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  • Falta de profissionais com “visão de dono” desafia empresários frente a alta na geração de empregos

    Falta de profissionais com “visão de dono” desafia empresários frente a alta na geração de empregos

    Dificuldade para contratar profissionais capazes de entregar resultados acima da média e atuar com mentalidade estratégica, é o principal desafio dos profissionais de RH 

    O mercado de trabalho brasileiro segue aquecido, especialmente em grandes centros econômicos como São Paulo e Belo Horizonte. No entanto, empresários enfrentam um desafio crescente: encontrar profissionais preparados para entregar resultados com comprometimento, resiliência e mentalidade de dono. Dados do Novo Caged mostram que apenas o estado de São Paulo gerou mais de 183 mil empregos formais no primeiro trimestre de 2026, liderando a criação de vagas no país. Somente em março, foram quase 68 mil novas oportunidades com carteira assinada. Já em Belo Horizonte, plataformas de recrutamento e empregabilidade registram mais de 167 mil vagas ativas, principalmente nos setores de tecnologia, serviços, varejo e comercial.

    Apesar da grande oferta de oportunidades, empresários relatam dificuldade para contratar profissionais com postura empreendedora, capacidade de adaptação e disposição para assumir responsabilidades além da função básica.

    A dificuldade para contratar profissionais capazes de entregar resultados acima da média e atuar com mentalidade de dono tornou-se um dos principais desafios enfrentados pelos setores de Recursos Humanos no Brasil. Em um mercado cada vez mais competitivo, os departamentos de RH buscam profissionais que vão além da execução técnica, demonstrando proatividade, comprometimento, inteligência emocional, capacidade de resolver problemas e disposição para contribuir diretamente com os resultados da empresa. No entanto, encontrar talentos com perfil de alta performance, os chamados profissionais “outliers”, tem sido uma tarefa cada vez mais complexa, levando empresas a intensificarem investimentos em desenvolvimento humano, retenção de talentos e fortalecimento da cultura organizacional.

    Para o empresário Ricardo Nunes, o desafio atual vai muito além da qualificação técnica.

    “Existem vagas, existem oportunidades e existe mercado aquecido. O problema é encontrar pessoas com vontade de crescer, que entendam que resultado depende de entrega, comprometimento e responsabilidade. O empresário procura profissionais que vistam a camisa e ajudem a construir o negócio. Em meus encontros com diversos empresários pelo Brasil, esse tema sempre esta em pauta e é impactante ver que é uma realidade que tem causado perdas financeiras e estratégicas para os negócios.”

    Segundo Ricardo, um dos perfis mais valorizados atualmente pelas empresas é o chamado “profissional outlier”, termo utilizado para definir pessoas que performam acima da média e entregam resultados muito superiores ao padrão esperado pelo mercado. Esses profissionais se destacam não apenas pela capacidade técnica, mas principalmente pela combinação de disciplina, inteligência emocional, resiliência, capacidade de resolver problemas e alto nível de comprometimento com metas e resultados.

    “O profissional outlier é aquele que entrega em totalidade. Ele não faz apenas o básico. Tem iniciativa, busca solução, aprende rápido e assume responsabilidade pelo resultado final. Esse tipo de profissional virou o sonho de qualquer empresa, mas está cada vez mais raro no mercado.”

    Ricardo afirma que, em um ambiente corporativo cada vez mais competitivo, profissionais diferenciados acabam se tornando peças estratégicas para crescimento, inovação e produtividade das empresas.

    “As empresas estão valorizando quem resolve problemas sem precisar ser cobrado o tempo todo. Resiliência virou diferencial competitivo. O mercado procura pessoas preparadas para enfrentar pressão, mudanças e desafios constantes.”

    Levantamentos recentes do mercado também apontam mudança no perfil de contratação das empresas, principalmente nos setores de tecnologia, vendas e gestão. Além da experiência técnica, competências comportamentais como inteligência emocional, disciplina, comunicação, liderança e capacidade de adaptação passaram a ser decisivas nos processos seletivos. Especialistas afirmam que muitas empresas vêm enfrentando dificuldade para preencher cargos estratégicos e posições de liderança justamente pela escassez de profissionais preparados para assumir responsabilidades e gerar resultado de longo prazo. Além do impacto na produtividade e expansão das empresas, a dificuldade na contratação também aumenta os investimentos corporativos em treinamento, desenvolvimento humano e retenção de talentos.

    Para Ricardo Nunes, o momento exige uma mudança cultural tanto das empresas quanto dos profissionais.

    “O mercado não procura apenas currículo. Procura atitude. O profissional que entender isso vai sempre encontrar espaço, independentemente do cenário econômico.”

    Sobre o Grupo R1

    Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento  e à  profissionalização  do empresariado  brasileiro.  Com metodologia  de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.

    Sobre Ricardo Nunes

    Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do varejo  nacional  e empreendedor  serial  com décadas  de  experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo  conhecimento do  ambiente  de negócios  brasileiro. Presença constante  em debates  sobre economia,  liderança,  recursos humanos e  transformação  de mercado, Ricardo Nunes se consolida  como  um líder de  opinião  que conecta  execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil.

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  • Crescer Juntos: programa da Santa Helena transforma operadores em líderes e forma 31 novos gestores no último ano

    Crescer Juntos: programa da Santa Helena transforma operadores em líderes e forma 31 novos gestores no último ano

    Com mais de 300 promoções internas desde 2016, companhia aposta no desenvolvimento de talentos da base operacional para sustentar plano de aceleração e criar estrutura de liderança nas fábricas

    São Paulo, abril de 2026– Só em 2025, a Santa Helena Alimentos recrutou internamente mais de 30 colaboradores para ocupar um cargo que até então não existia em suas fábricas: o de líder de produção. A maioria deles entrou na empresa como auxiliar de produção, passou a atuar como operador e, após processo seletivo estruturado com provas, testes e entrevistas, hoje vivem a primeira experiência com gestão de pessoas. O número expressivo é o marco mais recente do Crescer Juntos, programa de aceleração de carreira, criado em 2016 para desenvolver talentos das áreas operacionais e técnicas da companhia. 

    Desde sua implantação, o programa já resultou em mais de 300 promoções internas. Os números dos últimos quatro anos mostram a consistência da iniciativa: em 2022, 48 auxiliares de produção foram promovidos a operadores multifuncionais; em 2023, foram 72; em 2024, o programa registrou 51 promoções e 43 efetivações de operadores multifuncionais. São colaboradores da produção, expedição, almoxarifado e manutenção que construíram uma nova etapa em suas carreiras sem precisar mudar de empresa. 

    O Crescer Juntos nasceu com um objetivo claro: apoiar o desenvolvimento de pessoas para que se tornem protagonistas de suas próprias trajetórias profissionais. Na prática, combina três eixos fundamentais: capacitação técnica para novas atividades, alinhamento comportamental à cultura da empresa e cumprimento rigoroso das regras de qualidade, saúde e segurança, oferecendo aos colaboradores uma visão concreta sobre as oportunidades internas. Treinamentos práticos, capacitações frequentes e eventos como a Semana da Qualidade e a Semana de Segurança reforçam essa cultura de desenvolvimento contínuo. 

    Da operação à gestão: uma nova estrutura para novos tempos 

    A criação das vagas de líderes de produção, em 2025, representou uma mudança estrutural importante. Até 2024, o organograma das fábricas não previa esse cargo: auxiliares e operadores reportavam diretamente aos supervisores. Com a reestruturação, a Santa Helena criou um novo nível de liderança. Cada líder passou a responder por uma linha específica de produtos, com um volume reduzido de colaboradores na equipe, resultando em ganho de agilidade nos fluxos de comunicação e melhoria nos indicadores de produção. 

    Para sustentar essa transição, a companhia estruturou uma jornada contínua de desenvolvimento, com treinamentos técnicos e comportamentais, rodas de conversa e acompanhamento próximo. “É um desenvolvimento contínuo, com uma carga horária maior em sala de aula no período subsequente à promoção e atividades de sustentação nos meses seguintes”, explica Elaine Ribeiro, Diretora de Gente e Cultura da Santa Helena. 

    Pessoas como alicerce do crescimento 

    O Crescer Juntos não é uma iniciativa isolada. Ele está no coração do planejamento estratégico da companhia para os próximos anos, que tem as pessoas como base de sustentação. Em um momento em que a Santa Helena se prepara para um novo ciclo de aceleração, ter os talentos certos nos lugares certos, cada vez mais capacitados, é condição essencial para ganhos de eficiência operacional e crescimento sustentável. 

    “A seleção dos líderes de produção mediante recrutamento interno reforça nosso compromisso de fortalecer a marca Santa Helena, valorizando talentos que já fazem parte do quadro. Mais do que preencher vagas, o programa constrói uma cultura de excelência, onde o colaborador é visto como protagonista e a linha entre o desenvolvimento individual e o sucesso do negócio se torna cada vez mais tênue”, comenta Elaine. 

    Com mais de 300 histórias de crescimento e uma nova geração de líderes formada internamente, a Santa Helena demonstra que, quando a empresa investe em seus talentos, todo mundo cresce. 

     

    SOBRE O GRUPO SANTA HELENA ALIMENTOS 

    Líder no segmento de doces e snacks à base de amendoim, a Santa Helena Alimentos tem mais de 80 anos de atuação junto ao mercado. Hoje, conta com, aproximadamente, 1,2 mil colaboradores em seu complexo industrial de 11 mil m² em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e em sua beneficiadora de amendoim, com 146 mil m², em Dumont (SP). Maior indústria do segmento de amendoim do país, a Santa Helena responde por quase 25% do consumo do grão no Brasil. Entre as marcas do seu portfólio estão Paçoquita, Mendorato, Crokíssimo, Troféu e a marca Santa Helena.  

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