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  • Craques dentro e fora de campo: 10 jogadores que transformam fama em solidariedade

    Craques dentro e fora de campo: 10 jogadores que transformam fama em solidariedade

    De Cristiano Ronaldo a Vini Jr., estrelas do futebol mundial e brasileiro usam sua visibilidade para investir em projetos sociais, doações e ações que impactam comunidades e salvam vidas

    Dentro de campo, eles fazem a alegria de milhões de torcedores, mas fora, esses jogadores de futebol transformam a caridade no seu maior legado. Listamos 10 craques famosos que têm projetos sociais e que emocionam o público além do entretenimento de assistir jogos ou fazer apostas utilizando o Código promocional F12 Bet.

    Fora dos Brasil, nomes como Cristiano Ronaldo e Lionel Messi dão um show de solidariedade com ações que ajudam a melhorar a vida muita gente.

    Aqui no país, Neymar Jr., Cafú, Raí, Richarlison e Vini Jr, entre outros, também levam educação, esporte e saúde a crianças e adolescentes menos favorecidos, muitas vezes nas regiões onde eles cresceram e viram tanta dificuldade de perto.

    Veja os 10 craques do futebol que se destacam por ações de caridade

    Cristiano Ronaldo

    Além de ser conhecido mundialmente por sua disciplina e talento, Cristiano Ronaldo também é generoso. O craque português já fez, ao longo dos anos, muitas doações para hospitais e instituições de caridade. Um dos exemplos marcantes foi quando ele destinou milhões de euros a hospitais em Portugal nos tempos críticos da pandemia.

    O CR7 também costuma financiar tratamentos e cirurgias de crianças com doenças graves. Ele já doou sangue em várias ocasiões e encorajou seus fãs a fazer o mesmo para mostrar que pequenos atos podem gerar grandes mudanças.

    Lionel Messi

    Outro ícone do futebol mundial, Lionel Messi, da Argentina, criou a Fundação Leo Messi, para ajudar nas áreas da educação e saúde. A entidade já apoiou a construção de hospitais, centros de saúde e escolas em vários países.

    Messi criou o projeto para apoiar e incentivar crianças que vivem em situação de vulnerabilidade. Ele também é embaixador do UNICEF, o que leva as ações solidárias do jogador para várias partes o mundo.

    Sadio Mané

    Sadio Mané, de origem senegalesa, é frequentemente mencionado como um dos jogadores mais humildes do futebol contemporâneo. Apesar de jogar em grandes equipes da Europa, e de ganhar muito dinheiro, ele nunca se esqueceu de onde veio.

    Mané destinou milhões à sua cidade natal, Bambali. Ele ergueu escolas, hospitais e até mesmo financiou a infraestrutura básica para a comunidade local. Em entrevistas, o atleta contou que prefere contribuir com a comunidade dele do que gastar dinheiro com ostentação. Um exemplo de responsabilidade social.

    Marcus Rashford

    Em sua terra natal, a Inglaterra, Marcus Rashford se destaca tanto pelo que faz dentro quanto fora dos gramados. O atleta liderou uma campanha em todo o país contra a fome infantil, fazendo pressão sobre o governo do Reino Unido para que mantivesse programas de alimentação para crianças durante as férias escolares.

    A mobilização dele gerou resultados concretos e levou à ampliação de políticas públicas essenciais. Rashford também criou seus próprios projetos para arrecadar fundos e fornecer refeições. Isso mostra como atletas podem pressionar por políticas públicas melhores e influenciar decisões sociais.

    Neymar Jr.

    No Brasil, Neymar Jr. fundou o Instituto Projeto Neymar Jr., que fica na Praia Grande, no Litoral Sul de São Paulo. O projeto beneficia milhares de crianças e adolescentes em condições de vulnerabilidade. Lá, elas passam o dia estudando e fazendo ações esportivas e culturais.

    O instituto é sustentado pelos recursos do próprio jogador e de colaboradores. Ele foi criado para oferecer oportunidades que muitas dessas crianças não teriam acesso de outra maneira. Neymar também faz doações pontuais, em situações de emergência, como campanhas de arrecadação e apoio a vítimas de desastres.

    Cafu

    Cafu, o capitão do penta, em 2004 também abriu a Fundação Cafu. Ela fica no Jardim Irene (SP), na periferia onde o jogador cresceu.

    A fundação oferece atividades educativas e esportivas para os jovens da região.

    Raí e Leonardo

    Uma das entidades mais antigas de ajuda social no Brasil é a Fundação Gol de Letra. Ela foi idealizada pelos ex-jogadores Raí e Leonardo.

    A fundação funciona há mais de 20 anos e oferece educação integral para crianças e jovens. Tem duas sedes principais e atua em comunidades socialmente vulneráveis na Zona Norte de São Paulo (Vila Albertina) e no Rio de Janeiro (bairro do Caju). A organização inaugurou recentemente a Casa da Juventude, focada no desenvolvimento profissional de jovens.

    Richarlison

    O atacante Richarlison, reconhecido por ajudar brasileiros em tragédias também apoia diversos projetos sociais.

    O jogador doa parte dos próprios rendimentos para causas beneficentes, incluindo a pesquisa da USP sobre a Covid-19.

    Vini Jr

    Vini Jr, eleito pela FIFA o melhor jogador do mundo em 2024, e que faturou o prêmio The Best, é outro que atleta brasileiro que ajuda a transformar a vida de crianças menos favorecidas por meio da tecnologia e do esporte.

    Ele tem o Instituto Vini Jr., que não tem uma sede física única para atendimento ao público. O instituto instala Centros de Tecnologia Base (CT Base) em escolas públicas de diversas cidades. A principal iniciativa inclui projetos em São Gonçalo, a cidade natal do jogador, Rio de Janeiro, Mesquita, Duque de Caxias, Campo Grande, além de locais em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e, mais recentemente, no Nordeste.

    Não é só futebol

    Como se vê, o futebol tem potencial significativo para a mudança social.

    E vários jogadores que, depois de ricos e famosos, têm a oportunidade de influenciar positivamente a sociedade para criar um mundo com mais oportunidades, com ações coletivas ou, como nesses casos, individuais.

    Que esses exemplos possam inspirar cada vez mais atletas renomados a também darem sua parcela de contribuição.

  • Investidores denunciam calote da empresa Grow Up

    Investidores denunciam calote da empresa Grow Up

    Empresa criada por Gleidson da Costa na região do “Novo Egito” no RJ não paga investidores desde janeiro, após prometer retornos de até 10% ao mês

    A Grow Up, empresa que captava dinheiro dos investidores com a promessa de entregar rendimentos acima do normal com o suposto trade de criptomoedas, está sendo acusada por um grupo de cerca de 300 clientes de ter aplicado um golpe ao deixar de pagar os rendimentos prometidos aos investidores desde janeiro deste ano.

    A empresa acusada de calote foi criada por Gleidson da Costa Gonçalves em 2019 e mirava investidores de Campos dos Goytacazes (RJ), ao norte de Cabo Frio — região que ganhou o apelido de ‘Novo Egito’ pelo grande número de pirâmides financeiras que se proliferaram na área, sendo a GAS Consultoria, do “Faraó do Bitcoin”, a mais famosa delas.

    Enquanto os concorrentes da região aos poucos iam sendo derrubados pela Polícia Federal, a Grow Up continuou operando. Na virada do ano, no entanto, a empresa começou a apresentar problemas, na mesma época em que outra pirâmide financeira famosa, a Braiscompany, deixou de pagar os clientes.

    Desde então, pessoas que se dizem lesadas por Gleidson Costa se organizam para cobrar das autoridades que a Grow Up seja investigada da mesma forma que as pirâmides concorrentes, que foram alvos de operações da Polícia Federal nos últimos tempos.

    A movimentação parece já ter gerado um resultado parcial. Na última quarta-feira (28), o deputado federal Caio Vianna (PSD/RJ) apresentou um requerimento para que Gleidson Costa seja convocado para prestar esclarecimentos na CPI das Pirâmides Financeiras, que investiga os principais golpes aplicados com uso de criptomoedas no Brasil.

    Na justificativa para a intimação, o deputado descreve que “sob a alegação de problemas operacionais, o presidente da empresa, Gleidson Costa, tem sido incapaz de cumprir com as obrigações financeiras assumidas com os investidores, causando prejuízos significativos.”

    “Considerando a possível caracterização da Grow Up Club como mais um caso de pirâmide financeira, é imprescindível o convite de seu presidente para prestar esclarecimentos perante esta CPI”, acrescenta Vianna.

    A convocação ainda precisa ser aprovadas pelos integrantes da comissão, prevista para se reunir na próxima semana.

    Clientes se unem para denúncia coletiva

    Um grupo de 14 investidores que, juntos ,perderam R$ 1,5 milhão investindo com Gleidson, fez um boletim de ocorrência coletivo na 134ª Delegacia de Polícia de Campos dos Goytacazes, acusando Gleidson de estelionato — crime que desde que entrou em vigor a Lei de Criptomoedas (Lei 14.478/22) resulta em punição ainda maior caso envolva ativos digitais. 

    Um desses investidores é Maicon Moreira, que relatou ter perdido R$ 130 mil no esquema. Segundo ele, o dinheiro “faz muita falta para toda família”, já que além dele, sua irmã e pai também investiram com Gleidson por sua influência.

    Ele organizou junto com os outros investidores um relatório de denúncia para basear o boletim de ocorrência, que também foi enviado para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e o Federal (MPF). 

    “Recentemente também fomos à Delegacia de Defraudações cobrar agilidade das autoridades. Lá fomos informados que será concluído o relatório e a prisão do Gleidson será pedida já que ele não compareceu na delegacia para prestar esclarecimentos”, afirmou Moreira.

    Outros dois investidores ouvidos pela reportagem, também abriram separadamente boletins de ocorrência contra Gleidson e também aguardam uma solução.

    Um deles, que pediu para não ter o nome revelado, afirmou ter R$ 120 mil presos na Grow Up. “Era o dinheiro meu e da minha esposa, que está passando por um processo extremamente delicado de fertilização in vitro, que custa hoje cerca de R$ 40 mil. Uma das coisas que tínhamos planejado com esse recurso colocado na Grow Up era custear esse tratamento”, relata o investidor lesado. 

    “Nós, clientes, esperamos que a justiça seja feita e que os pagamentos sejam realizados. Caso não sejam, que ele pelo menos mostre as provas da real limitação”, acrescenta o investidor. Ele diz que Gleidson não foi capaz de provar de maneira concreta as supostas contas bancárias bloqueadas e a limitação de saques de corretoras – que p dono da Grow Up culpa pelos atrasos de pagamento, uma estratégia semelhante à seguida pelos criadores da Braiscompany. 

    Esse investidor afirma que se reuniu com sócios da Grow Up, que lhe confirmaram terem sido intimados a depor na delegacia. Na ocasião, eles alegaram não saber do paradeiro de Gleidson — que centralizava as operações da Grow Up —, sugerindo que ele deixou Campos dos Goytacazes.

    Em abril, Gleidson enviou aos clientes um áudio no Telegram para passar informações sobre a empresa, em que negava ter deixado a cidade e ter sido intimado a depor. O investidor ouvido pela reportagem conta que, no mesmo dia que Gleidson negou ter se mudado, foi até o condomínio do empresário. Lá, o porteiro disse que Gleidson não estava mais morando no local.

    Desde então, o empresário acusado de dar calote se mantém em silêncio. Seu perfil do Instagram, onde ele se vendia como um grande empresário e postava montagens ao lado de Messi e Cristiano Ronaldo, segue parado desde dezembro do ano passado.

    Como a Grow Up operava

    A Grow Up operava de forma similar à empresa do agora foragido Antônio Neto Ais que, segundo fontes familiarizadas com o assunto, era uma grande inspiração para Gleidson.

    A Grow Up também tinha um suposto serviço de “aluguel de criptomoedas” de diferentes modalidades. Uma delas era o “Plano Plus”, em que o investidor fazia um aporte que lhe gerava rendimentos variáveis, que deveriam chegar a até 10% ao mês.

    A empresa também promovia uma espécie de “consórcio”, em que clientes faziam depósitos mensais por um ano. Na chegada do 12º mês, o investidor deveria ser capaz de sacar o aporte inicial, mais uma rentabilidade de 25% sobre o valor. Ou seja, se o cliente depositasse R$ 24 mil para a empresa, em parcelas de R$ 2 mil por mês, no final de um ano ele sacaria um total de R$ 30 mil, aproveitando um lucro de R$ 6 mil.

    No contrato do consórcio visto pela reportagem, a Grow Up diz que sua missão é “levar as pessoas ao conhecimento dos ativos digitais e suas oportunidades de ganhos através do mercado internacional de moedas”, afirmando ser capaz de gerar esses lucros acima da média graças aos “esforços e observações de profissionais qualificados em operações automatizadas”, sem mencionar por quem e como o capital do investidor seria alocado.

    Vale lembrar que a Grow Up não possui qualquer autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para captar dinheiro dos investidores com a promessa garantida de entregar ganhos — prática que pode ser enquadrada como oferta irregular de valores mobiliários.

    Trading Farm

    Um outro esquema usado por Gleidson para captar dinheiro era o serviço Trading Farm, no qual prometia entregar em 120 dias um rendimento fixo de 48% sobre depósitos de Tether (USDT), a stablecoin pareada ao dólar.

    Neste serviço, os rendimentos supostamente eram gerados a partir da mineração de USDT e outras criptomoedas, que seria realizada em quatro galpões de mineração localizados em Washington, nos EUA. 

    Aqui surge o outro sinal vermelho da oferta, uma vez que USDT não é uma criptomoeda que pode ser minerada. Já se tornou um problema reconhecido no setor os golpistas que usam a falta de conhecimento de novatos para promover esse suposto tipo de serviço.

    Esse serviço em específico foi oferecido por Gleidson através de seu curso “Minas de Ouro Secreta” — vendido por R$ 700 antes de ser disponibilizado (e depois excluído) no YouTube —, em que ele dizia ensinar investidores a ficarem ricos por meio da Trading Farm.

    Seus “alunos” eram então levados a firmar contratos de 30, 60, 90 e 120 dias nesse esquema em que, quanto maior o período do investimento, maior era o suposto retorno. Um contrato de 30 dias, por exemplo, dava 12% de lucro; 60 dias a lucratividade subia para 24%, 90 dias para 36%; e 120 dias para 48%.

    Clientes lesados informaram que Gleidson ainda vendia vários outros serviços de investimentos, igualmente suspeitos. 

    Entre eles estava a “Fazendinha”, serviço em que ele que dizia pagar de 8% a 20% no mês sobre o capital investido pelo cliente nos rigs de mineração que ele tinha na própria casa; “Dividendos Americanos”, onde o Gleidson recebia USDT do cliente para investir em fundos americanos; e a “Alavancagem China”, no qual Gleidson investia o capital dos clientes no mercado de opções binárias usando supostas técnicas de manipulação chinesa que ele havia pago R$ 200 mil para aprender. 

    Como era de se esperar, essas promessas de lucros fáceis não demorariam muito para cair por terra.

    O início do fim

    Os pagamentos dos esquemas de Gleidson começaram a ser interrompidos entre novembro de 2022 e fevereiro de 2023, em todos os serviços que promovia.

    No caso da Trading Farm, a suspensão dos pagamentos aconteceu quando a FTX quebrou e a empresa alegou que não poderia fazer os pagamentos para “proteger os clientes”. Em seguida, disse que para voltar os pagamentos, precisaria confirmar os endereços cripto de todos os clientes de novo.

    “Passou três, quatro, cinco meses, e nada dos pagamentos. O suporte da Trading Farm parou de responder email e o Gleidson, sempre nos grupos do Telegram, ficava pedindo que nós aguardassemos. Ele falou que confiava tanto na Trading Farm que mesmo após o bloqueio dos saques, colocou mais US$ 20 mil na empresa. Depois, o Gleidson diz que não tinha nada a ver com a Trading Farm e que não poderia ser responsabilizado pela empresa”, disse Siqueira. “Desde então, a enrolação continua, estamos até hoje sem saques.”

    O investidor aponta que, todos os pagamentos dos outros negócios de criptomoedas promovidos por Gleidson também pararam de pagar os clientes. No caso do aluguel de criptomoedas promovido pela Grow Up, as desculpas apresentadas eram bloqueios de contas bancárias da empresa e limitações de saque pelas plataformas usadas para trade.

    Apesar dos problemas operacionais, a empresa garantiu repedidas vezes aos investidores que possui recursos suficientes para dar continuidade a suas atividades, mas sem informar uma data de quanto pretende retomar dos pagamentos.

  • Laudo aponta cocaína em sangue de motorista de carro que matou jogador do Corinthians e três mulheres em acidente em SP

    Laudo aponta cocaína em sangue de motorista de carro que matou jogador do Corinthians e três mulheres em acidente em SP

    Grupo estava em festa e aceitou carona de motorista, que estava preso e conseguiu alvará de soltura. Jogador e três mulheres morreram.

    O Instituto Médico Legal (IML) apontou que havia cocaína no sangue do motorista que capotou o carro e matou o jogador do Corinthians Yago Rafhael da Silva Alves, de 16 anos, e três mulheres na Avenida Guarapiranga, na Zona Sul de São Paulo, em fevereiro deste ano.

    O condutor do carro e advogado Fabio Sousa Silva conseguiu alvará em março e está em liberdade com a proibição de sair do país durante o processo. Teve que apresentar o passaporte e houve a suspensão do direito de dirigir. Uma audiência sobre o caso está marcada para outubro.

    Os laudos identificaram também que Yago morreu por politraumatismo com hemorragia. Juliana Henrique Teodoro, de 38 anos, teve também politraumatismo. Jessyca Tayna dos Santos Silva, de 27 anos, sofreu traumatismo craniano e torácico. Danubia de Olindo Dantas também teve traumatismo craniano.

    Um novo vídeo mostra o acidente, em 12 de fevereiro, quando o motorista parece ter perdido o controle da direção e capota. O motorista foi denunciado pelo Ministério Público quatro vezes por homicídio.

    O MP recorreu da decisão do juiz de soltar o motorista.

    O que você precisa saber sobre o acidente:

    sete pessoas estavam no carro na hora do acidente;
    todos estavam em uma festa num bar próximo;
    o samba iniciou às 22h de sábado e durou a madrugada toda;
    algumas pessoas aceitaram carona do motorista para esticar o tempo juntos em outro local;
    o motorista estaria em alta velocidade, teria feito manobras e perdido o controle da direção;
    laudo do IML identificou cocaína no sangue dele.
    Um dos sobreviventes disse à polícia que o motorista “fez gracinhas” na direção antes de capotar o veículo, na saída de um samba. A defesa alegou no processo que um buraco no asfalto teria sido a causa.

    Já a análise do Instituto de Criminalística descreveu que não há elementos que indiquem um suposto desprendimento do conjunto da suspensão tenha causado o acidente.

    Jovem promissor
    A relação de Yago com a bola, segundo a mãe, começou aos 8 anos. O ídolo dele era o português Cristiano Ronaldo.

    “Pegava bolinhas, fazia bonequinhos e montava os profissionais na quadra. Pegava as bolinhas e fazia de jogador. Me falava: ‘Mãe, eu vou ser um jogador. Eu só preciso que a senhora acredite em mim, me ajude, me apoie até eu virar um jogador’. Corri atrás do sonho dele.”

    Yago logo começou a participar de testes. Antes da pandemia de Covid, ele passou pela Ponte Preta, em Campinas, foi para o São Paulo e foi chamado para o Corinthians no segundo semestre de 2022.

    “Parou tudo [na pandemia], e ele não desistiu. Um amigo dele o levou para fazer um teste no São Paulo e passou. Jogou várias partidas. Gostava do campo também, mas amava o futsal, se identificava mais”, comenta Danieli.

    O Corinthians deu a ele uma bolsa de estudos, segundo a mãe. Yago estava no segundo ano do ensino médio, na Zona Leste. O estudante saía às 4h30 para ir à escola, seguia para o treino e, por volta das 22h, voltava para casa.

  • Cristiano Ronaldo entra na disputa por cobertura em Santa Catarina

    Cristiano Ronaldo entra na disputa por cobertura em Santa Catarina

    Cristiano Ronaldo (37) travou uma disputa com sheiks árabes e outros investidores para comprar uma cobertura em Santa Catarina. O apartamento é um duplex que ficará localizado no edifício Imperium Tower, na orla de Balneário Camboriú.

    De acordo com a coluna Radar, da Veja, o imóvel que está na mira do jogador é avaliado em R$50 milhões. Ele tem 1.318,57m², uma piscina privativa e nove suítes, sendo uma das cinco maiores coberturas do país.

  • Georgina Rodríguez revela nome da sua filha com Cristiano Ronaldo

    Georgina Rodríguez revela nome da sua filha com Cristiano Ronaldo

    No último sábado (7), Georgina Rodríguez (28) revelou para os seguidores o nome de sua filha recém-nascida.

    Em seu perfil no Instagram, a mulher de Cristiano Ronaldo (37), publicou novas fotos da herdeira, que nasceu no dia 18 de abril, e na legenda contou como ela se chama.

    “Bella Esmeralda. 180422”, escreveu ela, deixando registrada a data de nascimento da filha caçula.

  • Primeiro registro de Cristiano Ronaldo e sua filha

    Primeiro registro de Cristiano Ronaldo e sua filha

    No último dia 18, Cristiano Ronaldo comoveu a web quando anunciou o nascimento de sua nova filha e o triste falecimento do irmão gêmeo da pequena. Porém, neste sábado (30), ele encantou completamente os fãs e seguidores ao publicar a primeira foto com a recém-nascida.

    Na imagem postada no Instagram do jogador, ele aparece sem camisa e com a bebêzinha em seu colo. Na legenda, a frase “Forever love…”, que quer dizer: “amor eterno”.

    A publicação logo viralizou e emocionou. “Maravilha”, “família é tudo”, “amei a foto” e “parabéns para a família”  foram alguns dos comentários deixados.

  • Nova crise entre Cristiano Ronaldo e o Manchester United

    Nova crise entre Cristiano Ronaldo e o Manchester United

    Domingo, o Manchester United foi goleado no clássico por 4 a 1 pelo Manchester City, em jogo válido pela Premier League, e Cristiano Ronaldo foi envolvido em mais uma polêmica imprensa inglesa.

    O jornal “The Athletic” publicou na edição desta segunda-feira que a decisão do craque português em viajar justo no dia do clássico para Portugal ao não ser relacionado para a partida pegou de surpresa o elenco do United.

    Os jogadores do United consideravam a presença de Cristiano Ronaldo importante no vestiário, já que poderia ajudar o time em um confronto de peso. O craque ficou de fora por conta de um problema na coxa, essa é a versão oficial do técnico Ralf Rangnick. Mas como o relacionamento do português com o técnico e algunsatletas não é dos melhores, houve quem questionasse essa versão.

    O ex-jogador Roy Keane e comentarista de um dos principais canais da Inglaterra foi um dos que questionou a ausência de Cristiano Ronaldo no clássico, ressaltando que “não faz sentido” que o atacante tenha ficado fora de um clássico de peso por conta de dores na coxa.