Autor: Redacao

  • Trump diz que vai prorrogar cessar-fogo com Irã até conclusão das negociações

    Trump diz que vai prorrogar cessar-fogo com Irã até conclusão das negociações

    Presidente dos Estados Unidos afirmou que manterá a trégua temporária enquanto aguarda proposta iraniana, mas seguirá com o bloqueio no Estreito de Ormuz e nos portos do país

    O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta terça, 21, que está estendendo o cessar-fogo com o Irã até que uma proposta seja submetida pelos país persa e as discussões sejam concluídas “de uma forma ou de outra”.

    Em post na Truth Social, o republicano disse que a decisão de suspender os ataques veio a pedido do marechal de campo paquistanês, Asim Munir, e do primeiro-ministro Shehbaz Sharif, até a apresentação de uma proposta unificada.

    Segundo Trump, o exército americano continuará o bloqueio no Estreito de Ormuz e nos portos iranianos. A ação tem sido considerada um “ato de guerra” que viola o cessar-fogo por parte do Irã.

    Premiê do Paquistão agradece Trump

    O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por ter aceitado o pedido de estender o cessar-fogo com o Irã a fim de permitir mais tempo para a realização de negociações diplomáticas.

    Em postagem no X, Sharif afirmou esperar que “ambos os lados continuem a observar o cessar-fogo e possam concluir um acordo abrangente de paz durante a segunda rodada de conversas programada em Islamabad para um fim permanente ao conflito”, que ainda não tem uma data definida após a desistência, pelos iranianos, de participarem das reuniões que ocorreriam nesta semana.

    Irã decide não participar da rodada de negociações

    O governo do Irã decidiu não participar da rodada de conversas diplomáticas com os Estados Unidos que ocorreriam em Islamabad, capital do Paquistão, informou a agência estatal de notícias Tasnim.

    Segundo a Tasnim, a equipe de negociadores do Irã informou ao lado americano, por meio de um intermediário paquistanês, que a decisão de não participar das reuniões é definitiva e não atualmente nenhuma perspectiva de participação dos iranianos nas negociações.

    Fontes ouvidas pela Tasnim afirmam que o Irã vê as conversas com os EUA como “perda de tempo”, uma vez que os americanos teriam violado diversos compromissos acordados durante a primeira rodada de negociações entre as partes. Dentre as violações, os iranianos citam os ataques de Israel ao Líbano mesmo após o cessar-fogo e o bloqueio a navios que entram e saem de portos iranianos por meio do Estreito de Ormuz.

    Ainda de acordo com a Tasnim, às vésperas do fim do cessar-fogo, o Irã está preparado para uma nova rodada de combate contra americanos e israelenses, tendo realizado movimentações militares e preparado uma lista de novos alvos ao longo das últimas semanas.

  • Mayana Neiva vence prêmio em festival de cinema de Hollywood com documentário “Onde Eu Começo?”

    Mayana Neiva vence prêmio em festival de cinema de Hollywood com documentário “Onde Eu Começo?”

    Artista paraibana conquistou o prêmio de Melhor Documentário Curta-Metragem pelo Júri Popular no Beverly Hills Film Festival com obra sobre identidade, memória e reencontro com suas origens

    O documentário “Onde Eu Começo?”, dirigido pela artista paraibana Mayana Neiva, conquistou reconhecimento internacional ao vencer o prêmio de Melhor Documentário Curta-Metragem pelo Júri Popular durante o Beverly Hills Film Festival, realizado nos Estados Unidos. A exibição aconteceu no tradicional Chinese Theatre, em Hollywood, em Los Angeles, e marcou o início da trajetória internacional da produção já acompanhada por uma importante vitória. A sessão ocorreu no dia 13 de abril de 2026, data que ficou registrada como a estreia mundial do filme.

    O filme propõe uma reflexão sensível sobre identidade, memória e afetos na contemporaneidade. Nesse contexto, a artista, então radicada em Nova York, retorna ao sertão da Paraíba em busca de suas origens, em um percurso que combina deslocamento geográfico e reencontro emocional com suas raízes familiares, em especial com a história de seus avós paternos, José e Eulália Neiva.

    “Cada fotografia é um pedaço de pele autobiográfico, uma carta, um filme, um álbum de família”, descreve a artista ao falar sobre o processo criativo da obra, que nasceu de um mergulho pessoal em sua própria história.

    A conquista do prêmio reforça a potência emocional do projeto e o diálogo direto que a narrativa estabelece com o público. “Às vezes é preciso refazer a curva do tempo, para entender onde a gente começa, o que é nosso, de verdade. Quando percebi que estava longe demais de mim, eu senti que era tempo de voltar”, afirmou Mayana, ao comentar a motivação que deu origem ao documentário.

    Além do cinema, a artista também segue em circulação com o espetáculo “Tá Tudo Aqui Dentro”, que vem percorrendo o Brasil com excelente aceitação do público. Com a palestra “A Felicidade Não Está Lá Fora”, Mayana Neiva também discute temas relacionados à natureza da mente, meditação e criatividade, ampliando sua atuação para diferentes formatos de expressão artística.

    Mais informações sobre o filme

    Documentário de estreia de Mayana Neiva, a obra propõe uma reflexão sobre as relações contemporâneas por meio de um reencontro com suas origens. A narrativa parte do questionamento “de onde eu começo?” para investigar os vínculos humanos em um contexto marcado pela aceleração e pela hiperconectividade.

    Ao revisitar memórias familiares, especialmente a trajetória de seus avós, o documentário constrói uma espécie de cartografia afetiva que conecta passado e presente. Com linguagem intimista, a obra utiliza fotografias, imagens de arquivo e uma montagem fragmentada para explorar diferentes noções de tempo, do ritmo lento das lembranças à efemeridade da vida contemporânea. A proposta estética combina elementos autobiográficos e poéticos, resultando em uma reflexão sobre pertencimento e reinvenção pessoal.

    O roteiro é assinado por Mayana Neiva em parceria com Duda Casoni, que também responde pela montagem. A produção executiva é de Mayana Neiva e Vladimir Neiva, com coprodução da Ladaia Filmes, Pedro Formigoni e André Bulscoshi. A direção de fotografia é de Kennel Roggis, enquanto as imagens de arquivo são de Vladimir Neiva e José Neiva.

  • Adriel ganha projeção na Bahia como pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos

    Adriel ganha projeção na Bahia como pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos

    Com articulação em mais de 50 municípios, atuação na comunicação e agenda internacional, nome desponta como nova liderança política no estado

    Adriel da LFTV desponta no cenário político baiano como pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos, consolidando uma base de apoio que já alcança mais de 50 municípios da Bahia. Em um ambiente cada vez mais atento ao surgimento de novas lideranças, Adriel da LFTV ganha evidência por reunir articulação política, experiência institucional e presença ativa em setores estratégicos para o desenvolvimento regional.

    A ascensão de seu nome também está associada ao trabalho desenvolvido à frente da LFTV, emissora local que vem se destacando por uma proposta voltada ao empreendedorismo, à valorização de iniciativas regionais e ao fortalecimento de conteúdos conectados ao desenvolvimento econômico e social. Sob essa linha de gestão, a televisão local amplia seu alcance como instrumento de informação, incentivo a oportunidades e aproximação com a realidade dos municípios baianos.

    Outro fator que contribui para a projeção de Adriel da LFTV é sua vasta experiência e relacionamento internacional, com atuação e interlocução em áreas como mineração, cinema e articulação institucional. Esse perfil amplia sua inserção em ambientes de negócios e cooperação, reforçando a imagem de uma liderança que transita entre demandas locais e conexões globais.

    Essa dimensão internacional deverá ganhar ainda mais visibilidade em 2026, quando Adriel da LFTV cumprirá agenda no Festival de Cannes, nos dias 12 e 13 de maio, com foco na construção de estratégias ligadas à televisão, ao empreendedorismo e à projeção da Bahia no exterior. A presença no evento integra um movimento de aproximação com ambientes internacionais de comunicação, audiovisual e negócios, buscando abrir caminhos para novas parcerias e ampliar o posicionamento da Bahia em espaços globais de influência.

    A leitura política desse momento vai além da pré-candidatura. O avanço de Adriel da LFTV no interior e em diferentes regiões do estado, somado à atuação na comunicação e à agenda internacional, contribui para fortalecer uma narrativa em que a Bahia assume protagonismo internacional. Nesse contexto, sua presença em Cannes passa a simbolizar não apenas uma agenda pessoal ou institucional, mas também uma estratégia de visibilidade para o estado.

    Ao reunir política, comunicação, empreendedorismo e articulação externa, Adriel da LFTV se apresenta como um nome em ascensão dentro de uma nova dinâmica de representação pública. Com apoio territorial crescente, protagonismo na gestão da LFTV e agenda internacional já definida para 2026, sua movimentação passa a ser observada como parte de uma construção política com base regional e ambição nacional.

  • Diploma digital se torna obrigação imediata e impõe novos desafios às instituições de ensino superior

    Diploma digital se torna obrigação imediata e impõe novos desafios às instituições de ensino superior

    Artigo de Janguiê Diniz destaca exigências do MEC, riscos regulatórios e oportunidades estratégicas com a digitalização acadêmica

    A publicação do Edital Seres/MEC nº 1, de 15 de abril de 2026, traz um alerta importante para o sistema de educação superior brasileiro. Ao tornar pública a relação de instituições que ainda não implementaram o diploma digital ou que não registraram as informações exigidas no sistema e-MEC, o Ministério da Educação reforça que o tema deixou de ser uma agenda futura e passou a ser uma obrigação imediata, com implicações diretas no campo regulatório. 

    Desde 1º de julho de 2025, a emissão de diplomas de graduação em formato digital é obrigatória, e o não cumprimento desse requisito configura irregularidade administrativa, sujeita a desdobramentos que podem chegar ao âmbito da supervisão. Esse movimento se insere em um processo mais amplo de transformação digital que envolve não apenas a emissão de diplomas, mas a própria gestão do acervo acadêmico das instituições. 

    Trata-se de uma mudança estrutural, que exige planejamento, investimento e, sobretudo, compreensão estratégica por parte das instituições de educação superior. Mais do que atender a uma exigência normativa, a digitalização dos documentos institucionais e a adoção do diploma digital devem ser encaradas como instrumentos essenciais para a sustentabilidade e a segurança das IES.

    No campo da segurança, os ganhos são evidentes. Como destacado por representantes do ministério durante o seminário promovido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) no último dia 14, o ambiente analógico expõe as instituições a riscos que, muitas vezes, passam despercebidos. Há relatos de instituições sendo acionadas judicialmente em unidades da federação onde nunca atuaram, a partir da circulação de documentos físicos falsificados, sem qualquer controle ou rastreabilidade.

    No ambiente digital, por sua vez, a lógica se inverte: apenas os documentos que constam no repositório institucional, com metadados que registram informações como autoria, data e integridade, são reconhecidos como legítimos, permitindo que a instituição comprove, de forma objetiva, aquilo que de fato lhe pertence.

    Nesse contexto, o diploma digital representa um avanço significativo no combate a fraudes. A existência de mercados ilegais de comercialização de diplomas, fenômeno amplamente documentado, evidencia a necessidade de mecanismos mais robustos de validação. Ao vincular cada diploma a uma URL institucional cadastrada no MEC, cria-se um ambiente de verificação pública, no qual estudantes, empregadores e órgãos de classe podem consultar a autenticidade do documento. Trata-se de uma camada adicional de proteção que, embora não elimine totalmente os riscos, eleva substancialmente o nível de segurança do sistema.

    Ao mesmo tempo, é preciso reconhecer que a digitalização não é apenas um instrumento de controle, mas também um ativo estratégico. A organização estruturada dos dados acadêmicos abre novas possibilidades de gestão, análise e inovação, permitindo que as instituições conheçam melhor o perfil de seus estudantes, aprimorem seus cursos e utilizem ferramentas tecnológicas, inclusive baseadas em inteligência artificial, para qualificar suas decisões. O acervo acadêmico deixa de ser um passivo operacional e passa a ser um patrimônio informacional com alto valor agregado.

    Outro ponto que merece atenção diz respeito à relação entre a conformidade normativa e a atuação supervisora do Ministério da Educação. Conforme ressaltado pela Seres/MEC no seminário da ABMES, não há interesse em instaurar processos de supervisão por questões pontuais, como eventuais atrasos na entrega de diplomas. Para essas demandas, a prioridade estabelecida pela pasta é por soluções mediadas. No entanto, é inegável que o descumprimento reiterado de obrigações, como a implementação do diploma digital ou o registro das informações exigidas, pode levar à abertura de processos administrativos.

    Nesse sentido, a adequação às normas vigentes deve ser compreendida como uma medida preventiva. Ao cumprir os prazos estabelecidos, estruturar seus sistemas e garantir a rastreabilidade dos seus documentos, as instituições reduzem significativamente sua exposição a riscos regulatórios e evitam desgastes que poderiam ser facilmente prevenidos. Trata-se de uma agenda que exige ação imediata, especialmente por parte das instituições expressamente notificadas no edital recentemente publicado.

    A transformação digital da educação superior é irreversível e traz consigo oportunidades relevantes, mas também responsabilidades que não podem ser negligenciadas. A segurança dos documentos institucionais e a conformidade com as exigências regulatórias não são apenas obrigações legais, mas elementos fundamentais para a credibilidade e a integridade do sistema.

    O momento exige, portanto, uma postura proativa. Mais do que responder a notificações, é necessário antecipar soluções, fortalecer processos internos e compreender que a digitalização não é um custo, mas um investimento na proteção, na eficiência e no futuro das instituições de educação superior brasileiras.

    Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador e controlador do grupo Ser Educacional, e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

  • Robson Ouro Preto se reúne com Valdemar da Costa Neto e fortalece articulação para 2026

    Robson Ouro Preto se reúne com Valdemar da Costa Neto e fortalece articulação para 2026

    Encontro com liderança do Partido Liberal reforça pré-candidatura e debate estratégias para fortalecimento da sigla em Pernambuco

    O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, recebeu em Brasília o empresário pernambucano e pré-candidato a deputado federal, Robson Ouro Preto, em um encontro marcado por diálogo estratégico e construção política.

    A reunião foi considerada bastante produtiva, com foco no alinhamento de projetos, diretrizes e estratégias visando as eleições de 2026. O encontro reforça a aproximação de Robson com a cúpula nacional do partido e consolida seu espaço dentro da sigla.

    Durante a agenda, foram debatidas pautas importantes para o fortalecimento político do PL em Pernambuco, além da construção de um projeto consistente que dialogue diretamente com as demandas da população.

    A conversa também abordou temas ligados ao desenvolvimento social, com destaque para áreas que fazem parte da atuação e das bandeiras defendidas por Robson Ouro Preto, como o fortalecimento do terceiro setor, apoio às pessoas com autismo, causa animal, cultura e esporte.

    A presença de Robson em Brasília e o diálogo direto com Valdemar da Costa Neto demonstram o avanço de sua pré-candidatura e o fortalecimento de sua articulação política em nível nacional.

    Nos bastidores, a avaliação é de que o encontro marca mais um passo importante na consolidação de um projeto político estruturado, com visão estratégica e foco nas eleições de 2026.

  • Fórum da educação católica reúne gestores e lideranças de todo o Brasil em Brasília

    Fórum da educação católica reúne gestores e lideranças de todo o Brasil em Brasília

    Evento da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil discute identidade, inovação e desafios das instituições diante das transformações sociais e tecnológicas

    A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza, nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o Fórum Nacional de Educação Católica e a Assembleia Geral Ordinária 2026. O encontro reunirá lideranças, gestores e representantes de instituições educacionais católicas associadas de todo o país para discutir os desafios e caminhos da educação católica diante das transformações sociais, tecnológicas e institucionais.

    O evento será realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada e terá como tema central “Educação católica: sonhar juntos hoje para impulsionar o amanhã”, propondo uma reflexão coletiva sobre o papel das instituições no presente e no futuro da sociedade.

    A programação tem início no dia 16 com missa de abertura, seguida da mesa institucional e da conferência inaugural “Ver além do hoje: identidade e missão a serviço da perenidade da educação católica”, conduzida pelo vice-presidente da ANEC, Pe. Charles Lamartine, e pelo Mauricio Zanforlin, CEO do Grupo Marista. Ainda no primeiro dia, ocorre a Assembleia Geral Ordinária, com a condução de Padre Sérgio Mariucci, presidente do Conselho Superior da ANEC, e da diretora-presidente, Irmã Iraní Rupolo, incluindo a apresentação do Relatório de Atividades 2025 e a deliberação sobre a prestação de contas das instituições associadas.

    Entre as novidades desta edição, será apresentado o documento Linhas de Ação Pastoral para as Instituições de Ensino Superior (IES), que orienta a atuação evangelizadora no ambiente acadêmico, com foco na integração entre fé, conhecimento e compromisso social. A proposta reúne diretrizes para fortalecer a identidade confessional e a missão educativa das instituições católicas no Ensino Superior.

    Como parte da programação e das celebrações institucionais, o evento também contará com o lançamento do livro “ANEC 80 anos: 1945–2025 – memória, presença e sonho”, publicação da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil. A obra resgata a trajetória da educação católica e da ANEC no país, reunindo marcos históricos, reflexões e registros que evidenciam a contribuição das instituições confessionais para o desenvolvimento educacional e social do Brasil, além de apontar caminhos para o futuro do setor.

    No segundo dia, a programação se inicia com a palestra “Que educação sonhamos? Que futuro queremos?”, conduzida por Irmã Iraní Rupolo, seguida por salas temáticas que aprofundam questões estratégicas do setor:

    • Identidade e missão, com mediação de Irmã Carolina Mureb e facilitação de Jonathan Félix.
    • Inovação pedagógica, mediada por Irmã Adair Sberga, com facilitação de Mariana Aranha.
    • Modelo de gestão, sob mediação de Irmã Marli Araújo, com facilitação de Kelly Matos.
    • Posicionamento de mercado, com mediação de Irmã Patrícia Vasconcelos e facilitação de Marcelo Chaves.

    Entre os destaques, está a plenária “Construindo o sonho compartilhado: onde estaremos em 5 anos?”, que propõe a construção coletiva de perspectivas para o futuro da educação católica no Brasil.

    Inspirado no pensamento do Papa Francisco, o fórum reforça a importância do diálogo, da corresponsabilidade e da construção conjunta como bases para enfrentar os desafios atuais da educação.

    Além dos debates, o evento contará com a ExpoANEC, espaço voltado à apresentação de soluções, produtos e serviços inovadores para o setor educacional, promovendo a conexão entre instituições e o mercado.

    O encontro será encerrado com a bênção de envio, marcando o compromisso das instituições com a continuidade da missão educativa e com a formação integral das novas gerações. 

    Informações: https://forum.anec.org.br

    Sobre a ANEC

    A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional e cultural, representante da Educação Católica no Brasil, e reunida em comunhão de valores com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).

    A instituição atua em favor de uma educação de excelência para promover uma educação cristã entendida como aquela que visa à formação integral da pessoa humana, sujeito e agente de construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica, segundo o Evangelho e o ensinamento social da Igreja.

    A ANEC atua em 900 municípios do Brasil, realiza 172 obras sociais e tem como associadas 1200 escolas, que incluem Creche, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, e 79 instituições de Ensino Superior, que atendem a mais de 1,5 milhão de alunos, além de 359 mantenedoras. 

  • Autocuidado deixa de ser luxo e se torna estratégia para mulheres empreendedoras

    Autocuidado deixa de ser luxo e se torna estratégia para mulheres empreendedoras

    Rotina saudável com exercícios e equilíbrio emocional impulsiona decisões, produtividade e crescimento nos negócios

    No universo do empreendedorismo feminino, fala-se muito sobre metas, faturamento, posicionamento e crescimento. Mas existe um pilar silencioso e essencial que sustenta tudo isso: a saúde.

    A verdade é simples: não existe negócio próspero sem uma mulher saudável por trás.

    Diferente de máquinas ou equipes, o seu corpo não pode ser substituído. É ele que toma decisões, lidera, cria, negocia e sustenta a sua rotina.

    Negligenciar a saúde em nome do sucesso é, na prática, comprometer o próprio crescimento.

    Empreendedoras que entendem isso começam a tratar o autocuidado como estratégia não como luxo.

    Exercício físico: disciplina que gera resultado

    A prática regular de exercícios vai muito além da estética. Ela impacta diretamente:
        •    Clareza mental para tomar decisões
        •    Redução do estresse e da ansiedade
        •    Aumento da energia e produtividade
        •    Melhora da autoestima e autoconfiança

    Uma rotina equilibrada com exercícios físicos ajuda a regular emoções, melhorar o foco e fortalecer a resiliência — habilidades indispensáveis para quem empreende.

    Afinal, o mundo dos negócios exige decisões rápidas, inteligência emocional e capacidade de lidar com pressão.

  • Robson Ouro Preto troca o PRTB pelo PL e entra na disputa por vaga na Câmara Federal

    Robson Ouro Preto troca o PRTB pelo PL e entra na disputa por vaga na Câmara Federal

    Movimento marca nova fase política de pernambucano, com foco em pautas sociais, fortalecimento do terceiro setor e ampliação de sua atuação nacional

    O empresário pernambucano Robson Ouro Preto deu um passo importante em sua trajetória política ao deixar a presidência estadual do PRTB e oficializar sua filiação ao Partido Liberal (PL), uma das maiores siglas do cenário nacional.

    Com a nova fase, Robson confirma sua pré-candidatura a deputado federal, fortalecendo seu posicionamento e ampliando sua atuação no cenário político brasileiro.

    Reconhecido por sua atuação estratégica e influência na comunicação digital, Ouro Preto chega ao PL com o compromisso de defender pautas sociais relevantes e de grande impacto para a população.

    Entre as principais causas que o pré-candidato pretende levantar e defender, destacam-se:
        •    Fortalecimento do 3º setor, com apoio a associações, ONGs e institutos
        •    Desenvolvimento de projetos voltados para pessoas com autismo
        •    Defesa da causa animal
        •    Incentivo à cultura
        •    Investimento em esportes como ferramenta de transformação social

    Segundo aliados, a chegada de Robson Ouro Preto ao PL representa não apenas um reforço político, mas também a consolidação de um projeto voltado para inclusão, desenvolvimento social e fortalecimento de iniciativas que impactam diretamente a vida das pessoas.

  • Márcia Bortolanza analisa o impacto emocional das palavras nas relações

    Márcia Bortolanza analisa o impacto emocional das palavras nas relações

    Psicóloga e escritora reflete sobre como a carga afetiva da fala pode acolher ou ferir

    Coluna por Marcia Bortolanza
    Escritora e Psicóloga

    A fala é muito mais do que um instrumento de comunicação. Ela é extensão do que sentimos, do que pensamos e, muitas vezes, do que ainda nem conseguimos compreender completamente dentro de nós. Cada palavra carrega uma energia, uma intenção e, sobretudo, uma carga afetiva capaz de construir ou ferir.

    Não falamos apenas com a boca, falamos com a nossa história. As experiências vividas, as dores, os afetos, as crenças e até os silêncios moldam o tom, a escolha das palavras e a forma como nos expressamos. Por isso, duas pessoas podem dizer a mesma frase, mas transmitir sentimentos completamente diferentes.

    A carga afetiva da fala está justamente nesse invisível que acompanha o que é dito. É o que transforma um simples “estou aqui” em acolhimento verdadeiro ou em ausência disfarçada. É o que faz uma palavra de incentivo impulsionar alguém ou, ao contrário, uma crítica desmedida marcar profundamente uma vida.

    No campo das relações, a fala tem um papel estruturante. Ela aproxima, fortalece vínculos, cria pontes. Mas também pode afastar, gerar ruídos e abrir distâncias difíceis de reparar. Muitas feridas emocionais não nascem de grandes acontecimentos, mas de palavras repetidas, ditas sem cuidado, carregadas de julgamento ou indiferença.

    Por outro lado, a palavra também é uma das maiores ferramentas de cura. Quando usada com consciência, empatia e verdade, ela acolhe, orienta, encoraja e transforma. Uma fala afetuosa pode reorganizar sentimentos, trazer clareza em momentos de confusão e devolver a alguém a sensação de valor e pertencimento.

    É importante compreender que não existe neutralidade na fala. Mesmo o silêncio comunica. Mesmo a ausência de palavras tem significado afetivo. Por isso, desenvolver consciência sobre como falamos é também um exercício de responsabilidade emocional.

    Falar bem não é falar bonito, é falar com intenção. É alinhar palavra e sentimento. É escolher construir, e não ferir. É compreender que aquilo que dizemos não termina em quem fala, mas continua ecoando em quem escuta.

    Talvez o grande convite seja este: antes de falar, sentir. Antes de responder, perceber. E, acima de tudo, lembrar que cada palavra tem o poder de deixar marcas — algumas passageiras, outras permanentes.

    Que nossas palavras sejam mais pontes do que muros. Mais abrigo do que distância. Porque, no fim, aquilo que dizemos revela não apenas o que pensamos, mas quem somos.

    “Palavras não são apenas ditas, elas são sentidas, guardadas e, muitas vezes, jamais esquecidas.”

  • Group Input aposta em mercados de previsão e mira entrada no Brasil com plataforma SinalOn

    Group Input aposta em mercados de previsão e mira entrada no Brasil com plataforma SinalOn

    Empresa propõe sandbox regulatório e quer transformar expectativas coletivas em probabilidades negociáveis, em modelo distinto das apostas esportivas

    O Group Input S/A pretende implementar, no Brasil, um modelo ainda pouco explorado: os mercados de previsão. A iniciativa será liderada pela SinalOn, plataforma que transforma expectativas coletivas em indicadores probabilísticos em tempo real. 

    O movimento ocorre em meio ao avanço da regulamentação das apostas esportivas no país, mas segue lógica distinta. Em vez de usuários apostarem contra uma casa, como nas bets, os mercados de previsão funcionam como ambientes de negociação entre participantes.

    Na prática, usuários compram e vendem contratos vinculados à ocorrência de eventos reais — como indicadores econômicos, decisões políticas ou avanços tecnológicos. Os preços oscilam conforme oferta e demanda, refletindo em tempo real a probabilidade atribuída coletivamente a cada cenário.

    A proposta se baseia na agregação de informação: ao reunir diferentes agentes com incentivos financeiros, o sistema tende a produzir estimativas mais precisas sobre eventos futuros.

    Modelos semelhantes já operam nos Estados Unidos, com plataformas como Kalshi e Polymarket, que permitem negociações sobre eleições e tendências de mercado. No Brasil, porém, o tema ainda é incipiente e frequentemente confundido com apostas esportivas. 

    Hoje, o setor de apostas é regulado pela Secretaria de Prêmios e Apostas, ligada ao Ministério da Fazenda. Já os mercados de previsão não possuem enquadramento jurídico específico, o que abre espaço para debate regulatório.

    A Group Input afirma que pretende participar dessa construção. Entre as iniciativas estão a proposta de um sandbox regulatório — ambiente controlado de testes — e a elaboração de um white paper, documento técnico, adaptado ao contexto brasileiro.

    Segundo a empresa, a SinalOn foi estruturada com mecanismos de identificação de usuários, políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e integração com o Pix, buscando aderência às práticas do sistema financeiro.

    “Mercados de previsão não são apostas. Trata-se de um mercado informacional, em que as pessoas negociam probabilidades sobre acontecimentos reais. O resultado é um indicador coletivo que pode ajudar na leitura de cenários”, diz Sandro Santos, fundador do Group Input.

    Para o executivo, o diferencial está na transformação de percepções em dados estruturados, substituindo opiniões por probabilidades com base em incentivos econômicos.

    Como parte da estratégia, a empresa anunciou a criação do Instituto Brasileiro de Mercados de Previsão, voltado à produção de estudos e à definição de boas práticas para o setor.

    Estratégia combina tecnologia e agenda regulatória 

    “Nosso objetivo não é apenas construir uma plataforma, mas contribuir para que o Brasil desenvolva um modelo responsável e transparente”, afirma Santos. Fundado pelo executivo, o Group Input atua como holding de tecnologia com foco em inteligência artificial, dados, climate tech, regtech, tecnologia regulatória, e novas infraestruturas digitais.

    Saiba mais: https://sinalon.com/

    o modelo de previsão ainda não é regulado no Brasil e pode envolver riscos financeiros.