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  • Al Granada FC faz história nos Emirados Árabes como o primeiro clube presidido por um brasileiro

    Al Granada FC faz história nos Emirados Árabes como o primeiro clube presidido por um brasileiro

    Liderado por Marcio Granada, com patrocínio oficial da Loopi e André Santos como executivo de futebol, o clube estreia com estrutura internacional e mira o acesso já na primeira temporada.

    O futebol dos Emirados Árabes Unidos entra em uma nova era com o lançamento do Al Granada Football Club, o primeiro clube da história do país a ser presidido e liderado por um brasileiro. À frente do projeto está Marcio Granada, empresário renomado e ex-jogador de futebol profissional, com passagens por clubes como Palmeiras (Brasil), Pro Vercelli (Itália) e times alemães como Kaiserslautern, Herrenberg e Sindelfingen. Após encerrar a carreira como atleta, Granada tornou-se fundador do Jogo dos Famosos e já organizou mais de 550 eventos internacionais de futebol ao redor do mundo.

    O clube nasce com apoio da Federação local, do Governo de Dubai e de grandes empresas parceiras. Entre elas, destaque para a Loopi, confirmada como patrocinadora oficial do Al Granada FC, ao lado da Lamborghini Wine, fortalecendo a credibilidade e o prestígio internacional do projeto. O ex-jogador André Santos assume o cargo de executivo de futebol, trazendo experiência e conhecimento de mercado.

    O comando técnico será liderado por Paulo Campos, treinador de carreira internacional, com passagem pela Seleção Brasileira, Real Madrid, seleções árabes e alguns dos principais clubes do continente. Ele será responsável pela formação do elenco e pela implementação da filosofia vencedora do Al Granada FC.

    Na gestão e crescimento internacional, o clube contará com Adriano Guimarães, ex-executivo de multinacionais como Volkswagen, Procter & Gamble, Diageo e Zurich Seguros, além de atuação no Supreme Committee da Copa do Mundo do Qatar. Residente em Doha e profundo conhecedor do mercado árabe, ele assume como Diretor Internacional de Expansão da Marca, liderando a estratégia de crescimento no Oriente Médio e no cenário global.

    A área jurídica será liderada por Bruna Venceslau, especialista em contratos esportivos e megaeventos. Sua atuação garantirá compliance, transparência e excelência em todas as negociações nacionais e internacionais.

    Para consolidar a imagem internacional do clube, o ex-lateral Rafinha será um dos embaixadores oficiais do projeto. Campeão Mundial de Clubes da FIFA com o Bayern de Munique, Rafinha também defendeu Schalke 04, Genoa, Olympiacos, Grêmio, São Paulo, Flamengo e Coritiba. Sua presença fortalece a conexão entre Brasil, Europa e Oriente Médio, trazendo prestígio e visibilidade global ao Al Granada FC.

    O Al Granada FC iniciará sua trajetória esportiva na 3ª divisão dos Emirados Árabes Unidos, mas já nasce com um projeto sólido e ambicioso: conquistar o acesso logo no primeiro ano de competição, abrindo caminho para uma ascensão histórica até a UAE Pro League, a elite do futebol do país.

    Com liderança brasileira, investimento internacional e uma gestão profissional inédita, o Al Granada Football Club se posiciona como um novo protagonista no futebol do Oriente Médio e do mundo.

  • Saiba quem são os 19 vereadores de SP que apoiam CPI que mira padre Júlio Lancellotti e denúncias de abuso sexual

    Saiba quem são os 19 vereadores de SP que apoiam CPI que mira padre Júlio Lancellotti e denúncias de abuso sexual

    Com esse número de apoiadores, o vereador Rubinho Nunes consegue colocar a proposta de CPI na fila da Câmara Municipal e depende de acordo para passar na frente. Para a comissão ser, de fato, instaurada, 28 parlamentares precisam concordar com pedido.

    O vereador Rubinho Nunes (União Brasil) protocolou, nesta quarta-feira (13), na Câmara Municipal de São Paulo, um requerimento de abertura de CPI para investigar abuso e assédio sexual contra pessoas vulneráveis, usuárias de drogas e em situação de rua na capital.

    A proposta tem como foco principal o padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua da Igreja Católica em São Paulo, apesar de o nome do pároco não ser mencionado no texto.

    No ano passado, Rubinho protocolou outro pedido de CPI, para investigar as ONGs que atuam na Cracolândia, no Centro da capital. Ao menos 25 vereadores assinaram inicialmente o requerimento, que também não mencionava o padre no texto. Nas redes sociais, o vereador atacou o padre, e alguns parlamentares retiraram o apoio.

    Esta segunda proposta reuniu assinaturas de 19 vereadores:

    Adilson Amadeu (União Brasil)
    André Santos (Republicanos)
    Atílio Francisco (Republicanos)
    Cris Monteiro (Novo)
    Eli Corrêa (União Brasil)
    Ely Teruel (Podemos)
    George Hato (MDB)
    Fernando Holiday (PL)
    Isac Felix (PL)
    João Jorge (PSDB)
    Major Palumbo (PP)
    Marcelo Messias (MDB)
    Marlon Luz (MDB)
    Milton Leite (União Brasil)
    Rodolfo Despachante (PP)
    Rute Costa (PSDB)
    Sansão Pereira (Republicanos)
    Rinaldi Digilio (União Brasil)
    Rubinho Nunes (União Brasil)
    Com esse número de apoiadores, Rubinho consegue colocar a proposta de CPI na fila da Câmara Municipal. Para a comissão ser, de fato, instaurada, 28 vereadores devem concordar com pedido.

    No plenário da Câmara, ele agradeceu pelas assinaturas, disse que foi uma conquista e pediu apoio dos colegas:

    “Nosso objetivo é trabalhar pelo requerimento de preferência para que ela seja instalada na Câmara de São Paulo. Desde já, solicito apoio aos demais vereadores no requerimento de preferência para protocolo e instalação agora da CPI”.

    Para que uma CPI seja instaurada, três requisitos devem ser cumpridos:

    O requerimento de CPI deve ser assinado por, no mínimo, um terço dos vereadores (19 parlamentares, no caso da capital, que tem 55 vereadores);
    Para a comissão poder “furar a fila” das demais proposições, é preciso haver um acordo entre todos os parlamentares da Casa;
    Na sequência, o requerimento deve passar por duas votações no plenário da Câmara e conseguir ao menos 28 votos favoráveis (mais de 50% dos vereadores).