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  • John e Elaine Esperandino inauguram alfaiataria de luxo em Moema e consolidam referência nacional no segmento

    John e Elaine Esperandino inauguram alfaiataria de luxo em Moema e consolidam referência nacional no segmento

    Nova loja da John Esperandino Alfaiataria une tradição artesanal e luxo contemporâneo, vestindo personalidades como Felipe Titto, Tiago Finch e o governador Ronaldo Caiado.

    A sofisticação paulistana acaba de ganhar um novo endereço. O casal John e Elaine Esperandino inaugurou oficialmente a nova loja da John Esperandino Alfaiataria em Moema, um dos bairros mais nobres de São Paulo.
    O evento reuniu empresários, influenciadores e personalidades da política e da mídia, confirmando o nome da marca como sinônimo de elegância e referência nacional em alfaiataria sob medida.

    Tradição artesanal e luxo contemporâneo

    Com mais de uma década de experiência, John Esperandino é hoje um dos alfaiates mais respeitados do país. Conhecido pelo corte preciso e pela atenção minuciosa aos detalhes, ele conquistou uma clientela seleta, que inclui nomes como o ator Felipe Titto, o empresário Tiago Finch e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, reconhecido por seu estilo clássico e postura impecável.

    A nova loja, localizada na Avenida Indianópolis, 1004, foi projetada para unir tradição e modernidade. O ambiente combina design contemporâneo, iluminação cênica e acabamentos em azul-marinho e dourado, transmitindo o conceito de luxo discreto e atemporal que é a assinatura da marca.

    Um casal que representa elegância e propósito

    Ao lado da esposa, Elaine Esperandino, John transformou a alfaiataria em uma experiência completa. Elaine atua na gestão, curadoria de tecidos e concepção estética da marca, garantindo que cada detalhe — do atendimento ao acabamento — traduza sofisticação e cuidado.
    Juntos, o casal consolidou uma empresa familiar que une arte, propósito e empreendedorismo.

    Durante o evento de inauguração, convidados selecionados conheceram a nova coleção “Executive Line 2025”, que celebra o homem contemporâneo que busca vestir-se com poder e autenticidade. O coquetel teve clima de gala e recebeu nomes influentes do entretenimento e dos negócios paulistanos.

    Moema: o novo endereço da alfaiataria de luxo

    Escolher Moema para a nova unidade foi uma decisão estratégica. O bairro reúne um público de alto padrão e uma atmosfera que valoriza marcas exclusivas e experiências personalizadas. A loja chega como um espaço de encontro para executivos, artistas e personalidades que veem no vestir bem uma extensão da própria identidade.

    “A alfaiataria é mais do que costura, é arte e presença. Cada terno que criamos carrega história e significado”, afirmou John Esperandino durante a cerimônia.

    “Queremos que cada cliente sinta que faz parte de algo especial. Vestir-se bem é um ato de autoconfiança e sucesso”, completou Elaine Esperandino.

    Referência nacional em alfaiataria sob medida

    Com a inauguração em Moema, a John Esperandino Alfaiataria entra em uma nova era, posicionando-se entre as principais marcas de alfaiataria de luxo do Brasil. A marca veste hoje alguns dos nomes mais influentes do país, unindo tradição, requinte e personalização em cada peça.

    O novo espaço simboliza mais do que uma expansão comercial: representa a consolidação de uma história de excelência construída a quatro mãos.
    Para quem entende que estilo é poder, a John Esperandino Alfaiataria é o novo endereço obrigatório da elegância paulistana.

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    Endereço: Avenida Indianópolis, 1004 – Moema, São Paulo – SP
    Instagram: @john.esperandino
    Site oficial: www.johnesperandino.com.br

     

  • Advogada é presa por racismo acusada de xingar funcionário negro de lanchonete de ‘macaco sujo’

    Advogada é presa por racismo acusada de xingar funcionário negro de lanchonete de ‘macaco sujo’

    Fabiani Marques Zouki também vai responder por injúria racial e pelo crime de dirigir veículo embriagada. Pablo Ferreira acusou a mulher de xingá-lo e depois quebrou o retrovisor do carro dela. Caso ocorreu na noite de quinta (25) no Burger King de Moema, Zona Sul.

    Uma advogada foi presa em flagrante pela Polícia Militar (PM) após ter sido acusada de racismo e agressão por um funcionário negro de uma lanchonete em Moema, Zona Sul de São Paulo. Além dele, mais quatro funcionários do estabelecimento disseram ter sido vítimas da mulher. Ela também vai responder por embriaguez ao volante.

    O caso ocorreu na noite desta quinta-feira (25) numa das unidades do Burger King de Moema. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram a mulher alterada (veja acima).

    Pablo Ramon da Silva Ferreira, de 25 anos, supervisor do Burger King, falou para os policiais que a advogada Fabiani Marques Zouki, de 46 anos, o ofendeu e xingou com palavras racistas, o chamando de “macaco sujo”. Segundo ele disse à TV Globo, a cliente estava “alterada” no drive thru da lanchonete exigindo que fosse atendida em cabines que estavam fechadas.

    “Aí já no carro, ela gesticulou novamente e me chamou de ‘macaco’ e ‘macaco sujo’. Aí eu me revoltei. eu não ia agredi-la, mas foi aí que eu desferi um soco no retrovisor do carro”, contou Pablo.

    Nos vídeos gravados por Pablo, outras testemunhas e pelas câmeras de segurança do Burger King, e que foram compartilhados nas redes sociais, Fernanda não diz que se tivesse chamado o funcionário de ‘preto’ e ‘macaco’ isso não seria motivo para ele danificar o veículo dela.

    “Falou que eu chamei de ‘preto’ de ‘macaco’… viajou na maionese. E daí se eu tivesse chamado? Isso não é justificativa pra quebrar meu carro. Não é”, diz Fabiani, no vídeo gravado por outras testemunhas.

    “Quem é o macaco agora? Quem é o preto agora? Você tem sorte que eu não quebrei a sua cara…”, diz Pablo no vídeo gravado por ele mesmo no qual mostra Fabiani. O supervisor contou ainda que a mulher o agrediu com um tapa no ouvindo, quebrando o fone do Burger King.

    Pablo contou à reportagem que já foi vítima de racismo em outras ocasiões cometido por outras pessoas.

    A Polícia Militar foi chamada por testemunhas para atender o caso. Chegando ao local, os policiais militares contaram que encontraram Fabiana “visivelmente alterada” e “embriagada”.

    “A mesma se recusou a fazer exame do etilômetro [bafômetro], e foi encaminhada ao IML [Instituto Médico Legal] para a realização de exame de constatação de embriaguez”, informa trecho da nota da Secretaria da Segurança Pública (SSP) sobre o caso.

    ‘Embriaguez e injúria racial’

    Fabiani foi levada presa para o 27º Distrito Policial (DP), Campo Belo, que registrou o caso como “embriaguez ao volante” e “injúria racial”. A Polícia Civil indiciou a mulher pelos crimes. O crime de injúria racial é inafiançável e não prescreve. Ele é equiparado ao crime de racismo.

    Além de Pablo, outros quatro funcionários do Burger King (um homem e três mulheres) também aparecem como vítimas de Fabiani. Duas atendentes contaram que foram agredidas pela mulher. Uma delas falou que levou um tapa na boca e outra um soco no rosto.

    Segundo o boletim de ocorrência do caso, a delegacia não conseguiu fazer o interrogatório de Fabiani porque ela estava “transtornada e agressiva”. Chegando até a tentar morder um policial.

    Segundo o Cadastro Nacional de Advogados (CNA) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o registro de Fabiani como advogada em São Paulo está “cancelado”. A reportagem procurou a OAB para comentar o assunto e a entidade alegou que foi a própria advogada quem pediu o cancelamento, mas não informou o motivo.

    “A Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo (OAB SP) apura rigorosamente, quando formalmente acionada , toda e qualquer denúncia referente à conduta de profissionais inscritos nesta Secional. Como Fabiani Marques Zouki está com a inscrição cancelada na OAB SP, a pedido da própria profissional, desde setembro de 2021, não cabe qualquer apuração por parte desta Secional”, informa a OAB por meio de nota.
    A mulher passará por audiência de custódia nesta sexta-feira (26) para a Justiça decidir se ela continua presa ou será solta. Procurada pela reportagem para comentar o assunto, a defesa de Fernanda informou que aguarda uma decisão judicial nesta tarde sobre a situação da sua cliente para dar mais detalhes sobre o que ela alegou.

    “Por ora aguarda-se a audiência de custódia para decisão sobre a liberdade provisória. Sobre o fato em si, cedo ainda pra falar porque muita coisa dependerá do que vier a ser investigado no inquérito policial já instaurado. A informação dos autos é de que houve acirramento de ânimos no interior de uma lanchonete, com ofensas mútuas. De qual, segundo se alega, teria sido propalada ofensa de cunho racista. Mas é tudo muito incipiente. Por ora, a defesa atua no sentido de obter liberdade provisória”, informou o advogado Carlos Lucera, que defende a mulher.

    A defesa informou ainda que desconhece o motivo que levou sua cliente a cancelar o registro profissional como advogada na OAB-SP.

    Em sua redes sociais, Fabiani exibe fotos pessoais e mensagens como “E se a felicidade bater, apanhe”. Ela também se mostra a favor do voto impresso nas eleições.

    e com o Burger King para comentarem o assunto.

     

  • Ex-funcionária de loja em SP denuncia chefe após ser chamada de ‘gorda’ e ‘feia’ e ser obrigada a cobrir tatuagens com blusa de frio

    Ex-funcionária de loja em SP denuncia chefe após ser chamada de ‘gorda’ e ‘feia’ e ser obrigada a cobrir tatuagens com blusa de frio

    Caso ocorreu em uma loja de óculos em Moema, Zona Sul de SP; jovem de 19 anos entrou com processo trabalhista por dano moral contra a ex-gerente no dia 1º de dezembro. Prints de conversas no WhatsApp mostram as mensagens ofensivas.

    Uma jovem de 19 anos entrou com ação trabalhista por dano moral contra a gerente de uma loja de óculos, em São Paulo, após ser ofendida em mensagens no WhatsApp de “gorda”, “feia” e ser obrigada a cobrir tatuagens do braço com blusa de frio enquanto trabalhava no comércio.

    “Você está horrível com esse vestido. Nasceu para trabalhar em outro lugar e não aqui, além de gorda e feia nele”, diz uma das mensagens enviadas pela gerente à ex-funcionária no WhatsApp.
    Ao g1, Vitória Cristina Gama dos Santos Teixeira afirmou que começou a trabalhar como auxiliar da loja Chilli Beans, unidade Moema, Zona Sul de São Paulo, no dia 6 de outubro deste ano após passar por um processo seletivo.

    A reportagem entrou em contato com o dono da loja, que afirmou que só poderá se manifestar após ter conhecimento do conteúdo do processo.

    “Fiz entrevista online e me chamaram. Comecei a trabalhar e estava tudo bem com a gerente, até que comecei a ser perseguida porque comentei com uma funcionária de outra loja o que ela havia falado de lá. Mas foi um comentário normal e, por causa disso, ela fez pirraça”.

    “Foi então que passou a falar para eu ir de blusa de frio por causa das tatuagens, não me deixava fazer uma hora de almoço, falava que era gorda, feia, que não nasci para trabalhar na loja. Me bloqueava no WhatsApp, e ainda dizia que eu saía mais cedo, sendo que sempre saí no horário. Foi horrível. Sofro de crise de ansiedade e comecei a passar muito mal, ir ao hospital”, afirma a jovem.

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    Ex-funcionária de loja em SP denuncia chefe após ser chamada de ‘gorda’ e ‘feia’ e ser obrigada a cobrir tatuagens com blusa de frio
    Caso ocorreu em uma loja de óculos em Moema, Zona Sul de SP; jovem de 19 anos entrou com processo trabalhista por dano moral contra a ex-gerente no dia 1º de dezembro. Prints de conversas no WhatsApp mostram as mensagens ofensivas.
    Por Paola Patriarca, Giaccomo Voccio, g1 SP

    06/12/2023 05h04  Atualizado há uma hora

    Uma jovem de 19 anos entrou com ação trabalhista por dano moral contra a gerente de uma loja de óculos, em São Paulo, após ser ofendida em mensagens no WhatsApp de “gorda”, “feia” e ser obrigada a cobrir tatuagens do braço com blusa de frio enquanto trabalhava no comércio.

    “Você está horrível com esse vestido. Nasceu para trabalhar em outro lugar e não aqui, além de gorda e feia nele”, diz uma das mensagens enviadas pela gerente à ex-funcionária no WhatsApp.
    Ao g1, Vitória Cristina Gama dos Santos Teixeira afirmou que começou a trabalhar como auxiliar da loja Chilli Beans, unidade Moema, Zona Sul de São Paulo, no dia 6 de outubro deste ano após passar por um processo seletivo.

    A reportagem entrou em contato com o dono da loja, que afirmou que só poderá se manifestar após ter conhecimento do conteúdo do processo.

    “Fiz entrevista online e me chamaram. Comecei a trabalhar e estava tudo bem com a gerente, até que comecei a ser perseguida porque comentei com uma funcionária de outra loja o que ela havia falado de lá. Mas foi um comentário normal e, por causa disso, ela fez pirraça”.

    “Foi então que passou a falar para eu ir de blusa de frio por causa das tatuagens, não me deixava fazer uma hora de almoço, falava que era gorda, feia, que não nasci para trabalhar na loja. Me bloqueava no WhatsApp, e ainda dizia que eu saía mais cedo, sendo que sempre saí no horário. Foi horrível. Sofro de crise de ansiedade e comecei a passar muito mal, ir ao hospital”, afirma a jovem.

    Prints de conversas no WhatsApp entre Vitória e a ex-chefe mostram mensagens enviadas pela gerente: “Vitória está vendo Vitória. Pedi milhões de vezes para colocar blusa de frio. Estou ficando brava com você já e suas tatuagens”, afirmou a chefe à ex-funcionária.

    “Vitória, quando você sair de almoço conversamos. Já perdi milhões de clientes e você não entende. Isso é falta de senso seu. Já avisei para ficar de blusa de frio”, diz outra mensagem.

    “Nao vai fazer almoço, pois chegou 13h20 por causa do seu medicozinho”.

    Vitória conta que foi despedida no dia 10 de novembro e recebeu apenas R$ 400. O salário era de R$ 1.300. “Eu peguei conjuntivite e peguei dias de atestado. Quando retornei, eles me dispensaram. Fiquei muito nervosa quando recebi apenas R$ 400. Ainda bem que consegui outro emprego”.

    “O que me mais me machucou foi falar da minha aparência, principalmente quando fui trabalhar com o vestido falando que era gorda e feia. Foram coisas que me magoaram e guardei em mim. Estou tentando superar. É difícil, porque passei a ter muito medo dela”, afirmou a jovem.

    Ao comentar com uma advogada sobre o que houve, ela decidiu entrar com uma ação trabalhista. Está sendo solicitada uma indenização de R$ 6,6 mil. Um boletim de ocorrência por conta das ofensas também será registrado na delegacia.

    “Eu entrei com a ação com o objetivo de ser uma lição para que isso não aconteça com outras pessoas. A forma que ela fez comigo pode ser que façam com o filho dela e ela não irá gostar. Que ela não faça isso com mais ninguém, porque ninguém merece”, diz.

    A advogada de Vitória afirmou à reportagem que deu entrada no processo dia 1º de dezembro. A primeira audiência será em maio.

    “Eu me sensibilizei quando ela contou, ainda mais porque é uma jovem de 19 anos, com primeiras experiências de trabalho. Me chamou atenção esse caso pela idade”, afirmou a advogada Rita de Cássia Gomes, que está no caso com a advogada Liz Piassi Martins.

  • Dupla é presa após fazer arrastão em Moema, Zona Sul de SP; 10 pessoas foram assaltadas em 11 minutos

    Dupla é presa após fazer arrastão em Moema, Zona Sul de SP; 10 pessoas foram assaltadas em 11 minutos

    Segundo a polícia, criminosos roubaram celulares de pedestres que caminhavam pelo bairro na noite desta quarta-feira (23). Dupla foi encontrada após polícia rastrear um dos aparelhos roubados.

    Dois homens foram presos após assaltarem 10 pedestres na noite desta quarta-feira (23), em Moema, Zona Sul de SP. Segundo a polícia, os criminosos roubaram as vítimas em apenas 11 minutos.

    Em entrevista à TV Globo, uma das pessoas abordadas contou que estava saindo do trabalho quando foi surpreendida pela dupla, que estava em uma moto vermelha.

    “Eles passaram de moto e o que estava na garupa tentou puxar minha mochila, mas não conseguiu porque a mochila estava presa no meu corpo. Logo em seguida pararam a moto na minha frente, apontaram a arma na minha cabeça, pediram o celular e disseram: passa o celular senão eu vou estourar os seus miolos”.

    “É uma sensação de desespero e abandono. Não tem o que você fazer, né? Você fica à merce dos bandidos com uma arma na sua cabeça por questão de um celular. Em questão de minutos eles podem tirar sua vida”, ressaltou.

    A menos de um quilômetro, dois amigos que voltavam do supermercado também foram assaltados pela mesma dupla. Os criminosos tentaram transferir dinheiro pelos aplicativos do celular.

    “Quando a gente chegou em casa, eu recebi 10 notificações no e-mail de tentativas de transferência. Então, conseguiram logo em seguida desbloquear meu celular, o aplicativo do banco e tentar fazer transferência”, afirmou o homem.

    Outra vítima, que foi assalta minutos após, relatou que foi agredida com coronhada antes de ter os objetos levados. “Eles sacaram a arma e aí o meu amigo entregou. Eu cogitei não entregar. Aí depois que ele falou ‘vai, mata’ e me deu uma coronhada na barriga, aí entreguei para eles”.

    Após registro das ocorrências, os policiais conseguiram localizar os criminosos depois de rastrear o celular de uma das vítimas. Eles foram encontrados na avenida Roberto Marinho e houve perseguição policial. Celulares e cartões roubados foram recuperados.

    Dados da Secretaria de Segurança Pública apontam que os roubos registrados no 27º DP, de Campo Belo, aumentou o número de roubos registrados no primeiro semestre. Em 2023 foram 918. Já em 2022, no mesmo período, tinham sido 844.

     

  • Quadrilha aluga imóvel no mesmo prédio por R$ 18 mil para furtar R$ 271 mil e outros bens de apartamento de ex-diretor do Corinthians

    Quadrilha aluga imóvel no mesmo prédio por R$ 18 mil para furtar R$ 271 mil e outros bens de apartamento de ex-diretor do Corinthians

    Trio planejou, invadiu residência e levou R$ 140 mil em espécie, além de 15 mil dólares, 10 mil euros, 20 relógios, canetas de luxo e passaportes. Polícia prendeu uma mulher e recuperou R$ 2,8 mil.

    Um grupo de criminosos alugou um apartamento em Moema, na Zona Sul de São Paulo, no mesmo prédio e de um ex-diretor do clube de futebol Corinthians para conseguir furtar o imóvel do dirigente. A quadrilha pagou R$ 18 mil em parcela única.

    Os bandidos levaram R$ 140 mil, mais US$ 15 mil (R$ 75 mil, na atual cotação) e 10 mil euros (cotado em R$ 55 mil), além de 20 relógios, canetas de luxo, outras joias e passaportes.

    A Polícia Civil de São Paulo prendeu a mulher responsável pelo aluguel e encontrou com ela R$ 2,8 mil.

    Segundo a investigação, articulação do grupo começou no fim de março e o roubo foi feito no início de abril. Uma mulher agendou visita em três apartamentos no mesmo prédio e, com nome falso, fechou contrato com calção de R$ 18 mil por um deles no 8º andar do imóvel.

    Foram ao todo quatro visitas: uma para visitar as unidades, uma para fechar o contrato e levar o valor pré-determinado, outra para um instalador de cortinas visitar o apartamento alugado e a quarta e última, com mais dois comparsas, para realizar o roubo no apartamento do ex-dirigente, que fica no 13º andar do prédio.

    Em 8 de abril, a mulher chegou em um veículo com outros dois homens e foram direto para o imóvel do ex-dirigente corintiano. A ação durou uma hora e levaram os pertences em uma mala de viagem.

    Segundo relato da vítima, não havia sinais de arrombamento na porta social do apartamento, usada pelo grupo para invadir e furtar o local.

    A Polícia usou imagens de câmeras de segurança para identificar a verdadeira identidade da mulher. Após encontrá-la, três testemunhas a reconheceram como a pessoa responsável por alugar o apartamento dias antes do crime.

    A suspeita teve prisão decretada pela Justiça e responderá por três crimes: furto qualificado, falsificação de documento e associação criminosa. Os outros dois homens ligados ao furto ainda não foram identificados pela Polícia.

    Para o advogado Reinalds Klemps, que representa a mulher presa, ela foi usada como “uma peça descartável na empreitada e foi aliciada por terceiros diante de sua vulnerabilidade financeira” e que quem de fato orquestrou e praticou o crime está solto.

    “É uma jovem primária e com bons antecedentes ou seja, jamais foi processada ou julgada anteriormente aos fatos. Entendemos que a sua prisão e desproporcional e fere o princípio da presunção da inocência”, afirma. Segundo ele, a defesa busca a sua liberdade.

    O g1 questionou a SSP (Secretaria da Segurança Pública), comandada pelo secretário Guilherme Derrite neste governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e aguarda posicionamento.