Categoria: Brasil

  • Déficit na malha metroviária: SP tem menos da metade do ideal de linhas do Metrô, aponta estudo

    Déficit na malha metroviária: SP tem menos da metade do ideal de linhas do Metrô, aponta estudo

    O estudo aponta que o transporte sobre trilhos na capital deveria ser três vezes maior para atender a população. O investimento para expansão custaria cerca de R$ 90 bi. Em nota, o Metrô de SP diz que o governo do estado está investindo mais de R$ 25 bilhões nas obras de ampliação da malha.

    O Metrô de São Paulo tem 6 linhas, 91 estações e pouco mais de 104 quilômetros de extensão. Uma malha pequena para transportar as cerca de 5 milhões de pessoas que precisam dele todos os dias.

    É o que indica a pesquisa “Mobilidade Urbana no Brasil – Marco Institucional e Propostas de Modernização” da Confederação Nacional da Industria (CNI).

    A Andréia vem do Grajaú, na Zona Sul, e precisa usar três tipos de modais pra chegar no trabalho.

    “Eu uso a lotação, a perua de casa até a estação Grajaú, da estação Grajaú eu pego o trem da linha 9, desço em Santo Amaro e em Santo Amaro eu pego a linha lilás e desço aqui no Brooklin. São doze horas na rua, ou seja, a gente vira visitante em casa”, relatou a bancária, Andreia Conceição.

    Segundo o estudo, é necessária a expansão em mais de 170 km para chegar em padrões de qualidade internacionais. O estuda indica ainda que o investimento para expansão da malha metroviária na capital paulista custaria cerca de R$ 90 bilhões.

    “De fato São Paulo é a região metropolitana que necessita da maior quantia de investimentos em mobilidade urbana, mas é bem importante a gente esclarecer que a gente também está falando da maior metrópole do pais […] cerca de R$ 90 bilhões deveriam ser destinados para São Paulo”, disse Ramon Cunha, especialista em Infraestrutura da CNI.

    SP tem 4 linhas de metrô em obras

    Segundo o último relatório do Metrô divulgado em novembro do ano passado, quatro linhas estão com obras na capital paulista:

    A 2-Verde está sendo expandida com previsão de entrega para 2026;
    15-Prata, do monotrilho também passa por expansão. A meta é chegar até o Ipiranga em 2025;
    Já a Linha-17 ouro, também do monotrilho, prometida para a copa do mundo de 2014, ainda não foi inaugurada e não tem previsão de entrega;
    6-Laranja, que vai ser administrada pela concessionária Linhauni e vai ligar a zona norte ao centro, foi prometida para 2025.
    O Márcio trabalha há 25 anos como motorista de van. Em quase três décadas rodando pelas ruas da capital, ele afirma que apesar de ter visto a ampliação do metrô, ainda tem muito o que melhorar.

    “A população também cresceu. Falta investimentos que ser obras mais determinadas, pontos que ligam mais comunidades, com mais pessoas pra ser mais transportadas, tudo”, disse o motorista, Márcio Moreta.

    O que diz o Metrô?
    Em nota, o Metrô de São Paulo disse que o passageiro conta com 370 quilômetros de transporte sobre trilhos e que ele só paga uma tarifa.

    A companhia também informou que a atual gestão do governo do estado está investindo mais de R$ 25 bilhões nas obras de ampliação da malha em 19 quilômetros.

    Investimentos em outros tipos de transportes
    Segundo levantamento, os maiores tempos de deslocamento casa-trabalho em transportes coletivos são verificados no Rio de Janeiro e em São Paulo (as duas maiores metrópoles do país), com 48 e 44 minutos de tempo médio (respectivamente).

    O cenário da mobilidade de São paulo não depende apenas do metrô. Muitos pessoas também utilizam outros tipos de transporte, compartilhando a responsabilidade na busca por melhorias.

    Segundo a administração municipal, a frota de ônibus está sendo substituída e corredores e faixas exclusivas estão sendo ampliados.

     

  • SP teve o menor nº de mortes por PMs em serviço na história em 2022 após câmeras, com queda de 80% entre adolescentes

    SP teve o menor nº de mortes por PMs em serviço na história em 2022 após câmeras, com queda de 80% entre adolescentes

    Nos batalhões que incorporaram o uso das câmeras corporais tiveram redução de 76,2% na letalidade dos policiais militares em serviço entre 2019 e 2022, enquanto nos demais batalhões a queda foi de 33,3%.

    A redução da mortalidade de adolescentes em intervenções policiais chegou a 80,1% em 2022 no estado de São Paulo após a implementação de câmeras nos uniformes dos policiais militares. O dado faz parte de um levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em parceria com a Unicef divulgado nesta terça-feira (16).

    Entre 2020 e 2022, 62 batalhões da Polícia Militar do Estado de São Paulo incorporaram câmeras operacionais portáteis (COP) durante a rotina de serviço. A diferença nos números pré-COP e pós-COP é nítida:

    Em 2017, foram 171 mortes provocadas por intervenções de policiais militares (MDIP) em serviço de jovens entre 15 e 19 anos
    Em 2021, ano seguinte à implementação das câmeras, foram 42 mortes (-75%);
    Já em 2022, foram registradas 34 mortes, o menor número da série histórica (- 80,1%, se comparado a 2017) compilada pelo Ministério Público de São Paulo no relatório Letalidade Policial em Foco; único que traz dados por faixa etária
    Veja mais na tabela abaixo.

    O número também é o menor da série histórica da Secretaria da Segurança Pública desde 2001, quando começaram a separar mortes praticadas por policiais em serviço e fora.

    “Estamos falando de uma interação muito violenta com adolescentes, que são estigmatizados como um grupo suspeito por definição, especialmente se pretos, pobres e periféricos”, disse ao g1 Samira Bueno, diretora do Fórum.

    “Reduzir a letalidade provocada pela PM é oferecer perspectiva de vida para esse público, que vive sob a expectativa de ser vítima da violência policial”, apontou.

    Os pesquisadores destacam que, embora a letalidade provocada por policiais militares passe a cair a partir de 2018 entre crianças e adolescentes, a queda se acentua a partir de 2020, ano de implementação das câmeras operacionais portáteis (COP).

    Nos batalhões que incorporaram o uso das câmeras corporais tiveram redução de 76,2% na letalidade dos policiais militares em serviço entre 2019 e 2022, enquanto nos demais batalhões a queda foi de 33,3%. O número de adolescentes mortos em intervenções de policiais militares em serviço caiu 66,7%, passando de 102 vítimas em 2019 para 34 em 2022.

    “O período analisado coincide com a adoção das câmeras operacionais portáteis (COP) pela polícia militar do estado de São Paulo, que começou no segundo semestre de 2020. Historicamente, adolescentes sempre foram os mais impactados por esse tipo de violência letal. Em 2020, pela primeira vez, essa população deixou de ser uma das que mais morre por intervenção policial no estado de São Paulo”, diz Adriana Alvarenga, chefe do escritório do UNICEF em São Paulo.

    Alta taxa de adolescentes mortos
    Em 2017, mais de um terço (34,7%) das mortes provocadas por intervenções de policiais militares tiveram como vítimas jovens de 15 a 19 anos, número inferior apenas à faixa de 20 a 29 anos, com 208 mortes (42,2%).

    “O estado de São Paulo tem uma especificidade que é a alta letalidade provocada por policiais entre adolescentes. Enquanto a média nacional de adolescentes mortos em intervenções policiais é de 12%, em SP chegou a 35% em 2017, antes da implantação do programa”, explicou Samira.

    Em 2021, a proporção de jovens de 15 a 19 anos mortos (42) por PMs caiu para 14,3% do total (292);
    Em 2022, o número total de vítimas foi o menor da série histórica (206), e a proporção de adolescentes mortos ficou abaixo da metade (16,5%) do que foi registrado em 2017.
    “Com a implementação das câmeras corporais e outras medidas de controle, os adolescentes deixaram de ser o principal grupo vitimado pela PM”, destacou a diretora do FBSP.
    Menos negros mortos
    (mas ainda os que mais morrem)
    O estudo também aborda o perfil racial das vítimas da violência policial em serviço:

    Entre 2017 e 2022, 62,7% eram negros (pretos e pardos), 34,7% eram brancos, 0,1% amarelos, e, em 2,5%, cor da vítima não foi preenchida no boletim de ocorrência;
    Entre 2019 e 2022, houve quedas expressivas nas taxas de letalidade: redução de 64,3% entre negros e de 66,2% entre brancos;
    Entre 2017 e 2022, a queda da taxa de mortalidade entre negros (- 63,5%) foi maior que a entre brancos (- 58,3%).

    No entanto, a pesquisa ressalta que, mesmo que a redução nas mortes acontecido de modo proporcional entre brancos e negros, a taxa de letalidade pela polícia segue sendo três vezes maior entre negros do que entre brancos.

    Quase 70% das pessoas mortas por letalidade policial no estado de SP eram negras, aponta levantamento
    Para a chefe do escritório da Unicef em São Paulo, os indicadores analisados no estudo mostram que é possível reduzir as mortes de adolescentes em decorrência de intervenção policial, mas também evidenciam que é importante continuarmos investindo em políticas públicas.

    “Apesar da redução, o estado de São Paulo ainda apresenta um número elevado de violência letal contra adolescentes, incluindo as mortes em decorrência de intervenção policial. Nos últimos quatro anos, de 2019 a 2022, 273 adolescentes e jovens paulistas, entre 15 e 19 anos, foram mortos por intervenções policiais nos últimos quatro anos. É urgente que mais nenhuma dessas mortes ocorra, nem em São Paulo e nem em nenhum outro lugar do Brasil”, diz Adriana.

    Menos policiais mortos
    O estudo apontou que a implementação das câmeras nos uniformes também reduziu o número de mortes de policiais em horário de serviço e fora. Em 2020, por exemplo, 18 PMs foram vítimas de homicídio enquanto trabalhavam; em 2021, foram quatro (- 77%); já em 2022, seis mortes (- 66%).

    Policiais militares mortos em serviço e fora de serviço

    Câmeras portáteis em números
    No estado de São Paulo, 62 batalhões da PM adotaram, entre 2020 e 2022, as câmeras operacionais portáteis (COP). Segundo o FBSP, os resultados indicam que o programa se mostrou positivo ao reduzir a letalidade provocada por policiais em serviço:

    Batalhões que incorporaram o uso das COP tiveram redução de 76,2% na letalidade dos policiais militares em serviço entre 2019 e 2022, enquanto nos demais batalhões a queda foi de 33,3%;
    O número de adolescentes mortos em intervenções de policiais militares em serviço caiu 66,7%, passando de 102 vítimas em 2019 para 34 em 2022;
    A vitimização dos policiais no horário de trabalho também apresentou redução, registrando os menores números da história nos últimos dois anos.

    “Os dados indicam que as COP constituem um importante mecanismo de controle do uso da força letal e de proteção ao policial, mas também que a tecnologia configura um instrumento adicional que não deve ser visto como [solução] para os desafios relativos ao uso da força policial”, afirmaram os pesquisadores.

    Para Adriana, a política das câmeras “pode ser um potencial para outros estados, mas o estudo deixa claro que ela tem que ser colocada em prática com cuidado. As câmeras operacionais portáteis não são uma forma de remediar ou solucionar todos os problemas. Elas precisam fazer parte de um programa maior que abranja capacitação, resolução de conflitos, entre outros temas.”

    Programa Olho Vivo e como funcionam as câmeras
    As câmeras operacionais portáteis foram instituídas dentro do Programa Olho Vivo em 2020 e, um ano depois, em 2021, a adoção de um modelo atualizado de tecnologia representou uma mudança significativa: policiais deixaram de escolher se queriam ou não gravar suas ações.

    Em São Paulo, os policiais não têm controle sobre o acionamento da COP, a gravação ocorre de forma ininterrupta;
    As câmeras são fixadas junto ao peito dos agentes e permitem um ângulo de captação de imagens privilegiado e na altura adequada;
    Nessa posição, é possível registrar os “eventos de interesse, como a tomada da maior parte do corpo das pessoas com as quais os policiais interagem, além da captação de regiões de interesse da ação policial, sobretudo suas mãos”;
    A fixação é forte o suficiente para impedir que a câmera caia dos uniformes em situações mais críticas, como pular muro e se deitar no chão.

    Gravação ininterrupta
    Segundo o relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, as câmeras da Polícia Militar de São Paulo gravam de forma ininterrupta imagens e sons captados.

    Os dados (imagens e sons) obtidos sem o acionamento da gravação são chamados pela polícia de vídeos de rotina;
    Já os obtidos pelo acionamento proposital do policial são chamados de vídeos intencionais;
    Para reduzir custos, a resolução das imagens dos vídeos de rotina é menor que a dos intencionais – e não armazenam o som ambiente;
    Os vídeos de rotina ficam arquivados por 90 dias, já os intencionais ficam guardados por 1 ano;
    Os policiais em serviço só podem retirar as COP em raros momentos (para ir ao banheiro e para fazer refeições, por exemplo).
     

  • Mais de 54% dos alunos aprovados na USP vieram de escolas públicas, e vestibular 2023 se torna o mais inclusivo da história

    Mais de 54% dos alunos aprovados na USP vieram de escolas públicas, e vestibular 2023 se torna o mais inclusivo da história

    Entre os estudantes, 2.020 são do grupo Pretos, Pardos e Indígenas (PPI). Desde o início da política de reserva de vagas, em 2017, esse foi o maior porcentual atingido em todo o vestibular.

    Mais da metade dos estudantes que foram aprovados no vestibular de 2023 da Universidade de São Paulo (USP) cursaram o ensino médio em escola pública. De acordo com dados da universidade, das 10.662 vagas preenchidas, 5.714 são de alunos que vieram do ensino público, ou seja, 54,1%

    Entre os estudantes, 2.020 são do grupo Pretos, Pardos e Indígenas (PPI). Desde o início da política de reserva de vagas, em 2017, esse foi o maior porcentual atingido em todo o vestibular.

    Em 2018, 41,2% dos selecionados eram oriundos de escolas públicas.
    Em 2019, 42% dos selecionados eram oriundos de escolas públicas.
    Em 2020, 47,7% dos selecionados eram oriundos de escolas públicas.
    Em 2021, 51,8% dos selecionados eram oriundos de escolas públicas.
    Em 2022, 51,7% dos selecionados eram oriundos de escolas públicas.
    Em 2023, 54,1% dos selecionados eram oriundos de escolas públicas.

    No saldo final, o vestibular 2023 preencheu 10.662 das 11.147 vagas oferecidas, equivalente a 95,6% das vagas. As remanescentes são disponibilizadas para transferência interna, transferência externa e para candidatos portadores de diploma de curso superior.

    Os dados foram divulgados pela Pró-Reitoria de Graduação durante a sessão temática do Conselho Universitário que aconteceu no dia 25 de abril e discutiu as propostas e os desafios da Graduação na Universidade.

    O vestibular 2023 da USP foi realizado de uma maneira diferente:

    Todos os candidatos concorreram, primeiramente, às vagas destinadas à Ampla Concorrência (AC), independentemente da categoria em que se inscreveram. Dessa forma, foram preenchidas antes as vagas para Ampla Concorrência, depois as vagas para Escola Pública, seguindo os critérios, e só depois as vagas para PPI.

    A universidade adotou a alteração com o objetivo de ampliar as possibilidades dos candidatos EP e PPI, que além de concorreram as vagas reservadas, disputaram também de ampla concorrência.

  • Mulher grávida cai de viaduto em SP após ser atropelada por carro

    Mulher grávida cai de viaduto em SP após ser atropelada por carro

    Acidente ocorreu no Viaduto do Gasômetro. Vítima foi levada para Hospital das Clínicas pelo Helicóptero Águia, da Polícia Militar. Segundo a CET, ela foi atingida quando caminhava pelo local.

    Uma mulher grávida de dois meses caiu do Viaduto do Gasômetro, no Centro de São Paulo, após ser atropelada por um carro.

    O acidente ocorreu nesta terça-feira (16), por volta das 9h30. Ela foi socorrida pelo Helicóptero Águia, da Polícia Militar, e levada ao Hospital das Clínicas.

    A Polícia Militar havia informado que ela era motorista do veículo e tinha caído após bater na grade.
    Entretanto, a informação foi corrigida pela CET. A vítima caminhava pelo viaduto e foi atropelada e despencou do viaduto.

    Ela sofreu ferimentos na cabeça e nas pernas.

    Ainda não há informações sobre seu estado de saúde e as razões do acidente.

     

  • Luana Finger promete looks jeans arrasadores em nova coleção

    Luana Finger promete looks jeans arrasadores em nova coleção

    Parceria de Luana Finger com G2k Jeans terá peças tropicais e urbanas para todos os estilos do Brasil.

    Para alegria das fashionistas, a empresária Luana Finger anunciou que em maio uma nova coleção de jeans será lançada. Desta vez, em parceria com a G2k Jeans, marca queridinha das amantes de um jeans moderno e de qualidade.

    A nova coleção se chama Cápsulas, e terá uma mistura de look praiano com o jeans. E, para abrilhantar ainda mais a beleza das peças, Luana Finger foi até Maragogi, em Alagoas para fotografar com as novas peças que em breve se tornarão os mais desejados entre o público.

    Luana Finger destacou que a coleção é inspirada no look de verão e com um toque que remete as praias, que dominam boa parte do Brasil. Sem contar que a escolha do local tem tudo a ver, já que Maragogi é um verdadeiro paraíso tropical.

    Luana Finger acredita que o estar perto do sol, sentir as areias nos pés e a brisa do mar foram um combustível para aprimorar ainda mais a ideia da nova coleção.

    O resultado do ensaio e dessa parceria de sucesso serão shorts no mood tropical, mas que poderão ser usados tanto na areia quanto nas ruas da cidade. E que segundo Luana Finger, são belíssimos.

    Vale destacar que a parceria com a G2k Jeans, faz parte da missão de Luana Finger, de estar sempre em busca de novidades no quesito vestuário, especialmente no traje jeans, que é um dos tecidos que nunca sai de moda e agrada a todos os estilos.

  • Vitória Supermercados é a escolha certa para qualidade e economia

    Vitória Supermercados é a escolha certa para qualidade e economia

    Rede de Vitória Supermercados fornece mais de 15 mil produtos do setor alimentício, além de frutas, verduras, padaria e açougue. 

    Há 19 anos, o Vitória Supermercados vem fazendo sucesso e ganhando o gosto do público graças ao atendimento diferenciado e qualidade dos produtos que atraem cada vez mais clientes, como no caso Lucas, que é freguês assíduo do estabelecimento. 

    Fundado por Joabson Agostinho Gomes e pela esposa Jordana Azevedo Freire, inicialmente o Vitória Supermercados era um pequeno mercado no centro de Manaus, no Amazonas, que atualmente se tornou uma rede com seis unidades de espalhadas pelo município, que contam hoje com mais de mil colaboradores. 

    Outro destaque do Vitória Supermercados é a questão da caridade, já que o casal de empresários faz doação de cestas básicas com produtos de limpeza e alimentos não perecíveis todos os meses para ajudar cerca de 500 famílias carentes de Manaus. 

    Todas as unidades dispõem de uma ampla variedade de produtos. Atualmente, são mais de 15 mil itens do setor alimentício. Além disso, as unidades do  Vitória Supermercados contam com açougue, setor de frutas e verduras e padaria. Tudo muito bem estruturado para facilitar o dia a dia do cliente, como o caso Vitória, que logo pela manhã vai comprar um pão francês fresquinho. 

    Outro ponto positivo do Vitória Supermercados é a facilidade no pagamento das compras, já que o cliente pode aderir ao cartão próprio da loja e parcelar em até 3x sem juros. Ou se preferir, pagar com visa ou mastercard. 

    Todas as unidades do Vitória Supermercados possuem estacionamento coberto, além da localização privilegiada e de fácil acesso. Anote os endereços das Unidades e confira!

    Unidade I – Av. Marquês de Santa Cruz, 176 – Centro, Manaus – Amazonas

    Unidade II – Rua Ananás, 408 – São José Operário, Manaus 

    Unidade III – Av. Rodrigo Otávio nº 1111 – Japiim, Manaus 

    Unidade IV – Av. Autaz Mirim, 6100 – São José Operário, Manaus 

    Unidade V – Av. Cosme Ferreira, 1620 – Coroado I, Manaus 

    Unidade VI – Av. Torquato Tapajós, nº 5200 – Flores, Manaus

  • Golpe do amor: veja dicas para se proteger ao usar apps de relacionamento

    Golpe do amor: veja dicas para se proteger ao usar apps de relacionamento

    Conheça as regras sobre segurança e saiba como identificar um perfil falso.

    Conhecer pessoas novas apenas com um encontro sem compromisso requer cuidados, principalmente se você for utilizar aplicativos de relacionamento, como Tinder, Bumble e Happn. Priorizar a sua segurança ao lidar com os novos contatinhos é imprescindível.

    Em São Paulo, entre janeiro até março deste ano, a Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), unidade especializada em sequestro da Polícia Civil paulista, registrou 18 casos de “golpe do Tinder”, esclareceu 14 ocorrências e prendeu 56 suspeitos. Em 2022, foram 115 casos durante todo ano.

    A violência aplicada nesses casos e os crimes de estelionatos acendem um alerta, segundo o delegado Fabio Nelson Fernandes. “Nos últimos dois anos foram quatro mortes associadas a esse tipo de sequestro. Os criminosos são mais impetuosos, geralmente a vítima reage e tenta fugir.”

    O g1 reuniu dicas dos aplicativos, do delegado e conversou com especialistas em segurança digital sobre o que fazer durante o uso dos apps para evitar cair em armadilhas dos “golpistas do amor” no primeiro encontro.

    Essas “dicas de ouro” não garantem 100% a proteção, mas são os filtros básicos que podem evitar muita coisa ruim, segundo presidente da Associação Brasileira de Segurança Cibernética, Hiago Kin.

    Dicas para ter uma experiência mais segura
    ❌Não compartilhe informações pessoais com a outra pessoa: evite falar se mora sozinho, se tem carro, se a família é de outro estado, o endereço de trabalho ou em que dias você vai à academia.

    🤥 Verifique se o perfil do crush é fake: criminosos muitas vezes acabam utilizando fotos que geralmente pertencem a outra pessoa; veja abaixo como fazer uma análise após o match:

    Observe se há sinais que podem indicar manipulação da imagem: bordas ou sombras irregulares e resolução baixa são indícios de montagem ou retirada de fotos de outros perfis.
    Pesquise pelo nome que aparece no perfil: utilize buscadores e outras redes sociais para ver quais informações aparecem sobre o crush e se a foto corresponde com as imagens que foram apresentadas pela pessoa.
    Cadastro sem foto ou com imagens disponíveis em bancos: isso aumenta a chance de ser um perfil enganoso.
    Faça uma pesquisa reversa: é possível utilizar a busca de imagens do Google. Para isso, clique no botão de câmera. Arraste ou envie o arquivo de uma imagem que desejar pesquisar, por upload ou link, e o buscador exibirá resultados iguais ou semelhantes. Desse modo, será possível verificar se a foto é original ou tem outras versões distintas, além de saber quem mais já divulgou o conteúdo.
     

  • Escolas de Cubatão, SP, ficam sem aula por causa de greve dos funcionários da limpeza

    Escolas de Cubatão, SP, ficam sem aula por causa de greve dos funcionários da limpeza

    Segundo a categoria, os funcionários estão com salários atrasados desde abril. Prefeitura emitiu um comunicado, nesta quarta-feira (10), informando a suspensão das aulas.

    As escolas municipais de Cubatão (SP) estão com as aulas suspensas devido ao início da greve dos funcionários terceirizados que realizam a limpeza nas unidades. De acordo com a categoria, o motivo é a falta de pagamento. Diante da situação, o prefeito Ademário Oliveira autorizou análise da rescisão imediata do contrato com a empresa responsável pelos serviços.

    De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Asseio e Conservação da Baixada Santista, Paloma dos Santos, os funcionários estão com salários atrasados desde abril.

    “Elas estão com salário do mês atrasado, sem receber o vale-refeição. Elas estão sem EPI para trabalhar. Chegou em uma situação no limite. Tem trabalhadores que tiraram férias e não receberam. Teve quem foi demitido e não receberam os direitos. Isso não pode ficar assim”, disse ela.

    A prefeitura emitiu um comunicado, nesta quarta-feira (10), dizendo que os dias 11 e 12 de maio não haverá aula, em razão da regularização da prestação de serviços de limpeza. Segundo a prefeitura, os respectivos dias de aulas serão repostos em 3 e 17 de junho.

    Ainda de acordo com o documento, os professores e inspetores estão dispensados do cumprimento da carga horária, a qual será reposta nos dias acima citados, não havendo prejuízos em seus vencimentos.

    Em nota, a Prefeitura de Cubatão disse que a empresa Safe, responsável pela limpeza, tem sido reincidente no descumprimento das obrigações trabalhistas, inclusive com o atraso do pagamento de salários e do vale-refeição. A empresa já foi penalizada diversas vezes pela administração municipal, até mesmo com multas.

    A administração municipal disse ainda que eventuais aulas prejudicadas por conta desta paralisação já estão no calendário para reposição até que a rotina dos serviços prestados volte à normalidade, o que deve ocorrer ainda nesta semana.

    Alunos
    De acordo com uma mãe, que não quis ser identificada, a filha dela está matriculada no maternal 2, da UME Celita Tertuliano. Ela diz que, desde segunda-feira, os alunos não estão cumprido o período integral das aulas.

    “A unidade municipal Celita está sem as atividades e outras unidades também. Os períodos foram limitados. Estou preocupada porque preciso trabalhar e não tenho com quem deixar ela. Estou contando com a ajuda de conhecidos. Se colocamos os filhos na creche é porque precisamos”, disse ela.

  • Caso Pavesi: Médico condenado por retirada ilegal de órgãos em MG é preso no interior de SP

    Caso Pavesi: Médico condenado por retirada ilegal de órgãos em MG é preso no interior de SP

    Álvaro Ianhez, de 76 anos, foi condenado a 21 anos e 8 meses por homicídio duplamente qualificado por morte de garoto no ano 2000, em Poços de Caldas.

    O médico Álvaro Ianhez, de 76 anos, condenado pela morte e retirada ilegal de órgãos do menino Paulo Veronesi Pavesi, no ano 2000, em Poços de Caldas (MG), foi preso nesta terça-feira (9) no interior de São Paulo.

    Álvaro Ianhez foi condenado no dia 19 de abril de 2022 a 21 anos e 8 meses por homicídio duplamente qualificado, mas não havia sido preso, devido a inúmeros recursos apresentados pela defesa. O menino tinha 10 anos quando o crime foi cometido pelo médico

    O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) havia expedido novo mandado de prisão após o ministro Rogério Schietti Cruz, da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negar habeas corpus depois do STF cassar a liminar que impedia a execução da pena imposta o médico.

    A prisão de Ianhez, efetuada em Jundiaí (SP), foi resultado de atuação conjunta dos Centros de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Criminais (Caocrim) e dos Ministérios Públicos de Minas Gerais e de São Paulo.

    O médico seria encaminhado para a cidade de São Paulo, onde ficará à disposição da Justiça. A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Justiça de Minas Gerais já foi comunicada pelo MPMG da prisão. Conforme o MP, caberá ao Departamento Penitenciário de Minas Gerais a transferência do preso para uma unidade prisional do estado.

    Em nota enviada à EPTV Sul de Minas, Afiliada Rede Globo, a defesa de Álvaro Ianhez disse que já está tomando todas as medidas para afastar a ilegalidade da execução provisória da pena e acredita que o Judiciário cumprirá a Constituição. A defesa também disse que “o Dr. Alvaro segue inocente aos olhos da Constituição e terá os seus recursos analisados pela Justiça Brasileira”.

    Outros cinco médicos já foram condenados em 1ª instância por participação no caso, mas respondem em liberdade.

    Condenação

    Álvaro Ianhez, um dos médicos acusados pela morte e retirada ilegal de órgãos do menino Paulo Veronesi Pavesi, em abril de 2000, em Poços de Caldas, no Sul de Minas, foi condenado por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e pelo fato de a vítima ter menos de 14 anos.

    De acordo com da Justiça mineira, o magistrado Daniel Leite Chaves determinou na sentença a expedição da guia de execução provisória.

    Segundo a denúncia do Ministério Público, Ianhez foi um dos médicos que causaram a morte da criança de 10 anos. O objetivo desses médicos, segundo o MP, era usar os órgãos de Pavesi em outros pacientes.

    O médico teve o pedido da defesa de recorrer em liberdade negado devido à “gravidade do crime”, segundo o juiz que presidiu o tribunal. No entanto, o médico conseguiu posteriormente uma liminar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que impedia o cumprimento da sentença. Ele não chegou a ser preso.

    Caso Pavesi

    No dia 19 de abril de 2000, há exatos 22 anos, Paulo Veronesi Pavesi, então com 10 anos, caiu da grade do playground do prédio onde morava e foi levado para o pronto-socorro do Hospital Pedro Sanches. De acordo com o Ministério Público, o menino teria sido vítima de um erro médico durante uma cirurgia e foi levado para a Santa Casa de Poços de Caldas, onde teve os órgãos retirados por meio de um diagnóstico de morte encefálica, que conforme apontaram as investigações, teria sido forjado.

    “Essa foi uma das diversas irregularidades ocorridas no atendimento ao garoto, pois, como interessados no transplante de órgãos, havia vedação legal para que eles atuassem na constatação da morte do paciente”, informou o Ministério Público de Minas.

    Após receber uma conta hospitalar no valor de R$ 11.668,62, o pai do menino, Paulo Airton Pavesi, questionou as cobranças e deparou-se com dados que não condiziam com o que havia sido feito, inclusive com a cobrança de medicamentos para remoção de órgãos, que oficialmente é custeada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    O pai do menino, Paulo Pavesi, começou a investigar por conta própria e a reunir provas para mostrar as irregularidades. Paulo Pavesi deixou o Brasil em 2008 e passou a viver na Europa, alegando receber ameaças. Toda a história resultou em um livro de 400 páginas lançado em 2014: “Tráfico de Órgãos no Brasil – O que a máfia não quer que você saiba”.

    A descoberta de um suposto esquema para a retirada ilegal de órgãos de pacientes em Poços de Caldas fez com que a Santa Casa da cidade fosse descredenciada para a realização de transplantes e remoção de órgãos no ano de 2002.

    A entidade que geria os trabalhos na cidade, MG Sul Transplantes, também foi extinta no município. Quatro médicos: José Luis Gomes da Silva, José Luis Bonfitto, Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado do menino Pavesi.

    O caso foi tema de discussões também no Congresso Nacional em 2004, durante a CPI que investigou o tráfico de órgãos.

    Segundo a denúncia do Ministério Público, Álvaro e outros acusados agiram com intenção de forjar e documentar a morte de Paulo Pavesi para a retirada ilegal de órgãos.

    “Ele [Ianhez] é o médico responsável pela retirada dos órgãos. Ele era o médico que era o diretor da Santa Casa onde se fazia o transplante de órgãos. Ele é o dono da clínica onde era feito o transplante ilegal de rim”, disse o advogado da família, Dino Miraglia.

    “Ele estava presente desde a hora que em que ele (Pavesi) foi transferido de um hospital para outro sem a menor necessidade e quando anestesiaram o menino pra fazer retirada de órgão. Se o menino estava com morte cerebral, para que anestesiou? Anestesiou porque não tinha morte cerebral. Se não tinha morte cerebral, não podia ter transplante”, completou o advogado.

    Em janeiro de 2021, outros dois médicos, José Luiz Gomes da Silva e José Luiz Bonfitto, foram condenados a 25 anos de prisão. Já Marcos Alexandre Pacheco da Fonseca foi absolvido pelo júri.

    Repercussão nacional

    O caso Pavesi ganhou repercussão nacional no ano 2002, quando os médicos José Luis Gomes da Silva, José Luis Bonfitto, Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado de Paulo Veronesi Pavesi, que na época tinha 10 anos.

    Conforme a Justiça, os quatro médicos teriam sido responsáveis por procedimentos incorretos na morte e remoção de órgãos do garoto, após ele cair de uma altura de 10 metros no prédio onde morava.

    O exame que apontou a morte cerebral teria sido forjado, e o garoto ainda estaria vivo no momento da retirada dos órgãos.

    Os quatro negam qualquer irregularidade, tanto nos exames quanto nos transplantes aos quais o garoto foi submetido. O caso foi desmembrado e transferido de Poços de Caldas para Belo Horizonte em agosto de 2014, a pedido do Ministério Público, para evitar a influência econômica e social dos médicos sobre os jurados.

    Outros condenados

    Outros três médicos acusados de participação no caso, Sérgio Poli Gaspar, Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, chegaram a ser condenados em 1ª instância em 2014 por participação no caso.

    A sentença foi anulada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais em maio de 2016, que entendeu que o caso deveria ter sido julgado por um júri popular, e o processo retornou para Poços de Caldas.

    Em setembro de 2021, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal restaurou a sentença original que condenou os três médicos. Isto aconteceu porque, por 3 votos a 1, o STF decidiu que o crime de remoção de órgãos não deve ser julgado por júri popular, e sim, pela vara criminal responsável.

    No recurso ao STF, o Ministério Público disse considerar que o caso é de competência da Vara Criminal e que, por isso, a condenação dos médicos era válida. O MP argumentou que o crime de remoção de órgãos é previsto na Lei de Transplantes, e que a morte deve ser vista como uma “consequência” no julgamento desse crime específico.

  • Presos suspeitos de invadir conta bancária e causar prejuízo de quase R$ 200 mil a idosa de Santa Maria, diz polícia

    Presos suspeitos de invadir conta bancária e causar prejuízo de quase R$ 200 mil a idosa de Santa Maria, diz polícia

    Investigados se passariam por funcionários de banco e induziriam mulher a conceder acesso remoto ao aplicativo de sua conta. Sete mandados de prisão preventiva são cumpridos em SP.

    Cinco pessoas foram presas preventivamente, nesta quarta-feira (10), por suspeita de envolvimento na invasão da conta bancária de uma idosa de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. A mulher, de 64 anos, teve um prejuízo de R$ 192 mil, conforme a Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

    Os mandados são cumpridos pela Delegacia de Proteção ao Idoso e Combate à Intolerância (DPICOI) do município em São Paulo, Ilha Comprida e Pariquera-Açu. Os presos até a última atualização desta reportagem são quatro homens – dois com 22 anos, um com 26 e outro com 39 anos – e uma mulher, de 32 anos.

    Dois alvos de mandados de prisão preventiva ainda não foram localizados pela polícia. Além disso, são cumpridos 15 mandados de busca e apreensão no estado paulista. Segundo a delegada Débora Dias, titular da DPICOI de Santa Maria, os crimes apurados são estelionato e associação criminosa.

    No início de abril, a idosa começou a receber ligações telefônicas dos suspeitos, que se passavam por funcionários do banco do qual ela era cliente. Então, eles diziam que a conta da idosa tinha sido invadida. Prometendo a instalação de um antivírus, os investigados induziriam a pessoa a baixar um aplicativo que autorizava o acesso remoto ao celular e, consequentemente, ao aplicativo do banco.

    O grupo também é suspeito de aplicar o golpe do cartão clonado, além de enviar mensagens de texto para novas vítimas do esquema se passando por funcionários de bancos.

    A operação da Polícia Civil do RS conta com apoio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Polícia Civil de SP.