Categoria: Saúde

  • Saúde materno-infantil no Brasil: desafios e soluções sob a perspectiva da Dra. Maria Clara Albejante

    Saúde materno-infantil no Brasil: desafios e soluções sob a perspectiva da Dra. Maria Clara Albejante

    O cuidado integral da saúde da mulher e da criança é um dos pilares para a qualidade de vida e o desenvolvimento saudável da sociedade. A ginecologista, obstetra e professora Dra. Maria Clara Albejante combina experiência clínica, dedicação acadêmica e produção científica, reforçando a importância de integrar prevenção, acompanhamento e pesquisa aplicada no campo da saúde da mulher e do materno-infantil.

    Graduada em Medicina pela Universidade Nove de Julho (2009), Dra. Maria Clara especializou-se em Tocoginecologia por meio de residência médica no Conjunto Hospitalar do Mandaqui (2011–2014), onde também atuou como médica efetiva e preceptora até 2018.
    Concluiu Mestrado em Medicina com ênfase em Gestação de Alto Risco na Universidade Nove de Julho (2014–2016), e posteriormente pós-graduação em Estado da Arte em Ginecologia e Obstetrícia no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (2017–2018). Sua experiência como professora universitária e convidada em práticas de semiologia reforça seu compromisso com a formação de novos profissionais e com a disseminação de conhecimento científico.

    Pesquisa de relevância: proteinúria e vitamina D na pré-eclâmpsia

    Entre suas contribuições acadêmicas, destaca-se a dissertação de mestrado intitulada “Impacto da proteinúria sobre o aparelho endocítico tubular responsável pela ativação da vitamina D3 em pacientes com pré-eclâmpsia”.

    O estudo sugere que a proteinúria elevada pode causar comprometimento tubular, o que por sua vez pode interferir na ativação renal da vitamina D.

    Um possível efeito colateral é a redução dos níveis de vitamina D ativa, com implicações para o estado imune, para o metabolismo de cálcio/fósforo e para processos inflamatórios ou vasculares durante a gestação. Esses achados reforçam a importância de monitorar a função renal e parâmetros associados à vitamina D em gestantes com risco de pré-eclâmpsia — não apenas como um aspecto isolado, mas como parte de um cuidado integrado, que pode antecipar complicações e permitir intervenções terapêuticas dirigidas, ou seja, intervenções precoces (no caso, o monitoramento de proteinúria) podem ter impacto em cascata sobre outros sistemas (endócrino, renal) e contribuir para um desfecho gestacional mais seguro.

    Além disso, destaca-se um artigo de Maria Clara Albejante publicado na revista Scientific Reports (que é parte da família de periódicos da Nature) intitulado “Proteinuria is Associated with Urinary Loss of Cubilin and Vitamin D‑Binding Protein in Patients with Preeclampsia

    Saúde da mulher: prevenção como prioridade

    Para a especialista, o cuidado integral deve começar muito antes da gestação, envolvendo:

     Promoção da saúde geral: alimentação adequada, exercícios regulares e atenção à saúde mental.

     Exames preventivos periódicos: papanicolau, mamografia e acompanhamento ginecológico para detecção precoce de doenças.

     Atenção ao ciclo de vida feminino: desde a adolescência até a menopausa, respeitando as particularidades de cada fase.

    Durante a gestação, exames como ultrassonografias, hemogramas, testes de glicemia e sorologias são indispensáveis para garantir segurança à mãe e ao bebê.
    No parto, é fundamental contar com profissionais habilitados para prevenir e tratar complicações como hemorragias e infecções. Já no puerpério, a atenção se estende ao acompanhamento domiciliar e em unidades de saúde, assegurando a recuperação da mãe e o desenvolvimento saudável do recém-nascido.

    Saúde infantil: bases para o futuro

    O ciclo do cuidado materno-infantil inclui também a atenção contínua à criança, com foco em:

     vacinação em dia,

     nutrição equilibrada,

     acompanhamento pediátrico regular,

     e promoção da saúde bucal.

    Esses pilares formam a base para um desenvolvimento saudável e a prevenção de doenças ao longo da vida.

    Desafios no Brasil: acesso e equidade

    Apesar de avanços expressivos em políticas públicas, ainda existem desigualdades regionais significativas no Brasil. Acesso limitado a consultas, exames e profissionais qualificados afeta especialmente gestantes em áreas remotas e populações mais vulneráveis.

    Para a Dra. Maria Clara, a combinação entre educação em saúde, acesso equitativo a serviços de qualidade e produção científica aplicada é o caminho para reduzir desigualdades e salvar vidas. Seu estudo sobre pré-eclâmpsia exemplifica como a pesquisa pode ser traduzida em prática clínica, beneficiando diretamente gestantes e bebês.

     

     

  • Workshop em São Paulo une histórias e brincadeiras como importantes recursos nos tratamentos psiquiátricos de crianças e adolescentes

    Workshop em São Paulo une histórias e brincadeiras como importantes recursos nos tratamentos psiquiátricos de crianças e adolescentes

    Evento promovido pela Viva e Deixe Viver acontece em 18 de outubro, na PUC-SP e propõe práticas lúdicas e narrativas como caminhos para o bem-estar, vínculo e escuta ativa

     

    Para promover um mergulho em experiências que valorizam o brincar e a narração de histórias como caminhos de conexão, escuta e transformação, a Associação Viva e Deixe Viver,  ONG que há 27 anos atua com contação de histórias em hospitais e escolas, realiza a 18ª edição do workshop “A Descoberta do Brincar e Contar Histórias Terapêuticas”. Com o tema “Educar e Encantar: Histórias e Brincadeiras que Nutrem Mentes”, o encontro acontecerá no dia 18 de outubro, na PUC-SP, em Perdizes, e contará com palestras, rodas de conversa e oficinas que convidam os participantes a explorar o poder do lúdico como ferramenta de cuidado, educação e bem-estar emocional. As inscrições estão abertas no site da organização.

    Um dos destaques da programação é a palestra magna “O Encanto da Educação: Transformando Histórias em Ferramentas de Crescimento”, ministrada por Juliane Aparecida Lima dos Santos – coordenadora de Ensino no A.C. Camargo Câncer Center e responsável pela gestão das Classes Hospitalares – e Tatiana Campos Carneiro – professora da rede pública em, que também atua na Classe Hospitalar – que abordarão a sinergia entre educação e narração de histórias como recurso para o desenvolvimento cognitivo e emocional de crianças e adolescentes. 

    Também integra a programação a roda de conversa “Entre Brincadeiras e Diálogos: Fortalecendo Vínculos e Mentes”, para troca de experiências sobre a implementação dessas práticas em ambientes educacionais e familiares, destacando seus benefícios para a saúde mental e o desenvolvimento social, com mediação de Valdir Cimino, fundador da Viva e Deixe Viver, e participação de Tony Silva, que atua como contador de histórias na Pediatria da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

    O evento ainda contará com quatro oficinas simultâneas, realizadas em dois períodos. São elas:

    • “O Tesouro a Descobrir no Barco que Naufragou”
    • “A Descoberta das Práticas Lúdicas e Educacionais dos Contadores de Histórias na Psiquiatria do HC/SP”
    • “Brinquedos que Contam Histórias: Criatividade e Inovação no Aprender Brincando”
    • “A Magia da Pedagogia Hospitalar: Adaptando o Ambiente Hospitalar com o Poder da Educação e da Fantasia”

    Destinado a contadores de histórias, professores, estudantes e profissionais da saúde e da educação, o workshop é uma extensão do trabalho desenvolvido pela Viva e Deixe Viver em todo o Brasil, promovendo ações que integram saúde, cultura e educação de forma sensível, lúdica e acessível.

    A iniciativa conta com o patrocínio do Instituto Helena Florisbal (IHF) e apoio do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq), Associação Paulista de Medicina (APM) e PUC-SP.

    Serviço:
    Workshop “A Descoberta do Brincar e Contar Histórias Terapêuticas”
    Data: 18/10 (sábado), das 9h às 16h
    Local: PUC-SP – Rua Ministro de Godói, 969 – Perdizes, São Paulo (SP)
    Inscrições: https://www.vivaedeixeviver.org.br/
    Valor: R$ 250,00

     

    Sobre a Associação Viva e Deixe Viver: Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) pioneira em diversas frentes e políticas públicas. Por meio da arte de contar histórias, forma cidadãos conscientes da importância do acolhimento e de elevar o bem-estar coletivo, a partir de valores humanos como empatia, ética e afeto.  A entidade também é referência em educação e cultura, por meio da promoção de atividades de ensino continuado. Nesse sentido, conta com o canal Viva e Eduque, espaço criado para a difusão cultural, educacional e gestão do bem-estar para toda a sociedade. Hoje, além dos 601 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 89 hospitais espalhados pelo Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas Invillia, Everymind, Rede D`Or, Pfizer, Perfetti Van Melle, Instituto Helena Florisbal, Instituto PENSI, além da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

    Antonio Saturnino
    1132778891
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  • Keit Maciel da Gama destaca como hábitos saudáveis transformam a saúde e a qualidade de vida

    Keit Maciel da Gama destaca como hábitos saudáveis transformam a saúde e a qualidade de vida

    A adoção de hábitos saudáveis é uma das principais estratégias para garantir mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A especialista Keit Maciel da Gama ressalta que pequenas mudanças no cotidiano podem trazer grandes resultados, tanto na prevenção de doenças quanto na melhoria da qualidade de vida.

    Segundo Keit Maciel da Gama, a base para hábitos saudáveis está na combinação de uma alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas, sono adequado e cuidados com a saúde mental. “A soma dessas escolhas conscientes fortalece o organismo, aumenta a disposição e reduz significativamente os riscos de doenças crônicas”, afirma.

    Ela explica que manter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e proteínas magras é essencial para o bom funcionamento do corpo. A hidratação constante e a redução do consumo de ultraprocessados também fazem parte desse conjunto de medidas. Além disso, o exercício físico, mesmo que em atividades simples como caminhadas, já representa um impacto positivo na saúde.

    Outro ponto defendido por Keit Maciel da Gama é a importância do sono de qualidade. Dormir bem ajuda na recuperação do corpo, melhora a imunidade e regula funções metabólicas. Da mesma forma, cuidar da saúde mental é indispensável, já que o estresse e a ansiedade podem comprometer o equilíbrio geral do organismo.

    Ela também lembra que os hábitos saudáveis devem estar associados ao respeito ao meio ambiente. Respirar ar puro, ter acesso a espaços verdes e viver em cidades mais sustentáveis são fatores que contribuem para a saúde coletiva. “Cuidar da natureza é também cuidar da nossa saúde”, reforça Keit Maciel da Gama.

    Com uma visão prática e preventiva, a especialista destaca que investir em hábitos saudáveis é um ato de responsabilidade consigo mesmo e com a sociedade. Mais do que aumentar a longevidade, essas escolhas garantem anos de vida com qualidade.

  • Croma Oncologia estreia no CONARH 2025 com foco em transformar a jornada do colaborador diagnosticado com câncer

    Croma Oncologia estreia no CONARH 2025 com foco em transformar a jornada do colaborador diagnosticado com câncer

    Presença marca aproximação estratégica da empresa com o universo corporativo, destacando como o cuidado coordenado contribui para bem-estar, previsibilidade de custos e eficiência nas empresas

    A Croma Oncologia, rede especializada em tratamentos oncológicos integrados e humanizados, participa pela primeira vez do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, o maior evento da América Latina dedicado à gestão de pessoas, inovação e liderança. Entre os dias 19 e 21 de agosto de 2025, no São Paulo Expo, em São Paulo, a empresa será uma das patrocinadoras oficiais, com estande de 50 m² na área de exposição e participação especial na programação do congresso, incluindo palestra conduzida pelo diretor-presidente da companhia, Cesar Franco.

     

    A presença no evento marca uma nova fase da Croma Oncologia, alinhada à expansão da empresa com a inauguração das novas unidades em São Paulo e, em outubro, no Rio de Janeiro. “Na CROMA, oferecemos a gestão completa e integrada da jornada oncológica. Acompanhamos cada paciente e seus familiares em todos os momentos, desde o primeiro atendimento até a atenção pós-tratamento, oferecendo cuidado onde for necessário: em casa, no ambiente de trabalho e em unidades ambulatoriais e hospitalares. Diferenciamos também pela capacidade de conectar a jornada clínica com os programas de saúde e bem-estar que as empresas já fornecem aos seus colaboradores. Ao unificar o cuidado, o objetivo final é unir um tratamento de excelência a uma melhor qualidade de vida, tanto no âmbito pessoal quanto profissional.”, afirma Cesar Franco, diretor-presidente da Croma Oncologia.

     

    O destaque da participação será a palestra na Arena 01, no dia 19 de agosto, às 16h15, com Cesar Franco e Maria Alexandra Lucas, gerente global de saúde – Eurofarma, sobre o tema: “Câncer, Jornada do Colaborador, Previsibilidade e Custo: Uma Visão Humanizada e Estratégica”. O encontro abordará como a navegação oncológica estruturada contribui para reduzir absenteísmo, sinistralidade e custos assistenciais nas empresas, promovendo ao mesmo tempo acolhimento e bem-estar aos colaboradores.

     

    Com forte conexão aos pilares de gestão de pessoas, a Croma Oncologia estrutura sua cultura corporativa priorizando o cuidado humanizado, a liderança empática e o trabalho multidisciplinar. “A saúde exige sensibilidade, empatia, excelência técnica e uma gestão de pessoas diferenciada. Por isso, investimos em  equipes integradas, harmonizadas e nos programas de desenvolvimento contínuo, pois sabemos que cuidar de quem cuida é essencial para oferecer o melhor atendimento aos pacientes”, reforça Franco.

     

    Durante o evento, o estande da Croma apresentará seu modelo completo de assistência oncológica, inédito no Brasil, que integra diagnóstico, terapias avançadas e acompanhamento pós-tratamento em um único fluxo de cuidado, com foco em agilidade e eficiência associados a previsibilidade econômica. O espaço também será voltado ao relacionamento com profissionais de RH e gestores, além de oferecer ativações especiais sobre navegação oncológica e saúde corporativa.

     

    A estreia no CONARH reforça o posicionamento estratégico da Croma Oncologia no universo corporativo. A empresa busca apoiar organizações na gestão da saúde dos colaboradores em momentos delicados, garantindo previsibilidade de custos e suporte integral. “Nossa proposta é ser um parceiro estratégico para empresas que desejam cuidar dos seus times com eficiência financeira, promovendo qualidade de vida, acolhimento e resultados sustentáveis”, conclui Franco.

     

    Serviço:

     

    Evento: CONARH 2025 – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas
    Data: 19 a 21 de agosto de 2025

    Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – s/n – Vila Água Funda – São Paulo – SP

    Estande da Croma:  072A – Pavilhão 7, via 4

     

    Sobre a Croma Oncologia: A Croma Oncologia é uma rede de saúde especializada que apresenta um modelo inédito de gestão da jornada oncológica. Sua abordagem, a “Navegação 360º”, proporciona um suporte completo, integrando as dimensões médicas, assistenciais e administrativas, de forma presencial e digital desde o primeiro atendimento. A metodologia coordena todas as fases e profissionais envolvidos no tratamento, proporcionando conforto físico e emocional, além de garantir transparência e agilidade para pacientes e seus familiares. A Croma conta com um portfólio completo de serviços, tecnologias integradas e uma rede de profissionais e parceiros renomados, garantindo acesso desde consultas multidisciplinares e diagnósticos até terapias avançadas, como cirurgias oncológicas, imunoterapia, quimioterapia e radioterapia. Apresentada ao mercado brasileiro no final de 2024, a Croma é o resultado de mais de três anos de trabalho conjunto entre seus sócios: Beneficência Portuguesa, Grupo Fleury e Atlântica Hospitais (uma empresa Bradesco Seguros). Atualmente em expansão, a rede oferece atenção integral nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

    Marina Melo
    (11) 98213-9885
    [email protected]
  • Efeito sanfona: especialista explica porque a falta de amor próprio pode estar causando sobrepeso

    Efeito sanfona: especialista explica porque a falta de amor próprio pode estar causando sobrepeso

    De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade 2025 (World Obesity Atlas 2024), no Brasil, 68% da população têm excesso de peso. Dessa quantidade, 31% têm obesidade e 37% têm sobrepeso. Embora muitos recorram a dietas e exercícios físicos para tentar reverter esse quadro, a dificuldade em manter o peso saudável vai além de questões físicas — está profundamente conectada a aspectos emocionais. Segundo a especialista em autoconhecimento e autoamor, Renata Fornari, o sobrepeso pode ser reflexo de armaduras emocionais que se formam desde a infância e influenciam diretamente na relação das pessoas com o próprio corpo.

    Renata afirma que existem armaduras emocionais, como a da sobrevivência, do controle, da vítima e da exaustão, que podem causar o sobrepeso. Todas elas são geradas nos primeiros anos de vida, de acordo com as vivências de cada pessoa.

    “As pessoas usam essas armaduras, ou máscaras, inconscientemente para se proteger. Hora você está com a sua armadura do controle, hora você está com a sua armadura da vítima, dependendo do grupo em que você está inserido, você muda a sua armadura e acessa diferentes camadas de cada uma”, explica.

    Para a especialista, o sobrepeso é uma camada dentro da armadura do controle que indica necessidade de proteção: “Se você não olhar para a sua necessidade inconsciente de proteção, você pode fazer quantas dietas você quiser, você vai emagrecer temporariamente e daqui a pouco o efeito rebote pode surgir. Porque, a partir do momento em que você solta um pouco o controle e você relaxa, a necessidade interna de proteção inconsciente faz seu corpo acumular gordura novamente”, detalha.

    Romper com essas armaduras emocionais é um caminho essencial para quem deseja não apenas emagrecer, mas conquistar uma vida mais leve, autêntica e alinhada com seus verdadeiros desejos. O processo vai além da balança — trata-se de se reconectar consigo, acolher suas necessidades internas e praticar o autoamor como base para uma transformação duradoura. Ao compreender que o peso pode ser um reflexo de emoções não resolvidas, torna-se possível libertar-se do ciclo do efeito sanfona e construir uma relação mais saudável com o corpo e com a vida.

    Para ajudar ainda mais as pessoas nas resoluções de conflitos internos, Renata, que é ex-executiva de multinacionais e trocou o sucesso convencional pela busca da autenticidade, tornando-se a única formadora e representante oficial do Método Louise Hay ™ no país, anunciou uma experiência presencial imersiva, “O Novo Despertar”. Destinado para pessoas que se sentem “presas” em armaduras emocionais e desejam mais reconhecimento, abundância financeira, relacionamentos verdadeiros, paz interior, ou que simplesmente vivem uma realidade que não reflete a vida que querem viver, o evento vai acontecer nos dias 11, 12 e 13 de julho, no bairro da Liberdade, em São Paulo/SP.

    Na imersão “O Novo Despertar”, que também será a comemoração dos 40 anos da especialista, os participantes terão a chance de vivenciar na prática um método exclusivo, se libertar dessas armaduras emocionais impostas pelo teatro social e romper com todos os elementos limitantes de autossabotagem, para então, encontrar a verdadeira prosperidade.

    Renata Fornari também é criadora da abordagem Soul Self Love, seu trabalho conduz as pessoas a viverem com autenticidade e liberdade. Em 2024, realizou um evento histórico que reuniu mais de 600 pessoas em São Paulo. Seu impacto já alcançou mais de 10 mil alunos e cerca de 600 mil seguidores em suas redes sociais.

    Serviço “O Novo Despertar”

    Data: 11, 12 e 13 de julho de 2025

    Local: Hakka Eventos – Bairro da Liberdade – São Paulo/SP

    Informações: https://link.refornari.com.br/onovodespertar 

    Márcia Stival Assessoria
    (11) 3213-4252
    [email protected]
    https://www.instagram.com/marciastivalassessoria/?hl=pt
  • Yoga como aliado para manter o equilíbrio físico e emocional nas festas de fim de ano

    Yoga como aliado para manter o equilíbrio físico e emocional nas festas de fim de ano

    Especialista premiada em Yoga, Crhis Silva explica os benefícios da prática regular para aliviar o estresse, fortalecer o corpo e começar o próximo ano com mais energia e tranquilidade.

    Com a chegada das festas de fim de ano, o ritmo acelerado, a pressão para cumprir compromissos e o cansaço acumulado podem causar estresse e ansiedade. Nesse contexto, a prática do Yoga pode ser uma aliada indispensável para o equilíbrio físico e emocional, mesmo durante esse período movimentado. A professora de Yoga, Crhis Silva reforça a importância de não interromper as atividades nessa época do ano e explica os benefícios de manter a prática regular para começar o próximo ciclo com mais energia e bem-estar.  

    Referência na área e premiada como Melhor Professora de Yoga de Natal-RN em 2022 e Top Master Rio Grande do Norte em 2023, Crhis Silva possui ampla formação e experiência na área. Ela destaca que a prática regular de Yoga ajuda a aliviar a tensão acumulada, promove a conexão interior e fortalece o corpo, além de ser um momento de autocuidado em meio à correria das festividades.

    “Manter a prática de Yoga mesmo em períodos movimentados é um gesto de amor-próprio, ajuda a reduzir o estresse, melhora a qualidade do sono e o foco, além de proporcionar maior equilíbrio emocional. O final do ano exige que estejamos bem fisicamente e emocionalmente, e o Yoga é um aliado indispensável para isso”, reforça a professora.

    Chris Silva lembra ainda que as festas de fim de ano podem trazer sentimentos de exaustão ou melancolia, e a prática do Yoga oferece um espaço seguro para reconectar-se com o momento presente e cultivar a gratidão.

    Sobre Crhis Silva  

    Formada em Ciências Biológicas pela UFRN, com Mestrado e Doutorado em Psicobiologia pela mesma universidade e Doutorado-sanduíche pela Universitat de Barcelona, Crhis Silva possui dois Pós-Doutorados com ênfase em Cronobiologia (UFPB e UFPE) e formação em Hatha Yoga e Autoconhecimento, Yoga para Gestantes e Baby Yoga. Também é formada em Thetahealing®️, Florais de Bach e Reiki I.  

    Reconhecida como Melhor Professora de Yoga de Natal-RN em 2022 por votação pública do @melhoresdoanodenatal e vencedora do prêmio Top Master Rio Grande do Norte 2023 pela Agência Destaques, Crhis ministra suas aulas no Estúdio Amanhecer e oferece orientações online.   

    Acompanhe mais sobre Chris Silva no Instagram e inspire-se: @drayogacrhissilva 

    Assessoria de Comunicação: José Patrício Neto – @josepatriciosn

    JOSÉ PATRÍCIO NETO
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  • A química do bem-estar: sexo matinal aumenta imunidade e reduz estresse

    A química do bem-estar: sexo matinal aumenta imunidade e reduz estresse

    A atividade sexual é comumente relacionada ao período noturno. Porém, uma boa dose de paixão pela manhã pode ser mais eficaz do que uma xícara de café ou um banho gelado, quando falamos de práticas para alcançar o bem-estar. Assim, começamos o dia com energia e bom humor.

    Isso porque o sexo matinal é um aliado da saúde física e emocional, conforme relata Thaís Maia, ginecologista, obstetra e sexóloga da Hapvida NotreDame Intermédica. “A saúde sexual é parte integrante da definição de qualidade de vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). E essa rotina pode trazer mais benefícios do que se imagina”, afirma.

    Estudos mostram que transar pela manhã estimula a liberação da “química do bem-estar”, composta por substâncias como oxitocina, endorfina e serotonina. Além do prazer, essas substâncias são responsáveis pela redução do estresse.

    Thaís conta que a oxitocina, conhecida como o “hormônio do amor”, desperta uma sensação de vínculo e proximidade. “Isso contribui para uma maior tranquilidade e segurança emocional. Já as endorfinas e a serotonina elevam o humor ao reduzir sintomas de ansiedade e estresse”, revela.

    O sexo matinal vai além do prazer. A atividade pode aumentar a energia necessária para enfrentar as atividades cotidianas, reforça a sexóloga.

    O sexo pela manhã também traz benefícios ao corpo físico, como revela um estudo publicado na Journal of Sexual Medicine. O prazer logo pela manhã melhora a saúde cardiovascular da pessoa, na medida em que ajuda a regular a pressão arterial e promove uma melhor circulação sanguínea.

    Já o estudo feito pela educadora sexual Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, concluiu que a intimidade pela manhã gera uma sensação de felicidade que se prolonga ao longo do dia. Outro ganho está no sistema imunológico; ele eleva os níveis de IgA, um anticorpo crucial para proteger o organismo contra infecções.

    Os impactos da atividade sexual na saúde mental e relacional também foram medidos durante a pandemia de covid-19. Os níveis de ansiedade e depressão foram menores em pessoas que mantiveram uma vida sexual ativa ao longo da pandemia.

    Desejo espontâneo ou responsivo

    O desejo sexual pode ser espontâneo ou responsivo. Ao longo de um período de relacionamento, a intimidade pode, muitas vezes, ficar em segundo plano diante de rotinas agitadas. Nessas situações, há uma diminuição do desejo espontâneo.

    Diante desse quadro, a ginecologista Thais reforça a necessidade de o casal integrar a intimidade à rotina. “É fundamental que o casal priorize o sexo, pense mais sobre o assunto e encontre maneiras de encaixá-lo na rotina. À noite, o cansaço pode atrapalhar. O sexo pela manhã pode ser uma alternativa melhor, com benefícios para a libido e o relacionamento”, diz a médica.

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  • A Falta de Empatia, Tolerância e Respeito com Pessoas que Sofrem de Doenças Mentais, Por Renato Bernardinelli

    A Falta de Empatia, Tolerância e Respeito com Pessoas que Sofrem de Doenças Mentais, Por Renato Bernardinelli

    Nos últimos tempos, muito se tem falado sobre saúde mental, mas a verdade é que a falta de empatia, tolerância e respeito com pessoas que sofrem de doenças mentais ainda é uma realidade cruel. As pessoas, muitas vezes, sabem o que não deveriam fazer, pois suas ações podem ferir os outros. Ainda assim, insistem em normalizar comportamentos que desrespeitam a dor alheia.

    O preconceito contra doenças mentais costuma se manifestar na forma de indiferença ou desprezo. Muitos consideram que expressar emoções intensas é “frescura” ou “drama”. Pacientes com condições como depressão, transtorno de ansiedade, bipolaridade ou transtorno de personalidade borderline são frequentemente rotulados como pessoas exageradas ou fracas. A incapacidade de compreender a profundidade dessas doenças cria barreiras e agrava o sofrimento de quem já está em um estado emocional vulnerável.

    Um Chamado às Famílias, Amigos e Colegas de Trabalho

    As pessoas mais próximas daqueles que sofrem de doenças mentais — sejam famílias, amigos ou colegas de trabalho — têm um papel crucial em promover a inclusão e o apoio. Saber da condição de alguém e ignorar seu sofrimento é um sinal de falta de empatia. Muitos acreditam erroneamente que remédios ou terapia são soluções simples e imediatas. Embora esses tratamentos sejam importantes, é fundamental entender que muitas doenças mentais são crônicas e não possuem cura definitiva.

    Empatia é mais do que sentir pena ou compreender superficialmente o problema do outro; é um ato de se colocar no lugar da pessoa, de entender a complexidade da situação sem julgar ou minimizar sua dor.

    As Consequências da Falta de Compreensão

    Quando os portadores de doenças mentais não encontram compreensão e apoio, as consequências podem ser devastadoras. Eles são mal interpretados e mal vistos pela sociedade. O peso do julgamento constante pode levá-los a um sofrimento ainda mais profundo. Para muitos, a busca por uma solução rápida para aliviar a dor pode resultar em caminhos perigosos, como o abuso de drogas, álcool ou comportamentos autodestrutivos, como a automutilação — um sintoma comumente observado em pessoas com transtorno de personalidade borderline.

    Esses mecanismos de “escape” são uma tentativa desesperada de controlar ou aliviar a dor emocional, e não devem ser vistos como escolhas conscientes ou falhas de caráter. São sinais de que a dor interna se tornou insuportável.

    O Estigma Ainda Existe

    Apesar dos avanços na área de saúde mental, o estigma permanece presente. A sociedade ainda se recusa a entender que doenças mentais são tão sérias quanto doenças físicas. Enquanto pessoas com doenças cardíacas ou diabetes recebem apoio e compaixão, aqueles com doenças mentais são, muitas vezes, desacreditados ou ridicularizados.

    Julgar é fácil. Difícil é amar o próximo exatamente como ele é, com todas as suas dores, fragilidades e desafios. A empatia é o caminho para uma sociedade mais justa e inclusiva. Precisamos parar de tratar doenças mentais como “frescura” ou “fraqueza” e começar a tratar aqueles que sofrem com o respeito e a dignidade que merecem.

    Quando a Raiva se Torna uma Prisão: A Falta de Humanização no Tratamento Psiquiátrico

    A raiva é uma das emoções mais intensas e complexas que o ser humano pode experimentar. Em momentos de fúria extrema, muitos acabam quebrando objetos, atirando coisas contra a parede e, em alguns casos, destruindo ambientes inteiros. Essas explosões emocionais, muitas vezes, são tão intensas que a pessoa sequer se lembra do que fez.

    Há relatos impressionantes de indivíduos que, dominados por uma raiva inconsciente, acabaram devastando lojas, restaurantes, e até mesmo quartos de hotéis. Quando a perda de controle atinge esse nível, a sociedade frequentemente opta por uma solução imediata e punitiva: a internação compulsória em hospitais psiquiátricos. Em vez de acolhimento, apoio emocional e compreensão, muitos são obrigados a enfrentar a realidade fria e desumana desses locais.

    Muitas dessas instituições falham em oferecer um tratamento digno e humanizado. Ao invés de proporcionarem um ambiente de recuperação e respeito, deixam os pacientes isolados, muitas vezes em condições precárias de higiene e segurança. Nesses locais, os indivíduos não encontram o cuidado que necessitam, como um abraço acolhedor, um carinho ou uma simples refeição compartilhada em família. São tratadas como casos perdidos, aprisionadas e estigmatizadas.

    O resultado é devastador: muitos saem desses hospitais sem se reconhecerem como parte da sociedade. A experiência traumática de uma internação desumanizada os faz sentir-se incapazes de reintegrar-se à vida normal. Os traumas gerados são profundos e permanentes, destruindo a autoestima e a confiança em si mesmos.

    A Importância de Um Novo Olhar

    Para mudar essa realidade, é essencial promover a educação sobre saúde mental. Conversas abertas e honestas podem quebrar tabus e eliminar estigmas. Famílias, amigos e a sociedade precisam entender que o apoio emocional, combinado com tratamento adequado, pode fazer uma diferença significativa na vida das pessoas que enfrentam essas condições.

    Não devemos apenas aceitar a existência das doenças mentais, mas também reconhecer a força e a coragem das pessoas que lutam diariamente contra elas. É hora de oferecer mais amor, respeito e, acima de tudo, empatia.

    Porque respeitar a dor do outro é o primeiro passo para uma sociedade verdadeiramente humana.

    Renato Bernardinelli / Whats: 11 991590575

    https://www.instagram.com/renatobernardineli

  • Como Funciona O Congelamento De Óvulos À Distância?

    Como Funciona O Congelamento De Óvulos À Distância?

    Especialista aponta aumento na busca pelo procedimento como reflexo das mudanças depois da pandemia e dos avanços na medicina, como a telemedicina

    Quer congelar os seus óvulos, mas não mora em São Paulo, nem mesmo no Brasil… O tratamento é possível, é viável? Vamos descobrir!  Desde a pandemia, a procura pelo congelamento de óvulos tem registrado um crescimento significativo em São Paulo, consolidando a cidade como um dos principais polos desse tipo de tratamento no Brasil. A especialista em reprodução humana assistida, Dra. Paula Marin, explica que esse aumento está diretamente relacionado a mudanças no planejamento familiar, avanços tecnológicos e à maior conscientização sobre o impacto da idade na fertilidade feminina.

     

    Tendências no Pós-Pandemia

     

    A pandemia de COVID-19 trouxe reflexões sobre prioridades pessoais e familiares. Muitas mulheres optaram por adiar a maternidade em prol de estabilidade emocional, financeira e profissional. “O congelamento de óvulos tornou-se uma alternativa importante para quem deseja preservar a fertilidade e manter a possibilidade de ser mãe no futuro”, diz Marin.

     

    Segundo dados do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre 2020 e 2023, o número de óvulos congelados aumentou em quase 100% (96,5%) no país — foi de 56.710 para 111.413. São Paulo se destaca nesse cenário pela ampla oferta de clínicas especializadas e infraestrutura de ponta.

     

    Por que São Paulo é um polo de referência?

     

    São Paulo reúne fatores que consolidam sua posição como um dos principais destinos para tratamentos de reprodução assistida, incluindo o congelamento de óvulos. A cidade concentra a maior parte das clínicas e laboratórios especializados no Brasil, equipados com tecnologia de ponta e profissionais renomados. Além disso, destaca-se por oferecer uma infraestrutura completa, que inclui hospitais de excelência, facilidade de acesso a grandes centros médicos e um ambiente acolhedor para pacientes.

     

    “Muitas mulheres escolhem São Paulo não apenas pela qualidade técnica dos tratamentos, mas também pela segurança, confiabilidade e atenção personalizada oferecida durante todo o processo”, afirma Paula Marin, diretora da Clínica Venvitre.

     

    Turismo em saúde: São Paulo como destino internacional

     

    Nos últimos anos, São Paulo tem atraído pacientes de diferentes regiões do Brasil e de outros países que buscam aliar tratamentos médicos de alta complexidade com uma experiência diferenciada. A cidade oferece uma combinação única de expertise médica e infraestrutura turística, com aeroportos internacionais, hotéis de diferentes categorias, serviços especializados em recepção de pacientes, além de roteiros culturais e gastronômicos.

     

    “Temos recebido mulheres de todo o mundo que veem em São Paulo a oportunidade de realizar um tratamento seguro e eficiente, com a tranquilidade de contar com um suporte completo durante sua estadia”, destaca Paula Marin. 

     

    Telemedicina e congelamento de óvulos

     

    O avanço da telemedicina trouxe uma nova dimensão ao congelamento de óvulos, permitindo que etapas iniciais do tratamento sejam realizadas remotamente, com conforto e praticidade para as pacientes. Essa abordagem híbrida combina a tecnologia com o atendimento humanizado, garantindo que o planejamento inicial ocorra de maneira eficiente, enquanto os procedimentos clínicos são realizados presencialmente.

     

    Segundo a Dra. Paula Marin, o processo começa com uma avaliação detalhada para identificar fatores de risco que podem impactar a reserva ovariana. “É essencial investigar históricos como cirurgias ovarianas anteriores, sintomas de endometriose – como cólicas menstruais intensas e dor durante a relação sexual –, uso prévio de quimioterapia ou casos de menopausa precoce na família”, explica.

     

    Durante as teleconsultas, Dra. Paula dedica um tempo significativo para educar as pacientes sobre o funcionamento dos ovários, o desenvolvimento folicular e a relação entre idade e fertilidade. “Acredito que uma explicação clara e didática é fundamental para que a paciente compreenda todas as etapas do tratamento e tome decisões informadas”, destaca.

     

    Ao final da consulta virtual, a médica traça um plano personalizado de conduta, que pode incluir:

    • Ajustes de medicações, como a suspensão de anticoncepcionais ou outros medicamentos que possam interferir no tratamento;
    • Prescrição de vitaminas ou suplementos específicos, quando necessário;
    • Solicitação de exames de rotina ginecológica, caso a paciente não tenha exames recentes;
    • Investigação diagnóstica adicional, caso sejam levantadas hipóteses durante a anamnese;
    • Exames específicos para o congelamento de óvulos, incluindo perfil hormonal, sorologias e a dosagem do hormônio antimulleriano (AMH).

     

    Essa integração da telemedicina ao processo de congelamento de óvulos reflete um cuidado moderno, eficiente e voltado às necessidades individuais das pacientes, facilitando o acesso ao tratamento e promovendo uma experiência acolhedora e informativa.

     

    O acompanhamento do tratamento

    A consulta presencial é cuidadosamente programada para coincidir com os primeiros dias do ciclo menstrual ou logo após a ovulação, momento ideal para a contagem dos folículos antrais e a definição de um protocolo de medicação personalizado.

    “Durante a consulta, a paciente pode adquirir toda a medicação necessária diretamente na clínica, o que facilita sua jornada. Nossa equipe de enfermagem aplica a primeira dose e orienta detalhadamente sobre o uso das demais. Nesse mesmo dia, se preferir, a paciente já pode retornar para sua cidade, levando consigo todos os medicamentos do tratamento”, explica Dra. Paula Marin.

    O acompanhamento do estímulo ovariano começa com a primeira ultrassonografia de controle, realizada por volta do 7º dia do ciclo. Ao longo da segunda semana, são realizadas mais duas ultrassonografias transvaginais para monitorar o desenvolvimento dos folículos e ajustar a medicação, se necessário. Quando os folículos atingem o tamanho adequado, é agendada a aspiração folicular, normalmente entre o 12º e o 14º dia do estímulo.

    “No dia da aspiração, recomendamos repouso para garantir uma recuperação tranquila e permitir que a equipe acompanhe qualquer eventual sintoma. No dia seguinte, a paciente já está liberada para retornar à sua cidade com segurança”, acrescenta a médica.

    A especialista em Reprodução Humana Assistida destaca que também há a possibilidade, em alguns casos, se a paciente preferir, dela adquirir a medicação onde mora, fazer a estimulação por lá, realizar ultrassonografias para controle do desenvolvimento folicular e encaminhar os resultados para a Dra. Paula Marin para avaliação e ajuste de doses. “Assim, ela pode vir para São Paulo apenas para a aspiração, resultando em poucos dias de permanência por aqui”, explica a médica.

    Dra. Paula Marin ressalta que a integração da telemedicina com um acompanhamento especializado tem tornado o congelamento de óvulos mais acessível para mulheres que não residem em São Paulo ou até mesmo no Brasil. “Com os avanços da medicina reprodutiva, as mulheres têm à disposição tratamentos modernos e seguros. A chave é buscar informação e entender como essas opções podem transformar o planejamento reprodutivo”, conclui.

    Dra. Paula Marin

    Especialista em Reprodução Humana Assistida

    MÉDICA | CRM-SP 129377

    Ginecologia e Obstetrícia |RQE: 69162

    Reprodução Humana | RQE: 691621

    https://www.instagram.com/dra.paulamarin/

    Bia Cunha
    11-96144-5101
    [email protected]
  • Luana Silva: Estratégia e Inovação no Comando Comercial da Ame a Saúde

    Luana Silva: Estratégia e Inovação no Comando Comercial da Ame a Saúde

    No competitivo mercado de saúde, onde precisão e inovação são imprescindíveis, Luana Silva se destaca como Gerente Comercial da Ame a Saúde, uma empresa que transforma a medicina laboratorial ao integrar excelência técnica e tecnologia de ponta. Com vasta experiência nos segmentos de análises clínicas e equipamentos biológicos, Luana atua como estrategista e consultora especializada, entregando soluções que atendem às necessidades específicas de clínicas, laboratórios e profissionais da área.

    Uma Trajetória de Excelência e Inovação
    Luana construiu sua reputação como uma profissional focada em resultados e inovação. Sua abordagem vai além da simples comercialização de equipamentos: ela promove parcerias estratégicas que impactam diretamente na eficiência e na qualidade do atendimento clínico. “Meu objetivo é transformar cada atendimento em uma experiência única, promovendo segurança e confiança para profissionais da saúde e pacientes”, explica.

    Tecnologia e Soluções Personalizadas
    Sob sua liderança, a Ame a Saúde disponibiliza tecnologias de ponta, como os equipamentos LINS, FLOW e VOLT. Esses dispositivos oferecem precisão, rapidez e confiabilidade em diagnósticos, elementos cruciais para a excelência em análises clínicas. Além disso, Luana lidera iniciativas de treinamento técnico para equipes multiprofissionais, garantindo o uso eficiente das ferramentas e otimizando os processos analíticos.

    • LENS – Hematologia: Tecnologia avançada para exames precisos e ágeis.
    • FLOW – Imunocromatografia e Fluorescência: Equipamento robusto para exames complexos e detalhados.
    • VOLT – Eletroquímica: Solução de última geração para diagnósticos seguros e precisos.

    Impacto no Atendimento ao Paciente
    A atuação de Luana vai além da tecnologia. Com equipamentos que reduzem margens de erro e aceleram a entrega de exames, ela promove diagnósticos mais confiáveis e tratamentos eficazes. “Estamos aqui para elevar os padrões de qualidade e inovação, garantindo processos validados e laudos assinados por profissionais especializados”, afirma.

    Visão de Futuro
    Luana Silva é um exemplo de liderança inovadora e estratégica em um setor que demanda constante evolução. Representando a Ame a Saúde, ela não apenas comercializa equipamentos, mas também cria soluções que transformam oportunidades em resultados. Seu trabalho é uma inspiração para o setor, reforçando a importância da tecnologia e da personalização no atendimento à saúde.

    A dedicação de Luana Silva continua a abrir caminhos para novas possibilidades na medicina laboratorial, fortalecendo a posição da Ame a Saúde como referência em excelência e inovação.