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  • Justiça condena microempresa a indenizar Santos FC por uso de símbolo em produtos sem autorização; entenda

    Justiça condena microempresa a indenizar Santos FC por uso de símbolo em produtos sem autorização; entenda

    Segundo petição do clube, o objetivo do processo é combater a pirataria de produtos.

    A Justiça condenou uma microempresa a indenizar o Santos Futebol Clube por produzir e comercializar camisetas com o símbolo do time sem autorização por contrato de licenciamento. Segundo apurado pelo g1, o objetivo do clube no processo é combater a pirataria de produtos.

    De acordo com a decisão, obtida pelo g1, o juiz Rogério Sartori Astolphi, da 6ª Vara Cível de Piracicaba, definiu que a microempresa ‘Ricart Camisetas’, representada por uma mulher, paralise a fabricação e comercialização dos produtos com símbolo, mascote e emblema do Santos FC. Os itens eram vendidos em sites da internet.

    A proprietária da empresa também foi condenada a indenizar o clube em R$ 2 mil por danos morais, em decisão no ano passado. Porém, o Santos entrou com recurso de apelação pedindo para o valor ser elevado a pelo menos R$ 10 mil, alegando que a venda de produtos na internet possui alcance nacional e mundial e a condenação serviria para desestimular a prática ilícita.

    O caso foi para julgamento na 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), quando o relator Jorge Tosta negou o pedido do clube sob a justificativa de que a microempresa tem baixa capacidade econômico-financeira, com capital social de R$ 5 mil.

    Ainda segundo o relator, não há informações sobre a quantidade de produtos comercializados. Sendo assim, o valor de R$ 2 mil é considerado “condizente e razoável” para o “necessário efeito pedagógico”, segundo a decisão publicada no último mês.

    Já em relação aos danos materiais e lucros cessantes, a quantia será apurada na fase de liquidação da sentença. “A simples reprodução e comercialização indevida de produtos relacionados à marca do autor configura ofensa à sua integridade material, reputação e prestígio junto ao mercado consumidor e aos concorrentes, de molde a caracterizar dano moral, independentemente de qualquer outra consideração”, esclareceu o relator, em documento.

  • Comunicador José Patrício Neto e a Empresária Gi Soares participaram do Supere Experience 2024 em São Paulo

    Comunicador José Patrício Neto e a Empresária Gi Soares participaram do Supere Experience 2024 em São Paulo

    Evento promete aumentar o faturamento em até cinco vezes nos próximos seis meses.

    Quer ser bom? Junte-se aos melhores! Teve potiguar em São Paulo vivendo as experiências e adquirindo conhecimento no renomado evento Supere Experience 2024, que reuniu algumas das mentes mais influentes do empreendedorismo brasileiro. O empresário e comunicador José Patrício, que vem se destacando no mercado local na assessoria de eventos e empresas com atuação nacional, e a empresária Gisele Soares, da Doceria Bocaditos, referência no segmento de doces, bolos e salgados, além da Pirokaria, a primeira Doceria erótica do estado do RN, participaram desse evento transformador.

    Nos dias 6 e 7 de agosto, o Wyndham Garden São Paulo sediou o Supere Experience 2024, um evento destinado a empresários e profissionais que buscam elevar seus negócios a um novo patamar. Com a participação de renomados especialistas como Marcos Rossi, Pablo Marçal, Paulo Vieira, Jean Valério, Camila Vieira, Eric Loureiro e outros, o evento abordou temas como expansão de metas, alta performance nos negócios, marketing estratégico, vendas eficazes, inteligência para negócios e inovação.

    A imersão ofereceu aos participantes a oportunidade de aplicar ferramentas práticas, expandir resultados de forma estratégica, otimizar processos de gestão, vendas e marketing, networking, entretenimento e painéis temáticos, proporcionando uma experiência completa de aprendizado e desenvolvimento.

    O comunicador potiguar José Patrício Neto, que participou do evento pela primeira vez, expressou seu entusiasmo: “Estou muito feliz em ter participado do Supere Experience. Este evento foi uma oportunidade incrível de aprender com os melhores especialistas e aplicar esses conhecimentos no meu trabalho. Aproveitei cada momento e cresci profissionalmente.”

    Gisele Soares, empresária e proprietária da Confeitaria Bocaditos e da Doceria Erótica Pirokaria, também destacou a importância do evento: “Estou animada por ter aprendido com os melhores do mercado e por poder aplicar essas estratégias nas minhas empresas. Este evento agregou muito para o meu crescimento profissional e pessoal.”

    A presença da dupla potiguar no evento reforça seu compromisso com a inovação e o aprendizado contínuo, prometendo futuras novidades.

    Com uma metodologia focada em entregar ferramentas e habilidades responsáveis pelos resultados de grandes especialistas, o Supere Experience 2024 se consolidou como a maior imersão de inteligência para negócios da América Latina, preparando os participantes para superar obstáculos e alcançar o sucesso.

    Acompanhe mais: @josepatriciosn | @oficialgisoares

    JOSÉ PATRÍCIO NETO
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  • Dia dos pais: Cresce procura por preenchimento de mandíbula entre homens

    Dia dos pais: Cresce procura por preenchimento de mandíbula entre homens

    A busca por cuidados estéticos entre os homens tem aumentado significativamente nos últimos anos, especialmente em procedimentos que visam realçar traços faciais masculinos. Uma das tendências mais notáveis é o preenchimento da mandíbula, que proporciona uma aparência mais definida e robusta. Dados recentes da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) indicam que os procedimentos estéticos em homens cresceram substancialmente. Em particular, procedimentos como lipossucção e preenchimentos dérmicos estão em alta, refletindo uma mudança nas normas sociais e na aceitação de cuidados estéticos masculinos.

    Os dentistas têm desempenhado um papel crucial nessa tendência, oferecendo tratamentos como preenchimento de mandíbula, que utiliza ácido hialurônico para aumentar a definição da linha mandibular. A Dra. Bruna Mesquita, especialista em harmonização facial, observa um aumento significativo na procura por esses procedimentos entre os homens em seu consultório. “Os homens estão cada vez mais conscientes da importância de uma aparência bem cuidada. O preenchimento da mandíbula, por exemplo, é um dos procedimentos mais procurados, proporcionando um rosto mais masculino e definido”, explica a Dra. Mesquita.

    O preenchimento da mandíbula ajuda a criar uma aparência mais forte e angular, característica frequentemente associada à masculinidade. Este procedimento é minimamente invasivo e oferece resultados imediatos, com uma duração que pode variar entre 12 a 18 meses, dependendo do metabolismo do paciente e do tipo de produto utilizado.

    O custo do preenchimento da mandíbula pode variar, mas, em média, uma seringa de 1ml de ácido hialurônico custa R$ 2.200. A quantidade de produto necessária depende das características individuais de cada paciente e dos resultados desejados.

    A crescente procura por procedimentos estéticos entre os homens reflete uma mudança cultural significativa. Procedimentos como o preenchimento de mandíbulas estão se tornando cada vez mais populares, ajudando homens a alcançar a aparência desejada com técnicas seguras e eficazes.

    Dra Bruna Mesquita- Especialista em harmonização facial.

    A dentista Bruna Mesquita é especialista em harmonização facial e atua na área há mais de 10 anos. A profissional já mudou o visual de diversas celebridades como Deolane Bezerra, Flávia Pavanelli, Nadja Pessoa, Vivian Amorim, Raissa Barbosa, MC Mirella, Bia Miranda e Tati Zaqui.

    Referência nacional em harmonização facial e preenchimento labial, seus tratamentos estéticos são sutis, humanizados e de alta qualidade.

    https://www.instagram.com/dra.brunamesquita/

    Thais Aline
    11 98081-9192
    [email protected]
  • Indígena é preso suspeito de matar a facada outro de etnia diferente em Araçatuba

    Indígena é preso suspeito de matar a facada outro de etnia diferente em Araçatuba

    Crime ocorreu no bairro Vila Industrial na noite de sábado (27). Valdelino Rocha, indígena da etnia Caiuá, foi encontrado morto pela PM.

    Um indígena, de 32 anos, da aldeia Guaimbê foi preso suspeito de matar outro, da aldeia Amambaí, de 27 anos, a facada em Araçatuba (SP). O crime ocorreu no bairro Vila Industrial na noite de sábado (27).

    Segundo o boletim de ocorrência, Valdelino Rocha, indígena da etnia Caiuá, foi encontrado morto pela Polícia Militar caído no chão. Ao lado do corpo, uma faca de cozinha foi localizada e apreendida.

    O suspeito do crime, da etnia Kaiowá, estava no local com ferimentos no rosto, boca e olhos. Ele confessou o assassinato e disse à polícia que a vítima o agrediu na manhã. Para se vingar, esperou o indígena pegar a marmita em um alojamento à noite e o atacou com a facada.

    O suspeito foi levado à delegacia de Araçatuba e, depois, encaminhado para a cadeia de Penápolis (SP). A ocorrência foi registrada como homicídio por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima.

     

  • Motorista de Porsche atropela e mata motociclista em SP após discussão de trânsito

    Motorista de Porsche atropela e mata motociclista em SP após discussão de trânsito

    Segundo testemunhas, condutor do veículo de luxo teria discutido com motociclista por conta de um retrovisor atingido antes do acidente. Pedro Kaique Figueiredo, de 21 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

    Um motorista de carro de luxo atropelou e matou um motociclista na madrugada desta segunda-feira (29) na Avenida Interlagos, na Zona Sul de São Paulo.

    Um vídeo feito por câmeras de segurança registrou o momento da batida. (Veja acima)

    Segundo testemunhas e familiares da vítima, o condutor do veículo de luxo teria discutido com o motociclista por conta de um retrovisor atingido antes do acidente.

    Após a briga, ele teria perseguido e atropelado o motociclista, identificado como Pedro Kaique Ventura Figueiredo, de 21 anos.

    A vítima foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Depois de atingir o motociclista, o condutor do Porsche amarelo chegou a colidir contra um poste.

    Não há informações sobre o estado de saúde do condutor do Porsche, que foi identificado como Igor Ferreira Sauceda. Ele deverá prestar depoimento nesta manhã.

    Por causa do acidente, a Avenida Interlagos ficou totalmente interditada durante as primeiras horas da manhã para a perícia.

     

  • Técnico de enfermagem é investigado por suspeita de estuprar paciente dentro de hospital particular em SP

    Técnico de enfermagem é investigado por suspeita de estuprar paciente dentro de hospital particular em SP

    O Hospital São Luiz Anália Franco, da Rede D’Or, afirmou que o funcionário foi afastado e que colabora com a investigação. Polícia Civil solicitou imagens de câmeras de segurança do local e exame sexológico à vítima.

    A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar um caso de suspeita de estupro cometido contra uma paciente de 26 anos por um técnico de enfermagem do Hospital São Luiz Anália Franco, da Rede D’Or, na noite desta sexta-feira (26).

    Em depoimento, a vítima contou que o crime aconteceu por volta das 23h, quando o suspeito entrou em seu quarto. Ela disse que estava medicada, mas consciente, e que tentou pedir socorro, mas foi impedida pelo homem.

    A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a autoridade policial expediu um ofício solicitando imagens de câmeras de segurança do local e exame sexológico à vítima.

    O suspeito tem 45 anos, e a ocorrência foi registrada como estupro no 30° Distrito Policial do Tatuapé, na Zona Leste da capital.

    Em nota, o hospital informou que recebeu a denúncia de violência sexual neste sábado (27) e que o funcionário foi afastado.

    “O hospital informa, ainda, que está colaborando integralmente com as investigações das autoridades e oferecendo todo o apoio à família e, sobretudo, à paciente envolvida na ocorrência”, completou.

     

  • Advogada é presa por racismo acusada de xingar funcionário negro de lanchonete de ‘macaco sujo’

    Advogada é presa por racismo acusada de xingar funcionário negro de lanchonete de ‘macaco sujo’

    Fabiani Marques Zouki também vai responder por injúria racial e pelo crime de dirigir veículo embriagada. Pablo Ferreira acusou a mulher de xingá-lo e depois quebrou o retrovisor do carro dela. Caso ocorreu na noite de quinta (25) no Burger King de Moema, Zona Sul.

    Uma advogada foi presa em flagrante pela Polícia Militar (PM) após ter sido acusada de racismo e agressão por um funcionário negro de uma lanchonete em Moema, Zona Sul de São Paulo. Além dele, mais quatro funcionários do estabelecimento disseram ter sido vítimas da mulher. Ela também vai responder por embriaguez ao volante.

    O caso ocorreu na noite desta quinta-feira (25) numa das unidades do Burger King de Moema. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram a mulher alterada (veja acima).

    Pablo Ramon da Silva Ferreira, de 25 anos, supervisor do Burger King, falou para os policiais que a advogada Fabiani Marques Zouki, de 46 anos, o ofendeu e xingou com palavras racistas, o chamando de “macaco sujo”. Segundo ele disse à TV Globo, a cliente estava “alterada” no drive thru da lanchonete exigindo que fosse atendida em cabines que estavam fechadas.

    “Aí já no carro, ela gesticulou novamente e me chamou de ‘macaco’ e ‘macaco sujo’. Aí eu me revoltei. eu não ia agredi-la, mas foi aí que eu desferi um soco no retrovisor do carro”, contou Pablo.

    Nos vídeos gravados por Pablo, outras testemunhas e pelas câmeras de segurança do Burger King, e que foram compartilhados nas redes sociais, Fernanda não diz que se tivesse chamado o funcionário de ‘preto’ e ‘macaco’ isso não seria motivo para ele danificar o veículo dela.

    “Falou que eu chamei de ‘preto’ de ‘macaco’… viajou na maionese. E daí se eu tivesse chamado? Isso não é justificativa pra quebrar meu carro. Não é”, diz Fabiani, no vídeo gravado por outras testemunhas.

    “Quem é o macaco agora? Quem é o preto agora? Você tem sorte que eu não quebrei a sua cara…”, diz Pablo no vídeo gravado por ele mesmo no qual mostra Fabiani. O supervisor contou ainda que a mulher o agrediu com um tapa no ouvindo, quebrando o fone do Burger King.

    Pablo contou à reportagem que já foi vítima de racismo em outras ocasiões cometido por outras pessoas.

    A Polícia Militar foi chamada por testemunhas para atender o caso. Chegando ao local, os policiais militares contaram que encontraram Fabiana “visivelmente alterada” e “embriagada”.

    “A mesma se recusou a fazer exame do etilômetro [bafômetro], e foi encaminhada ao IML [Instituto Médico Legal] para a realização de exame de constatação de embriaguez”, informa trecho da nota da Secretaria da Segurança Pública (SSP) sobre o caso.

    ‘Embriaguez e injúria racial’

    Fabiani foi levada presa para o 27º Distrito Policial (DP), Campo Belo, que registrou o caso como “embriaguez ao volante” e “injúria racial”. A Polícia Civil indiciou a mulher pelos crimes. O crime de injúria racial é inafiançável e não prescreve. Ele é equiparado ao crime de racismo.

    Além de Pablo, outros quatro funcionários do Burger King (um homem e três mulheres) também aparecem como vítimas de Fabiani. Duas atendentes contaram que foram agredidas pela mulher. Uma delas falou que levou um tapa na boca e outra um soco no rosto.

    Segundo o boletim de ocorrência do caso, a delegacia não conseguiu fazer o interrogatório de Fabiani porque ela estava “transtornada e agressiva”. Chegando até a tentar morder um policial.

    Segundo o Cadastro Nacional de Advogados (CNA) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o registro de Fabiani como advogada em São Paulo está “cancelado”. A reportagem procurou a OAB para comentar o assunto e a entidade alegou que foi a própria advogada quem pediu o cancelamento, mas não informou o motivo.

    “A Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo (OAB SP) apura rigorosamente, quando formalmente acionada , toda e qualquer denúncia referente à conduta de profissionais inscritos nesta Secional. Como Fabiani Marques Zouki está com a inscrição cancelada na OAB SP, a pedido da própria profissional, desde setembro de 2021, não cabe qualquer apuração por parte desta Secional”, informa a OAB por meio de nota.
    A mulher passará por audiência de custódia nesta sexta-feira (26) para a Justiça decidir se ela continua presa ou será solta. Procurada pela reportagem para comentar o assunto, a defesa de Fernanda informou que aguarda uma decisão judicial nesta tarde sobre a situação da sua cliente para dar mais detalhes sobre o que ela alegou.

    “Por ora aguarda-se a audiência de custódia para decisão sobre a liberdade provisória. Sobre o fato em si, cedo ainda pra falar porque muita coisa dependerá do que vier a ser investigado no inquérito policial já instaurado. A informação dos autos é de que houve acirramento de ânimos no interior de uma lanchonete, com ofensas mútuas. De qual, segundo se alega, teria sido propalada ofensa de cunho racista. Mas é tudo muito incipiente. Por ora, a defesa atua no sentido de obter liberdade provisória”, informou o advogado Carlos Lucera, que defende a mulher.

    A defesa informou ainda que desconhece o motivo que levou sua cliente a cancelar o registro profissional como advogada na OAB-SP.

    Em sua redes sociais, Fabiani exibe fotos pessoais e mensagens como “E se a felicidade bater, apanhe”. Ela também se mostra a favor do voto impresso nas eleições.

    e com o Burger King para comentarem o assunto.

     

  • Motorista é preso com ‘carro do golpe’; veículo equipado disparava falsos anúncios bancários para roubar dados de vítimas em SP

    Motorista é preso com ‘carro do golpe’; veículo equipado disparava falsos anúncios bancários para roubar dados de vítimas em SP

    Segundo a PM, Everton Oliveira confessou que recebia R$ 1 mil por semana dos criminosos para dirigir pelas ruas da capital paulista. Carro usava antena e computador para disparar mensagens para celulares de motoristas e passageiros, diz Polícia Civil.

    Um homem foi preso na Zona Sul de São Paulo com o “carro do golpe”, veículo equipado com computador e antena que enviavam mensagens SMS com falsos anúncios de bancos para celulares de motoristas e passageiros parados em congestionamentos em bairros nobres da capital paulista.

    Algumas dessas pessoas clicavam nos links, preenchiam dados pessoais e bancários e depois viam o dinheiro de suas contas sumirem.

    Os bandidos usavam as senhas repassadas pelas vítimas para acessarem investimentos financeiros. Eles eram transferidos para contas de ‘laranjas’.

    Segundo a polícia, Everton Nascimento de Oliveira, de 22 anos, confessou que recebia R$ 1 mil por semana dos criminosos somente para dirigir o veículo.

    Everton foi indiciado por associação criminosa, invasão de dispositivo informático, uso clandestino de sistema de telecomunicação e corrupção de menor de 18 anos. Como não tinha carteira de motorista, ele também vai responder por dirigir veículo sem habilitação.

    Mapa do crime
    O trajeto era quase sempre o mesmo, bairros nobres em diversas regiões da cidade, como Jardins (no Centro), Itaim Bibi (na Zona Sul), Pinheiros (Zona Oeste), Tatuapé (e Zona Leste).

    Os bandidos alugaram um Jeep Renegade branco para que Everton circulasse em vias congestionadas.

    O motorista deveria se aproximar a cerca de 5 metros de outros veículos parados. Dessa maneira, a antena no porta-malas conseguia rastrear celulares próximos.

    A partir daí, computador que ficava no banco de trás era acionado e disparava mensagens em massa para os telefones.

    Por SMS, as vítimas recebiam textos imitando bancos nacionais conhecidos, informando que os clientes precisavam acessar um link para resgatar um dinheiro.

    Quem clicava, caia em outra página onde o falso banco pedia que a pessoa respondesse a algumas perguntas e digitasse a senha para confirmar a informação.

    Nesse instante, o golpe era concretizado e minutos depois todo o dinheiro da vítima era retirado da sua conta. O 42º Distrito Policial (DP), Parque São Lucas, que investiga o caso, tenta localizar todas as vítimas para que elas prestem queixa na delegacia. A investigação trabalha com a possibilidade de que ao menos 100 pessoas tenham sido lesadas em um mês.

    “O motorista é uma mão de obra da quadrilha. Ele recebia R$ 1 mil por semana para dirigir o veículo. O notebook ficava instalado no banco traseiro. No porta-malas ficava bateria, antena e outra parte do equipamento”, falou o delegado Alexandre Bento, do 42º DP.

    A polícia também tenta identificar quem sãos os outros membros da quadrilha. “Sabemos que a namorada do preso, uma adolescente, ajudava a movimentar o dinheiro das vítimas. Estamos tentando localizá-la. Além de buscarmos pistas para saber quem são os outros membros do bando”.

    A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Everton para comentar o assunto.

     

  • Ex-funcionário rouba caminhão e atropela trabalhador de cerâmica em MG; suspeito foi preso em SP

    Ex-funcionário rouba caminhão e atropela trabalhador de cerâmica em MG; suspeito foi preso em SP

    Segundo a PM, suspeito foi perseguido de Cássia (MG) a Patrocínio Paulista (SP). Trabalhador de 53 anos foi socorrido em estado grave.

    Um trabalhador ficou gravemente ferido neste domingo (21) após ser atropelado por um caminhão roubado pelo ex-funcionário de uma empresa de cerâmica em Cássia (MG). Segundo a Polícia Militar, o suspeito foi perseguido por rodovias do Sul de Minas até o interior de São Paulo; ele foi preso em Patrocínio Paulista (SP).

    A empresa fica localizada às margens da MG-444, em Cássia. Conforme as informações da PM, o ex-funcionário desta empresa teria roubado dois caminhões, atropelado um dos funcionários e fugido dos policiais.

    Testemunhas disseram à polícia que no começo da tarde de domingo (21), Jhon Lenon de Jesus Oliveira, de 21 anos, teria chegado à empresa, entrado em um caminhão que estava parado no pátio, dado partida e começado a manobrá-lo no pátio.

    O funcionário da cerâmica, de 53 anos, subiu ao lado da porta do caminhão e tentou evitar que o jovem saísse com o caminhão do local, mas foi atropelado.

    O suspeito seguiu com o caminhão e atingiu uma pilastra. Ele abandonou o veículo, entrou em um segundo caminhão e fugiu em alta velocidade pela MG-444.

    Os policiais iniciaram uma perseguição que começou pelo Sul de Minas e seguiu até as rodovias do interior paulista. Conforme os militares, eles fizeram diversos disparos para tentar frear o caminhão, porém sem sucesso.

    Com apoio policial, o caminhão foi parado em Patrocínio Paulista e o autor preso. Ele foi levado ao pronto-socorro de Franca (SP) e depois para delegacia da Polícia Civil de Franca.

    O caminhão roubado passou por perícia da Polícia Civil e foi liberado para o dono que havia acompanhado toda a ocorrência.

    O suspeito é ex-funcionário da cerâmica. Segundo relato de testemunhas à Polícia Militar, ele foi demitido há cerca de um ano e meio por conta de sua agressividade com outros funcionários.

    Antônio Arlindo Ferreira, de 53 anos, foi transferido em estado grave do hospital de Cássia para Santa Casa de Passos. Até esta última publicação não havia atualização sobre o estado de saúde.

  • Empresário denuncia suposto golpe de empresa que intermedia liberação de recursos para projetos

    Empresário denuncia suposto golpe de empresa que intermedia liberação de recursos para projetos

    Ele registrou boletim de ocorrência em São Carlos (SP) após pagar honorários e não receber recursos contratados, nem o dinheiro de volta. Meekah já é investigada em outros processos.

    Uma empresa de Campinas (SP) que intermedia a liberação de recursos para projetos de educação e cultura foi alvo de uma denúncia de um suposto golpe, em São Carlos (SP). Um empresário alega que fez um contrato com a empresa, pagou pelos honorários e não recebeu os recursos contratados, nem o dinheiro de volta.

    A empresa já é investigada por suspeita de fraude em outros processos. (veja aqui). A defesa da Meekah foi procurada pela EPTV, afiliada da TV Globo, mas não deu uma posição oficial até a última atualização da reportagem.

    Sem dinheiro
    O empresário, que preferiu não ser identificado, buscava recursos para colocar em prática um projeto que trabalharia com a organização de festas e eventos em outubro de 2022.

    Ele assinou um contrato com a empresa Meekah e chegou a pagar R$ 5,5 mil como investimento inicial, para que a empresa intermediassse o investimento de R$ 1,1 milhão.

    No contrato, havia uma cláusula garantindo que a Meekah teria 90 dias úteis para conseguir levantar o dinheiro desde que apresentados todos os documentos exigidos, prazo que venceu ainda no primeiro semestre do ano passado.

    “Aí eles ficavam enroladno. Na verdade ia sair no final do ano, em dezembro, passaram uma nova data, depois no começo do ano passaram uma nova data. A desculpa era: a gente enviava um documento e faltava alguma coisa. A gente fazia o plano de negócio, pediam outra coisa. Cada vez era algo novo, problema com patrocionador, enfim”, afirmou.
    A vítima afirmou ainda que já vinha desconfiando de um possível golpe, mas ainda acreditava que receberia o dinheiro. Com o tempo passando e sem saber o que fazer, registrou um boletim de ocorrência.

    “Para que de alguma forma a justiça seja feita, seja pelos órgãos públicos, pela polícia, para que tenha uma visibilidade e seja instaurado algum inquérito para colocar essas pessoas devidamente na cadeia, se for comprovado que eles são estelionatários”, afirmou.
    O caso foi registrado como não criminal e deve ser encaminhado para o 2º Distrito Policial de São Carlos.

    A polícia informou que nesse caso, por ser um acordo comercial, geralmente é resolvido na esfera cível, mas se a vítima apresentar provas de que houve fraude ou estelionato, pode virar uma investigação criminal.

    Outras denúncias
    Em abril, o EPTV2 mostrou a denúncia de várias empresas que teriam contratado a Meekah e estavam sendo lesadas. As empresas que pagaram pela assessoria para conseguir acesso a recursos por meio de leis de incentivo e fomento à cultura, saúde, educação e empreendedorismo.

    Mais de 30 casos eram investigados na época pela Delegacia de Investigações Gerais de Campinas, no setor que atua no combate à corrupção, crime organizado e lavagem de dinheiro. A empresa até abril tinha mais de 6 mil contratos, a grande maioria aguardando o pagamento.

    São pessoas e empresas de várias regiões do Brasil que contrataram o serviço esperando receber valores que em alguns casos seriam milionários.

    A sede da Meekah, segundo consta no site da empresa, fica na região do Taquaral em Campinas. Na página na internet, Mário Cardoso e a mulher dele Neli Álvaro, donos da empresa, se apresentam como especialistas em captação de recursos e elaboração de projetos.

    Além da Meekah, dos donos Neli e Mário, outros oito funcionários também eram investigados pela polícia. Em reportagem exibida no EPTV2 no dia 23 de abril, uma ex-funcionária, que preferiu não ser identificada, contou que a empresa lucrava muito com o esquema.

    “R$ 6 milhões, R$ 4 milhões, R$ 10 milhões. Os valores eram altos, o valor da venda mensal. Eram as entradas [que as pessoas davam] de R$ 2,5 mil de 5,5 mil”, afirmou na época.

    A EPTV tentou entrar em contato pelos telefones que aparecem no site oficial da empresa, mas ele estava indisponível.