Tag: Infraestrutura

  • Valéria Bolsonaro destina mais de R$ 20 milhões em emendas para Campinas

    Valéria Bolsonaro destina mais de R$ 20 milhões em emendas para Campinas

    Deputada estadual direcionou R$ 12,58 milhões exclusivamente para a Saúde e também destinou recursos para segurança, mulheres, infraestrutura e educação

    A deputada estadual Valéria Bolsonaro (PL) destinou mais de R$ 20 milhões em emendas parlamentares para Campinas, município onde vive desde 1985 e onde atuou durante 32 anos como professora da rede pública de ensino. Do montante, R$ 12,58 milhões foram destinados exclusivamente à área da Saúde, com recursos voltados ao atendimento da população.

    Além da Saúde, os recursos destinados pela parlamentar contemplaram outras áreas. Foram R$ 3,75 milhões para Segurança Pública, R$ 1,5 milhão para Políticas para a Mulher, R$ 1,2 milhão para Infraestrutura, R$ 500 mil para Educação, R$ 300 mil para Direitos da Pessoa com Deficiência e R$ 200 mil para Assistência Social.

    Segundo Valéria, a experiência de mais de três décadas na educação pública influencia as prioridades de sua atuação parlamentar. “Eu vivi no meio do povo, conheço as dificuldades de quem depende do SUS, da escola pública, da segurança. Por isso a Saúde é sempre prioridade nas emendas que destino para Campinas”, afirma.

    Reeleita em 2022 com 131.557 votos, Valéria Bolsonaro é candidata à reeleição para um novo mandato na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Antes de retornar à Assembleia, a deputada comandou, entre abril de 2024 e o final de 2025, a Secretaria de Políticas para a Mulher do Governo de São Paulo, a convite do governador Tarcísio de Freitas.

    Durante o período à frente da secretaria, Valéria coordenou o programa SP Por Todas, iniciativa estadual voltada à proteção e ao empreendedorismo feminino. Entre as ações desenvolvidas estiveram o ônibus SP Por Todas, com serviços de acolhimento, escuta qualificada e atendimento psicológico e social, além das carretas de Empreendedorismo e Odontológica, que percorreram municípios do interior paulista oferecendo serviços gratuitos.

    Também esteve entre as iniciativas sob sua gestão o programa Mães em Diálogo, direcionado a mães de crianças com deficiência ou autismo. Em 2025, ainda como secretária, Valéria lançou o livro “Para Todas as Mulheres do Mundo”, reunindo histórias de mulheres que enfrentaram dificuldades e construíram novas trajetórias.

    No final de 2025, a parlamentar deixou a secretaria e retomou o mandato na Alesp, onde já havia presidido a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Durante sua atuação no Legislativo paulista, também ocupou a vice-presidência da Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência e destinou recursos para hospitais, Santas Casas, APAEs e escolas de diferentes municípios do estado.

    Valéria também coordenou frentes parlamentares relacionadas ao combate ao câncer, à defesa das pessoas com deficiência e doenças raras e ao enfrentamento do tráfico de pessoas, com atenção especial a mulheres e crianças.

    Candidata à reeleição, Valéria apresenta como compromissos para um próximo mandato as áreas de Educação e Saúde, o apoio às famílias de crianças com deficiência ou autismo, a proteção da mulher e o empreendedorismo feminino, com foco na autonomia financeira das mulheres.

    Filiada ao Partido Liberal, a deputada se identifica politicamente com uma pauta de direita e destaca entre suas bandeiras a defesa da família, da liberdade, do trabalho e da segurança. Sua trajetória política é precedida por 32 anos de atuação como professora da rede pública, período em que trabalhou da educação infantil à alfabetização de adultos.

  • Copa do Mundo 2026: os segredos que construtoras brasileiras deveriam copiar

    Copa do Mundo 2026: os segredos que construtoras brasileiras deveriam copiar

    As obras dos estádios de 2026 mostram como documentação, integração de equipes e tecnologia deixaram de ser diferenciais para se tornarem elementos centrais em obras de alta complexidade

     

    A Copa do Mundo de 2026 será disputada em 16 estádios distribuídos entre Estados Unidos, Canadá e México. Ao contrário das edições anteriores, marcadas por megaconstruções do zero e obras emergenciais de última hora, desta vez o desafio central é outro: modernizar estruturas já existentes, integrar tecnologia em projetos de alto risco e manter controle sobre prazo, execução e fluxo de informação em operações simultâneas e altamente complexas.

    Na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, o noticiário foi marcado por obras iniciadas tarde demais, estádios entregues na última hora e custos acima do previsto, com impactos diretos em cronogramas, contratos e na imagem de construtoras e gestores públicos. Na preparação para 2026, o foco em retrofit, documentação técnica mais madura e uso intensivo de ferramentas digitais para coordenar equipes e registrar mudanças de projeto mostra um caminho diferente: em vez de resolver problemas de última hora, o foco é antecipar riscos, organizar a informação e garantir que todos trabalhem sobre a versão mais atualizada.

    O Estádio Azteca, palco do jogo de abertura do torneio em 11 de junho, é o exemplo mais eloquente do que está em jogo. Fechado por 671 dias para reformas, foi reinaugurado em março deste ano com obras ainda em andamento na estrutura interna, no entorno e nas vias de acesso. Na reta final, surgiu uma variável que ninguém havia planejado: a região apresenta histórico de afundamento do solo, o que exigiu monitoramento extra antes do torneio. As equipes chegaram a trabalhar sete dias por semana, 24 horas por dia, e mesmo assim, o estádio receberá as partidas com parte das intervenções ainda em andamento.

    Para Diego Mendes, CEO da ConstruCode, startup de tecnologia para construção civil presente em mais de 6 mil empreendimentos no Brasil, a Copa 2026 funciona como um reflexo direto das mudanças pela qual o setor vem passando. A nova realidade exige a atualização de métodos e tecnologias impondo essas novas premissas na modernização de estruturas existentes sem perder a previsibilidade na execução, o que é um grande desafio em obras de retrofit.

    Ainda segundo Mendes, o cenário evidencia um problema recorrente em projetos complexos. “Quando a informação deixa de circular no mesmo ritmo, entre coordenação de projetos e a equipe de execução no canteiro, o atraso normalmente só aparece quando o impacto já virou custo extra ou reprogramação. Em obras muito grandes, isso acontece rápido e repetidas vezes”, completa.

    Nos Estados Unidos e no Canadá, os estádios nunca fecharam. São arenas multiuso da National Football League (NFL) e da Major League Soccer (MLS) que seguiram recebendo eventos enquanto passavam por intervenções mais cirúrgicas e delimitadas. Cidades como Los Angeles, Dallas, Houston e Vancouver partiram de estruturas consolidadas, com menor necessidade de obras estruturais pesadas, com documentação técnica mais madura e com fluxos de comunicação estruturados. Isso reduziu parte da complexidade operacional e permitiu cronogramas mais previsíveis, o mesmo princípio que diferencia projetos bem geridos de projetos que acumulam atrasos.

    Para a construção civil brasileira, as obras dos estádios do Mundial reforçam três lições centrais: primeiro, que modernizar estruturas existentes exige planejamento de longo prazo e alinhamento entre projeto, canteiro e operação, sob risco de repetir atrasos como os de 2014. Segundo, que previsibilidade e rastreabilidade nascem de processos que registram revisões de forma autônoma, consolidando informações e as distribuindo aos responsáveis de forma estruturada, permitindo assim, reagir a desvios antes que virem sobrecusto. Terceiro, que o uso de tecnologia para integrar equipes, embasar decisões e dar visibilidade em tempo real ao avanço das frentes de obra é hoje um diferencial competitivo em qualquer contexto, e não apenas em megaeventos.

    A preparação para o torneio concentra, em escala global, desafios que já fazem parte da rotina da construção civil: múltiplas equipes trabalhando simultaneamente, grande volume de revisões, decisões que dependem de informação atualizada e cronogramas que não admitem folga. O que o Azteca mostrou é que, quando esses fluxos falham, o impacto fatalmente aparece no cronograma e no orçamento. “A diferença entre uma obra que consegue manter previsibilidade e outra que opera no caos normalmente está na capacidade de conectar equipes em torno da mesma informação e fazê-la fluir no momento correto para os pontos de execução nos canteiros. Informações paradas sempre resultam em obras paradas”, conclui Diego Mendes. 

    Sobre a ConstruCode

    A ConstruCode é uma plataforma de inteligência integrada que conecta equipes e simplifica a rotina de quem constrói. Presente nas maiores construtoras do Brasil, a empresa utiliza tecnologia para automatizar os fluxos repetitivos e impulsionar a produtividade em todas as etapas da obra. 

    Reconhecida como TOP 1 Construtech no Ranking 100 Open Startups por cinco anos consecutivos (2021 a 2025), com foco em eficiência, clareza operacional e redução de retrabalho, a ConstruCode apoia profissionais da construção civil na gestão de projetos cada vez mais complexos.

    Até 2028, a empresa avança para conectar milhares de projetos ao redor do mundo por meio de soluções integradas potencializadas por inteligência artificial que antecipa problemas, prioriza tarefas e se adapta a cada contexto.

    Saiba mais em https://site.construcode.com.br.

  • Transnordestina transporta 946 toneladas de sorgo em segundo teste operacional

    Transnordestina transporta 946 toneladas de sorgo em segundo teste operacional

    Carga saiu do Piauí e chegou ao Ceará em pouco mais de 16 horas, reforçando a expectativa pela retomada do transporte ferroviário no Nordeste.

     A expectativa dos produtores rurais nordestinos em torno da circulação dos trens de carga da Transnordestina começou a se confirmar nesta segunda-feira (12), com a chegada de 946,12 toneladas de sorgo ao Terminal Logístico de Iguatu (TLI), no Ceará, durante o segundo teste operacional da ferrovia. A carga percorreu o trajeto em 16 horas e 34 minutos, partindo do Terminal Intermodal do Piauí (TIPI).

    A linha férrea operacionalizada pela Transnordestina Logística (TLSA) está em operação desde dezembro de 2025. Apesar de as primeiras cargas transportadas serem de produtos agrícolas, o diretor comercial e de Terminais da TLSA, Alex Trevizan, adianta que a concessionária pretende variar as mercadorias nas próximas viagens experimentais. “Também pretendemos fazer um transporte com soja, mas fugindo um pouco do granel sólido agrícola, verificamos que há a possibilidade, ainda neste mês, de fazer um movimento de gipsita. Talvez no mês que vem de calcário e gesso agrícola, para diversificar um pouco mais para o granel sólido mineral”, afirma.

    Não há um número total de viagens ou prazo fixo estipulado para os testes operacionais, já que o tempo de viagem de cada locomotiva pode variar. Esse período, no entanto, é essencial para que a concessionária possa realizar testes em todos os âmbitos da operação da ferrovia.

    Um dos principais pontos avaliados é a logística de transbordo e os acessos das carretas. Segundo o diretor, a análise técnica foca na agilidade dos acessos e na integração entre o modal ferroviário e o rodoviário. “Um dos fatores que analisamos é o ponto de carregamento e o ponto da descarga dos produtos, a questão dos acessos das carretas para que elas possam manobrar e fazer o transbordo direto, sai do vagão e já cai rápido no caminhão, para esse giro ser rápido”, explica.

    Eficiência operacional

    Trevizan ressalta que a velocidade dessa transferência de carga é o que vai garantir a eficiência operacional da Transnordestina, permitindo que os vagões retornem rapidamente à origem para novos ciclos de transporte. Além disso, o desempenho da infraestrutura tem sido positivo. “Quanto mais rápido esse giro é, melhor para a gente e melhor para o cliente. Como a malha é nova, ela corresponde, quando opera, às nossas expectativas de velocidade”, conclui.

    O trecho ferroviário autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para o tráfego de cargas tem aproximadamente 679 quilômetros, dos quais 580 estão sendo atualmente utilizados para o transporte comercial. A empresa já prevê outros fluxos no trecho autorizado para circulação, possibilitando outros pontos de origem e destino de acordo com a mercadoria e a demanda dos clientes.

  • Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, autoriza início do Arco Metropolitano em dia histórico para Pernambuco

    Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, autoriza início do Arco Metropolitano em dia histórico para Pernambuco

    Com 25 km de extensão e investimento de R$ 632 milhões, obra destrava a maior intervenção viária das últimas décadas, melhora a mobilidade da RMR, reduz a pressão sobre a BR-101 e fortalece Suape como polo logístico.

    Após mais de 20 anos de espera, a governadora Raquel Lyra destravou, nesta sexta-feira (12), o maior avanço em infraestrutura viária de Pernambuco: a autorização para o início das obras do Segmento 2 do Lote 2 do Arco Viário Metropolitano (AVM). Com investimento de aproximadamente R$ 632 milhões, viabilizados por operações de crédito contratadas pelo Estado, o trecho de 25,32 quilômetros integra o programa PE na Estrada e ligará a BR-232, em Moreno, à BR-101, no Cabo de Santo Agostinho.

    “Há muito tempo Pernambuco clamava por investimentos em infraestrutura, hoje é um dia de celebração e conquista de vitória para nosso Estado. A obra vem de Moreno até a BR-101, no Cabo de Santo Agostinho, chegando até Suape. O Arco Metropolitano vai permitir mais competitividade, mais eficiência e melhor entrega da nossa produção. Além disso, asseguramos menos trânsito na Região Metropolitana do Recife, garantindo o direito de ir e vir das pessoas e mais qualidade de vida para nossa população, destravando um dos piores trânsitos do Brasil”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

    O Arco Metropolitano aliviará a saturação crônica da BR-101, facilitará a ligação entre os polos industriais do Estado e criará mais uma rota entre o interior e o Porto de Suape. A via permitirá que caminhões e veículos de passagem evitem áreas densamente urbanizadas, reduzindo congestionamentos e melhorando o trânsito interno do Grande Recife.

    A vice-governadora Priscila Krause reforçou que a obra vai além da mobilidade. “O Arco Metropolitano coloca o Porto de Suape em outro patamar. Isso aqui é uma rota de desenvolvimento, ela vai possibilitar que a gente consolide na região metropolitana um planejamento urbano decente e correto”, acrescentou.

    O projeto inclui terraplenagem, drenagem profunda e superficial, pavimentação, iluminação em LED e sinalização completa. Entre as estruturas previstas, estão o viaduto na interseção com a BR-232, a ponte sobre o Rio Jaboatão, o viaduto de acesso a Moreno, a passarela do Distrito Industrial e o viaduto em ferradura que fará a conexão direta com a BR-101. Também estão previstas adaptações em paradas de ônibus e ações ambientais ao longo do traçado.

    O secretário de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira Filho, ressaltou que o projeto marca a retomada da capacidade do Estado de executar grandes obras estruturadoras. “Neste primeiro trecho, o prazo de execução é de dois anos, e estamos trabalhando para encurtar esse tempo. Ninguém teve coragem de tirar do papel o Arco Metropolitano, então hoje é um dia histórico para o Estado. É dessa forma que garantimos o desenvolvimento econômico e trabalhamos para colocar Pernambuco em primeiro lugar”, afirmou.

    O impacto econômico também é expressivo. O Arco conectará áreas industriais e logísticas e ampliará o acesso ao Complexo de Suape, fortalecendo municípios como Moreno, São Lourenço da Mata, Camaragibe, Igarassu, Itapissuma e o Cabo de Santo Agostinho. Empresas do comércio atacadista, da indústria, da distribuição e do agronegócio passam a contar com um corredor moderno, eficiente e planejado para impulsionar o escoamento de produtos e atrair novos investimentos.

    O senador Fernando Dueire destacou o impacto das operações de crédito no desenvolvimento do Estado. “As operações de crédito vêm redondas e os recursos chegam a Pernambuco porque o trabalho é bem feito. Por onde passo, vejo que o Governo do Estado está fazendo estrada e cuidando das pessoas. Esta gestão superou muitas dificuldades e responde com trabalho”, afirmou o senador.

    O prefeito do município de Moreno, onde começa a obra, agradeceu a parceria com o Executivo estadual. “Aqui era um cenário de promessas, mas agora se realizou. O time do Governo de Pernambuco ajuda não só Moreno, mas todo o Estado”, afirmou o gestor municipal. Presente na cerimônia, o deputado estadual Nino de Enoque também destacou o tempo que a população aguardava a obra. “Ouvíamos falar nisso há muito tempo. Essa é uma obra que vai trazer o maior desenvolvimento para o nosso Estado”, disse.

    Parlamentares federais presentes também ressaltaram a firmeza política da gestão para viabilizar o projeto. “É o pontapé de uma obra tão esperada. Quem ganha é o povo de Pernambuco”, afirmou o deputado federal Guilherme Uchoa. “O ato de hoje coroa o trabalho completo da gestão, mostrando que Pernambuco tem estrada, creche e, sobretudo, coloca uma lupa naqueles que eram invisíveis”, enfatizou o deputado federal Fernando Monteiro.

    PE NA ESTRADA – O Arco Metropolitano representa o maior investimento do programa PE na Estrada na Região Metropolitana do Recife, que já recebeu R$ 796 milhões e teve 122,39 quilômetros de vias recuperadas desde 2023. Até o fim de 2026, a iniciativa deverá alcançar 3,5 mil quilômetros de estradas requalificadas, totalizando R$ 5,1 bilhões em investimentos em áreas urbanas e rurais.

    Estiveram presentes no evento os deputados federais Pastor Eurico, Mendonça Filho e Lula da Fonte; os deputados estaduais Antônio Moraes, Izaías Régis, Renato Antunes, Wanderson Florêncio, João de Nadegi, William Brígido, Socorro Pimentel, Jeferson Timóteo, Joãozinho Tenório, Luciano Duque, Henrique Queiroz filho, Gustavo Gouveia, Aglailson Victor e Joaquim Lira; o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Marcelo Gouveia; e os prefeitos Jogli Uchôa (Araçoiaba), Henrique Queiroz (Buenos Aires), Eder (Vicência), Simãozinho (Alagoinha), Joel Gonzaga (Feira Nova), Diego Cabral (Camaragibe), Júnior de Beto (Palmares), Paulo Galvão (Itamaracá) Elias Meu Fii (Pombos), Fátima Borba (Cortês),  Clovis Ramos (Afrânio), Pedro Alves (Iguaracy), Pedro Freitas (Aliança), Rorró Maniçoba (Floresta), Edmilson Cupertino (Moreno), Silvestre (Passira), Orlando Jorge (Limoeiro), Eduarda Gouveia (Carpina),  Pollyanna Abreu (Sertânia), Mano Medeiros (Jaboatão), Gilvandro Estrela (Belo Jardim), Jaime Lima (Glória do Goitá), Ismael Lira (Orocó), Mirella Almeida (Olinda), Aninha da Ferbon (Nazaré da Mata), Armando Pimentel (Itambé) e Barbosa de Andrade (São José da Coroa Grande). Participaram também secretários estaduais, vereadores e lideranças políticas.

  • Governadora Raquel Lyra sanciona lei que autoriza empréstimo de R$ 1,5 bilhão para obras estruturadoras em Pernambuco

    Governadora Raquel Lyra sanciona lei que autoriza empréstimo de R$ 1,5 bilhão para obras estruturadoras em Pernambuco

    Recursos serão aplicados em intervenções como o Arco Metropolitano, duplicação da BR-232, além de investimentos em saúde, educação, segurança e gestão pública; autorização foi aprovada pela Alepe e contou com apoio da base governista.

    Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra deu mais um passo decisivo para o desenvolvimento do Estado ao assinar, nesta terça-feira (16), a lei que autoriza a contratação de empréstimo no valor de R$ 1,5 bilhão junto a instituições financeiras. Durante a solenidade, que contou com a presença de deputados estaduais, a gestora destacou que os recursos serão destinados a importantes obras de infraestrutura, com impacto direto na mobilidade, na geração de empregos e no fortalecimento da economia pernambucana. Entre as intervenções prioritárias estão o Arco Metropolitano e a duplicação da BR-232, que devem destravar gargalos históricos da malha viária e melhorar a qualidade de vida da população.

    “Quero agradecer à nossa base parlamentar que deu sua contribuição para a aprovação deste projeto. O Estado tem conseguido elevar sua capacidade de entrega para o povo, mas mesmo assim, temos que correr, porque Pernambuco tem pressa. Estamos trabalhando para que esse recurso chegue o quanto antes na vida das pessoas, nas nossas estradas, na entrega de água e nos nossos hospitais. Esse empréstimo somente é possível porque Pernambuco organizou a casa, porque conseguimos garantir nossa capacidade de endividamento e, mais do que tudo, a capacidade de execução dos recursos. O povo de Pernambuco sabe da nossa capacidade de trabalho e da nossa capacidade de entrega em cada recanto do nosso estado”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

    A lei sancionada pela governadora foi aprovada no último dia 10 de setembro pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O Projeto de Lei nº 2692/2025 recebeu apoio expressivo dos parlamentares e contou com articulação da base do governo no Legislativo Estadual.

    Os recursos serão utilizados para ações como execução de obras, aquisição de equipamentos e contratação de serviços de infraestrutura para os setores hídrico, urbano e rural, bem como a expansão e recuperação da malha viária, construção e equipagem de unidades de saúde, segurança pública e educação, além do investimento na modernização da gestão pública e na redução das desigualdades sociais e regionais.

    Presente na cerimônia, a deputada estadual e líder do governo na Alepe, Socorro Pimentel, também destacou a relevância da medida. “Hoje é um dia histórico. A autorização de crédito no valor de R$1,5 bilhão vai trazer para Pernambuco muito mais desenvolvimento, fazendo com que as obras cheguem perto da população, porque esse é nosso objetivo. O Governo do Estado vem andando em várias localidades em todas as regiões do Estado, ouvindo a população e fazendo com que as ações cheguem mais perto do povo”, pontuou a deputada.

    Outros dois projetos de operação de empréstimo estão em tramitação na Alepe. O Projeto de Lei Ordinária (PLO) nº 3057/2025 autoriza o Poder Executivo a contratar operação de crédito de R$ 1,7 bilhão no âmbito do Programa de Investimento Intersetorial. O segundo projeto em tramitação – o PLO nº 3088/2025 – prevê a contratação de dois empréstimos, sendo um com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), para o Programa de Sustentabilidade Fiscal, Eficiência e Eficácia dos Gasto Público do Estado de Pernambuco (PROGESTÃO), e outro com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para financiar o Projeto de Modernização da Gestão Fiscal do Estado de Pernambuco (PROFISCO III – PE). Juntos, eles somam um montante de US$ 152 milhões.

    Também estavam presentes na assinatura os deputados estaduais Nino de Enoque; Cleiton Collins; Doriel Barros; Izaias Regis; João Paulo; Adalto Santos; Luciano Duque; William Brigido; Gustavo Gouveia; Wanderson Florêncio; Joaquim Lira; Joel da Harpa; Danilo Godoy; Roberta Arraes; Jeferson Timóteo; Renato Antunes; Claudiano Filho; ⁠Romero Sales filho; Henrique Queiroz Filho; Antônio Moraes; Jarbas Filho e Doriel Barros.

  • Pernambuco avança em obras e infraestrutura sob gestão de Raquel Lyra

    Pernambuco avança em obras e infraestrutura sob gestão de Raquel Lyra

    Governo estadual acelera projetos em rodovias, serviços essenciais e duplicações, transformando o estado em um canteiro de obras.

    Pernambuco vive um momento de intensa atividade em obras públicas e investimentos, resultado da gestão da governadora Raquel Lyra. Ao longo do estado, recursos têm sido aplicados em projetos de infraestrutura que transformam Pernambuco em um verdadeiro canteiro de obras, com melhorias em rodovias, duplicações e serviços essenciais para a população.

    Nos últimos dias, o governo estadual intensificou a fiscalização e acompanhamento das ações em andamento, garantindo que todas as obras tenham andamento contínuo e que os serviços cheguem de forma efetiva à população.

    Com esse ritmo acelerado de trabalho, Pernambuco consolida avanços significativos em infraestrutura e serviços, fortalecendo o desenvolvimento e gerando novos empregos em todas as regiões do estado.

  • TCE-PE dá aval para início de licitação para construção de 250 creches em Pernambuco

    TCE-PE dá aval para início de licitação para construção de 250 creches em Pernambuco

    Conselheiro Ranilson Ramos e equipe analisam planejamento da Concorrência 002/2024 – CCSAD, com investimento total de R$ 1,3 bilhão.

    O conselheiro Ranilson Ramos recebeu, nesta sexta (26), o secretário estadual de Educação e Esportes (SEE), Alexandre Schneider, e o secretário de Projetos Estratégicos (SEPE), Rodrigo Ribeiro de Queiroz, para novas orientações sobre o planejamento da Concorrência 002/2024 – CCSAD, para construção de 250 creches no estado. 

    Participaram também da reunião o chefe do Departamento de Controle Externo da Infraestrutura, Conrado Lobo Montenegro, o gerente de fiscalização em licitações de obras, Moacir Baracho, e os auditores Igor Dantas e Brena Martins, que analisaram a licitação junto com o auditor Ladislau de Sena.

    Relator dos processos da SEE, o conselheiro deu aval para o lançamento do primeiro lote da licitação, que contempla a construção de 51 creches, e foi avaliado em R$282 milhões – dentro de um total de R$1,3 bilhão que o governo estadual pretende investir na área. 

    “Convidei o novo secretário de Educação e Esportes ao meu gabinete, doutor Alexandre Schneider, para que  junto com a equipe técnica técnica, apresentássemos o relatório preliminar de auditoria, no qual concluímos pela prosseguimento do processo licitatório, mesmo com três inconsistências, que serão corridas conjuntamente.  Assim eu comemoro essa atuação concomitante do TCE-PE e a Secretaria de Educação e Esportes para uma ação tão importante como a construção de 250 creches que irão atender milhares de crianças de 0 a 3 anos, garantindo os direitos fundamentais da Primeira Infância em todo o estado de Pernambuco”, celebrou Ranilson. 

    Pernambuco conta, hoje, com 69 mil alunos inscritos em creches. A meta é abrir 173 mil novas vagas.

  • Governo Federal Investe em Aviação Regional para Impulsionar Desenvolvimento Econômico e Social

    Principal indutor para o desenvolvimento econômico, social e turístico das regiões com maiores níveis de crescimento do país, a aviação regional tem sido uma das ferramentas utilizadas pelo Governo Federal para expandir o modal aéreo. Para debater o assunto e apresentar o plano de investimento em aeroportos regionais, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e representantes do grupo CCR.

    Durante o encontro, Costa Filho apresentou os trabalhos que estão sendo executados à frente da pasta para conectar os pequenos e médios munícipios aos grandes centros urbanos brasileiros. Uma das ações em andamento está sendo a requalificação dos aeródromos, por meio de execução de obras e melhorias em infraestrutura. Essa ação tem sido realizada em parceria com governos estaduais, municipais e a iniciativa privada.

    Costa Filho afirmou que o setor aéreo tem um papel fundamental na agenda da economia brasileira, seja por meio do estímulo ao turismo como na criação de emprego e renda. “Nós estamos avançando com essa pauta, que além de ser um grande propulsor econômico tem o papel social. “Para cada 4 turistas que viajam no Brasil, nós estamos falando em um emprego que é gerado no país”, mencionou o ministro.

    Uma das principais concessionárias do país, a CCR tem um projeto de expansão aeroportuário em andamento. Dos 17 aeroportos geridos pela empresa em 9 estados, 15 estão com obras de ampliação de infraestrutura. Ao todo, os investimentos alçados na modernização dos terminais somam 1,3 bilhão. O principal ciclo de investimentos da concessionária se deu após leilão de aeroportos realizado em 2021.

    Além da gestão do aeroporto da Pampulha (MG), os demais sítios aeroportuários administrados pela empresa são: Curitiba (PR), Goiânia (GO), Navegantes (SC), Palmas (TO), São Luís (MA), Londrina (PR), Petrolina (PE), Pelotas (RS), Joinville (SC), Imperatriz (MA), Uruguaiana (RS), Teresina (PI), Bagé (RS), Foz do Iguaçu (PR) e Bacacheri (PR).