Tag: deputado federal

  • Aos 30 anos, Adriel Brendown intensifica pré-campanha a deputado federal com agenda em 23 cidades da Bahia

    Aos 30 anos, Adriel Brendown intensifica pré-campanha a deputado federal com agenda em 23 cidades da Bahia

    Advogado, empresário e comunicador aposta no contato direto com a população e defende desburocratização, empreendedorismo, esporte e educação como pilares de sua pré-candidatura

    Aos 30 anos, Adriel Brendown Torres Maturino imprime um ritmo acelerado à sua Pré-candidatura a Deputado Federal. Com uma bagagem que combina o exercício do Direito, a vivência no jornalismo e a expertise empresarial — evidenciada pela gestão da LFTV na Bahia e a fundação da TV Nação em Brasília —, o pré-candidato tem se tornado um nome de peso no cenário político baiano.

    Diferente de muitos nomes da nova geração, que limitam sua atuação ao ambiente digital, Adriel aposta na “política de sola de sapato”. Até o momento, o pré-candidato já percorreu 23 cidades, onde tem se destacado pela proximidade com o eleitorado. “Gosto de lidar com as pessoas e não tenho medo de sentar para conversar”, afirma, reforçando sua convicção de que o verdadeiro entendimento das demandas nacionais passa pelo contato direto com a realidade das comunidades.

    Visão de país e propostas estruturantes

    Em suas andanças, o discurso de Adriel é pautado por três pilares fundamentais: o fomento ao esporte como ferramenta de transformação social, a esperança por um Brasil mais eficiente e o apoio ao empreendedorismo com geração de emprego e oportunidade.

    Para o pré-candidato, o caminho para o desenvolvimento passa pela redução da burocracia. Ele defende que, ao oferecer estrutura e menos travas aos empreendedores, o país criará o ambiente necessário para o aquecimento real da economia, gerando mais emprego e renda para as famílias brasileiras.

    Entre sonhos e trajetória: o fator educação

    Ao olhar para a própria trajetória, Adriel revela facetas pouco conhecidas que norteiam suas metas políticas. Filho de pedagoga, o desejo de infância de ser jogador de futebol — um sonho que divide com a grande maioria dos brasileiros — convive hoje com uma aspiração mais madura e profunda: ocupar um dia grande cargo na Educação.

    Mais do que uma ambição de cargo, esse objetivo reflete sua crença central. Para Adriel, a educação não é apenas uma diretriz de governo, mas a única solução viável para aqueles que planejam o futuro do país a longo prazo.

    Raízes e valores

    Nascido em Camaçari e morador de Lauro de Freitas, Adriel carrega consigo a importância das relações familiares como base de sua formação. Filho de Adailton e Marilene (conhecida carinhosamente como “Mari Kids”), ele também não cria distinções entre os pais Geciane e Paulo que foram fundamentais em sua criação. Irmão mais velho de quatro filhos por parte de mãe e uma irmã por parte de pai, o pré-candidato é descrito pelos pais como um homem de valores sólidos.

    “Sempre me preocupei com meu filho, por ter um coração muito bom. Tinha medo que o mundo o decepcionasse”, confessa Marilene.

    “Meu filho sempre foi paciente, temente a Deus e dedicado, com um coração leve e tratando bem sem olhar a quem”, complementa Adailton.

    Entre os amigos, Adriel é conhecido como resolvedor de problemas ou um Porto Seguro. Com apenas 30 anos de idade, preserva amizades de 10, 15 e por incrível que pareça no mundo de hoje, 23 anos de relacionamento. Através destes e da família, já angaria apoio em 53 municípios baianos.

    Com uma pré-campanha que ganha tração e uma narrativa focada em proximidade e resultados, Adriel Brendown se posiciona como uma das vozes jovens a observar nos próximos meses, unindo a energia de sua geração com a sensibilidade de quem conhece, de perto, o valor de cada conversa e o peso de cada sonho.

  • Direto de Brasília: jovem advogado Adriel anuncia pré-candidatura a deputado federal pelo Republicanos

    Direto de Brasília: jovem advogado Adriel anuncia pré-candidatura a deputado federal pelo Republicanos

    Natural de Camaçari, Adriel afirma já contar com apoio em 38 municípios e defende fortalecimento do empreendedorismo e políticas sociais

    O advogado Adriel, de 30 anos, anunciou oficialmente sua pré-candidatura a deputado federal após receber convite do partido Republicanos. O comunicado foi feito diretamente de Brasília, marcando o início de uma nova etapa em sua trajetória política.

    Natural de Camaçari, na Bahia, Adriel destacou que sua atuação política tem sido construída a partir do diálogo com jovens, empreendedores e lideranças ligadas a projetos sociais. Atualmente morando entre Lauro de Freitas e Salvador, o pré-candidato afirmou que já possui apoio político em 38 municípios baianos.

    Segundo ele, o objetivo da pré-candidatura é fortalecer pautas voltadas ao desenvolvimento social, geração de oportunidades e incentivo ao empreendedorismo. “A política foi feita para ajudar o povo”, afirmou Adriel ao comentar suas propostas e prioridades para o mandato.

    Com discurso voltado à renovação política e à aproximação com a população, o jovem advogado pretende intensificar agendas em diversas regiões da Bahia nos próximos meses, ampliando o diálogo com lideranças comunitárias, juventude e setores produtivos.

    A expectativa é que a pré-campanha ganhe força ao longo do segundo semestre, consolidando alianças e fortalecendo sua presença política no estado.

  • Robson Ouro Preto troca o PRTB pelo PL e entra na disputa por vaga na Câmara Federal

    Robson Ouro Preto troca o PRTB pelo PL e entra na disputa por vaga na Câmara Federal

    Movimento marca nova fase política de pernambucano, com foco em pautas sociais, fortalecimento do terceiro setor e ampliação de sua atuação nacional

    O empresário pernambucano Robson Ouro Preto deu um passo importante em sua trajetória política ao deixar a presidência estadual do PRTB e oficializar sua filiação ao Partido Liberal (PL), uma das maiores siglas do cenário nacional.

    Com a nova fase, Robson confirma sua pré-candidatura a deputado federal, fortalecendo seu posicionamento e ampliando sua atuação no cenário político brasileiro.

    Reconhecido por sua atuação estratégica e influência na comunicação digital, Ouro Preto chega ao PL com o compromisso de defender pautas sociais relevantes e de grande impacto para a população.

    Entre as principais causas que o pré-candidato pretende levantar e defender, destacam-se:
        •    Fortalecimento do 3º setor, com apoio a associações, ONGs e institutos
        •    Desenvolvimento de projetos voltados para pessoas com autismo
        •    Defesa da causa animal
        •    Incentivo à cultura
        •    Investimento em esportes como ferramenta de transformação social

    Segundo aliados, a chegada de Robson Ouro Preto ao PL representa não apenas um reforço político, mas também a consolidação de um projeto voltado para inclusão, desenvolvimento social e fortalecimento de iniciativas que impactam diretamente a vida das pessoas.

  • Imagens Inéditas Revelam Deputado Da Cunha Proferindo Insultos e Ameaças de Morte Contra Ex-Companheira

    Imagens Inéditas Revelam Deputado Da Cunha Proferindo Insultos e Ameaças de Morte Contra Ex-Companheira

    No último domingo (17), o programa Fantástico abordou a grave acusação de violência doméstica contra o deputado federal Carlos Alberto da Cunha (PP-SP), mais conhecido como “Delegado da Cunha”, que enfrenta uma acusação judicial por ameaçar e agredir sua ex-companheira, Betina Grusiecki.

    O programa revelou um vídeo inédito, gravado por Betina, no qual é possível ouvir os insultos e ameaças proferidos pelo deputado. Betina relatou à Justiça que Da Cunha a agrediu fisicamente, chegando a bater sua cabeça contra a parede e tentar sufocá-la.

    Carlos Alberto da Cunha, de 46 anos, alcançou a posição de deputado federal por São Paulo após ganhar notoriedade na internet por seus vídeos relacionados a operações policiais.

    O deputado se tornou réu em outubro do ano anterior devido a uma ação judicial movida por Betina Grusiecki, na qual é acusado de violência doméstica, ameaça e danos materiais. O caso ainda aguarda julgamento.

    Betina e Da Cunha mantiveram um relacionamento por três anos, sem terem filhos em comum. Durante esse período, Betina relatou à Justiça episódios frequentes de agressão verbal e física por parte do deputado.

    O ápice da violência ocorreu em 13 de outubro do ano passado, quando Betina foi agredida verbalmente e, posteriormente, fisicamente, conforme registrado no vídeo divulgado pelo Fantástico.

    O vídeo captura momentos de extrema tensão, nos quais Da Cunha faz ameaças de morte à ex-companheira. Betina clama por socorro e chega a chamar a polícia.

    O Instituto Médico Legal (IML) atestou as lesões sofridas por Betina, corroborando suas alegações de agressão física.

    Apesar de negar as acusações e tentar justificar seus atos com argumentos psicológicos e espirituais, o deputado teve medidas protetivas emitidas contra ele, ordenando a entrega de suas armas e protegendo Betina e seus pais.

    A defesa do deputado expressou sua intenção de submeter o vídeo a perícia, alegando que não passou por essa avaliação oficial. No entanto, ressaltou que os eventos ocorreram em um contexto de brigas conjugais e que episódios isolados não devem ser relacionados ao seu mandato parlamentar.

    Betina optou por não conceder entrevista ao Fantástico, enquanto a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que o deputado está afastado de suas funções para exercer suas atividades parlamentares, enfrentando cinco procedimentos na Corregedoria, ainda sem decisão definitiva. O deputado, por sua vez, não concedeu entrevista diretamente, mas seu advogado falou em seu nome.

  • Deputado Carlos Jordy tem arma, celulares, notebook e passaporte apreendidos em operação da PF

    Deputado Carlos Jordy tem arma, celulares, notebook e passaporte apreendidos em operação da PF

    Arma e munição estavam legalizadas. Sobre a operação, Jordy declarou que foi vítima de uma ‘pesca probatória’ e que crê ser alvo de uma armação.

    Agentes da Polícia Federal apreenderam uma pistola, carregadores, munição, telefones celulares, um notebook, R$ 1 mil em espécie e o passaporte do deputado federal Carlos Jordy (PL), alvo de buscas na 24ª fase da Operação Lesa Pátria, deflagrada nesta quinta-feira (18).

    O g1 apurou que Jordy tinha permissão para ter a pistola, mas que os mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) mandavam apreender armas legalizadas ou não.

    A operação da PF tem como objetivo identificar pessoas que planejaram, financiaram e incitaram os atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

    A TV Globo apurou que, segundo o inquérito, Jordy trocou mensagens com um grupo de golpistas no Rio de Janeiro e passou orientações sobre os atos antidemocráticos.

    Agentes da PF cumpriram os mandados na Câmara dos Deputados e a residência do parlamentar, em Itaipu, bairro de Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

    Deputado nega relação com os atos
    O deputado prestou depoimento chegou no fim da manhã à sede da PF no Rio de Janeiro para depor.

    Antes de ser ouvido na PF, Jordy falou à imprensa.

    “Eu tenho muita tranquilidade. A não ser que estejam fazendo alguma armação para mim. E tudo me leva a crer que é isso. É uma pesca probatória com viés político”, declarou.

    “Não conheço ninguém que esteve no 8 de janeiro. Eu não tenho nada que possa me incriminar. Não existem essas mensagens. Isso, nós vamos provar.”
    Nas redes sociais, Jordy tinha declarado que a busca é “uma medida autoritária, sem fundamento, sem indício algum, que somente visa perseguir, intimidar e criar narrativa às vésperas de eleição municipal”.

    “Fui acordado hoje às 6h, estava dormindo com a minha filha e a minha esposa. E fui acordado com fuzil no rosto pela Polícia Federal”, afirmou Jordy.

    A PF nega que tenha acordado o deputado com ‘fuzil no rosto’.

    “É inacreditável o que nós estamos vivendo. Esse mandado de busca e apreensão que foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, isso aí é a verdadeira constatação de que estamos vivendo em uma ditadura”, declarou.

    Há buscas também no interior do RJ: entre os alvos, estão pessoas que montaram acampamento em frente à 2ª Companhia de Infantaria em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

    A Lesa Pátria até agora
    Nas 23 fases anteriores da Lesa Pátria, segundo a PF:

    Mandados de prisão preventiva: 97
    Mandados de busca e apreensão: 313
    Valores de bens apreendidos: R$ 11.692.820,29
    Valores de veículos apreendidos: R$ 5.032.147
    Valores de ônibus apreendidos: R$ 8.400.000
     

  • Deputado Carlos Jordy é alvo de buscas na Câmara na Operação Lesa Pátria

    Deputado Carlos Jordy é alvo de buscas na Câmara na Operação Lesa Pátria

    Nas redes sociais, Jordy declarou que a busca é ‘uma medida autoritária, sem fundamento, sem indício algum, que somente visa perseguir, intimidar e criar narrativa às vésperas de eleição municipal’.

    O deputado federal Carlos Jordy (PL) é alvo de buscas na 24ª fase da Operação Lesa Pátria, deflagrada nesta quinta-feira (18) pela Polícia Federal (PF), com o objetivo de identificar pessoas que planejaram, financiaram e incitaram os atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

    A TV Globo apurou que, segundo o inquérito, Jordy trocou mensagens com um grupo de golpistas no Rio de Janeiro e passou orientações sobre os atos antidemocráticos.

    Agentes da PF foram até a Câmara dos Deputados e a residência do parlamentar para cumprir mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra Jordy. Na casa dele, a PF apreendeu uma arma e R$ 1 mil.

    Há buscas também no interior do RJ: entre os alvos, estão pessoas que montaram acampamento em frente à 2ª Companhia de Infantaria em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

    Nas redes sociais, Jordy declarou que a busca é “uma medida autoritária, sem fundamento, sem indício algum, que somente visa perseguir, intimidar e criar narrativa às vésperas de eleição municipal”.

    “Fui acordado hoje às 6h, estava dormindo com a minha filha e a minha esposa. E fui acordado com fuzil no rosto pela Polícia Federal”, afirmou Jordy. O g1 entrou em contato e aguarda retorno da PF.

    “É inacreditável o que nós estamos vivendo. Esse mandado de busca e apreensão que foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, isso aí é a verdadeira constatação de que estamos vivendo em uma ditadura”, declarou.

    Os crimes que envolvem o cumprimento dos mandados de busca e apreensão são abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa e incitação ao crime.

    “Eu, em momento algum do 8 de janeiro, eu incitei, falei para as pessoas que aquilo ali era correto. Pelo contrário. Em momento algum eu estive nos quartéis-generais quando estavam acontecendo todos aqueles acampamentos. Nunca apoiei nenhum tipo de ato, tanto anterior ou depois no 8 de janeiro. Embora as pessoas tivessem todo o seu direito de fazer suas manifestações contra o governo eleito”, emendou Jordy.

    O deputado foi intimado a depor e informou que vai à sede da PF no Rio às 11h.

    A Lesa Pátria até agora
    Nas 23 fases anteriores da Lesa Pátria, segundo a PF:

    Mandados de prisão preventiva: 97
    Mandados de busca e apreensão: 313
    Valores de bens apreendidos: R$ 11.692.820,29
    Valores de veículos apreendidos: R$ 5.032.147
    Valores de ônibus apreendidos: R$ 8.400.000
     

  • TSE decide cassar mandato do deputado federal Marcelo de Lima, de São Paulo, por infidelidade partidária

    TSE decide cassar mandato do deputado federal Marcelo de Lima, de São Paulo, por infidelidade partidária

    Partido Solidariedade alegou que o deputado deixou o partido em fevereiro sem justa causa, o que não é permitido pela legislação. Há possibilidade de recursos no próprio TSE e no Supremo Tribunal Federal.

    Por 5 votos a 2, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral decidiram, nesta terça-feira (7), decretar a perda de mandato do deputado federal Marcelo de Lima Fernandes (SP) por infidelidade partidária.

    O parlamentar foi eleito em 2022 pelo Solidariedade e atualmente está no PSB. O suplente, que deverá assumir o mandato, é o ex-deputado Paulinho da Força.

    O Solidariedade alegou que o deputado deixou o partido em fevereiro deste ano sem apresentar a chamada justa causa – requisito necessário para manter o mandato mesmo com a mudança de siglas.

    Pela legislação, é considerada que há justa causa quando:

    há incorporação ou fusão ou criação de novo partido;
    quando ocorre “mudança substancial ou o desvio reiterado do programa partidário e a grave discriminação pessoal”.
    A defesa do deputado argumentou que ele saiu da sigla porque o partido não atingiu os requisitos da cláusula de desempenho (eleição de um número mínimo de parlamentares para ter acesso a recursos do fundo partidário e tempo de rádio e TV) nas eleições.

    O SD não obteve o número mínimo na disputa do ano passado, mas passou a preencher os requisitos quando houve a incorporação do PROS. Segundo os advogados, a saída de Fernandes aconteceu antes desta incorporação.

    O ministro Ramos Tavares, relator do caso, tinha votado pela perda de mandato no fim de agosto. Em setembro, um pedido de vista do ministro Nunes Marques, suspendeu a análise da questão.

    Agora, o caso voltou à pauta, com a divergência aberta por Nunes Marques, contra a perda do mandato. O ministro Raul Araújo seguiu o posicionamento de Marques.

    Acompanharam o relator a ministra Cármen Lúcia e os ministros Benedito Gonçalves, Floriano de Azevedo Marques e o presidente Alexandre de Moraes.

    É possível a apresentação de recursos, dentro do TSE e ao Supremo Tribunal Federal.

    O tribunal determinou que a comunicação à Câmara será imediata, independentemente da publicação da decisão colegiada, o chamado acórdão.

    Pela Constituição, quando há perda de mandato de deputado decretada pela Justiça Eleitoral, cabe à Mesa da Câmara formalizar a medida no âmbito interno, a partir de pedido de partido político.

     

  • Fotos mostram deputado Da Cunha ferido, sangue em apartamento e roupas da ex-companheira danificadas

    Fotos mostram deputado Da Cunha ferido, sangue em apartamento e roupas da ex-companheira danificadas

    Deputado foi denunciado pelo Ministério Publico pelos crimes de lesão corporal, ameaça e dano. Ele nega as acusações.

    Imagens obtidas pelo g1 nesta sexta-feira (27) mostram os momentos após o suposto caso de agressão do deputado federal Carlos Alberto da Cunha (PP) contra a ex-companheira dele, a nutricionista Betina Grusiecki. Nas fotos, é possível ver um corte no rosto do parlamentar, assim como sangue espalhado pelo chão do apartamento, além das roupas ‘destruídas’ da mulher.

    Da Cunha tinha uma união estável há 3 anos com Betina. O crime teria acontecido no apartamento do casal no bairro Aparecida, em Santos, no litoral de São Paulo. O deputado foi denunciado pelo Ministério Público (MP) pelos crimes de lesão corporal, ameaça e dano. Ele nega as acusações.

    Na primeira foto, o deputado aparece com um corte acima de uma das sobrancelhas. O ferimento teria sido causado quando Betina jogou um secador de cabelos nele para se defender das agressões sofridas, conforme registrado por ela em boletim de ocorrência. O g1 apurou que o parlamentar passou por sutura e curativo no Hospital Beneficência Portuguesa, também em Santos (SP).

    Outras imagens mostram sangue espalhado pelo chão do apartamento (veja abaixo). Neste sentido, uma foto mostra uma menina, apontada como filha do deputado, exibindo o rosto com marcas de sangue. A defesa dele informou ao g1 que a criança não foi vítima de violência, e que isso aconteceu após ela abraçá-lo enquanto estava ferido.

    Roupas danificadas
    Betina também acusou Da Cunha de ter destruído roupas e pertences dela. Duas fotos, obtidas pela reportagem, mostram peças da mulher que foram danificadas e manchadas (veja abaixo).

    Conforme relatado por Betina no BO, o deputado bateu a cabeça dela na parede e fez ameaças de morte antes de quebrar os óculos e destruir as roupas dela.

    Advogados das partes
    Ao g1, o advogado Eugênio Malavasi, que representa o deputado no processo, afirmou que o cliente “lamenta o vazamento das imagens”. O parlamentar alegou também que a filha dele tem 10 anos e ficou com as marcas de sangue após abraçar o pai após o “incidente”.

    “A defesa esclarece, ainda, que não houve qualquer agressão física ou verbal em face da filha do deputado da Cunha”, acrescentou o advogado, por meio de nota.

    A advogada Gabriela Manssur, que representa Betina, afirmou que, conforme denúncia já oferecida pelo Ministério Público e as declarações da nutricionista durante o registro do BO, a cliente alega ter sido vítima de agressão e ameaça, agindo em legítima defesa.

    Defesa
    Na época da acusação, a assessoria de imprensa do deputado Da Cunha enviou uma nota informando que ele nega veementemente que tenha agredido a companheira. “Houve uma discussão, em meio à comemoração de seu aniversário, mas em nenhum momento ocorreu qualquer tipo de violência física de sua parte”, diz o comunicado.

    Já nesta quarta-feira (25), a assessoria de imprensa do parlamentar informou que ele “aguarda a definição do foro adequado de tramitação”. Ainda segundo a nota, Da Cunha aguardará a decisão com serenidade, pois ainda não houve o recebimento da denúncia.

    “Uma vez oferecida a denúncia, o Poder Judiciário tem que aceitá-la para começar o processo. O recebimento é a aceitação da denúncia e não houve ainda”, explicou o advogado dele, Eugênio Malavasi.

    Acusação
    O g1 teve acesso ao boletim de ocorrência feito pela nutricionista Betina Grusiecki, de 28 anos, por lesão corporal, ameaça, injúria e violência doméstica. De acordo com o depoimento da mulher, Da Cunha começou uma discussão com a companheira após consumir bebida alcoólica no sábado (14) e, em determinado momento, ele passou a xingá-la de “lixo” e “putinha”.

    Em seguida, o delegado começou as agressões. Segundo a vítima, ela chegou a desmaiar após Da Cunha apertar o pescoço e bater a cabeça dela na parede. Betina disse que quando acordou, viu o homem voltar em sua direção e, para se defender, jogou um secador de cabelos nele.

    O deputado voltou a bater a cabeça da companheira contra a parede e fez ameaças. “Vou encher de tiros a sua cabeça, vou te matar e vou matar sua mãe”, teria dito Da Cunha, antes de quebrar o óculos e destruir as roupas da mulher, segundo o boletim de ocorrência. A Justiça deferiu uma medida protetiva em desfavor do deputado federal.

    Um vídeo obtido pelo g1 mostra o deputado federal Carlos Alberto da Cunha (PP), acusado de agredir a companheira até ela desmaiar, falando sobre a importância do combate a violência doméstica (assista acima).

    No vídeo publicado em agosto de 2020, o delegado conversou com o ex-deputado federal Arnaldo Faria de Sá sobre a lei Maria da Penha e o Estatuto do Idoso. Na conversa, ele citou as vítimas de violência doméstica e idosos como “minorias que estão desprotegidas”.

    Quem é Da Cunha?
    Em 2022, Da Cunha foi eleito deputado federal por São Paulo, sendo o 24ª candidato mais votado. Ele contabilizou 181.568 votos pelo Progressistas.

    O delegado começou a fazer sucesso na internet com vídeos que mostram operações policiais e o dia-a-dia dos agentes. Em 2021, ele relatou em seu canal no YouTube que tinha sido afastado das ruas e teve que entregar as armas e distintivo por conta de uma declaração feita durante participação em um podcast com o vereador e ex-PM Gabriel Monteiro (PSD).

    Na ocasião, ele falou “que há grande corrupção no alto escalão da PM do Rio de Janeiro”. Em seguida, ele falou que há ratos dentro da Polícia.

    No mesmo ano, ele pediu licença de dois anos da Polícia Civil e, pouco tempo depois, confessou publicamente que encenou o vídeo do flagrante de um sequestro em uma comunidade da capital paulista, em julho de 2020. Neste ano, a arma e distintivos de Da Cunha foram devolvidos ao deputado.

  • Justiça proíbe deputado Da Cunha de se aproximar de mulher após acusação de agressão e ameaças de morte

    Justiça proíbe deputado Da Cunha de se aproximar de mulher após acusação de agressão e ameaças de morte

    Nutricionista Betina Grusiecki registrou boletim de ocorrência contra o deputado federal Carlos Alberto da Cunha (PP) por lesão corporal, ameaça, injúria e violência doméstica. Ele nega as acusações.

    A Justiça deferiu uma medida protetiva em desfavor do deputado federal Carlos Alberto da Cunha (PP), conhecido como youtuber e delegado Da Cunha, acusado de agredir a companheira e nutricionista Betina Grusiecki dentro do apartamento em que moravam em Santos, no litoral de São Paulo. O boletim de ocorrência foi registrado como lesão corporal, ameaça, injúria e violência doméstica. O deputado negou as acusações (leia mais abaixo).

    Segundo apurado pelo g1 nesta quarta-feira (18), a aplicação das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha em desfavor do deputado federal foram deferidas pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) após a grande repercussão do caso, que segue sob segredo de Justiça.

    Dessa forma, Da Cunha deve-se manter afastado do apartamento em que morava com Betina, devendo providenciar que outra pessoa retire os objetos pessoais dele do local.

    Além disso, o delegado fica proibido de aproximar-se da nutricionista, sendo fixado um limite mínimo de distância entre eles de 300 metros, e não poderá manter contato com ela e com testemunhas por qualquer meio de comunicação e mídias sociais.

    As medidas, segundo apurado pelo g1, são válidas pelo prazo de 90 dias. Em caso de descumprimento, Da Cunha poderá ser preso em flagrante, ou ainda, ter contra si decretada a prisão preventiva à garantia da execução das medidas.

    Denúncia

    O crime aconteceu em um apartamento em um condomínio na Rua Ricardo Pinto, no bairro Aparecida. A mulher, de 28 anos, relatou à Polícia Civil que tem união estável com o deputado há três anos e mora junto com ele.

    De acordo com o depoimento dela às autoridades, Da Cunha começou uma discussão com a companheira após consumir bebida alcoólica no último sábado (14) e, em determinado momento, passou a xingá-la de “lixo” e “putinha”.

    Em seguida, o delegado começou as agressões. Segundo a vítima, ela chegou a desmaiar após Da Cunha apertar o pescoço e bater a cabeça dela na parede. Betina disse que quando acordou, viu o homem voltar em sua direção e, para se defender, jogou um secador de cabelo nele.

    O deputado voltou a bater a cabeça da companheira contra a parede e fez ameaças. “Vou encher de tiros a sua cabeça, vou te matar e vou matar sua mãe”, teria dito Da Cunha, antes de quebrar o óculos e destruir as roupas da mulher, segundo o boletim de ocorrência.

    Ainda no documento da Polícia Civil consta que a vítima contou saber do histórico agressivo dele com a ex-companheira. Ela solicitou medida protetiva e foi orientada sobre os direitos. O g1 tentou falar com Betina, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.

    Defesa
    Em nota, a assessoria de imprensa do deputado Da Cunha informou que ele nega veementemente que tenha agredido a companheira.

    “Houve uma discussão, em meio à comemoração de seu aniversário, mas em nenhum momento ocorreu qualquer tipo de violência física de sua parte”, diz o comunicado.

    Ainda segundo a defesa, os fatos “ficarão comprovados no decorrer do inquérito”.

    Histórico de Da Cunha
    Em 2022, Da Cunha foi eleito deputado federal por São Paulo, sendo o 24ª candidato mais votado. Ele contabilizou 181.568 votos pelo Progressistas.

    O delegado começou a fazer sucesso na internet com vídeos que mostram operações policiais e o dia-a-dia dos agentes. Em 2021, ele relatou em seu canal no YouTube que tinha sido afastado das ruas e teve que entregar as armas e distintivo por conta de uma declaração feita durante participação em um podcast com o vereador e ex-PM Gabriel Monteiro (PSD).

    Na ocasião, ele falou “que há grande corrupção no alto escalão da PM do Rio de Janeiro”. Em seguida, ele falou que há ratos dentro da Polícia.

    No mesmo ano, ele pediu licença de dois anos da Polícia Civil e, pouco tempo depois, confessou publicamente que encenou o vídeo do flagrante de um sequestro em uma comunidade da capital paulista, em julho de 2020. Neste ano, a arma e distintivos de Da Cunha foram devolvidos ao deputado.

  • Nikolas Ferreira vira réu em processo por exposição de adolescente trans nas redes sociais

    Nikolas Ferreira vira réu em processo por exposição de adolescente trans nas redes sociais

    Em julho do ano passado, deputado federal publicou vídeo em que critica presença de adolescente trans em um banheiro feminino. O parlamentar se manifestou pelas redes sociais.

    O Tribunal de Justiça de Minas Gerais aceitou a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e tornou réu o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) no caso envolvendo a publicação de um vídeo de uma adolescente trans utilizando o banheiro feminino de uma escola particular de Belo Horizonte.

    Em 2022, o deputado federal, até então vereador da capital, veiculou um vídeo nas redes sociais em que mostra e critica a presença de uma adolescente transexual em um banheiro feminino de um colégio. (relembre abaixo)
    Procurado pelo g1, o parlamentar não se manifestou sobre o assunto, mas se pronunciou nas redes sociais.

    “Eu não filmei nenhum vídeo, foi minha irmã (menor de idade) que filmou o [sic] trans dentro do banheiro feminino da escola dela. Momento nenhum mostro o rosto ou identidade do [sic] trans no vídeo que denunciei, como irmão e cidadão. A justiça recebeu a denúncia, que é um procedimento padrão. O resto é narrativa e perseguição”, disse Nikolas.

    Homotransfobia
    O MPMG denunciou o deputado em abril pelo crime de homotransfobia, enquadrado na Lei do Racismo, conforme previsto por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Na decisão, a juíza acolheu a denúncia contra o deputado e, como é praxe, levantou a possibilidade de suspensão condicional do processo e o oferecimento de um Acordo de Não Persecução Penal — em que as partes negociam o que será ou não cumprido pelo acusado.

    O MP se manifestou contrário à proposta e manteve o pedido de condenação político. A denúncia, que continuará sendo analisada pela Justiça, pediu como punição ao deputado perda de mandato, cassação dos direitos políticos e indenização como dano moral coletivo no valor de cem salários mínimos.

    Na denúncia, o MPMG avaliou que houve “verdadeiro discurso que incita ao ódio às pessoas transexuais, na medida em que se caracteriza como verdadeiro ataque à dignidade dessas pessoas”.

    “Embora [a decisão] reflita mero juízo de admissibilidade da acusação, não deixa de significar importante passo na construção de um consenso básico, dentre vários necessários, que deve prevalecer na sociedade brasileira. Consensos que consigam ultrapassar as trincheiras ideológicas, as opções político-partidárias e as crenças religiosas e que tenham por fundamento a Constituição Federal e os princípios nela consagrados, como o respeito aos direitos humanos, à liberdade, à igualdade e à dignidade das pessoas”, celebrou o promotor Mario Konichi Higuchi Junior, responsável pela denúncia.
    A denúncia foi aceita no último dia 19 e Nikolas foi citado nesta quinta-feira (21), em decisão da 5ª Vara Criminal da Comarca de Belo Horizonte, juizado de primeira instância.

    Relembre o caso
    O caso aconteceu em julho de 2022. Na ocasião, ele publicou um vídeo gravado pela irmã dele, aluna da escola, que mostra a adolescente utilizando o banheiro feminino, e questiona a presença dela, alegando “se tratar de um menino”. Ferreira ainda incentiva que os pais tirem os filhos daquela escola.

    O vídeo teve milhares de visualizações e foi alvo de críticas por opositores, que apontaram transfobia. As então vereadora da capital, Bella Gonçalves e Iza Lourença, ambas do Psol, se mobilizaram e denunciaram o caso ao MPMG, que levou para a Justiça.

    As parlamentares alegaram que a publicação de Nikolas expõe a adolescente e “incita os posicionamentos contrários à garantia de direitos da população transgênera”. Diz ainda que fere direitos previstos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e também pela Constituição.