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  • Motorista preso por atropelar família estava embriagado, com CNH vencida e riu após ferir grávida, marido e crianças, diz PM

    Motorista preso por atropelar família estava embriagado, com CNH vencida e riu após ferir grávida, marido e crianças, diz PM

    José Neto Rabelo teve prisão preventiva decretada. Ele foi preso no sábado (17) após carro atingir 4 pessoas na faixa de pedestres de avenida na Zona Sul de SP. Atropelamento foi gravado por câmera. Homem atropelado teve fraturas no braço e na perna e seguia internado.

    O motorista preso na semana passada em São Paulo por atropelar uma família estava embriagado, dirigia em alta velocidade e estava com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida desde 2020, segundo a polícia.

    O atropelamento ocorreu no sábado (17), quando cinco pessoas da mesma família (um casal e três crianças) atravessavam a faixa de pedestres próxima à Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, no Jabaquara, Zona Sul da capital. Uma câmera de segurança gravou o que ocorreu.

    Ainda de acordo com policiais militares que foram ao local atender a ocorrência, o motorista José Neto Rabelo riu após ferir uma mulher grávida, o marido dela e dois filhos do casal. Uma filha das vítimas não foi atingida pelo carro do feirante.

    “Disse ao indivíduo se ele tinha ciência do que fez em virtude de [ter] atropelado crianças, o indivíduo ficou rindo”, informou um dos agentes da Polícia Militar (PM) no boletim de ocorrência.
    José Rabelo tem 54 anos e é feirante. Ele chegou a ser retirado das ferragens do que sobrou do seu carro, um Fiat Strada. Depois acabou levado para o Hospital Municipal Saboya, onde foi medicado e liberado. Em seguida, foi encaminhado para uma cadeia.

    De acordo com os policiais, José Rabelo se recusou a fazer o teste do bafômetro, que poderia confirmar se ele ingeriu bebida alcoólica antes de dirigir.

    Apesar disso, a PM informou que o próprio feirante confirmou informalmente aos agentes que havia bebido. Os médicos que atenderam o o motorista no hospital também atestaram visualmente que ele estava “alcoolizado e agressivo”, segundo a Polícia Militar.

    A reportagem tenta localizar a defesa de José Rabelo para comentar o assunto. O carro dele só parou após entrar e tombar dentro de uma oficina mecânica.

    O caso foi registrado no 26º Distrito Policial (DP), Sacomã, mas será investigado pelo 97º DP, Americanópolis. O motorista José Rabelo foi indiciado pela Polícia Civil pelos crimes de embriaguez ao volante e lesão corporal na direção de veículo automotor.

    José Rabelo passou por audiência de custódia no domingo (18), quando teve a prisão em flagrante convertida em preventiva, sem prazo para terminar, segundo o Tribunal de Justiça (TJ).

    A família atropelada também foi socorrida por ambulâncias, que levou as vítimas para o hospital. A mulher grávida teve ferimentos leves e foi liberada. Ela tem 34 anos e é professora. Seus dois filhos, de 5 e 7 anos, também não foram feridos com gravidade e deixaram a unidade médica.

    A filha do casal, de 9 anos, não foi atropelada, e não precisou de atendimento médico.

    O marido da mulher grávida e pai das crianças deu entrada no hospital em estado grave, com fraturas no braço e na perna. Segundo o Hospital Saboya, ele permanecia internado nesta segunda-feira (19), mas seu estado de saúde era “estável”.

  • Brasileiro preso com conteúdo nazista após denúncia do FBI dizia ser ‘fuzileiro naval’ e debochava da polícia

    Brasileiro preso com conteúdo nazista após denúncia do FBI dizia ser ‘fuzileiro naval’ e debochava da polícia

    Polícia Civil recebeu informações sobre a localização do homem de 20 anos, que foi preso no trabalho, nesta terça (13).

    Imagens divulgadas pela Polícia Civil nesta quarta-feira (14) mostram que Pedro dos Santos de Deus, de 20 anos, preso em Campinas (SP) por suspeita de armazenar conteúdo nazista e de ódio à minorias, debochava de ameaças e duvidava que pudesse ser alvo de investigações policiais.

    Em mensagens trocadas em um grupo de mensagens, o suspeito chegou a se apresentar como fuzileiro naval, o que não é verdade, segundo a polícia, e afirmou que poderia dar dicas e conselhos de como “evitar essas investigações patéticas”, ao se referir aos trabalhos da polícia.

    Na conversa com outros usuários, o rapaz também falava sobre massacres e demonstrava a intenção de cometer atos graves de violência contra si mesmo, crianças, adolescentes, mulheres e animais”, como detalhou o delegado Elton Costa.

    “Ele participava de grupos, e esses grupos faziam disseminação de mensagens neonazistas, de massacre de minorias, principalmente negros, homossexuais e outros tipos de minorias. E ali nesses grupos havia uma disseminação de de como realizar esse tipo de massacre contra as pessoas”.

    “No momento que foi preso, ele se mostrou uma pessoa muito fraca, muito temerosa do que ia acontecer com ele. Não se mostrou uma pessoa violenta, diferentemente do que trazia ele no conteúdo das conversas que tínhamos […] nos aparentava ser uma pessoa muito violenta, com perigo efetivo real de alguma coisa. Ao encontrar, vimos que não se tratava disso, felizmente”.
    O rapaz foi denunciado por um organismo internacional que inclui o Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI, na sigla em inglês) e detido nesta terça-feira (13), no posto de combustíveis em que trabalhava como frentista.

    Em nota, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) informou que foi concedida liberdade provisória ao homem, “sob condição de comparecer mensalmente em juízo para justificar suas atividades”. O delegado acredita que isso não deve atrapalhar as investigações.

    Busca por outros suspeitos
    No celular do investigado foram encontraram trocas de mensagem relacionadas ao neonazismo, e no quarto em que morava junto com a avó, que foi aberto pelo suspeito, os policiais encontraram diversas fotos e vídeos classificadas como nazistas e de ódio às minorias, com a presença de uma suástica nazista no fundo de tela.

    Ao ser questionado sobre as mensagens, Pedro teria dito aos policiais que queria “arrecadar material para uma investigação que ele estava fazendo para coibir esse tipo de conduta”. Na delegacia, porém, preferiu se manter em silêncio.

    Com a apreensão desses equipamentos, a expectativa da polícia é de que outros integrantes do grupo sejam identificados. “Ele não é o único que manifesta nesse sentido. Obviamente que é um grupo. Nossas investigações tentarão agora, nesse segundo momento, identificar essas outras pessoas”, afirmou o delegado.

    “Nós sabemos de outro já. Até encontramos, tanto nesse relatório inicial, quanto ontem nos computadores dele, uma fotografia que mostra quatro, cinco pessoas, que tem toda a identificação dos codinomes que eles usavam. Esse rapaz preso ontem, foi um deles que estava ali”.

    Rastreado após denúncia

    O homem foi localizado com o auxílio de informações fornecidas por operadores de telefonia e provedores de internet. Com o cruzamento de dados, uma equipe da Polícia Civil foi até um endereço onde havia a identificação de material compartilhado.

    No local, uma residência, os agentes encontraram apenas a mãe do suspeito, que informou que o jovem havia deixado a casa após uma confusão — há um boletim de ocorrência dela contra o filho, ainda adolescente — e o suspeito estava com a avó, no Centro de Campinas.

    “Todos ficaram muito assustados, principalmente a família. A avó dele, com quem ele morava, ficou muito assustada com tudo isso. Não tinha noção do que ele fazia, acreditavam que era meramente uma pessoa mais isolada, que ficava assim, usando a internet, enfim, sem qualquer problema maior”, detalhou Elton.
    “Ele tinha uma vida regularmente estável, morava num lugar razoavelmente bom, tinha uma família razoavelmente boa, com problemas que todos têm, nada que justificasse todo aquele ódio que ele dizia ter […] diziam que ele apresentava um comportamento estranho, diferente, e a família tentou, dentro do possível, auxiliá-lo e ajudá-lo”.

     

  • Sócio da UPBus investigado por ligação com PCC, advogado sai da cadeia 1 dia após ser preso em SP

    Sócio da UPBus investigado por ligação com PCC, advogado sai da cadeia 1 dia após ser preso em SP

    Justiça de São Paulo concedeu benefício da prisão domiciliar a Ahmed Saleh porque Estatuto da Advocacia prevê que advogados não podem ficar em prisões antes de sentenças com trânsito em julgado. Ele foi preso em 6 de agosto e ganhou o benefício no dia 7 de agosto.

    A Justiça de São Paulo concedeu o benefício da prisão domiciliar ao advogado Ahmed Saleh, sócio da empresa de ônibus UPBus, investigado por ligação com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

    Ahmed teve a prisão temporária decretada em julho, mas foi preso apenas na última terça-feira (6), em Mogi das Cruzes (SP), no âmbito da Operação Decurio, que cumpriu 20 mandados de prisão e bloqueou mais de R$ 8 bilhões de pessoas e empresas suspeitas de ligação com o crime organizado.

    No entanto, na quarta-feira (7), um dia após a prisão do suspeito, a juíza da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital converteu a prisão temporária em domiciliar.

    Para manter o benefício, Ahmed deverá comparecer a todos os atos processuais para os quais for intimado, não poderá sair da cidade sem autorização judicial e terá de comunicar qualquer mudança de endereço.

    O Ministério Público chegou a solicitar o uso de tornozeleira eletrônica, mas a Justiça negou o pedido.

    A magistrada concedeu o benefício pelo fato de Ahmed ser advogado. O artigo 7º do Estatuto da Advocacia diz que é direito do advogado: “não ser recolhido preso, antes de sentença transitada em julgado, senão em sala de Estado Maior, com instalações e comodidades condignas […], e, na sua falta, em prisão domiciliar”.

    Relatório de investigação apresentado pela Polícia Civil à Justiça aponta que Ahmed teve “conversas suspeitas” com Silvio Luis Pereira, o “Cebola”, sócio da UPBus que está foragido;
    Cebola é apontado pela polícia como controlador da UPBus e como um dos chefes do PCC;
    O documento também diz que Ahmed teria ameaçado policiais na cidade de Ubatuba, no litoral paulista;
    Ahmed, segundo a polícia, teria se utilizado da profissão para tentar blindar as atividades ilícitas da organização criminosa e auxiliado na exploração do tráfico de drogas e na lavagem de dinheiro.

    Avaliação externa na UPBus

    A Prefeitura de São Paulo contratou uma organização privada para realizar avaliação externa independente nas empresas de ônibus Transwolff e a UPBus, que atuam respectivamente nas Zonas Sul e Leste da capital.

    As duas são investigadas desde abril deste ano por suposta ligação com o PCC e estão sob intervenção do Executivo após determinação judicial (entenda mais abaixo).

    A contratação foi publicada no Diário Oficial de 2 de agosto pela Secretaria Executiva de Transporte e Mobilidade Urbana (Setram). Quem realizará a análise será a Fundação Carlos Alberto Vanzolini pelo valor de R$ 1.540.000.

    Em nota ao g1, a pasta informou que o objetivo é “prestar serviços de avaliação independente dos processos de operação e gestão nas concessionárias Transwolff e UPBUS, com o objetivo de dar apoio ao trabalho das equipes dos comitês de intervenção nas duas empresas”.

    “As empresas citadas seguem sob intervenção da gestão municipal, por deliberação da Justiça e determinação da Prefeitura. As equipes de intervenção também já realizam as análises do cumprimento dos contratos de concessão pelas operadoras sob intervenção, priorizando a manutenção da prestação de serviço de transporte público à população”, ressaltou.

    Por meio de nota, a Fundação Carlos Alberto Vanzolini (FCAV) informou que realmente “está sendo contratada para realizar uma avaliação externa independente para apoiar a SETRAN e não para realizar auditorias externas nas empresas, como foi divulgado”.

    “A avaliação externa independente terá o objetivo fornecer subsídios à Administração Pública Municipal para fins de maior entendimento sobre a viabilidade econômico-financeira e operacional das empresas para fins de tomada de decisão”, disse a entidade.

    A Fundação Vanzolini é uma organização sem fins lucrativos, criada há 57 anos e gerida pelos professores do departamento de Engenharia de Produção da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

    Em 9 de abril deste ano, uma operação realizada pelo Ministério Público, Polícia Militar, Receita Federal e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) prendeu dirigentes das duas empresas de ônibus, que operam na capital paulista, por suspeita de envolvimento com o PCC.

    Ao todo, foram cumpridos 52 mandados de busca e apreensão na operação. As ações ocorreram na capital, Grande São Paulo e em cidades do interior paulista.

    Segundo o MP, No imóvel de um de Luiz Carlos Efigênio Pacheco, dono da Transwolff, foram encontrados diversos fuzis, revólveres, além de dinheiro e joias. O advogado de Pacheco, Dr. Roberto Vasco Teixeira Leite, afirmou, por meio de nota, “que nunca foram encontrados fuzis e drogas na residência do Sr Luiz”.

    Segundo a denúncia do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a Transwolff e a UPBus receberam mais de R$ 5,3 bilhões da prefeitura desde 2015, ano da assinatura dos primeiros contratos de concessão com a SPTrans, para operação de linhas de ônibus nas zonas Sul e Leste da cidade.

    O Ministério Público protocolou denúncia contra 10 dirigentes e integrantes da Transwolff e 18 dirigentes e integrantes da Upbus. A Justiça aceitou e os tornou réus. Eles são acusados de crimes como organização criminosa e lavagem de dinheiro.

    Lavagem de dinheiro e tráfico
    Durante quase cinco anos de investigação, os promotores do grupo de combate ao crime organizado (Gaeco) reuniram indícios de que as empresas eram usadas pela facção criminosa para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de outros crimes.

    A suspeitas de que o crime organizado estava infiltrado no transporte público de São Paulo vêm desde os anos 1990, quando parte do sistema era operado por perueiros clandestinos, que faziam o trajeto entre os bairros mais afastados e os terminais de ônibus.

    Em 2003, a prefeitura da capital transferiu a operação das linhas para a iniciativa privada. Parte do sistema ficou com as grandes empresas de ônibus, e os itinerários mais curtos passaram a ser feitos por cooperativas. A maior delas era a Cooperpam, com sede na Zona Sul.

    Ao longo dos anos, segundo o MP, os dirigentes desta cooperativa montaram uma empresa e passaram a pressionar e até ameaçar os cooperados para que transferissem o controle da cooperativa para essa outra companhia, chamada de TW ou Transwolff.

    Além disso, segundo os promotores, os diretores se apropriavam de parte da remuneração dos cooperados.

    Dez anos depois, em 2013, quando o primeiro contrato de permissão da Prefeitura de SP chegou ao fim para todas as empresas, a Transwolff conseguiu assinar um contrato emergencial, que foi prorrogado durante anos, devido a um impasse no processo de concessão.

    Só em 2019, depois que o TCM liberou a licitação, a prefeitura da capital assinou 32 contratos para a concessão das linhas de ônibus da cidade, por um prazo de 15 anos.

    No caso da UPBus, o Ministério Público afirmou que os diretores integravam a cúpula da facção criminosa. Um dos donos da empresa era Anselmo Bicheli Santa Fausta, conhecido como “Cara Preta”.

    Anselmo foi assassinado e degolado em dezembro de 2021. A cabeça dele foi deixada em uma praça do Tatuapé, também na Zona Leste.

    Os promotores descobriram que outros chefes da facção criminosa fazem parte da direção da UPBus. Dois deles aparecem entre os sócios: Alexandre Salles Brito, chamado de Buiú, e Claudio Marcos de Almeida, o Jango. Eles já foram alvos de investigação por crimes graves como homicídios, tráfico de drogas, sequestros e roubo a bancos.

    Parentes dos investigados também entraram para a sociedade. Segundo a investigação, eles têm profissões ou exercem atividades econômicas incompatíveis com o capital investido na UPBus.

     

  • Motorista é preso com ‘carro do golpe’; veículo equipado disparava falsos anúncios bancários para roubar dados de vítimas em SP

    Motorista é preso com ‘carro do golpe’; veículo equipado disparava falsos anúncios bancários para roubar dados de vítimas em SP

    Segundo a PM, Everton Oliveira confessou que recebia R$ 1 mil por semana dos criminosos para dirigir pelas ruas da capital paulista. Carro usava antena e computador para disparar mensagens para celulares de motoristas e passageiros, diz Polícia Civil.

    Um homem foi preso na Zona Sul de São Paulo com o “carro do golpe”, veículo equipado com computador e antena que enviavam mensagens SMS com falsos anúncios de bancos para celulares de motoristas e passageiros parados em congestionamentos em bairros nobres da capital paulista.

    Algumas dessas pessoas clicavam nos links, preenchiam dados pessoais e bancários e depois viam o dinheiro de suas contas sumirem.

    Os bandidos usavam as senhas repassadas pelas vítimas para acessarem investimentos financeiros. Eles eram transferidos para contas de ‘laranjas’.

    Segundo a polícia, Everton Nascimento de Oliveira, de 22 anos, confessou que recebia R$ 1 mil por semana dos criminosos somente para dirigir o veículo.

    Everton foi indiciado por associação criminosa, invasão de dispositivo informático, uso clandestino de sistema de telecomunicação e corrupção de menor de 18 anos. Como não tinha carteira de motorista, ele também vai responder por dirigir veículo sem habilitação.

    Mapa do crime
    O trajeto era quase sempre o mesmo, bairros nobres em diversas regiões da cidade, como Jardins (no Centro), Itaim Bibi (na Zona Sul), Pinheiros (Zona Oeste), Tatuapé (e Zona Leste).

    Os bandidos alugaram um Jeep Renegade branco para que Everton circulasse em vias congestionadas.

    O motorista deveria se aproximar a cerca de 5 metros de outros veículos parados. Dessa maneira, a antena no porta-malas conseguia rastrear celulares próximos.

    A partir daí, computador que ficava no banco de trás era acionado e disparava mensagens em massa para os telefones.

    Por SMS, as vítimas recebiam textos imitando bancos nacionais conhecidos, informando que os clientes precisavam acessar um link para resgatar um dinheiro.

    Quem clicava, caia em outra página onde o falso banco pedia que a pessoa respondesse a algumas perguntas e digitasse a senha para confirmar a informação.

    Nesse instante, o golpe era concretizado e minutos depois todo o dinheiro da vítima era retirado da sua conta. O 42º Distrito Policial (DP), Parque São Lucas, que investiga o caso, tenta localizar todas as vítimas para que elas prestem queixa na delegacia. A investigação trabalha com a possibilidade de que ao menos 100 pessoas tenham sido lesadas em um mês.

    “O motorista é uma mão de obra da quadrilha. Ele recebia R$ 1 mil por semana para dirigir o veículo. O notebook ficava instalado no banco traseiro. No porta-malas ficava bateria, antena e outra parte do equipamento”, falou o delegado Alexandre Bento, do 42º DP.

    A polícia também tenta identificar quem sãos os outros membros da quadrilha. “Sabemos que a namorada do preso, uma adolescente, ajudava a movimentar o dinheiro das vítimas. Estamos tentando localizá-la. Além de buscarmos pistas para saber quem são os outros membros do bando”.

    A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Everton para comentar o assunto.

     

  • Polícia prende presidente afastado da UPBus, empresa de ônibus de SP investigada por ligação com facção criminosa

    Polícia prende presidente afastado da UPBus, empresa de ônibus de SP investigada por ligação com facção criminosa

    MP pediu à Justiça a prisão preventiva após descumprimento de medidas cautelares. Ubiratan Antônio da Cunha estava proibido de ter contato com outros réus e com pessoas da cooperativa. Ele é acusado de lavagem de dinheiro e envolvimento com o PCC.

    O presidente afastado UPBus, empresa de transportes investigada pelo Ministério Público por ligação com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), foi preso nesta terça-feira (16) pela Polícia Civil.

    Um dos alvos da Operação Fim da Linha, deflagrada em abril, ele é réu pela prática dos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa.

    A pedido do MP, a Justiça decretou a prisão preventiva de Ubiratan Antônio da Cunha por descumprimento de medidas cautelares. Ele estava proibido de ter contato com outros réus e com pessoas da cooperativa.

    Ainda de acordo com o MP, integrantes da cooperativa sucedida pela UPBus procuraram a polícia e relataram que foram expulsos da sede da empresa pelo dirigente no dia 5 de junho.

    O mandado foi cumprido nesta terça pela 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DEIC).

    23 armas de fogo apreendidas
    No mês passado, o Ministério Público e a polícia apreenderam 23 armas de fogo de propriedade de Ubiratan.

    A ação aconteceu em uma força-tarefa entre o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e a 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DEIC).

    Após a denúncia, o Ministério Público requereu a suspensão dos registros de posse e porte de arma de fogo do réu em razão do risco a toda coletividade e aos envolvidos na administração atual da empresa.

    Além das armas, também foram apreendidos o celular do acusado e o dispositivo de armazenamento de imagens do sistema de monitoramento da empresa.

    Justiça mandou prender mais dois

    Em abril, a Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva de mais dois acusados de participarem de suposto esquema de lavagem de dinheiro na empresa de transporte UPBus: Alexandre Salles Brito, o Buiú, e Décio Gouveia Luís, o Décio Português.

    A Justiça também acolheu a denúncia do Ministério Público de São Paulo e tornou réus os 19 acusados de envolvimento num suposto esquema de lavagem de dinheiro na empresa de transporte coletivo que opera na Zona Leste da capital acusada de ter ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

    No final de junho, a Operação Fim da Linha prendeu dirigentes das empresas de ônibus Transwolff e UPBus, que operam na capital paulista, por suspeita de envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

    A operação foi realizada pelo Ministério Público, pela Polícia Militar, pela Receita Federal e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que fiscaliza e combate abusos de poder econômico.

    Histórico
    Durante quase cinco anos de investigação, os promotores do grupo de combate ao crime organizado (Gaeco) reuniram indícios de que as empresas eram usadas pela facção criminosa para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de outros crimes.

    A suspeitas de que o crime organizado estava infiltrado no transporte público de São Paulo vêm desde os anos 1990, quando parte do sistema era operado por perueiros clandestinos, que faziam o trajeto entre os bairros mais afastados e os terminais de ônibus.

    Em 2003, a prefeitura da capital transferiu a operação das linhas para a iniciativa privada. Parte do sistema ficou com as grandes empresas de ônibus, e os itinerários mais curtos passaram a ser feitos por cooperativas. A maior delas era a Cooperpam, com sede na Zona Sul.

    Ao longo dos anos, segundo o MP, os dirigentes desta cooperativa montaram uma empresa e passaram a pressionar e até ameaçar os cooperados para que transferissem o controle da cooperativa para essa outra companhia, chamada de TW ou Transwolff.

    Além disso, segundo os promotores, os diretores se apropriavam de parte da remuneração dos cooperados.

    Dez anos depois, em 2013, quando o primeiro contrato de permissão da Prefeitura de SP chegou ao fim para todas as empresas, a Transwolff conseguiu assinar um contrato emergencial, que foi prorrogado durante anos, devido a um impasse no processo de concessão.

     

  • Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Ubiratan Antonio da Cunha descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    A polícia prendeu o presidente de uma empresa de ônibus de São Paulo. Ele é investigado por lavar dinheiro do PCC, o crime organizado.

    Um funcionário do setor de transporte público, com pouca qualificação, que em dez anos acumula quase R$ 500 mil na participação de uma empresa de ônibus. É o perfil de Ubiratan Antonio da Cunha, réu pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A rápida evolução patrimonial dele despertou a desconfiança do Ministério Público de São Paulo.

    Ubiratan descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    Desde abril, tanto a Upbus como outra empresa de transporte da capital paulista, a Transwolfe, passaram a ser investigadas por lavagem de dinheiro do PCC. A Prefeitura de São Paulo então colocou interventores na administração. Dois dirigentes foram presos e outros 26 diretores ainda são investigados. Entre eles, Silvio Luis Ferreira, tido pelos promotores como uma das lideranças no PCC em São Paulo. Está foragido.

    Fato é que está sob suspeita toda a operação das duas empresas de transporte. O balanço mostra que só o capital social da Upbus passou de R$ 1 milhão, em 2020, para R$ 20 milhões, em 2021.

    A defesa de Ubiratan Cunha, preso na manhã desta terça-feira (16), disse que o empresário, que não podia se aproximar da Upbus, só passou para levar o filho que trabalha lá. Não convenceu a Justiça. O vídeo da câmera de segurança que está com o Ministério Público mostra que ele entra na garagem e cumprimenta funcionários. Para os promotores, é importante que o réu fique longe da empresa para não influenciar e atrapalhar a investigação.

     

  • Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Ubiratan Antonio da Cunha descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    A polícia prendeu o presidente de uma empresa de ônibus de São Paulo. Ele é investigado por lavar dinheiro do PCC, o crime organizado.

    Um funcionário do setor de transporte público, com pouca qualificação, que em dez anos acumula quase R$ 500 mil na participação de uma empresa de ônibus. É o perfil de Ubiratan Antonio da Cunha, réu pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A rápida evolução patrimonial dele despertou a desconfiança do Ministério Público de São Paulo.

    Ubiratan descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    Desde abril, tanto a Upbus como outra empresa de transporte da capital paulista, a Transwolfe, passaram a ser investigadas por lavagem de dinheiro do PCC. A Prefeitura de São Paulo então colocou interventores na administração. Dois dirigentes foram presos e outros 26 diretores ainda são investigados. Entre eles, Silvio Luis Ferreira, tido pelos promotores como uma das lideranças no PCC em São Paulo. Está foragido.

    Fato é que está sob suspeita toda a operação das duas empresas de transporte. O balanço mostra que só o capital social da Upbus passou de R$ 1 milhão, em 2020, para R$ 20 milhões, em 2021.

    A defesa de Ubiratan Cunha, preso na manhã desta terça-feira (16), disse que o empresário, que não podia se aproximar da Upbus, só passou para levar o filho que trabalha lá. Não convenceu a Justiça. O vídeo da câmera de segurança que está com o Ministério Público mostra que ele entra na garagem e cumprimenta funcionários. Para os promotores, é importante que o réu fique longe da empresa para não influenciar e atrapalhar a investigação.

     

  • Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Ubiratan Antonio da Cunha descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    A polícia prendeu o presidente de uma empresa de ônibus de São Paulo. Ele é investigado por lavar dinheiro do PCC, o crime organizado.

    Um funcionário do setor de transporte público, com pouca qualificação, que em dez anos acumula quase R$ 500 mil na participação de uma empresa de ônibus. É o perfil de Ubiratan Antonio da Cunha, réu pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A rápida evolução patrimonial dele despertou a desconfiança do Ministério Público de São Paulo.

    Ubiratan descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    Desde abril, tanto a Upbus como outra empresa de transporte da capital paulista, a Transwolfe, passaram a ser investigadas por lavagem de dinheiro do PCC. A Prefeitura de São Paulo então colocou interventores na administração. Dois dirigentes foram presos e outros 26 diretores ainda são investigados. Entre eles, Silvio Luis Ferreira, tido pelos promotores como uma das lideranças no PCC em São Paulo. Está foragido.

    Fato é que está sob suspeita toda a operação das duas empresas de transporte. O balanço mostra que só o capital social da Upbus passou de R$ 1 milhão, em 2020, para R$ 20 milhões, em 2021.

    A defesa de Ubiratan Cunha, preso na manhã desta terça-feira (16), disse que o empresário, que não podia se aproximar da Upbus, só passou para levar o filho que trabalha lá. Não convenceu a Justiça. O vídeo da câmera de segurança que está com o Ministério Público mostra que ele entra na garagem e cumprimenta funcionários. Para os promotores, é importante que o réu fique longe da empresa para não influenciar e atrapalhar a investigação.

     

  • Homem é preso ‘debaixo da cama’ por suspeita de roubar e sequestrar vítimas em Suzano

    Homem é preso ‘debaixo da cama’ por suspeita de roubar e sequestrar vítimas em Suzano

    Outro suspeito também foi preso. Segundo a polícia, ocorrência começou em Suzano, quando dois homens que estavam dentro de um caminhão e foram abordados e levados pelos suspeitos em um carro.

    Dois homens suspeitos de roubar e sequestrar vítimas foram presos na tarde desta terça-feira (2), em Poá. Um deles foi detido após tentar se esconder debaixo de uma cama. A polícia relata que a ocorrência começou na Vila Urupês, em Suzano, quando dois homens que estavam dentro de um caminhão foram abordados e levados pelos suspeitos em um carro.

    De acordo com a Polícia Militar, o veículo em que os reféns estavam foi encontrado na Avenida Major Pinheiro Fróes, em Suzano. As vítimas foram libertadas sem ferimentos. O carro era furtado e, dentro dele, os agentes apreenderam um simulacro de arma de fogo, celulares e ferramentas.

    Os suspeitos tinham abandonado o carro e fugiram a pé do local. A PM conta que um deles foi encontrado dentro de uma casa em Poá, escondido embaixo da cama. Já o outro foi encontrado na carroceria de um caminhão.

  • Ação policial apreende 59 tabletes de maconha e pistola carregada em fundo falso de carro, em Regente Feijó

    Ação policial apreende 59 tabletes de maconha e pistola carregada em fundo falso de carro, em Regente Feijó

    Motorista foi preso em flagrante na Rodovia Henrique Moreno Milan (SPA-553).

    Uma ação conjunta das polícias Civil e Militar apreendeu 59 tijolos de maconha e uma pistola .45 milímetros em um fundo falso de um carro neste domingo (30), em Regente Feijó (SP). O motorista, de 29 anos, foi preso em flagrante.

    O veículo foi abordado na Rodovia Henrique Moreno Milan (SPA-553), momento em que os policiais encontraram um fundo falso no assoalho. Dentro dele haviam 59 tabletes de maconha e uma pistola .45 milímetro, sem marca ou numeração aparentes, municiada com 13 cartuchos intactos.

    Ao todo foram apreendidos 41,268 quilos de maconha.

    O motorista foi preso em flagrante e permaneceu à disposição da Justiça. Após a realização da audiência de custódia, ele deve ser encaminhado a uma unidade prisional da região.

    A identificação do carro que transportava os itens ilícitos foi feita através do trabalho investigativo da 2ª Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (Dise) e de informações de inteligência, com apoio operacional da Polícia Militar Rodoviária.