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  • Mentor Capital Group estreia com mais de 40 mentores em processo seletivo estruturado

    Mentor Capital Group estreia com mais de 40 mentores em processo seletivo estruturado

    Holding fundada por Janguiê Diniz inicia formação de ecossistema com certificação própria e foco em governança e profissionalização

    A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema.

    Fundada pelo empreendedor Janguiê Diniz, a MCG tem como cofundadores o empresário e educador Gilberto Augusto e o pastor e palestrante Claudio Duarte, reforçando a construção de um ecossistema plural, com diferentes expertises e trajetórias, cujo objetivo é estruturar um setor que cresceu de forma acelerada nos últimos anos, mas ainda carece de critérios objetivos, profissionalização, governança consolidada, estratégias de escalabilidade e mecanismos institucionais que sustentem sua evolução. Mais do que um número expressivo, o volume inicial de candidatos reforça o reconhecimento do mercado em relação à proposta da holding, que se posiciona como uma plataforma seletiva de alto nível, voltada à conexão e ao desenvolvimento de empresários mentores, conselheiros e investidores.

    “Existe uma demanda reprimida por organização e critérios claros dentro do mercado de mentoria. O que estamos observando nesse primeiro momento é uma adesão muito qualificada, de profissionais que entendem a importância de fazer parte de uma estrutura mais sólida, com posicionamento institucional, profissionalização, governança, reputação, certificação e acreditação que gerem credibilidade institucional”, afirma Janguiê Diniz.

    A construção desse ecossistema segue diretrizes institucionais claras e vai além da simples conexão entre mentores. A MCG opera como uma infraestrutura empresarial estruturada, com governança corporativa definida, conselhos estratégicos e comitês técnicos, posicionando-se como uma plataforma de validação, reputação, credibilidade, geração estruturada de negócios e escalabilidade, e não como uma comunidade aberta ou rede informal.

    A Mentor Capital Group surge justamente para preencher uma lacuna histórica do setor: a ausência de parâmetros confiáveis para validação de mentores e para tomada de decisão por parte de empresas e profissionais que buscam esse tipo de serviço. “É muito comum que empresários tenham dificuldade em escolher um mentor, porque essa decisão ainda é baseada, muitas vezes, em percepção e visibilidade, e não em critérios objetivos de performance e entrega. Nosso objetivo é equilibrar esse cenário, oferecendo reputação, certificação, acreditação e validação estruturada para quem oferece mentorias, e mais segurança para quem contrata”, explica o fundador.

    O lançamento oficial da MCG ocorreu durante um jantar exclusivo na residência de Janguiê Diniz, em São Paulo, reunindo um grupo seleto de 80 empresários e empresárias mentores convidados. Estiveram presentes nomes como Claudio Duarte, Gilberto Augusto, Alisson Ramalho, Alexandre Taleb, Wilian Fabrício, Thiago Reis, Filippe Holzer, Guto Galamba, Josué Valandro, Marcos Rossi, Oséias Gomes, Pyero Tavolazzi, Pyong Lee, Rodrigo Minotauro, Sergio Bertolucci, Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), Jimi Scarparo, Cláudio Castro, Manoel Alvino, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Guga Stocco, Marcos Freitas, Gilmar Teobald, o jogador da seleção brasileira Ricardo Oliveira, Antonio Teixeira, Roberto Navarro, o ex-juiz federal Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo, Luiz Vasconcelos, Franco Jr., Adriana Duarte, Julliana Cunha, Graziele Cabral, Andreza Caricio, Lilian Primo, Jamile Argolo e Mariana Scribel, dentre outros.

    No centro da estrutura da holding está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que classifica, valida e posiciona mentores com base em critérios objetivos como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O modelo estabelece níveis de maturidade institucional: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial.

    A progressão dentro desse sistema segue parâmetros técnicos e mensuráveis, reduzindo subjetividades e elevando o nível de confiabilidade do setor. O processo inclui etapas formais de diagnóstico, auditoria, validação de dados e reavaliações periódicas, garantindo que a certificação funcione como um mecanismo contínuo de evolução e manutenção de padrão.

    Complementando essa arquitetura, o 4E Growth Framework atua como metodologia estruturante para avaliação e desenvolvimento das empresas de mentoria, a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. “Combinando metodologia, certificação e acreditação, conseguimos criar uma base sólida para posicionar os mentores de forma mais justa e transparente. Isso impacta diretamente na qualidade das decisões de quem busca esse tipo de serviço”, destaca Diniz.

    Ao se apresentar como uma infraestrutura institucional, e não como uma rede de relacionamento, a Mentor Capital Group reforça sua proposta de longo prazo: consolidar um novo padrão para o mercado de mentoria empresarial, baseado em profissionalização, governança, credibilidade e geração consistente de valor.

    “Não estamos falando de networking. Estamos falando de estrutura. A Mentor Capital Group nasce como uma nova camada institucional para o setor, com foco na construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre seus membros”, afirma.

    Mais do que consolidar uma rede de mentores, a Mentor Capital Group nasce para estruturar uma nova camada institucional no mercado empresarial brasileiro, onde capital intelectual, governança, reputação e geração de negócios deixam de operar de forma isolada e passam a compor um ecossistema integrado, orientado por critérios, performance e visão de longo prazo.

    Foto: Divulgação

    Interessados em conhecer mais sobre o ecossistema e os critérios de ingresso podem acessar o site oficial da holding (www.mentorcapitalgroup.com.br) ou a página no LinkedIn (www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup), onde estão disponíveis as diretrizes iniciais para participação.

    Mentor Capital Group – MCG

  • Janguiê Diniz lança Mentor Capital Group e reúne grandes nomes do empreendedorismo em São Paulo

    Janguiê Diniz lança Mentor Capital Group e reúne grandes nomes do empreendedorismo em São Paulo

    Nova holding nasce com foco em governança, certificação e profissionalização do mercado de mentorias empresariais, reunindo líderes nacionais em jantar exclusivo

    O empreendedor Janguiê Diniz promove, nesta quinta-feira (30), um jantar exclusivo em sua residência, em São Paulo, para o lançamento da Mentor Capital Group (MCG), holding criada para mpulsionar mentores e empresários a multiplicarem valor, capital e impacto por meio de negócios estruturados, com padronização, sociedade,  governança corporativa estruturada,  estratégicas de escalabilidade,  conexões empresarias de alto nível, acesso a oportunidades empresariais,  vantagem competitiva estrutural, dealflow para criação de negócios bilionários,  capital financeiro e  inteligente  e inteligência coletiva. 

    O encontro reunirá um grupo seleto de empresários, mentores e líderes de alta performance para a apresentação da proposta institucional da MCG, que surge com a missão de estabelecer novos parâmetros de governança, credibilidade e escalabilidade no setor. Entre os convidados confirmados para o jantar de fundação, estão nomes de relevância nacional, como Gilberto Augusto, Roberto Shinyashiki, José Roberto Marques, Guto Galamba, William Douglas, Andreza Carício, Pyong Lee, Victor Damásio, Thiago Reis, Oséias Gomes, Carlos Wizard e Nathalia Beauty. Também participam Sergio Bortolucci, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Adriana Duarte, Rodrigo Boale, Alex Monteiro, Marcos Freitas, Lilian Primo, Guga Stocco, Maurício de Lucca, Alexandre Talleb, Reinaldo Zanon, Claudio Duarte, Rodrigo Minotauro, Jamile Argolo, Ricardo Oliveira, André Menezes, Roberto Martins (Dr. Bactéria), Roberto Navarro, Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo e Thaís Giraldelli.

    A iniciativa nasce em um contexto de expansão acelerada do mercado de mentorias, ainda marcado pela ausência de critérios padronizados de validação, métricas objetivas de desempenho e mecanismos institucionais capazes de sustentar seu crescimento de forma consistente. “A mentoria empresarial cresceu de forma relevante nos últimos anos. No entanto, esse avanço não foi acompanhado, na mesma medida, por estruturas de governança, critérios objetivos de qualidade e mecanismos institucionais sólidos. Existe uma lacuna evidente, e o Mentor Capital Group nasce para atuar exatamente nesse ponto”, afirma Janguiê Diniz, idealizador do projeto.

    Estruturado como uma holding estratégica, a MCG foi concebida para funcionar como uma plataforma privada e seletiva, voltada à conexão entre mentores, empresários, conselheiros e investidores, aliada ao fortalecimento do posicionamento estratégico e à geração de crescimento sustentável. “Não se trata apenas de ampliar conexões, mas de criar um ambiente estruturado, com critérios claros, capaz de gerar mais confiança, previsibilidade e valor para todos os envolvidos”, complementa.

    Um dos principais pilares do projeto é o Mentor Capital Standard (MCS), sistema de certificação interna desenvolvido para classificar e validar mentores com base em critérios objetivos, como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado.

    O modelo estabelece níveis de maturidade dentro do ecossistema:  Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em processo de qualificação para ingresso no padrão oficial. “Atualmente, ainda é comum que a escolha de mentores seja orientada por percepção de posicionamento, e não por dados concretos de performance. A proposta da MCG é oferecer um referencial mais estruturado para esse processo de decisão”, afirma Diniz.

    A holding também adota como eixo estruturante o 4E Growth Framework, metodologia proprietária criada para avaliar, organizar e escalar empresas de mentoria a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. 

    Segundo o fundador, o modelo contribui para reduzir subjetividades, orientar o desenvolvimento dos participantes e sustentar a evolução dos níveis institucionais dentro do ecossistema.

    A Mentor Capital Group não se posiciona como uma comunidade de relacionamento, mas como uma estrutura voltada à construção de capital intelectual, reputacional e financeiro no setor de mentoria empresarial.

    “Todo mercado que cresce sem estrutura chega a um ponto de inflexão: ou se organiza, ou passa a enfrentar perda de credibilidade. A MCG surge como uma proposta de organização e amadurecimento desse segmento no Brasil”, conclui.

    SOBRE JANGUIÊ DINIZ

    Bacharel, mestre e doutor em Direito. Graduado  em Letras. Foi Juiz Federal do Trabalho Togado TRT da 6ª Região e Procurador do Trabalho do  Ministério Público da União, além de professor da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Fundador, acionista controlador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional. Fundador e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo. Fundador da Epitychia Investimentos. Sócio da Bossa Invest. Fundador da JD Business Academy, academia de negócios e infoprodutos. Criador do Movimento Obstinado, do 
    CSR -Código Secreto da Riqueza, imersão de desenvolvimento pessoal e profissional, do CSE – Código Secreto da Empresa – Jornada de Escalabilidade Empresarial,  do MBN – Million Business Network – Mentoria de Alta Performance Empresarial e do BBN – Billion Buisiness Network, Mentoria para empresários com mentalidade bilionária. Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Autor de 39 livros nas áreas do Direito, educação, empreendedorismo e desenvolvimento pessoal. Empresário e mentor empresar.

    Mentor Capital Group – MCG

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  • Nova NR-1 coloca saúde mental no centro da gestão das instituições de ensino superior

    Nova NR-1 coloca saúde mental no centro da gestão das instituições de ensino superior

    Artigo de Janguiê Diniz destaca impactos da atualização da norma trabalhista e reforça a necessidade de prevenção de riscos psicossociais nas IES

    Coluna Janguiê Diniz

    A entrada em vigor da nova redação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) representa um dos movimentos mais relevantes das últimas décadas no campo da segurança e saúde no trabalho no Brasil, com impactos diretos e profundos sobre as instituições de educação superior (IES). Mais do que uma atualização normativa, trata-se de uma mudança de paradigma que desloca o foco tradicional, historicamente concentrado em riscos físicos, químicos e biológicos, para uma abordagem mais ampla, incorporando, de forma explícita e obrigatória, os riscos psicossociais no ambiente de trabalho. 

    Prevista para entrar em vigor no dia 26 de maio, a nova regulamentação impõe às instituições educacionais não apenas ajustes técnicos, mas uma revisão estrutural de seus modelos de gestão, cultura organizacional e práticas de relacionamento com seus colaboradores.

    O primeiro passo consiste no abandono de uma postura reativa e na adoção de uma lógica preventiva e sistêmica. Isso porque a NR-1 estabelece o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) como um processo contínuo, estruturado e documentado, exigindo a identificação, avaliação, controle e monitoramento de todos os riscos que possam afetar a saúde dos trabalhadores, inclusive aqueles decorrentes da organização do trabalho, como sobrecarga, assédio, falta de autonomia e falhas de comunicação.

    No contexto das instituições de educação superior, esse desafio ganha contornos ainda mais complexos. Trata-se de organizações marcadas por atividades simultâneas, pressões acadêmicas e regulatórias, demandas administrativas e relações interpessoais densas. Professores, coordenadores e técnicos frequentemente lidam com acúmulo de funções e exigências cognitivas elevadas. Não por acaso, o setor educacional figura entre os mais impactados por afastamentos relacionados à saúde mental, com índices expressivos de estresse, ansiedade e síndrome de burnout.

    Por isso, a principal implicação da NR-1 para as IES está justamente na exigência de que esses fatores deixem de ser tratados como questões periféricas ou individuais e passem a integrar o sistema de gestão de riscos. Isso significa que a saúde mental deve ser incorporada ao inventário de riscos ocupacionais e ao plano de ação institucional, com o mesmo rigor aplicado a outros tipos de risco. 

    A fiscalização não se limitará à existência de documentos. Ela exigirá coerência entre diagnóstico, medidas adotadas e resultados efetivos, com base em evidências concretas e participação dos trabalhadores. Em outras palavras, não será suficiente declarar boas intenções; será necessário demonstrar práticas consistentes e verificáveis.

    Nesse sentido, a preparação das instituições deve começar por um diagnóstico aprofundado e setorizado dos riscos psicossociais. Não se trata de uma análise genérica, mas de um mapeamento que considere as especificidades de cada área e função. Essa abordagem evidencia um ponto central: a gestão de riscos psicossociais exige integração entre diferentes áreas da instituição, incluindo gestão de pessoas, segurança do trabalho, coordenações acadêmicas e alta administração.

    Outro aspecto crucial é a mudança de foco das ações. A NR-1 é clara ao estabelecer que medidas exclusivamente individuais ou clínicas são insuficientes. O enfrentamento dos riscos psicossociais deve ocorrer prioritariamente no nível organizacional, por meio da revisão de processos, redistribuição de cargas de trabalho, melhoria dos fluxos de comunicação e fortalecimento das práticas de liderança. Essa diretriz desloca a responsabilidade do indivíduo para a estrutura institucional, exigindo das IES um compromisso real com a construção de ambientes de trabalho mais saudáveis, equilibrados e sustentáveis.

    Além disso, a norma reforça a necessidade de participação ativa dos trabalhadores no processo de gestão de riscos. A escuta qualificada, por meio de pesquisas, entrevistas, grupos focais e canais de denúncia, deixa de ser uma prática recomendada e passa a ser uma exigência. Essa participação não apenas qualifica o diagnóstico, como também fortalece a cultura organizacional e amplia o engajamento dos colaboradores. Ao mesmo tempo, impõe às instituições o desafio de criar mecanismos seguros, confiáveis e efetivos de acolhimento e tratamento das demandas apresentadas.

    Do ponto de vista jurídico e financeiro, os impactos da não conformidade são significativos. A ausência de gestão adequada dos riscos psicossociais pode resultar em autuações, multas e aumento de passivos trabalhistas, além de custos indiretos relacionados à queda de produtividade, aumento da rotatividade e perda de talentos.

    Em síntese, a nova NR-1 apresenta às instituições duas possibilidades: encarar a norma como uma obrigação burocrática ou como uma oportunidade estratégica de modernização. Aquelas que optarem pelo segundo caminho estarão mais bem posicionadas para enfrentar os desafios contemporâneos, fortalecer sua reputação, atrair e reter talentos e cumprir, com maior qualidade, sua função social. Afinal, cuidar da saúde mental de quem ensina e administra as instituições não é apenas uma exigência legal, mas condição essencial para a excelência acadêmica e para o futuro da educação superior no país.

    *Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador e controlador do grupo Ser Educacional, e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

  • Educação empreendedora forma protagonistas e transforma o futuro dos jovens brasileiros

    Educação empreendedora forma protagonistas e transforma o futuro dos jovens brasileiros

    Em artigo, Janguiê Diniz defende a inclusão do empreendedorismo nas escolas públicas como ferramenta de autonomia, inovação e desenvolvimento social

    Coluna Janguiê Diniz

    Janguiê Diniz – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional, Fundador da JD Business Academy, Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo e da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior

    Falar sobre educação no Brasil é, inevitavelmente, falar sobre desafios, mas também sobre oportunidades. Entre elas, uma se destaca cada vez mais como estratégica para o desenvolvimento do país: a educação empreendedora nas escolas, especialmente na rede pública. Em um cenário marcado por desigualdades e limitações de acesso, ensinar jovens a pensar de forma empreendedora pode ser uma das ferramentas mais poderosas de transformação social.

    O empreendedorismo tem se consolidado como um caminho legítimo para a realização de sonhos, conquista de autonomia financeira e mobilidade social. No entanto, é importante compreender que ninguém nasce sabendo empreender. Sem estímulo, conhecimento e referências, muitos jovens sequer consideram essa possibilidade. E é justamente nesse ponto que a escola pode exercer um papel decisivo: apresentar o empreendedorismo como uma alternativa real e acessível.

    Quando falamos em educação empreendedora, não estamos nos referindo apenas à criação de empresas. Empreender vai muito além disso. Trata-se de desenvolver habilidades e competências fundamentais para a vida, como foco, disciplina, criatividade, resiliência, coragem para assumir riscos e capacidade de transformar ideias em ação. É formar indivíduos que não apenas se adaptam ao mundo, mas que também são capazes de transformá-lo. Inserir esse tipo de educação desde cedo é preparar crianças e adolescentes para lidarem com desafios de forma mais consciente e estratégica. Jovens que têm contato com conceitos empreendedores aprendem a identificar oportunidades, a pensar soluções, a trabalhar em equipe e a persistir diante das dificuldades. Essas habilidades são valiosas independentemente da carreira que venham a seguir.

    Nas escolas públicas, essa abordagem ganha ainda mais relevância. Muitos estudantes enfrentam realidades complexas, com limitações de recursos e oportunidades. A educação empreendedora pode ampliar horizontes, mostrando que é possível construir caminhos próprios, mesmo diante de adversidades. Ela oferece não apenas conhecimento técnico, mas também mentalidade — e mentalidade é o ponto de partida de qualquer transformação. Outro aspecto importante é o impacto no engajamento dos alunos. Quando o aprendizado se conecta com a vida real, ele se torna mais significativo. Projetos práticos, simulações de negócios, resolução de problemas e desenvolvimento de ideias tornam o processo educacional mais dinâmico e atrativo. O aluno deixa de ser apenas um receptor de conteúdo e passa a ser protagonista do próprio aprendizado.

    Além disso, a educação empreendedora contribui para a formação de uma geração mais preparada para o mercado de trabalho. Em um mundo em constante transformação, onde profissões surgem e desaparecem com rapidez, ter habilidades empreendedoras é um diferencial, seja para abrir um negócio, ou para se destacar dentro de uma organização. Empresas valorizam profissionais com iniciativa, capacidade de inovação e pensamento estratégico.

    É importante destacar que essa transformação não depende apenas de grandes investimentos ou mudanças estruturais complexas. Muitas vezes, ela começa com iniciativas simples: inclusão de conteúdos sobre empreendedorismo no currículo, capacitação de professores, parcerias com instituições e projetos extracurriculares. O mais importante é dar o primeiro passo e reconhecer a relevância do tema. Ao investir na educação empreendedora, estamos investindo em um futuro mais dinâmico, inovador e inclusivo. Estamos formando jovens que acreditam no próprio potencial, que não se limitam às circunstâncias e que enxergam possibilidades onde antes viam obstáculos. Estamos criando uma cultura de protagonismo, em que cada indivíduo entende que pode ser agente de mudança.

    No longo prazo, os impactos vão além do indivíduo. Uma sociedade com mais empreendedores é uma sociedade mais ativa economicamente, mais criativa e mais resiliente. Novos negócios geram empregos, movimentam a economia e contribuem para o desenvolvimento local. E tudo isso começa com educação.

    Por isso, a pergunta que fica é: estamos preparando nossos jovens apenas para repetir caminhos já existentes ou estamos dando a eles as ferramentas para criar novos caminhos? A resposta a essa pergunta definirá não apenas o futuro desses estudantes, mas o futuro do país como um todo. Inserir o empreendedorismo nas escolas é mais do que ensinar a empreender. É ensinar a sonhar grande, a agir com propósito e a construir uma trajetória com autonomia e significado. É formar não apenas profissionais, mas cidadãos capazes de transformar suas próprias realidades — e, com isso, transformar o mundo ao seu redor.

  • Janguiê Diniz lança empresa com foco em produtos de beleza e bem-estar ligados ao ecossistema sustentável

    Janguiê Diniz lança empresa com foco em produtos de beleza e bem-estar ligados ao ecossistema sustentável

    Minha Raiz é fruto da sociedade com o empreendedor Márcio Giacobelli e vai atuar no modelo de marketing de relacionamento

    Cuidados com a autoimagem e bem-estar são cada vez mais frequentes e presentes na vida das pessoas. Sentir-se bem é uma busca constante, embora muitas vezes venha atrelada a uma necessidade de autoafirmação e aceitação social. Foi pensando em atuar nesse espaço e promover uma maior consciência do cuidado real com o próprio corpo, sem cobranças ou carências, que os empreendedores Janguiê Diniz e Márcio Giacobelli criaram a Minha Raiz, empresa de produtos de beleza e bem-estar que chega ao mercado com proposta de reconectar o ser humano com suas origens. O novo empreendimento da dupla será apresentado nesta segunda-feira (13), durante uma transmissão ao vivo no Instagram. O modelo de negócio é baseado no conceito de omnichannel e no marketing de relacionamento.

    A Minha Raiz, alinhada com as tendências mais modernas do mercado, se posiciona como uma marca de produtos naturais que promove saúde e bem-estar para todos os que querem se sentir saudáveis apenas com o que é verdadeiramente necessário para seus corpos e suas mentes. “Em tempos que a aprovação social faz o indivíduo tornar-se cada vez mais descaracterizado das suas origens, nós buscamos trazer de volta à vida das pessoas aquilo que o mundo de hoje está fazendo elas perderem: suas raízes. As pessoas, hoje em dia, estão muito mais preocupadas em agradar, em se inserir e ser aceitas em grupos sociais, em busca de aprovação e afirmação. Quando param por cinco minutos, não são capazes de refletir sobre quem elas realmente são, ou por que estão aqui”, reflete Janguiê Diniz, sócio fundador da Minha Raiz e também fundador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

    A empresa desenvolve produtos funcionais de alta qualidade, com origem natural, que atuam em categorias como beleza, energia, concentração, essências, relacionamento, sono, emagrecimento, entre outros. “Nós existimos porque acreditamos que viver bem consigo mesmo e de maneira equilibrada, com saúde, abundância e longevidade precisa ser simples. Nossos produtos são a perfeita conexão entre o que as pessoas realmente precisam e o que há de mais legítimo e eficaz na natureza”, explica Márcio Giacobelli, especialista em networking e vendas diretas, sócio fundador da Minha Raiz e também sócio fundador do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

    Modelo de negócio

    A Minha Raiz atuará no modelo de vendas omnichannel, com atendimento e possibilidade de compras por diversos canais – site, venda direta, consultores etc. “Acreditamos que oferecer ao consumidor diversos pontos de contato com a marca torna nossos produtos mais acessíveis e atraentes. Por isso, investimos no modelo de omnichannel, visando fazer com que nosso público-alvo nos encontre onde e quando precisar”, pontua Diniz. “A informação e capacidade de apresentação são fundamentais. Por isso, ofereceremos orientação e treinamento para toda nossa rede de consultores e embaixadores, bem como para profissionais técnicos parceiros, como esteticistas, cabeleireiros, manicures e terapeutas”, complementa Giacobelli. O público profissional terá acesso não apenas ao mix de produtos da marca para uso em suas funções, mas também a cursos e treinamentos para que possam exercer suas profissões de forma segura e rentável.

    Para os consultores, haverá um programa de fidelidade com oferta de benefícios para os mais ativos e assíduos. Eles poderão ter cashback progressivo para aqueles que se mantiverem ativos por meses consecutivos, além de participar de sorteios de prêmios e receber bônus por indicação. Serão realizados, também, eventos para conexão e networking para toda a comunidade Minha Raiz. “Queremos, com essa iniciativa, criar uma comunidade inteira de pessoas engajadas e motivadas a levarem bem-estar e saúde a outras pessoas, em um ciclo virtuoso que promoverá melhoria de qualidade de vida a todos”, acrescenta Janguiê Diniz.

    Toda a linha de produtos da Minha Raiz foi apresentada pelos sócios em uma live que se realizou nesta segunda-feira (13), Interessados em receber mais informações sobre o empreendimento e como ingressar como consultor podem se cadastrar no site minharaiz.ograndenegociode2022.com.br.