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  • “Treco no Baile” transforma a infância em um grande brinquedo na Casa Bradesco

    “Treco no Baile” transforma a infância em um grande brinquedo na Casa Bradesco

    Na Casa Bradesco, localizada na Mata São Paulo, a nova ocupação da Sala Ali realizada em parceria com o Estúdio Baile e com a curadoria do Pequeno Colecionador apresenta a exposição interativa do artista brasileiro Deco Farkas. Em formato site-specific, a instalação inédita convida principalmente as crianças a atravessarem um espaço onde brincar não é intervalo, é linguagem. A proposta também reúne jovens e adultos em uma experiência compartilhada.
    “Treco no Baile” propõe mais do que uma exposição: cria um ambiente configurado como um grande brinquedo. O gesto ativa a obra, o olhar constrói narrativas e o inesperado se torna parte essencial do percurso. Em sintonia com a proposta da Sala Ali, que tem a infância como força motriz, a mostra coloca o visitante no centro de uma relação mais ativa com a arte.
    No centro da sala, uma grande instalação site-specific se ergue como uma espécie de ilha formada por camadas de personagens, painéis de madeira e estruturas compostas por tubos e canos, criando um circuito que se revela aos poucos, à medida que o corpo circula, observa e interage. A experiência começa com um gesto simples: lançar bolinhas em pontos específicos da obra. A partir daí, tudo se transforma.
    As bolinhas percorrem caminhos inesperados, atravessando estruturas opacas e transparentes, desaparecendo e reaparecendo em diferentes pontos. O olhar tenta acompanhar, a lógica se desfaz e a imaginação completa o trajeto. É nesse deslocamento entre controle e surpresa que a obra ganha vida. Aqui, a arte não se contempla à distância; ela se ativa no corpo, no tempo e na curiosidade.
    Com curadoria do Pequeno Colecionador, a exposição parte do entendimento do brinquedo como linguagem artística. Mais do que objeto, o brincar é tratado como experiência, narrativa e construção de mundo. A instalação se apresenta, assim, como um grande dispositivo lúdico que transforma o visitante em participante ativo da obra.
    A experiência se constrói a partir da mistura de linguagens entre artes visuais e artes circenses, criando um ambiente híbrido onde imagem, movimento, jogo e ilusão se sobrepõem. Essa relação se expande ao longo da visita com apresentações diárias de
    mágica, integradas à própria dinâmica da exposição. Criados pelo ator e mágico Marcelo Moraes e conduzidos pelos arte-educadores, os números utilizam as bolinhas como elemento central e convidam o público a participar de pequenas narrativas que acontecem dentro do espaço.
    Não há separação clara entre obra, jogo e espetáculo. Tudo se mistura em um fluxo contínuo de experiência.
    Logo na entrada, um painel interativo convida o visitante a explorar esse universo. Olhos que se abrem e fecham, rostos que se transformam e dispositivos visuais despertam atenção e presença. Ao longo do percurso, personagens híbridos, situações improváveis e trajetos invisíveis revelam um universo visual vibrante, marcado pela linguagem de Deco Farkas, que transita entre desenho, animação, muralismo, objetos e pintura.
    Pensada especialmente para crianças, a exposição coloca a infância no centro da experiência e propõe um território intergeracional. Aqui, adultos não apenas acompanham: participam. Observam, se surpreendem, tentam prever, erram e redescobrem o mundo a partir do olhar da criança. O gesto de brincar se torna, assim, um ponto de encontro entre diferentes formas de perceber.
    Ao propor uma experiência onde observar, brincar e imaginar acontecem simultaneamente, “Treco no Baile” reforça uma mudança essencial: a arte como experiência viva, acessível e participativa. Entre passagens, trajetos invisíveis e descobertas inesperadas, a exposição devolve à arte uma qualidade fundamental: a de surpreender, envolver e convidar o público a entrar no jogo.

    Serviço
    “Treco no Baile” – uma exposição para brincar
    Abertura ao público: 29 de março, das 12h às 18h
    Local: Sala Ali, na Casa Bradesco, no complexo Mata São Paulo
    Entrada: gratuita
    Público: crianças de 4 a 12 anos e suas famílias
    Visitação: de terça a domingo, em turnos de 1 hora, com agendamento via aplicativo MATA
    Limite: até 3 crianças por adulto
    Visitação: ingressos pelo aplicativo MATA
    Números de mágica: terças e sábados, às 15h e 17h; 

    Laila Abou
    11 991833223
    [email protected]
  • Exposição coletiva “6+6=18” promove diálogos contemporâneos da arte a partir da fé judaica

    Exposição coletiva “6+6=18” promove diálogos contemporâneos da arte a partir da fé judaica

    A abertura encerra a semana da SP-Arte reunindo artistas jovens e consagrados na Unibes Cultural, no Sumaré

    A Unibes Cultural inaugura no domingo, 12 de abril, a partir das 10h às 17h, a exposição “6 + 6 = 18”. Com curadoria da artista Adriana Lerner, a coletiva parte das tradições da religião judaica para abordar temas universais como o sagrado, a ancestralidade, o diálogo e a celebração. Para isso, foram reunidos artistas de diferentes gerações, origens e crenças.

    Entre os participantes estão: Adriana Lerner, Anna Bella Geiger, Anna Guerra, Dudu Garcia, Erika Malxoni, Flávia Matalon, Greicy Khafif, Laerte Ramos, Laura M. Mattos, Lucila Sartori,  Michelle Rosset e Taly Cohen.

    “Para os artistas de origem judaica, as obras emergem de um lugar de orgulho da herança, da memória, do ritual, da resiliência e da continuidade da identidade judaica através das gerações. Os artistas que emergem de outras tradições abordam a exposição a partir de uma perspectiva diferente, porém igualmente significativa. Por meio de pesquisa, conversa e reflexão, eles se envolvem com o judaísmo não como observadores externos, mas como participantes de uma troca cultural fundamentada no respeito e na curiosidade”, escreve Adriana Lerner no texto curatorial que acompanha a exposição.                                                       

    O título é intencionalmente simbólico. Matematicamente, seis mais seis é igual a 12; no entanto, dentro da tradição judaica, o número 18 carrega um significado profundo: na numerologia hebraica, o número corresponde à palavra “chai”, que significa vida. A exposição propõe uma equação poética em que a colaboração, a positividade e a admiração expandem o resultado para além da lógica aritmética.

    Um dos destaques da coletiva é um trabalho de Anna Bella Geiger. Inspirada nos Manuscritos do Mar Morto, descobertos entre 1947 e 1956 em cavernas de Qumran (sítio arqueológico localizado na Cisjordânia), a artista de 92 anos utiliza elementos históricos e simbólicos da cultura judaica para falar de memória, exílio e escrita como testemunho.     

    A mostra segue até o dia 30 de maio de 2026 e tem entrada gratuita.                   

     

    Serviço

    Exposição coletiva “6 + 6 = 18”
    Curadoria e texto crítico de Adriana Lerner
    Unibes Cultural | Rua Oscar Freire, 2500 – São Paulo (Ao lado da Estação Sumaré do metrô)
    Abertura: domingo, 12 de abril de 2026, das 10h às 17h
    Até 30 de maio de 2026.
    Funcionamento: De quarta a sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 10h às 19h
    Telefone: 11 3065-4333
    Entrada gratuita

    Célia Alves
    99429-8650
    [email protected]
  • Música: Conheça a CigarBox Guitar, o instrumento musical do momento

    Música: Conheça a CigarBox Guitar, o instrumento musical do momento

    Em meados de 1860, os negros em comunidades norte-americanas tinham muita vontade e pouco dinheiro para ter um instrumento musical, então eles tiveram a ideia de construí-lo, juntando materiais acessíveis como caixas e pedaços de móveis, eles criaram a cigar box guitar ou violão de caixa de cigarro, em livre tradução.
    Ícone do blues, simples, pequeno e para alguns até um pouco desajeitado, esse violão feito originalmente em caixas de charuto se tornou realmente popular no final dos anos 1920.

    A Cigar Box Guitar, é um instrumento incrível que ganhou popularidade ao longo do tempo até os dias de hoje se tornando assim muito famosa no mundo da música. Ganhando notoriedade nos Estados Unidos na década de 1930, mas surgiu bem antes disso, no final do século XVIII, quando os charutos começaram a ser vendidos em caixas de madeira. Nessa época, construir instrumentos artesanais desse tipo era mais uma forma de explorar habilidades manuais e testar coisas novas. A Cigar Box Guitar tem sua própria sonoridade. Dependendo da construção e do material utilizado ela pode ou não se aproximar do som de uma guitarra normal, mas ela tem espaço garantido em bandas que tocam blues, rock, country, bluegrass e outras.

    Em entrevista com o luthier e microempresário, Thiago Besser:

    “A CigarBox ganhou um grande espaço no movimento musical, atualmente costumo receber encomendas do Brasil todo, as vezes mais de um instrumento por pessoa, personalizado, com número de cordas variadas, de acordo com o desejo do meu cliente. Além de ser versátil e fácil de transportar, acaba sendo um ótimo custo benefício!”

    Características do Cigar Box Guitar:

    1. Corpo: A base do instrumento é geralmente feita de uma caixa de charuto, mas também podem ser usadas outras caixas de madeira ou metal.
    2. Braço: Normalmente é feito de um pedaço de madeira, às vezes sem trastes, o que proporciona um som mais rústico e autêntico.
    3. Cordas: Pode ter de 1 a 6 cordas, mas os modelos mais comuns têm 3 ou 4. As cordas podem ser de guitarra tradicional ou outros materiais improvisados, como fios de metal.
    4. Afinação: A afinação varia muito, permitindo grande flexibilidade para estilos musicais e improvisação.
    5. Estilo de Tocar: Frequentemente é tocada com slide, utilizando tubos de metal, vidro ou outros materiais para criar um som característico de blues e folk.

      Muitos cigar box guitars são elaboradamente decorados, tornando-se peças únicas e de colecionador.
      Se você gosta de instrumentos com história e personalidade, uma cigar box guitar pode ser uma adição incrível à sua coleção!

    Karina Navas
    (11)  99100-3705
    [email protected]
    https://kingpost.com.br
  • Instituto Cria Conexões Promove Festa de Natal na Zona Sul de São Paulo com Brinquedos, Sorvetes e Diversão

    Instituto Cria Conexões Promove Festa de Natal na Zona Sul de São Paulo com Brinquedos, Sorvetes e Diversão

    O espírito natalino chega à zona sul de São Paulo em grande estilo. O Instituto Cria Conexões, em parceria com a ONG A Caridade Não Espera e o patrocínio da Rede Itaú, realiza no próximo sábado (21), das 13h às 19h, uma festa de Natal para as crianças da comunidade da Espraiada. O evento acontece na Área de Lazer Água Espraiada, um espaço conhecido por receber o Espraiada Festival, que já trouxe grandes shows gratuitos para a região.

    A programação promete encantar os pequenos com a distribuição de brinquedos, sorvetes e uma ampla área de diversão com brinquedos infláveis. A ação também celebra o sucesso do projeto Cria Colab, que promoveu oficinas artísticas com foco em Hip Hop e MPB, trazendo vivências e histórias ao lado de artistas do cenário musical.

    “Nosso objetivo é proporcionar momentos de alegria e reforçar a importância da cultura e do lazer como ferramentas de transformação social”, destacou a organização.

    Com o incentivo da Lei Rouanet, a iniciativa busca tornar o Natal inesquecível para as crianças e dar início às celebrações de final de ano da comunidade.

    Peterson Baestero
    11958834740
    [email protected]
    https://www.instagram.com/originalpetri/