Categoria: Justiça

  • Homem é indiciado por tentativa de homicídio e preso por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo na Vila Líder, em Presidente Prudente

    Homem é indiciado por tentativa de homicídio e preso por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo na Vila Líder, em Presidente Prudente

    Suspeito teria atirado diversas vezes contra veículo de vítima, que não se feriu, no último dia 20 de março, no Jardim Marisa.

    Um homem, de 37 anos, foi indiciado por tentativa de homicídio e preso em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo e munições, na manhã desta segunda-feira (22), na Vila Líder, em Presidente Prudente (SP).

    Conforme a Polícia Civil, foram cumpridos quatro mandados de buscas domiciliares em “residências vinculadas” à uma tentativa de homicídio.

    O crime
    O crime ocorreu no último dia 20 de março, quando a vítima, de 42 anos, passava de carro pela Rua André Janiel, no Jardim Marisa, e sofreu “diversos disparos em direção ao seu veículo, o atingindo somente a parte traseira”.

    Na ocasião, a vítima, alvo do suspeito, não sofreu ferimentos.

    Buscas e prisão
    Durante os quatro mandados de buscas domiciliares, foram localizados e apreendidos um revólver, de calibre 38, com “numeração suprimida”, cinco cartuchos íntegros, uma meia com “14 cartuchos, sendo dois picotados”, todos sem documentação, R$ 480 em espécie, dois aparelhos celulares, um pacote de crack e cocaína de aproximadamente seis grama e um tablete de 47,6 gramas de maconha.

    O homem, então, foi localizado na Vila Líder, interrogado e “negou a autoria delitiva”.

    Ainda conforme a polícia, o suspeito foi “formalmente indiciado pelo crime de tentativa de homicídio e preso em flagrante delito por crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo e munições”.

     

  • Fisioterapeuta suspeito de estuprar paciente em UTI em SP é preso pela PRF em João Monlevade

    Fisioterapeuta suspeito de estuprar paciente em UTI em SP é preso pela PRF em João Monlevade

    Nicanor dos Santos Modesto Junior era alvo de um mandado de prisão expedido pela Justiça de São Paulo e foi localizado durante uma fiscalização de rotina na BR-381, na Região Central de MG.

    O fisioterapeuta Nicanor dos Santos Modesto Junior, de 46 anos, suspeito de estuprar uma mulher dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de São Paulo, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em João Monlevade, na Região Central de Minas Gerais, neste sábado (20).

    Segundo a PRF, a prisão ocorreu durante uma fiscalização de rotina no km 354 da BR-381. Ao abordarem a caminhonete em que o fisioterapeuta estava, com placa de Camaçari (BA), os policiais verificaram que havia um mandado de prisão por estupro expedido pela Justiça de São Paulo contra ele.

    O homem foi encaminhado para a delegacia de João Monlevade.

    A prisão de Nicanor dos Santos Modesto Junior foi decretada pela Justiça de São Paulo em março deste ano. Ele estava foragido.

    O fisioterapeuta é suspeito de ter estuprado uma paciente de 29 anos em janeiro, quando a vítima se recuperava de uma cirurgia na coluna, segundo a denúncia do Ministério Público (MP). De acordo com a promotoria, o homem tirou o avental da paciente, deixou-a nua e inseriu os dedos na vagina dela.

    A Justiça aceitou a denúncia, e Nicanor se tornou réu por estupro de vulnerável. Ele também já foi acusado de outros três crimes sexuais.

    O fisioterapeuta é suspeito de ter abusado de uma mulher grávida, em uma maternidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, em 2021. Segundo o MP, a vítima tinha 19 anos à época e estava em um leito isolado com suspeita de Covid. Nicanor é réu nesse processo por violação sexual mediante fraude.

    Em 2014, o homem foi acusado de tentar matar uma mulher que o havia denunciado à polícia argentina por ter abusado sexualmente da filha dela, de 10 anos, em Buenos Aires.

    Já em 2007, Nicanor foi acusado por uma mulher de beijar na boca a filha dela, de 7 anos, em Salvador, na Bahia. Ele se tornou réu neste caso, mas a Justiça arquivou o processo no mesmo ano.

    O que diz a PRF
    Leia a íntegra da nota:

    “Sobre o fato registrado na manhã de ontem (20/5) em João Monlevade, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que foi cumprido o mandado de prisão em desfavor de um homem, de 46 anos. Após os procedimentos de polícia judiciária, ele foi encaminhado ao presídio e encontra-se à disposição da justiça.”

     

  • 53 dias em cativeiro, quarto de 3m² e pedido de resgate de R$ 10 milhões: como foi o sequestro do publicitário Washington Olivetto

    53 dias em cativeiro, quarto de 3m² e pedido de resgate de R$ 10 milhões: como foi o sequestro do publicitário Washington Olivetto

    Publicitário brasileiro passou 53 dias em cativeiro entre 2001 e 2002. Mentor do sequestro processa o Brasil por mantê-lo preso 5 anos em prisão solitária.

    O mentor do sequestro do publicitário Washington Olivetto em 2001, Maurício Hernandez Norambuena, está processando o Brasil por mantê-lo preso 5 anos no Regime Disciplinar Diferenciado – ou seja, a prisão solitária. A reivindicação do chileno atualmente avança para a Corte Interamericana de Direitos Humanos.

    O caso teve início em 2001. De acordo com o jornal “O Globo”, o sequestro foi planejado pelo grupo de Norambuena, formado por chilenos e argentinos, ao longo de dez meses.

    Entre eles, membros dos grupos da esquerda chilena Frente Patriótica Manoel Rodrigues (FPMR) e Movimento Esquerda Revolucionária (MIR, na sigla em espanhol). Os réus sempre negaram a participação do grupo guerrilheiro colombiano Exército de Libertação Nacional (ELN).

    O plano foi posto em ação em 11 de dezembro de 2001. Naquela noite, o carro que levava Olivetto para casa, no bairro de Higienópolis, em São Paulo, passou por uma falsa blitz da Polícia Federal.

    Disfarçados com coletes de agentes policiais, homens pararam o veículo, agrediram o motorista, tiraram o publicitário do automóvel e o levaram para outro carro.

    O publicitário brasileiro ficou 53 dias em cativeiro. Os sequestradores queriam um resgate de R$ 10 milhões, que nunca foi pago.

    Olivetto foi mantido em um quarto de um metro de largura por três metros de comprimento, sem janelas ou entrada de luz, onde tinha de fazer as necessidades em uma lata de lixo. Depois de ser libertado, ele disse que foi agredido inúmeras vezes pelos sequestradores.

    Relembre o caso
    O caso foi solucionado em fevereiro de 2002, quando o dono de uma chácara em Serra Negra, no interior de São Paulo, desconfiou dos inquilinos e chamou a polícia. Os agentes foram até lá e prenderam seis pessoas, Norambuena entre elas. O refém, no entanto, não estava lá.

    Norambuena então fez um acordo com a polícia. Uma nota no site do governo de São Paulo descreve a ação: segundo os interrogatórios, o chileno facilitou a liberação de Washington Olivetto.

    O sequestrador contactou os encarregados do cativeiro de um telefone público e avisou ao grupo que estava preso. Os comparsas dele, então, abandonaram o local.

    Sozinho na casa no bairro do Brooklin, na Zona Sul de São Paulo, Olivetto começou a gritar por socorro. Duas vizinhas ligaram para a polícia, que chegou ao local e libertou o refém.

    A história de Norambuena
    Antes de participar do sequestro em São Paulo, Norambuena já era figura conhecida no Chile.

    Originalmente, ele era um professor de educação física, mas depois se tornou o chefe de um grupo de guerrilheiros contrários à ditadura de Augusto Pinochet.

    No entanto, mesmo depois do fim da ditadura no Chile, em 1990, Norambuena (que também atendia por Comandante Ramiro) e seus comandados seguiram cometendo crimes.

    Ele foi condenado no Chile pelo assassinato de um senador e pelo sequestro de um empresário da família dona de um dos maiores jornais do país, o “El Mercúrio”. O dono do jornal ficou cinco meses no cativeiro. Esses dois crimes aconteceram em 1991.

    Norambuena foi preso no Chile, mas em 1996, conseguiu escapar de um presídio de segurança máxima na cidade de Santiago – no país, essa é a “Fuga do Século”: teria sido planejada com maquetes e foi usado um helicóptero para a ação.

    Depois disso, só se soube do paradeiro dele no Brasil, onde ele participou do sequestro de Washington Olivetto.

  • Caso Tati Zaqui e Thomaz Costa: o que se sabe até agora sobre denúncia de violência doméstica feita por cantora contra ator

    Caso Tati Zaqui e Thomaz Costa: o que se sabe até agora sobre denúncia de violência doméstica feita por cantora contra ator

    Boletim de ocorrência foi registrado como violência doméstica, dano, ameaça, violência psicológica contra mulher e lesão corporal. Cantora afirma que sofreu ameaça com faca e mordidas nas pernas. Ator diz ter sido vítima de relacionamento abusivo, e que ela mesma provocou as marcas apresentadas à polícia.

    A cantora Tati Zaqui, de 29 anos, registrou uma ocorrência na polícia por violência doméstica e psicológica, lesão corporal, ameaça e dano, na tarde de quinta-feira (18) contra o então namorado, o ator Thomaz Costa, de 22, em São Caetano do Sul, no ABC Paulista.

    Veja, a seguir, perguntas sobre o caso:

    Como Tati e Thomaz se conheceram?
    Quando Thomaz teria começado a se tornar agressivo?
    De que forma Tati afirmou ter sido agredida pelo namorado?
    A cantora entrou na Justiça contra o ator?
    Tati se pronunciou sobre o caso?
    Qual a versão de Thomaz para o caso?

    Como Tati e Thomaz se conheceram?
    De acordo com o boletim de ocorrência, Tati disse que conheceu o influenciador e ator, que interpretou Daniel Zapata na novela “Carrossel”, em um reality show em 2022, quando começaram o relacionamento.

    Quando Thomaz teria começado a se tornar agressivo?
    A partir de novembro do ano passado, segundo o documento, o rapaz teria começado a ter comportamento possessivo e ciumento.

    De que forma Tati afirmou ter sido agredida pelo então namorado?
    Foram situações com crises e agressões físicas e psicológicas. No último registro ela teria sido ameaçada com uma faca e sofrido mordidas nas pernas.

    A cantora denunciou o ator oficialmente?

    À polícia, ela apresentou fotos com marcas em partes do corpo. Ela fez uma representação criminal e pediu medidas protetivas de urgência, como afastamento do lar ou local de convivência e proibição de aproximação de parentes.

    Segundo nota da defesa, a Justiça concedeu a medida protetiva à cantora (leia íntegra abaixo). A assessoria do Tribunal de Justiça informou que esse tipo de “processo corre sob segredo de Justiça e, por isso, não é possível fornecer informações”.

    Tati se pronunciou sobre o caso?
    Em nota, a assessoria jurídica da cantora informou que “lamenta o ocorrido e confirma que a artista acionou sua equipe jurídica para denunciar as agressões físicas e psicológicas que teria sofrido pelo seu ex-namorado Thomaz Costa. Diante das diversas provas apresentadas pela cantora, os fatos foram levados à Delegacia de Polícia, na qual as autoridades policiais de prontidão ouviram o depoimento da vítima e das testemunhas. A vítima foi submetida ao exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal de Santo André/SP, para apurar os hematomas apresentados pela cantora. O caso foi enviado para o Poder Judiciário que, ao analisar as provas concederam uma medida protetiva em favor da cantora, proibindo o Sr. Thomaz de aproximar-se da Sra.Tatiane”.

    Qual a versão de Thomaz para o caso?
    Thomaz se defendeu em um vídeo publicado em suas redes sociais e disse que foi vítima de relacionamento abusivo e que as marcas na vítima foram causadas por ela mesma.

    “Primeira e última vez que vou falar sobre isso, tomei conhecimento pela internet do que está acontecendo, e o que eu tenho para provar, vou provar na Justiça também, tenho foto, tenho vídeos também, mas não quero expor isso, não é minha intenção. Eu fui vítima de um relacionamento abusivo, e vou provar pra vocês, que homens sofrem com relacionamento abusivo também. Essas marcas que ela mostrou para vocês são marcas provocadas por ela mesmo, tentando me agredir, vindo pra cima de mim, me chutando, e machucava a perna”, disse em vídeo postado no Instagram.

    “Eu estava me defendendo, eu tenho como provar tudo, detalhe por detalhe, vou provar com gosto na Justiça, mas não quero me atrapalhar na minha viagem, na minha paz”, completou.

    O ator está viajando de moto por países da América do Sul.

  • Plataformas respondem sobre ofensiva contra PL das Fake News e MPF analisa próximo passo da investigação

    Plataformas respondem sobre ofensiva contra PL das Fake News e MPF analisa próximo passo da investigação

    Google, Meta e Telegram enviaram respostas sobre ataques ao PL das Fake News ao Ministério Público Federal de São Paulo dentro do prazo de dez dias úteis. Ao todo, sete plataformas são alvo de inquérito.

    As empresas de tecnologia Meta, Google e Telegram responderam os ofícios expedidos pelo Ministério Público Federal (MPF) do Estado de São Paulo, que apura a ofensiva das três plataformas digitais contra o Projeto de Lei 2630/2020, o chamado PL das Fake News.

    As respostas foram enviadas entre os dias 13 e 19 deste mês, dentro do prazo estipulado de dez dias úteis – contados a partir do recebimento dos questionamentos feitos pelo procurador da República Yuri Corrêa da Luz. Ele é responsável pelo inquérito civil, instaurado em 2021 e ainda em andamento, que tem como objeto o enfrentamento das fake news e da violência no ambiente digital.

    Sete plataformas são alvo desse inquérito: YouTube (Google), Tiktok, Meta (dona do Facebook), Instagram, Twitter, WhatsApp e Telegram. Na questão específica do ataque ao PL das Fake News, as plataformas implicadas são Google, Meta e Telegram.

    A GloboNews não teve acesso ao conteúdo das respostas dadas pelas três plataformas. Segundo a reportagem apurou, o procurador responsável pelo caso analisa o conteúdo de cada uma delas para decidir o próximo passo da investigação.

    Sanções
    O inquérito civil do MPF é uma apuração no âmbito Cível e tem como alvos pessoas jurídicas (PJs), ou seja, as próprias empresas responsáveis pelas plataformas.

    No caso do MPF, ao fim do inquérito civil, pode ser proposta uma Ação Civil Pública, que pode, por sua vez, redundar em um pagamento de indenização por parte dessas empresas.

    É uma investigação, portanto, diferente do inquérito criminal instaurado pela Polícia Federal, sob requisição da Procuradoria-Geral da República, que tem como alvo diretores dessas mesmas plataformas.

    A investigação criminal foi iniciada com aval do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A PF conta com um prazo inicial de 60 dias para apurar a ofensiva contra o PL das Fake News.

  • De volta ao Brasil, filhas de Gugu participam de audiência sobre união estável da mãe com o apresentador

    De volta ao Brasil, filhas de Gugu participam de audiência sobre união estável da mãe com o apresentador

    Rose Miriam alega em processo ter vivido 20 anos com o apresentador, morto em 2019. Advogado das filhas diz que gêmeas sempre estiveram ao lado da mãe na busca dela pelo reconhecimento na Justiça.

    A Justiça de São Paulo vai ouvir nesta segunda (22), terça (23) e quarta (24) as partes interessadas e as testemunhas no processo que analisa a união estável de Rose Miriam Souza di Matteo com o apresentador Gugu Liberado, morto em 2019. As audiências de instrução processual servirão para reconhecer ou não a união estável. Rose é a mãe das gêmeas Marina e Sofia Liberato, de 19 anos.

    As filhas gêmeas de Rose e Gugu devem falar a favor do reconhecimento da união estável da mãe com o pai. Nas redes sociais, Sofia apareceu nesta sexta-feira (19), às 8h, confirmando que está no Brasil.

    Nelson Wilians, advogado que representa Rose Miriam e as gêmeas, disse ao g1 que o processo corre em segredo de Justiça.

    “As gêmeas Marina e Sofia sempre estiveram ao lado da mãe na busca dela pelo reconhecimento de união estável na Justiça. Todos os elementos comprovam que Rose e Gugu mantinham uma relação pública, notória, duradoura, contínua e com objetivo de constituir família. Reafirmamos acreditar que, a cada dia, estamos mais próximos de vermos a justiça ser feita”, acrescentou.

    Caso a união estável seja reconhecida, Rose passa a ser herdeira e terá direito a metade da herança. Os outros 50% são transmitidos obrigatoriamente aos três filhos, João, Sofia e Marina.

    Entenda o caso
    Gugu morreu em 2019 após um acidente doméstico na casa da família, em Orlando (EUA).
    Os filhos entraram em uma disputa pela herança.
    No testamento, assinado em 2011, Gugu não reconheceu Rose Miriam como companheira em união estável.
    Gugu nomeou a própria irmã, Aparecida Liberato, como responsável por cuidar de seu espólio
    Rose, mãe das gêmeas, contestou e entrou na Justiça para cobrar valores relativos à pensão que ela recebe do espólio — bens divididos entre os herdeiros — de Gugu Liberato.
     

  • Polícia prende dois suspeitos durante operação contra rachas no Vianelo em Jundiaí

    Polícia prende dois suspeitos durante operação contra rachas no Vianelo em Jundiaí

    Ação foi um pedido de moradores da região, que denunciaram a prática de racha por veículos que se encontravam em um posto de combustíveis na Avenida Nove de Julho.

    A Polícia Militar de Jundiaí (SP) fez, na noite de quinta-feira (18), uma operação de combate a rachas e perturbações de sossego, na região do bairro Vianelo. Duas pessoas foram detidas e tiveram os veículos apreendidos.

    De acordo com a corporação, a ação foi um pedido de moradores da região, que denunciaram a prática de racha por veículos que se encontravam em um posto de combustíveis na Avenida Nove de Julho. No local, os PMs abordaram os veículos e motoristas.

    Dois homens e seus veículos foram levados ao Plantão Policial de Jundiaí por flagrante do crime de trânsito conhecido como racha. Os detidos foram liberados após pagamento de fiança. Os veículos ficaram apreendidos na Delegacia de Polícia.

     

  • Justiça condena homem que matou obreiro evangélico que estuprou filhas no interior de SP

    Justiça condena homem que matou obreiro evangélico que estuprou filhas no interior de SP

    Crime foi registrado em janeiro de 2018, em Araçatuba (SP), mas Tribunal do Júri ocorreu nesta quarta-feira (17) e autor foi condenado a quatro anos de prisão em regime aberto.

    Foi condenado a quatro anos de prisão em regime aberto o homem que matou a tiros um obreiro evangélico que estuprou as filhas dele. O crime foi registrado em janeiro de 2018, em frente a uma igreja em Araçatuba (SP), mas o Tribunal do Júri ocorreu na quarta-feira (17).

    A decisão cabe recurso, mas o g1 entrou em contato do advogado de defesa do réu, Daniel Tereza, que informou que não vai recorrer.

    Ele foi julgado por homicídio simples. Na sentença, o juiz Henrique de Castilho Jacinto afirmou que o réu precisa cumprir medidas definidas pela Justiça, como não frequentar bares, para ter o direito de cumprir a pena em liberdade.

    Entenda o caso
    O caso ocorreu na noite de 7 de janeiro de 2018, na rua João Soares Gomes, no bairro São José. Thiago Grotto Prestes, de 32 anos, recepcionava os fiéis na igreja quando foi baleado.

    Ele chegou a ser socorrido por mais dois membros da igreja até a Santa Casa da cidade, onde recebeu atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

    O autor se apresentou na delegacia dois dias depois, confessou o crime, mas não foi preso.

    Motivação do crime
    De acordo com a denúncia do Ministério Público (MP), o réu descobriu que Thiago estuprou suas duas filhas crianças, em 2014, fato que deu origem a um processo criminal.

    Na ocasião, as crianças confirmaram ao juiz os abusos sexuais cometidos por Thiago. Ele foi condenado a mais de 30 anos de prisão em regime fechado em primeira instância, mas respondia em liberdade.

    A defesa de Thiago recorreu à decisão, que, por conta do ocorrido, não chegou a ser apresentada à Justiça.

  • Deputado Felipe Becari, investigado por anel de noivado dado a atriz Carla Diaz, deve ser ouvido nesta quinta pela polícia de SP

    Deputado Felipe Becari, investigado por anel de noivado dado a atriz Carla Diaz, deve ser ouvido nesta quinta pela polícia de SP

    A Polícia Civil deve ouvir na tarde desta quinta-feira (18) o deputado federal Felipe Becari (União Brasil) na Delegacia de Investigações Sobre Crimes Contra a Administração Pública, em São Paulo. O político é suspeito de peculato desde janeiro.

    O inquérito foi aberto depois que informações anônimas foram encaminhadas ao Ministério Público quando Becari ainda era vereador na capital paulista. O crime de peculato, previsto no Código Penal, ocorre quando um funcionário público se apropria de dinheiro ou bens dos quais tem posse em razão de seu cargo. A pena é de 2 a 12 anos de prisão e multa.

    O g1 procurou a defesa do deputado, que nega que Felipe “praticou qualquer conduta ilícita” (leia abaixo na íntegra). Em relação à viagem, a defesa de Carla Diaz afirmou ao g1 que a atriz pagou todos os custos por meio de parcerias com marcas.

    Entenda o caso
    Em 16 de janeiro, a denúncia apontou que Becari teria desviado recursos públicos em benefício próprio e de assessores que não trabalhariam regularmente na Câmara Municipal de São Paulo. Segundo a manifestação anônima, eram feitas filmagens de resgates de animais em situação de maus-tratos e expostas em redes sociais para “obtenção de benefícios”.

    Outra manifestação anônima feita ao MP em 4 de janeiro deste ano citou a ex-BBB e atriz Carla Diaz, noiva do deputado, e um instituto em nome de Becari. De acordo com o documento da 4ª Promotoria de Justiça Criminal, que está anexado no mesmo inquérito sobre peculato, Carla “compactua com sorteios irregulares e usufrui de dinheiro adquirido pelo PIX e os sorteios”.

    Segundo a declaração nas eleições de 2020 para vereador, Becari disse que tinha R$ 64 mil em bens, sendo um Tiggo e um Subaru. Como parlamentar, o salário líquido mensal era é de R $14 mil.

    Já em 2022, a prestação de contas à eleição para deputado federal apontou que os bens apresentados foram de R$ 663.574,05. Ele alegou que tinha uma casa de R$ 582 mil em Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, os carros da eleição passada e R$ 3 mil em conta bancária.

    Em novembro de 2022, Becari comprou para Carla Diaz um anel de noivado de diamante. No mesmo mês, os dois viajaram pela Europa e ficaram em hotéis de luxo, como um castelo histórico do século X. As diárias de hospedagem custam de R$ 1 mil a R$ 7 mil.

    A denúncia anônima pediu que o caso fosse investigado por estelionato, enriquecimento ilícito, crime de lavagem de dinheiro, crime de abuso de poder econômico e uso da causa animal para enriquecimento.

    Prints, links, vídeos com sorteios de produtos, rifas e pedidos de PIX foram apresentados à investigação.

    Na última semana, o vereador publicou um vídeo no seu perfil no Instagram comemorando 100 dias no cargo de deputado. Ele ressaltou que o objetivo do seu mandato é “trabalhar muito, falar pouco e retribuir a tantas pessoas a confiança que me foi dada”. Uma seguidora mencionou a denúncia. “Diz que é mentira?” Felipe respondeu na tarde desta quarta-feira (17): “óbvio que é”.

    No dia 10 de abril, o vereador publicou um vídeo com imagens de cachorros sob a estrutura de um canil derrubado pela chuva. Na legenda, uma chave PIX em nome de uma ação para contribuir com despesas atrasadas.

    O que diz a defesa de Becari
    “Como já comprovado, Felipe tem sido alvo de notícias completamente falsas e de cunho categoricamente criminoso disseminadas nas redes sociais e que vêm sendo comunicadas às autoridades com o único objetivo de prejudicá-lo, bem como atingir sua imagem e seu relacionamento.

    Diante disso, desde então, Felipe tem adotado todas as medidas judiciais cabíveis para a responsabilização dos envolvidos, bem como tem colaborado ativamente com as autoridades para o restabelecimento da verdade.

    Nesse sentido, inclusive, o deputado ajuizou queixa-crime em razão da prática de crimes contra a honra e requereu abertura de uma investigação para apuração da prática do crime de perseguição.

    Cumpre destacar, ainda, que diversos procedimentos contra o deputado já foram devidamente arquivados, na medida em que, conforme salientado anteriormente, são procedimentos iniciados com base em notícias completamente falsas, sem nenhum documento comprobatório.

    Posto isso, e diante da certeza de que a verdade prevalecerá, o deputado Felipe Becari continua colaborando e sempre à disposição da justiça.”

    Canil pede indenização
    Uma outra ação corre pela 3ª Vara Cível de Cotia pede o pagamento de R$ 22 mil a um lar temporário especializado em resgates de cães em estado de vulnerabilidade.

    De acordo com a ação, em dezembro de 2020 a empresa foi acionada para o serviço de hospedagem temporária de animais resgatados por Becari para alimentação, abrigo e primeiros-socorros por um valor previamente ajustado.

    Durante um tempo, os pagamentos teriam sido feitos por mensagem de cobranças. No entanto, os depósito pararam e o lar passou a bancar os custos com funcionários, medicação e alimentação dos animais. A defesa

    Em nota ao g1, a equipe do Deputado Felipe Becari obteve conhecimento da ação proposta e está adotando todas as medidas cabíveis para o restabelecimento da verdade, na medida em que o áudio divulgado diz respeito a valores que já foram devidamente acertados.

    Quem é Felipe Becari
    Felipe Becari Comenale era policial civil do estado de São Paulo há cerca de nove anos quando foi eleito à Câmara Municipal da capital.

    Ele nasceu em São Paulo, é bacharel em direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), com conclusão no Centro Universitário Anhanguera; pós-graduado, a nível Lato Sensu, em Perícias Criminais, Direito Civil, Direito Penal e Processual Penal, Direito Administrativo, Direito Constitucional e Humanos.

     

     

  • Polícia pede prisão temporária de suspeito de matar integrante da equipe do cantor Péricles em SP

    Polícia pede prisão temporária de suspeito de matar integrante da equipe do cantor Péricles em SP

    Eduardo Pachará, de 42 anos, morreu após ter sido agredido por um homem em um posto de gasolina em Mauá no domingo (14). Polícia tenta localizar agressor.

    A Polícia Civil de Mauá representou pela prisão temporária do suspeito de matar Eduardo Pachará, de 42 anos, integrante da equipe do músico Péricles. O agressor é procurado pela polícia.

    Eduardo morreu após ter sido agredido em um posto de gasolina em Mauá, na Grande São Paulo, na noite do último domingo (14).

    Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP):

    Edu chegou ao posto em um carro e aparentava estar embriagado;
    A frente do carro teria encostado em um engradado de cerveja que estava ao lado da loja de conveniência;
    Ao desembarcar do veículo, ele foi agredido com três socos no rosto por um homem já identificado pela polícia
    Uma funcionária do estabelecimento comercial acionou o Samu, que levou a vítima até um hospital;
    Pachará foi socorrido e morreu em seguida;
    A causa da morte teria sido traumatismo cranioencefálico;
    O 1º Distrito Policial de Mauá instaurou inquérito e representou pela prisão temporária do autor à Justiça. Outras diligências estão em andamento visando ao esclarecimento dos fatos.

    A SSP informou também que o caso foi registrado como lesão corporal seguida de morte.

    Homenagem de Péricles

    Em seu Instagram, Péricles prestou homenagem ao amigo:

    “Siga em paz, meu parceiro. Sentiremos a sua falta 🖤 A sua genialidade, seu profissionalismo e o seu bom coração ficaram guardados em minha memória para sempre. Deus te receba de braços abertos 🖤”, escreveu o cantor.
    Nos comentários da publicação, fãs também compartilharam mensagens de carinho para Edu e para a família.

    Ao g1, a assessoria do cantor disse que não iria se manifestar publicamente sobre o caso.

    Assalto ao cantor em fevereiro

    Em fevereiro deste ano, Péricles foi vítima de um assalto em Santo André, também na Grande São Paulo. Um vídeo mostra o momento que dois ladrões armados roubam um carro de luxo do cantor. (veja abaixo)

    O crime foi cometido na frente da esposa e de uma das filhas pequenas do sambista. Apesar do susto, nem Péricles ou sua família foram agredidos ou se feriram durante o assalto.

    O roubo da Land Rover Discovery de cor cinza foi confirmado pela assessoria do artista. Procurado pelo g1, Péricles preferiu não comentar sobre o caso. O veículo é avaliado em aproximadamente R$ 300 mil, segundo policiais.