Tag: Médico

  • Instituto Torus de Ortopedia Pediátrica se destaca no cuidado especializado infantil

    Instituto Torus de Ortopedia Pediátrica se destaca no cuidado especializado infantil

    O Instituto Torus de Ortopedia Pediátrica é uma clínica dedicada ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças ortopédicas em crianças e adolescentes, oferecendo um atendimento altamente especializado e humanizado.

    Fundada por médicos com formação nas principais instituições de ensino e centros de especialização do Brasil, a clínica nasceu com o propósito de criar um ambiente acolhedor e totalmente direcionado ao público infantil. O Instituto prioriza não apenas o tratamento das condições ortopédicas, mas também o cuidado integral do paciente e o suporte às suas famílias.

    Com uma equipe formada por profissionais membros da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP), o Instituto Torus mantém um alto padrão de qualidade, investindo constantemente em atualização por meio de cursos, congressos e aperfeiçoamento técnico.

    Além da atuação clínica, o Instituto também desenvolve iniciativas voltadas à educação e disseminação de conhecimento, promovendo projetos de ensino direcionados a pediatras, ortopedistas, pais e cuidadores. A proposta é ampliar o cuidado para além do consultório, contribuindo para a prevenção e o tratamento adequado das condições ortopédicas pediátricas.

    Idealizado por seus sócios com a missão de oferecer um espaço especializado para um público com necessidades específicas, o Instituto Torus reforça seu compromisso com um atendimento que alia excelência técnica, sensibilidade e atenção individualizada, garantindo o melhor cuidado possível para seus pacientes.

    Equipe médica

    A equipe é composta por profissionais altamente qualificados dedicados ao cuidado da saúde musculoesquelética de crianças e adolescentes. Aptos para lidar com uma variedade de condições, desde deformidades congênitas até lesões ortopédicas adquiridas.

    Dra. Bárbara Lívia Serafim

    Ortopedia Pediátrica e Neuromuscular CRM: 199080 | RQE: 99883

    Graduada pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

    Residência pela Santa Casa da Misericórdia de Santos

    Especialização em Ortopedia Pediátrica e Neuromuscular – Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

    Doutorado em andamento em Ciências do Sistema Musculoesquelético pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP)

    Médico Assistente de Ortopedia Pediátrica do Hospital Regional de Sorocaba – “Dr. Adib Domingos Jatene”

    Dr. Felippi Cordeiro

    Ortopedia Pediátrica
    CRM: 144241 | RQE: 87247

    Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)

    Residência pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP

    Especialização em Ortopedia Pediátrica – Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP

    Mestrado em “Reprodutibilidade da classificação de Waldenstrom modificada de Legg-Calvé-Perthes” pela FMUSP

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP)

    Membro do Núcleo avançado em Ortopedia Pediátrica do Hospital Sirio Libanes

    Médico Assistente de Ortopedia Pediátrica do Hospital Municipal Menino Jesus

    Research Fellow e Assistente Voluntário do Grupo de Ortopedia Neuromuscular do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP

    Preceptor da residência médica de Ortopedia e Traumatologia do Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP em 2014

    Dr. Fellipe Catelan

    Ortopedia Pediátrica
    CRM: 172306 | RQE: 94553

    Graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo.

    Residência pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

    Especialização em Ortopedia Pediátrica – Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP).

    Membro AOTrauma.

    Assistente Voluntário do Grupo de Ortopedia Pediátrica do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

    Dr. Gustavo Vargas

    Ortopedia Pediátrica e Neuro-ortopedia
    CRM: 191134 | RQE: 91035

    Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

    Residência pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

    Especialização em Ortopedia Pediátrica – Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP).

    Dr. João Pedro Rocha

    Ortopedia Pediátrica
    CRM: 168422 | RQE: 87698

    Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

    Residência pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

    Estágio Ortopédico Internacional – Hospital Santa Maria, Universidade de Lisboa, Portugal, Março 2017.

    Especialização em Ortopedia Pediátrica – Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

    International Observership in Pediatric Hip Surgery – Texas Children’s Hospital, Baylor College of Medicine, Houston, Texas, Novembro 2024.

    Membro SBOT – Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia

    Membro SBOP – Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica

    Membro AO Trauma International

    Membro ICODE – International Interdisciplinary Consensus Committee on DDH Evaluation (Comitê de Consenso Interdisciplinar Internacional sobre Avaliação de Displasia do Desenvolvimento do Quadril)

    Membro SICOT – Société Internationale de Chirurgie Orthopédique et de Traumatologie (Sociedade Internacional de Cirurgia Ortopédica e Traumatologia)

    Membro do Núcleo Avançado em Ortopedia Pediátrica do Hospital Sírio Libanês.

    Médico Assistente e Preceptor de Ortopedia do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo.

    Doutorando, Research Fellow e Assistente Voluntário do Grupo de Ortopedia Pediátrica do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

    Dr. Lucas Rodrigues

    Ortopedia Pediátrica
    CRM: 197323 | RQE: 101245

    Graduado pela Faculdade de Medicina de Vassouras – RJ.

    Residência pelo Hospital Municipal José de Carvalho Florence – São José dos Campos/SP.

    Especialização em Ortopedia Pediátrica – Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP).

    Assistente Voluntário do Grupo de Ortopedia Neuromuscular do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

    Dr. Marcus Vinicius Moreira

    Ortopedia Pediátrica e Medicina Esportiva CRM: 82222 | RQE: 39363

    Graduado pela Escola Paulista de Medicina (EPM).

    Residência pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp.

    Especialização em Ortopedia Pediátrica – Escola Paulista de Medicina/Unifesp.

    Medicina Esportiva – Escola Paulista de Medicina/Unifesp.

    Observership em Malformações Congênitas/Osteogênese Imperfeita, Montreal, Canadá – 2012.

    Fellowship em Cirurgias do Quadril, Exeter, Inglaterra – 2018.

    Fellowship/Especialização em Ortopedia Pediátrica com ênfase em Paralisia Cerebral e Mielomeningocele, Chicago, Estados Unidos  – 2022.

    Mestrado em “Valor da Cintilografia Óssea na Doença de Legg-Calvé-Perthes” – Escola Paulista de Medicina/Unifesp.

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).

    Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP).

    Membro da Associação para o Estudo e Aplicação dos Métodos de Ilizarov (ASAMI).

    Membro da Sociedade Brasileira de Análise Clínica da Marcha e do Movimento Humano (SBACMMH).

    1o Secretário da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica – biênio 2023/2024

    Diretor clínico da AACD – 2017 a 2021.

    Santos Futebol Clube, Médico do Profissional e base – 2017-2018.

    Chefe do setor de Ortopedia Pediátrica da Santa Casa de Santos – 2004 a 2022.

     

     

    Daiane Santos
    11945082479
    [email protected]
  • Médico e Mãe Presos por Envolvimento em Caso de Abuso e Nudez Infantil em Natal

    Médico e Mãe Presos por Envolvimento em Caso de Abuso e Nudez Infantil em Natal

    O médico Leonardo Arcuri Florêncio foi preso em flagrante no último domingo (30) em Natal, sob suspeita de envolvimento em crimes relacionados a cenas de abuso e nudez infantil. A Polícia Civil informou que uma mulher, mãe de uma das vítimas, também foi detida por permitir os encontros em troca de presentes e dinheiro.

    A prisão ocorreu na residência do médico, que inicialmente procurou a Polícia Militar reclamando de perturbação de sossego. Ao chegar ao local, a Polícia Civil encontrou cinco adolescentes, além de medicamentos, lubrificantes, preservativos e exames ginecológicos para detecção de possíveis Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). O médico foi preso no local.

    Segundo a Polícia Civil, a mãe, que trabalha como técnica de enfermagem, estava ciente das atividades e consentia com os encontros em troca de dinheiro e bens materiais. Ela foi presa por suspeita de favorecimento à prostituição infantil e abandono de incapaz.

    Na audiência de custódia realizada na segunda-feira (1º), o juiz Diego Dantas decretou a prisão preventiva do médico. Equipamentos eletrônicos do suspeito também foram apreendidos.

    As adolescentes foram encaminhadas ao Projeto Abraçar, que oferece acolhimento e atendimento especializado a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Ambos os suspeitos estão à disposição da Justiça e foram encaminhados ao sistema prisional.

    Veja o momento da Prisão

  • “Médico de Luxo, Golpes de Dívida: A Vida Dupla de Roberto Rodrigues Junior”

    “Médico de Luxo, Golpes de Dívida: A Vida Dupla de Roberto Rodrigues Junior”

    O programa Balanço Geral está acompanhando o caso de Roberto Rodrigues Junior, um médico acusado de cometer fraudes financeiras e de agressão contra ex-companheiras na cidade de São Paulo (SP).

    Roberto, que exibia um estilo de vida extravagante nas mídias sociais, usava sua aparência para atrair e enganar suas vítimas. Ele ganhava a confiança das mulheres e, com uma narrativa emocionante, convencia-as a lhe fornecer seus cartões de crédito. “Ele começa a usar o cartão e pede para elevar o limite, pagando as primeiras faturas para ganhar a confiança do banco e das vítimas”, relata Larissa, uma das prejudicadas.

    Quando Larissa entrou na vida de Roberto, ele já era divorciado e pai de um filho de seu casamento anterior. Ele insistia para que sua nova parceira evitasse qualquer contato com sua ex-esposa, sob a falsa premissa de que ela poderia espalhar mentiras sobre ele.

    No entanto, a verdadeira razão era esconder de Larissa os registros policiais contra ele, incluindo acusações de agressão, ameaças e um caso de furto. Larissa sofreu um golpe financeiro de cerca de R$ 300 mil, além de danos emocionais. Ao terminar o relacionamento, descobriu-se que Roberto já estava envolvido com outra mulher, que ficou endividada em R$ 30 mil após namorá-lo por quatro meses.

    Roberto acumula uma dívida de R$ 800 mil apenas no Serasa, além de outros débitos e processos judiciais em seu nome.

  • Médico receita sorvete de chocolate e jogo ‘Free Fire’ para criança com sintomas gripais em UPA da Grande SP, diz mãe

    Médico receita sorvete de chocolate e jogo ‘Free Fire’ para criança com sintomas gripais em UPA da Grande SP, diz mãe

    Prefeitura informou que profissional relatou ter receitado sorvete para anestesiar dor de um quadro sem gravidade de nasofaringite aguda, mas que ele foi demitido por não ter dado esclarecimentos à família do paciente.

    Sorvete de chocolate e “Free Fire”, um jogo de ação disponível no celular, foram receitados por um médico para uma criança com sintomas gripais junto com uma lista de remédios, como amoxilina e dipirona.

    O atendimento foi realizado na UPA Jardim Conceição, em Osasco, na Grande São Paulo, na madrugada do dia 18.

    O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) abriu sindicância para apurar conduta do médico.

    Depois de chegar em casa e mostrar a receita para um parente, Priscila da Silva Ramos, mãe do menino de 9 anos que foi atendido, percebeu que o médico tinha debochado dela e da criança. “Como meu filho vai tomar sorvete de chocolate? Ele está com a garganta inflamada”, disse.

    A mãe contou que a criança tinha “tosse, gripe muito forte, dor de garganta, tonturas e começou a vomitar” próximo ao horário em que foi levado ao hospital.

    Durante o atendimento, Priscila disse que o médico não examinou a criança, apenas perguntou o que ele estava sentindo e “começou a receitar um monte de remédio”. “Alguns eu conhecia, como dipirona, os outros eu não conhecia, e ele não me explicou nenhum”, afirmou.

    Sem se levantar da cadeira atrás da mesa, o médico perguntou para o menino se ele queria “sorvete de chocolate ou morango”. Ele optou por chocolate “e aí o médico prescreveu na receita: sorvete de chocolate duas vezes ao dia mais Free Fire diariamente”.

    O médico está atualmente com o CRM ativo no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), mas não tem especialidade registrada. No carimbo da receita, ele se identifica como neurologista.

    A mãe contou também sobre outro problema: a UPA não tem farmácia. De onde fica localizada a UPA até uma farmácia gratuita são cerca de 15 minutos de distância a pé. Priscila conseguiu buscar remédio para medicar o filho no dia seguinte ao ocorrido.

    Questionada, a Prefeitura de Osasco afirmou, em nota, que Gabriel chegou à unidade com quadro de nasofaringite aguda. De acordo com o exame físico descrito em prontuário pelo médico, a criança encontrava-se com quadro inflamatório agudo e sem sinal de gravidade da doença.

    “O médico refere ter prescrito o sorvete para alívio da dor, já que a ingestão de gelado exerce efeito anestésico e assim a criança conseguiria se alimentar durante a fase aguda da doença.”

    A prefeitura ainda afirma que, “devido à conduta indevida com o paciente e seus familiares e o não esclarecimento das condutas tomadas, o médico foi desligado do quadro de prestadores de serviços.”

  • Médico famoso é preso por realizar abortos clandestinos em São Paulo

    Nelson Takara Uchimura perdeu o registro médico em 2003 e possui extensa ficha criminal pelo exercício ilegal da medicina

    Um médico famoso foi preso por realizar abortos clandestinos em uma clínica na zona leste de São Paulo. 

    Nelson Takara Uchimura perdeu o registro médico em 2003, já foi preso 29 vezes e possui uma extensa ficha criminal pelo exercício ilegal da medicina e falsidade ideológica.

    Imagens exclusivas mostram que uma mulher teria acabado de realizar o procedimento quando a polícia invadiu o estabelecimento.

  • Falso médico colecionava fotos com famosos em festas e frequentava haras antes de ser preso

    Falso médico colecionava fotos com famosos em festas e frequentava haras antes de ser preso

    Thiago Celso Andrade Reges chegou a trabalhar em quatro hospitais do Ceará. Em um deles, tinha salário de R$ 42 mil. Ele publicava nas redes sociais armas, luxo e presença em festas.

    Da esquerda para direita: Thiago Celso Andrade Reges na companhia de Gusttavo Lima, Wesley Safadão e Andressa Suita

    O falso médico Thiago Celso Andrade Reges, 36 anos, acusado de exercer medicina de forma ilegal, era frequentador assíduo de festas e haras promovidas por famosos. Conforme documento ao qual nos tivemos acesso, ele usou dinheiro obtido com o exercício ilegal da medicina para bancar uma vida de luxo.

    Ele trabalhou em pelo menos quatro hospitais no Ceará, nas cidades de Itapajé, Mulungu, Baturité e Pentecoste. Somente em Itapajé ele tinha salário mensal de R$ 42.500.

    Nas redes sociais, ele postou fotos com Wesley Safadão, Nicole Bahls, Gusttavo Lima, Andressa Suita, entre outros. Ele também ostentava imagens de armas de fogo, viagens e fotos em jatinhos particulares e carros de luxo.

    Falso médico preso no Ceará (à direita) ao lado de Nicole Bahls e do ex-marido dela — Foto: Reprodução

    Falso médico preso no Ceará (à direita) ao lado de Nicole Bahls e do ex-marido dela

    Segundo a denúncia contra Thiago Celso Andrade Reges ele trabalhou como médico após obter uma liminar na Justiça para que o diploma de medicina de uma universidade na Bolícia fosse validado no Brasil.

    A reitoria da Universidade Estadual do Ceará (Uece) emitiu a revalidação, anulada após a universidade descobrir que ele não havia se formado, e o diploma era falso. O registro dele no Conselho Regional de Medicina (Cremec) também foi cassado.

    Ele foi preso em 17 de março e solto uma semana depois. Em manifestação nas redes sociais neste após a soltura, ele disse que “tudo será esclarecido”.

    “Não julgue, não acuse, não precipite, não apresse, porque o único que pode fazer isso é Deus. Tudo será esclarecido no tempo certo e de Deus. Aos verdadeiros amigos e amigas, minha gratidão. Estou bem e nos braços da minha família”, disse.

    O advogado de Thiago afirmou que ele “clinicou apenas enquanto tinha uma liminar para isso”. “A defesa alega, desta forma, que ele não exerceu ilegalmente a profissão.”

    Falso médico usou dinheiro obtido com exercício ilegal da medicina para adquirir animais de alto valor, aponta denúncia

  • Médico preso com pornografia infantil na Bahia tinha brinquedos em casa e filmagem íntima de paciente no celular

    Médico preso com pornografia infantil na Bahia tinha brinquedos em casa e filmagem íntima de paciente no celular

    Investigado disse à polícia que sente “atração” por adolescentes a partir de 14 anos, e que “está convencido de que precisa de tratamento adequado”.

    O médico que foi preso com pornografia infantil em Salvador, na terça-feira (24), tinha brinquedos de criança em casa. Nesta quarta-feira (25), o g1 teve acesso exclusivo ao depoimento do investigado. No celular dele, a polícia encontrou filmagens íntimas de um paciente

    O médico é o Hironaldo de Jesus Neponuceno. A reportagem tenta localizar a defesa dele. O material foi encontrado na casa de Hironaldo, no momento do cumprimento de um mandado de busca e apreensão. Ele já responde a um inquérito no Rio de Janeiro, por estupro de vulnerável.

    No documento de depoimento de Hironaldo, a polícia descreve que o fato de ter encontrado brinquedos demonstra um “comportamento típico de pedófilos”. Durante perícia no celular, foram encontrados vídeos de exploração sexual infantojuvenil.

    Hironaldo de Jesus Neponuceno detalhou à polícia que começou a comprar o material em 2019, após negociações em duas redes sociais, e concluiu a compra em um aplicativo de mensagens, pagando via Pix. Ele disse ainda que fazia as compras usando perfis fakes, que eram excluídos após a prática.

    Também de acordo com o investigado, depois de assistir os vídeos ele “se arrependia e os apagava do celular”. O material, no entanto, não foi encontrado em uma pasta de lixeira, mas sim de arquivos ocultos. Hironaldo confessou sentir “atração física por adolescentes, geralmente a partir dos 14 anos”.

    Ainda no depoimento, ele disse que está “convencido de que precisa de tratamento adequado”. No celular do médico também foram encontrados vídeos das partes íntimas de um paciente, durante uma consulta médica. Hironaldo disse que as gravações foram autorizadas pelo homem.

    Uma cartela de droga sintética, que não foi especificada, foi encontrada na casa de Hironaldo. À polícia, ele negou que a droga seja dele e disse que pode ser de um colega que dividia apartamento com ele.

    O médico foi levado para a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca), onde está custodiado. Ele passará por audiência de custódia na quinta-feira (26).

    O material armazenado e os dispositivos eletrônicos – notebook, aparelhos celulares, pen-drivers e outros – que foram apreendidos na casa dele passarão por perícia. Hironaldo de Jesus Neponuceno deverá responder pelo crime de exploração sexual infantil.

     

     

  • Justiça decreta prisão de ginecologista acusado de abuso sexual contra pacientes no Maranhão

    Justiça decreta prisão de ginecologista acusado de abuso sexual contra pacientes no Maranhão

    Médico Gonzalo Revatta é alvo de diversas denúncias de pacientes e está foragido.

    A Justiça determinou a prisão preventiva do médico ginecologista peruano, naturalizado brasileiro, Gonzalo Arturo Buleje Revatta, de 51 anos. Ele é acusado de diversos crimes de assédio sexual contra pacientes em cidades do Maranhão, especialmente em uma clínica em Rosário, a 72 km de São Luís.

    A decisão é do Tribunal de Justiça do Maranhão e foi assinada pelo desembargador Antonio Fernando Bayma Araújo. Até o momento, Gonzalo respondia em liberdade pelos crimes e está foragido.

    Em um dos casos, uma das vítimas, de 26 anos, relatou os supostos abusos à Polícia Civil. Ela disse que foi abusada sexualmente por meio de diversas carícias e toques, por vários minutos, além de ser colocada em diversas posições sexuais com perguntas de cunho erótico.

    “Nós entendemos que uma consulta, um exame ginecológico existe o limite de alguns contatos, de alguns procedimentos médicos devem ser adotados. Entretanto, a situação trazida pela vítima foge de qualquer padrão de legalidade”, declarou o delegado de Rosário, Ivônio Ribeiro.

    Gonzalo Arturo chegou a ser preso em flagrante e foi constatado que já existem outras ocorrências da mesma natureza. Ele foi encaminhado para a Unidade Prisional de Rosário e o Ministério Público chegou a pedir pela conversão da prisão em preventiva, mas o médico foi solto na Audiência de Custódia.

    Em contrapartida, o ginecologista teve que entregar o passaporte, foi proibido de viajar para cidades fora da comarca de Rosário e de entrar na Super Clínica da Família, onde ele é proprietário e fazia os atendimentos. Ele também teve o direito de exercer a medicina suspenso pela Justiça.

    Vítimas dão detalhes dos abusos

    Uma das vítimas conta que foi à clínica de ginecologia fazer um exame preventivo pela primeira vez e foi abusada pelo médico. Ela disse que Gonzalo a fez ficar em vários posições diferentes, sem roupa, durante o suposto exame.

    “Ele falou assim: gora Asente, abre bem as tuas pernas e relaxa. Eu sentei, abri as pernas e aí ele começou a tocar nas minhas pernas. Ele perguntou assim pra mim: ‘Tu malha?’. Aí eu disse, sim, eu malho. Ele disse: ‘Nossa, tuas pernas são bem durinhas’. Daí então eu paralisei, não tive mais ação nenhuma. Então ele pegou e falou assim: ‘Relaxa’, e eu relaxei. Quando eu relaxei, ele pegou os três dedos dele, sem luva, e começou a me masturbar”

    “Ele disse assim: ‘Vira de frente para mim e abre as pernas’. Eu disse: doutor, é só essa posição que eu posso fazer? Nervosa, eu não sabia o que fazia. E ele disse: ‘não, vira pra mim, pra parede, de costas pra mim e abre as pernas’. Eu não estava conseguindo me empinar. Ele falou assim: ‘te empina mais, tu não sabe o que é ficar de quatro?”. Aí eu, automaticamente, ‘meu Deus do céu, o que é que eu tô fazendo aqui?’. Tipo, não sabia o que fazia, não tomava nenhuma iniciativa porque não é fácil passar por isso. (…)”

    A vítima diz ainda que o médico fez perguntas de cunho sexual e um último comentário antes de terminar o ‘exame’.

    “Ele disse assim: ‘Nossa, você não ‘goza’. Você é muito difícil de ‘gozar’, nem parece que você é casada’. Eu quero te dizer algo: Eu disse ‘sim’. Aí ele disse: ‘Você é bem apertadinha’”, relata a vítima.

    Segundo a polícia, há outras cinco denúncias registradas contra ele em Rosário e em outras duas cidades maranhenses. Ano passado, ele foi demitido do Hospital Municipal de Rosário por causa de uma denúncia de assédio.

    Outra mulher de 21 anos diz ter sido vítima do médico em 2019. Ela afirma que foi dopada e abusada por ele.

    “Ele disse: ‘Eu vou te aplicar um remedinho para você não sentir dor. Porque dói um pouco’. Eu falei: ‘tudo bem’. Aí quando ele aplicou, eu apaguei logo. Só que eu não consegui dormir totalmente. Aí ele começou a massagear, passar a mão nas minhas partes íntimas, começou a perguntar se eu estava sentindo prazer, se eu queria ter relação… Eu falei que estava machucando. Ele falou: ‘Não, relaxa, não vai machucar. É porque você está prendendo as pernas”, descreve.

    Na época, a vítima procurou a polícia, mas a investigação não avançou. Porém, depois foi chamada para prestar um novo depoimento.

    O advogado de Gonzalo Revatta disse, na época, que o médico não vai se pronunciar sobre as denúncias.

  • ‘Apendicite deve ser tratada nas primeiras 48 horas’, adverte o cirurgião Marcelo Heidrich

    ‘Apendicite deve ser tratada nas primeiras 48 horas’, adverte o cirurgião Marcelo Heidrich

    Considerada uma doença comum, a apendicite é bastante frequente em crianças e adolescentes. Trata-se de uma inflamação do apêndice, que é um pequeno órgão localizado entre o intestino delgado e o intestino grosso, na porção inferior direita do abdômen. O cirurgião geral Marcelo Marcos Heidrich alerta que o diagnóstico deve ser feito nas primeiras 48 horas de evolução. “Após esse período há riscos de rompimento, podendo causar peritonite, que é a inflamação da membrana que reveste a parede abdominal”, explica.

    Marcelo Heidrich esclarece que a manifestação da apendicite começa com uma dor na região do umbigo logo nas primeiras 24 horas, que se irradia para a porção inferior direita do abdômen, acompanhada de uma dor intensa e aguda. “Além do forte desconforto, normalmente o paciente sente perda de apetite, náuseas e enjoos.”

    A inflamação do apêndice, de acordo com o cirurgião, é geralmente ocasionada por acúmulo de fezes, fecalitos (restos fecais endurecidos), vermes, tumores, caroços de uva, unha e por acúmulo de bactérias no intestino. “A apendicite é uma emergência, e o tratamento cirúrgico deve ser feito nas primeiras 48 horas”, alerta Marcelo Marcos Heidrich.

    Além dos sintomas mencionados anteriormente, Marcelo Heidrich informa que, em alguns casos, pode ocorrer diarreia. “Geralmente isso acontece em pessoas que têm o apêndice voltado para a região pélvica”. Também pode haver prisão de ventre, inchaço abdominal, febre baixa e dor ou dificuldade em urinar.

    O cirurgião geral Marcelo Heidrich orienta que, em caso de suspeita de apendicite, deve-se procurar assistência médica imediatamente. Para auxiliar no diagnóstico, o atendimento inclui a solicitação de exames laboratoriais e de imagem. “Os exames complementares são indispensáveis para que possamos descartar outras complicações que causam sintomas semelhantes. Uma delas é a doença inflamatória pélvica, que acomete especialmente as mulheres”, destaca.

    Os principais exames solicitados são hemograma completo, teste de urina, ultrassonografia abdominal, tomografia computadorizada do abdômen e ressonância magnética do abdômen. Marcelo Heidrich esclarece que a ultrassonografia e a tomografia computadorizada são de grande importância devido à sua precisão e rapidez. “Os exames de imagem nos ajudam, por exemplo, a avaliar o espessamento do apêndice e a detectar a presença de pus em sua volta”, relata.

    Tratamento

    O tratamento da apendicite é feito com a retirada cirúrgica do apêndice. Segundo Marcelo Heidrich, a cirurgia pode ser feita de forma convencional, com uma incisão maior no abdome, ou por videolaparoscopia, com três cortes de apenas alguns milímetros. “Em ambos procedimentos, o tempo de hospitalização não passa de dois a três dias. Já no caso de peritonite, que ocorre quando há o rompimento do apêndice, a cirurgia e os cuidados pós-operatórios são bem mais complexos”, esclarece o cirurgião. 

    A obstrução no apêndice é algo imprevisível, por isso, não há como evitar uma crise de apendicite. Como prevenção, Marcelo Heidrich enfatiza a importância de procurar um serviço médico logo nos primeiros sintomas, evitando, assim, que a inflamação evolua para peritonite. “Assim como em muitas outras doenças, o diagnóstico precoce da apendicite favorece o tratamento”, conclui.

  • Cirurgião Marcelo Heidrich alerta sobre cuidados em caso de hérnia inguinal

    Cirurgião Marcelo Heidrich alerta sobre cuidados em caso de hérnia inguinal

    Se você perceber uma evidente protuberância na região do abdômen, pode ser indício de hérnia inguinal. Apesar de ser uma doença comum, que afeta cerca de 3% das pessoas, o cirurgião geral Marcelo Marcos Heidrich explica que são necessários alguns cuidados, já que podem ocorrer algumas complicações.

    A hérnia inguinal é a protrusão de uma alça do intestino através de um orifício que se formou na parede abdominal na região da virilha. Marcelo Heidrich explica que a hérnia, geralmente dolorosa, ocorre quando há fragilidade dos músculos da parede abdominal. “Um dos motivos pode ser o aumento do volume abdominal em pessoas que engordam muito e rapidamente, grávidas, por esforços físicos, tabagismo, tosse persistente, prisão de ventre, constipação ou defeitos congênitos”, exemplifica.

    Muito comum também em crianças, nesses casos a hérnia inguinal é devido à fragilidade da parede abdominal e ao não fechamento do orifício inguinal externo. “As hérnias em bebês ou crianças é mais difícil diagnosticar, e geralmente é percebida ao tossir, chorar ou mesmo evacuar”, afirma o cirurgião Marcelo Heidrich.

    Existem dois tipos principais de hérnias: a inguinal direta e a indireta. De acordo com Marcelo Heidrich, a hérnia inguinal direta é mais comum em adultos e idosos, geralmente por terem a parede intestinal com musculatura mais debilitada devido à deficiência proteica ou tabagismo. “Esse tipo de hérnia fica evidenciada após esforço físico, já que aumenta a pressão abdominal”, esclarece.

    Já a hérnia inguinal indireta é aquela mais comum em bebês e crianças. “Esse tipo está muito associado a problemas genéticos, quando não ocorre o fechamento completo do anel inguinal externo. Com isso, ao tossir, chorar, espirrar, defecar, há um aumento da pressão do abdômen, fazendo com que parte dele desça pelo orifício inguinal externo, virilha, até a bolsa escrotal”, relata Marcelo Heidrich.

    Tratamento

    Conforme explica o cirurgião geral Marcelo Marcos Heidrich, o tratamento para ambos os tipos de hérnia é cirúrgico, uma vez que podem ocorrer complicações conhecidas como encarceramento e estrangulamento. “No encarceramento, parte do intestino fica preso para o lado de fora do orifício, sendo necessário empurrá-lo por um especialista ou pelo próprio paciente”, explica.

    Já o estrangulamento, segundo Marcelo Heidrich, ocorre quando a hérnia fica por muito tempo encarcerada, diminuindo com isso o fluxo sanguíneo. Esse caso é mais grave e pode ocorrer se uma hérnia não for diagnosticada previamente. Geralmente o paciente sente náuseas, vômitos e febre alta. “Uma das consequências é a peritonite, que é a inflamação da membrana que reveste a parede abdominal, devido à saída de conteúdo fecal contendo muitas bactérias. Nesta situação, às vezes é necessário realizar a secção da parte intestinal acometida”, afirma o cirurgião.

    Conhecida por hetniorrafia inguinal, a cirurgia é um procedimento simples e rápido. Dependendo do paciente e do tamanho e tipo da hérnia, pode ser colocada uma tela de Marlex, a fim de aumentar e reforçar a resistência da parede abdominal. “A recuperação é relativamente rápida, e geralmente o paciente fica de um a dois dias internado. Depois da alta hospitalar, no entanto, é necessário muito cuidado, principalmente nas duas primeiras semanas”, orienta o cirurgião Marcelo Heidrich.

    Para evitar o surgimento de hérnias, é indicada a prática de exercícios físicos frequentes, de modo a fortalecer a parede abdominal, dieta rica em verduras, frutas e fibras, evitar o esforço físico, evitar pegar peso, bem como evitar o uso de tabaco e derivados.