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  • Câmeras de Segurança Capturam Incidente Chocante: Empresário Abusa de Mulher em Elevador

    Câmeras de Segurança Capturam Incidente Chocante: Empresário Abusa de Mulher em Elevador

    Importunação sexual em elevador de prédio comercial em Fortaleza é registrada por câmera de segurança

    Um incidente de importunação sexual chocou a cidade de Fortaleza, quando uma nutricionista foi vítima do ato enquanto estava dentro de um elevador. O ocorrido, que teve lugar no dia 15 de fevereiro, foi capturado pelas câmeras de segurança do edifício.

    Em uma entrevista exclusiva à TV Verdes Mares, a vítima expressou sua incredulidade diante da situação. “Eu não acreditei naquela situação, eu estava num prédio comercial, terminando meu expediente, indo embora, em um prédio cheio de câmeras, e aconteceu isso”, lamentou.

    O incidente ocorreu em um prédio comercial localizado no bairro nobre de Aldeota, em Fortaleza.

    A nutricionista, identificada como Larissa Duarte, de 25 anos, relatou que estava saindo do trabalho quando entrou no elevador, encontrando-se sozinha com o agressor. Ao se dirigir ao estacionamento, o homem a abordou e a tocou de forma inadequada. O vídeo do incidente mostra a vítima olhando para o agressor antes que as portas do elevador se fechassem.

    Israel Leal Bandeira foi denunciado por passar a mão nas partes íntimas de uma mulher em elevador em Fortaleza.

    O indivíduo foi identificado como Israel Bandeira, que trabalhava como consultor em uma empresa de investimentos. Até o momento, o G1 não conseguiu contato com a defesa de Bandeira.

    A Delegacia de Defesa da Mulher de Fortaleza está investigando o caso como importunação sexual, conforme declarado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social.

    A empresa em que Israel Bandeira trabalhava, M7 Investimentos, emitiu um comunicado informando que ele foi afastado de suas atividades após a exposição do caso, ressaltando que o profissional tem direito à defesa.

    Até o momento desta reportagem, não havia informações sobre a prisão de Israel Bandeira, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública.

  • Nutricionista Desabafa: ‘Fiquei sem Reação’ após Ser Vítima de Importunação Sexual por Empresário

    Nutricionista Desabafa: ‘Fiquei sem Reação’ após Ser Vítima de Importunação Sexual por Empresário

    Nutricionista relata sensações de raiva, impotência e tristeza após ser vítima de importunação sexual ao sair do trabalho em Fortaleza

    Larissa Duarte, nutricionista que denunciou um empresário por importunação sexual, descreveu sua indignação e angústia ao ser tocada sem consentimento ao sair do trabalho em um prédio comercial no bairro Aldeota, Fortaleza. Em entrevista à TV Verdes Mares, Larissa compartilhou sua experiência pela primeira vez desde o incidente ocorrido em 15 de fevereiro.

    Câmeras de segurança registraram o momento em que o agressor aproveitou que Larissa saía do elevador para tocar suas nádegas, além de capturarem a placa do carro utilizado pelo homem. Larissa expressou incredulidade diante da situação, especialmente considerando o ambiente monitorado por câmeras.

    Ao se pronunciar sobre o ocorrido, Larissa descreveu sua reação inicial como um misto de choque e raiva, ressaltando a falta de segurança que sentiu mesmo em um local comercial com monitoramento. Ela denunciou o crime imediatamente, registrando um boletim de ocorrência.

    O caso está sendo investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher de Fortaleza como importunação sexual, com possível pena de três a seis anos de prisão em caso de condenação. Larissa enfatizou a importância de responsabilizar o agressor, não apenas por justiça pessoal, mas também como um exemplo para impedir que outros homens ajam da mesma maneira.

    O empresário denunciado, identificado como Israel Leal Bandeira, consultor em uma empresa de investimento, teve suas redes sociais desativadas após a denúncia, e a empresa onde trabalhava, M7 Investimentos, o afastou de suas atividades. O contato com a defesa do acusado não foi possível até o momento.

    Larissa também compartilhou detalhes do incidente nas redes sociais, revelando que o agressor fugiu após ela começar a gritar. As câmeras do prédio registraram o homem correndo em direção ao estacionamento após o ocorrido no elevador. O relato de Larissa gerou grande repercussão online, evidenciando a frequência desses incidentes e a necessidade de medidas para prevenir e punir tais comportamentos.

  • Mulher sofre fratura e denuncia promotor de Justiça por agressão: ‘Ele estava descontrolado’

    Mulher sofre fratura e denuncia promotor de Justiça por agressão: ‘Ele estava descontrolado’

    Nagila Mouta disse que nesta terça-feira (23) irá ao Instituto Médico Legal (IML) fazer exames de corpo e delito para denunciar o promotor.

    Uma das mulheres agredidas por um promotor de Justiça por importunação sexual e agressão em uma festa de Fortaleza afirmou, nesta segunda-feira (22), que passou por um procedimento cirúrgico no braço. Ela acrescentou que irá na terça-feira (23) ao Instituto Médico Legal (IML) fazer exames de corpo e delito.

    Por meio das redes sociais, Nagila Mouta afirmou que o promotor Aureliano Rebouças Júnior estava “descontrolado” e agiu com muita força contra ela.

    “Ele me pegou pelo braço e me deu um empurrão, e eu caí por cima de algumas mesas. Quando eu me levantei eu escutei um estralo e percebi que tinha quebrado o braço. Meu punho quebrado. Após a agressão, ele ficou em cima de mim e estava querendo bater em outra amiga. Ele estava totalmente descontrolado”, afirmou.

    Em entrevista à TV Verdes Mares, o promotor Aureliano Rebouças Júnior negou que tenha cometido as acusações. O Ministério Público do estado, em nota, disse que “repudia todo e qualquer ato de violência, principalmente contra mulheres”.

    “Sobre a notícia veiculada na imprensa, o MPCE está adotando todas as providências para a apuração do fato mencionado com absoluta isenção, providenciando para tanto a instauração de procedimento investigatório, tal como determina a legislação”, complementou a nota do órgão ministerial.
    A Polícia Militar informou que o suspeito e as duas vítimas foram apresentados na Delegacia de Defesa da Mulher, onde foi feito um boletim de ocorrência por lesão corporal dolosa.

    A polícia informou que, segundo relatos, o homem, que se identificou como promotor de justiça do estado, havia importunado sexualmente uma mulher, e empurrado uma segunda mulher que se lesionou.

  • Casal preso no Ceará por divulgar Jogo do Tigre morava em casa de luxo com Porsche na garagem

    Casal preso no Ceará por divulgar Jogo do Tigre morava em casa de luxo com Porsche na garagem

    O principal alvo da operação foi uma influenciadora digital e divulgadora do jogo. Com ela, os policiais apreenderam um Porsche, outros dois de luxo, além de três motocicletas e uma moto-aquática.

    O casal de influenciadores digitais preso nesta sexta-feira (15) em Fortaleza por promover o “Fortune Tiger”, conhecido como “Jogo do tigrinho”, alugou vários quartos de hotel de luxo em Fortaleza para receber convidados. Os chefes do grupo foram presos onde estavam hospedados para a realização da festa de lançamento de plataforma de jogos de azar ilegais.

    Eles moravam em uma mansão no Porto das Dunas, no litoral cearense, onde o metro quadrado é um dos mais caros do Ceará. Na garagem dele havia um Porsche avaliado em R$ 475 mil, apreendido na operação.

    Segundo a polícia, o principal alvo da operação foram Skarlete Melo e Erick Costa, divulgadores do jogo. Além dos dois, foram cumpridos 10 mandados de prisão no Ceará e no Maranhão.

    O jogo do tigrinho é irregular, e a divulgação dele é crime. Apostadores denunciam que sempre perdem quando fazem apostas no Fortune Tiger e não há possibilidade de vencer. Para divulgar a plataforma irregular, influenciadores com muitos seguidores nas redes sociais recebem dinheiro para fazer publicidade, o que é considerado crime.

    A Polícia do Maranhão realizou operações contra influenciadores em setembro pela divulgação ilegal do jogo de azar. Com o cerco fechando para os divulgadores do estado, eles migraram para o Ceará, onde continuaram a prática ilegal.

    Em setembro, foram cumpridos no total cinco mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais, incluindo uma oficina mecânica, em São Luís.

    Lei proíbe o jogo
    O Fortune Tiger, um dos jogos ilegais afetados pela nova lei, já havia sido alvo de uma operação da Polícia Civil, em 26 de setembro, que apurava como influenciadores digitais estariam ganhando dinheiro ao apoiar e divulgar o game de apostas.

    Antes, divulgar o Fortune Tiger já era considerado um ato ilegal por ir contra a Lei de Contravenções Penais que considera crime os jogos de azar em que o ganho ou a perda dependem da sorte.

    Agora, com a Lei estadual n.º 12.099, os influencers também passaram a estar sujeitos a uma sanção administrativa, com aplicação de multa de até R$ 1 milhão.

     

  • Clientes que tiveram fotos nuas vazadas relatam que dona de clínica procurou vítimas para se defender: ‘história totalmente fantasiosa’

    Clientes que tiveram fotos nuas vazadas relatam que dona de clínica procurou vítimas para se defender: ‘história totalmente fantasiosa’

    Dona da clínica, denunciada por gravações, negou o crime, afirmou que teve o celular hackeado e que foi vítima de extorsão. Polícia investiga o caso.

    As clientes de uma clínica de estética de Fortaleza que denunciaram ter sido filmadas nuas, sem autorização, pela dona do estabelecimento contaram ao g1 que a proprietária criou um grupo de WhatsApp com as vítimas para afirmar que era inocente.

    Conforme os depoimentos de três testemunhas, após a exposição das imagens das clientes por um suposto hacker na última segunda-feira (11), a dona da clínica, Val Silveira, reuniu uma série de vítimas no grupo do WhatsApp e apresentou sua versão da história.

    “Ela criou um grupo, me colocou e colocou outras vítimas. O nome do grupo era ‘Vou provar que eu sou inocente’. Ela criou uma fantasia tão grande, que foi o que me trouxe mais nojo. Ela mesma foi na delegacia fazer um B.O, com uma história totalmente fantasiosa”, contou a profissional de marketing Beth Campêlo, uma das mulheres filmadas sem consentimento.

    Val também enviou o boletim de ocorrência (BO) que registrou na Polícia. Em depoimento, a proprietária da clínica disse que foi alvo de uma quadrilha que instalou aplicativos que permitiam controlar o celular dela. Conforme a empresária, os criminosos fizeram as filmagens das clientes nuas sem que ela soubesse.

    Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Ceará afirmou que investiga a denúncia de crime contra a dignidade sexual, praticado em ambiente virtual, conforme relatam as clientes que tiveram imagens íntimas vazadas. A Delegacia de Defraudações e Falsificações destacou que a dona da clínica também registrou um boletim de ocorrência em que afirma que teve seu perfil invadido.

    Em um dos áudios enviados às vítimas, ao qual o g1 teve acesso, Val afirma que está de consciência limpa.

    “O que é que eu vou dizer para vocês: eu tô passando por muita coisa que eu não falar tudo porque é coisa minha, mas isso aí que foi exposto eu passei tudo para a polícia, vai ter uma investigação. Quem não acredita em mim, eu entendo perfeitamente, é direito da pessoa não acreditar, mas a polícia está investigando. Eu me resguardei porque minha consciência está limpa e meu caráter também”, disse a dona da clínica.

    Em conversa com a reportagem, Val afirmou que era extorquida por um homem com quem se relacionava online e pelos comparsas dele. Ao g1, a mulher afirmou que gravou os vídeos sob coação por ordem da quadrilha e que não sabe qual o destino das imagens.

    A informação é diferente da que consta no boletim de ocorrência prestado pela dona da clínica, ao qual o g1 teve acesso. No documento, ela afirma que a quadrilha teria instalado aplicativos que davam acesso a todo o sistema do seu celular, e que nunca fazia vídeos das clientes por conta própria, apenas fotos.

    Mulheres eram filmadas enquanto se trocavam

    Conforme uma vítima que prefere não se identificar relatou ao g1, ela frequentava a clínica há cerca de dois meses para fazer serviços de drenagem após ter passado por uma cirurgia no abdômen.

    “Ela sempre filmava a gente sem a gente perceber. Ela ficava em um canto sentada, numa mesinha que ela tinha, enquanto a gente botava a cinta ou alguma coisa do tipo, porque como era um procedimento muito invasivo, que também pegava as partes íntimas, querendo ou não a gente tinha que ficar sem roupa, mas em nenhum momento a gente esperava que tava sendo filmada”, desabafa.
    A vítima duvida da versão apresentada por Val Silveira, de que a filmagem era feita por terceiros por meio de um aplicativo que controlava seu celular.

    “Eu não sabia que estava sendo filmada e ela alega que o celular dela foi invadido, que colocaram um aplicativo que ele filmava 24 horas, sendo que isso é mentira, entendeu? Porque tem algumas filmagens que aparece eu nem olhando para câmera, eu totalmente olhando para o outro lado, então assim ela filmava essas clientes indevidamente, sem a nossa autorização”, completa.

    Vídeo do Fantástico de novembro mostra como aplicativos estão sendo usados para falsificar nudes:

    Vítimas se preocupam para onde imagens foram enviadas
    Além de denunciar a gravação sem consentimento, as mulheres filmadas também denunciam a exposição que estão sofrendo nas redes sociais e temem que os vídeos gravados estejam circulando em outras plataformas.

    No dia em que começou a publicação dos vídeos, o suposto hacker afirmou que a dona da clínica estava vendendo os vídeos que gravava das clientes. No entanto, quem respondeu às publicações para receber mais provas, conforme pedia o suposto hacker, não recebeu respostas sobre para onde os vídeos eram enviados ou mesmo se eram enviados para algum espaço.

    “A gente não sabe de site, a gente não sabe para quem foi que ela vendeu. Dizem que para pessoas de fora, dizem que é para homens que têm dinheiro. Eu não sei”, afirmou a vítima ao g1.

    “A pessoa [que está postando] disse que tem vários vídeos, vários vídeos que ela fez, não foi só um nem dois, são vários. Ou seja, eu fui para lá mais de 30 vezes, então deve ter muitos vídeos meu ainda para rolar”, lamenta.

    O g1 conversou com uma outra cliente da clínica. Ela buscou a reportagem após descobrir que sua irmã e uma colega, que frequentavam o local, haviam sido filmadas nuas sem consentimento. Conforme esta cliente, a dona da clínica costumava fingir que estava usando o celular para outros assuntos enquanto filmava as vítimas.

    “Quando você vai fazer um procedimento assim estético, você fica mais à vontade, a pessoa está ali de costas, nem percebe que está sendo filmada, e você vê ali que ela fica geralmente em uma cadeirinha mexendo no celular, como se estivesse mandando áudio, como se estivesse mandando mensagem, enquanto você está se trocando. Mas ela não está mexendo no celular, gravando áudio, fazendo outra coisa, ela está filmando você”, afirma.
    Esta segunda cliente também destacou que as filmagens não ocorriam no momento em que a dona da clínica ia registrar o resultado dos procedimentos, prática comum no mercado.

    “Ela realmente pede para tirar foto do antes e do depois. Só que os vídeos publicados não são de antes e depois. E mesmo que fossem, era para ser foto da pessoa vestida de biquíni, não da pessoa nua. Porque a pessoa não autorizou isso. Os vídeos que foram publicados foram de outros momentos, quando a pessoa está ali se trocando para subir na maca e ela tá ali escondidinha, fingindo que tá mexendo no celular, quando, na verdade, ela tá filmando”, completou.

    Assim como a primeira vítima com quem o g1 conversou, a segunda cliente tem receio de onde os vídeos gravados possam ter sido compartilhados. “Minha colega, ela não está saindo para trabalhar, ela não tá se alimentando, ela tá muito nervosa porque a gente não sabe onde é que esses vídeos foram parar”, revela.

    Dona da clínica diz que foi hackeada e vítima de extorsão
    Em entrevista ao g1, a dona da clínica, compartilhou o boletim de ocorrência com a reportagem. Conforme a mulher, ela vinha mantendo um relacionamento online com um suposto empresário de São Paulo, e os dois teriam marcado um encontro presencial em novembro em Fortaleza.

    De acordo com a mulher, o homem não apareceu no encontro, mas enviou um grupo de pessoas que teriam roubado seus celulares e afirmado que iriam controlar sua clínica. No período entre o encontro e a publicação indevida das imagens, ela diz ter sido extorquida em cerca de R$ 10 mil.

    No boletim de ocorrência, ela também diz que o grupo instalou aplicativos que permitiam controlar seu celular e que eles haviam feito as filmagens sem o seu consentimento.

    Em conversa com o g1 na tarde da terça-feira (12), contudo, a dona da clínica contou que ela mesmo havia feito as gravações, mas que estava sendo obrigada a gravar as clientes pelo grupo, e que não sabia qual o uso que eles fariam das imagens.

    Ela também disse que o grupo vinha controlando as suas redes sociais há algum tempo, e que os vídeos começaram a ser publicados após descumprir as ordens deles.

  • Homem apontado como líder de furto milionário ao Banco Central de Fortaleza é preso no interior de SP

    Homem apontado como líder de furto milionário ao Banco Central de Fortaleza é preso no interior de SP

    Crime ocorreu em 2005 e é considerado um dos maiores assaltos da história do país. Suspeito foi condenado a 29 anos de prisão e estava foragido.

    Um homem apontado como um dos líderes do furto ao Banco Central de Fortaleza (CE), em 2005, foi preso nesta terça-feira (19) em Sumaré (SP), no interior de São Paulo.

    O crime passou a ser considerado um dos maiores assaltos da história do país depois que uma quadrilha entrou na caixa-forte do banco e levou quase R$ 165 milhões (relembre abaixo).

    A prisão de “Bocão”, que foi condenado a 29 anos de prisão e estava foragido, foi feita após um trabalho de inteligência da Polícia Militar.

    Ele estava em um imóvel no Jardim Salermo, onde havia cerca de 1 quilo de cocaína, 1,5 quilo de maconha, balanças de precisão, dinheiro e diversos celulares.

    Segundo a polícia, a casa funcionava como um centro de distribuição de drogas. Dois homens e uma mulher que estavam no local também foram presos em flagrante.

    Eles devem responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Os três foram levados para o 77º DP e passarão por audiência de custódia.

    Relembre o caso
    Na madrugada de 5 para 6 de agosto de 2005, uma quadrilha entrou no caixa-forte do Banco Central através de um túnel, levando mais de três toneladas em notas de R$ 50. Para retirar o dinheiro, passaram por baixo de uma das mais movimentadas vias do Centro de Fortaleza, a Avenida Dom Manuel.

    O túnel partia de uma casa alugada pela quadrilha. O crime só foi descoberto no início do expediente da segunda-feira, dia 8 de agosto. Dos R$ 164,7 milhões furtados, a Polícia Federal estima que, no máximo, R$ 60 milhões foram recuperados, por meio da venda de bens dos participantes ou pelo resgate de quantias em espécie durante as investigações.