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  • PRTB expulsa cinco filiados por envolvimento em esquema de corrupção em Goiás

    PRTB expulsa cinco filiados por envolvimento em esquema de corrupção em Goiás

    Chanter Lane, Vanessa Machado, João Guimarães, Claudivino Vieira e Luiz Carlos Júnior são apontados como partícipes de desvio de verbas, rachadinhas e lavagem de dinheiro.

    A Direção Nacional do PRTB, com fundamento nos princípios éticos e nos dispositivos estatutários que regem sua atuação, em especial no dever de repúdio a toda forma de corrupção, improbidade e má gestão da coisa pública, delibera e torna pública a expulsão imediata e definitiva dos seguintes filiados:

    CHANTER LANE PEREIRA DE ALMEIDA – Título Eleitoral: 024569551007

    VANESSA BARROS MACHADO – Título Eleitoral: 055377301007

    JOÃO GUIMARÃES AGUIAR – Título Eleitoral: 001072911090

    CLAUDIVINO JOSÉ VIEIRA – Título Eleitoral: 035311291007

    LUIZ CARLOS DA SILVA JÚNIOR

    A decisão decorre da análise de graves denúncias, já em fase avançada de apuração, que apontam os citados como partícipes de um esquema estruturado de corrupção, desvio de verbas públicas, improbidade e outras condutas incompatíveis com a ética partidária e com o serviço público.

    1. Aparecida de Goiânia/GO

    CHANTER LANE PEREIRA DE ALMEIDA e CLAUDIVINO JOSÉ VIEIRA são apontados como membros ativos de um esquema milionário de desvio de recursos da Secretaria Municipal, utilizando-se de nomeações políticas para beneficiar interesses particulares e de grupo.

    1. Goiânia/GO – PROCON Municipal

    LUIZ CARLOS DA SILVA JÚNIOR, quando ocupava cargo no PROCON de Goiânia, está sendo investigado por diversos desvios de conduta, descaminhos e apropriação indevida de recursos públicos, utilizando-se da autarquia para execução de contratos fraudulentos. Um dos casos mais emblemáticos é a produção e distribuição de uma cartilha institucional por meio de uma empresa que, conforme apurado, possuía CNPJ vinculado a um lava-jato, fato que demonstra clara intenção de ocultar a real destinação de verbas públicas.

    1. Associação com JOÃO GUIMARÃES AGUIAR

    Consta nas investigações que João Guimarães Aguiar, também envolvido no caso da cartilha, era corresponsável pela operação, e relatava abertamente nos corredores do órgão sua insatisfação por ter que repassar parte de seu salário mensalmente a Santana Pires, também conhecido como “Santana do Chapéu”, marido da ex-dirigente partidária Vanessa Barros Machado. Tal prática caracteriza, em tese, extorsão indireta e utilização do cargo público para viabilizar esquema de “rachadinha” sob a liderança do referido casal.

    1. Atuação de Vanessa Barros Machado e Santana Pires

    Segundo os dados obtidos, Vanessa Barros Machado seria a mentora e articuladora política de todas as nomeações ligadas ao esquema, com Santana Pires atuando como operador financeiro. As investigações indicam que mais de 10 servidores nomeados nos anos de 2023 e 2024 tiveram que devolver parte de seus salários diretamente ao operador, sob coação política.

    Há ainda apurações quanto à origem dos recursos utilizados na compra de dois imóveis em nome dos filhos de Santana Pires, bem como no financiamento da faculdade de medicina dos mesmos, o que poderá configurar lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

    Diante da gravidade dos fatos, o PRTB comunica esta decisão às autoridades competentes, incluindo:

    Ministério Público

    Polícia Civil e Polícia Federal

    Tribunal Regional Eleitoral de Goiás

    Tribunal de Contas dos Municípios

    Procuradorias Estaduais e Municipais

    O PRTB reafirma publicamente seu compromisso com a integridade, a ética e a legalidade, e declara que não compactua com nenhuma prática que atente contra a moralidade administrativa e a confiança do povo brasileiro.

    Conforme o Estatuto Partidário, a presente expulsão tem efeito imediato, irrevogável e inapelável, sendo os registros de filiação anulados e a comunicação de tal decisão formalmente encaminhada aos órgãos eleitorais.

    Direção Nacional do PRTB – Partido Renovador Trabalhista Brasileiro

  • Três vereadores são alvo de operação que investiga esquema de ‘rachadinha’ na Câmara de Ubatuba, no Litoral de SP

    Três vereadores são alvo de operação que investiga esquema de ‘rachadinha’ na Câmara de Ubatuba, no Litoral de SP

    Investigações são da Polícia Civil e do Ministério Público. Ação acontece nesta quinta-feira (31) na sede do poder legislativo da cidade.

    Três vereadores são alvos de uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público que investiga a suspeita de um esquema de ‘rachadinha’ na Câmara de Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo. Os nomes dos vereadores investigados não foram informados.

    A operação Corvêia acontece na manhã desta quinta-feira (31) e visa o cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão.

    Na sede da Câmara, os policiais do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania e promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apreenderam documentos e materiais que serão usados nas investigações.

    ▶️Por que operação Corvêia? O nome da operação faz alusão à obrigação do servo, na França medieval, em prestar serviços gratuitos ao senhor feudal.

    O Gaeco informou que a ação apura a prática de crimes de associação criminosa, peculato (popularmente chamada de “rachadinha”), coação e cárcere privado.

    O MP informou ainda que a Justiça de Ubatuba também determinou medidas cautelares contra os investigados, como a suspensão da função pública e a proibição de frequentar a Câmara, além do impedimento ao contato com qualquer pessoa que tenha relação direta ou indireta com as investigações.

    A Câmara de Ubatuba foi procurada pelo g1, mas não retornou até a publicação da reportagem.