Categoria: Polêmica

  • Câmeras de Segurança Capturam Incidente Chocante: Empresário Abusa de Mulher em Elevador

    Câmeras de Segurança Capturam Incidente Chocante: Empresário Abusa de Mulher em Elevador

    Importunação sexual em elevador de prédio comercial em Fortaleza é registrada por câmera de segurança

    Um incidente de importunação sexual chocou a cidade de Fortaleza, quando uma nutricionista foi vítima do ato enquanto estava dentro de um elevador. O ocorrido, que teve lugar no dia 15 de fevereiro, foi capturado pelas câmeras de segurança do edifício.

    Em uma entrevista exclusiva à TV Verdes Mares, a vítima expressou sua incredulidade diante da situação. “Eu não acreditei naquela situação, eu estava num prédio comercial, terminando meu expediente, indo embora, em um prédio cheio de câmeras, e aconteceu isso”, lamentou.

    O incidente ocorreu em um prédio comercial localizado no bairro nobre de Aldeota, em Fortaleza.

    A nutricionista, identificada como Larissa Duarte, de 25 anos, relatou que estava saindo do trabalho quando entrou no elevador, encontrando-se sozinha com o agressor. Ao se dirigir ao estacionamento, o homem a abordou e a tocou de forma inadequada. O vídeo do incidente mostra a vítima olhando para o agressor antes que as portas do elevador se fechassem.

    Israel Leal Bandeira foi denunciado por passar a mão nas partes íntimas de uma mulher em elevador em Fortaleza.

    O indivíduo foi identificado como Israel Bandeira, que trabalhava como consultor em uma empresa de investimentos. Até o momento, o G1 não conseguiu contato com a defesa de Bandeira.

    A Delegacia de Defesa da Mulher de Fortaleza está investigando o caso como importunação sexual, conforme declarado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social.

    A empresa em que Israel Bandeira trabalhava, M7 Investimentos, emitiu um comunicado informando que ele foi afastado de suas atividades após a exposição do caso, ressaltando que o profissional tem direito à defesa.

    Até o momento desta reportagem, não havia informações sobre a prisão de Israel Bandeira, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública.

  • Hospital condenado a indenizar Klara Castanho em R$ 200 mil por vazamento de informações

    Hospital condenado a indenizar Klara Castanho em R$ 200 mil por vazamento de informações

    Hospital e Maternidade Brasil, pertencente à Rede D’Or São Luiz, se recusa a comentar sobre decisões judiciais em seu nome. A controvérsia surgiu em 2022 quando a renomada atriz Klara Castanho expôs, em uma carta nas redes sociais, violações sofridas e a divulgação não autorizada de detalhes sobre sua gravidez por parte da equipe do hospital.

    Recentemente, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o Hospital e Maternidade Brasil, da Rede D’Or São Luiz, pague uma indenização de R$ 200 mil por danos morais à atriz Klara Castanho, devido ao vazamento de informações sensíveis sobre sua gravidez em 2022.

    Klara Castanho revelou, em sua carta, ter sido vítima de estupro, engravidado e tomado a difícil decisão de entregar a criança para adoção, seguindo todos os procedimentos legais necessários. A atriz desejava manter o ocorrido em sigilo, mas viu sua história divulgada não apenas pela mídia de fofocas, mas também alvo de especulações e ataques.

    Segundo os relatos de Klara, no momento do parto, foi ameaçada e pressionada por uma enfermeira na sala de cirurgia, indicando que informações poderiam ser vazadas para colunistas de celebridades. Quando retornou ao quarto, encontrou mensagens de um colunista com detalhes sobre seu caso.

    O juiz responsável pela decisão afirmou que o vazamento dessas informações protegidas pela Constituição Federal e pela Lei Geral de Proteção de Dados ocorreu devido a uma falha humana interna no hospital.

    A 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou a decisão desfavorável ao hospital, porém reduziu o valor da indenização para R$ 200 mil, anteriormente estabelecido em R$ 1 milhão.

    O relator do caso destacou que houve violação do sigilo profissional, fornecendo a terceiros dados médico-hospitalares que deveriam ser mantidos em privacidade. Tanto o jornalista quanto a apresentadora envolvidos podem enfrentar acusações de difamação.

    O episódio desencadeou um constrangimento público para Klara, com especulações aumentando nas redes sociais e na mídia. A atriz, então, decidiu se manifestar, expondo sua dolorosa experiência e o processo de decisão de entregar a criança para adoção.

    Klara, conhecida por seus papéis na televisão e no cinema, desde sua estreia na infância, enfrentou uma jornada difícil, mas busca seguir em frente com sua vida pessoal e profissional, apesar dos desafios enfrentados.

  • Investigação de tráfico de animais leva à apreensão de macacos na casa de Nicole Bahls.

    Investigação de tráfico de animais leva à apreensão de macacos na casa de Nicole Bahls.

    Autoridades do Rio de Janeiro estão investigando um caso envolvendo a apresentadora e modelo Nicole Bahls após postagens nas redes sociais levantarem suspeitas. O Fantástico revelou no domingo (17) como operavam duas quadrilhas especializadas em tráfico de animais silvestres no país.

    Nicole Bahls recebeu dois filhotes de macacos-prego de seu então namorado, Marcelo Chagas Viana, como presente de aniversário. A apresentadora, emocionada, compartilhou sua ligação afetiva com os animais, relatando que os macaquinhos dormiam em um bercinho.

    No entanto, uma visita conjunta do Ibama e da Polícia Federal à residência de Bahls constatou que a nota fiscal dos animais era falsa. Marcelo, ao se apresentar à polícia, admitiu ter adquirido os macacos ilegalmente, sem documentação, um de uma vizinha e o outro em uma feira clandestina.

    Marcelo foi preso em flagrante, pagou fiança e responde ao processo em liberdade. Bahls, desde então, tem defendido a conscientização sobre a posse ilegal de animais silvestres, destacando os danos que essa prática causa aos animais.

    Após a operação que retirou os macacos da casa de Bahls, a Polícia Federal iniciou uma investigação que resultou na prisão de três pessoas no Rio de Janeiro, incluindo um sargento do Corpo de Bombeiros, apontado como líder da quadrilha. Os presos enfrentam acusações de crime ambiental, organização criminosa e receptação, com penas que somadas podem chegar a 58 anos de prisão.

    A defesa do sargento do Corpo de Bombeiros, Fabiano Gouveia Monteiro, declarou que a prisão de seu cliente é ilegal e que irá provar sua inocência durante as investigações.

     

     

  • Deputado Da Cunha: Acusações de Violência e Sequestro Encenado Mancham sua Carreira

    Deputado Da Cunha: Acusações de Violência e Sequestro Encenado Mancham sua Carreira

    Em outubro de 2023, o deputado federal Carlos Alberto da Cunha, também conhecido como “Delegado Da Cunha”, se tornou réu em um caso de violência doméstica contra a nutricionista Betina Grusiecki, com quem mantinha uma união estável há três anos. O deputado negou as acusações de agressão à ex-parceira perante a Justiça.

    Um vídeo divulgado pelo programa Fantástico, da TV Globo, mostrou imagens perturbadoras de supostas agressões e ameaças de morte por parte do deputado, que tem 46 anos. Essa exibição adiciona mais um episódio controverso à trajetória do parlamentar, que já acumulava uma série de polêmicas desde 2021. Entre esses episódios, destacam-se sua demissão da polícia, perda de distintivo e posse de arma, confissão de encenação de um sequestro e acusações de agressão, entre outros.

    No processo movido em outubro de 2023, Betina Grusiecki, de 28 anos, acusa Da Cunha de ameaças, agressões e injúrias. Enquanto o deputado nega as alegações de agressão, a exposição de áudio e vídeo no Fantástico mostra graves ameaças contra a vida de Betina. O material evidencia o deputado ameaçando atirar na ex-companheira, além de sons que parecem ser golpes, conforme relatado por Betina ao Ministério Público, incluindo a alegação de que sua cabeça foi batida contra uma parede durante o incidente.

    No entanto, durante o processo judicial, Da Cunha negou especificamente a alegação de ter batido a cabeça de Betina contra a parede, alegando que ambos estavam passando por um momento difícil em seu relacionamento. O laudo do Instituto Médico Legal, por sua vez, constatou lesões leves no couro cabeludo e no corpo de Betina.

    O advogado do deputado, Eugênio Malavasi, enfatizou a necessidade de uma análise pericial do vídeo antes de se tirar conclusões definitivas sobre sua veracidade. Segundo ele, o vídeo não foi submetido à perícia oficial do Instituto de Criminalística, levantando dúvidas sobre sua autenticidade.

    Em meio a essas controvérsias, o deputado, que conta com mais de 5 milhões de seguidores nas redes sociais, enfrentou uma série de problemas, incluindo sua demissão da polícia em 2021 devido a comentários sobre corrupção, a confissão de encenação de um sequestro e outros episódios.

    Betina e Da Cunha se conheceram em 2020 e decidiram morar juntos, mas o relacionamento foi marcado por altos e baixos, com Betina relatando agressões verbais e físicas do deputado. Mesmo diante das constantes ameaças, Betina manifestou sua relutância em terminar o relacionamento, o que, segundo sua advogada, Gabriela Manssur, foi devido a manipulações emocionais por parte de Da Cunha.

    A Justiça concedeu medidas protetivas para Betina e seus pais contra o deputado. Enquanto isso, Da Cunha, apesar das acusações contra ele, já foi eleito deputado federal por São Paulo em 2022, tornando-se o 24º candidato mais votado pelo Progressistas, consolidando sua popularidade anteriormente conquistada através da divulgação de vídeos sobre operações policiais e o cotidiano dos agentes.

  • Robinho nega acusações de estupro e denuncia suposto viés racista da Justiça italiana

    Robinho nega acusações de estupro e denuncia suposto viés racista da Justiça italiana

    Ex-jogador Robinho, condenado por estupro na Itália, aguarda julgamento sobre cumprimento de pena no Brasil

    O ex-jogador de futebol Robinho, condenado na Itália por estupro coletivo, expressou sua posição pela primeira vez desde a sentença emitida pela Justiça italiana, que ele acusa de ser racista. Em uma publicação nas redes sociais neste domingo (17), ele afirmou sua inocência e destacou a existência de provas que corroboram sua versão, as mesmas apresentadas no processo julgado pelo Tribunal de Milão. Atualmente, a Itália busca a homologação da sentença condenatória no Brasil, solicitando a transferência da execução da pena para o país.

    A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciará o julgamento na próxima quarta-feira (20) do pedido italiano para que Robinho cumpra sua pena em território brasileiro. Este julgamento não revisará a acusação contra o ex-jogador, mas decidirá sobre a validade da solicitação de transferência da pena.

    Em sua declaração no Instagram, Robinho apontou “erros gritantes e graves” cometidos pela Justiça italiana durante seu julgamento. Ele nega ter mantido relações sexuais com a vítima à força, citando evidências de que a interação foi consentida, como mensagens trocadas antes e depois do incidente.

    Além disso, Robinho alega que a decisão contra ele foi motivada por racismo, argumentando que seu tratamento judicial teria sido diferente caso fosse branco ou europeu. No entanto, ele enfatiza seu compromisso em provar sua inocência e buscar justiça.

    Atualmente vivendo no Brasil, Robinho enfrenta a questão da extradição, uma vez que a legislação nacional proíbe a extradição de cidadãos brasileiros natos para cumprir penas no exterior. O Ministério Público Federal (MPF) defendeu anteriormente que a pena fosse cumprida no Brasil, e agora o caso aguarda decisão do STJ sobre a homologação da sentença estrangeira.

    O crime de estupro coletivo ocorreu em 2013, quando Robinho jogava no Milan, na Itália. Após nove anos, a Justiça italiana confirmou a condenação do ex-jogador, que foi acusado de estuprar uma mulher albanesa em uma boate de Milão, enquanto ela estava inconsciente devido ao consumo excessivo de álcool. Os condenados argumentam que a relação foi consensual, mas a justiça italiana concluiu de forma diferente.

  • Escândalo de Estelionato: Personal Trainer deixa Hotel em São Roque sem Pagar

    Escândalo de Estelionato: Personal Trainer deixa Hotel em São Roque sem Pagar

    Personal trainer é denunciada por estelionato após deixar hotel sem pagar em São Roque, interior de São Paulo

    No domingo (10), a administração de um hotel em São Roque, interior de São Paulo, acionou a polícia para denunciar Andrea Luciana Zaude por estelionato. Andrea, que já tinha sido presa em 2022 por acusações semelhantes, desta vez fugiu sem pagar pela hospedagem.

    Andrea Zaude, anteriormente detida em 2022 por estelionato e tentativa de homicídio após atropelar um segurança de shopping enquanto tentava escapar após aplicar um golpe em uma loja de joias em São Paulo, agora enfrenta novas acusações.

    Segundo relatos da Polícia Civil, Andrea e uma amiga se hospedaram no hotel entre quinta-feira (7) e domingo. Ao receber a conta de R$ 5.135,56, Andrea discordou do valor, exigindo um desconto e se recusando a pagar.

    A situação se agravou quando Andrea se exaltou com a recepcionista e, durante uma ligação com o gerente, deixou o hotel sem efetuar o pagamento. No momento da partida, Andrea quase atropelou dois funcionários enquanto passava por cima de um cone de controle de acesso.

    A delegada Bruna Racca anunciou que abrirá um inquérito para investigar o caso de estelionato. Até o momento, Andrea não foi localizada.

    Histórico de golpes

    Em 2022, Andrea já havia sido presa por acusações semelhantes na Zona Norte de São Paulo. Após aplicar um golpe em uma loja de revenda de joias, ela fugiu do local e atropelou um segurança de shopping, resultando em uma fratura na perna da vítima.

    A prisão ocorreu quando policiais militares da Rota identificaram o veículo usado por Andrea na fuga.

    Falsificação de comprovante de pagamento

    De acordo com o Deic, Andrea apresentou um comprovante de transferência bancária falso para retirar uma encomenda na loja de joias. Funcionários notaram que ela havia utilizado esse mesmo esquema em outras 11 ocasiões. Durante a fuga, em um carro utilitário de luxo, ela acabou ferindo um dos seguranças que tentava impedir sua saída.

    Uma equipe da Rota foi alertada sobre o incidente e conseguiu deter Andrea nas proximidades do local. Na ocasião, ela foi detida e as acusações incluíam estelionato, tentativa de homicídio e desobediência. Sua prisão foi convertida em preventiva após a audiência de custódia.

  • Conselheiro de Lula Investigado por Fraudes Financeiras Recebe Apoio do Planalto

    Conselheiro de Lula Investigado por Fraudes Financeiras Recebe Apoio do Planalto

    Empresário do Conselhão de Lula Investigado pela PF por Fraudes Financeiras; Planalto Reafirma Presunção de Inocência

    O Palácio do Planalto se manifestou sobre José Garcia Netto, integrante do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), conhecido como “Conselhão” de Lula. O empresário está sendo investigado pela Polícia Federal (PF) por supostas fraudes no sistema financeiro.

    A investigação foi iniciada em julho do ano passado, quando a PF abriu um inquérito para apurar manobras fiscais e empréstimos irregulares realizados pela empresa de Garcia Netto, a Caruana S.A., após denúncia do Banco Central.

    Em nota, o Palácio do Planalto ressaltou o princípio constitucional da presunção de inocência para justificar a permanência de Garcia Netto no CDESS. “Assim, o fato de a empresa e seu respectivo acionista estarem sob investigação não contraria, a priori, nenhuma regra ética e de conformidade que exijam alguma ação por parte do Conselho do Desenvolvimento Econômico Social Sustentável”, afirmou a nota.

    O Planalto enfatizou que o Conselhão não tem a função de gerir recursos ou processos licitatórios. “O Conselhão é um órgão consultivo, não gere recursos nem processos licitatórios, e reúne personalidades com a presunção de inocência. Ele é amplo, diverso e formado por pessoas que atuam em várias áreas profissionais e setores da economia do país, sendo convidadas a colaborar com o país através do diálogo proporcionado pelo Conselhão.”

    A fiscalização do Banco Central sobre as práticas da Caruana S.A. identificou fraudes nas análises de crédito, que resultaram na concessão de empréstimos acima da capacidade de pagamento dos clientes, além de manipulações contábeis para disfarçar prejuízos.

    José Garcia Netto, diretor-presidente da Caruana, é citado nominalmente nas investigações da PF e pode ser acusado de três crimes, sendo o mais grave a gestão fraudulenta de instituição financeira, cuja pena varia de 3 a 12 anos de reclusão, além de multa.

    Criado por Lula em seu primeiro mandato e extinto por Jair Bolsonaro, o Conselhão é composto por 245 membros, incluindo empresários, executivos, pesquisadores, artistas e sindicalistas, todos escolhidos pelo presidente. A função não é remunerada.

    Segundo o Planalto, caso as investigações da PF apontem “incompatibilidade com a função pública assumida”, o caso será analisado pela Secretaria-Executiva do Conselho.

  • Presidente da Câmara de Mauá pede afastamento após início de investigação por suposto crime sexual contra adolescente

    Presidente da Câmara de Mauá pede afastamento após início de investigação por suposto crime sexual contra adolescente

    O vereador Geovane Correa (PT) disse que está sendo vítima de ataques e notícias falsas, que seu celular foi hackeado e que ‘adversários e inimigos políticos utilizaram de tal conteúdo privado para criar uma narrativa caluniosa e difamatória’.

    O presidente da Câmara Municipal de Mauá, Geovane Correa (PT), pediu afastamento do cargo nesta quinta-feira (29) após início de investigação por suposta prática crime sexual contra uma adolescente. O pedido será avaliado e votado em plenário na próxima sessão da Câmara, que acontece na terça-feira (5).

    A denúncia foi feita pelo Sargento Simões (PL), também vereador na cidade da Grande São Paulo. Segundo a denúncia, Geovane Correa teria tirado fotos do órgão genital dentro da Câmara e enviado para uma adolescente em 2021, quando parte da sessão acontecia em formato online.

    No dia 16 de fevereiro, a Promotoria de Justiça de Mauá requisitou a instauração de inquérito policial na Delegacia Seccional de Santo André para apuração dos fatos.

    A Delegacia Sede de Mauá recebeu o pedido do Ministério Público no dia 19 de fevereiro e instaurou inquérito no mesmo dia para investigar todas as circunstâncias dos fatos.

    Em nota, o vereador Geovane Correa disse que agradece todo o apoio e solidariedade da população e que está sendo vítima de ataques e notícias falsas. Correa diz que seu celular foi hackeado e que, à época, criminosos tentaram extorqui-lo. “Registrei BO e, recentemente, divulgaram conteúdo íntimo e pessoal em grupos de internet”, afirmou.

    “Ocorre que adversários e inimigos políticos sem qualquer tipo de escrúpulo ou caráter utilizaram de tal conteúdo privado para criar uma narrativa caluniosa e difamatória, me imputando falsamente e dolosamente algo tipificado como crime e que jamais cometeria”, pontuou.

    Ainda em nota, o vereador informou: “Me licenciarei das minhas atividades por 31 dias para tomar as providências jurídicas pertinentes contra todos aqueles que divulgaram falsamente tais fatos, bem como todos os criminosos que estão se beneficiando dessa mentira”.

    “Minha carreira política é pautada pela lealdade às instituições, moralidade e, acima de tudo, busca pelo bem-estar social do povo mauaense e tais criminosos, inclusive alguns deles que são políticos e que foram presos em flagrante por roubar dinheiro da merenda, responderão por toda a divulgação criminosa que foi realizada”, completou.

     

  • Entre Fé e Fraude: As Polêmicas Envolvendo o Ministério Menorah

    Entre Fé e Fraude: As Polêmicas Envolvendo o Ministério Menorah

    Fé e Escândalo: As Controvérsias Envolvendo o Ministério Menorah

    A fé, um alicerce na vida de muitos, frequentemente proporciona conforto emocional e moral. No entanto, nem todas as instituições religiosas demonstram responsabilidade ética. O Ministério Menorah, ligado à Igreja Pão de Judá, é um exemplo disso, envolvendo-se em uma série de polêmicas que suscitam dúvidas sobre a integridade de seus líderes.

    O Batismo Fatal: Uma Tragédia Inesperada

    O sacramento do batismo, um momento sagrado nas tradições cristãs, tornou-se uma tragédia no caso de Rafael Carvalho, um jovem de apenas 15 anos. Sob a supervisão do Apóstolo Sergio Alves, líder do Ministério Menorah, a cerimônia ocorreu em um rio em Restinga Seca, resultando no afogamento fatal de Rafael. Este incidente levanta questões sobre a responsabilidade dos líderes religiosos ao conduzir cerimônias delicadas, deixando a família enlutada e em busca de respostas.

    Arrecadação Questionável de Recursos

    A prática de coletar recursos é comum em instituições religiosas, mas no Ministério Menorah, ela assume contornos controversos. Sob a premissa de tornar os fiéis “investidores do Reino”, o grupo encoraja a compra de produtos da igreja como meio de alcançar o sucesso espiritual. No entanto, essa abordagem sugere manipulação financeira, indo contra os princípios de contribuição voluntária e generosa.

    A sócia de Sergio Alves, Clediane Riboldi, protagonizou um vídeo detalhando o processo de se tornar um “investidor do Reino”, levantando questionamentos sobre a integridade financeira do Ministério Menorah e suas práticas de arrecadação de fundos.

    Alegações de Irregularidades Empresariais

    Além das questões éticas em torno do incidente fatal e da arrecadação de fundos, o Ministério Menorah, juntamente com seu líder e sua esposa, enfrenta sérias acusações de lavagem de dinheiro e corrupção. Empresas associadas ao ministério estão envolvidas em processos judiciais por irregularidades tributárias, revelando uma discrepância entre os princípios proclamados e as ações concretas do grupo.

    Buscando Reparação e Transparência

    O caso do Ministério Menorah evidencia uma traição à confiança dos fiéis e destaca a necessidade urgente de transparência dentro da Igreja Pão de Judá. A busca por justiça não é apenas terrena, mas também uma busca por restauração da fé e integridade na comunidade religiosa. A verdade e a responsabilidade devem prevalecer, não só para aqueles prejudicados, mas para a comunidade religiosa como um todo.

  • Influenciador que teve bens apreendidos pela polícia ostenta mansão, Porsche e lancha nas redes

    Influenciador que teve bens apreendidos pela polícia ostenta mansão, Porsche e lancha nas redes

    Homem foi um dos alvos da operação da polícia contra grupo suspeito de lavagem de dinheiro, crime contra a economia popular e estelionato em vários estados.

    Um influenciador digital com mais de 280 mil seguidores nas redes sociais é um dos alvos da operação deflagrada pela polícia no Ceará nesta sexta-feira (22), contra um grupo suspeito de lavagem de dinheiro, crime contra a economia popular e estelionato em vários estados do país. Ele não foi preso.

    Rodrigo Borges, identificado por uma fonte da polícia como um dos investigados, costumava ostentar nas redes sociais com mansão, viagens, lancha e veículos de luxo na garagem como Porsche e uma Lamborghini Huracán EVO, esta última avaliada em R$ 3 milhões.

    A casa do influenciador, localizada em um condomínio de alto padrão em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, foi um dos endereços onde os mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

    Durante a operação a polícia apreendeu oito automóveis, uma lancha, 25 relógios de luxo e um imóvel foi sequestrado. O total de bens apreendidos estão avaliados em R$ 14 milhões.

    Vítimas atraídas pelas redes sociais

    O esquema criminoso que o influenciador é suspeito de participar consistia na abertura de empresas e operaçães automatizadas que prometiam aos investidores grande retorno financeiro com base em investimentos de criptomoedas e apostas on-line.

    “Essa organização criminosa trabalhava com crimes contra a economia popular, pirâmides financeiras, estelionatos, vendendo falsas aplicações, prometendo ganhos exagerados, totalmente acima do mercado legal”, disse o chefe da Polícia Civil do Ceará, delegado Márcio Gutiérrez .

    Segundo as investigações da Polícia Civil, que já duram 1 ano, os suspeitos fizeram centenas de vítimas em diversos estados e atualmente estavam no Ceará desfrutando de bens de alto valor econômico.

    Essa ostentação nas redes sociais, inclusive, era uma das maneiras usadas pelos investigados para atrair novas vítimas.

    “Esse grupo ele buscava ostentar nas redes sociais mostrar para as pessoas que tinham sucesso que conseguiram esse sucesso através dessas aplicações e com isso estimulavam essas pessoas a serem clientes vendendo falsas remunerações”, falou o delegado.

    Ainda segundo o delegado, o grupo criminoso costumava registrar os bens no nome de outras pessoas, para não levantarem suspeita.

    “Nenhum desses veículos está em nome desses alvos dos mandados de busca. Eles buscam afastar o patrimônio dele para tirar a atenção da Polícia Civil”, disse Márcio Gutiérrez.