Categoria: Justiça

  • Justiça considera abusiva dispensa de trabalhador com HIV

    Justiça considera abusiva dispensa de trabalhador com HIV

    A concessionária de energia CPFL terá de indenizar familiares de trabalhador que faleceu de HIV. O juiz do Trabalho Carlos Eduardo Vianna Mendes, da vara do Trabalho de Botucatu/SP, considerou que a dispensa do empregado foi abusiva. Apesar de o falecido não ter ciência de sua doença, foi comprovado que apresentava sinais de estar enfermo.

    Na petição inicial, o casal contou que o filho trabalhou como eletricista para a empresa entre 2018 e 2020, e que nos últimos dias de vida estava investigando a causa de sua doença. No período, o empregado comunicou ao supervisor que provavelmente teria que se afastar alguns dias para a realização de exames e tratamento, mas uns dias depois de comunicar o fato veio a ser dispensado. Para a família, a dispensa foi discriminatória pois o filho tinha HIV. O rapaz faleceu cerca de 20 dias após o seu desligamento.

    A CPFL, por sua vez, alegou que desconhecia a doença do seu funcionário; que nem mesmo o empregado tinha o diagnóstico da doença e nem mesmo suspeita de uma doença grave; que o motivo da dispensa foi disciplinar, cujo processo de dispensa foi deflagrado em data anterior aos primeiros sinais da doença.

    Ao analisar o caso, o juiz considerou que o único documento que atesta que o falecido possuía o vírus HIV é a certidão de óbito, vírus que o próprio sequer tinha consciência durante a relação de emprego. No entanto, considerou que houve o exercício abusivo do direito de dispensa.

    “O ainda jovem trabalhador dispensado vinha apresentando visíveis sinais de estar doente. Ainda que não houvesse um diagnóstico definitivo e o próprio trabalhador fosse ele próprio reservado quanto a sua vida privada, é certo que houve um incomum e rápido emagrecimento. O procedimento de dispensa foi deflagrado no dia seguinte à apresentação de um atestado médico. Em que pese a doença inicialmente diagnosticada não tenha causado a incapacidade do trabalhador, possível presumir a necessidade de outros exames e, consequentemente, outros afastamentos, principalmente diante do quadro de flagelo pelo qual se encontrava o empregado, como se pode constatar nas fortes imagens anexadas ao processo, tiradas apenas 20 dias após a dispensa.”

    O magistrado salientou, ainda, que não há nenhuma referência à conduta do trabalhador.

    “Não há, assim, de acordo com as provas produzidas, a correspondência entre os motivos expostos e a existência concreta dos fatos que ensejaram a dispensa. Mesmo que não houvesse prova segura para uma dispensa por justa causa, deveriam existir elementos investigativos ou mesmo alguma denúncia por parte dos canais competentes.”

    Por esses motivos, declarou a nulidade da dispensa, considerando o contrato rompido somente na data do falecimento do trabalhador. A CPFL terá de pagar aos pais do ex-empregado uma indenização no valor equivalente a 10 vezes o seu último salário contratual. Além disso, os familiares receberão valores referentes ao seguro de vida.

    O escritório Delboni & Aun Advogados atuou na causa representando a família do eletricista.

    O caso tramita sob segredo de justiça.

  • Milton Ribeiro e pastores passam por audiência de custódia nesta 5ª

    Milton Ribeiro e pastores passam por audiência de custódia nesta 5ª

    Os presos durante a Operação Acesso Pago, da Polícia Federal, passarão por audiência de custódia nesta quinta-feira (23/6). O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, de São Paulo, e o pastor Arilton Moura, do Pará, vão falar virtualmente. Já o pastor Gilmar Santos participará presencialmente, na 15ª Vara da Justiça Federal, em Brasília.

    Mais duas pessoas foram detidas durante a ação: o ex-assessor do MEC e advogado Luciano de Freitas Musse e o ex-assessor da Prefeitura de Goiânia Hélder Diego Bartolomeu.

    Eles foram presos preventivamente pela Polícia Federal nessa quarta-feira (22/6). De acordo com informações da Justiça Federal, as audiências estão previstas para as 14h desta quinta.

    O juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal de Brasília, havia negado o pedido da defesa do ex-ministro para que ele permanecesse preso em Santos e participasse da audiência de forma on-line. A PF, porém, teria argumentado não conseguir prover a logística necessária ao deslocamento para Brasília até as 14h, por isso Milton Ribeiro participará da audiência por videoconferência.

    No mandado de prisão, ao qual a coluna Igor Gadelha teve acesso, Borelli cita os crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência para justificar a prisão do ex-ministro.

    Os crimes estão relacionados a um suposto esquema de corrupção envolvendo pastores evangélicos e distribuição de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao MEC, durante a gestão do ex-ministro do governo Bolsonaro à frente da pasta.

  • Polícia Federal prende ex-ministro da Educação Milton Ribeiro

    Polícia Federal prende ex-ministro da Educação Milton Ribeiro

    A Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, na manhã desta quarta-feira (22/6), em operação que investiga esquema de corrupção envolvendo pastores evangélicos durante a gestão dele à frente do MEC.

    egundo apurou a coluna com fontes da PF e do Palácio do Planalto, Ribeiro foi preso no início da manhã em sua casa na cidade de Santos, no litoral paulista. A expectativa é que ele seja transferido para Brasília ainda nesta quarta.

    A prisão foi determinada pelo juiz federal Renato Borelli. No mandado de prisão, ao qual a coluna teve acesso, o magistrado elenca ao menos quatro crimes que teriam sido cometidos por Ribeiro: corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.

    Veja o documento:

    A PF também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos. Eles são ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontados como lobistas que atuavam no MEC, quando a pasta era comandada por Ribeiro.

    Os pastores negociavam com prefeitos a liberação de recursos federais – mesmo sem ter cargo no governo.

  • Itaú deverá indenizar idosa por falso contrato de empréstimo

    Itaú deverá indenizar idosa por falso contrato de empréstimo


    A entrada de um crédito desconhecido na conta bancária de uma idosa levantou um sinal de alerta. Ela buscou ajuda no JEC/RS, já que não tinha realizado qualquer empréstimo, e a 2ª turma recursal Cível do TJ/RS reconheceu que o caso era de fraude com assinatura falsa. 

    A turma manteve sentença, que julgou procedente o pedido de declaração da inexistência do contrato de empréstimo consignado em nome da idosa, e condenou o banco a pagar R$ 3 mil a título de danos morais.

    Embora o contrato estivesse assinado por pessoa com o mesmo nome da idosa, dados como a data de expedição da carteira de identidade e o endereço dela estavam incorretos.

    Na decisão, a relatora do recurso, juíza de Direito Elaine Maria Canto da Fonseca, afirmou que “da simples análise dos autos, resta evidenciada a falsificação das assinaturas e, consequentemente, do contrato/empréstimo. Logo, tem-se configurada a ocorrência de fraude, devendo a parte ré arcar com as consequências da falta de cautela exigível quando da contratação”.

    Os descontos do empréstimo fraudulento só não ocorreram no benefício previdenciário da autora em razão da rapidez com que ela buscou o Judiciário para realizar a imediata devolução do crédito. A magistrada observou que se tornou corriqueira a prática ofensiva de instituições financeiras sobre os benefícios dos idosos junto ao INSS, procurando-os insistentemente, muitas vezes sem os devidos esclarecimentos acerca da contratação oferecida.

    “Há uma verdadeira enxurrada de ações judiciais desse tipo nos Juizados Especiais Cíveis do Estado, dando conta da voracidade de alguns bancos nos benefícios previdenciários de idosos, pessoas vulneráveis e que recebem módicos rendimentos mensais”, destacou a relatora.

  • PF investiga 5 pessoas envolvidas na morte de Dom e Bruno no Amazonas

    PF investiga 5 pessoas envolvidas na morte de Dom e Bruno no Amazonas

    Ao menos cinco pessoas são investigadas por envolvimento nas mortes do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo Pereira. Dois já estão presos: Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado, e o irmão dele Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos. Um terceiro teria auxiliado na execução, outro na ocultação dos corpos, e o quinto seria o mandante. Os nomes dos três, entretanto, não foram revelados.

    Os corpos de Dom e Bruno desembarcarão em Brasília por volta das 19h30 desta quinta-feira (16/6). Os remanescentes humanos foram enviados para Tabatinga (AM) e serão periciados no Instituto de Criminalística da Polícia Federal.

    Peritos criminais da Polícia Federal devem iniciar os exames nos restos mortais localizados no Vale do Javari, no Amazonas, nesta sexta-feira (17/6). A previsão é que o laudo fique pronto na próxima semana.

    Conforme a coluna revelou, os restos humanos foram encontrados no local em que estavam sendo feitas as escavações. Dom e Bruno desapareceram em 5 de junho.

    A polícia procura os outros suspeitos do crime. O superintendente da Polícia Federal (PF) no Amazonas, Alexandre Fontes, confirmou, na noite dessa quarta-feira (15/6), em uma entrevista à imprensa, que Pelado confessou ter assassinado o jornalista e o indigenista.

    “Coração partido”

    Em comunicado divulgado em nome da irmã do jornalista inglês Dom Phillips, Sian, seu irmão Gareth, e seus parceiros e filhos, a família Philips expressou pesar pelo assassinato do profissional e do ativista indígena Bruno Pereira.

    “Estamos com o coração partido pela confirmação de que Dom e Bruno foram assassinados e estendemos nossas mais profundas condolências a Alessandra, Beatriz e aos demais familiares brasileiros de ambos os homens. Somos gratos a todos que participaram da busca, especialmente aos grupos indígenas que trabalharam incansavelmente para encontrar evidências do ataque”, diz um trecho da nota.

  • Justiça impede Maiara e Maraísa de usar a marca “As Patroas”

    Justiça impede Maiara e Maraísa de usar a marca “As Patroas”

    Em decisão liminar proferida no último dia 8 de junho, o juiz de Direito substituto Argemiro de Azevedo Dutra, da 2ª vara Empresarial de Salvador/BA, proibiu que a dupla Maiara e Maraísa e o escritório WorkShow, que cuida da carreira das sertanejas – e também era responsável pelo empresariamento de Marília Mendonça – utilizem a marca “As Patroas”, no singular ou no plural, sob pena de multa de R$ 100 mil. A proibição vale para publicidades e eventos, por meio físico ou virtual.

    A decisão foi acessada pelo colunista do UOL Lucas Pasin.

    O imbróglio começou após a cantora baiana Daisy Soares denunciar à Justiça o uso indevido da marca “As Patroas”, que seria de sua propriedade registrada no INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Ela diz que desde 2013 se apresenta com esse “lema” e que foi ganhando espaço com o nome no mundo musical.

    O argumento foi acolhido pelo juiz, que verificou representes os requisitos para a concessão da liminar.

    No entendimento do magistrado, Daisy conseguiu provar, por meio de documentos, que é proprietária da marca “As Patroas”.

    Ainda cabe recurso da decisão.

  • Homem é preso após agredir pastor com facão dentro da igreja

    Homem é preso após agredir pastor com facão dentro da igreja

    Um homem foi preso, na manhã desta quinta-feira (09), após entrar em uma igreja e agredir o pastor com um facão. O caso aconteceu no Centro da cidade de Boa Vista, em Roraima. Uma viatura passava pelo local e prendeu o suspeito antes que ele fugisse.

    De acordo com o relato do religioso à Folha, o agressor invadiu a igreja onde estavam a vítima e a sua esposa. O suspeito pediu para que colocassem o nome dele no caderno de orações e em seguida sacou o facão e pediu o celular do pastor.

    “Quando tirei o celular do bolso para entregar a ele, ele me atingiu com o facão. A arma branca estava pontiaguda, mas não estava amolada. Ao todo foram cinco golpes”, contou.

    Segundo a vítima, o local passou a ficar mais perigoso por conta de uma residência abandonada próxima ao templo, que passou a ser ocupada por moradores de rua e usuários de drogas.

    “A noite o local tem ficado praticamente sem segurança nenhuma, é uma situação muito delicada”, afirmou o pastor, que optou por não se identificar.

  • Justiça proíbe participação da PRF em operações fora das rodovias

    Justiça proíbe participação da PRF em operações fora das rodovias

    A Justiça Federal do Rio de Janeiro proibiu a participação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operações fora das rodovias. A decisão desta quarta-feira (8/6) é liminar, ou seja, é temporária até o julgamento do caso.

    Essa decisão da Justiça Federal atende um pedido do Ministério Público Federal (MPF), que foi feito após a participação de equipes da PRF em operações policiais com dezenas de mortes em comunidades no Rio de Janeiro.

    Na prática, a decisão da Justiça Federal suspende um artigo de uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública de 18 de janeiro de 2021, que prevê que a PRF poderá “designar efetivo para integrar equipes na operação conjunta”.

    Operações letais

    A última operação com participação da PRF, em maio deste ano, terminou com 23 pessoas mortas na Vila Cruzeiro, comunidade na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.

    Também foram registradas outras duas operações com mortes, que tiveram participação da PRF: Uma com seis mortos no Chapadão em abril e uma com oito mortes também na Vila Cruzeiro em fevereiro.

  • Fraude milionária na Justiça: Juiz e advogados são presos em operação

    Fraude milionária na Justiça: Juiz e advogados são presos em operação

    O MP/BA, por meio do Gaeco, deflagrou na manhã desta terça-feira, 7, a terceira etapa da operação Inventário, batizada de “Turandot”, para cumprimento de oito mandados de prisão preventiva decretados pela 1ª vara Criminal de Paulo Afonso.

    A “Turandot” investiga fraudes milionárias em processos judiciais em trâmite na comarca, supostamente praticados por organização criminosa formada por juiz aposentado, advogados, serventuários e particulares. Oito pessoas foram presas em Salvador, Paulo Afonso e Aracaju.

    Segundo as denúncias oferecidas pelo Gaeco e já recebidas pela Justiça, um dos principais responsáveis na Orcrim por forjar alvarás de inventário fraudulentos, movimentou mais de R$ 50 milhões em renda descoberta, ou seja, em recursos não declarados.

    Parte do montante, apontam as investigações, foi repassada por meio do uso de “laranjas” e, inclusive, destinada para compra de imóveis de luxo na Flórida, nos Estados Unidos, avaliados em mais de R$ 5 milhões. Durante as investigações, foram identificados diversos saques em espécie em valor acima de R$ 100 mil.

    Operação Inventário

    Em suas duas fases, a primeira em setembro de 2020 e a segunda em setembro de 2021, a operação Inventário investigou fraudes em processos judiciais em trâmite no Poder Judiciário baiano, supostamente praticadas por organização criminosa formada por advogados, serventuários e particulares responsáveis por falsificação de documentos.

    A operação apreendeu mais de 120 cartões em nome de terceiros e empresas, computadores, celulares e HDs e apurou indícios da prática de crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, fraude processual e uso de documento falso.

    A terceira fase da operação Inventário contou com trabalho do Ministério Público da Bahia, por meio do Gaeco; da Polícia Civil, por meio da 18ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior; e da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Operações Especiais e do Grupamento Aéreo.

    Também contou com o apoio da Força-Tarefa de combate a crimes praticados por policiais civis e militares, das Corregedorias da Secretaria de Segurança Pública da Bahia e da Polícia Militar, do Gaeco do Ministério Público de Sergipe e da OAB.

  • Irmã de jovem baleado em show de Henrique e Juliano critica segurança

    Irmã de jovem baleado em show de Henrique e Juliano critica segurança

    Irmã do jovem de 27 anos baleado na mão e na barriga durante o show da dupla Henrique e Juliano, no final de semana, em Goiânia, Lidiany Ribeiro Amorim reclamou de falha na segurança no evento.

    Francis Junio Ribeiro Amorim está internado, consciente, em estado grave, na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr.Valdemiro Cruz (Hugo).

    O policial militar Pedro Henrique Cândido Negreiro foi preso em flagrante por tentativa de homicídio. Lidiany, por sua vez, apontou falhas no processo de revista na entrada do show, já que, segundo ela, não havia detector de metais na entrada. O show foi realizado no estacionamento do Estádio Serra Dourada, no domingo (5/6).

    Francis Junio, que trabalha como gerente em uma empresa de engenharia, foi atingido na mão esquerda e no tórax depois de se envolver em uma troca de empurrões, conforme ele relatou à polícia no hospital.

    “Era para ser um dia diversão e acontece uma coisa dessas onde você acha que está seguro”, disse Lidiany ao g1.

    Segundo o hospital, Francis passou por uma cirurgia no tórax e na mão esquerda. Ele também precisou retirar o baço e parte do pâncreas, de acordo com familiares. Além disso, está com um dreno no pulmão.

    A irmã relatou que estava com o jovem, familiares e amigos em um grupo de oito pessoas no local. Segundo ela, Francis decidiu ir embora com outras duas jovens perto de o show acabar.

    Confusão

    A confusão, de acordo com Lidiany, ocorreu no momento em que ele seguiu em direção à saída, a menos de 100 metros do local onde estava o restante dos familiares.

    “Meu irmão esbarrou em uma pessoa porque estava muito cheio. Esse homem empurrou meu irmão de volta, que revidou. Uma das meninas que estava com ele disse que se virou e foi a hora que viu o homem atirando no Francis”, contou ela ao G1.

    Por causa da situação, a família de Francis agora cobra uma resposta do evento sobre a falta de segurança, já que permitiu uma pessoa armada estar no meio do público.

    Termo de responsabilidade

    A assessoria do evento lamentou o incidente e informou que está dando apoio ao jovem baleado. A organização destacou que o policial assinou termo de responsabilidade para entrar com a arma no local.

    Ainda de acordo com a assessoria, o evento tinha uma equipe composta por 700 seguranças internos e externos e foi realizado o monitoramento e mapeamento durante toda a programação. “Infelizmente, não podemos prever que coisas desta natureza aconteçam, mas tentamos evitar ao máximo, cumprindo todas as regras de segurança que nos são determinadas”, diz a nota.

    O caso é investigado pelo 8º Distrito Policial, que já começou a ouvir testemunhas.