Categoria: Brasil

  • Centro espírita realiza tradicional festa solidária em Bauru; confira as atrações

    Centro espírita realiza tradicional festa solidária em Bauru; confira as atrações

    Festac, do Centro Espírita Amor e Caridade, será realizada nos dias 20 e 21 de maio. Todos os lucros serão revertidos para os projetos sociais desenvolvidos pelo centro.

    Brincadeiras, feira de artesanato e comidas típicas estão previstas para o próximo sábado (20) e domingo (21) na 22ª edição do Festac, a festa do Centro Espírita Amor e Caridade.

    A expectativa e o entusiasmo da comunidade motivam a união de voluntários na organização, que conta com ao todo 12 projetos, incluindo o Albergue Noturno que acolhe moradores em situação de vulnerabilidade.

    A festa acontecerá no estacionamento do Ceac de Bauru, que fica na Rua Sete de Setembro, 8-50. No sábado (20), o horário é das 12h às 22h. E no domingo, das 10h às 19h. O evento contará com:

    • Festival de Massas;
    • Pasteis;
    • Lanches;
    • Minipizzas;
    • Crepes;
    • Doces;
    • Picolés;
    • Tortas;
    • Bolos;
    • Sucos;
    • Cafés.
    • Feira de artesanato, bijuterias, roupas e livros;
    • Brincadeiras
  • Moradores em situação de rua passam mal e são hospitalizados após consumir marmitas distribuídas no Centro de SP

    Moradores em situação de rua passam mal e são hospitalizados após consumir marmitas distribuídas no Centro de SP

    Grupo recebeu comida na noite desta quinta-feira (18), dada por pessoas ainda não identificadas que passaram de carro. O caso será investigado pela delegacia do Brás e Belém.

    Pelo menos sete pessoas em situação de rua passaram mal no início da madrugada desta sexta-feira (19) depois de consumirem comida que foi distribuída no Centro de São Paulo. O grupo estava na Praça da Sé na noite desta quinta-feira (18) quando um carro ainda não identificado parou e os ocupantes entregaram as marmitas.

    Um tempo depois de comer, todos começaram a passar mal: tiveram vômito, sangramento, dor na garganta e na barriga. A Guarda Civil Metropolitana foi acionada e prestou atendimento.

    Cinco delas estão internadas na UPA Vergueiro e outras duas foram levadas para a AMA Sé. Não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde. Ainda não se sabe se as pessoas apresentaram esse quadro por causa da comida ou outro motivo.

    O caso será investigado pela delegacia do Brás e Belém.

     

  • Resultado da Lotofácil: apostas de Araraquara e Leme são premiadas com R$ 2 mil cada

    Resultado da Lotofácil: apostas de Araraquara e Leme são premiadas com R$ 2 mil cada

    No Dia de Sorte, apostas de Aguaí e São João da Boa Vista (SP) ganharam R$ 1,6 mil cada.

    Apostas de Araraquara e Leme (SP) acertaram 14 números no concurso 2.815 da Lotofácil, sorteado na quinta-feira (18), e ganharam R$ 2 mil cada.

    Segundo a Caixa Econômica Federal, a aposta de Araraquara foi feita na Lotérica Sorte Esportiva e a de Leme na Lotérica Multi Prêmios.

    O prêmio principal saiu para Capitão Leonidas Marques (PR). O apostador vai receber R$1,49 milhão.

    As dezenas sorteadas foram: 03 – 04 – 05 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 13 – 16 – 18 – 19 – 22 – 24 – 25.

    O próximo sorteio ocorre nesta sexta-feira (19) com estimativa de prêmio em R$ 1,7 milhão.

    Uma aposta de Aguaí, feita na Lotérica Aguaí, e uma de São João da Boa Vista (SP), feito na Evolução Loterias, acertaram seis números no concurso 759 do Dia de Sorte, sorteado na quinta-feira, e ganharam R$ 1,6 mil cada.

    Ninguém acertou o prêmio principal. Os números sorteados foram: 09 – 11 – 12 – 18 – 23 – 25 – 30. Mês da sorte: Novembro.

    O próximo sorteio ocorre neste sábado (20) com estimativa de prêmio em R$ 800 mil.

     

  • Marília confirma primeiras mortes por dengue no ano; criança de 6 anos está entre as vítimas

    Marília confirma primeiras mortes por dengue no ano; criança de 6 anos está entre as vítimas

    Vítimas são um menino de 6 anos e um homem de 58 anos. Cidade já registrou 1.226 casos positivos da doença desde o início de 2023.

    A Secretaria de Saúde de Marília (SP) confirmou nesta quinta-feira (17) as duas primeiras mortes por dengue no ano, sendo uma delas de uma criança de 6 anos.

    Segundo a pasta, a primeira vítima é um menino de 6 anos que era sindrômico e portador de insuficiência renal crônica. Ele apresentou os primeiros sintomas no dia 20 de fevereiro e morreu no dia 25 de março. No entanto, a causa da morte foi confirmada pela Vigilância Epidemiológica apenas nesta quinta-feira (18).

    Como fazia acompanhamento em Botucatu (SP) por conta das síndromes, ficou hospitalizado no Hospital das Clínicas de Botucatu, onde não resistiu e morreu.

    A segunda morte é de um homem, de 58 anos, portador de doença cardiovascular crônica, diabetes e doença autoimune. Ele iniciou com sintomas no dia 6 de abril e permaneceu internado no Hospital da Unimar, em Marília. O paciente morreu no dia 18 de abril.

    Ambas os casos estavam em investigação na Vigilância Epidemiológica de Marília. Ainda segundo a Secretaria de Saúde, em caso de sintomas, o paciente deve procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência.

    Os principais sintomas da dengue são febre alta (maior que 38.5ºC), dores musculares intensas, dor ao movimentar os olhos, mal estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo.

    De acordo com o Boletim de agravos da Semana Epidemiológica divulgado nesta quinta, o município conta com 1.226 casos confirmados de dengue.

  • Uma em cada quatro pessoas sem plano de saúde procura laboratórios particulares para realização de exames em SP, aponta pesquisa

    Uma em cada quatro pessoas sem plano de saúde procura laboratórios particulares para realização de exames em SP, aponta pesquisa

    Levantamento do Sindicato dos Hospitais Particulares destaca que os principais motivos que levam a população a procurar atendimento na rede privada estão relacionados à demora na espera.

    Uma em cada quatro pessoas que não possuem plano de saúde procura laboratórios de clínicas particulares para realizar exames no estado de São Paulo, segundo uma pesquisa do Sindicato dos Hospitais Particulares (SindHosp).

    O “Mapa do Acesso da Saúde” aponta que as principais razões que levam os usuários do sistema público a procurarem serviços da rede privada estão relacionadas ao longo tempo de espera:

    Demora no encaminhamento para especialista (52%)
    Demora no agendamento (48%)
    Fila de espera muito longa (44%)
    Tempo de espera entre agendamento e consulta (41%)
    Necessidade de urgência (40%)
    O levantamento foi realizado pelo o Instituto de Pesquisa Qualibest na segunda quinzena de março deste ano, com 2.013 pessoas da capital (48%), Região Metropolitana de São Paulo (23%), litoral e interior do estado (29%). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

    Dos entrevistados, 52% afirmaram não ter plano de saúde. A pesquisa comprova que a dependência do sistema público aumenta conforme a diminuição da renda: 71% das pessoas das classes C, D e E dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), índice que cai para 33% na B e 12% na A.

    No geral, o SUS foi bem avaliado pela parcela das pessoas que depende dele: 39% bom, 44% regular e 17% ruim.

    Déficit na rede pública
    Os dados obtidos com a pesquisa evidenciam a desigualdade na área da Saúde entre as parcelas da população que depende da rede pública e a que possui acesso ao sistema privado por meio de planos de saúde.

    Atenção básica

    A maioria dos usuários do SUS (67%) não faz acompanhamento com clínico geral ou equipe de saúde da família, quadro inverso do visto entre os beneficiários da saúde suplementar, em que 60% realizam esse tipo de acompanhamento.

    Internação

    A maioria dos entrevistados (56%) relatou não ter se deparado com dificuldades quando precisou de internação em hospital da rede pública.

    Dos 44% que afirmam terem enfrentado obstáculos, como demora para vaga de internação, vagas somente em hospitais distantes à residência e ausência de médico especialista, a maioria possui plano de saúde.

    Segundo a leitura do SindHosp, a impressão de dificuldade é maior dentre a população que estabelece como padrão o serviço oferecido pelo sistema particular.

    Telemedicina

    51% dos beneficiários da saúde suplementar já utilizaram o recurso da telemedicina, enquanto 87% dos que dependem do sistema público não tiveram acesso a ele.

    Vacinação – ponto forte

    Quando o quesito é imunização, o Sistema Único de Saúde foi bem avaliado tanto pelos que dependem dele, quanto pelos que têm acesso à rede privada, sendo o mais procurado por ambos os grupos.

    Regionalização
    Em entrevista à TV Globo, o secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, afirmou que São Paulo está apostando em um novo modelo de gestão para reduzir as filas de espera. “Dividimos o estado em 20 regiões e, nessas regiões, estado e municípios, conhecendo a capacidade instalada e a demanda, podem estar adequando e diminuindo as filas em blocos regionais”.

    Eleuses também destacou que 34% dos entrevistados que possuem planos de saúde disseram procurar Hospitais Públicos e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o que, para ele, é um indicativo de déficit na assistência oferecida ao cidadão também pela saúde suplementar.

     

     

  • Caminhonete furtada em 1995 em São Paulo é encontrada na Bahia e motorista é preso

    Caminhonete furtada em 1995 em São Paulo é encontrada na Bahia e motorista é preso

    Homem foi flagranteado por receptação e adulteração de sinal identificador, já que o carro estava com placa clonada.

    Uma caminhonete furtada em São Paulo, no ano de 1995, foi encontrada na cidade de Itaberaba, região da Chapada Diamantina, na Bahia. O homem que dirigia o veículo foi preso por suspeita de receptação e adulteração de sinal identificador, já que o carro estava com placa clonada.

    O caso aconteceu na tarde desta segunda-feira (15), e o veículo foi localizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) estacionado na frente de um restaurante. O motorista foi encontrado dentro do estabelecimento e foi abordado para prestar explicações.

    O motorista disse aos agentes que comprou o carro há cerca de oito meses, com um conhecido. Segundo o homem, que tem 30 anos e não teve identidade divulgada por causa da Lei de Abuso de Autoridade, foram pagos R$ 8 mil pelo veículo.

    Além de não apresentar nenhum documento comprobatório à PRF, ele disse desconhecer qualquer irregularidade. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou, no entanto, que a troca da placa original para uma clonada foi feita para tentar burlar fiscalizações.

    O carro foi apreendido e encaminhado, junto com o homem, para a Delegacia de Itaberaba, onde o flagrante foi registrado.

  • Pesquisadora moradora de favela em SP diz que câmeras nas fardas dos PMs levou ‘sensação de sossego’ à comunidade

    Pesquisadora moradora de favela em SP diz que câmeras nas fardas dos PMs levou ‘sensação de sossego’ à comunidade

    Estado de São Paulo teve o menor número de mortes por policiais militares em serviço na história em 2022 após implementação da tecnologia, com queda de 80% da letalidade entre adolescentes. Taxa de mortes de militares também caiu.

    Sabrina Santos é estudante de Ciências Econômicas e Políticas Públicas na Universidade Federal do ABC e pesquisadora do projeto-observatório “De olho na quebrada”, da União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região (UNAS).

    Moradora da favela de São Savério, que fica próxima a Heliópolis, maior comunidade da cidade de São Paulo, ela contou ao g1 que, após a implementação de câmeras portáteis nos uniformes dos policiais militares, os habitantes de comunidades da Zona Sul notaram uma polícia menos ostensiva.

    “Percebemos que o número de policiais dentro do bairro diminuiu, assim como a imagem deles empunhando as armas, agredindo os moradores — tanto verbalmente quanto fisicamente. Foi uma sensação muito mais de sossego, sabe, para grande parte da galera que reside aqui”, destacou.

    A redução da mortalidade de adolescentes em intervenções policiais chegou a 80,1% em 2022 no estado de São Paulo depois que a instituição adotou o uso do equipamento.
    (veja mais números abaixo)

    Sabrina aponta que, além da tecnologia da PM, a redução nos números de violência se deve também às ações e projetos de cunho social desenvolvidos tanto pela UNAS quanto por outras associações, serviços e equipamentos públicos locais.

    “Se as câmeras forem retiradas dos uniformes das PMs, eu não tenho dúvidas que ações como essas, que aconteceram em Heliópolis, ressurgirão. Não tenho dúvida sobre isso”.

    Ela se refere ao que aconteceu na comunidade após o desaparecimento do soldado Leandro Patrocínio em 2021. O militar teria sido torturado e morto depois de ser identificado como policial em um baile funk em Heliópolis.

    “Falo da nossa experiência enquanto jovens racializados dentro do bairro, sobre o chão que a gente pisa. Os desdobramentos desse caso resultaram em uma polícia fortemente armada aqui dentro, troca de tiros, uma abordagem preconceituosa, de revanchismo pela ideia de o território ser dominado pelo crime organizado”, relembra.

    Segundo a pesquisadora:

    Os policiais entravam nas casas das pessoas sem mandado judicial;
    Abordavam os moradores na entrada e na saída da comunidade;
    Jovens eram levados para a delegacia porque identificavam eles como suspeitos — “e a gente sabe que essas ações eram motivadas pelo racismo”.

    A redução da mortalidade de adolescentes em intervenções policiais chegou a 80,1% em 2022 no estado de São Paulo depois que a instituição adotou o uso do equipamento.
    (veja mais números abaixo)

    Sabrina aponta que, além da tecnologia da PM, a redução nos números de violência se deve também às ações e projetos de cunho social desenvolvidos tanto pela UNAS quanto por outras associações, serviços e equipamentos públicos locais.

    “Se as câmeras forem retiradas dos uniformes das PMs, eu não tenho dúvidas que ações como essas, que aconteceram em Heliópolis, ressurgirão. Não tenho dúvida sobre isso”.

    Ela se refere ao que aconteceu na comunidade após o desaparecimento do soldado Leandro Patrocínio em 2021. O militar teria sido torturado e morto depois de ser identificado como policial em um baile funk em Heliópolis.

    “Falo da nossa experiência enquanto jovens racializados dentro do bairro, sobre o chão que a gente pisa. Os desdobramentos desse caso resultaram em uma polícia fortemente armada aqui dentro, troca de tiros, uma abordagem preconceituosa, de revanchismo pela ideia de o território ser dominado pelo crime organizado”, relembra.

    Segundo a pesquisadora:

    Os policiais entravam nas casas das pessoas sem mandado judicial;
    Abordavam os moradores na entrada e na saída da comunidade;
    Jovens eram levados para a delegacia porque identificavam eles como suspeitos — “e a gente sabe que essas ações eram motivadas pelo racismo”.

    “Os policiais que entraram em Heliópolis não tinham suas ações monitoradas, não tinham câmeras. Era nossa palavra contra a da polícia. Foi um momento muito tenso, em que a gente viu mesmo a necessidade dessas câmeras”, afirmou.

    COPs em números
    A pesquisa, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em parceria com a Unicef, mostrou que, entre 2020 e 2022, 62 dos 135 batalhões da PM de São Paulo incorporaram as câmeras durante a rotina de serviço. A diferença nos números pré-COP e pós-COP é nítida:

    Em 2017, foram 171 mortes provocadas por intervenções de policiais militares (MDIP) em serviço de jovens entre 15 e 19 anos;
    Em 2021, ano seguinte à implementação das câmeras, foram 42 mortes (-75%);
    Já em 2022, foram registradas 34 mortes, o menor número da série histórica (- 80,1%, se comparado a 2017) compilada pelo Ministério Público de São Paulo no relatório Letalidade Policial em Foco; único que traz dados por faixa etária;
    Veja mais na tabela abaixo.
    O número também é o menor da série histórica da Secretaria da Segurança Pública desde 2001, quando começaram a separar mortes praticadas por policiais em serviço e fora.

    “Estamos falando de uma interação muito violenta com adolescentes, que são estigmatizados como um grupo suspeito por definição, especialmente se pretos, pobres e periféricos”, disse ao g1 Samira Bueno, diretora do Fórum.

    “Reduzir a letalidade provocada pela PM é oferecer perspectiva de vida para esse público, que vive sob a expectativa de ser vítima da violência policial”, apontou.

    Os pesquisadores destacam que, embora a letalidade provocada por policiais militares passe a cair a partir de 2018 entre crianças e adolescentes, a queda se acentua a partir de 2020, ano de implementação das câmeras operacionais portáteis (COP).

    Como funcionam as câmeras corporais da Polícia Militar de SP
    Nos batalhões que incorporaram o uso das câmeras corporais tiveram redução de 76,2% na letalidade dos policiais militares em serviço entre 2019 e 2022, enquanto nos demais batalhões a queda foi de 33,3%. O número de adolescentes mortos em intervenções de policiais militares em serviço caiu 66,7%, passando de 102 vítimas em 2019 para 34 em 2022.

    “O período analisado coincide com a adoção das câmeras operacionais portáteis (COP) pela polícia militar do estado de São Paulo, que começou no segundo semestre de 2020. Historicamente, adolescentes sempre foram os mais impactados por esse tipo de violência letal. Em 2020, pela primeira vez, essa população deixou de ser uma das que mais morre por intervenção policial no estado de São Paulo”, diz Adriana Alvarenga, chefe do escritório do UNICEF em São Paulo.

  • Influenciadora suspeita de participação em assassinato ostenta vida de luxo na web

    Influenciadora suspeita de participação em assassinato ostenta vida de luxo na web

    Yeda de Sousa Freitas foi presa manhã desta quinta-feira (18/5), no Residencial Goiânia Viva, na capital goiana, suspeita de envolvimento em um homicídio. Mãe de gêmeos, a digital influencer tem mais de 33 mil seguidores nas redes sociais.

    Yeda, de 30 anos, foi presa na Operação Omertà. Ao todo, quatro pessoas acabaram detidas, suspeitas de envolvimento em um assassinato ocorrido em março de 2022, no Jardim Atlântico, também em Goiânia.

    De acordo com a Polícia Civil, Yeda é namorada e estava com um traficante de drogas que matou Douglas Henrique Silva, para quem devia um alto valor, referente à compra de um ponto de venda de cocaína em Goiânia.

    O namorado dela, identificado como Antônio Luiz de Souza Filho, mais conhecido como Toinzinho, Mateus Barbosa da Silva e José Camilo Pereira Bento também foram presos.

    A prisão dos envolvidos foi decretada pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia.

    Participação

    De acordo com as investigações, a vítima do homicídio – Douglas – era traficante de drogas e, após a morte da mãe do filho, decidiu dar uma pausa nas atividades ilícitas para se dedicar à criança. Com isso, vendeu sua parte em uma “empresa” destinada à venda de cocaína para o autor do crime, que era o namorado da influencer, que deveria pagar R$ 6 mil semanalmente.

    Segundo a corporação, durante um tempo Toinzinho cumpriu com os pagamentos, que eram repassados de contas bancárias de parentes para a conta da mãe da vítima. No entanto, com o passar do tempo, o devedor começou a atrasar os repasses de dinheiro, o que motivou cobranças por parte de Douglas. Pressionado a pagar, o executor armou emboscada para matar a vítima.

    As investigações apontaram ainda que o Toinzinho teria sido auxiliado no crime e na sua fuga pela namorada e outros dois comparsas, também presos (um deles em Jussara). Segundo o delegado Carlos Alfama, a mulher teria acompanhado o namorado no dia em que ele buscou o carro para matar a vítima. Ela também teria participado da operacionalização financeira do tráfico de cocaína e da lavagem de dinheiro proveniente da organização criminosa comandada pelo companheiro.

  • Lojistas fecham comércios e protestam contra insegurança na Santa Ifigênia, no Centro de SP

    Lojistas fecham comércios e protestam contra insegurança na Santa Ifigênia, no Centro de SP

    Conhecida como ponto especializado em eletrônicos e videogames na capital paulista, rua foi afetada pela dispersão da Cracolândia. Donos de lojas citam aumento de furtos e roubos com presença de dependentes químicos.

    Um grupo de lojistas que trabalha na Rua Santa Ifigênia, no Centro de São Paulo, fechou as portas de seus comércios e protestaram contra roubos e furtos na região.

    Com cartazes, eles cobraram melhorias por parte do governo paulista, de Tarcísio de Freitas (Republicanos), para a segurança pública desde que houve dispersão dos dependentes químicos na Cracolândia.

    Anteriormente, o fluxo (como é chamado o grupo de usuários) ficava localizado na região da Praça Princesa Isabel. A área foi transformada em parque e está fechada para obras.

    Os donos de lojas alegam que os casos de roubo e furto aumentaram na região com a presença de dependentes próximos às lojas.

    Segundo a PM, o protesto começou às 09h37 pela Rua dos Gusmões, passou pela rua Santa Ifigênia e seguiu em direção à Subprefeitura da Sé, no Centro. “No local, segundo a PM, há interdição de via e carro de som. Não sabem informação o número de pessoas envolvidas. A delegacia da área é o 3º DP do Campos Elíseos”.

    Dispersão da Cracolândia

    Novos locais com concentração de pessoas em situação de rua usando drogas surgiram após ações da polícia no Centro da capital, segundo pesquisa da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP) em 2022.

    Os pesquisadores identificaram que a maior parte desses pontos está na região central da capital. Eles reúnem de 20 a 200 usuários em cada local. Na ocasião, o estudo apontou que a tática usada pela prefeitura para a dispersão dos usuários não era a mais adequada para resolver o problema da Cracolândia.

    A prefeitura defende que as ações no centro provocaram um aumento no atendimento aos dependentes químicos, e que desde 2017 é possível verificar uma redução do número de pessoas na Cracolândia.

    Entretanto, uma investigação do Ministério Público que apontou ilegalidade no processo afirmou que a grande maioria dos internados não tinha histórico de dependência química.

    Há quem ganhe dinheiro e busque engajamento nas redes sociais com a degradação social e de saúde pública na Cracolândia. Vídeos publicados na rede social TikTok somam milhões de interações debochando de usuários de drogas. Em uma live, um perfil prometeu ‘jogar moedas’ nas pessoas se atingisse 10 mil seguidores.

    Um dos casos é feito por um motociclista, que filma usuários na Cracolândia usa a música “Ilusão (Cracolândia)”, de MC Hariel. “Cena apocalíptica”, escreve. Em menos de dois meses, a postagem recebeu 4,6 milhões de visualizações e 223 mil curtidas. Outro, publicado no dia 30 de março, acumula 6,8 milhões de visualizações, 223 mil curtidas e 5,3 mil comentários.

    Insegurança no Centro
    Levantamento feito pelo Sindicato de Restaurantes, Bares e Similares em abril deste ano indicou que 40 restaurantes fecharam as portas no Centro de São Paulo no último ano.

    O aumento da insegurança provocou a queda do número de clientes e reduziu a sobrevida dos estabelecimentos.

    Em abril, uma farmácia e um mercado foram saqueados por dezenas de pessoas na região da Cracolândia.

    Levantamento do g1 e do Fantástico mostrou que a cidade de São Paulo tem um registro de roubo ou furto de celular a cada 3 minutos. Mais de 15% destes crimes se concentram em duas delegacias do Centro, região próxima à Cracolândia.

    Durante 2022, a prefeitura e o governo do estado realizaram ações para tentar combater o tráfico de drogas. As medidas, entretanto, não impediram a venda e o consumo no local, e fizeram com que os usuários se espalhassem pelo Centro.

    O tradicional colégio Liceu Coração de Jesus, na região central de São Paulo, ameaçou encerrar as atividades no ano passado, mas foi mantido após a prefeitura firmar parceria para pagar a mensalidade de 500 alunos da rede pública e evitar o fechamento.

    Fundada há 137 anos, em um edifício já tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo), a instituição ligada à igreja católica chegou a ter mais de 3 mil alunos, mas passou a sofrer com o problema de insegurança causado por sua proximidade com a região da Cracolândia, um dos fatores que levou à diminuição do número de estudantes.

    Cracolândia é desafio há décadas
    A Cracolândia ficou localizada por muitos anos na Rua Helvétia. Ações policiais no local, porém, fizeram os usuários migrarem para a Praça Princesa Isabel diversas vezes.

    Em 2017, depois de uma operação das forças de segurança, os usuários foram retirados do local e acabaram se espalhando pelo Centro.

    Atualmente, eles estão mais concentrados no cruzamento da Rua Conselheiro Nébias com a Rua dos Gusmões.

    A Cracolândia é um desafio para São Paulo há cerca de 30 anos. Especialistas apontam que a solução passa por medidas efetivas e permanentes nas áreas de saúde, assistência social e segurança pública.

    As operações são criticadas por movimentos sociais. Ativistas acusam as forças de segurança de agirem com violência contra usuários de drogas, os espalhando pela cidade.

     

  • SP é o estado que mais realiza casamentos homoafetivos no país, aponta levantamento

    SP é o estado que mais realiza casamentos homoafetivos no país, aponta levantamento

    Segundo dados da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), estado lidera ranking de celebrações, com 38,9% do total do Brasil desde 2013 e já fez mais de 30 mil matrimônios.

    São Paulo é o estado que mais realiza casamentos homoafetivos nos cartórios do país desde a autorização nacional, publicada pelo Conselho Nacional de Justiça em 2013.

    Segundo dados da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), o estado realizou 38,9% do total de casamentos homoafetivos no Brasil, o equivalente a 30 mil matrimônios.

    Em média, são realizadas quase 3 mil casamentos por ano em São Paulo, sendo 58% entre casais femininos e 41% entre casais masculinos.

    Dados nacionais
    Os matrimônios entre casais femininos representam 56% do total de casamentos homoafetivos no Brasil, tendo sido realizadas 42.872 celebrações deste tipo em cartório.

    No ano passado, foram 6.793 cerimônias, aumento de 21% em relação ao ano anterior.

    Já o maior aumento das oficializações entre as mulheres se deu em 2018, com crescimento percentual de 64%. Proporcionalmente, Alagoas é o estado que mais celebra matrimônios entre casais femininos, 65,7%.

    Já os matrimônios entre casais masculinos representam 44% do total de casamentos homoafetivos no Brasil, tendo sido realizadas 33.558 celebrações deste tipo em cartório.

    No ano passado foram 6.194 cerimônias, aumento de 72% em relação ao ano anterior, recorde no crescimento das oficializações entre os homens no país. Proporcionalmente, Mato Grosso do Sul é o estado que mais celebra matrimônios entre casais masculinos, representando 67,6% dos casamentos.

    Regulamentação
    Os números constam da Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), base de dados nacional de nascimentos, casamentos e óbitos administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil).

    A entidade reúne os 7.757 Cartórios de Registro Civil do país e os dados são contabilizados desde quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou a resolução e padronizou a atuação das unidades registrais no país.

    Até a publicação da norma, os Cartórios eram obrigados a solicitar autorização judicial para celebrar estes atos, que muitas vezes eram negados pelos magistrados pela ausência de lei, até hoje não editada Congresso Nacional, mas superada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em 2011, equiparou as uniões estáveis homoafetivas às heteroafetivas.