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  • MÉTODO QUE EXPÕE OS BASTIDORES DA GESTÃO E PROPÕE MUDAR O RUMO DE EMPRESAS É A GRANDE SACADA EMPRESARIAL

    MÉTODO QUE EXPÕE OS BASTIDORES DA GESTÃO E PROPÕE MUDAR O RUMO DE EMPRESAS É A GRANDE SACADA EMPRESARIAL

    Criado a partir de décadas de experiência no varejo, programa liderado por Rodrigo Nunes e Ricardo Nunes transforma processos, pessoas, tecnologia, finanças e estratégia em uma nova agenda para empresas que querem crescer sem perder o controle da operação

    Em um mercado no qual crescer já não significa necessariamente crescer com eficiência, uma nova proposta de gestão chega ao empresariado brasileiro com uma provocação direta: e se o próximo salto de uma empresa não estiver em vender mais, mas em organizar aquilo que acontece antes, durante e depois da venda? É a partir dessa pergunta que nasce o RGV Processos, uma imersão concebida por Rodrigo Nunes e Ricardo Nunes para revelar, pela primeira vez de forma estruturada, uma metodologia de gestão construída nos bastidores de grandes operações do varejo brasileiro.

    A proposta parte de uma experiência empresarial de grande escala. De acordo com a apresentação do programa, Rodrigo Nunes, ex-diretor de Operações da Ricardo Eletro e atualmente Diretor do Grupo R1, apresenta uma metodologia desenvolvida ao longo de mais de duas décadas ao lado de especialistas que participaram de sua trajetória profissional. Trata-se da revelação da experiência em uma operação que chegou a aproximadamente 1.200 lojas e mais de R$ 12 bilhões em faturamento anual, colocando no centro da discussão uma questão que interessa diretamente a empresários de todos os portes: como transformar crescimento em uma operação previsível, eficiente e sustentável. 

    A discussão ganha força diante do cenário empresarial brasileiro. Segundo o IBGE, entre as empresas empregadoras nascidas em 2017, apenas 35,9% das que tinham de um a nove empregados continuaram ativas cinco anos depois. Entre aquelas com 10 a 49 empregados, a taxa de sobrevivência chegou a 55,4%, enquanto nas empresas com 50 ou mais pessoas ocupadas alcançou 60,9%. Os números ajudam a dimensionar um dos maiores desafios da expansão empresarial: não basta criar uma empresa; é preciso construir uma estrutura capaz de sobreviver ao próprio crescimento. No varejo, o desafio é ainda mais evidente. O setor brasileiro fechou 2025 com crescimento de 1,6% nas vendas, o nono ano consecutivo de alta, mas em ritmo inferior aos 4,1% registrados em 2024. Em março de 2026, o comércio varejista avançou 4,0% na comparação com março do ano anterior e acumulava alta de 2,4% no ano. Ou seja, existe mercado, existe consumo e existe oportunidade, mas a competição acontece em um ambiente no qual margem, produtividade, logística, tecnologia, experiência do cliente e velocidade de decisão podem determinar quem transforma crescimento em resultado. 

    É nesse ponto que o RGV Processos pretende atuar. Em vez de tratar a gestão como um conjunto de departamentos isolados, a metodologia organiza a empresa a partir de três pilares centrais: pessoas, processos e sistemas. A proposta é olhar a operação de maneira transversal, passando por Recursos Humanos, área comercial, financeiro, jurídico, criação de novas receitas, tecnologia, logística e indicadores de gestão para resultados.  A ideia ganha ainda mais relevância em uma economia na qual tecnologia deixou de ser apenas suporte operacional para se transformar em infraestrutura estratégica. A pesquisa TIC Empresas 2024, do Cetic.br/NIC.br, mostra que somente 34% das empresas pesquisadas declararam possuir uma área ou departamento de TI. Entre as empresas com 10 a 49 pessoas ocupadas, esse percentual cai para 29%.  O cenário se repete quando o assunto é inteligência artificial. Segundo a mesma pesquisa, apenas 13% das empresas brasileiras declararam utilizar tecnologias de IA. Entre as que utilizam, a tecnologia já aparece aplicada em marketing e vendas, gestão, organização de processos administrativos, logística, segurança digital e recursos humanos. A mensagem para o mercado é contundente: a tecnologia está avançando mais rápido do que a capacidade de muitas empresas de estruturar seus próprios processos.

    “O empresário não pode continuar confundindo movimento com crescimento. Uma empresa pode vender muito, abrir novas unidades e aumentar seu faturamento e, ainda assim, estar ficando mais frágil por dentro. O que nós queremos mostrar é como transformar aquilo que parece bastidor em uma máquina de execução, controle e resultado”, afirma Rodrigo Nunes. 

    O conceito de processo, dentro da proposta, deixa de ser burocracia e passa a ser tratado como ativo estratégico. A metodologia apresentada contempla diagnóstico e estruturação de áreas, definição de responsabilidades, rotinas, indicadores, gestão financeira, planejamento comercial, relacionamento com clientes, tecnologia, automação, integração de sistemas, logística, tributação e criação de novas fontes de receita.  Na prática, significa atacar justamente os pontos em que muitas empresas perdem dinheiro sem perceber: retrabalho, falta de clareza de papéis, decisões baseadas em percepção, estoque mal administrado, ausência de indicadores, processos comerciais frágeis, custos desconhecidos, dependência excessiva de pessoas-chave, sistemas que não conversam entre si e oportunidades de receita que nunca chegam a ser estruturadas.

    “Nós aprendemos que empresa grande não é aquela que simplesmente tem muitas lojas, muitos funcionários ou muito faturamento. Empresa grande é aquela que consegue fazer a operação funcionar com método, disciplina e capacidade de replicação. O nosso objetivo é levar essa visão para empresários que querem construir empresas maiores, mais organizadas e mais preparadas para o próximo ciclo do mercado”, afirma Ricardo Nunes.

    O programa também aposta em uma mudança de mentalidade. A proposta não é apresentar uma fórmula genérica de administração, mas colocar empresários diante dos mecanismos que sustentam uma operação complexa. O cronograma reúne especialistas em processos com foco no cliente, Recursos Humanos, processos comerciais, estratégias tributárias, financeiro, logística, indicadores e gestão para resultados e TI e sistemas, além de momentos conduzidos diretamente por Rodrigo Nunes e encerramentos com Ricardo Nunes.  A própria estrutura da imersão revela a ambição do projeto. O RGV Processos será realizado presencialmente nos dias 15 e 16 de setembro, em Barueri, São Paulo, no complexo do Iguatemi Alphaville, com dois dias dedicados à discussão prática dos processos que sustentam uma empresa. O programa prevê uma jornada de 24 horas de imersão, com participação de especialistas em diferentes áreas da gestão. 

    Mais do que um treinamento corporativo, o movimento pretende ocupar um espaço crescente no mercado brasileiro: o da profissionalização da gestão como estratégia de sobrevivência e expansão. O próprio histórico empresarial brasileiro mostra que o crescimento pode criar novas fragilidades quando a estrutura não acompanha a velocidade da operação. O desafio, portanto, não é apenas vender mais, mas criar condições para que cada venda adicional seja absorvida com eficiência, margem e controle. O impacto potencial está justamente nessa mudança de perspectiva. Uma empresa que organiza seu RH pode reduzir dependências e melhorar sua capacidade de execução. Uma operação comercial estruturada pode transformar esforço de vendas em previsibilidade. Um financeiro baseado em indicadores pode transformar números históricos em instrumentos de decisão. Uma logística redesenhada pode reduzir desperdícios e melhorar o nível de serviço. Sistemas integrados podem eliminar ilhas de informação. E novas unidades de negócio podem transformar conhecimento interno em novas fontes de faturamento. É essa conexão entre áreas que o RGV Processos coloca no centro da estratégia.  Em um momento em que o varejo brasileiro continua crescendo, mas apresenta ritmos diferentes entre segmentos e exige cada vez mais eficiência operacional, a discussão sobre processos deixa de ser restrita a grandes corporações. Ela passa a ser uma questão de competitividade para empresas que querem atravessar os próximos anos com capacidade de adaptação. Os dados mais recentes do IBGE mostram, inclusive, que o varejo acumulava alta de 1,8% nos 12 meses até março de 2026, enquanto o varejo ampliado apresentava crescimento de apenas 0,2% no mesmo período, uma diferença que evidencia como diferentes modelos de negócio estão enfrentando o mesmo ambiente econômico de maneiras distintas. 

    A provocação do RGV Processos, portanto, é maior do que “organizar a empresa”. É mudar a forma como o empresário enxerga o próprio negócio. Em vez de perguntar somente quanto a empresa vende, passa-se a perguntar quanto custa operar, onde estão os gargalos, quais processos podem ser replicados, quais indicadores precisam ser acompanhados, onde existem novas receitas, quais decisões estão sendo tomadas sem dados e quanto do crescimento realmente se transforma em resultado. É uma mudança de eixo: do improviso para o processo; da dependência para a estrutura; da operação para a gestão; do faturamento para a rentabilidade; do crescimento desordenado para a escala sustentável. E talvez esteja justamente aí a força comercial do projeto. Em um país onde sobreviver já é um desafio e crescer sem perder eficiência é ainda mais complexo, conhecer os bastidores de uma operação que alcançou escala pode significar mais do que aprender ferramentas de gestão. Pode significar descobrir, dentro da própria empresa, onde está escondido o próximo ciclo de crescimento.

    RGV Processos. Porque mudar o rumo de uma empresa pode começar muito antes de mudar o faturamento. Pode começar mudando a forma como ela funciona.

    SERVIÇO

    Evento: RGV Processos 
    Data: 15 e 16 de setembro 
    Local: iTower – Complexo Shopping Iguatemi Alphaville 
    Cidade: Barueri – SP 
    Endereço: Alameda Xingu, 350, sala 2601, 26º andar, Alphaville 
    Pilares: Pessoas, Processos e Sistemas. 
    Áreas abordadas: Recursos Humanos, Comercial, Financeiro, Jurídico, Novas Receitas, TI e Sistemas, Logística, Tributação e Indicadores e Gestão para Resultados. 
    Liderança: Rodrigo Nunes e Ricardo Nunes 
    Especialistas: Jones Ferreira, Mônica Ruggio, Sônia Carvalho, Ruy Góes, Márcia Luzia, Wallace Fontes, Samuel Belo e Fernando Campana. 

    Sobre o Grupo R1

    Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e  à  profissionalização  do empresariado  brasileiro.  Com  metodologia  de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em  um mercado cada  vez mais  competitivo e dinâmico.

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  • Escala 6×1 no centro do debate nacional reacende alerta do empresariado sobre produtividade, competitividade e sustentabilidade econômica

    Escala 6×1 no centro do debate nacional reacende alerta do empresariado sobre produtividade, competitividade e sustentabilidade econômica

    Para empresários, discussão precisa equilibrar qualidade de vida do trabalhador com a realidade operacional das empresas brasileiras, especialmente no varejo, serviços e pequenas operações

    A proposta que prevê o fim da escala 6×1 no Brasil voltou ao centro das discussões econômicas e políticas do país após o relator da comissão especial da Câmara apresentar parecer favorável à redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial, além de uma transição gradual de até 14 meses para implementação do novo modelo. 

    O tema, que mobiliza trabalhadores, sindicatos e setores políticos, também provoca forte reação entre empresários e líderes do varejo nacional, sobretudo em segmentos intensivos em mão de obra, como comércio, alimentação, logística e serviços. Para muitos executivos, a discussão não pode ser conduzida apenas sob uma ótica ideológica ou emocional, mas sim com base em produtividade, eficiência operacional e preservação da atividade econômica.

    Na visão do empresário Ricardo Nunes, um dos nomes mais conhecidos do empreendedorismo brasileiro, o debate precisa considerar a realidade de quem gera empregos no país e sustenta operações que funcionam praticamente de forma ininterrupta.

    “O empresário brasileiro já opera sob uma das cargas tributárias mais agressivas do mundo, além de enfrentar juros elevados, insegurança jurídica e custos trabalhistas extremamente altos. Quando se fala em reduzir jornada sem discutir aumento de produtividade, tecnologia, desoneração e eficiência, existe um risco real de pressionar ainda mais o custo Brasil e inviabilizar milhares de empresas, especialmente pequenas e médias”, afirma Ricardo Nunes, fundador do Grupo R1 e da Ricardo Eletro.

    Segundo ele, embora seja legítima a busca por mais qualidade de vida para o trabalhador, a discussão precisa ser madura e responsável para não gerar efeito contrário ao esperado. “O empresário não é inimigo do trabalhador. Muito pelo contrário. Quem empreende sabe a importância de equipes motivadas, descansadas e produtivas. Mas toda mudança estrutural precisa ser acompanhada de um plano econômico sustentável. Caso contrário, o impacto pode vir em forma de desemprego, informalidade, automação acelerada e fechamento de operações”, pontua.

    A proposta debatida na Câmara prevê a redução gradual da jornada atual de 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, além da garantia de dois dias de descanso remunerado por semana. O parecer também estabelece um período de adaptação para as empresas. 

    Para Ricardo Nunes, o Brasil deveria discutir simultaneamente mecanismos de compensação econômica para os setores mais afetados. “Países que reduziram jornada ao longo da história fizeram isso acompanhados de ganhos massivos de produtividade, inovação e ambiente econômico favorável. Não existe mágica. O empresário brasileiro quer evoluir, quer modernizar relações de trabalho, mas precisa ter previsibilidade e condições reais para absorver esse custo”, diz.

    O fundador do Grupo R1 também destaca que o varejo e os serviços possuem dinâmicas muito diferentes de setores industriais ou tecnológicos. “Uma loja aberta precisa de gente. Um restaurante funcionando precisa de equipe. Um centro logístico precisa operar. Em alguns setores, especialmente aqueles que já trabalham no limite operacional, possuem baixa produtividade, alta dependência de presença física contínua ou grande concentração de horários de pico, a redução da jornada pode aumentar a necessidade de novas contratações ou exigir uma reestruturação importante das escalas e dos processos internos. Por outro lado, empresas mais eficientes, organizadas e com gestão moderna conseguem absorver melhor essas mudanças sem necessariamente ampliar quadro. O grande ponto é que o debate precisa considerar as diferentes realidades do ambiente empresarial brasileiro”, explica. 

    Apesar das preocupações do setor produtivo, Ricardo Nunes acredita que o debate pode abrir espaço para uma transformação positiva nas relações de trabalho, desde que conduzido com equilíbrio. “O futuro do trabalho passa por produtividade, inteligência operacional, meritocracia, tecnologia e gestão eficiente. O Brasil precisa construir soluções modernas, e não apenas importar modelos sem considerar a realidade econômica nacional. O grande desafio é encontrar um caminho que preserve empregos, fortaleça empresas e também entregue dignidade ao trabalhador”, conclui.

    Sobre Ricardo Nunes

    Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do  varejo  nacional e  empreendedor  serial com  décadas  de experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo conhecimento do ambiente de negócios brasileiro. Presença constante em debates sobre economia, liderança, recursos humanos e transformação de mercado, Ricardo Nunes se  consolida como  um  líder de opinião  que  conecta execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil.

    Sobre o Grupo R1

    Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à profissionalização do empresariado brasileiro. Com metodologia de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.

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  • Falta de profissionais com “visão de dono” desafia empresários frente a alta na geração de empregos

    Falta de profissionais com “visão de dono” desafia empresários frente a alta na geração de empregos

    Dificuldade para contratar profissionais capazes de entregar resultados acima da média e atuar com mentalidade estratégica, é o principal desafio dos profissionais de RH 

    O mercado de trabalho brasileiro segue aquecido, especialmente em grandes centros econômicos como São Paulo e Belo Horizonte. No entanto, empresários enfrentam um desafio crescente: encontrar profissionais preparados para entregar resultados com comprometimento, resiliência e mentalidade de dono. Dados do Novo Caged mostram que apenas o estado de São Paulo gerou mais de 183 mil empregos formais no primeiro trimestre de 2026, liderando a criação de vagas no país. Somente em março, foram quase 68 mil novas oportunidades com carteira assinada. Já em Belo Horizonte, plataformas de recrutamento e empregabilidade registram mais de 167 mil vagas ativas, principalmente nos setores de tecnologia, serviços, varejo e comercial.

    Apesar da grande oferta de oportunidades, empresários relatam dificuldade para contratar profissionais com postura empreendedora, capacidade de adaptação e disposição para assumir responsabilidades além da função básica.

    A dificuldade para contratar profissionais capazes de entregar resultados acima da média e atuar com mentalidade de dono tornou-se um dos principais desafios enfrentados pelos setores de Recursos Humanos no Brasil. Em um mercado cada vez mais competitivo, os departamentos de RH buscam profissionais que vão além da execução técnica, demonstrando proatividade, comprometimento, inteligência emocional, capacidade de resolver problemas e disposição para contribuir diretamente com os resultados da empresa. No entanto, encontrar talentos com perfil de alta performance, os chamados profissionais “outliers”, tem sido uma tarefa cada vez mais complexa, levando empresas a intensificarem investimentos em desenvolvimento humano, retenção de talentos e fortalecimento da cultura organizacional.

    Para o empresário Ricardo Nunes, o desafio atual vai muito além da qualificação técnica.

    “Existem vagas, existem oportunidades e existe mercado aquecido. O problema é encontrar pessoas com vontade de crescer, que entendam que resultado depende de entrega, comprometimento e responsabilidade. O empresário procura profissionais que vistam a camisa e ajudem a construir o negócio. Em meus encontros com diversos empresários pelo Brasil, esse tema sempre esta em pauta e é impactante ver que é uma realidade que tem causado perdas financeiras e estratégicas para os negócios.”

    Segundo Ricardo, um dos perfis mais valorizados atualmente pelas empresas é o chamado “profissional outlier”, termo utilizado para definir pessoas que performam acima da média e entregam resultados muito superiores ao padrão esperado pelo mercado. Esses profissionais se destacam não apenas pela capacidade técnica, mas principalmente pela combinação de disciplina, inteligência emocional, resiliência, capacidade de resolver problemas e alto nível de comprometimento com metas e resultados.

    “O profissional outlier é aquele que entrega em totalidade. Ele não faz apenas o básico. Tem iniciativa, busca solução, aprende rápido e assume responsabilidade pelo resultado final. Esse tipo de profissional virou o sonho de qualquer empresa, mas está cada vez mais raro no mercado.”

    Ricardo afirma que, em um ambiente corporativo cada vez mais competitivo, profissionais diferenciados acabam se tornando peças estratégicas para crescimento, inovação e produtividade das empresas.

    “As empresas estão valorizando quem resolve problemas sem precisar ser cobrado o tempo todo. Resiliência virou diferencial competitivo. O mercado procura pessoas preparadas para enfrentar pressão, mudanças e desafios constantes.”

    Levantamentos recentes do mercado também apontam mudança no perfil de contratação das empresas, principalmente nos setores de tecnologia, vendas e gestão. Além da experiência técnica, competências comportamentais como inteligência emocional, disciplina, comunicação, liderança e capacidade de adaptação passaram a ser decisivas nos processos seletivos. Especialistas afirmam que muitas empresas vêm enfrentando dificuldade para preencher cargos estratégicos e posições de liderança justamente pela escassez de profissionais preparados para assumir responsabilidades e gerar resultado de longo prazo. Além do impacto na produtividade e expansão das empresas, a dificuldade na contratação também aumenta os investimentos corporativos em treinamento, desenvolvimento humano e retenção de talentos.

    Para Ricardo Nunes, o momento exige uma mudança cultural tanto das empresas quanto dos profissionais.

    “O mercado não procura apenas currículo. Procura atitude. O profissional que entender isso vai sempre encontrar espaço, independentemente do cenário econômico.”

    Sobre o Grupo R1

    Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento  e à  profissionalização  do empresariado  brasileiro.  Com metodologia  de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.

    Sobre Ricardo Nunes

    Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do varejo  nacional  e empreendedor  serial  com décadas  de  experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo  conhecimento do  ambiente  de negócios  brasileiro. Presença constante  em debates  sobre economia,  liderança,  recursos humanos e  transformação  de mercado, Ricardo Nunes se consolida  como  um líder de  opinião  que conecta  execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil.

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