Tag: Guarulhos

  • Família dos Mamonas Assassinas propõe batizar futura estação do Metrô em Guarulhos como “Estação Mamonas”

    Família dos Mamonas Assassinas propõe batizar futura estação do Metrô em Guarulhos como “Estação Mamonas”

    Os familiares dos Mamonas Assassinas, em conjunto com fãs da banda, protocolaram o desejo de que a futura estação Bosque Maia, da Linha 19 – Celeste do Metrô de São Paulo, prevista para ter obras iniciadas em 2026, receba o nome de “Estação Mamonas”.

    A proposta busca homenagear o grupo que marcou a história da música brasileira nos anos 90 e que até hoje segue como símbolo cultural de Guarulhos.

    “Estamos pleiteando, junto ao Governo de São Paulo, uma grande homenagem aos nossos filhos ilustres de Guarulhos, que sempre tiveram muito orgulho de levar o nome da cidade para todo o Brasil. Nós, enquanto família e também como representantes oficiais da marca, entendemos que se trata de uma justa homenagem, que preserva a memória e o legado que tanto nos orgulha!”, declara Jorge Santana, CEO da Mamonas Assassinas Produções.

    Caso seja aprovada, a estação será um marco simbólico para eternizar o legado da banda, que, mesmo com carreira interrompida precocemente em 1996, continua sendo lembrada e celebrada por diferentes gerações.

  • Polícia indicia por homicídio doloso com dolo eventual dois jovens envolvidos em acidente que matou motorista de app em Guarulhos

    Polícia indicia por homicídio doloso com dolo eventual dois jovens envolvidos em acidente que matou motorista de app em Guarulhos

    Felipe Malheiro se apresentou como condutor à polícia. Horas depois, admitiu que não dirigia no momento do acidente. Ele também responderá por fraude processual e por entregar veículo a pessoa não habilitada. Gustavo Moreira Cardoso, que não tem CNH, foi responsável pela batida.

    A Polícia Civil de São Paulo indiciou por homicídio doloso com dolo eventual dois jovens envolvidos no acidente em Guarulhos, na Grande São Paulo, que provocou a morte de um motorista de aplicativo. O crime ocorreu na noite do último sábado (13).

    O veiculo onde os amigos estavam invadiu uma via na contramão, durante uma ultrapassagem, e bateu de frente no carro da vítima. Câmeras de segurança gravaram a batida na Avenida Doutor Timóteo Penteado

    Os amigos Felipe Malheiro e Gustavo Moreira Cardoso, ambos de 21 anos, vão responder pelo crime em liberdade. No entendimento da polícia, os dois assumiram o risco de matar Ednaldo de Souza Mendes, o motorista de aplicativo. A vítima tinha 41 anos.

    No momento do acidente, Felipe, de 21 anos, se apresentou à polícia como o motorista do automóvel que causou o acidente. Horas depois, entretanto, admitiu que mentiu e não dirigia no momento do acidente. Por esse motivo, ele foi indiciado por fraude processual.

    Quem conduzia o carro era Gustavo, que não tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e foi responsável pela batida. Como Felipe autorizou o amigo a dirigir o automóvel, ele também responderá por pelo crime de trânsito de entregar veículo a pessoa não habilitada.

    Garrafa de uísque e sem bafômetro
    Uma garrafa de uísque foi encontrada pela polícia no banco do passageiro do veículo. Os envolvidos na batida, entretanto, foram liberados pela PM sem fazer bafômetro.

    De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, os policiais avaliaram que os condutores envolvidos estavam conscientes e que seria caso de lesão corporal leve, informou o delegado.

    A ocorrência foi incialmente registrada como morte suspeita ou acidental, mas depois passou a ser investigada como homicídio culposo por dolo eventual (quando se assume o risco de matar), mas os rapazes foram indiciados por homicídio doloso.

    O carro bateu contra o veículo de Ednaldo de Souza Mendes, de 41 anos, que trabalhava como motorista por aplicativo. Ele chegou a ser levado para o hospital, passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

    A Polícia Civil ainda apura se o condutor do carro tinha ingerido bebida alcoólica e a conduta dos PMs que atenderam a ocorrência.

    Motorista deu detalhes antes de morrer, diz filho
    Antes de falecer, o motorista conseguiu falar com a família sobre o acidente. Ele chegou a ficar internado e passar por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.

    “Como ele ainda tinha clareza de tudo, ele conseguiu falar tudo o que aconteceu. Disse que ele estava subindo a Timóteo Penteado, quando ele viu um carro vindo em alta velocidade na contramão e ele só pensou: ‘é aqui que eu morro’. Ainda tivemos esse momento com ele pra nos despedir, digamos assim”, disse Davi Silva, filho da vítima.

    “Quando eu cheguei ao acidente, os policiais informaram que não era necessário o bafômetro. Me informaram que tinha um segurança num estabelecimento 24 horas, na frente de onde aconteceu o acidente. E eu conversei com esse segurança, ele relatou o mesmo acontecimento que vi no vídeo, que meu pai relatou. E ele também relatou que, quando quatro jovens saíram do carro, ele pôde ver uma garrafa de uísque vazia dentro do carro”, ressaltou Davi.

    “Quando eu abri o boletim, já de óbito, eu relatei para o delegado em questão, mas nos ainda não temos acesso ao boletim da Polícia Militar. Então, nós não sabemos se esse fato foi incluído ou não”, diz o filho da vítima.

    “O que fica dele é a saudade. É tentar honrar esse legado que ele nos trouxe de honestidade, de ser uma pessoa que luta sempre por aquilo que ele acha justo. E até por isso que nós queremos Justiça para o meu pai, assim como teve esse recente caso aí da Porsche. Nós também queremos que não fique assim, né. Meu pai merece ter Justiça, assim como ele sempre lutou pelo que é justo”.

     

  • Mãe de agressor diz ter apanhado de vizinha que levou chute no rosto: ‘Meu filho me viu sangrando e foi tirar satisfação’

    Mãe de agressor diz ter apanhado de vizinha que levou chute no rosto: ‘Meu filho me viu sangrando e foi tirar satisfação’

    Episódio aconteceu num condomínio de Guarulhos, no dia da final da Copa do Brasil entre São Paulo e Flamengo, em 24 de setembro. A mãe do agressor disse que o filho agiu em defesa dela e tem recebido ameaças de morte por telefone, em virtude do chute no rosto da vizinha.

    Mãe do homem acusado de chutar o rosto de uma vizinha de condomínio em Guarulhos, na Grande São Paulo, Solange Lapa disse que o episódio foi motivado por uma agressão que ela mesma sofreu da vítima do chute, Liana Parente Grave.

    Solange relatou ao g1 que o início da briga, em 24 de setembro, foi uma tentativa dela de impedir que Liana fizesse “acusações falsas” ao filmar o filho, Michel Lapa.

    “Ela estava filmando e passou por mim dizendo: ‘Pessoal, cuidado com esse cara aqui. Não deixem as crianças com ele’. Ela falou uma coisa muito forte, fazendo acusações falsas contra o meu filho. Falei comigo: ‘Vou perguntar por que ela está fazendo isso’. Quando cheguei perto, ela estava tão enfurecida que bateu com o celular na minha cara”, disse Solange.

    “O celular pegou na minha boca, logo começou a sangrar. Foi uma coisa muito violenta, logo veio uma pessoa para apartar. Foram várias batidas com o celular no meu rosto”, contou.

    Na versão de Solange, uma grande confusão se formou depois da primeira agressão, que teria motivado o filho a chutar o rosto da vizinha.

    “Eu sou cardíaca e tenho 60 anos. Primeiro ele [Michel] veio para apartar a briga. Na hora que ele me viu sangrando, ficou desesperado. Acho que ficou fora de si… Qualquer filho que vê a mãe sangrando, vai tirar satisfação com a agressora. E ela continuava xingando e fazendo insinuações contra meu filho, que jamais agrediria uma criança”, justificou Solange.

    A mãe de Michel nega que ele tenha batido em alguma parte íntima do filho de Liana Parente.

    “O Michel tem um filho autista de 7 anos. Ele ama crianças. Foi uma brincadeira de cócegas na quadra que tomou uma proporção que não devia, se a Liana não estivesse alcoolizada. Até nos ameaçar, dizendo que o marido tinha uma arma, ela fez”, afirmou.

    “Só quero que isso pare na vida do meu filho. Uma pessoa do bem. Um pai de família que nunca teve problema com nada e, de repente, está passando por tudo isso. Sabe quando a pessoa está quase em depressão?”

    Investigação policial
    A exemplo de Liana Parente, Solange Lapa também registrou um boletim de ocorrência de agressão contra a vizinha no 1º DP de Guarulhos, onde o caso é investigado por meio de um inquérito policial.

    A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que testemunhas foram ouvidas no inquérito do caso e que Michel Lapa também “já foi intimado para comparecer na unidade policial para prestar esclarecimentos”.

    “Os laudos do Instituto Médico Legal (IML) foram incluídos nos autos e outras diligências seguem em andamento para a conclusão do caso”, declarou a pasta.

    O g1 procurou Michel e a esposa, que foram orientados pelo advogado de defesa a não darem entrevistas.

    O que diz Liana, a vizinha

    Ao g1, Liana Parente admite que agrediu Solange para se defender e defender o filho de 8 anos.

    “A pessoa que tem 60 anos não faz o que ela fez. Quase quebrou uma porta de vidro. Ela tenta tomar o celular, eu tiro e pega na cara dela. Eu tento me defender, e o filho dela parte para cima de mim. A história não pode mudar agora, porque eu sou a vítima. Eu que sou a agredida. Eu que quase morro. Eu que parei no hospital, depois de desmaiar com um chute no rosto”, disse.

    “Eu apenas me defendi, como qualquer mãe teria feito. Ela defendeu o filho dela, eu defendi o meu. Se tivessem me pedido desculpa, falado comigo numa boa, tenho certeza que isso não terminaria como terminou. Mas não teve nenhum tipo de desculpas. Enquanto eu estava no hospital, ela voltou a beber na churrasqueira com a família, como mostram as imagens do condomínio”, declarou.
    Liana também nega que tenha ameaçado a família de Solange e falado qualquer coisa sobre arma.

    “Nunca eu ameacei ninguém. Tudo mentira. Nunca meu noivo teve arma. Quem ameaçou meu filho foi ela, que partiu pra cima dele e de mim”.

    Solução judicial
    Solange Lapa lamentou a proporção grande que o episódio tomou e diz que deseja um fim do caso, com diálogo e mediação da Justiça.

    “Eu só quero que isso pare. Que a gente responda na Justiça o que tem que responder, ela também pela agressão a mim. A gente não tem mais tranquilidade. Meu neto autista também está atordoado. O Michel recebeu ameaças de morte por telefone.”

    Segundo ela, o filho tem pensado em se mudar. “É uma discussão que tinha que ter parado ali. Só quero que tudo isso tenha um fim, para o bem de todo mundo. O Michel já fala em vender o apartamento e se mudar de lá. Os vizinhos estão todos incomodados com a confusão. Isso tudo precisa parar”, afirmou.

    A briga entre Liana Parente e os vizinhos aconteceu no dia da final da Copa do Brasil entre São Paulo e Flamengo em 24 de setembro. Imagens obtidas pelo g1 mostram o momento em que Michel Lapa dá socos na vizinha (veja vídeo acima).

    A comerciante diz que teve uma luxação no maxilar por conta da agressão. A Justiça paulista emitiu uma medida protetiva que proíbe que Lapa se aproxime da vizinha e do filho dela, que presenciou as agressões.

    Segundo Liana, o desentendimento começou quando Lapa – vestido com uma camisa do São Paulo – fez uma brincadeira com o filho flamenguista da vítima na quadra do condomínio, supostamente apertando as partes íntimas do garoto de 8 anos, segundo a versão da mãe.

    Ao tirar satisfações com o vizinho sobre o ocorrido e filmar o rosto dele para mandar à síndica do prédio, Liana diz que começou a ser agredida com socos, sem chance de se defender.

    Nas imagens, é possível ver que, depois que Liana já está zonza, ela tenta se escorar em uma mesa de pingue-pongue, que cai. Em seguida, o agressor – que está sendo acalmado por outros moradores do prédio – volta e dá um chute na cabeça da mulher.

    Liana desmaiou e ficou alguns minutos desacordada, segundo as testemunhas. Na delegacia, ela mostrou os hematomas causados pelo chute de Michel.

    “Não foi uma simples agressão. Foi uma tentativa de homicídio motivada por uma brincadeira sobre futebol que ele fez com o meu filho, pegando nas partes íntimas dele sem consentimento. (…) Ele estava muito alcoolizado”, disse a comerciante.
    O advogado de Michel, Leonardo Borges, não respondeu aos questionamentos feitos sobre o caso e limitou-se a dizer que seu cliente “não autoriza a publicação de sua imagem em nenhuma matéria jornalística”.

    Filho traumatizado
    As agressões foram presenciadas pelo filho da vítima, que, segundo Liana, ficou com trauma da cena e não quis voltar ao prédio desde o episódio.

    “Meu filho está traumatizado e em pânico de voltar ao prédio. Depois do episódio a gente foi para a casa de uma amiga às pressas. Eu disse para ele que a gente precisava voltar para pegar roupas e documentos, e ele começou a ter crises de ansiedade”, contou Liana.

    Atualmente, mãe e filho estão vivendo num apartamento improvisado cedido por amigos, até que encontrem outro local para morar.

    “Eu, agredida, tive que sair de casa com medo. E o agressor continua lá. Tive minha vida completamente transformada, enquanto ele está solto, sem responder por nada”, desabafou.
    Mesmo com a medida protetiva, Liana diz que a família dela está traumatizada com o caso e, por isso, resolveu sair do prédio.

    “Essa medida protetiva, eu não sinto que me protege. Eu estou traumatizada, meu filho, meu noivo. Por isso eu decidi sair. (…) Aquilo foi uma tentativa de feminicídio, como vemos todos os dias na televisão. A única coisa que quero é justiça. Que ele pague pelo que fez. E que nunca mais na vida nenhuma mulher ou criança sofra o que eu sofri [na mão dele]”, disse.

     

  • Funcionários do Aeroporto de Guarulhos protestam contra proibição do uso de celulares nas áreas de carga e descarga

    Funcionários do Aeroporto de Guarulhos protestam contra proibição do uso de celulares nas áreas de carga e descarga

    Ato começou às 03h da manhã e terceirizados dizem que foram obrigados a assinar documentos sobre a restrição, apesar de não concordarem com a decisão. Concessionária GRU Airport diz que iniciou plano de contingência para não prejudicar serviços.

    Funcionários de empresas terceirizadas que prestam serviço para o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, fazem desde o início da madrugada desta terça-feira (03) um protesto contra a proibição do uso de celular nas áreas de carga e descarga dos terminais, durante a jornada de trabalho.

    O ato começou às 03h da manhã e os funcionários dizem que foram obrigados a assinar um documento sobre a restrição, apesar de não concordarem com a decisão da Receita Federal , que foi tomada após a troca de malas com droga que levou duas brasileiras a serem presas erroneamente na Alemanha (veja mais abaixo).

    Os empregados terceirizados relatam que precisam se comunicar com familiares durante a jornada de trabalho, já que têm mães, pais e crianças em idade escolar em casa.

    Eles citam também possíveis emergências que podem surgir e que, sem o uso do aparelho celular para comunicação, ficam sem informações das famílias.

    Durante o protesto, os trabalhadores andaram por várias áreas dos terminais de Guarulhos gritando palavras de ordem como “somos trabalhadores, não bandidos” e pedindo a revisão da norma.

    Por meio de nota, a concessionária GRU Airport, que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, informou que “devido paralisação de parte do trabalhadores terceirizados que prestam serviço no pátio e à greve de metrô e CPTM, nesta terça-feira (03/10), foi iniciada a operação em contingência conforme protocolo pré-definido”.

    Passageiros relataram nas redes sociais que os protestos têm atrasado a entrega de malas e bagagens durante a manhã.

    A concessionária orienta os passageiros a procurarem as companhias aéreas para informações sobre status dos voos.

    Empresas aéreas Gol e Azul informaram ao g1 que os voos não foram prejudicados e as chegadas e partidas das duas empresas estão normais.

    Já a Latam afirmou, por nota, que “voos com origem ou destino em Guarulhos (São Paulo) nesta terça-feira (3/10) podem sofrer atrasos ou cancelamentos em função da manifestação de funcionários terceirizados que realizam as atividades de solo do aeroporto”.

    “Esta é uma situação totalmente alheia à vontade da LATAM”, declarou a empresa.

    Histórico da restrição

    A proibição do uso de aparelhos celular esses áreas foi motivada pelo caso das brasileiras que ficaram presas na Alemanha porque traficantes de drogas trocaram a etiqueta da bagagem.

    O caso levou o aeroporto a mudar os procedimentos na área interna do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A novidade vai vigorar a partir do mês que vem.

    As áreas por onde circulam as milhares de bagagens e mercadorias que passam diariamente pelo maior aeroporto do país sempre foram motivo de preocupação para as autoridades, mas, nos últimos dois anos e meio, isso se intensificou.

    Nesse período, a Polícia Federal prendeu mais de 100 funcionários terceirizados que trabalhavam no local – a maioria por tráfico de drogas.

    “Eles aliciam pessoal assim que eles são contratados e, muitas vezes, eles já são aliciados antes da contratação. Tem casos de que um funcionário, que já faz parte da organização, acaba indicando um colega ou um amigo; alguém que, depois, a gente descobre que também está traficando”, contou Felipe Lavareda, delegado do aeroporto de Guarulhos.
    Um desses casos aconteceu em março: duas brasileiras de Goiânia, que fizeram conexão no Aeroporto Internacional de São Paulo, foram presas na Alemanha depois que um funcionário colocou as etiquetas de identificação da bagagem delas em duas malas carregadas com 40 quilos de cocaína.

    Katyna Baia e Jeanne Paollini passaram mais de um mês na cadeia até que a justiça alemã reconheceu as provas enviadas pelo governo brasileiro de que elas eram inocentes.

    “Esse fato foi péssimo. Foi para a imagem do país; principalmente para as duas brasileiras foi muito ruim. Mas trouxe uma facilidade do entendimento que a gente precisa ser mais assertivo nas ações. A facilidade que a gente tem com a tecnologia no dia a dia, infelizmente, as quadrilhas também se utilizam dessas facilidades, o que obviamente dificulta a atuação das autoridades”, explica Mário De Marco, auditor fiscal da Receita Federal e delegado da Alfândega do aeroporto de Guarulhos.

    Na ocasião, a Polícia Federal descobriu que os traficantes usaram o celular para combinar a troca das etiquetas. A partir do mês que vem, o uso de telefone celular por funcionários em pontos mais sensíveis do terminal de cargas será proibido.

    “Aqui é área sensível. Aqui, nós precisamos garantir que nenhuma informação saia desse ambiente”, mostra André Luiz Gonçalves Martins, delegado-adjunto da Alfândega da Receita Federal no Aeroporto de Guarulhos.
    Nas áreas restritas do terminal de passageiros e no pátio dos aviões, dois locais de fluxo das bagagens, só poderão ser utilizados aparelhos autorizados pelas empresas. Eles não podem ser usados para fins pessoais e o registro de fotos e vídeos deverá bloqueado.

    “Essa é uma área também muito importante de segurança do aeroporto e, para que se garanta a integridade da mala do viajante, é importante que se restrinja a captação de imagens e a comunicação entre as pessoas que aqui trabalham”, ressalta André.

    Mesmo em um lugar vigiado por mais de 2.500 câmeras, ainda existem pontos cegos. Em um documento encaminhado na semana passada à Receita, ao Ministério Público e à administração do aeroporto, a Polícia Federal apontou uma série de falhas no monitoramento do terminal e recomendou a instalação imediata de mais câmeras.

    O procurador da república Guilherme Rocha Göpfert acompanha as discussões sobre a segurança do aeroporto e quer que a concessionária que administra o terminal se comprometa a fazer esse e outros ajustes o quanto antes, para que o drama das brasileiras presas injustamente na Alemanha, não volte a acontecer.

    “Se teve essa falha, o que o MPF faz? Chama a Polícia Federal, chama a Receita Federal, chama a concessionária – todos os órgãos envolvidos – e cobra a responsabilidade de cada um. O que a gente busca aqui? Que esse sofrimento que foi passado, essa situação, essa tragédia que foi vivida por essas brasileiras, elas valham para que tragédias como essas não mais se repitam”, afirma Guilherme.
     

  • Polícia procura idoso suspeito de matar a facada estudante de 17 anos; crime ocorreu em Guarulhos

    Polícia procura idoso suspeito de matar a facada estudante de 17 anos; crime ocorreu em Guarulhos

    Segundo testemunhas, os dois teriam discutido após o homem de 60 anos assediar a namorada do adolescente. Crime ocorreu na última quinta-feira (7). Polícia procura suspeito, que fugiu após o crime.

    Um adolescente de 17 anos morreu após ser esfaqueado por um idoso. O crime ocorreu na última quinta-feira (7), em Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Imagens de uma câmera de segurança de estabelecimentos da região gravaram partes do crime.

    Um dos registros, mostra o momento em que Pedro e a namorada, de 18 anos, saem de casa e descem a Avenida Marechal Rondon, no bairro Ponte Grande, para ir ao mercado.

    Antônio Tavares da Silva, de 60 anos, suspeito de assassinar o jovem, havia acabado de estacionar o carro na mesma rua.

    Segundo testemunhas, o idoso teria assediado a namorada de Pedro Albieri quando o casal passava pela via. Pedro decide voltar para tirar satisfação com o homem. Eles começaram a discutir.

    Pelas imagens é possível ver que Pedro pega uma pedra e atira contra Antônio. Na sequência, o homem parte pra cima do adolescente e o acerta no peito com uma faca.

    Após atingir o jovem, Antônio Tavares da Silva corre em direção ao carro.

    As imagens não mostram o momento do assassinato, mas registraram quando idoso entra veículo enquanto a namorada de Pedro sobe a rua correndo, desesperada, para pedir ajuda.

    Família pede ajuda
    Em entrevista à TV Globo, a mãe de Pedro, Angela Fialho Albieri, contou que o estudante era um menino “muito alegre, muito protetor com os irmãos, a namorada”.

    A família registrou o boletim de ocorrência e pede ajuda para que o suspeito seja encontrado e preso.

    “Conto com a ajuda de todas as pessoas que possam denunciar esse monstro que fez isso”.

    Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que o setor de homicídio e de proteção à pessoa de Guarulhos investiga o caso. Ainda de acordo com a pasta, a polícia ouviu testemunhas e realiza buscas para tentar encontrar o suspeito.

     

  • Polícia persegue suspeitos de roubo a casa por 30 km em SP; 4 foram presos e 1 morreu

    Polícia persegue suspeitos de roubo a casa por 30 km em SP; 4 foram presos e 1 morreu

    De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas após seis homens invadiram e assaltarem uma casa em Guarulhos; grupo foi detido após bater carro roubado em poste na avenida Tancredo Neves, Zona Sul de SP.

    Um homem morreu e quatro foram presos após perseguição policial que começou em Guarulhos, na Grande São Paulo, e terminou na região do bairro Sacomã, Zona Sul da capital paulista, na madrugada desta terça-feira (30).

    De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas após seis homens invadiram e assaltarem uma casa em Guarulhos.

    O grupo foi encontrado pelos policiais em um veículo roubado e não obedeceu a ordem de parada. Foram 30 quilômetros de perseguição com o auxílio do helicóptero Águia da PM e cerca de 30 viaturas.

    O carro com os suspeitos só parou na Avenida Tancredo Neves, Zona Sul de SP, quando o condutor perdeu o controle da direção e bateu em um semáforo, que chegou a cair.

    Ainda conforme a polícia, após o acidente, quatro foram presos e um morreu no local. Um comparsa que estava no veículo conseguiu fugir.

  • PF conclui inquérito e não indicia jogadores argentinos por falsidade ideológica cometida na pandemia de Covid

    PF conclui inquérito e não indicia jogadores argentinos por falsidade ideológica cometida na pandemia de Covid

    PF apurava denúncia da Anvisa de que Emiliano Martínez, Buendía, Cristian Romero e Giovani Lo Celso, os quatro jogadores da seleção da Argentina, fizeram declarações sanitárias falsas no formulário ao entrar no Brasil para as Eliminatórias da Copa do Mundo, em 2021.

    A Polícia Federal de Guarulhos concluiu na última quarta-feira (23) o inquérito que investigava a denúncia contra quatro jogadores argentinos por falsidade ideológica durante a pandemia de Covid-19 em 2021.

    O inquérito foi aberto em 5 de setembro daquele ano após a Anvisa afirmar que o goleiro Emiliano Martinez, os meias Emiliano Buendia e Giovani Lo Celso e o zagueiro Cristian Romero prestaram informações falsas às autoridades brasileiras sobre os locais onde haviam passado nos últimos dias antes de entrarem no país para as Eliminatórias da Copa do Mundo.

    A presença deles causou, na época, a suspensão do jogo entre Brasil e Argentina na Neo Química Arena, Zona Leste de São Paulo.

    Os agentes da Anvisa e da Polícia Federal entraram em campo para retirar os jogadores pouco mais de quatro minutos depois do início da partida (veja mais abaixo).

    De acordo com o inquérito, a PF não indiciou nenhum dos envolvidos por entender que se trata de uma questão sanitária e que as sanções administrativas já foram aplicadas pela Fifa.

    “Os fatos nos autos se tratam de questões sanitárias de cunho da Anvisa, administrativas em sua essência, e que pela entidade máxima do futebol – FIFA, já houve aplicação de sanções de cunho administrativo, afastando, por assim dizer outras possíveis questões penais atinentes ao fato. Neste sentido, não houve indiciamentos”.

    “Encerram-se os trabalhos de Polícia Judiciária, remetendo-se os presentes autos para apreciação e demais providências que se entendam pertinentes, permanecendo este órgão policial à disposição para eventuais outras diligências que sejam imprescindíveis ao oferecimento da denúncia”.

    A conclusão do inquérito foi remetida para o Ministério Público Federal.

    Suspensão do jogo entre Brasil e Argentina

    Na tarde do dia 5 de setembro de 2021, os agentes da Anvisa e da Polícia Federal entraram em campo para retirar os quatro jogadores argentinos: Emiliano Martínez, Emiliano Buendía, Lo Celso e Cristian Romero.

    Na época, CBF e Associação de Futebol Argentino lamentaram o ocorrido e disseram que foram surpreendidas pela ação da Anvisa, pouco mais de quatro minutos depois do início da partida.

    A Anvisa ressaltou, no dia, que a medida havia sido tomada depois de verificar que os quatro jogadores descumpriram uma portaria do governo federal, de junho de 2021, que determinava que para entrar no Brasil o viajante que passasse pelo Reino Unido, Irlanda do Norte, África do Sul ou Índia, nos últimos 14 dias, tinha que assinar um documento dizendo que estava ciente da quarentena.

    A Anvisa afirmou também que os quatro argentinos entregaram um documento como se não tivessem passado por nenhum desses países. Porém, a informação foi desmentida pelos passaportes que atestavam passagem dos jogadores pela Inglaterra.

    Um relatório do órgão, detalha várias tentativas de notificar oficialmente os jogadores de que eles tinham que fazer quarentena. A primeira foi no sábado (4), mas eles já tinham saído do hotel para o treino. No domingo, antes da partida, a tentativa de notificação foi bloqueada pelos dirigentes da AFA. No estádio, houve uma outra tentativa das autoridades brasileiras e, mais uma vez, os argentinos se negaram a assinar a autuação.

    Segundo o ge divulgou em 2021, um acordo entre governo federal, CBF e Conmebol teria permitido que os quatro participassem do jogo. O compromisso era de que deixassem o país logo após a partida.

    Em reuniões com a Anvisa, a Conmebol e a delegação da Argentina foram orientadas a formalizar o pedido de excepcionalidade para que os jogadores pudessem treinar no sábado e jogar no domingo.

    A Anvisa pediu a máxima urgência para os argentinos, para que a análise da documentação fosse viável antes da realização do jogo. O pedido teria que ser analisado pelo Ministério da Saúde, além de um posicionamento final da Casa Civil.

    O Jornal Nacional teve acesso a documentos que mostram que os jogadores entraram em campo mesmo depois de o Ministério da Saúde ter recusado um pedido de excepcionalidade para que pudessem jogar.

    Em depoimento à PF, antes de deixarem o país, os jogadores optaram por ficar em silêncio. Eles foram notificados a deixar o Brasil na noite do dia 5 de setembro e, segundo a Polícia Federal, não foram deportados.

    Delegação da Argentina volta para Buenos Aires

     

  • Pastor é preso suspeito de estuprar adolescentes da igreja evangélica Lagoinha Global em Guarulhos, na Grande SP

    Pastor é preso suspeito de estuprar adolescentes da igreja evangélica Lagoinha Global em Guarulhos, na Grande SP

    Polícia ouviu vítimas de 13 a 16 anos e o prendeu em casa na quarta-feira (7). Igreja disse que acusado foi excluído da instituição.

    O pastor Joilson da Silva de Freitas Santos, de 39 anos, foi preso nesta quarta-feira (7) suspeito de estuprar adolescentes frequentadores da Igreja Batista Lagoinha de Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Segundo a Polícia Civil, ele era responsável por cuidar da célula de crianças e adolescentes da instituição, sendo comum receber parte desses menores na casa onde morava com a esposa e o filho recém-nascido.

    Em 1º de junho, um adolescente de 16 anos saiu do apartamento do suspeito e foi até a portaria pedir ajuda, contando que havia sido estuprado. A Polícia Militar foi acionada e todos foram encaminhados para a delegacia, onde um boletim de ocorrência foi registrado.

    Na sequência das investigações, a Polícia Civil teve contato com outras duas vítimas, uma de 16 anos e outra de 13 anos, que relataram a prática do estupro com detalhes. Com todo o material em mãos, o delegado responsável pediu a prisão de Joilson.

    De acordo as autoridades, o pastor levava os adolescentes para a casa dele e, no local, tinham conversas sobre sexo. Quando as vítimas começaram a consumir pornografia, ele as ameaçava dizendo que, se não houvesse troca de “favores sexuais”, ele contaria aos pais e responsáveis que estavam assistindo a vídeos pornôs.

    Na casa de Joilson foram apreendidos um colchão, supostamente utilizado para as práticas criminosas, passaporte, celular, computador e tablet, que serão analisados. A polícia pretende ouvir mais testemunhas.

    O investigado não tinha passagem pela polícia e trabalhava exclusivamente com a igreja. Em depoimento, a esposa do pastor contou que chegou a ouvir algumas vezes os atos sexuais, mas que nunca disse nada, pois não tem ninguém e depende financeiramente do marido.

    Em nome do pastor André Valadão, a igreja Lagoinha Global enviou nota à TV Globo expressando surpresa e indignação pelo caso.

    “Nos colocamos à disposição dos órgãos responsáveis para todo e qualquer auxílio nas investigações. Tanto o acusado como sua esposa já foram excluídos da instituição”, diz o comunicado.

    A Igreja Batista da Lagoinha Guarulhos também se manifestou por meio de nota, enviada por seu advogado à reportagem. Nela, a instituição diz que Joilson “não era pastor da Igreja e nunca foi ordenado ou consagrado ao ministério pastoral. Não exercia função oficial, não era líder responsável pelas crianças e/ou adolescentes, e não detinha autorização para ‘discipular’ ou atender pessoas em sua residência”.

    Contudo, publicações nas redes sociais de Joilson comprovam o vínculo entre ele e a igreja. Em agosto de 2022, por exemplo, ele comemorou o trabalho que realizava na superintendência dos chamados GC’s ou Grupos de Crescimento, que são reuniões de fiéis realizadas em casa, sob direcionamento de um lídeo, com objetivo de evangelizar novos discípulos.

    Em seu site oficial, a Igreja Batista Lagoinha diz que os GC’s são o coração da instituição. “É nos lares que a Igreja acontece, de casa em casa, um tempo de comunhão, relacionamento, crescimento espiritual e fortalecimento do propósito de Deus para cada vida.”

    Ainda no comunicado enviado pelo advogado, a igreja informa que segundo informações preliminares, os fatos ocorreram, exclusivamente, na residência de Joilson, que não tinha seu aluguel pago pela instituição.

    O caso está sendo investigado pelo 5º Distrito Policial de Guarulhos.

     

  • Van da EMTU atropela e fere pedestres em Guarulhos, na Grande SP

    Van da EMTU atropela e fere pedestres em Guarulhos, na Grande SP

    Segundo a prefeitura do município, ao menos três vítimas foram atingidas, socorridas e encaminhadas a unidades de saúde da cidade.

    Uma van da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) atropelou e feriu ao menos três pessoas em frente a um supermercado na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, na manhã desta quarta-feira (17).

    Uma mulher de 51 anos, que teve ferimentos leves, foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao hospital Padre Bento, no bairro de Gopouva.

    Uma outra mulher teve parada cardiorrespiratória, foi levada ao Hospital Municipal de Urgências de Guarulhos e se encontra estável, de acordo com a prefeitura. A terceira vítima foi encaminhada ao mesmo hospital.

    O g1 e a TV Globo entraram em contato com a EMTU e com a Secretaria da Segurança Pública para obter mais informações sobre a ocorrência, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.

     

  • Polícia recupera caminhão com carga de produtos adesivos e prende homem por receptação em Campinas

    Polícia recupera caminhão com carga de produtos adesivos e prende homem por receptação em Campinas

    Veículo foi localizado na Rodovia D. Pedro. Suspeito confessou que recebeu R$ 400 para levar a carreta de Jarinu até Sumaré.

    A Polícia Militar recuperou, na noite de quarta-feira (5) em Campinas (SP), um caminhão carregado com produtos adesivos, que havia sido roubado em São Paulo (SP). O veículo foi encontrado na Rodovia D. Pedro I (SP-065) e o homem de 37 anos que conduzia a carreta foi preso por receptação.

    A corporação chegou até o caminhão com auxílio do sistema de monitoramento do veículo, com orientação do gerente da transportadora, que passou as coordenadas aos agentes de segurança.

    Os policiais verificaram que a carreta estava com a placa adulterada e, em seguida, o suspeito obedeceu a ordem de parada e confessou que recebeu R$ 400 para levar o caminhão de Jarinu (SP) até Sumaré (SP).

    O veículo foi carregado em um galpão em Guarulhos por funcionários da empresa, que tem sede em Vinhedo (SP). Por conta do baixo valor da carga, a Polícia Militar acredita que o foco dos criminosos era desmanchar o caminhão.

    O representante da transportadora afirmou à EPTV, afiliada da TV Globo, que acredita que a carreta foi roubada por engano. “”Eles devem ter monitorado o caminhão e pegaram errado. Porque essa carga não tem validade nenhuma para eles”, afirmou o gerente Rodrigo Oliveira.