nesse contexto que se destaca a atuação de Debora Rodrigues, uma consultora estratégica de referência, que atende empresas no Brasil e nos Estados Unidos com uma abordagem precisa, multidisciplinar e visionária.

    Com ampla experiência em consultoria de negócios internacionais, Debora atua diretamente no apoio à abertura e expansão de empresas, com ênfase em startups e filiais internacionais. Sua expertise abrange desde a estruturação administrativa e legal de operações no Brasil e no exterior, até o desenvolvimento de estratégias eficazes para exportação, importação e penetração em novos mercados. Seu trabalho vai além da orientação técnica: ela entrega inteligência de mercado e visão estratégica que viabilizam a competitividade e a longevidade dos empreendimentos.

    Uma das grandes fortalezas de Debora está na sua capacidade de analisar processos organizacionais com profundidade, propondo melhorias estruturais e operacionais com base em critérios financeiros, legais e comerciais. Ela oferece às empresas a chance de antecipar riscos, compreender exigências regulatórias locais e internacionais, e atuar com assertividade em mercados complexos. Com domínio sobre tributação internacional, legislação comparada, análise de concorrência e contratos comerciais, Debora transforma dados e estruturas em estratégias tangíveis de crescimento.

    No ambiente atual, caracterizado por constantes mudanças econômicas, geopolíticas e tecnológicas, é imprescindível contar com profissionais como Debora Rodrigues. A presença de um perito administrativo e consultor em business internacional torna-se essencial para alinhar operações internas com as exigências e oportunidades externas. Sem esse tipo de orientação especializada, empresas correm o risco de operar de forma ineficiente, perder competitividade e enfrentar entraves legais e fiscais que comprometem sua sustentabilidade.

    Debora também é autora do livro International Management with Emphasis on Business and Startups, uma obra que consolida seu conhecimento teórico e prático sobre o ecossistema empresarial global. A publicação reforça sua autoridade no assunto e a posiciona como uma referência para empreendedores, gestores e investidores que buscam compreender os desafios e as soluções envolvidas na gestão internacional de negócios.

    Empresas que desejam se destacar nos mercados globais precisam mais do que boas ideias: precisam de estratégia, conhecimento técnico e orientação prática. E é exatamente isso que profissionais como Debora Rodrigues oferecem com excelência, ética e resultados concretos. A atuação estratégica não apenas transforma negócios, mas amplia horizontes e constrói pontes sólidas entre o potencial local e as oportunidades globais.

     

  • Comunicador José Patrício Neto e a Empresária Gi Soares participaram do Supere Experience 2024 em São Paulo

    Comunicador José Patrício Neto e a Empresária Gi Soares participaram do Supere Experience 2024 em São Paulo

    Evento promete aumentar o faturamento em até cinco vezes nos próximos seis meses.

    Quer ser bom? Junte-se aos melhores! Teve potiguar em São Paulo vivendo as experiências e adquirindo conhecimento no renomado evento Supere Experience 2024, que reuniu algumas das mentes mais influentes do empreendedorismo brasileiro. O empresário e comunicador José Patrício, que vem se destacando no mercado local na assessoria de eventos e empresas com atuação nacional, e a empresária Gisele Soares, da Doceria Bocaditos, referência no segmento de doces, bolos e salgados, além da Pirokaria, a primeira Doceria erótica do estado do RN, participaram desse evento transformador.

    Nos dias 6 e 7 de agosto, o Wyndham Garden São Paulo sediou o Supere Experience 2024, um evento destinado a empresários e profissionais que buscam elevar seus negócios a um novo patamar. Com a participação de renomados especialistas como Marcos Rossi, Pablo Marçal, Paulo Vieira, Jean Valério, Camila Vieira, Eric Loureiro e outros, o evento abordou temas como expansão de metas, alta performance nos negócios, marketing estratégico, vendas eficazes, inteligência para negócios e inovação.

    A imersão ofereceu aos participantes a oportunidade de aplicar ferramentas práticas, expandir resultados de forma estratégica, otimizar processos de gestão, vendas e marketing, networking, entretenimento e painéis temáticos, proporcionando uma experiência completa de aprendizado e desenvolvimento.

    O comunicador potiguar José Patrício Neto, que participou do evento pela primeira vez, expressou seu entusiasmo: “Estou muito feliz em ter participado do Supere Experience. Este evento foi uma oportunidade incrível de aprender com os melhores especialistas e aplicar esses conhecimentos no meu trabalho. Aproveitei cada momento e cresci profissionalmente.”

    Gisele Soares, empresária e proprietária da Confeitaria Bocaditos e da Doceria Erótica Pirokaria, também destacou a importância do evento: “Estou animada por ter aprendido com os melhores do mercado e por poder aplicar essas estratégias nas minhas empresas. Este evento agregou muito para o meu crescimento profissional e pessoal.”

    A presença da dupla potiguar no evento reforça seu compromisso com a inovação e o aprendizado contínuo, prometendo futuras novidades.

    Com uma metodologia focada em entregar ferramentas e habilidades responsáveis pelos resultados de grandes especialistas, o Supere Experience 2024 se consolidou como a maior imersão de inteligência para negócios da América Latina, preparando os participantes para superar obstáculos e alcançar o sucesso.

    Acompanhe mais: @josepatriciosn | @oficialgisoares

    JOSÉ PATRÍCIO NETO
    84987856753
    [email protected]
    https://www.instagram.com/josepatriciosn/