Categoria: Brasil

  • Grupo BNK esclarece dúvidas sobre a contratação de crédito para máquinas

    Grupo BNK esclarece dúvidas sobre a contratação de crédito para máquinas

    Empresas podem manter seus negócios em pleno funcionamento ao solicitar o crédito para máquinas com o Grupo BNK

    O crédito para máquinas é uma excelente oportunidade para as empresas que desejam adquirir estes equipamentos para atender ao aumento das demandas de trabalho ou facilitar a execução de atividades, mas não possuem o valor para compra-los.  

    Sem dúvidas, o crédito para máquinas é importante para fazer com que o negócio cresça cada vez mais, garantindo a qualidade e tecnologia na confecção de produtos ou realização de serviços, como acontece nas empresas agrícolas. E, para ajudar os empresários a conquistarem um crédito para máquinas, uma das opções é a contemplação de consórcio. 

    Além disso, grande parte das indústrias enfrentou ou enfrenta dificuldades e escassez no fluxo de caixa. Por meio do crédito para máquinas é possível que a empresa guarde o capital de giro para quitar dívidas . 

    Outra alternativa utilizada no crédito para máquinas é fazer com que o negócio continue funcionando ou garantir que o empresário consiga arcar tanto com outras despesas quanto com os produtos para manter o estoque. Vale destacar que as prestações de um consórcio para garantir o crédito para máquinas são bem menores porque não possuem as taxas de juros, como acontece nos financiamentos.

    Por meio do consórcio, os contemplados concorrem todos os meses às cartas de crédito, que são compostas pelo pagamento das cotas mensais, além dos lances, onde os valores mais altos recebem a carta de crédito mais alta. 

    No entanto, a operação de crédito para máquinas, os encargos, carência e outras condições do consórcio variam de acordo com cada perfil de cliente ou empresa. Sendo assim, as analises são feitas individualmente. 

    Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas, entre em contato com o Grupo BNK pelo site www.grupobnk.com.br

  • Idosa de 89 anos morre em unidade de saúde à espera de vaga para internação em Sorocaba

    Idosa de 89 anos morre em unidade de saúde à espera de vaga para internação em Sorocaba

    Neta diz que Etelvina Silva esperou mais de dez horas por vaga em uma cadeira de rodas. Idosa foi atendida na UPH Oeste e deveria ser levada a um hospital, mas não resistiu e morreu quase 24 horas depois.

    Uma idosa de 89 anos com quadro de pneumonia morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPH) da zona oeste, em Sorocaba (SP), à espera de uma vaga para internação. Etelvina Silva deu entrada na UPH por volta de meio-dia de domingo (2), mas não resistiu. A morte foi registrada na segunda-feira (3) pela manhã, quase 24 horas depois, informou a família.

    Ainda conforme a família, o médico disse que a idosa teve uma infecção generalizada por causa da pneumonia e por isso não resistiu.

    A prefeitura de Sorocaba informou que a paciente deu entrada na UPH Oeste em estado delicado de saúde e, “imediatamente, foi atendida de forma prioritária, em leito de emergência, realizando todos os exames necessários, recebendo medicações e sendo integralmente assistida”.

    Ao g1, a neta Maricel Silva Pereira contou que a avó não teve atendimento adequado e que ficou mais de dez horas em uma cadeira de rodas enquanto aguardava a vaga para internação.

    Ainda conforme a prefeitura, “a vaga para internação em hospital já havia sido solicitada, via CROSS, mas a paciente não resistiu”.

    “Mas é claro que ela não ia resistir. Ela já chegou fraca, chegou doente, e teve que fazer todo o processo de espera, o exame, e depois ainda tentar aguardar a vaga”, rechaçou a neta.

    Etelvina Silva foi sepultada na tarde desta terça-feira (4) no Cemitério Municipal de Araçoiaba da Serra (SP).

    Mais de 10 horas em cadeira de rodas
    Maricel contou que a avó ficou muito tempo em uma cadeira de rodas, que só depois de mais de dez horas no assento, a avó foi colocada em repouso. “Quando ela conseguiu a maca, por volta das 23h, não deram nada de tão importante para ela, para tentar reverter alguma coisa, nada”, comentou.

    A neta comentou que quando chegou na UPH, ela pediu uma cadeira de rodas para ela sair do carro, mas entregaram uma inadequada para seu tamanho.

    “Minha avó não parava, era uma cadeira enorme, grandona. Minha avó era magrinha e ela escorregava. Ela não parava e não tinha força para segurar”, conta.
    A idosa foi atendida pelo médico e realizou exames, perto de 16h, ainda na cadeira, e com muitas dificuldades para ficar ali, contou a parente. Após quase três horas para o resultado, o médico solicitou a internação, pedindo uma vaga pelo Cross.

    “Consegui trocar a cadeira dela só depois de ela já ter passado com o médico e quando estava esperando a medicação e os exames. Entramos no consultório e ele já falou ela ia ficar internada. Disse que faria a ‘papelada’ e deixaria tudo pronto, e que ia fazer a internação dela na observação.”

    Sem acompanhante
    Maricel disse que, já na madrugada de segunda-feira, surgiu uma vaga na observação e pediram para que a família acompanhasse a idosa. Às 2h, as enfermeiras disseram que a família deveria ir embora, porque Etelvina ficaria na emergência e que nesse local não é permitido acompanhantes.

    Antes de ir embora, ainda conforme a neta, os funcionários do hospital informaram que a visita a Etelvina poderia ser feita às 15h. Mas já na manhã de segunda-feira, por volta das 10h, a assistente social ligou para a família pedindo que ela fosse à UPH.

    “Eu cheguei lá por volta de 13h, passei pelo balcão e a moça ligou para a assistência social falando que eu estava lá, para me liberar até a emergência. Fui até a parte de baixo na emergência, mas não me falaram nada. Quando foi umas 15h, o médico falou que ela não tinha resistido.”
    “Ela chegou debilitada [no hospital]. O próprio médico falou que o caso dela era internação, que ela precisava de uma maca e direto para observação. Não importa da forma que ela chegou, como ela chegou, eles deveriam ter dado uma atenção especial, um atendimento que ela pudesse ficar ali, em uma situação melhor”, diz.

    Maricel lembrou que a avó era bem ativa e lúcida. “Ela tinha pressão alta, mas ela controlava. Morava comigo, então, eu cuidava do remédio dela, sempre levava no médico para acompanhamento. Muito sofrimento”, lamentou a neta.

    Sobre o porquê de tanto tempo de a idosa esperar por vaga de internação na cadeira de rodas e quais as medidas estão sendo tomadas para melhorar o atendimento na UPH, não houve resposta da prefeitura.

  • Investidores denunciam calote da empresa Grow Up

    Investidores denunciam calote da empresa Grow Up

    Empresa criada por Gleidson da Costa na região do “Novo Egito” no RJ não paga investidores desde janeiro, após prometer retornos de até 10% ao mês

    A Grow Up, empresa que captava dinheiro dos investidores com a promessa de entregar rendimentos acima do normal com o suposto trade de criptomoedas, está sendo acusada por um grupo de cerca de 300 clientes de ter aplicado um golpe ao deixar de pagar os rendimentos prometidos aos investidores desde janeiro deste ano.

    A empresa acusada de calote foi criada por Gleidson da Costa Gonçalves em 2019 e mirava investidores de Campos dos Goytacazes (RJ), ao norte de Cabo Frio — região que ganhou o apelido de ‘Novo Egito’ pelo grande número de pirâmides financeiras que se proliferaram na área, sendo a GAS Consultoria, do “Faraó do Bitcoin”, a mais famosa delas.

    Enquanto os concorrentes da região aos poucos iam sendo derrubados pela Polícia Federal, a Grow Up continuou operando. Na virada do ano, no entanto, a empresa começou a apresentar problemas, na mesma época em que outra pirâmide financeira famosa, a Braiscompany, deixou de pagar os clientes.

    Desde então, pessoas que se dizem lesadas por Gleidson Costa se organizam para cobrar das autoridades que a Grow Up seja investigada da mesma forma que as pirâmides concorrentes, que foram alvos de operações da Polícia Federal nos últimos tempos.

    A movimentação parece já ter gerado um resultado parcial. Na última quarta-feira (28), o deputado federal Caio Vianna (PSD/RJ) apresentou um requerimento para que Gleidson Costa seja convocado para prestar esclarecimentos na CPI das Pirâmides Financeiras, que investiga os principais golpes aplicados com uso de criptomoedas no Brasil.

    Na justificativa para a intimação, o deputado descreve que “sob a alegação de problemas operacionais, o presidente da empresa, Gleidson Costa, tem sido incapaz de cumprir com as obrigações financeiras assumidas com os investidores, causando prejuízos significativos.”

    “Considerando a possível caracterização da Grow Up Club como mais um caso de pirâmide financeira, é imprescindível o convite de seu presidente para prestar esclarecimentos perante esta CPI”, acrescenta Vianna.

    A convocação ainda precisa ser aprovadas pelos integrantes da comissão, prevista para se reunir na próxima semana.

    Clientes se unem para denúncia coletiva

    Um grupo de 14 investidores que, juntos ,perderam R$ 1,5 milhão investindo com Gleidson, fez um boletim de ocorrência coletivo na 134ª Delegacia de Polícia de Campos dos Goytacazes, acusando Gleidson de estelionato — crime que desde que entrou em vigor a Lei de Criptomoedas (Lei 14.478/22) resulta em punição ainda maior caso envolva ativos digitais. 

    Um desses investidores é Maicon Moreira, que relatou ter perdido R$ 130 mil no esquema. Segundo ele, o dinheiro “faz muita falta para toda família”, já que além dele, sua irmã e pai também investiram com Gleidson por sua influência.

    Ele organizou junto com os outros investidores um relatório de denúncia para basear o boletim de ocorrência, que também foi enviado para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e o Federal (MPF). 

    “Recentemente também fomos à Delegacia de Defraudações cobrar agilidade das autoridades. Lá fomos informados que será concluído o relatório e a prisão do Gleidson será pedida já que ele não compareceu na delegacia para prestar esclarecimentos”, afirmou Moreira.

    Outros dois investidores ouvidos pela reportagem, também abriram separadamente boletins de ocorrência contra Gleidson e também aguardam uma solução.

    Um deles, que pediu para não ter o nome revelado, afirmou ter R$ 120 mil presos na Grow Up. “Era o dinheiro meu e da minha esposa, que está passando por um processo extremamente delicado de fertilização in vitro, que custa hoje cerca de R$ 40 mil. Uma das coisas que tínhamos planejado com esse recurso colocado na Grow Up era custear esse tratamento”, relata o investidor lesado. 

    “Nós, clientes, esperamos que a justiça seja feita e que os pagamentos sejam realizados. Caso não sejam, que ele pelo menos mostre as provas da real limitação”, acrescenta o investidor. Ele diz que Gleidson não foi capaz de provar de maneira concreta as supostas contas bancárias bloqueadas e a limitação de saques de corretoras – que p dono da Grow Up culpa pelos atrasos de pagamento, uma estratégia semelhante à seguida pelos criadores da Braiscompany. 

    Esse investidor afirma que se reuniu com sócios da Grow Up, que lhe confirmaram terem sido intimados a depor na delegacia. Na ocasião, eles alegaram não saber do paradeiro de Gleidson — que centralizava as operações da Grow Up —, sugerindo que ele deixou Campos dos Goytacazes.

    Em abril, Gleidson enviou aos clientes um áudio no Telegram para passar informações sobre a empresa, em que negava ter deixado a cidade e ter sido intimado a depor. O investidor ouvido pela reportagem conta que, no mesmo dia que Gleidson negou ter se mudado, foi até o condomínio do empresário. Lá, o porteiro disse que Gleidson não estava mais morando no local.

    Desde então, o empresário acusado de dar calote se mantém em silêncio. Seu perfil do Instagram, onde ele se vendia como um grande empresário e postava montagens ao lado de Messi e Cristiano Ronaldo, segue parado desde dezembro do ano passado.

    Como a Grow Up operava

    A Grow Up operava de forma similar à empresa do agora foragido Antônio Neto Ais que, segundo fontes familiarizadas com o assunto, era uma grande inspiração para Gleidson.

    A Grow Up também tinha um suposto serviço de “aluguel de criptomoedas” de diferentes modalidades. Uma delas era o “Plano Plus”, em que o investidor fazia um aporte que lhe gerava rendimentos variáveis, que deveriam chegar a até 10% ao mês.

    A empresa também promovia uma espécie de “consórcio”, em que clientes faziam depósitos mensais por um ano. Na chegada do 12º mês, o investidor deveria ser capaz de sacar o aporte inicial, mais uma rentabilidade de 25% sobre o valor. Ou seja, se o cliente depositasse R$ 24 mil para a empresa, em parcelas de R$ 2 mil por mês, no final de um ano ele sacaria um total de R$ 30 mil, aproveitando um lucro de R$ 6 mil.

    No contrato do consórcio visto pela reportagem, a Grow Up diz que sua missão é “levar as pessoas ao conhecimento dos ativos digitais e suas oportunidades de ganhos através do mercado internacional de moedas”, afirmando ser capaz de gerar esses lucros acima da média graças aos “esforços e observações de profissionais qualificados em operações automatizadas”, sem mencionar por quem e como o capital do investidor seria alocado.

    Vale lembrar que a Grow Up não possui qualquer autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para captar dinheiro dos investidores com a promessa garantida de entregar ganhos — prática que pode ser enquadrada como oferta irregular de valores mobiliários.

    Trading Farm

    Um outro esquema usado por Gleidson para captar dinheiro era o serviço Trading Farm, no qual prometia entregar em 120 dias um rendimento fixo de 48% sobre depósitos de Tether (USDT), a stablecoin pareada ao dólar.

    Neste serviço, os rendimentos supostamente eram gerados a partir da mineração de USDT e outras criptomoedas, que seria realizada em quatro galpões de mineração localizados em Washington, nos EUA. 

    Aqui surge o outro sinal vermelho da oferta, uma vez que USDT não é uma criptomoeda que pode ser minerada. Já se tornou um problema reconhecido no setor os golpistas que usam a falta de conhecimento de novatos para promover esse suposto tipo de serviço.

    Esse serviço em específico foi oferecido por Gleidson através de seu curso “Minas de Ouro Secreta” — vendido por R$ 700 antes de ser disponibilizado (e depois excluído) no YouTube —, em que ele dizia ensinar investidores a ficarem ricos por meio da Trading Farm.

    Seus “alunos” eram então levados a firmar contratos de 30, 60, 90 e 120 dias nesse esquema em que, quanto maior o período do investimento, maior era o suposto retorno. Um contrato de 30 dias, por exemplo, dava 12% de lucro; 60 dias a lucratividade subia para 24%, 90 dias para 36%; e 120 dias para 48%.

    Clientes lesados informaram que Gleidson ainda vendia vários outros serviços de investimentos, igualmente suspeitos. 

    Entre eles estava a “Fazendinha”, serviço em que ele que dizia pagar de 8% a 20% no mês sobre o capital investido pelo cliente nos rigs de mineração que ele tinha na própria casa; “Dividendos Americanos”, onde o Gleidson recebia USDT do cliente para investir em fundos americanos; e a “Alavancagem China”, no qual Gleidson investia o capital dos clientes no mercado de opções binárias usando supostas técnicas de manipulação chinesa que ele havia pago R$ 200 mil para aprender. 

    Como era de se esperar, essas promessas de lucros fáceis não demorariam muito para cair por terra.

    O início do fim

    Os pagamentos dos esquemas de Gleidson começaram a ser interrompidos entre novembro de 2022 e fevereiro de 2023, em todos os serviços que promovia.

    No caso da Trading Farm, a suspensão dos pagamentos aconteceu quando a FTX quebrou e a empresa alegou que não poderia fazer os pagamentos para “proteger os clientes”. Em seguida, disse que para voltar os pagamentos, precisaria confirmar os endereços cripto de todos os clientes de novo.

    “Passou três, quatro, cinco meses, e nada dos pagamentos. O suporte da Trading Farm parou de responder email e o Gleidson, sempre nos grupos do Telegram, ficava pedindo que nós aguardassemos. Ele falou que confiava tanto na Trading Farm que mesmo após o bloqueio dos saques, colocou mais US$ 20 mil na empresa. Depois, o Gleidson diz que não tinha nada a ver com a Trading Farm e que não poderia ser responsabilizado pela empresa”, disse Siqueira. “Desde então, a enrolação continua, estamos até hoje sem saques.”

    O investidor aponta que, todos os pagamentos dos outros negócios de criptomoedas promovidos por Gleidson também pararam de pagar os clientes. No caso do aluguel de criptomoedas promovido pela Grow Up, as desculpas apresentadas eram bloqueios de contas bancárias da empresa e limitações de saque pelas plataformas usadas para trade.

    Apesar dos problemas operacionais, a empresa garantiu repedidas vezes aos investidores que possui recursos suficientes para dar continuidade a suas atividades, mas sem informar uma data de quanto pretende retomar dos pagamentos.

  • Financiadores de tentativa de golpe gastaram R$ 582 mil em 117 ônibus com “patriotas”

    Financiadores de tentativa de golpe gastaram R$ 582 mil em 117 ônibus com “patriotas”

    Relatório da Polícia Civil do DF, enviado à CPI da CLDF, analisou dados da ANTT de caravanas que saíram de 15 estados rumo a Brasília no 8/1

    A tentativa de golpe de 8 de Janeiro contou com o financiamento de mais de meio milhão de reais para lotar ônibus de “patriotas”, saindo de 15 estados diferentes rumo a Brasília. Um relatório da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) aponta 117 ônibus usados para levar brasileiros das cinco regiões ao atentado contra a democracia, custando, ao todo, R$ 582 mil.

    O levantamento da corporação foi realizado com base em uma relação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) com todos os ônibus que solicitaram autorização de transportes de passageiros para Brasília entre 1º a 8 de janeiro deste ano e tiveram presos por conta das invasões. O relatório final foi entregue nos últimos dias para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos, da Câmara Legislativa do DF.

    Os financiadores desembolsaram valores que variam entre R$ 100 e R$ 28 mil por ônibus contratado. Jorginho Cardoso de Azevedo, 61 anos, por exemplo, foi um dos que mais gastou. Ele contratou um ônibus no Paraná por R$ 28 mil, fazendo com que 38 passageiros chegassem em Brasília uma hora antes do início da invasão ao Congresso.

    Jorginho acabou preso e é investigado no inquérito 4922 do Supremo Tribunal Federal (STF), contra os chamados “executores materiais”. A investigação apura denúncias que abrangem os crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado e dano qualificado.

    Um outro veículo saiu de Santa Cruz do Sul, município de Rio Grande do Sul, na noite do dia 6. Contratado por R$ 20 mil, ele percorreu 4.300 kms, com 29 passageiros. Oito deles acabaram presos.

    Responsáveis pelas contratações

    O relatório da Polícia Civil do DF entregue à CPI detalha que a “individualização daqueles veículos que, efetivamente, transportaram pessoas que posteriormente foram detidas na manifestação”.

    “Nesse particular, é possível identificar o proprietário contratado para o transporte e também o responsável pela contratação do ônibus que deslocaram os manifestantes a Brasília/DF”, traz o documento.

    Essas informações colaboram com a linha de investigação que tenta alcançar os financiadores da tentativa de golpe. Outro nome apontado é o de Fernando José Ribeiro Casaca, morador de São Paulo. A polícia detalha um investimento de R$ 17.500 feito por ele para levar 34 “patriotas” em um ônibus saindo de Santos (SP) em 6 de janeiro e chegando à capital do país um dia depois, na véspera dos atos antidemocráticos.

    Fernando José também estava na lista de nomes de pessoas que a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu o bloqueio de bens, devido ao financiamento do transporte dos envolvidos na depredação.

    Já no Norte do país, a servidora pública municipal Yette Santos Soares Nogueira, de Tocantins, bancou um veículo para 44 pessoas, saindo de Palmas no dia 7 e passando por Caldas Novas (GO) antes de chegar a Brasília. Entre os passageiros, três tocantinenses e uma goiana acabaram presos. Yette tentou se eleger como deputada federal em 2022 e registrou uma renda bem humilde, sem nenhum bem.

    CPI

    Os deputados da CPI em andamento no DF vão analisar esse relatório da Polícia Civil e outros documentos recebidos pela Comissão durante o recesso parlamentar. Os trabalhos de investigação da Câmara Legislativa pausam após o depoimento desta quinta-feira (29/6).

    Acontece hoje a 15ª oitiva da apuração. Alan Diego dos Santos e George Washington de Oliveira Sousa, dois condenados pela tentativa de explodir uma bomba em um caminhão-tanque próximo ao Aeroporto Internacional de Brasília, serão ouvidos pelos deputados distritais.

  • Adolescente de 17 anos é morto a tiros em Cruzeiro; ninguém foi preso

    Adolescente de 17 anos é morto a tiros em Cruzeiro; ninguém foi preso

    Em depoimento, a família da vítima disse que o jovem havia sido ameaçado dias antes. A polícia acredita que a motivação do crime seja uma briga entre regiões do bairro Itagaçaba.

    Um adolescente de 17 anos foi morto a tiros na noite deste segunda-feira (3) em Cruzeiro, no interior de São Paulo. Ninguém foi preso até o momento.

    De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu por volta das 23h na avenida Luís Bitencourt, próximo a uma praça do bairro Itagaçaba.

    Policiais Militares foram acionados para o local e, quando chegaram, a vítima estava sendo socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O rapaz foi encaminhado à Santa Casa da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

    Ele foi atingido por ao menos quatro disparos: dois no abdômen, um braço e outro no antebraço. No local do crime, a equipe da PM manchas de sangue e dois estojos calibres 40, além de munição intacta.

    Os agentes apuraram que o crime foi cometido por dois homens que se aproximaram do adolescente em uma moto. O homem que estava na garupa desceu e efetuou os disparos. Eles são procurados pela polícia.

    Em depoimento na delegacia, a família do jovem disse que ele havia sido ameaçado na última sexta-feira (30). A polícia acredita que a motivação do crime seja uma briga entre regiões do bairro Itagaçaba.

    O caso foi registrado como homicídio e é investigado.

  • Falso luxo: Receita faz operação para apreender R$ 1,5 milhão em bolsas, relógios e roupas falsas à venda em Campos do Jordão

    Ação foi deflagrada na manhã desta terça-feira (4) e é realizada em shoppings de alto padrão. Receita estima prejuízo de R$ 750 mil com tributos sonegados.

    A Receita Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (4) uma operação para fiscalizar lojas de luxo em shoppings de alto padrão em Campos do Jordão, tradicional destino de inverno paulista. A expectativa é de apreender cerca de R$ 1,5 milhão em produtos falsos, que estão à venda.

    Segundo a Receita, o objetivo é fiscalizar os produtos, como bolsas, relógios e vestuário, verificando a regularidade fiscal desses itens e saber se são originais ou falsificados.

    Batizada de ‘Operação Finto Lusso’, a ação já identificou previamente a venda de produtos falsificados por mais de R$ 5 mil. Segundo a Receita Federal, o montante de tributos federais sonegados com as mercadorias a serem apreendidas gira em torno de R$ 750 mil.

    O nome da operação faz alusão à expressão em italiano que significa “luxo falso”. Isso porque as próprias vendedoras das lojas fiscalizadas admitem a seus clientes que suas bolsas seriam falsificadas e produzidas na Itália.

    De acordo com a Receita, essa prática acaba lesando comerciantes, importadores e produtores brasileiros que atuam na legalidade. A Receita ainda afirmou que essa ação ilegal tira empregos legítimos e sonega tributos que deixam de ser recolhidos aos cofres públicos.

    “O comércio de produtos falsificados alimenta toda uma rede do crime organizado, gerando consequências ainda mais danosas para a sociedade. Além da perda das mercadorias apreendidas, os responsáveis serão representados pelo crime de contrabando e por outros que possam ser identificados no curso dos processos administrativos”, afirmou a Receita.

    Segundo o órgão, mais ações do tipo devem ser realizadas nos próximos meses.

  • Idoso é preso em flagrante com mais de 850 arquivos de pornografia infantil em Taubaté, SP

    Idoso é preso em flagrante com mais de 850 arquivos de pornografia infantil em Taubaté, SP

    Prisão aconteceu durante mais uma operação da Polícia Federal contra crimes relacionados ao abuso e exploração sexual infanto-juvenil na região.

    Um idoso de 63 anos foi preso em flagrante pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (3) após ser flagrado com mais de 850 arquivos de pornografia infantil em Taubaté (SP).

    A prisão aconteceu durante mais uma ação PF contra crimes relacionados ao abuso e exploração sexual infanto-juvenil na região.

    Policiais cumpriam um mandado de busca e apreensão na casa do idoso, localizada no bairro Bosque da Saúde, quando encontraram vídeos e fotos de conteúdo pornográfico envolvendo crianças ou adolescentes no celular no suspeito.

    As investigações constataram que o homem de 63 anos obtinha e compartilhava arquivos de pornografia infanto-juvenil. Foram identificadas mais de 850 mídias em dispositivos vinculados a ele, que teve também o celular e o computador apreendidos.

    De acordo com a Polícia Federal, o idoso vai responder criminalmente pelo caso. Se for condenado, a pena pode chegar a 10 anos de prisão.

     

  • Justiça suspende atividade profissional e determina o bloqueio de redes sociais da biomédica Lorena Marcondes

    Justiça suspende atividade profissional e determina o bloqueio de redes sociais da biomédica Lorena Marcondes

    Também houve a determinação de bloqueio de até R$ 100 mil nas contas bancárias da biomédica. Medidas foram solicitadas pelo MPMG e acatadas por juíza da 3º Vara Criminal de Divinópolis; advogado de defesa diz que biomédica ainda não foi notificada da decisão.

    A Justiça determinou a suspensão do exercício da atividade profissional da biomédica Lorena Marcondes de Faria, além de bloqueios das redes sociais e de até R$ 100 mil nas contas bancárias dela.

    A decisão é da juíza Marcilene da Conceição Miranda, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Divinópolis.

    As medidas cautelares tinham sido solicitadas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que ofereceu denúncia contra Lorena Marcondes, sustentando que em julho de 2022, ela teria “ofendido a integridade corporal da vítima Eduardo Luiz Santos Júnior”, que denunciou ter ficado com a boca deformada após um procedimento feito pela biomédica.

    O Ministério Público ainda fundamentou que “além de ter provocado as lesões mencionadas no laudo pericial da vítima Eduardo Luiz Santos Júnior, a denunciada teria voltado a perpetrar novos atos de cunho delituoso que resultaram no falecimento da vítima Íris Martins”.

    O advogado de defesa Tiago Lenoir Moreira disse por meio de nota, que Lorena Marcondes não foi intimada da decisão e que, em razão disso, a manifestação da defesa ocorrerá em momento processual oportuno ao longo da persecução penal.

    “Quanto à decisão judicial de primeiro grau a defesa recorrerá às instâncias cabíveis para garantir os direitos Constitucionais da biomédica Lorena que estão gravemente violados. Ressaltamos que a produção de provas permitirá a elucidação dos fatos adequadamente permitindo que a justiça seja feita”.

    As determinações da Justiça:

    – A suspensão do exercício da atividade profissional da denunciada Lorena Marcondes de Faria, até ulterior decisão judicial ou o trânsito em julgado da sentença. Na decisão, a juíza determinou que os Conselhos Regional e Federal de Biomedicina sejam comunicados para que adotem as medidas necessárias, devendo prestar informações no prazo de dez dias;

    – O bloqueio de perfis das redes sociais pertencentes à pessoa jurídica “Clínica Dra Lorena Marcondes” e pessoal “Dra Lorena Marcondes”, bem como para impor à denunciada a medida cautelar de abstenção de publicação, promoção, replicação e compartilhamento de qualquer informação vinculada ao exercício da atividade profissional ou relacionada aos processos no qual figura como ré ou autora, por qualquer outro perfil que eventualmente venha a criar para uso pessoal. A juíza solicitou que sejam oficiados o Instagram, Facebook e Twitter a fim de que promovam o imediato bloqueio de perfis, devendo prestar informações no prazo de 48 horas;

    – Bloqueio integral dos valores depositados nas contas bancárias existentes em nome da biomédica, até o limite de R$ 100 mil, a fim de assegurar indenização à vítima.

    A biomédica Lorena Marcondes foi presa no 8 de maio; 15 dias depois, teve concedida a prisão domiciliar, regime em que permanece até o momento.

  • ‘Golpe do gás de cozinha’: criminosos clonam WhatsApp de revendedoras para enganar clientes no interior de SP

    ‘Golpe do gás de cozinha’: criminosos clonam WhatsApp de revendedoras para enganar clientes no interior de SP

    Três lojas registraram boletins de ocorrência em Marília (SP). Uma das clientes perdeu mais de R$ 500 depois de ser enganada com uma suposta promoção anunciada pelos golpistas.

    Três revendedoras de botijões de gás em Marília, no interior de São Paulo, registraram boletins de ocorrência depois que tiveram o WhatsApp clonado por golpistas que, passando-se pela loja, aplicaram golpes em clientes.

    Segundo a Polícia Civil, os criminosos intimidam empresários do ramo com anúncio de uma falsa fiscalização sanitária e conseguem o WhatsApp dos clientes para aplicar golpes e ficar com o dinheiro pago na compra dos botijões.

    Ao menos dez clientes foram vítimas do golpe. Uma mulher perdeu mais de R$ 500 depois de ser enganada por uma suposta promoção no valor do botijão anunciada pelos criminosos.

    De acordo com o delegado Wilson Frazão, os golpistas solicitam que os pagamentos pelos botijões sejam feitos via PIX. As transferências têm sido direcionadas para criminosos localizados em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul.

    Até a publicação desta reportagem, nenhum suspeito havia sido identificado ou preso.

    Como é o golpe?
    Um dos empresários sofreu o golpe em 19 de junho. Segundo ele, uma mulher foi até a loja e pediu por álcool em gel, mas o estabelecimento não tinha. Mais tarde, no mesmo dia, o proprietário recebeu uma ligação de um homem que dizia ser da Vigilância Sanitária.

    Por telefone, o golpista disse que havia recebido uma denúncia de que o local estava sem álcool em gel, razão pela qual a empresa seria notificada pelo órgão. Logo em seguida, o homem ligou novamente para o estabelecimento, informando que não havia mais necessidade legal de possuir o produto.

    Durante a conversa, o criminoso enviou um texto com orientações sobre a não obrigatoriedade do álcool em gel nas lojas e pediu para que o proprietário criasse uma lista de transmissão no WhatsApp para compartilhar o material.

    O empresário teve o WhatsApp clonado no momento em que criou a lista. Os golpistas enviaram aos 256 contatos da loja uma oferta sobre o preço do botijão, a R$ 92,99 no PIX – cerca de R$ 30 a menos que o valor praticado nas revendedoras da cidade, de R$ 120.

    “Minha esposa entrou na lista de transmissão. Apareceu uma mensagem para adicionar um PIN. Eles mesmos [os golpistas] repassaram essa numeração para ela. Quando ela fez essa numeração, saiu o WhatsApp na hora do computador dela”, diz o proprietário.
    O dono da revendedora só percebeu que caiu no golpe depois que alguns dos clientes procuraram o estabelecimento para retirar os botijões pelos quais haviam pago. Eles alegaram que receberam uma mensagem alertando que os preços seriam alterados para R$ 127,99 após a suposta promoção.

    “Alguns dos nossos clientes, pela confiança que tem no nosso depósito, fizeram o PIX, mas infelizmente caíram no golpe e não receberam o gás”, diz.

    Veja dicas para se prevenir de golpes e fraudes:

    Atenção ao receber um email, SMS e até mensagens por aplicativo;
    Não clique em links suspeitos e sempre verifique o endereço de email do remetente – muitas vezes, apenas alguns pequenos detalhes são alterados, como uma letra duplicada ou trocada, para que o consumidor não suspeite;
    Caso receba a ligação de alguém que diz ser do seu banco, desconfie e entre em contato com a instituição financeira por meio de outro telefone – isso porque, segundo os especialistas, muitas vezes os criminosos conseguem travar a linha em que fizeram o primeiro contato, de maneira que caso o consumidor tente ligar para o banco da mesma linha telefônica, a ligação é direcionada para outro criminoso, que confirma o golpe;
    Nunca entregue seu cartão para nenhum portador retirar na sua casa. Se receber alguma ligação ou visita, não entregue nada para ninguém e ligue imediatamente para o seu banco, de preferência de um outro telefone, para saber se existe algum problema com a sua conta;
    O banco nunca liga para o cliente pedindo para que ele instale algum tipo de aplicativo em seu celular. As instituições financeiras também nunca ligam pedindo senhas, o número do cartão ou ainda para que o cliente faça uma transferência ou qualquer tipo de pagamento. Se receber esse tipo de contato, desconfie na hora. Desligue e entre em contato com a instituição financeira através dos canais oficiais e de um outro telefone para saber se algo aconteceu mesmo com sua conta;
    Nunca passe seus dados pessoais;
    Ao fazer uma transação comercial com o PIX, sempre pesquise sobre a empresa em sites de reclamação e confira o CNPJ;
    Se for pagar com PIX, sempre faça o pagamento dentro do ambiente da loja virtual. Quando o varejista fornecer o código QR Code, confira com atenção todos os dados do pagamento e se a loja escolhida é realmente quem irá receber o dinheiro. Só após essa checagem detalhada, faça a transferência;
    Nunca faça transações em sites que não tenham o cadeado de segurança no navegador nem transferências para contas de pessoas físicas;
    Se for pagar a compra com boleto, confira quem é a empresa beneficiária que aparece no momento do pagamento do boleto, no aplicativo ou site do banco. Se o nome for diferente da marca ou empresa onde a compra foi feita, a transação não deve ser concluída;
    Tome cuidado em compras nas redes sociais. O consumidor deve verificar se a página tem selo de autenticação, número de seguidores compatíveis e também comentários de outros compradores sobre as compras e prazos de entregas;
    Sempre desconfie quando o vendedor apelar para a urgência em fechar o negócio, dizendo que você pode perder descontos;
    Nunca aceite presentes e brindes inesperados, sem saber quem realmente mandou. Não forneça dados pessoais em links enviados pela internet de supostas promoções e tenha muito cuidado ao preencher cadastros na internet;
    Ao comprar algo em qualquer lugar, nunca entregue seu cartão para alguém inserir na maquininha e realizar o pagamento. Sempre faça este processo você mesmo;
    Ao digitar sua senha, garanta que não esteja visível para quaisquer pessoas ao seu redor. Não aceite realizar pagamentos se o visor da maquininha estiver danificado, impedindo que você veja o valor real que está pagando;
    Se possível, use um cartão virtual para realizar compras pela internet;
    Desconfie das promoções cujos preços sejam muito menores que o valor real do produto. Pesquise a média de preços em vários sites conhecidos;
    Nunca use um computador público ou de um estranho para efetuar compras ou inserir seus dados bancários.

  • Bombeiros mantêm buscas por pescador desaparecido em Ubatuba, SP

    Bombeiros mantêm buscas por pescador desaparecido em Ubatuba, SP

    Na quarta (28), a equipes encontraram o o corpo de Adriano Camargo, de 41 anos, que estava desaparecido há mais de uma semana. Buscas continuam por Almendes Junior Alves, de 38 anos,

    O Grupamento de Bombeiros Marítimos continuam nesta quinta-feira (29) as buscas por um pescador desaparecido há mais de uma semana em Ubatuba.

    O homem procurado é Almendes Junior Alves, de 38 anos. Ele e o amigo Adriano Camargo Ferreira, de 41 anos, desapareceram na última semana, quando saíram para pescar em alto mar. O corpo de Adriano foi encontrado por pescadores nesta quarta.

    As buscas se concentram em varreduras próximas do local onde o corpo de Adriano foi encontrado, na Ilha Vitória.

    Buscas no mar
    Desde quarta-feira (21) que os bombeiros, familiares e amigos iniciaram as buscas por dois pescadores que desapareceram em Ubatuba. Almendes e Adriano saíram para pescar no último dia 20, por volta das 17h, e a previsão era de retorno até 1h do dia seguinte. Mas os dois não voltaram e desde então são feitas buscas no mar.

    As buscas feitas diariamente tinham início por volta das 6h e continuavam concentrada nas regiões das Ilhas de Búzios, Vitória, Anchieta e Tamanduá.

    Além de lanchas, embarcações e motos aquáticas, um helicóptero do modelo biturbina tem participado da procura.

    Pertences encontrados
    Desde o início das buscas, o GBMar (Grupo de Bombeiros Marítimos) encontrou pistas e pertences da dupla. Até o momento, foram encontrados:

    uma rede
    um banco de alumínio do barco
    balde com iscas
    uma lona
    uma sacola com pertences e cigarro de uma das vítimas