Categoria: Educação

  • Janguiê Diniz aponta que mercado de mentorias entra em ponto de inflexão e exige mais governança

    Janguiê Diniz aponta que mercado de mentorias entra em ponto de inflexão e exige mais governança

    Crescimento acelerado ampliou acesso, mas falta de critérios e padronização ainda desafia credibilidade do setor

    Coluna Janguiê Diniz

    O mercado brasileiro de mentorias vive um paradoxo interessante. Nunca houve tanta demanda por conhecimento aplicado, desenvolvimento empresarial e aceleração de resultados. Ao mesmo tempo, nunca foi tão evidente a ausência de critérios claros capazes de separar experiência real, capacidade estratégica e entrega consistente de simples posicionamento digital.

    Nos últimos anos, o setor cresceu impulsionado pela transformação digital, ascensão da creator economy e valorização do conhecimento como ativo econômico. A democratização das plataformas digitais permitiu que milhares de profissionais transformassem experiência em produto, criando um mercado extremamente dinâmico e acessível.

    Esse movimento teve méritos importantes. Expandiu o acesso à educação executiva, aproximou empresários de especialistas e abriu espaço para novos modelos de desenvolvimento profissional. Porém, como ocorre em praticamente todos os setores que crescem de forma acelerada, o avanço veio antes da estrutura.

    Hoje, o mercado de mentorias ainda opera com baixa institucionalização. Em muitos casos, faltam critérios objetivos de validação, mecanismos sólidos de governança e parâmetros minimamente padronizados de qualidade. A consequência é previsível: aumento da subjetividade, assimetria de percepção e desgaste gradual de credibilidade.

    A escolha de um mentor frequentemente acontece mais por presença digital, autoridade percebida ou alcance nas redes sociais do que por indicadores concretos de performance, experiência empresarial ou capacidade comprovada de gerar resultado. Isso não significa que o mercado seja inconsistente. Significa apenas que ainda está em processo de amadurecimento.

    Todo setor que cresce rapidamente passa, em algum momento, por um ponto de inflexão. Foi assim com startups, franquias, educação executiva e até mesmo com o mercado financeiro. O crescimento inicial costuma ser impulsionado pela inovação e pela velocidade. A fase seguinte exige algo diferente, estrutura.

    Governança, certificação, compliance, critérios de avaliação e mecanismos de reputação deixam de ser diferenciais e passam a funcionar como elementos fundamentais para a sustentabilidade do ecossistema. No mercado de mentorias, esse movimento começa agora.

    A discussão sobre profissionalização do setor não deve ser confundida com burocratização ou limitação da atividade. Pelo contrário. Estruturar um mercado significa criar mais previsibilidade, confiança e segurança para todos os envolvidos, mentores, empresários, investidores e clientes.

    Quando existem critérios objetivos, o ambiente se torna mais saudável. Bons profissionais conseguem consolidar reputação de forma mais consistente. Empresas passam a tomar decisões com menos subjetividade. E o próprio mercado ganha força institucional para sustentar crescimento de longo prazo.

    Foi a partir dessa percepção que nasceu a Mentor Capital Group (MCG), holding criada para funcionar como um ecossistema estratégico voltado à profissionalização da mentoria empresarial no Brasil. A proposta não é criar apenas uma comunidade de relacionamento, mas uma estrutura baseada em governança, inteligência coletiva, critérios objetivos e desenvolvimento sustentável.

    Entre os pilares do projeto está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema de certificação desenvolvido para avaliar mentores a partir de fatores como performance empresarial, capacidade estratégica, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O objetivo é reduzir subjetividades e criar referências mais sólidas dentro do setor.

    A holding também adota uma metodologia própria de desenvolvimento empresarial, estruturada em quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. Mais do que um framework, trata-se de uma tentativa de transformar experiência em processo, reduzindo improvisações comuns em um mercado ainda pouco organizado.

    Naturalmente, nenhuma iniciativa isolada resolverá todos os desafios do setor. Mas o amadurecimento de qualquer mercado começa exatamente quando surgem as primeiras estruturas voltadas à organização, padronização e construção de credibilidade coletiva.

    O mercado de mentorias brasileiro ainda possui enorme potencial de crescimento. Porém, seu próximo ciclo provavelmente não será definido apenas por alcance, audiência ou visibilidade. Será definido por consistência, reputação, governança e capacidade real de gerar transformação sustentável.

    Em algum momento, todo mercado deixa de ser apenas tendência e passa a precisar de estrutura. Talvez este seja exatamente o momento da mentoria empresarial no Brasil.

    Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador,  controlador e presidente do conselho de administração  do grupo Ser Educacional,  presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

  • Monte Alto fortalece colaboração com o Projeto Guri em encontro regional

    Monte Alto fortalece colaboração com o Projeto Guri em encontro regional

    Uma reunião na cidade de Ribeirão Preto reuniu representantes da Secretaria de Turismo e Cultura de Monte Alto com o objetivo de discutir ações vinculadas ao Projeto Guri.

    Participaram do encontro Thiago Duarte, diretor de Cultura; Natália Sieto, coordenadora do polo de Monte Alto; e Felipe Damião, estagiário da Secretaria. Durante a sessão, foram abordados assuntos relevantes sobre o funcionamento do polo no município e estratégias para expandir as oportunidades culturais disponíveis para crianças e adolescentes atendidos pelo programa.

    O diretor de Cultura ressaltou a importância da colaboração com o Projeto Guri para o desenvolvimento cultural e educacional dos jovens da cidade. Ele afirmou: “O programa é fundamental, pois proporciona formação musical de alta qualidade e diversas oportunidades de crescimento aos nossos alunos”.

    No momento, o Projeto Guri em Monte Alto oferece cursos variados como violão (destinado a crianças e adolescentes entre 10 e 18 anos), iniciação musical (para idades de 6 a 9 anos), percussão e bateria (de 10 a 18 anos), além de um coral adulto.

    As atividades são realizadas no Centro Cívico e Cultural Dr. Elias Bahdur, que está situado na Avenida 15 de Maio, s/nº, no Centro da cidade. Aqueles que desejam mais informações ou realizar inscrições podem entrar em contato pelo telefone (16) 3244-4069 ou pelo celular (16) 99704-6282.

  • Monte Alto transforma sala de aula em era dos dinossauros com tecnologia de realidade virtual

    Monte Alto transforma sala de aula em era dos dinossauros com tecnologia de realidade virtual

    No dia 8 de abril, uma experiência única chamada “Jurassic Experience” foi realizada na EMEB Prof.ª Floripes de Carvalho Motta, que se transformou em um autêntico ambiente pré-histórico. Durante esta atividade, os alunos puderam interagir com dinossauros através de uma imersão em realidade virtual.

    Utilizando os óculos Meta Quest 3, os estudantes do distrito de Aparecida tiveram a chance de vivenciar a tecnologia em 3D. Eles exploraram diversos habitats dos dinossauros, incluindo cavernas e florestas, além de experimentar um “voo” nas costas de um pterossauro.

    Organizada pelo GTec (Grupo Tecnológico de Ribeirão Preto) sob a coordenação de Humberto Campos, a iniciativa contou com o apoio da Prefeitura de Monte Alto, das Secretarias de Turismo e Cultura e da Educação, além do envolvimento do vereador Thiago Cetroni.

    Monte Alto, conhecida como a Terra dos Dinossauros, mais uma vez combinou ciência, educação, cultura e tecnologia para oferecer aos alunos uma aprendizagem interativa e divertida que certamente deixará uma marca em suas memórias.

    O post Monte Alto leva realidade virtual com dinossauros para sala de aula apareceu primeiro em Jornal O Imparcial.

  • Fórum da educação católica reúne gestores e lideranças de todo o Brasil em Brasília

    Fórum da educação católica reúne gestores e lideranças de todo o Brasil em Brasília

    Evento da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil discute identidade, inovação e desafios das instituições diante das transformações sociais e tecnológicas

    A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza, nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o Fórum Nacional de Educação Católica e a Assembleia Geral Ordinária 2026. O encontro reunirá lideranças, gestores e representantes de instituições educacionais católicas associadas de todo o país para discutir os desafios e caminhos da educação católica diante das transformações sociais, tecnológicas e institucionais.

    O evento será realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada e terá como tema central “Educação católica: sonhar juntos hoje para impulsionar o amanhã”, propondo uma reflexão coletiva sobre o papel das instituições no presente e no futuro da sociedade.

    A programação tem início no dia 16 com missa de abertura, seguida da mesa institucional e da conferência inaugural “Ver além do hoje: identidade e missão a serviço da perenidade da educação católica”, conduzida pelo vice-presidente da ANEC, Pe. Charles Lamartine, e pelo Mauricio Zanforlin, CEO do Grupo Marista. Ainda no primeiro dia, ocorre a Assembleia Geral Ordinária, com a condução de Padre Sérgio Mariucci, presidente do Conselho Superior da ANEC, e da diretora-presidente, Irmã Iraní Rupolo, incluindo a apresentação do Relatório de Atividades 2025 e a deliberação sobre a prestação de contas das instituições associadas.

    Entre as novidades desta edição, será apresentado o documento Linhas de Ação Pastoral para as Instituições de Ensino Superior (IES), que orienta a atuação evangelizadora no ambiente acadêmico, com foco na integração entre fé, conhecimento e compromisso social. A proposta reúne diretrizes para fortalecer a identidade confessional e a missão educativa das instituições católicas no Ensino Superior.

    Como parte da programação e das celebrações institucionais, o evento também contará com o lançamento do livro “ANEC 80 anos: 1945–2025 – memória, presença e sonho”, publicação da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil. A obra resgata a trajetória da educação católica e da ANEC no país, reunindo marcos históricos, reflexões e registros que evidenciam a contribuição das instituições confessionais para o desenvolvimento educacional e social do Brasil, além de apontar caminhos para o futuro do setor.

    No segundo dia, a programação se inicia com a palestra “Que educação sonhamos? Que futuro queremos?”, conduzida por Irmã Iraní Rupolo, seguida por salas temáticas que aprofundam questões estratégicas do setor:

    • Identidade e missão, com mediação de Irmã Carolina Mureb e facilitação de Jonathan Félix.
    • Inovação pedagógica, mediada por Irmã Adair Sberga, com facilitação de Mariana Aranha.
    • Modelo de gestão, sob mediação de Irmã Marli Araújo, com facilitação de Kelly Matos.
    • Posicionamento de mercado, com mediação de Irmã Patrícia Vasconcelos e facilitação de Marcelo Chaves.

    Entre os destaques, está a plenária “Construindo o sonho compartilhado: onde estaremos em 5 anos?”, que propõe a construção coletiva de perspectivas para o futuro da educação católica no Brasil.

    Inspirado no pensamento do Papa Francisco, o fórum reforça a importância do diálogo, da corresponsabilidade e da construção conjunta como bases para enfrentar os desafios atuais da educação.

    Além dos debates, o evento contará com a ExpoANEC, espaço voltado à apresentação de soluções, produtos e serviços inovadores para o setor educacional, promovendo a conexão entre instituições e o mercado.

    O encontro será encerrado com a bênção de envio, marcando o compromisso das instituições com a continuidade da missão educativa e com a formação integral das novas gerações. 

    Informações: https://forum.anec.org.br

    Sobre a ANEC

    A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional e cultural, representante da Educação Católica no Brasil, e reunida em comunhão de valores com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).

    A instituição atua em favor de uma educação de excelência para promover uma educação cristã entendida como aquela que visa à formação integral da pessoa humana, sujeito e agente de construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica, segundo o Evangelho e o ensinamento social da Igreja.

    A ANEC atua em 900 municípios do Brasil, realiza 172 obras sociais e tem como associadas 1200 escolas, que incluem Creche, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, e 79 instituições de Ensino Superior, que atendem a mais de 1,5 milhão de alunos, além de 359 mantenedoras. 

  • Alunos da rede municipal de Monte Alto se mobilizam para avaliações educacionais

    Alunos da rede municipal de Monte Alto se mobilizam para avaliações educacionais

    Entre os dias 23 e 27 de março, a rede municipal de ensino de Monte Alto promoveu a Avaliação Contínua de Aprendizagem, envolvendo alunos do 1º ao 9º ano. Esta ação faz parte de um conjunto de iniciativas destinadas a monitorar a qualidade da educação na região.

    A participação dos estudantes nas avaliações do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) é vista como um passo significativo para o fortalecimento do ensino local. Os dados obtidos servirão como fundamento para o aprimoramento das práticas pedagógicas.

    Durante o período em que as avaliações foram realizadas, observou-se um elevado nível de engajamento e comprometimento entre os alunos, tanto nos anos iniciais quanto nos finais do ensino fundamental.

    Nos anos iniciais, o enfoque foi na consolidação da alfabetização e do letramento. Já nos anos finais, as avaliações possibilitaram diagnosticar a proficiência em habilidades essenciais para a continuidade da trajetória escolar.

    A rede municipal atribui o sucesso desta iniciativa à colaboração entre escolas, professores e famílias, o que garantiu a coleta de dados significativos. Essas informações serão fundamentais para orientar futuras ações e promover uma educação cada vez mais eficaz e de qualidade em Monte Alto.

    O post Avaliações educacionais mobilizam alunos da rede municipal de Monte Alto apareceu primeiro em Jornal O Imparcial.

  • Estudantes de Monte Alto mobilizados por iniciativa de educação ambiental

    Estudantes de Monte Alto mobilizados por iniciativa de educação ambiental

    No dia 1º de abril, uma ação significativa de conscientização ambiental ocorreu em Monte Alto, com a organização da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, direcionada aos alunos da rede municipal.

    O evento fez parte da Mostra CTV Ecofalante de Cinema – Cine Água e foi coordenado por Luciano Martins, diretor de Educação Ambiental e Sustentabilidade. Participaram da atividade 21 estudantes do 7º e 9º anos da Escola Juventina de Oliveira Penna Campos.

    Os alunos assistiram a cinco curtas-metragens que abordaram a temática da água, destacando a importância da preservação dos recursos hídricos e os efeitos das atividades humanas no meio ambiente. Ao término das exibições, houve um momento para diálogo e reflexão que favoreceu a ampliação das discussões sobre o tema.

    Essa iniciativa ressalta o compromisso da Prefeitura de Monte Alto com a educação ambiental, buscando formar jovens mais conscientes sobre a relevância da preservação da água e do meio ambiente para as gerações futuras.

  • Inovação em tecnologia promete transformar a interação com fósseis

    Inovação em tecnologia promete transformar a interação com fósseis

    O universo dos fósseis sempre despertou grande interesse, mas muitos elementos da Paleontologia continuam desconhecidos para a maioria das pessoas. Com as recentes inovações tecnológicas, um novo horizonte se abre, trazendo promessas de descobertas significativas.

    Na semana passada, membros da Secretaria de Turismo e Cultura de Monte Alto, incluindo o secretário Murilo Silva, o diretor de Turismo Renan Petrasso e a coordenadora do Museu de Paleontologia, Dra. Sandra Tavares, visitaram o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer em Campinas. Eles foram recebidos pelo pesquisador Dr. Pedro Yoshito Noritomi e sua equipe técnica.

    Este encontro representa a revitalização de uma colaboração que teve início em 2012, criando novas oportunidades para aproximar o conhecimento científico do público. O uso de tecnologias como impressão 3D e reconstruções digitais promete transformar a apresentação de fósseis e descobertas paleontológicas, tornando-as mais interativas e acessíveis.

    A proposta visa reinventar a relação entre o público e a Paleontologia, ampliando o acesso à ciência por meio da tecnologia. Os próximos desdobramentos dessa parceria deverão trazer inovações que certamente surpreenderão e fortalecerão ainda mais a conexão entre ciência e comunidade.

  • Instituto Chamex abre inscrições para o programa de aprendizagem Geração Sylvamo

    Instituto Chamex abre inscrições para o programa de aprendizagem Geração Sylvamo

    Mogi Guaçu, 07 de abril de 2026 – O Instituto Chamex, parte da Sylvamo (NYSE: SLVM), a empresa de papel do mundo, anuncia a abertura de 22 vagas para o programa de aprendizagem Geração Sylvamo, voltado a jovens moradores de Mogi Guaçu (SP). As inscrições estão abertas até 26 de abril. O programa oferece uma experiência completa, que integra formação teórica e desenvolvimento prático, proporcionando aos jovens a oportunidade de iniciar suas carreiras na unidade da Sylvamo.

    O curso, desenvolvido em parceria com o Senai, terá carga horária total de 1.600 horas e será realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na unidade da Sylvamo e no Senai em Mogi Guaçu. A iniciativa também conta com aulas ministradas voluntariamente por colaboradores da empresa, especialistas em suas áreas, o que enriquece ainda mais a experiência de aprendizagem e fortalece o desenvolvimento prático dos participantes.

    O processo seletivo é composto por quatro etapas: inscrição, testes, entrevista com o Instituto Chamex e entrevista final com lideranças da fábrica e a área de recursos humanos. Para participar, os candidatos devem:

    • Ter entre 18 e 20 anos (completos até julho de 2026) 
    • Ter cursado o ensino médio integralmente na rede pública de ensino
    • Não estar cursando ensino superior
    • Ter renda familiar de até um salário-mínimo por pessoa (com comprovação mediante documentação);
    • Não ser dependente direto de colaboradores da Sylvamo
    • Residir na cidade de Mogi Guaçu (SP) ou Estiva Gerbi (SP)
    • Familiares de prestadores de serviços podem participar

    Os candidatos aprovados contarão com bolsa auxílio de um salário-mínimo, convênio médico e odontológico, refeição no local, vale alimentação, transporte fretado, uniforme e material escolar. O programa também oferece certificado de Formação Técnica Profissional, mentoria com executivos e apoio de carreira, vivência no ambiente industrial, diversidade de experiências transmitidas pelos educadores e desenvolvimento do senso de responsabilidade e comprometimento.

    O Geração Sylvamo desenvolve e prepara jovens para a entrada no mercado de trabalho, além de fortalecer o papel de cidadãos mais ativos na sociedade e nas comunidades em que vivem e atuam. O projeto também reforça o objetivo do Instituto Chamex de incentivar, por meio da educação, o uso da criatividade como fonte de soluções transformadoras para o mundo e para a vida de milhares de brasileiros.

    “Estamos comprometidos em criar oportunidades para jovens nas comunidades onde vivemos e atuamos. Este programa é voltado a jovens em situação de vulnerabilidade social, fortalecendo sua formação educacional e profissional, além de incentivá-los a assumir um papel protagonista como cidadãos ativos em suas comunidades”, comenta Mariana Claudio, gerente executiva do Instituto Chamex.

    Sobre o Instituto Chamex

    Fundado em 2008, o Instituto Chamex coloca a criatividade no centro da construção de uma educação mais acessível, inclusiva, equitativa e transformadora. Em colaboração com diversos parceiros, o instituto promove o desenvolvimento de estudantes, professores e profissionais da educação na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio, apoiando projetos em todo o país e desenvolvendo iniciativas locais. O objetivo é transformar realidades e construir futuros mais promissores para milhares de brasileiros.

    O Instituto Chamex foi criado e é mantido pela Sylvamo, a empresa de papel do mundo, fabricante dos papéis para imprimir e escrever Chamex, Chamequinho e Chambril. A atuação do instituto segue as diretrizes de responsabilidade social, sustentabilidade e ética da companhia, engajando colaboradores e apoiando comunidades, com a crença de que criatividade e educação podem impulsionar mudanças e acelerar soluções que transformam vidas.

    Para mais informações, acesse institutochamex.com.br.

    Sobre a Sylvamo

    A Sylvamo (NYSE: SLVM) é a Empresa de Papel do Mundo com fábricas na Europa, América Latina e América do Norte. Nossa visão é ser o empregador, fornecedor e investimento preferido. Transformamos recursos renováveis em papéis dos quais as pessoas dependem para educação, comunicação e entretenimento. Com sede em Memphis, Tennessee, empregamos mais de 6.500 profissionais. As vendas líquidas para 2025 foram de US$ 3,4 bilhões. Para mais informações, visite o site da Sylvamo.

     

    Camila Lopes
    (19) 99762-7984
    [email protected]
  • Preparação para o Enem 2026: quem começa com método sai na frente na disputa por vagas

    Preparação para o Enem 2026: quem começa com método sai na frente na disputa por vagas

    A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio não começa quando o estudante abre o primeiro livro de conteúdo. Começa na forma como ele organiza o tempo, constrói repertório e treina tomada de decisão ao longo do ano. Em 2025, o Enem registrou 4,8 milhões de inscritos, alta superior a 11% em relação ao ano anterior. Mais candidatos, mesma quantidade de vagas. Em um cenário de concorrência crescente, a corrida pela aprovação começa, na prática, bem antes de novembro. Para a Filadd, maior comunidade estudantil da América Latina com mais de 3 milhões de alunos, o início do ano não é cedo demais: é o momento ideal. E a ciência concorda.

    Começar os estudos já nos primeiros meses do ano não é apenas uma questão de disciplina: é estratégia. Quem começa agora tem três vantagens estruturais em relação a quem começa em julho. Primeira: fixação de conteúdo. Com mais tempo disponível, o aluno absorve o material de forma gradual, sem a sobrecarga que comprime meses de aprendizado em semanas. Segunda: ajuste de ritmo. Conteúdos densos, especialmente em Matemática e Ciências da Natureza, exigem que o estudante encontre seu próprio tempo de assimilação. Isso só se descobre praticando. Terceira: ciclo completo de revisão. Quem termina o conteúdo em julho ainda tem quatro meses para revisar antes da prova. Quem começa em julho não tem muita margem. Pedro Lucena Bueno, 19 anos, aprovado em Psicologia pela Filadd, aprendeu isso na prática: “Começar um pouco mais cedo seria o diferencial. Fortalecer a minha base no início do ano, sabe?”

    “O estudante não pode estudar sozinho contra um sistema complexo. A personalização permite que ele invista energia onde realmente precisa evoluir”, afirma Bruno Ferrari, coordenador pedagógico da Filadd no Brasil.

    A ciência da aprendizagem demonstra que o cérebro tende a esquecer rapidamente conteúdos estudados de forma concentrada e sem revisão espaçada. A chamada “curva do esquecimento”, descrita pelo psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus no século XIX, evidencia que sem retomadas periódicas, grande parte da informação se perde. Estudar e reter são coisas distintas. Esquecemos cerca de 70% do que aprendemos em menos de 24 horas sem revisão. É exponencial: quanto mais o tempo passa sem retomar um conteúdo, mais energia é necessária para recuperá-lo. Quem começa cedo não estuda mais, necessariamente. Estuda melhor, porque tem tempo para revisitar o que aprendeu antes que o esquecimento se instale. É essa diferença, invisível no dia a dia, mas decisiva em novembro, que separa uma preparação consistente de meses de esforço que não se convertem em nota. Na Filadd, as revisões são agendadas automaticamente nos intervalos corretos para maximizar a retenção, as pausas são sugeridas nos momentos estratégicos e o estudante não precisa gerenciar esse controle manualmente.

    Há outro fator que costuma ser subestimado: o peso emocional da prova. O Enem possui 180 questões distribuídas em dois dias, com enunciados extensos e exigência elevada de concentração. Estudantes que fazem o exame antes do ano decisivo, os chamados treineiros, relatam que a experiência transforma a relação com a prova: maior controle emocional, menos desgaste, e a ansiedade, apontada por muitos como um dos maiores fatores de queda no desempenho, se reduz à medida que o ambiente deixa de ser desconhecido. O tempo longo, a pressão, o formato deixam de assustar. O medo vai cedendo lugar à familiaridade. E familiaridade, na prova, vira tempo e clareza na hora de responder. Luana Nogueira Martins, 20 anos, aprovada em Medicina, resume o que só percebeu depois: “Se eu tivesse a noção do quanto ia ser difícil passar no vestibular, teria começado a me preparar antes.”

    Conhecer o mecanismo de correção também muda a forma de estudar. O Enem não avalia só quantas questões o candidato acertou, mas quais questões acertou e se existe coerência pedagógica nas respostas, o chamado TRI, Teoria da Resposta ao Item. Dois candidatos com o mesmo número de acertos podem ter diferenças de até 100 pontos na nota final. Quem acerta questões difíceis, mas erra as fáceis do mesmo tema é penalizado, porque o sistema interpreta isso como chute. Na Filadd, os simulados são recomendados conforme o desempenho de cada aluno, treinando exatamente esse padrão de coerência que a prova premia. A TRI também garante comparabilidade entre edições: tirar 700 em Matemática em 2025 exige o mesmo nível de habilidade que em 2024. Isso significa que a preparação de longo prazo, construindo base sólida ao longo de meses e não semanas, é exatamente o que o modelo premia. Elisa dos Santos Brito, 21 anos, aprovada em Medicina após três anos de preparação, define a virada em sua trajetória: “Se você já sabe o conteúdo, tem que focar só em refinamento. Não perder tempo com matéria que você já sabe e fazer um estudo muito mais estratégico.” Mais um motivo pelo qual começar cedo se torna essencial e estratégico.

    “A Filadd nasceu para apoiar o estudante em cada etapa da preparação, do primeiro dia de estudos até a hora de entrar na sala de prova. Oferecemos um ecossistema que alia tecnologia de ponta, personalização e acompanhamento contínuo.” A plataforma trabalha com planos de estudo 100% personalizados desde o primeiro acesso, ajustados ao ritmo e às dificuldades de cada aluno. A GênIA, inteligência artificial treinada por professores especializados, acompanha o cronograma, sugere revisões nos momentos certos e identifica padrões de dúvida antes que virem obstáculos. “Quando o momento exige mais do que tecnologia, um orientador humano assume. Porque há partes da preparação que nenhum algoritmo resolve”, conclui Ferrari.

     

    Sobre a Filadd

    A Filadd é um cursinho online pré-vestibular 100% personalizado que vem transformando a forma como os estudantes se preparam para o ENEM e vestibulares. Com mais de 3 milhões de usuários e presença internacional, a edtech nasceu na Argentina e chegou ao Brasil em 2021 com o propósito de democratizar o acesso à educação de qualidade. Unindo inteligência artificial, tecnologia de ponta e acompanhamento humano próximo, a Filadd oferece uma preparação adaptada à realidade de cada aluno. A metodologia já contribuiu para aprovações em universidades como USP, UERJ, UFSC, UFOP e UERN.

              

     

  • Centro de Lazer de Monte Alto oferece aulas gratuitas para movimentar a cidade

    A Prefeitura de Monte Alto, por meio da Secretaria de Esportes, está com inscrições abertas para diversas atividades esportivas gratuitas no Centro de Lazer. A iniciativa atende moradores de diferentes faixas etárias, promovendo inclusão, saúde e qualidade de vida por meio do esporte.

    Entre as modalidades oferecidas estão hidroginástica, karatê, futsal, futebol, jiu-jitsu, natação e patins. As aulas são realizadas ao longo da semana, em diferentes dias e horários, e contam com acompanhamento de professores especializados.

    Os interessados devem realizar a inscrição presencialmente na secretaria do Centro de Lazer, de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h, com a coordenadora Ana Paula Arakaki.

    Vale destacar que as modalidades de futsal e futebol são destinadas exclusivamente ao público masculino, enquanto as demais atividades são abertas para participação mista.

    O post Aulas gratuitas movimentam o Centro de Lazer em Monte Alto apareceu primeiro em Jornal O Imparcial.