Categoria: Brasil

  • O que se sabe sobre o caso de empresário que pagava mesada a mães para estuprar crianças no RS

    O que se sabe sobre o caso de empresário que pagava mesada a mães para estuprar crianças no RS

    Empresário Jelson Silva da Rosa, de 41 anos, foi preso em Imbé em 27 de abril. Homem é suspeito de produzir material pornográfico com crianças e fornecer lista de abusos com valores para mães de menores de idade.

    Quatro mulheres e um homem já foram presos no Rio Grande do Sul na Operação La Lumière, que investiga desde fevereiro uma suposta rede de pedofilia no estado. De acordo com a Polícia Civil, o esquema envolvia uma rede de mulheres que entregavam seus filhos, todos entre 0 e 12 anos de idade, para abusos sexuais em troca de dinheiro e presentes.

    As primeiras prisões feitas por conta da investigação aconteceram em 27 de abril, quando o suspeito de comandar o esquema e uma mãe foram presos, e a mais recente foi realizada nesta sexta-feira (26).

    O suspeito, identificado como o empresário Jelson Silva da Rosa, de 41 anos, oferecia, segundo a polícia, uma lista de opções às mães, com preços para passar o fim de semana e dar banho nas crianças, como se fosse um cardápio. Ele está preso na Penitenciária Modulada de Osório. A identidade das mulheres não é divulgada pela polícia para proteger as crianças.

    O homem preso em flagrante em 27 de abril por suspeita de exploração sexual, pornografia infantil e fraude processual em Imbé, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, é Jelson Silva da Rosa, de 41 anos. Ele é casado e tem uma empresa de tecnologia em Porto Alegre. A Polícia Civil não divulgou o nome do homem, mas a reportagem da RBS TV conseguiu confirmar a identidade. Jelson foi encaminhado para a Penitenciária Modulada de Osório.

    ”Ele é uma pessoa que tem duas faces. Quem não conhece de verdade, acha que ele é uma pessoa extremamente boa, que ele é uma pessoa que ajuda instituições beneficentes, instituições de caridade. Nesses locais, ele conhece as pessoas, ele ganha a confiança e começa a explorar as mães das crianças”, diz a delegada Camila Franco Defaveri, da 1ª Delegacia de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA).

    O advogado Marcos Vinícius Barrios, que representa Jelson, alega que ”a acusação é lastreada em intuições e presunções indevidas”. Ele acrescenta que ”do material existente que está ao conhecimento da defesa não existe nada que possa indicar as condutas descritas pela autoridade policial”.

  • Paciente com câncer há 13 anos tem remissão completa em SP em um mês após terapia celular em estudo na rede pública

    Paciente com câncer há 13 anos tem remissão completa em SP em um mês após terapia celular em estudo na rede pública

    Paulo Peregrino, de 61 anos, passou por tratamentos convencionais por mais de uma década. Surpresa positiva veio com os resultados do CAR-T Cell, a terapia que combate a doença com as próprias células de defesa do paciente modificadas em laboratório. No segundo semestre, 75 pacientes devem ser tratados com a técnica com verba pública após autorização da Anvisa.

    Um protocolo adotado pela USP, em parceria com o Instituto Butantan e o Hemocentro de Ribeirão Preto, está trazendo para a rede pública de saúde uma técnica considerada revolucionária no combate ao câncer, utilizada em poucos países. Até agora, 14 pacientes foram tratados com o CAR-T Cell com verbas da Fapesp e do CNPq, e todos tiveram remissão de ao menos 60% dos tumores. A recuperação foi no Sistema Único de Saúde (SUS).

    Um deles é Paulo Pelegrino, de 61 anos, que lutava contra o câncer havia 13 anos e estava prestes a receber cuidados paliativos quando foi submetido ao tratamento em abril e, em apenas um mês, teve remissão completa do seu linfoma.

    No segundo semestre, 75 pacientes devem ser tratados com o CAR-T Cell com verba pública após autorização da Anvisa para o estudo clínico. Atualmente, o tratamento só existe na rede privada brasileira, ao custo de ao menos R$ 2 milhões por pessoa.

    O método tem como alvo três tipos de cânceres: leucemia linfoblástica B, linfoma não Hodgkin de células B e mieloma múltiplo, que atinge a medula óssea. O tratamento contra mieloma múltiplo ainda não está disponível no país. 

    “Devido ao alto custo, este tratamento não é acessível em grande parte dos países do mundo. O Brasil, por outro lado, encontra-se em uma posição privilegiada e tem a rara oportunidade de introduzir este tratamento no SUS em curto período de tempo”, diz Dimas Covas, coordenador do Centro de Terapia Celular CEPID-USP e do Núcleo de Terapia Celular do Hemocentro de Ribeirão Preto, que desenvolveu a versão brasileira dessa tecnologia.

    Paulo é o caso mais recente de remissão completa em curto período de tempo do grupo de estudos com os 14 pacientes do Centro de Terapia Celular.

    Ele teve alta no domingo (28) depois de ficar sob cuidados médicos no Hospital das Clínicas da cidade de São Paulo.

    Vanderson Rocha, professor de hematologia, hemoterapia e terapia celular da Faculdade de Medicina da USP e coordenador nacional de terapia celular da rede D’Or, está à frente do caso de Paulo.

    “Foi uma resposta muito rápida e com tanto tumor. Fico até emocionado [ao ver as duas ressonâncias de Paulo]. Fiquei muito surpreso de ver a resposta, porque a gente tem que esperar pelo menos um mês depois da infusão da célula. Quando a gente viu, todo mundo vibrou. Coloquei no grupo de professores titulares da USP e todo mundo impressionado de ver a resposta que ele teve”, comemorou o especialista.

    Entre os outros 13 pacientes tratados como Paulo, 69% tiveram remissão completa em 30 dias. O primeiro paciente tratado com a técnica na rede pública do Brasil teve resultados parecidos com os de Paulo, mas morreu por um acidente doméstico em casa.

    Antes e depois
    As duas imagens do Pet Scan (tomografia feita com um contraste especial ) (veja acima) representam “dois Paulos”: a da esquerda, o paciente que tinha como caminho único os cuidados paliativos, quando a alternativa é dar conforto, mas já sem expectativa de cura, e a da direita, um paciente com um organismo já sem tumores após o tratamento com CAR-T Cell.

    Atualmente, o procedimento no Centro de Terapia Celular é feito de forma compassiva, quando o estudo aceita o paciente em estágio avançado da doença, e os médicos conseguem com a Anvisa a autorização para a aplicação do método.

    Quando o médico teve contato com Paulo, o publicitário já havia passado por procedimentos cirúrgicos, dezenas de exames e quimioterapia.

    “A vitória não é só minha. É da fé, da ciência e da energia positiva das pessoas. Cada uma delas ajudou a colocar um paralelepípedo nesse caminho. A imagem prova com muita clareza para qualquer pessoa a gravidade do meu linfoma, e eu não tinha ideia de que era assim”, contou o paciente.

    13 anos ‘tocando em frente’
    Uma linha do tempo ajuda a nortear as idas e vindas dos tumores de Paulo. A trajetória será contada em uma autobiografia ainda em produção intitulada “A Vida pelo Copo D’água”, em que ele cita seu remédio: “fé e ciência para viver a metade cheia da vida”.

    O publicitário mora com a mulher e o filho, de 29 anos, em Niterói, no Rio de Janeiro. A família é de Recife, mas se mudou para o Sudeste na década de 70. Ele é o caçula entre 10 irmãos. Foi o primeiro a enfrentar a doença.

    Em 2018, quando começou a tratar o primeiro linfoma, os dias se dividiam entre o trabalho, a quimioterapia e as partidas de vôlei de praia. Chegou a jogar um campeonato nas areias cariocas.

    “O médico me disse que eu era o primeiro paciente que fazia um esporte de alto rendimento fazendo quimioterapia. Falei: ‘O esporte é de alto rendimento, mas meu vôlei, não’”, brincou.

    Livro no leito e cegueira temporária
    Em 2020, a pandemia de Covid isolou Paulo num quarto de hospital. Ele tinha passado por um transplante de medula óssea.

    Sem acompanhantes, sozinho, no entanto, não ficou. Pediu à enfermeira os contatos dos pacientes de quartos vizinhos e criou um grupo por WhatsApp, o “TMO Juntos” (trocadilho de “transplante de medula óssea” com TMJ de “tamos juntos”).

    O grupo era formado por ele, um idoso com a esposa e uma adolescente de 17 anos, que dividiram histórias, se motivaram e trocaram músicas durante o isolamento.

    Dentro dos 30 dias, Paulo fez o pré-lançamento de “Brizola e eu”, um livro “banhado” a álcool e autógrafos. O esquema era: a esposa entregava os exemplares à enfermeira, o álcool higienizava os livros, ele assinava, e os exemplares eram levados para amigos e parentes.

    O livro conta a biografia de Jecy Sarmento, um dos principais assessores e amigos do ex-governador Leonel Brizola.

    O fim daquele ciclo na internação foi marcado por um bolo levado como surpresa pelas enfermeiras.

    A contaminação por Covid veio em 2022, durante uma internação devido a uma queda nas plaquetas — quanto menor a contagem delas, maior o risco de sangramento intenso. A tosse forte causou uma hemorragia interna nos dois olhos e uma cegueira temporária de três meses.

    “Foi a pior sensação da minha vida. Fui em três médicos e só o terceiro disse: ‘Vamos operar e retirar essa hemorragia do seu olho.”

  • Centenas de pessoas formam fila para feira de emprego em Mauá, na Grande SP

    Centenas de pessoas formam fila para feira de emprego em Mauá, na Grande SP

    Evento gratuito acontece na manhã desta desta sexta-feira (26), no Ginásio Poliesportivo Celso Daniel, na Vila Noêmia. São oferecidas mais de 2 mil vagas para empresas da cidade e Região Metropolitana.

    Uma longa fila de pessoas em busca de oportunidades foi registrada na segunda edição do Feirão do Emprego e Empreendedorismo na manhã desta sexta-feira (26), no Ginásio Poliesportivo Celso Daniel, na Vila Noêmia, em Mauá. O evento é gratuito e oferece mais de 2 mil vagas para empresas da cidade e Região Metropolitana.

    Entre as vagas, estão disponíveis oportunidades nas áreas de alimentação, segurança, industriais, supermercadista, químico, construção civil, logísticos, confecção, metalúrgico, serviços, comércio e outros. Haverá vagas também para pessoas com deficiência, candidatos com e sem experiência profissional e em vários níveis de escolaridade.

    Além disso, a feira conta com a participação de instituições de ensino para apresentar cursos profissionalizantes aos candidatos.

    Durante a ação, a secretaria de Saúde irá oferecer serviços como vacinação contra a gripe e testagem de HIV e sífilis, das 8h às 12h

    Segundo os organizadores, sete instituições de cursos se cadastraram e 47 empresas registraram a disponibilidade de vagas de trabalho.

    Empresas interessadas em participar do feirão devem realizar a inscrição por meio de um formulário eletrônico. Já as instituições de ensino podem acessar ao documento disponível online.

     

  • Homem é preso ao transportar tabletes de cocaína entre carga de carvão vegetal na rodovia Marechal Rondon

    Homem é preso ao transportar tabletes de cocaína entre carga de carvão vegetal na rodovia Marechal Rondon

    Caso foi registrado nesta quinta-feira (25) em Araçatuba (SP).

    Um motorista foi preso em flagrante com grande quantidade de tabletes de cocaína dentro de uma carreta abordada na rodovia Marechal Rondon (SP-300). O caso ocorreu às 10h30 desta quinta-feira (25), em Araçatuba (SP).

    Segundo a Polícia Rodoviária, a equipe abordou o veículo para fiscalização após o motorista apresentar nervosismo. Em vistoria, a droga foi encontrada entre a carga de carvão vegetal.

    Questionado, o suspeito afirmou que estima que transportava mais de uma tonelada de cocaína. Ele foi preso por tráfico de drogas.

    A ocorrência está em andamento e a droga ainda não foi pesada.

     

  • Internada em UTI de SP à espera de coração, menina de 10 anos cria campanha para incentivar doação de órgãos

    Internada em UTI de SP à espera de coração, menina de 10 anos cria campanha para incentivar doação de órgãos

    Lavínia Machado tem miocardiopatia hipertrófica e está internada há quase 60 dias em um hospital de São Paulo. Pela internet, criança fala sobre a importância da doação para salvar vidas.

    “Quando eu chegar na minha casa, vou fazer natação. Eu vou correr, vou pular… fazer as coisas que eu nunca pude fazer.” Este é o desejo de Lavínia Machado Cruvinel, de 10 anos, que está há mais de 50 dias internada em um hospital de São Paulo aguardando por um transplante de coração.

    Vivendo na pele a espera por um órgão, a menina resolveu ir para a internet e fazer uma campanha sobre a importância da doação. O objetivo é reduzir a fila de espera de mais de 55 mil pessoas que aguardam por um transplante no Brasil, salvando vidas.

    Lavínia é de Medeiros, no interior de Minas Gerais. Com apenas seis meses de vida, a menina foi diagnosticada com miocardiopatia hipertrófica. A doença é rara e provoca um aumento no músculo cardíaco, dificultando o fluxo sanguíneo.

    A mãe de Lavínia, Michelle Machado Cruvinel, conta que a filha precisou fazer uma cirurgia aos 3 anos de idade para colocar um marcapasso. Entretanto, a preocupação da família aumentou quando a menina passou a ter desmaios mesmo sem ter se esforçado.

    “Ela se sentia mal mais quando fazia algum esforço ou quando estava muito calor. Ela desmaiava. Mas, no ano passado, em abril, ela estava sentada assistindo TV e teve um desmaio”, contou.

    Lavínia foi levada para Belo Horizonte e precisou ficar internada por 15 dias. À época, os exames mostraram que a doença tinha progredido. A medicação foi ajustada, e a menina chegou a melhorar.

    No entanto, nos últimos meses, Lavínia enfrentou novos desmaios e acabou sendo levada para um hospital em São Paulo, onde está internada em um leito de terapia intensiva (UTI) desde 30 de março.

    “No fim de março, ela acordou a irmã e pediu para chamar o papai e a mamãe, porque estava passando mal. Quando nós chegamos na cama, ela estava desmaiada”, lembrou Michelle.

    “Trouxemos ela para o hospital, e ela sofreu uma parada. Ficou um dia intubada. Desde então, está na UTI.”
    A partir daquele dia, Lavínia entrou na fila para um transplante de coração. Michelle conta que não procura saber sobre a posição da filha na fila de espera para evitar a ansiedade. Não há um prazo para que o órgão chegue.

    “Tem pessoas que acham que a gente torce para alguém morrer para salvar minha filha. Não torcemos. A gente torce para que quem já morreu ou para que a família dessa pessoa tenha um ato de amor e salve a vida do próximo”, disse Michelle.

    A campanha
    Michelle é dentista há 20 anos e, mesmo antes de a filha precisar de um transplante, incentivava a doação de órgãos. O estímulo para defender que as pessoas se conscientizem sobre o assunto passou para a filha.

    Em 2018, aos 5 anos, Lavínia foi a representante de Medeiros na campanha “O Brasil Que Eu Quero”, feita pela TV Globo antes das eleições. O vídeo dela passou no Jornal Nacional, e a menina falou sobre a importância da doação.

    “O Brasil que eu quero para o futuro é que você olhe para o lado, tenha mais amor no seu coração e avise a sua família: ‘sou doador de órgãos’”, 

    Lavínia voltou para a frente das câmeras neste ano para falar sobre doação de órgãos. Desta vez, nas redes sociais. Mesmo internada no hospital, a menina grava vídeos e manda recados sobre a importância de se declarar como doador.

    “Eu recebo muitas mensagens de pessoas que falam que gostam de mim. Elas falam que meu coração vai chegar”, contou.

    Michelle ajuda a filha na campanha. A rede social de Lavínia também traz histórias de famílias de pessoas que já salvaram vidas por meio da doação de órgãos.

    Recentemente, Lavínia e Michelle receberam o relato de uma mãe que doou os órgãos de um filho, que morreu após ser baleado. Segundo Michelle, a mulher disse que foi muito criticada pela família pela doação, mas sentia orgulho pelo fato de o filho ter salvado vidas.

    Em outro relato, uma mulher disse que conheceu a história de Lavínia e mostrou para os familiares. A conscientização levou a família a autorizar a doação de órgãos de um parente que morreu. Michelle contou que ficou emocionada.

    “Quando você não está esperando pela morte de um familiar e consegue pensar no outro, então você tem muito amor ao próximo. Salva pessoas que não têm nada a ver com você. É um ato de amor mesmo.”

    Para ser doador, basta avisar a própria família. Em caso de morte cerebral, a família será responsável por comunicar à equipe médica que o paciente é doador, autorizando a retirada dos órgãos.

    “As pessoas sempre têm que pensar no próximo, porque o ato da doação de órgãos vai deixar muitas famílias felizes. A vida precisa continuar”, disse Lavínia.

    Fila de espera
    Dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), divulgados em março, apontam que 55.386 pessoas aguardam na lista de espera por um transplante no Brasil. Deste total, 1.067 são crianças, sendo que 59 esperam por um coração, como Lavínia.

    A maior parte dos pacientes que estão na fila aguarda por um rim. Veja a lista a seguir:

    Rim: 30.538;
    Córnea: 22.757;
    Fígado: 1.302;
    Coração: 310;
    Pulmão: 167;
    Pâncreas: 22.
    Entre janeiro e março deste ano, mais de 6 mil transplantes foram feitos no Brasil, segundo a ABTO. De acordo com o presidente do Conselho da ABTO, Paulo Pêgo, as filas de espera são administradas pelas secretarias estaduais da Saúde.

    O médico explica que as filas possuem prioridades, que variam de acordo com cada tipo de órgão. No caso de Lavínia, por exemplo, o quadro de saúde do paciente pode influenciar na urgência.

    “Dentro dos transplantes de coração, por exemplo, você tem uma prioridade. Há uma fila única, e o que vale é a compatibilidade e a ordem cronológica. Se você piorou e está internado, você tem um grau de prioridade. Se você está precisando de algum tipo de assistência circulatória, como ECMO, o grau de prioridade é máximo”, explicou.

    A fila de espera por transplantes cresceu no Brasil nos últimos anos. Pela primeira vez desde 1998, mais de 50 mil pessoas aguardam na fila. Pêgo disse que a pandemia influenciou no aumento pela espera.

    “Nos momentos críticos de pandemia, os transplantes quase pararam. Além dos riscos de contaminação, não tínhamos leitos. Em um determinado momento, os leitos estavam ocupados quase que integralmente por doentes de Covid-19, no mundo inteiro”, disse.
    Além disso, o aumento no número de diagnósticos de doenças graves também pode influenciar nesse dado.

     

  • Matão arrecada lenços e cachecóis para mulheres em tratamento contra o câncer; veja como ajudar

    Matão arrecada lenços e cachecóis para mulheres em tratamento contra o câncer; veja como ajudar

    Doações podem ser levadas diretamente na sede da Associação Paulista Feminina de Combate ao Câncer. Em 2022, projeto ajudou mais de 400 mulheres.

    Com a chegada da época mais fria do ano, a Associação Paulista Feminina de Combate ao Câncer de Matão (SP) faz uma campanha para arrecadar lenços, cachecóis e turbantes para as mulheres que estão em tratamento contra a doença (veja abaixo como ajudar).

    A campanha tem como princípio arrecadar itens que aquecem a região da cabeça e do pescoço, já que, ao longo do tratamento, por conta das radios e quimioterapias, os cabelos costumam cair.

    Segundo a idealizadora e voluntária do projeto, Sandra Regina, as mulheres que lutam contra o câncer vão até a sede e escolhem quais produtos desejam.

    Além disso, Sandra também enfatiza que não é necessário doar os itens prontos. A associação aceita cangas e tecidos, que posteriormente serão transformados em lenços e cachecóis.

    “Você pode doar lenços, turbantes, toucas, e até mesmo cangas, que a gente corta e as transforma em lenços também. Pode trazer tecido também, que nós levamos na costureira e ela corta”, explica Sandra.
    Em 2022, o projeto ajudou mais de 400 mulheres. Além de ajudar a população da cidade, algumas doações foram destinadas ao Hospital do Câncer de Barretos (SP).

    Além da campanha, a associação conta também com um brechó, que vende peças de roupas em geral. Para ajudar, basta doar qualquer peça que esteja em boas condições de uso. O dinheiro arrecadado é usado para comprar os medicamentos dos pacientes com câncer.

    Como ajudar?
    Para contribuir com a campanha, basta levar a sua doação na sede da associação, localizada na Avenida 15 de Novembro, 281, no Centro.

  • Homem é preso em Ibaté por violência doméstica e ofensa a PMs

    Homem é preso em Ibaté por violência doméstica e ofensa a PMs

    Crime aconteceu na noite da terça-feira (23). Mulher tinha ferimentos leves no rosto e nos braços.

    Um homem de 31 anos foi preso em flagrante após agredir a companheira de 33 anos em Ibaté (SP), na noite da terça-feira (23). O crime aconteceu na Rua Dilma Conceição Pane Apreia.

    Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi chamada por volta das 22h50. Uma equipe foi ao local e encontrou a mulher com ferimentos leves no rosto e nos braços.

    A vítima contou aos policiais que havia sido agredida pelo companheiro. Ele, que não concordou que mulher fosse ouvida separadamente, passou a ofender os PMs.

    O suspeito foi algemado e levado ao Plantão Policial de São Carlos onde foi ouvido e preso em flagrante. Em seguida, o homem foi encaminhado ao Centro de Triagem.

    O caso foi registrado na Polícia Civil. Apesar disso, a mulher não tem interesse em medidas protetivas contra ele.

     

  • Servidores municipais de SP protestam no Centro por melhores condições de trabalho e valorização salarial

    Servidores municipais de SP protestam no Centro por melhores condições de trabalho e valorização salarial

    Categorias como a educação se reuniram nesta terça (23) para avaliar proposta de reajuste salarial de 5% da prefeitura.

    Servidores públicos municipais protestaram em frente à Prefeitura de São Paulo, no Centro, na tarde desta terça-feira (23).

    Os manifestantes, de todas as carreiras do funcionalismo municipal, como educação e saúde, pedem a revogação do que chamam de confisco de 14% dos aposentados e pensionistas, valorização salarial, melhores condições de trabalho e saúde, o fim das terceirizações e abertura de concursos públicos.

    As categorias representadas vão se reunir para decidir se aceitam ou não uma segunda proposta da prefeitura, de reajuste salarial de 5%.

    Segundo a Polícia Militar, por volta das 16h30, os manifestantes começaram a dispersão.

    Educação
    No dia 16, os servidores públicos protestaram e recusaram a proposta da prefeitura de reajustar o salário via subsídio, que aumentaria o piso em 22,7%, ou seja, de R$ 5.050 para R$ 6,2 mil, mas não haveria aumento de salário mediante tempo de carreira. A prefeitura anteciparia uma porcentagem dos valores que viriam durante os anos de prática da profissão para carreiras que estão nas fases iniciais.

    Com a proposta recusada, a prefeitura havia afirmado que o reajuste no mesmo modelo de pagamento atual, com evolução de salário pelo tempo de carreira, seria de apenas 3%, o que também não foi aceito.

    Nesta segunda-feira (22), a prefeitura ofereceu outra alternativa: um reajuste de 5% para todos os servidores da Educação com pagamento por abono, sem a incorporação nas tabelas salariais. Caso a medida seja aceita, o piso passa de R$ 5.050 para R$ 5.339.

     

  • Aluno atira carteiras contra professor após ameaçá-lo de morte dentro de sala de aula, em Presidente Prudente;

    Aluno atira carteiras contra professor após ameaçá-lo de morte dentro de sala de aula, em Presidente Prudente;

    Docente e estudante do primeiro ano do ensino médio já haviam discutido duas semanas antes na Escola Estadual Doutor José Foz, na Vila Marcondes.

    Um aluno da Escola Estadual Doutor José Foz, localizada na Vila Marcondes, em Presidente Prudente (SP), atirou duas carteiras em direção a um professor, após trocar ofensas com o docente e ameaçá-lo de morte, dentro de uma sala de aula, na manhã desta segunda-feira (22) (veja o momento da agressão no vídeo acima).

    A diretora da escola disse à TV Fronteira que a agressão aconteceu em uma sala de aula do primeiro ano do ensino médio e que o professor está trabalhando há 15 dias na unidade para cobrir licença de outro educador.

    Ainda conforme a diretora, o professor havia agredido o aluno verbalmente na semana passada. Na ocasião, ela conversou com o docente, que admitiu o erro e disse que o episódio não iria se repetir.

    Cerca de 14 dias depois, na manhã desta segunda-feira (22), o docente foi surpreendido pelo estudante, que tentou bater a porta em seu rosto. Ele conseguiu desviar e, ainda segundo a diretora, começou a ofender o adolescente diante da turma.

    O vídeo gravado dentro da sala de aula mostra a discussão entre os dois após o desentendimento. Em meio à confusão, o aluno diz diversas vezes ao professor: “Você é um lixo”. O educador rebate ao jovem: “Você quer ter uma vida de m* (…). Eu que sou [um lixo]? Você e seus comparsas [que são]”.

    A diretora chega à sala de aula e pede para o jovem se retirar, mas ele se recusa a deixar o local. Durante a briga, ele ameaça o professor de morte e atira duas carteiras em sua direção.

    “Não vou sair, não, não vou sair, não. Esse a* fica me chamando de animal. Se eu for para cima dele, ele vai levar um pau. Já é a segunda tiração que esse cara faz comigo, se eu pegar ele, ele vai ver. Eu já estou avisando, não estou de brincadeira. Fecharam a porta, ficou me chamando de animal, tudo quanto é nome aí. Ou vocês resolvem ou eu vou pegar ele. Eu já vou avisar, tira ele da sala senão eu vou matar”, disse o aluno no vídeo gravado.
    Em seguida, o adolescente joga duas carteiras contra o educador, que estava sentado à mesa próxima à lousa.

    O adolescente é contido por outros alunos, que o levam para fora da sala de aula.

    Aluno suspenso
    A diretora da escola informou à TV Fronteira que todas as medidas cabíveis foram tomadas. O aluno foi suspenso por quatro dias e o professor está sendo submetido a uma análise para a rescisão do seu contrato com o Estado devido à sua conduta, que não condiz com os termos presentes no compromisso.

    A Diretoria de Ensino (DE) de Presidente Prudente informou que apura a conduta do estudante, junto ao responsável, e do docente, que pode receber sanções administrativas, se assim for apurado.

    Por meio de nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) esclareceu que todas as condutas relacionadas ao caso foram tomadas de modo a garantir o direito à educação, o respeito e a justiça restaurativa. O responsável pelo estudante foi chamado para uma reunião de mediação e o Estado analisa um processo de rescisão contratual referente ao professor.

    Ainda conforme a Seduc-SP, a escola seguirá trabalhando a cultura de paz, respeito ao próximo e bons hábitos por meio de projetos, palestras e ações do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar – Conviva SP.

    “A Diretoria de Ensino de Presidente Prudente e a equipe gestora estão à disposição da comunidade escolar para esclarecimentos”, finalizou a nota.

  • ‘Semana do MEI’: São Carlos e Araraquara têm mutirões e palestras gratuitas no Sebrae

    ‘Semana do MEI’: São Carlos e Araraquara têm mutirões e palestras gratuitas no Sebrae

    Microempreendedores individuais podem participar até sexta (26). Também há atividades on-line.

    As unidades do Sebrae de São Carlos (SP) e de Araraquara tem diversas atividades gratuitas na Semana do Microempreendedor Individual (MEI). São realizados mutirões de serviços, palestras e como fazer a declaração anual de MEI, que precisa ser entregue até o dia 31 de maio. (veja abaixo a programação nas unidades).

    Também é possível participar de eventos on-line. Clique aqui para se inscrever.

    O Microempreendedor Individual (MEI) é a modalidade ideal para quem quer começar um negócio, sair da informalidade e ter acesso a diversos benefícios. Com o cadastro, a empresa passa a ter CNPJ, além de obrigações e direitos de uma pessoa jurídica. (Veja aqui como se tornar um MEI e os benefícios)

    Mutirão de atendimento ao MEI durante toda a semana. Serviços como: aberturas, baixas, alterações cadastrais, emissão de certificado, impressão de boletos, parcelamento de débitos, orientações para a gestão do negócio, inscrições em cursos e treinamentos e como fazer a declaração anual do MEI.
    O Sebrae São Carlos fica na Avenida Bruno Ruggiero Filho, 649, no Parque Santa Felícia. Telefone: (16) 3362-1820, opção 4.