Autor: Redacao

  • Vereador Thiago Souza rebate críticas na Câmara e afirma que deixou Secretaria de Habitação por pré-candidatura estadual

    Vereador Thiago Souza rebate críticas na Câmara e afirma que deixou Secretaria de Habitação por pré-candidatura estadual

    Parlamentar de Ilhabela destacou trajetória de quatro mandatos, defendeu sua atuação à frente da pasta e disse ter “consciência tranquila” diante das acusações

    O vereador Thiago Souza, de Ilhabela (SP), usou a tribuna da Câmara Municipal nesta segunda-feira (16) para se manifestar após críticas e informações que, segundo ele, foram divulgadas de forma equivocada a respeito de sua trajetória política e da saída da Secretaria Municipal de Habitação.

    Em seu pronunciamento, o parlamentar, que exerce o quarto mandato consecutivo e foi secretário de Habitação antes de retornar ao Legislativo, afirmou que deixou a função em cumprimento às regras eleitorais, já que é pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026.

    “Todos sabem que saí da Secretaria por conta da lei eleitoral, pois sou pré-candidato a deputado estadual”, declarou Thiago Souza durante a sessão.

    O vereador afirmou que recebeu as declarações com serenidade e reforçou que tem a consciência tranquila em relação à sua atuação pública. Segundo ele, sua resposta foi motivada pela necessidade de defender sua honra diante do que classificou como acusações e informações falsas.

    Durante o discurso, Thiago Souza também relembrou ações realizadas enquanto esteve à frente da Secretaria de Habitação, destacando projetos voltados à área habitacional, capacitação de servidores e busca por recursos junto aos governos estadual e federal.

    O parlamentar citou iniciativas desenvolvidas na pasta, como avanços em programas habitacionais e melhorias na estrutura de atendimento, ressaltando que parte das ações foi realizada com servidores efetivos e articulação institucional.

    “Tenho respeito pela história de todos, mas também tenho o dever de defender minha honra quando ela é atacada”, afirmou.

    Thiago Souza também fez comparações sobre sua trajetória política e a de seus críticos, destacando seus quatro mandatos e afirmando que pretende seguir disputando novos espaços na política.

    Ao finalizar sua fala, o vereador reforçou que seguirá atuando no Legislativo e trabalhando sua pré-candidatura estadual, mantendo o discurso de defesa de sua trajetória e dos resultados alcançados durante sua vida pública.

  • Ailton Santana leva a força da cultura pernambucana para o mundo com sua arte em cores vibrantes

    Ailton Santana leva a força da cultura pernambucana para o mundo com sua arte em cores vibrantes

    Reconhecido como Patrimônio Vivo, artista de Correntes construiu uma carreira marcada por exposições internacionais e identidade única

    Quando dor, sentimentos, paixões e cores se encontram, surgem obras que revelam a força da expressão artística de Ailton Santana. Natural de Correntes, no Agreste de Pernambuco, o artista plástico construiu uma trajetória marcada pela sensibilidade, criatividade e pela capacidade de transformar emoções em pinturas que atravessam fronteiras.

    Desde muito cedo, Ailton Santana explorava seu lado artístico. Mesmo antes de compreender completamente o significado de suas criações, já percebia que a arte seria o caminho para materializar seus sentimentos e traduzir suas experiências em formas, cores e símbolos.

    Reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco, o mestre pernambucano recebeu também o título de Patrimônio Cultural Material e Imaterial do município de Correntes, em 2015, reconhecimento que valoriza sua contribuição para a cultura local e para a preservação da identidade artística da região.

    Sua obra é considerada por críticos uma fusão singular de referências como arte naïf, pop, conceitual, surreal e abstrata. Com um estilo próprio, Ailton Santana cria pinturas carregadas de intensidade cromática, onde cada tela revela emoções, memórias e interpretações sobre o mundo ao seu redor.

    Artista visionário, ele afirma sua criação a partir do que sente, e não apenas do que observa. Suas obras expressam sentimentos como alegria, medo, amor, inquietação e esperança, construindo um universo visual marcado por cores vibrantes e uma forte dimensão poética.

    Com mais de 40 exposições internacionais realizadas, Ailton Santana levou sua arte para países como França, Suíça e Marrocos, consolidando sua presença no cenário artístico mundial. Em suas passagens pelo exterior, participou de exposições, encontros culturais, performances e projetos que aproximaram a arte pernambucana de diferentes culturas.

    Na França, onde possui uma relação artística construída ao longo dos anos, participou de mostras como na Maison du Folklore e no Forum das Artes & da Cultura, apresentando pinturas, instalações e oficinas participativas. Seus trabalhos também integraram encontros internacionais com artistas de diferentes países, reforçando a arte como uma ponte entre povos.

    A produção de Ailton Santana também conquistou importantes admiradores no Brasil. Entre colecionadores de suas obras estão nomes como Ariano Suassuna e Francisco Brennand, além de outros artistas e intelectuais que reconhecem sua autenticidade e força criativa.

    Além das pinturas, o artista desenvolve esculturas com materiais reciclados, como garrafas PET e pneus, ampliando seu olhar sobre transformação, sustentabilidade e reutilização. Sua obra une tradição popular, experimentação e uma profunda conexão com suas raízes.

    Com uma carreira construída entre o Nordeste e o mundo, Ailton Santana reafirma o poder da arte como linguagem universal. Seu trabalho mantém viva a memória cultural de Pernambuco ao mesmo tempo em que apresenta ao cenário internacional a riqueza, a imaginação e as cores de um artista que transforma sentimentos em patrimônio.

  • A Copa do Mundo e o Coração dos Brasileiros: quando o futebol une emoções e histórias

    A Copa do Mundo e o Coração dos Brasileiros: quando o futebol une emoções e histórias

    Artigo de Marcia Bortolanza, escritora e psicóloga, aborda como a competição vai além do esporte e fortalece vínculos, identidade coletiva e esperança entre os brasileiros

    Coluna Marcia Bortolanza Escritora e Psicóloga

    A Copa do Mundo é muito mais do que uma competição esportiva. Para os brasileiros, ela representa um momento de encontro, esperança e pertencimento. Durante esse período, pessoas de diferentes idades, histórias e realidades se unem por um sentimento comum: o amor pelo país e o desejo de ver sua seleção alcançar a vitória.

    Do ponto de vista psicológico, a Copa desperta emoções profundas. Ela fortalece a identidade coletiva, promove conexões sociais e cria memórias afetivas que atravessam gerações. Quem não se lembra de assistir aos jogos ao lado da família, dos amigos ou dos colegas de trabalho? São momentos que permanecem vivos na memória e ajudam a construir laços significativos.

    Em tempos marcados por tantas divisões e desafios, o futebol tem a capacidade de aproximar pessoas. Ainda que por alguns instantes, diferenças ficam em segundo plano e surge um sentimento de união que lembra a importância de caminharmos juntos.

    A Copa também nos ensina sobre superação. Cada partida traz a possibilidade da vitória, mas também o risco da derrota. E é justamente nessa dinâmica que encontramos valiosas lições para a vida. Nem sempre alcançamos os resultados que desejamos, mas sempre podemos aprender, crescer e recomeçar.

    Para as crianças, a Copa desperta sonhos. Para os adultos, resgata lembranças. Para os idosos, revive histórias que atravessaram décadas. Ela conecta passado, presente e futuro em uma mesma emoção.

    Independentemente do resultado dentro de campo, a maior conquista da Copa talvez seja nos lembrar de que fazemos parte de algo maior. Ela nos convida a torcer, acreditar e compartilhar emoções, reforçando valores como união, respeito, perseverança e esperança.

    Porque, no fundo, a Copa não fala apenas de futebol. Ela fala sobre pessoas, sentimentos e sobre a capacidade humana de sonhar coletivamente. E quando um povo sonha junto, ele descobre que sua maior força está na união de seus corações.

  • Brasília se torna base da expansão nacional da Connection 26, nova aposta de Robson Ouro Preto

    Brasília se torna base da expansão nacional da Connection 26, nova aposta de Robson Ouro Preto

    A Connection 26, empresa fundada em Brasília pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, vem conquistando espaço no cenário nacional ao apresentar soluções inovadoras que unem comunicação, tecnologia e inteligência digital.

    Com atuação em diversos estados brasileiros, a empresa tem chamado a atenção de lideranças políticas, instituições e organizações que buscam novas ferramentas para ampliar sua presença digital e fortalecer a comunicação com a população.

    Reconhecido nacionalmente por sua trajetória na comunicação, Robson Ouro Preto já havia se destacado ao criar uma das maiores redes de comunicação digital do país, conectando centenas de portais de notícias e ampliando o alcance da informação em todo o Brasil. Agora, o empresário dá um novo passo ao investir fortemente em tecnologia aplicada à comunicação estratégica e ao marketing político.

    A Connection 26 atua nas áreas de comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, inteligência artificial, desenvolvimento de plataformas, produção de conteúdo, mídia digital e gestão de tráfego pago, oferecendo soluções modernas para clientes em diferentes segmentos.

    Um dos destaques da empresa é a utilização de tecnologias avançadas para análise de dados, segmentação de público, automação de processos e estratégias digitais voltadas para campanhas de comunicação. A proposta é permitir que instituições, empresas e lideranças tenham acesso a ferramentas inovadoras capazes de potencializar resultados e fortalecer o relacionamento com seus públicos.

    Com sede na capital federal, a Connection 26 tem ampliado sua presença em Brasília e em diversos estados, consolidando-se como uma empresa voltada para o futuro da comunicação e da tecnologia.

    Para Robson Ouro Preto, o mercado vive uma transformação sem precedentes e exige soluções cada vez mais inteligentes.

    “Estamos vivendo uma nova era da comunicação. A tecnologia passou a ser uma ferramenta indispensável para quem deseja se conectar com as pessoas de forma eficiente. A Connection 26 nasceu justamente para unir inovação, estratégia e resultados, oferecendo ao mercado soluções modernas e alinhadas com as novas demandas digitais”, afirmou.

    Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa segue expandindo sua atuação nacional e reforçando seu posicionamento como uma das novas referências em comunicação estratégica e tecnologia aplicada ao ambiente digital brasileiro.

  • Ensino superior privado entra em nova fase: preço deixa de ser único diferencial para atrair estudantes

    Ensino superior privado entra em nova fase: preço deixa de ser único diferencial para atrair estudantes

    Pesquisa aponta queda nas mensalidades e mostra que instituições precisam investir em qualidade, inovação e experiência acadêmica para se manter competitivas

    Coluna de Janguiê Diniz

    O ensino superior privado brasileiro vive um momento de transformação. Durante anos, a dinâmica do setor foi marcada pela expansão da demanda e pela possibilidade de reajustar as mensalidades sem impactos significativos sobre a captação de estudantes. Hoje, contudo, a realidade é outra. Em um ambiente cada vez mais competitivo, marcado por mudanças regulatórias, pressões econômicas e um novo perfil de consumidor, a definição dos preços tornou-se um reflexo da capacidade das instituições de demonstrar valor.

    Essa é uma das constatações da pesquisa Cenário de Precificação da Graduação – Brasil 2026. O mapeamento é realizado há 15 anos pela Hoper Educação e, nesta edição, contou com a parceria da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Mais do que registrar valores de mensalidades, o levantamento ajuda a compreender os movimentos que estão redesenhando o mercado da educação superior privada brasileira.

    Os dados revelam uma realidade emblemática: as mensalidades presenciais registraram queda real de 4,3% em 2026 na comparação com o ano anterior. A mediana nacional dos valores efetivamente praticados pelas instituições chegou a R$ 835, enquanto a educação a distância manteve-se em um patamar significativamente inferior, com R$ 214.

    À primeira vista, essa redução pode parecer contraditória em um período de inflação acumulada e aumento dos custos operacionais. No entanto, ela revela uma mudança estrutural importante: o estudante está mais atento à relação entre investimento e retorno. Hoje, mais do que perguntar quanto custa, ele avalia se a formação vale o investimento.

    Nesse contexto, a decisão de ingresso já não se baseia apenas na tradição ou no prestígio da marca institucional. Infraestrutura física, recursos tecnológicos, experiências acadêmicas, empregabilidade, flexibilidade dos formatos de oferta e qualidade percebida passaram a exercer influência crescente sobre a escolha.

    Não por acaso, a pesquisa conclui que a precificação deixou de ser apenas uma estratégia financeira para se tornar uma expressão do posicionamento institucional. Em um ambiente de forte competição, instituições que não conseguem demonstrar diferenciais concretos acabam pressionadas a disputar mercado por meio de descontos e reduções de preço.

    A transformação também é impulsionada pelo novo marco regulatório da educação a distância. A publicação do Decreto nº 12.456/2025 inaugurou uma nova configuração para o setor, impulsionando a expansão do formato semipresencial. O movimento já produz efeitos sobre o mercado. Combinando maior flexibilidade que o ensino presencial e experiências acadêmicas mais robustas que a EAD convencional, o semipresencial vem ocupando um espaço estratégico na oferta das instituições. Contudo, segundo a pesquisa, muitas delas ainda praticam mensalidades próximas às da EAD, apesar dos custos mais elevados.

    Essa nova configuração também ajuda a explicar parte da pressão sobre os preços dos cursos presenciais. Em geral, o estudante encontra no semipresencial o equilíbrio entre custo, flexibilidade e experiência acadêmica. Trata-se de uma variável que influenciará cada vez mais a dinâmica concorrencial dos próximos anos.

    Os resultados observados em áreas específicas também reforçam a tendência de queda. As Engenharias, tradicionalmente associadas a cursos de maior valor agregado, apresentaram uma das maiores reduções de preço da série histórica. A mediana das mensalidades presenciais caiu de R$ 1.743, em 2016, para R$ 967, em 2026, refletindo a combinação entre retração da demanda, ampliação da oferta e aumento da concorrência.

    Já Medicina permanece como o curso mais caro do país. Entretanto, o cenário também começa a apresentar sinais de amadurecimento competitivo. As mensalidades variam entre R$ 6,4 mil e R$ 15,8 mil, dependendo de fatores como reputação institucional, localização geográfica e infraestrutura. Contudo, a existência de vagas ociosas (cenário impensável há poucos anos) é um indicativo de que mesmo cursos com alta demanda não estão imunes às mudanças de comportamento dos estudantes.

    Há, ainda, um componente econômico relevante. O orçamento das famílias brasileiras continua pressionado por diferentes fatores, o que torna o preço uma variável ainda mais sensível. Por isso, muitas instituições têm ampliado suas políticas de desconto para manter a competitividade. O desafio consiste justamente em equilibrar acessibilidade financeira e sustentabilidade institucional.

    Apesar dos desafios, o cenário também traz oportunidades. Maior competição estimula inovação, aprimoramento da qualidade acadêmica, modernização da infraestrutura e desenvolvimento de novas experiências de aprendizagem. Para os estudantes, isso significa acesso a um mercado mais diversificado, com maior variedade de formatos, preços e propostas de valor.

    Em síntese, o que os dados de precificação mostram é que o setor ingressou em uma nova etapa, em que crescimento, qualidade, inovação e sustentabilidade precisam caminhar juntos. Mais do que definir quanto custa um curso, é preciso demonstrar que ele vale a pena. Este é o novo cenário para o qual todas as instituições que quiserem se manter relevantes precisam estar preparadas.

    *Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular; fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

  • Escultura “Última Ceia” em madeira ganha destaque pelo maior alto-relevo do Brasil

    Escultura “Última Ceia” em madeira ganha destaque pelo maior alto-relevo do Brasil

    Obra esculpida em cedro pelo artesão Romualdo de Castro Souza levou um ano e meio para ser concluída em Garanhuns, no Agreste pernambucano

    Uma das maiores releituras em madeira da obra “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, está em Pernambuco. Esculpida pelo artesão Romualdo de Castro Souza, na cidade de Garanhuns, a peça impressiona pela dimensão, riqueza de detalhes e profundidade do alto-relevo.

    A história da escultura começou em 2013, com a aquisição de duas grandes pranchas de madeira cedro, vindas do Pará, por meio de uma madeireira do Recife. O trabalho artístico foi iniciado no mesmo ano e concluído em junho de 2015, após cerca de um ano e meio de dedicação.

    A obra foi produzida a partir de duas pranchas com aproximadamente 7,30 metros de comprimento, 60 centímetros de largura e 15 centímetros de espessura. Depois de finalizada, a escultura passou a medir cerca de 4 metros de comprimento por 2,20 metros de altura, com uma estrutura que chega a 36,5 centímetros de espessura nas quatro partes da moldura.

    A peça é uma releitura tridimensional da famosa pintura “A Última Ceia”, criada por Leonardo da Vinci entre 1495 e 1498, atualmente preservada no convento e igreja Santa Maria delle Grazie, em Milão, na Itália. A versão em madeira transforma a cena clássica em uma experiência de profundidade, destacando expressões, volumes e detalhes dos personagens.

    Pesquisas apontam que a escultura se destaca por apresentar uma das maiores espessuras de madeira já utilizadas em uma representação da “Última Ceia” no Brasil, resultado em um alto-relevo de grande impacto visual.

    Com técnica minuciosa e valorização da arte popular, Romualdo de Castro Souza transformou o cedro em uma obra monumental, unindo tradição, fé e a força da escultura pernambucana.

  • Produtor rural Adailton Maturino firma parceria com empresa chinesa para modernizar cultivo de cacau no Brasil

    Produtor rural Adailton Maturino firma parceria com empresa chinesa para modernizar cultivo de cacau no Brasil

    Acordo com a DAYU Irrigation Group levará tecnologia de irrigação eficiente às plantações, com foco em produtividade, sustentabilidade e inovação no campo

    O produtor rural Adailton Maturino dos Santos anunciou uma parceria estratégica com a DAYU Irrigation Group, uma das maiores empresas de irrigação da China, com o objetivo de levar inovação tecnológica e soluções sustentáveis para o cultivo de cacau no Brasil.

    A iniciativa une a experiência de Adailton no campo com o conhecimento da empresa chinesa em sistemas avançados de irrigação, criando novas possibilidades para o desenvolvimento da cacauicultura nacional. A parceria busca ampliar a eficiência no uso da água, melhorar o desempenho das lavouras e contribuir para uma produção mais sustentável e competitiva.

    Com a adoção de tecnologias de irrigação inteligente, os produtores poderão contar com ferramentas voltadas ao manejo eficiente dos recursos naturais, redução de desperdícios e melhores condições para o crescimento das plantas, fortalecendo a qualidade e a produtividade do cacau brasileiro.

    Para Adailton Maturino, a união representa um avanço importante para o setor agrícola nacional, aproximando o Brasil das principais tendências mundiais em tecnologia no campo.

    “Estamos conectando a tradição e o conhecimento do produtor brasileiro com soluções tecnológicas que podem transformar a forma como produzimos. O futuro do cacau passa pela inovação, sustentabilidade e valorização de quem está na terra”, destaca.

    A parceria entre Adailton e a DAYU Irrigation Group reforça o potencial do Brasil no mercado internacional do cacau, colocando a tecnologia como aliada do desenvolvimento agrícola e da geração de oportunidades no campo.

    Da terra à inovação. Do Brasil para o mundo.

  • De Brasília para todo o Brasil: Robson Ouro Preto lança a Connection 26 e aposta na integração entre comunicação, tecnologia e inovação

    De Brasília para todo o Brasil: Robson Ouro Preto lança a Connection 26 e aposta na integração entre comunicação, tecnologia e inovação

    Empresa nasce com atuação nacional e reúne soluções em marketing digital, inteligência artificial, comunicação estratégica e transformação tecnológica

    O empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto acaba de anunciar mais um importante projeto de alcance nacional. Com sede em Brasília, a nova empresa Connection 26 nasce com a missão de conectar o Distrito Federal aos 26 estados brasileiros, oferecendo soluções modernas e integradas nas áreas de comunicação, tecnologia e marketing digital.

    Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa chega ao mercado com uma proposta inovadora, reunindo profissionais especializados e ferramentas avançadas para atender empresas, instituições, lideranças políticas, organizações e empreendedores em todo o país.

    A escolha de Brasília como base operacional reforça a estratégia de expansão nacional da marca. Localizada no centro das decisões políticas e econômicas do Brasil, a capital federal será o ponto de partida para uma atuação que pretende alcançar todas as regiões brasileiras.

    A Connection 26 atuará em diversos segmentos, entre eles:

    * Comunicação Corporativa;
    * Marketing Digital;
    * Assessoria de Imprensa;
    * Desenvolvimento de Plataformas;
    * Tecnologia e Automação;
    * Inteligência Artificial;
    * Produção de Conteúdo;
    * Mídia Digital;
    * Gestão de Tráfego Pago.

    Entre os diferenciais da empresa está uma equipe altamente especializada em campanhas de tráfego pago para o setor político, utilizando ferramentas exclusivas e estratégias avançadas de segmentação, análise de dados e inteligência digital.

    Segundo Robson Ouro Preto, a empresa foi criada para atender um mercado cada vez mais conectado e exigente.

    “A comunicação evoluiu, a tecnologia evoluiu e as marcas precisam acompanhar essa transformação. A Connection 26 surge justamente para unir essas áreas, criando conexões inteligentes e resultados concretos para nossos clientes em todo o Brasil”, destacou o empresário.

    Reconhecido nacionalmente por sua atuação no setor da comunicação, Robson Ouro Preto amplia sua presença no mercado com um projeto que une inovação, tecnologia e estratégia, consolidando mais um passo importante em sua trajetória empresarial.

    A expectativa é que a Connection 26 se torne uma referência nacional em soluções de comunicação integrada, marketing digital e tecnologia, fortalecendo marcas e conectando oportunidades de norte a sul do país.

    Connection 26
    Conectando pessoas, marcas e tecnologia.

  • Trabalho digno é ferramenta de transformação social e construção de futuro, defende Janguiê Diniz

    Trabalho digno é ferramenta de transformação social e construção de futuro, defende Janguiê Diniz

    Em artigo alusivo ao Dia do Trabalhador, educador e empreendedor destaca o papel do trabalho na geração de oportunidades, mobilidade social e desenvolvimento econômico, além da importância de ambientes corporativos que valorizem pessoas e incentivem o intraempreendedorismo

    O mês de maio se inicia com o Dia do Trabalhador. A data nos convida à reflexão sobre o papel do trabalho na vida das pessoas e na construção da sociedade. Muito além de uma obrigação ou meio de subsistência, o trabalho é um dos principais instrumentos de mobilidade social, transformação individual e coletiva. É por meio dele que sonhos saem do papel, objetivos ganham forma e histórias de superação são escritas todos os dias.

    O trabalho tem um valor que vai além do aspecto financeiro. Ele representa dignidade, propósito e identidade. Quando alguém trabalha, não está apenas gerando renda. Está construindo um futuro, desenvolvendo habilidades, conquistando autonomia e criando oportunidades. Em muitos casos, é o trabalho que possibilita a mobilidade social, permitindo que pessoas mudem sua realidade e ofereçam melhores condições para suas famílias. E esse impacto não se limita ao indivíduo. O trabalho transforma comunidades, fortalece a economia e contribui para o desenvolvimento do país. Cada profissional, independentemente da área ou função, tem um papel importante nesse processo. Do pequeno empreendedor ao grande executivo, do trabalhador informal ao profissional altamente especializado, todos contribuem para o funcionamento e o crescimento da sociedade e têm seu valor.

    No entanto, falar sobre o valor do trabalho também exige abordar as condições em que ele é realizado. O trabalho precisa ser exercido de forma digna, em ambientes seguros, justos e respeitosos. Nenhuma atividade deve submeter o trabalhador a condições degradantes ou desumanas. A dignidade no trabalho não é um privilégio, é um direito. Nesse contexto, as empresas desempenham um papel fundamental. Organizações que entendem o valor do trabalho investem em seus colaboradores, promovem ambientes saudáveis e criam oportunidades reais de crescimento. Um bom ambiente de trabalho não é apenas aquele que oferece estrutura física adequada, mas também aquele que incentiva o desenvolvimento, reconhece esforços e valoriza pessoas. Empresas que cuidam de seus colaboradores colhem resultados mais consistentes. Equipes motivadas produzem mais, inovam mais e se comprometem mais com os objetivos da organização. É uma relação de reciprocidade: quando o colaborador se sente valorizado, ele naturalmente entrega o seu melhor.

    É nesse cenário que ganha força o conceito de intraempreendedorismo. Cada vez mais, empresas percebem que seus próprios colaboradores podem ser agentes de inovação e crescimento. O intraempreendedor é aquele que, mesmo dentro de uma organização, pensa como dono, busca soluções, propõe melhorias e contribui ativamente para o desenvolvimento do negócio. Ele não apenas executa tarefas, mas participa da construção de resultados. Estimular esse comportamento é estratégico. Ao incentivar o intraempreendedorismo, as empresas criam um ambiente onde ideias são valorizadas, talentos são potencializados e oportunidades são ampliadas. O colaborador deixa de ser apenas parte da operação e passa a ser parte da evolução da empresa.

    O trabalho, quando exercido com dignidade e propósito, transforma não apenas a realidade financeira, mas também a mentalidade. Ele ensina disciplina, desenvolve resiliência e fortalece o caráter. Cada desafio superado no ambiente profissional contribui para o crescimento pessoal. Por isso, ao refletirmos sobre o Dia do Trabalhador, é importante resgatar uma ideia simples, mas poderosa: o trabalho enobrece o homem, engrandece a alma e enriquece o bolso. Ele é, ao mesmo tempo, meio e caminho: meio para conquistar estabilidade e caminho para alcançar realização.

    Mais do que celebrar, este é um momento de valorizar. Valorizar o esforço diário de milhões de brasileiros, reconhecer a importância de condições dignas de trabalho e reforçar o papel das empresas na construção de ambientes mais justos e produtivos. No fim das contas, o trabalho é uma das maiores ferramentas de transformação que existem. E, quando aliado à dignidade, ao respeito e às oportunidades, ele se torna capaz de mudar vidas — não apenas de quem o realiza, mas de todos que estão ao seu redor.

    Janguiê Diniz  –     Fundador,  controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional,  presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group. – diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

  • Daniel França mira espaço no Remo e sonha com oportunidade no futebol profissional

    Daniel França mira espaço no Remo e sonha com oportunidade no futebol profissional

    Após superar a perda do pai e passar por equipes como União Barbarense e Galo Maringá, atleta aposta no trabalho e na dedicação para construir sua trajetória no clube paraense

    A paixão de Daniel França pelo futebol nasceu ainda na infância, inspirada pelo exemplo dos irmãos, que atuavam em equipes de sua cidade. Desde cedo, o atleta acompanhava partidas e treinamentos, despertando o desejo de seguir o mesmo caminho dentro das quatro linhas.

    O primeiro passo rumo ao futebol competitivo aconteceu aos 16 anos, quando ingressou no União Barbarense. Durante sua passagem pelo clube, Daniel teve a oportunidade de disputar o Campeonato Paulista, experiência que marcou o início de sua trajetória no esporte. No entanto, um momento difícil interrompeu seus planos. Seu pai enfrentou problemas de saúde e acabou falecendo, fato que impactou profundamente sua vida pessoal e profissional.

    Após a perda, Daniel continuou atuando em equipes da cidade, mantendo vivo o sonho de construir uma carreira no futebol. Foi nesse período que conheceu o empresário Jean, que passou a acompanhar sua trajetória e contribuir para a busca de novas oportunidades.

    Com o apoio do empresário, Daniel recebeu a chance de integrar o elenco do Galo Maringá, onde permaneceu por alguns meses. Depois da passagem pelo clube paranaense, o jogador seguiu treinando e se preparando para novos desafios até surgir uma oportunidade considerada especial em sua carreira: defender o Remo.

    Foto: Divulgação

    Agora no clube paraense, Daniel França vive um novo momento e mantém o foco em conquistar seu espaço. Determinado a alcançar o sonho de atuar profissionalmente, o atleta garante que seguirá trabalhando com dedicação máxima para aproveitar cada oportunidade.

    “Espero permanecer no clube e conquistar uma oportunidade como profissional. Vou dar o meu melhor todos os dias para alcançar esse objetivo”, destacou o jogador.