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  • Robinho nega acusações de estupro e denuncia suposto viés racista da Justiça italiana

    Robinho nega acusações de estupro e denuncia suposto viés racista da Justiça italiana

    Ex-jogador Robinho, condenado por estupro na Itália, aguarda julgamento sobre cumprimento de pena no Brasil

    O ex-jogador de futebol Robinho, condenado na Itália por estupro coletivo, expressou sua posição pela primeira vez desde a sentença emitida pela Justiça italiana, que ele acusa de ser racista. Em uma publicação nas redes sociais neste domingo (17), ele afirmou sua inocência e destacou a existência de provas que corroboram sua versão, as mesmas apresentadas no processo julgado pelo Tribunal de Milão. Atualmente, a Itália busca a homologação da sentença condenatória no Brasil, solicitando a transferência da execução da pena para o país.

    A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciará o julgamento na próxima quarta-feira (20) do pedido italiano para que Robinho cumpra sua pena em território brasileiro. Este julgamento não revisará a acusação contra o ex-jogador, mas decidirá sobre a validade da solicitação de transferência da pena.

    Em sua declaração no Instagram, Robinho apontou “erros gritantes e graves” cometidos pela Justiça italiana durante seu julgamento. Ele nega ter mantido relações sexuais com a vítima à força, citando evidências de que a interação foi consentida, como mensagens trocadas antes e depois do incidente.

    Além disso, Robinho alega que a decisão contra ele foi motivada por racismo, argumentando que seu tratamento judicial teria sido diferente caso fosse branco ou europeu. No entanto, ele enfatiza seu compromisso em provar sua inocência e buscar justiça.

    Atualmente vivendo no Brasil, Robinho enfrenta a questão da extradição, uma vez que a legislação nacional proíbe a extradição de cidadãos brasileiros natos para cumprir penas no exterior. O Ministério Público Federal (MPF) defendeu anteriormente que a pena fosse cumprida no Brasil, e agora o caso aguarda decisão do STJ sobre a homologação da sentença estrangeira.

    O crime de estupro coletivo ocorreu em 2013, quando Robinho jogava no Milan, na Itália. Após nove anos, a Justiça italiana confirmou a condenação do ex-jogador, que foi acusado de estuprar uma mulher albanesa em uma boate de Milão, enquanto ela estava inconsciente devido ao consumo excessivo de álcool. Os condenados argumentam que a relação foi consensual, mas a justiça italiana concluiu de forma diferente.

  • Itália dispensará uso obrigatório de máscara ao ar livre a partir do dia 28

    Itália dispensará uso obrigatório de máscara ao ar livre a partir do dia 28

    Após ter sido um dos primeiros países a viver a realidade do coronavírus e entrar em crise sanitária, chegou a vez da Itália de avançar no combate à pandemia. A nação, que passa pelo processo de vacinação e queda de casos, com a pressão sobre os hospitais diminuindo constantemente, vai suspender o uso obrigatório de máscaras ao ar livre nas chamadas ‘zonas brancas’ (quando a região apresenta baixo risco/está com poucos casos de contaminação) a partir da próxima segunda-feira (28).

    O país está dividido em 20 regiões elencadas no sistema italiano de código de cores de quatro camadas para calibrar as restrições. Das 20, 19 das regiões já estão na faixa branca, com exceção da minúscula área do Vale de Aosta que está na fase amarela, denotando o segundo nível de risco mais baixo.

    “A partir de 28 de junho deixaremos para trás a necessidade de usar máscaras em zonas brancas”, publicou Roberto Speranza, ministro da Saúde, após ser aconselhado por especialistas do governo.

    No entanto, os italianos devem levar uma máscara com eles quando saírem de casa e estarem prontos para caso se deparem com uma multidão ou ambiente aglomerado.

     

    Foto: Reprodução/Internet