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  • Quem é Nelson Wilians, advogado alvo de operação que apura suposta fraude bilionária em créditos de ICMS

    Quem é Nelson Wilians, advogado alvo de operação que apura suposta fraude bilionária em créditos de ICMS

    Fundador de um dos maiores escritórios de advocacia do país é investigado em operação que apura esquema de suposta venda de créditos tributários falsos, com prejuízo estimado em R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos

    Com mais de 1,4 milhão de seguidores só no Instagram, o advogado Nelson Wilians é um dos alvos nesta quarta-feira (15) de uma operação contra fraude no ICMS em São Paulo e no Paraná.

    O escritório dele é acusado pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA/SP), da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz-SP), de fazer parte de uma organização investigada por suposta venda de créditos falsos de ICMS para reduzir indevidamente o imposto devido ao Estado. O esquema teria sonegado R$ 3,8 bilhões em créditos tributários.

    Um dos núcleos principais do grupo investigado é ligado ao grupo econômico de Wilians, cujo escritório é alvo de buscas e apreensões da Operação Distrato.

    Em nota, o escritório de Wilians informou que “recebeu o cumprimento da medida de busca e apreensão com serenidade, transparência e absoluto espírito colaborativo, mantendo-se à disposição das autoridades competentes e atuando de forma proativa para o completo esclarecimento dos fatos”.

    Em Londrina (PR), o alvo é a advogada Mayra de Paula, que segundo a investigação é “sócia” de Willians nas fraudes.

    A Operação Distrato cumpre 38 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital, nas cidades de São Paulo, Campinas, Jundiaí, Ribeirão Preto, Londrina (PR) e Cambé (PR).

    Em setembro do ano passado, Wilians já tinha sido alvo da Polícia Federal (PF) por suposta participação no esquema de fraudes do INSS.

    Na época, na casa dele foram apreendidas esculturas eróticas, arma e carros de luxo, incluindo uma Ferrari e um Porsche.

    Nas redes sociais, o advogado exibe sua rotina em palestras e ostenta viagens de luxo com a família.

    Além do advogado, a operação do governo de SP nesta quarta (15) mira outros dois grupos econômicos de advogados e consultorias que trabalham com o chamado “planejamento tributário”: os grupos Alpha e Dmc.

    Quem é Nelson Wilians

    Nelson Wilians é natural de Cianorte (PR) e fundador do Nelson Wilians Advogados (NWADV). Ele foi advogado de Rose Miriam, mãe dos filhos do Gugu, na disputa judicial pela herança do apresentador.

    Filho de pequenos agricultores, o advogado já foi capa da revista Forbes, o primeiro da categoria a ter destaque na publicação, e se apresenta também como empreendedor jurídico.

    Formado em Direito pela Instituição Toledo de Ensino (ITE), em Bauru, no interior de SP, ele é fundador e CEO do escritório Nelson Wilians Advogados (NWADV), um dos maiores escritórios de advocacia empresarial do Brasil e da América Latina em número de profissionais e presença nacional.

    Wilians é casado com a também advogada Anne Wilians e é pai de quatro filhos. Ela é sócia do escritório do marido e também é alvo da operação.

    Ele também é um dos patrocinadores do piloto de automobilismo Paulinho De’ Carli e tem registro como CAC (Colecionador, Atirador e Caçador), com mais de 10 armas, incluindo o fuzil encontrado durante a operação. Na época da operação do INSS, a Polícia Federal havia informado que irá solicitar à Justiça a cassação do registro dessas armas.

    Além da vida de luxo, Wilians era colecionador de obras de arte. Na operação de setembro de 2025, a PF encontrou esculturas eróticas e quadros que podem pertencer a Portinari e Di Cavalcanti em endereços ligados a ele e outros empresários alvo da operação contra fraudes no INSS.

    Veículos de luxo: Ferrari, Porsche e um Rolls-Royce com banco de couro, teto estrelado e avaliado em R$ 11 milhões, também foram apreendidos.

    O acervo apreendido também incluía estátuas de bronze, entre elas uma reprodução de “O Pensador”, de Auguste Rodin. Há ainda peças de caráter sensual e erótico, assinadas pelo escultor austríaco Bruno Zach.

    Como funcionava o esquema de fraudes no ICMS

    De acordo com a investigação do governo de SP, a organização usava empresas de fachada, inativas ou sem estrutura operacional. Essas empresas emitiriam documentos fiscais para dar circulação artificial a créditos de ICMS, depois incorporados à escrituração fiscal de contribuintes.

    Eles simulavam ter créditos tributários para vender para as empresas — geralmente pequenas e médias. Mas, segundo a investigação, os créditos eram falsos. As empresas eram multadas. Eles, então, simulavam telas para mostrar que as multas tinham sido quitadas — o que também era falso.

    Para dar credibilidade ao esquema, o advogado chegava aos compromissos de helicóptero e carros importados.

    O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é a principal fonte de receita dos governos estaduais. É um tributo estadual que incide sobre a venda de produtos, a prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, e de comunicações.

    Escritórios de advocacia, consultorias e intermediadoras participavam do esquema, segundo a investigação. Prospectavam clientes, montavam os contratos e elaboravam pareceres jurídicos para justificar a operação perante o Fisco.

    Além do núcleo ligado ao Grupo Nelson Wilians, a apuração também mira agentes dos grupos Alpha e Dmc. Para justificar a origem dos créditos, os investigados alegavam, por exemplo, supostos direitos de massas falidas ou decisões judiciais antigas de desapropriação.

    Para forjar aparência de legalidade, a organização recorria a práticas como: uso indevido de normas administrativas ou de decisões judiciais sem trânsito em julgado para justificar os créditos; apresentação de despachos que seriam falsos, atribuídos a auditores fiscais que não os assinaram; venda de créditos sem relação real com o ICMS, vinculados a empresas sem atividade; uso de “cessões” ou “gerenciamentos” simulados para formalizar o negócio ilícito.

    O CIRA/SP abriu 874 Ordens de Serviço Fiscal para analisar cerca de 9.960 lançamentos suspeitos, envolvendo mais de 850 empresas. O comitê afirma que a apuração separa quem agiu de forma consciente do proveito ilícito de quem pode ter sido enganado de boa-fé.

    A Secretaria da Fazenda já realizou verificações fiscais que culminaram na lavratura de autos de infração em 752 empresas.

  • Gugu Liberato: entenda o que está em jogo na disputa sobre a herança bilionária deixada pelo apresentador

    Gugu Liberato: entenda o que está em jogo na disputa sobre a herança bilionária deixada pelo apresentador

    Mãe dos três filhos do apresentador, Rose Miriam ficou de fora do testamento e briga na Justiça para ter direito a 50% da herança. Testamento deixado por Gugu dá 75% dos bens aos filhos e 25% a cinco sobrinhos. Rose chegou a ser questionada sobre vida íntima.

    Um aumento nas buscas relacionadas à vida pessoal de Gugu Liberato foi percebida no Google desde que a herança do apresentador, morto em 2019 nos Estados Unidos, voltou a ser discutida na 9ª Vara de Família e Sucessões do foro Central de São Paulo nesta semana.

    A família dividida, as intimidades expostas, as audiências adiadas, as manifestações nas redes sociais de envolvidos, as especulações do público, e o fato de o processo estar sob segredo de Justiça, marcam o caso.

    De um lado, Rose Miriam tenta provar união estável com o apresentador. Ela era apresentada por Gugu como “minha família” e é apoiada pelas duas filhas, Sofia e Marina.
    Do outro lado, estão João Augusto, filho mais velho de Rose e Gugu, a irmã de Gugu, Aparecida Liberato, e os sobrinhos, que querem seguir o testamento deixado pelo apresentador.

    Feito em 2011, o testamento não incluiu Rose e distribuiu a herança, avaliada em R$ 1 bilhão, da seguinte forma:

    75% para os três filhos
    25% para os cinco sobrinhos
    Pensão vitalícia para a mãe do apresentador, Maria do Céu Moraes, 90 anos, de R$ 163 mil
    Rose não aparece no testamento e, segundo “O Globo”, só assinou documento abrindo mão da herança porque estava sob efeito de remédios, com um “quadro delirante”.

    O que Rose cobra na Justiça?
    Gugu repassava em vida US$ 10 mil mensais para que Rose Miriam cobrisse despesas pessoais e da casa da família em Orlando, nos Estados Unidos. Em 2021, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o valor deveria ser mantido e pago pelo espólio do apresentador.

    Rose alega que a quantia não foi paga de maneira correta e cobra os valores. Ela também pede que a Justiça reconheça sua união estável com Gugu ao longo dos 20 anos em que viveram juntos.

    O que muda caso a união estável seja reconhecida?
    Caso fique comprovada a relação estável de Rose com o apresentador, ela terá direito a metade da herança. Os outros 50% ficariam com os três filhos. Os cinco sobrinhos citados no testamento deixado por Gugu deixariam de ter direito ao patrimônio.

    Quem representa cada parte?
    Rose Miriam e as filhas Marina e Sofia são representadas pelo advogado Nelson Wilians, enquanto a irmã do apresentador, Aparecida Liberato, e o filho João Augusto são representados pelo advogado Dilermando Cigagna.

    Procurado, Cigagna disse que não comenta o caso. Wilians comentou brevemente que “as gêmeas Marina e Sofia sempre estiveram ao lado da mãe na busca dela pelo reconhecimento de união estável na Justiça”.

    Quando haverá uma definição?
    Ainda não se sabe. A Justiça adiou dois dias de audiências previstas para terça (23) e quarta-feira (24), depois de ouvir as gêmeas na segunda (22). O juiz da 9ª Vara de Família e Sucessões do foro Central, que analisa o pedido de união estável, remarcou as sessões para junho sob alegação de que a medida foi tomada para que todas as testemunhas sejam ouvidas.

    Há outros envolvidos na disputa?
    Após a morte, o chefe de cozinha Thiago Salvático alegou ter se relacionado com Gugu e que os dois eram companheiros. A mesma 9ª Vara da Família e Sucessões da Justiça de São Paulo considerou que os dois eram amigos e julgou o caso como extinto “sem exame de mérito”. Cabe recurso.

    Resumo do caso:
    Gugu morreu em 2019 após um acidente doméstico na casa da família, em Orlando (EUA).
    No testamento, assinado em 2011, Gugu não reconheceu Rose Miriam como companheira em união estável.
    O patrimônio deixado pelo apresentador é avaliado em R$ 1 bilhão, sendo que 75% seria destinado aos filhos e o restante, 25%, aos cinco sobrinhos.
    Gugu nomeou a própria irmã, Aparecida Liberato, como responsável por cuidar de seu espólio;
    Miriam entrou numa disputa judicial pela herança.
    Enquanto as filhas saíram em defesa da mãe, o filho defende o testamento deixado pelo pai.
    Gugu repassava, em vida, US$ 10 mil mensais para que Rose Miriam cobrisse despesas pessoais dela e da casa da família em Orlando, nos Estados Unidos. 
    Em 2021, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o valor deveria ser mantido e pago pelo espólio do apresentador, mas Rose questiona o pagamento.

  • Filho de Gugu nega silêncio em audiência: ‘Tive que me segurar para não falar quando não era o momento’

    Filho de Gugu nega silêncio em audiência: ‘Tive que me segurar para não falar quando não era o momento’

    João Augusto Liberato publicou nas redes sociais um desabafo em que disse ter muito a dizer, mas que respeitou as regras da audiência que trata da união estável da mãe, Rose Miriam di Matteo, com o apresentador.

    O filho do apresentador Gugu Liberato, João Augusto Liberato, se pronunciou sobre a audiência realizada na segunda-feira (24) que trata da união estável da mãe, Rose Miriam di Matteo, com o apresentador.

    Caso fique comprovada a relação de Rose com o apresentador, ela terá direito a metade da herança.

    No testamento, assinado em 2011, Gugu não reconheceu Rose Miriam como companheira em união estável.

    O patrimônio deixado por ele é avaliado em R$ 1 bilhão. 75% desse valor seria destinado aos filhos e o restante, 25%, aos cinco sobrinhos. (entenda caso mais abaixo).

    Em uma publicação no Instagram, João Augusto negou que ficou em silêncio na audiência por vontade própria. Segundo ele, foi necessário respeitar as regras da Justiça durante o processo, que ouvia naquele momento suas irmãs gêmeas, Marina e Sofia.

    Marina e Sofia se pronunciaram a favor de reconhecer a união de Rose Miriam com Gugu ao serem questionadas na 9ª Vara da Família e Sucessões do Foro Central de São Paulo, na manhã de segunda-feira.

    “Fiquei muito surpreso quando falaram que decidi ficar calado. Porque, pelo contrário, tenho muito para falar e até tive que me segurar para não falar quando não era o momento. Foi muito triste ver e ouvir tantas coisas que não eram verdadeiras, mas eu respeitei as regras da audiência.”

    Se a Justiça reconhecer a união estável, Rose Miriam passa a ter direito ao espólio de Gugu. Rose e as filhas são representadas pelo advogado Nelson Wilians. Além das gêmeas, ela também é mãe de João Augusto.

    Conforme apurado pelo g1, João Augusto Liberato, embora presente na audiência, não teria dado nenhuma declaração.

    A irmã do apresentador, Aparecida Liberato, e o sobrinho, André Liberato, também estavam presentes e não se manifestaram.

    “As gêmeas Marina e Sofia sempre estiveram ao lado da mãe na busca dela pelo reconhecimento de união estável na Justiça. Todos os elementos comprovam que Rose e Gugu mantinham uma relação pública, notória, duradoura, contínua e com objetivo de constituir família. Reafirmamos acreditar que, a cada dia, estamos mais próximos de vermos a justiça ser feita”, disse o advogado Wilians.

    Aparecida e João Liberato são representados pelo advogado Dilermando Cigagna. Procurado, ele disse que não comenta o caso.

    O processo corre em segredo de Justiça.

    Entenda o caso
    Gugu morreu em 2019 após um acidente doméstico na casa da família, em Orlando (EUA);
    Os filhos entraram em uma disputa pela herança;
    No testamento, assinado em 2011, Gugu não reconheceu Rose Miriam como companheira em união estável;
    O patrimônio deixado pelo apresentador é avaliado em R$ 1 bilhão. Sendo que 75% seria destinado aos filhos e o restante, 25%, aos cinco sobrinhos;
    Gugu nomeou a própria irmã, Aparecida Liberato, como responsável por cuidar de seu espólio;
    Rose, mãe das gêmeas, contestou e entrou na Justiça para cobrar valores relativos à pensão que ela recebe do espólio — bens divididos entre os herdeiros — de Gugu Liberato.
     

  • Caso Gugu: Justiça adia audiências sobre herança do apresentador

    Caso Gugu: Justiça adia audiências sobre herança do apresentador

    Oitivas das partes na ação em que Rose Miriam, mãe de três filhos com Gugu Liberato, pleiteia reconhecimento de união estável começaram nesta segunda (22) e estavam marcadas para continuar seguir nesta semana. Juiz alega que medida foi tomada para que todas as testemunhas sejam ouvidas.

    As audiências do caso envolvendo o espólio de Gugu Liberato foram adiadas para o próximo mês pelo juiz da 9ª Vara de Família e Sucessões do foro Central de São Paulo para que todas as testemunhas possam ser ouvidas.

    As oitivas das partes na ação em que Rose Miriam, mãe de três filhos com Gugu, pleiteia o reconhecimento de união estável com o apresentador começaram ontem (22) e estavam marcadas para continuar nesta terça (23) e quarta-feira (24).

    Para esta terça-feira, estavam agendadas as testemunhas de Rose Miriam. Na audiência de segunda-feira (22), as filhas do casal, Marina e Sofia testemunharam em favor da mãe.

    João Augusto, filho mais velho de Gugu e Rose, e a irmã de Gugu, Aparecida Liberato, se mantiveram em silêncio nesta segunda, segundo confirmado pelo g1. Eles não concordam com o processo movido pelas filhas de Gugu e Rose.

    “Não temos pressa. Esperamos apenas que a justiça seja feita com a comprovação de que a viúva, Rose Miriam, vivia em união estável com Gugu Liberato”, disse Nelson Wilians, advogado que representa Rose Miriam e as filhas dela. O processo tramita em segredo de justiça.

    Gugu deixou um patrimônio avaliado em R$ 1 bilhão.

    Marina, filha de Gugu Liberato e Rose Miriam di Matteo, visitou na tarde de segunda-feira (22) os estúdios da GGP Produções, fundados em 1999 pelo apresentador e empresário. “Muito bom voltar a esse lugar que nosso pai construiu com tanto carinho e que ele tanto gostava. Amei e pretendo voltar muitas vezes”, escreveu no seu perfil no Instagram.

    A produtora tem 5.420 m² de área construída em um terreno de 8.535 m².

    A visita aconteceu após o primeiro dia de audiência, com oitiva das partes na ação em que Rose pleiteia o reconhecimento de união estável com o apresentador. As próximas audiências estão marcadas para terça (23) e quarta-feira (24) na 9ª Vara de Família e Sucessões do foro Central de São Paulo.

    Rose é a mãe dos três filhos de Gugu: as gêmeas Marina e Sofia, de 19 anos, e de João Augusto, de 21 anos.

    Nesta segunda, as gêmeas Sofia e Marina Liberato prestaram declarações nesta segunda-feira (22). O g1 confirmou que o irmão das gêmeas, João Augusto Liberato, embora presente na audiência, preferiu não dar nenhuma declaração e se manteve em silêncio. A irmã do apresentador, Aparecida Liberato, e o sobrinho, André Liberato, também estavam presentes e não se manifestaram.

    A sessão começou às 9h30 e terminou às 11h30 na 9ª Vara de Família e Sucessões do foro Central de São Paulo.

    Se a Justiça reconhecer a união estável, Rose Miriam passa a ter direito ao espólio de Gugu. Rose e as filhas são representadas pelo advogado Nelson Wilians.

    “As gêmeas Marina e Sofia sempre estiveram ao lado da mãe na busca dela pelo reconhecimento de união estável na Justiça. Todos os elementos comprovam que Rose e Gugu mantinham uma relação pública, notória, duradoura, contínua e com objetivo de constituir família. Reafirmamos acreditar que, a cada dia, estamos mais próximos de vermos a justiça ser feita”, disse o advogado.
    Aparecida e João Liberato são representados pelo advogado Dilermando Cigagna. Procurado, ele disse que não comenta o caso.

    O processo corre em segredo de Justiça.

    Caso a união estável seja reconhecida, Rose passa a ser herdeira e terá direito a metade da herança. Os outros 50% são transmitidos obrigatoriamente aos três filhos, João, Sofia e Marina.

    Entenda o caso
    Gugu morreu em 2019 após um acidente doméstico na casa da família, em Orlando (EUA).
    Os filhos entraram em uma disputa pela herança.
    No testamento, assinado em 2011, Gugu não reconheceu Rose Miriam como companheira em união estável.
    Gugu nomeou a própria irmã, Aparecida Liberato, como responsável por cuidar de seu espólio
    Rose, mãe das gêmeas, contestou e entrou na Justiça para cobrar valores relativos à pensão que ela recebe do espólio — bens divididos entre os herdeiros — de Gugu Liberato.
     

  • De volta ao Brasil, filhas de Gugu participam de audiência sobre união estável da mãe com o apresentador

    De volta ao Brasil, filhas de Gugu participam de audiência sobre união estável da mãe com o apresentador

    Rose Miriam alega em processo ter vivido 20 anos com o apresentador, morto em 2019. Advogado das filhas diz que gêmeas sempre estiveram ao lado da mãe na busca dela pelo reconhecimento na Justiça.

    A Justiça de São Paulo vai ouvir nesta segunda (22), terça (23) e quarta (24) as partes interessadas e as testemunhas no processo que analisa a união estável de Rose Miriam Souza di Matteo com o apresentador Gugu Liberado, morto em 2019. As audiências de instrução processual servirão para reconhecer ou não a união estável. Rose é a mãe das gêmeas Marina e Sofia Liberato, de 19 anos.

    As filhas gêmeas de Rose e Gugu devem falar a favor do reconhecimento da união estável da mãe com o pai. Nas redes sociais, Sofia apareceu nesta sexta-feira (19), às 8h, confirmando que está no Brasil.

    Nelson Wilians, advogado que representa Rose Miriam e as gêmeas, disse ao g1 que o processo corre em segredo de Justiça.

    “As gêmeas Marina e Sofia sempre estiveram ao lado da mãe na busca dela pelo reconhecimento de união estável na Justiça. Todos os elementos comprovam que Rose e Gugu mantinham uma relação pública, notória, duradoura, contínua e com objetivo de constituir família. Reafirmamos acreditar que, a cada dia, estamos mais próximos de vermos a justiça ser feita”, acrescentou.

    Caso a união estável seja reconhecida, Rose passa a ser herdeira e terá direito a metade da herança. Os outros 50% são transmitidos obrigatoriamente aos três filhos, João, Sofia e Marina.

    Entenda o caso
    Gugu morreu em 2019 após um acidente doméstico na casa da família, em Orlando (EUA).
    Os filhos entraram em uma disputa pela herança.
    No testamento, assinado em 2011, Gugu não reconheceu Rose Miriam como companheira em união estável.
    Gugu nomeou a própria irmã, Aparecida Liberato, como responsável por cuidar de seu espólio
    Rose, mãe das gêmeas, contestou e entrou na Justiça para cobrar valores relativos à pensão que ela recebe do espólio — bens divididos entre os herdeiros — de Gugu Liberato.