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  • Marcello Barbosa se une a Tarcísio e Boigues em sua corrida eleitoral

    Marcello Barbosa se une a Tarcísio e Boigues em sua corrida eleitoral

    Em um evento que contou com a presença de mais de 3 mil pessoas em Itaquaquecetuba, o governador firmou um compromisso de apoio à construção e operação de um Hospital Municipal na cidade.

    Na noite da última sexta-feira (28/8), Itaquaquecetuba-SP foi palco do lançamento da candidatura de Marcello Barbosa, representante do Republicanos-SP, para o cargo de deputado estadual. O ato político destacou a força da candidatura, reunindo importantes figuras como o governador Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), André do Prado (PL-SP), presidente da Alesp e candidato ao Senado Federal, além do prefeito Eduardo Boigues (PL) e vários representantes do Congresso Nacional, vereadores, secretários municipais e outras lideranças políticas da região do Alto Tietê.

    Durante a cerimônia, Marcello destacou suas principais prioridades para um futuro mandato, entre elas a ampliação da representação da cidade no Governo Estadual e a captação de novos investimentos nas áreas de Saúde, Infraestrutura, Educação e Desenvolvimento Econômico.

    Entre os compromissos assumidos por Marcello estão a viabilização do novo Hospital Municipal e o fortalecimento das parcerias com o Estado para aprimorar as obras voltadas ao combate das enchentes.

    Formado em jornalismo e ex-secretário de Obras na administração Boigues, Marcello ainda mencionou que seu trabalho como deputado se focará em garantir recursos que potencializem os avanços já conquistados pela gestão municipal nos últimos anos.

    No evento, Tarcísio, que busca reeleição ao governo paulista, reafirmou seu compromisso em auxiliar a cidade na construção e manutenção da nova unidade hospitalar, uma demanda crucial para a saúde local:

    “A implementação do Hospital Municipal será um marco para Itaquá. O Estado estará junto na construção e na operação desse importante equipamento. A gestão do prefeito Eduardo (Boigues) trouxe grandes transformações à cidade. Com um deputado representando Itaquaquecetuba na Assembleia Legislativa como o Marcello (Barbosa), haverá ainda mais recursos à disposição”, afirmou.

    Reconhecido como um dos prefeitos mais bem votados nas eleições de 2024 no Brasil, Boigues destacou que a escolha de Marcello para disputar uma cadeira na Alesp foi resultado direto de seu desempenho nos últimos anos à frente da administração municipal:

    “Marcello (Barbosa) trabalhou arduamente na Prefeitura. Ele conhece profundamente nossa cidade e cada um dos nossos projetos. Estou certo de que ele será o maior deputado da história de Itaquá. Quando eleito, lutará ao nosso lado para alcançar os bairros onde ainda precisamos atuar e conquistar mais benefícios para nossa população”, declarou.

    Congresso Nacional

    O apoio às alianças formadas em torno da candidatura de Marcello à Alesp foi claramente visível durante o evento realizado na sexta-feira.

    Vários deputados federais experientes demonstraram apoio ao candidato durante o ato, incluindo Cezinha de Madureira (PL-SP), Fausto Pinato (União Brasil-SP) e Márcio Alvino (PL-SP), além do deputado estadual Tomé Abduch (Republicanos-SP), que também se lança como candidato à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.

    No total, mais de 20 candidatos a deputado federal formaram coligações com Marcello para as eleições programadas para outubro.

  • Nunes e Boulos investem alto nas redes sociais para barrar Marçal na reta final sem cobertura televisiva Candidatos intensificam estratégias digitais em um cenário de competição acirrada, buscando conquistar eleitores em meio à ausência de apoio na TV

    Nunes e Boulos investem alto nas redes sociais para barrar Marçal na reta final sem cobertura televisiva Candidatos intensificam estratégias digitais em um cenário de competição acirrada, buscando conquistar eleitores em meio à ausência de apoio na TV

    Desde 2018, as redes sociais emergiram como um dos principais espaços de comunicação e informação no cenário eleitoral brasileiro. Com o aumento do acesso à internet, tanto eleitores quanto candidatos passaram a usar essas plataformas como ferramentas essenciais para engajamento e estratégia. Atualmente, é comum que os candidatos sigam automaticamente aqueles com os quais se identificam, buscando informações e interagindo nas redes para fundamentar suas decisões de voto.

    Esse crescimento digital transformou a internet em um verdadeiro palco político, substituindo práticas tradicionais como campanhas em quadrinhos e eventos presenciais. As pessoas consomem informações não apenas dos candidatos, mas também de seus apoiadores, que compartilham conteúdo relacionado às campanhas. Nesse novo ambiente, quem domina as redes sociais leva vantagem. Um exemplo notável é Pablo Marçal, que, mesmo sem o suporte da política tradicional (como tempo de TV ou fundo eleitoral), destaca-se nas redes e se coloca como um forte concorrente na disputa pelo segundo turno.

    “Com a recente queda da propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio, as campanhas passaram a intensificar suas estratégias digitais. Candidatos como Ricardo Nunes, que busca se firmar como representante da direita, e Guilherme Boulos, que se posiciona na esquerda, mudaram suas abordagens online após o debate da Band. Nunes associa-se a figuras como o governador Tarcísio e o ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto Boulos utiliza suas redes para reafirmar sua trajetória e atrair o eleitorado de esquerda. Ambos reconhecem que, na reta final, a batalha nas redes sociais se torna crucial para alcançar e mobilizar seus apoiadores” relata o cientista político Elias Tavares. 

    O investimento financeiro em impulsionamento nas redes sociais é um fator determinante nos resultados eleitorais. Até o momento, os gastos com impulsionamento no Facebook somam impressionantes R$ 81.937.399,18, e esse valor não reflete o total, pois muitas campanhas contratam agências para otimizar seus conteúdos. Esse impulso é vital em um cenário político cada vez mais segmentado, permitindo que candidatos direcionem mensagens específicas a diferentes grupos de eleitores. Com empresas como Google e YouTube optando por não permitir o impulsionamento de conteúdo político, o Meta se tornou o principal campo de batalha digital.

    “Entretanto, a polarização política nas redes sociais também traz desafios. Esse ambiente segmentado amplifica a visão extremada dos candidatos, dificultando o debate sobre propostas concretas. Assim, Boulos se posiciona na extrema esquerda, enquanto Nunes busca consolidar sua imagem no centro-direita. Essa polarização, embora mobilize apoiadores fervorosos, prejudica a qualidade do debate público, limitando a discussão a questões simplificadas” explica Elias. 

    A dependência das redes sociais nas campanhas eleitorais gera consequências significativas para a democracia. Por um lado, democratiza o acesso à informação, permitindo que vozes antes marginalizadas participem do debate político. Por outro, os riscos são palpáveis: a disseminação de fake news e discursos de ódio, além da influência do poder econômico, que favorece quem tem mais recursos para investir em publicidade. 

    “Contudo, com a crescente importância das redes sociais, a tendência é que esses espaços ganhem ainda mais relevância nas campanhas futuras. No entanto, será necessário um esforço conjunto para regulamentar esses ambientes, garantindo um debate político mais saudável e equilibrado” conclui Elias.

     

    Elias Tavares

    Cientista Político 

    Insta: @elias_et

    Carol Freitas Assessoria
    11981106493
    [email protected]
  • Eleições São Paulo: convenções partidárias definem peças, mas surpresas ainda são esperadas

    Eleições São Paulo: convenções partidárias definem peças, mas surpresas ainda são esperadas

    O cenário eleitoral para a Prefeitura de São Paulo está quase completo, com a maioria das convenções partidárias já realizadas. Até o momento, estão confirmados como candidatos Guilherme Boulos (PSOL), Ricardo Nunes (MDB), José Luiz Datena (PSDB), Marina Helena (Novo) e Tabata Amaral (PSB). As definições de vice também começam a se consolidar, com José Aníbal sendo escolhido como vice de Datena pelo PSDB, conforme destaca Elias Tavares.

    O período de convenções partidárias, quando os partidos confirmam seus candidatos ou alianças, teve início em 20 de julho e vai até 5 de agosto. Até esta terça-feira (30), quatro partidos já oficializaram seus candidatos para a Prefeitura de São Paulo, que será disputada em outubro.

    Ainda há peças importantes a serem colocadas no tabuleiro. As convenções do MDB e do PRTB estão agendadas para o início de agosto, com Ricardo Nunes e Pablo Marçal aguardando a formalização de suas chapas. Levy Fidelix Filho é o nome mais cotado para ser o vice de Marçal, embora alianças estratégicas possam alterar essa configuração.

    “A disputa interna no PSDB, com Fernando Alfredo e seu grupo tentando sem sucesso lançar uma candidatura alternativa para enfrentar Datena, adiciona um elemento de incerteza. Na convenção de 27 de julho, Datena insinuou ligações de alguns tucanos com o crime organizado, elevando a tensão dentro do partido. Ainda há dúvidas sobre se Datena manterá sua candidatura até o fim, devido ao seu histórico de desistências”, relata Elias.

    Além disso, a possibilidade de coligações para cargos majoritários ainda está em aberto. Há especulações de que Datena poderia ser vice de Tabata Amaral, caso PSB e PSDB decidam formar uma aliança. Esta possível aliança, ainda em discussão, pode alterar significativamente o panorama eleitoral.

    O PL já declarou apoio à candidatura de Ricardo Nunes (MDB) à reeleição e anunciou o coronel da reserva da PM Ricardo Mello Araújo como seu vice. No entanto, a convenção oficial do MDB ocorrerá apenas em 3 de agosto.

    O União Brasil, que realizou sua convenção em 20 de julho, decidiu adiar a decisão sobre lançar um candidato próprio, com Kim Kataguiri e Milton Leite sendo analisados, ou apoiar a candidatura de Nunes.

    Outros candidatos, como Altino de Melo Prazeres Junior (PSTU), Fernando Fantauzzi (DC), João Pimenta (PCO) e Ricardo Senese (UP), também têm suas candidaturas confirmadas, embora com menor visibilidade até o momento.

    “O prazo para o registro final das candidaturas é 15 de agosto, e até lá, muitas surpresas podem surgir. A eleição na maior cidade do Brasil é crucial para os planos dos partidos nas eleições estaduais e nacionais de 2026”, observa o Cientista Político.

    “Aguardam-se acordos de última hora e mudanças estratégicas, influenciadas por pesquisas eleitorais, que podem redefinir alianças e candidaturas, tornando o cenário dinâmico e imprevisível. As próximas semanas serão decisivas para a configuração final do tabuleiro eleitoral paulistano” conclui Elias. 

    Carol Freitas Assessoria
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