Tag: Campinas

  • Homem mata comparsa que o impediu de cometer feminicídio contra a ex em Campinas

    Homem mata comparsa que o impediu de cometer feminicídio contra a ex em Campinas

    De acordo com a Polícia Civil, homem de 33 anos teria combinado com o amigo de dar “um susto” na mulher, e ele acabou golpeado no pescoço ao impedir o crime.

    Um homem de 33 anos é procurado pela Polícia Civil de Campinas (SP) suspeito de matar o comparsa a facada em uma tentativa de feminicídio neste domingo (28), no bairro Cidade Singer.

    Segundo a Polícia Civil, Lenilson dos Santos Reis, de 33 anos, teria combinado com Matheus Ferreira de Matos de “dar um susto” na ex-namorada dele, mas o comparsa acabou morto ao impedir o crime contra a mulher de 32 anos.

    De acordo com o registro da ocorrência, Lenilson e o comparsa pularam o muro da casa onde a ex e o atual namorado dela estavam, arrombando a porta da residência. O casal conseguiu fugir em direção a rua, e o agressor foi atrás.

    Pelas informações obtidas pela Polícia Civil, assim que Lenilson conseguiu pegar a ex pelo braço e deu sinais de que a mataria com uma faca, Matheus interveio e acabou golpeado no pescoço, morrendo na via pública.

    O autor fugiu do local do crime. O caso foi registrado no plantão da 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Campinas.

     

  • Polícia Civil prende dono de adega por venda de bebidas contrabandeadas em Campinas

    Polícia Civil prende dono de adega por venda de bebidas contrabandeadas em Campinas

    Foram apreendidas 301 garrafas estrangeiras de licores, gin, vodca e uísque.

    O responsável por uma adega no bairro Taquaral, em Campinas (SP), foi preso pela Polícia Civil por venda de bebidas contrabandeadas. No local, foram encontradas 301 garrafas que entraram de forma ilegal no Brasil. A apreensão ocorreu nesta quinta-feira (25).

    De acordo com a Polícia Civil, as garrafas expostas na adega são de origem estrangeira e foi constatado que são ilegais pela falta do rótulo em português, que é exigido por lei.

    Foram apreendidos garrafas de licores, gin, vodca e uísque.

    O dono do comércio foi encaminhado à 1ª Divisão de Investigações Criminais de Campinas (DEIC) e preso em flagrante. Ele foi liberado após pagar fiança e aguarda a audiência de custódia.

     

  • Bilionário e fundador de gigante farmacêutica: conheça a trajetória do ex-piloto Alexandre Negrão

    Bilionário e fundador de gigante farmacêutica: conheça a trajetória do ex-piloto Alexandre Negrão

    Negrão morreu nesta quarta-feira (24), em Campinas (SP). Empresário é fundador da Medley, uma das maiores produtoras de genéricos do país, e apareceu em lista dos homens mais ricos do Brasil.

    Ex-piloto, empresário e dono de um patrimônio de R$ 2,6 bilhões. Alexandre Negrão, que morreu em Campinas (SP), aos 70 anos, nesta quarta-feira (24), foi dono e fundador de um dos maiores laboratórios de medicamentos do Brasil e chegou à posição 126 da lista de bilionários brasileiros da revista Forbes em 2022.

    A Medley foi vendida em 2009 para o grupo francês Sanofi por US$ 664 milhões. Atualmente, Negrão era produtor de gado, tinha fazenda em Goiás e controlava a Aeris, fabricante de pás para turbinas de energia eólica do Ceará.

    O empresário nasceu em Campinas em 5 de maio de 1953 e também foi piloto de Stock Car. Enquanto foi piloto, Negrão conquistou quatro vice-campeonatos (1995, 1996, 1997, 1999), obteve 21 vitórias, 23 pole positions e 59 pódios. Ele disputou 108 corridas e se aposentou da modalidade em 2002.

    A morte do empresário foi confirmada pela Setec, responsável pelo serviço funerário da metrópole. A família de Negrão comunicou o óbito e afirmou que o empresário morreu em casa.

    Homenagens
    O perfil da Stock Car no Instagram homenageou Xandy Negrão, como era conhecido, e afirmou que o ex-piloto travou uma “longa e dolorosa” batalha contra um câncer.

    “Um competidor duro, mas sem perder a alegria. Brincalhão, mas sempre profissional. Assim que ele será lembrado por nós”, disse o perfil da Stock Car.

  • Falsa médica presa em Campinas atendeu time de futebol, cobrava até R$ 400 por consulta e era contratada de empresa

    Falsa médica presa em Campinas atendeu time de futebol, cobrava até R$ 400 por consulta e era contratada de empresa

    Mulher, que é formada em farmácia, atendia a domicílio e prescrevia exames e remédios controlados há pelo menos dois anos. EPTV obteve informações com exclusividade e conversou com a médica verdadeira.

    Uma falsa médica presa em Campinas (SP) chegou a atuar em um time de futebol de Amparo (SP) e era contratada de uma empresa. A informação é da Delegacia de Investigação Gerais (DIG) da metrópole, que investigou a mulher e efetuou a detenção na noite de segunda-feira (22).

    Simone Martins Ferreira, que é formada em farmácia, passou por audiência de custódia nesta terça (23) e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. As informações foram obtidas com exclusividade pela EPTV, afiliada da TV Globo.

    A mulher de 44 anos utilizava, há pelo menos dois anos, o número do Conselho Regional de Medicina (CRM) da médica dermatologista Simone de Abreu Neves Salles, que é professora da Universidade Federal Fluminense (UFF). A mulher chegou a ser presa por resistência em agosto de 2022 durante um cumprimento mandado de busca e apreensão, mas pagou fiança e foi liberada.

    De acordo com a Polícia Civil, a falsa médica chegou a ser contratada para realizar exames e acompanhou os jogadores do Amparo Athletico Clube, que equivale, atualmente, à quarta divisão do futebol estadual. Entre os materiais apreendidos com ela, estava uma credencial da Federação Paulista de Futebol (FPF).

    O presidente da equipe afirmou que se surpreendeu ao ficar sabendo da notícia. “Ela atuou no clube desde março deste ano, onde fez exames em atletas, acompanhou a equipe em alguns jogos. Eu como presidente sou responsável e estou à disposição da Polícia Civil para banir essas pessoas dos nossos meios e esclarecer também que o Amparo foi vítima”, afirmou Luciano Antonacci.

    O contrato com ela foi encerrado depois que a equipe perdeu uma partida por W.O – quando acontece a ausência de uma das equipes – por conta do atraso da falsa médica. Além disso, ela também era contratada de uma empresa do ramo de saúde ocupacional desde 2020, durante a pandemia da Covid-19. Foi a própria companhia que identificou uma inconformidade no contrato e alertou o Conselho Regional de Medicina (Cremesp).

    “Eu achei muito estranho, porque eu nunca exerci a minha profissão fora do meu estado e, se a gente faz isso, temos que pagar o registro do CRM nos dois estados”, disse Simone de Abreu Neves Salles à EPTV, que já estava ciente que a falsa médica estava usando seu nome e número de CRM para aplicar os golpes e denunciou a mulher ao Ministério Público, além de registrar boletim de ocorrência.

    “Ela falsificou minha carteirinha do CRM, com o nome dos meus pais errado. Fiquei aliviada que ela parou de provocar riscos aos pacientes, mas eu fiquei de mãos atadas, porque eu não tenho poder de polícia”, completou.

    Como ela atendia?
    A falsa médica fazia atendimento a domicílio na região de Campinas e prescrevia exames e remédios. Ela chegava a cobrar entre R$ 300 e R$ 400 por consulta.

    “Por ser formada em farmácia, ela tinha um conhecimento médico, mas deveria ter se limitado apenas à sua formação”, afirmou o delegado responsável pela investigação, Luiz Fernando Dias de Oliveira.

    A polícia apreendeu com a mulher receituários de controle especial, carimbos, equipamentos médicos, insumos, seringas, e a credencial da FPF. O advogado de defesa afirmou à EPTV que está se inteirando da situação, mas confirmou que ela não era médica.

    A investigação
    O delegado afirmou que foi muito difícil chegar até a falsa médica porque ela mudava constantemente de endereço, o que deu a entender que não atendia mais fisicamente. Na segunda-feira, uma mulher pediu para que uma policial acompanhasse um atendimento ao pai dela e, por isso, foi possível fazer o flagrante no momento em que ela assinava e carimbava uma receita.

    “A policial civil notou quando ela se apresentou e passou a qualificação. Aí ela entrou em contato com outros agentes, que confirmaram a identidade da falsa médica e se deslocaram ao local. A mulher encerrou o atendimento e foi presa em flagrante. Ela se apresentou como médica, apresentou as credenciais, prescreveu, aferiu pressão, e acabou carimbando e assinando um receituário. Todos os elementos do exercício ilegal da medicina caracterizaram o flagrante”, disse Oliveira.

    Além de prestar atendimento a domicílio, Simone também tinha uma suposta empresa de home care (cuidado em casa, na tradução do inglês), terceirizava alguns serviços e repassa o valor que recebia aos profissionais. A polícia agora vai investigar se essas pessoas sabiam que ela era uma falsa médica.

    A mulher foi indiciada pelos crimes de falsidade ideológica, estelionato tentado e exercício ilegal da medicina. Ela foi transferida para a Cadeia Pública de Paulínia.

  • Gusttavo Lima se apresenta em Campinas em julho; veja como comprar ingressos

    Gusttavo Lima se apresenta em Campinas em julho; veja como comprar ingressos

    Show acontecerá dia 21 de julho, a partir das 20h ,na Fazenda Santa Margarida. Bilhetes estão à venda pela internet.

    O cantor Gusttavo Lima se apresenta em Campinas (SP) na 1ª edição do Winter Farm, evento que acontecerá na Fazenda Santa Margarida, no dia 21 de julho, a partir da 20h.

    As vendas estão abertas pela internet, e os valores dos ingressos variam entre R$ 100 e R$ 590 (1° lote) a depender do setor. Gusttavo vai apresentar sucessos que o faz dos maiores nomes da música sertaneja há pelo menos dez anos.

    O show terá hits atuais como “Bloqueado”, e grandes sucessos da carreira como “Na hora de amar”, “Fui Fiel”, “Que pena que acabou”, “Homem de Família”, “Inventor dos Amores”, “Rosas, Versos e Vinhos” e “Balada Boa”. O evento também terá a presença de outras atrações como Dj Henrique e Dj Malifoo.

    Serviço
    Data: sexta-feira, 21 de julho
    Horário: a partir das 20h
    Local: Fazenda Santa Margarida, R. Rubens Gomes Balsas, nº 311, Joaquim Egídio, Campinas
    Ingressos disponíveis no site a partir de R$100 (1º lote)

     

  • Indígena viaja 2,3 mil km entre AL e SP para estudar história na Unicamp aos 40 anos: ‘Minha gente pelas minhas próprias palavras’

    Indígena viaja 2,3 mil km entre AL e SP para estudar história na Unicamp aos 40 anos: ‘Minha gente pelas minhas próprias palavras’

    Bráulio José de Souza foi de Pariconha, no sertão alagoano, até Campinas e diz que propósito é ajudar povo da região de origem. Ele ingressou na universidade estadual em 2022; veja relato.

    “O pouco que se sabe dos povos indígenas sempre foi escrito por outros. Quero contar a história da minha gente pelas minhas próprias palavras”. A determinação fez o estudante indígena Bráulio José de Souza, de 41 anos, viajar 2,3 mil km entre Pariconha, no Sertão de Alagoas, até Campinas (SP) para trocar o trabalho árduo na roça pelo curso de história com objetivo de ajudar a própria comunidade.

    Ele é um dos 131 estudantes com mais de 40 anos que ingressaram na universidade estadual entre 2019 e 2023 para realizar graduações, segundo a comissão organizadora dos vestibulares (Comvest). Deste total, 90 permanecem em estudos na Unicamp, o equivalente a 68,7%.

    O ingresso dele na Unicamp ocorreu por meio do Vestibular Indígena, no ano passado, quando o irmão também foi aprovado no exame. Ele é da etnia Katokinn, a mesma de Elâine Souza, eleita Miss Brasil 2021, e considerou que a diferença de idade para a maioria dos colegas de turma não é um obstáculo porque gostou da diversidade e acolhimento que encontrou na Unicamp.

    “A mudança foi um choque de realidade porque saímos de nossa comunidade e estamos em um mundo completamente diferente. Sempre fui trabalhador da roça. Mesmo sem frequentar cursinho, estudava com meu irmão devorando todos os livros disponíveis”, explicou Bráulio.

    A viagem entre os estados do Alagoas e São Paulo levou três dias de transporte rodoviário, contou. Atualmente, o sustento é garantido por meio da Bolsa Auxílio-Social fornecida pela Unicamp em troca de atividades realizadas por ele na Biblioteca da Obras Raras do campus no distrito de Barão Geraldo.

    Próximos passos
    Atualmente, ele reside na moradia fornecida pela universidade estadual e faz planos para ampliar a trajetória acadêmica e, com isso, impulsionar a chegada de parentes ao ensino superior.

    “Pretendo tentar um mestrado, vou conseguir ser mais útil e ajudar meu povo estando aqui. Ser referência para dar visibilidade à minha comunidade e acolher os parentes indígenas no ingresso à universidade”, falou.
    Em 2022, o Vestibular Indígena realizado pela Unicamp, em parceria com a Universidade Federal de São Carlos, ofereceu 260 oportunidades. Juntas, as universidades receberam 2,8 mil inscrições.

     

  • Após 3 décadas em metalúrgicas, estudante de 58 anos realiza sonho de cursar medicina na Unicamp: ‘Acreditar e não ouvir negativa’

    Após 3 décadas em metalúrgicas, estudante de 58 anos realiza sonho de cursar medicina na Unicamp: ‘Acreditar e não ouvir negativa’

    Após trabalhar 30 anos como engenheiro em indústrias, Cláudio Valente decidiu ter nova fase profissional e mudou-se aos 53 anos de São Bernardo do Campo para Campinas; veja história.

    “Não dar ouvidos para quem tem conotação negativa, acreditar em si mesmo e se esforçar demais”. Aos 58 anos, o estudante e futuro médico Cláudio Valente faz planos sobre início de carreira e reúne em uma frase parte do que aprendeu como essencial fora dos livros para, depois de atuar por três décadas como engenheiro em metalúrgicas, realizar o sonho de cursar medicina na Unicamp.

    Ele é um dos 131 estudantes com mais de 40 anos que ingressaram na universidade estadual entre 2019 e 2023 para realizar graduações, segundo a comissão organizadora dos vestibulares (Comvest). Deste total, 90 permanecem em estudos na Unicamp, o equivalente a 68,7%.

    Aluno do quinto e penúltimo ano da graduação, Cláudio chegou em 2019 a Campinas (SP) com a mulher Mônica e o filho mais novo, de 10 anos. Outras três filhas, adultas, ficaram na capital paulista.

    A volta às salas de aula foi comparada por ele como a subida de uma escada com vários degraus. O ponto de partida foi São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, onde começou a trabalhar aos 17 anos e optou por estudar engenharia mecânica para tentar crescimento em indústrias da região. À época, contou, fazia diariamente o percurso até Santos, litoral paulista, onde havia curso no período noturno.

    “Depois casei com 22 anos, a vida seguiu, as obrigações se acumularam e só pude retomar a ideia da medicina depois que me aposentei, com três dos quatro filhos já crescidos. Me aposentei num dia, no outro sentei no banco do cursinho, as aulas já estavam rolando há um mês”, contou Valente.

    Saga dos cursinhos
    Valente só conseguiu passar no Vestibular 2019 da Unicamp após dois anos de cursinho. No primeiro, explicou, houve dificuldades de integração, por conta da diferença de faixa etária em relação aos colegas de sala adolescentes, e pelo tempo que não visitava conteúdos do ensino médio. “Fiz alguns cursos, mas tive um intervalo de 30 anos. Parece que você nunca aprendeu aquilo na vida”, falou.

    Porém, segundo ele, as adversidades foram transformadas em estímulos para ir adiante. “Não passei, mas animei. Quando saiu a última chamada, eu era 20º. Puxa, com tanta dificuldade, continuei a estudar e no segundo ano consegui na primeira lista. Passei na Unifesp [Universidade Federal de São Paulo], mas queria mesmo Unicamp”, explicou o estudante sobre o início da trajetória com jaleco.

    No vestibular tradicional aplicado em 2019, a Unicamp registrou concorrência de 330 candidatos para cada uma das 88 vagas disponíveis em medicina. Outras 22 foram oferecidas em outras modalidades.

    Apoio x descrédito e planos
    Claudio ponderou que a questão de ter se aposentado e recebido apoio da família foram fundamentais para o sucesso. Na trajetória de estudos, lembrou, chegou a ouvir relatos de pessoas próximas que desacreditaram a hipótese dele passar no vestibular. “Muita gente. ‘Ah, você não vai conseguir, nem a rapaziada consegue, acha que vai entrar?’, isso desanima. Mas depois que consegui eu pensei. ‘Se consegui aos 53 anos e tivesse me esforçado mais cedo, acho que teria mais facilidade’”, falou.

    O estudante admitiu que a rotina é desafiadora e faz planos de atuar na área de clínica médica após término da faculdade por considerar a mais adequada para o que ele busca no atual momento de vida.

    “Tem que estudar muito, ter dedicação. A Unicamp tem plantão noturno, a gente se cansa mais, a recuperação é mais lenta […] Apesar de achar certas áreas maravilhosas, eu foco mais na clínica médica. Dois anos de residência, mais compatível com a minha idade”, brincou.

    Ao lembrar sobre casos de etarismo em outras faculdades do país, Valente frisou que a diversidade é respeitada pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e disse esperar que a história dele sirva de inspiração para outras pessoas que sonham em ingressar ou retornar à universidade.

    “Seja por parte da instituição ou dos estudantes, nunca sofri ou presenciei qualquer ato de constrangimento envolvendo idade, gênero ou cor de pele. Espero que [a própria história] incentive outras pessoas”, ressaltou o futuro médico.

  • Em 5 anos, denúncias sobre qualidade de combustíveis têm alta de 57% em Campinas, diz ANP

    Em 5 anos, denúncias sobre qualidade de combustíveis têm alta de 57% em Campinas, diz ANP

    Número de reclamações subiu de 152, em 2018, para 239, em 2022. Sindicato dos postos afirma que adulteração é um problema crônico.

    A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) registrou, nos últimos cinco anos, um aumento de 57% no número de denúncias recebidas sobre a qualidade de combustíveis em Campinas (SP). Os dados foram obtidos pela EPTV, afiliada da TV Globo, via Lei de Acesso à Informação (LAI)

    Em 2018, a agência contabilizou 152 reclamações referentes à comercialização de combustíveis fora da especificação na metrópole. Já em 2022, o total de denúncias passou para 239. Veja, abaixo, os dados ano a ano.

    Denúncias de irregularidades na qualidade de combustíveis em Campinas (SP)

    Adulteração
    O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Campinas (Recap), Emílio Martins, diz que a adulteração de combustível é um problema crônico e que tem ramificações com o crime organizado.

    “A ANP, juntamente com a Secretaria da Fazenda em convênios que têm, elas combatem isso de forma bem forte. O problema é que nós somos 44 mil postos no Brasil, e certamente a agência tem poucos fiscais. É um campo fértil para essas quadrilhas”, pontua.
    Martins destaca, ainda, que o sindicato recebeu uma denúncia de que cerca de 15 postos da região estariam adicionando metanol ao etanol e à gasolina, uma substântica proibida no Brasil e que pode trazer riscos à saúde.

    Ainda de acordo com o presidente do Recap, um pedido de investigação foi protocolado pelo sindicato ao GAECO do Ministério Público.

    Denúncias
    Superintendente de Fiscalização do Abastecimento da ANP, Francisco Nelson Castro Neves explica que todas as denúncias recebidas pela agência são estudadas, mas somente cerca de 30% são observadas em campo, levando em conta fatores como denúncias repetidas e histórico da empresa.

    “Uma série de elementos é considerada dentro do nosso planejamento, mas em todas elas a gente estuda, observa e formaliza manifestações junto às empresas, de tal maneira que a gente possa, da forma mais ampla possível, atender os consumidores”, diz.

    Segundo Neves, as distribuidoras precisam informar à ANP sobre todos os combustíveis comercializados no Brasil, o que faz com que a agência tenha um número grande de informações para dar apoio às decisões de fiscalização.

    “Deste grupo [de 30%] que nós escolhemos, porque eles já são escolhidos com o cruzamento de informações de outros bancos de dados, nós temos um estudo de que em torno de 50% têm algum tipo de irregularidade, não necessariamente a que ele indicou”, explica.

    Prejuízo
    O analista de TI Mored Berdat diz que costuma ser cuidadoso, mas teve um prejuízo de mais de R$ 5 mil após abastecer o veículo em um posto de combustíveis na região central. Esta, inclusive, não foi a única vez em que ele sofreu com combustível adulterado.

    “No dia seguinte, o motor começou a falhar. Levei ao mecânico e ele afirmou que, além do cilindro, poderiam ser muito mais coisas. Acabou chegando no cabeçote do veículo. A gente teve um grande gasto nele, de peças auxiliares”, relembra.

  • Cachorro ‘pega carona’ em ônibus de Campinas a Monte Mor e diverte passageiros;

    Cachorro ‘pega carona’ em ônibus de Campinas a Monte Mor e diverte passageiros;

    Cena foi registrada na segunda-feira (8), por volta das 17h30. Cão teria embarcado no ponto de ônibus do bairro Campos Dourados.

    Um cachorro divertiu passageiros da linha 709, que opera o trecho entre Campinas (SP) e Monte Mor (SP), ao embarcar em um ponto de ônibus e sentar em um banco vazio. A cena foi registrada na segunda-feira (8), por volta das 17h30.

    Ademir Augusto Dorado Martins voltava do trabalho quando presenciou a cena inusitada. À EPTV, afiliada da TV Globo, ele relatou que o cachorro embarcou no ponto de ônibus do bairro Campos Dourados e seguiu viagem.

    Não há informações sobre o desembarque do cão.

     

  • Homem morre após briga de trânsito em Campinas, diz Polícia Militar

    Homem morre após briga de trânsito em Campinas, diz Polícia Militar

    Corpo da vítima foi encontrado na rua, ao lado do carro, com ferimentos no crânio e na face.

    Um homem de 37 anos morreu, na noite de domingo (7), no Jardim Nova América, em Campinas (SP). De acordo com a boletim de ocorrência, a vítima foi encontrada já sem vida, ao lado do próprio carro, um veículo modelo Volkswagen Polo.

    Segundo a Polícia Militar, o homem se envolveu em uma briga após uma colisão de trânsito com duas pessoas que estavam em um automóvel modelo Jeep Renegade.

    Robson Ainette Veloso estava com ferimentos no crânio e na face e os autores não foram localizados. A rua estava com marcas de freio e o carro também estava danificado. A perícia foi acionada ao local e o caso foi registrado no 9º Distrito Policial.