Nome difícil de ser emplacado para a Presidência, o deputado e ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM) está virando o vice mais cortejado dessa corrida. Motivo: a montanha de dinheiro público do Fundão Eleitoral do União Brasil, novo partido que surgirá da fusão PSL-DEM, fora o tempo de televisão. Se o Congresso mantiver veto à LDO e mantiver os R$ 5,7 bilhões do Fundo Eleitoral, a União Brasil receberá R$ 900 milhões.
Categoria: Política
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Morre aos 66 anos Paulo Rafael, guitarrista de Alceu Valença
O músico pernambucano Paulo Rafael morreu, aos 66 anos, nesta segunda-feira (23). Referência da guitarra no país, ele fazia parte da banda de Alceu Valença e do Ave Sangria. Segundo parentes, Paulo estava internado e em tratamento de um câncer no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde faleceu.
Natural de Caruaru, no Agreste pernambucano, o músico começou a carreira nos anos de 1970 no Recife, como integrante da banda Ave Sangria. O grupo produzia rock com raízes nordestinas e, há sete anos, retomaram as atividades e lançaram um novo disco.
O guitarrista teve uma parceria de mais de 40 anos com Alceu Valença, além de várias participações em projetos e como produtor de artistas consagrados, com Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e Lobão. Foi ele quem escreveu o arranjo da faixa “Vaca profana”, de Caetano Veloso, gravado por Gal Costa.
O músico deixou esposa, neta e filha. O velório, que estava previsto para esta segunda, foi adiado pela família para a terça-feira (24), no Cemitério da Penitência, no Rio de Janeiro, com cremação prevista para a parte da tarde.
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Covaxin: mais uma crise fabricada para tentar atingir Bolsonaro
Um deputado inexpressivo no Congresso Nacional protagoniza uma denúncia midiática contra uma das vacinas encomendadas pelo Governo Bolsonaro.
O deputado em questão é Luís Claudio Miranda (DEM-DF), irmão do chefe de importação do Ministério da Saúde, Luís Ricardo Miranda. Luís Claudio coletou indícios de que havia irregularidades na compra da Covaxin e tentou usar as informações para chegar ao presidente Jair Bolsonaro. Como foi ignorado, levou a “crise” para as mãos da oposição e para a mídia.
O Governo Federal firmou um contrato para a compra de 20 milhões de doses da Covaxin, uma vacina indiana fabricada pela Bharat Biotech. Uma das falácias levantadas pela oposição diz respeito ao preço de cada vacina.
A mídia e a oposição divulgaram amplamente que a Covaxin custa US$ 1,34 e que o preço contratado pelo Brasil seria 1.000% maior. A informação é terminantemente falsa! O Brasil contratou a vacina por US$ 15,00, mas a fabricante afirmou que o preço é tabelado e que é o mesmo valor pago por todos os 13 países que firmaram contrato. Além disso, mesmo na Índia, único lugar onde o valor é subsidiado, as vacinas foram vendidas por US$ 5,30.
Outra falácia divulgada é que o tempo de negociação da Covaxin foi de “apenas” 97 dias. Enquanto o da Pfizer tinha sido de 330 dias. Porém, a divergência ignora que o contrato com a Pfizer começou a ser negociado em um período em que todas as vacinas ainda eram experimentais e o Brasil ainda estava estabelecendo os protocolos para aquisição emergencial das vacinas.
Mais contraditório ainda é que a oposição, principalmente na CPI do Senado, sempre criticou uma suposta lentidão do Governo Federal na aquisição das vacinas, agora, quer criar suspeitas quanto à celeridade.
Fora tudo isso, o Brasil não gastou um real sequer na aquisição da Covaxin, pois o pagamento está condicionado à entrega das vacinas, que não ocorreu.
O senador Randolfe Rodrigues(REDE), líder da oposição no Senado, já manifestou publicamente que sua intenção é prender o presidente Jair Bolsonaro. Para isso, a oposição pula de factoide em factoide para tentar derrubar o presidente. Até o momento, não está dando certo.
Diego Lagedo é historiador, especialista em Gestão Pública e editor do site Pernambuco em Pauta
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Boa-nova nos ares: Estado tem o voo mais procurado do País e aumenta em 20% a movimentação de passageiros
Dados da Anac confirmam ainda o Aeroporto do Recife como o quarto maior do Brasil
Pernambuco dá passos importantes para uma retomada segura e exitosa na atividade turística. Duas boas notícias chegam como presente neste fim de junho: além de ampliar em 20% a movimentação de passageiros no mês de maio com relação a abril, o Estado foi responsável pela operação do voo mais procurado do País no acumulado de janeiro a maio.
Segundo análise do portal Aeroin, a partir de dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a rota Guarulhos-Recife movimentou 537.318 passageiros nos cinco primeiros meses deste ano. O mesmo voo foi, no mês de maio, o segundo mais procurado do Brasil, com 108.403 passageiros.
“Os números apresentados pela Anac e analisados pelo Aeroin e pela Unidade de Pesquisas da Empetur apontam que estamos no caminho certo da retomada gradual do nosso turismo. Já temos o primeiro voo mais procurado do País neste primeiro semestre e ficamos ainda mais felizes pelas companhias aéreas anunciarem o incremento das rotas agora para julho. Isso só nos incentiva a seguir fortalecendo nosso turismo, com todos os cuidados, reforçando os protocolos sanitários e capacitando os trabalhadores do setor por meio do Bora Pernambucar”, comenta o Secretário de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes.
Além da boa colocação da frequência Recife-Guarulhos, Pernambuco também conta o quarto terminal mais movimentado do País no último mês: o Aeroporto Internacional dos Guararapes – Gilberto Freyre. O ranking da Anac nos coloca atrás apenas de Guarulhos (SP), Viracopos (Campinhas, SP) e Brasília.
Só em maio, o Aeroporto do Recife registrou 481.918 embarques e desembarques. No ranking do Nordeste, Salvador segue na 2ª colocação, contabilizando 268.573 visitantes no mês passado.
Além do Recife, o Aeroporto Senador Nilo Coelho, em Petrolina, também dá sinais positivos para a retomada segura. Em maio, foi registrado um aumento de 26,97% na movimentação de passageiros comparado com abril. Foram 17.390 pessoas embarcando ou desembarcando pelo terminal sertanejo.
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Fábio Faria, ministro de Bolsonaro, chama de “cara de pau” e “mentirosa”, governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra
Fábio Faria, ministro das Comunicações e Fátima Bezerra, governadora do Rio Grande do Norte.
O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse na quinta-feira, 24 de junho, que a a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), é “cara de pau” e “mentirosa” por, segundo ele, atribuir ao governo estadual a compra de vacinas contra a Covid-19.
O chefe do ministério também afirmou que o governo não repassou R$ 20 milhões em recurso para a obra da Barragem de Oiticica. O empreendimento recebeu visita técnica do governo federal e da comitiva do presidente Jair Bolsonaro.
“Aqui o governo federal do presidente Bolsonaro via MDR [Ministério do Desenvolvimento Regional] já investiu R$ 280 milhões, vai passar de R$ 300 [milhões]. E apenas R$ 20 [milhões] da governadora do Estado, que era para colocar para Oiticica, o dinheiro não está aqui”, disse.
Fábio Faria completou: “No site oficial, a governadora cara de pau dizendo que toda semana adquire 50 mil vacinas para o Estado do Rio Grande do Norte, ela não adquire nenhuma, porque todas as vacinas até hoje aplicadas no Brasil foram compradas, adquiridas e pagas pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. A governadora nada mais faz do que receber as vacinas e distribuir para os prefeitos aplicarem”
A chefe do Executivo local faz oposição ao governo Bolsonaro e aos ministros Fábio Faria, do PSD, e Rogério Marinho, que está sem partido. Tanto Faria quanto Marinho foram eleitos deputados federais em 2018 pelo Estado.
Barragem de Oiticica
O Governo Federal anunciou, no mesmo dia, um repasse de mais R$ 38,2 milhões para a conclusão das obras da Barragem de Oiticica, localizada no município de Jucurutu, no Rio Grande do Norte.
Desse total, R$ 18 milhões são provenientes de emendas de bancada. O evento contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
Durante a cerimônia de liberação de recursos, o presidente Jair Bolsonaro destacou que o Brasil tem diferenciais que contribuem para o desenvolvimento do País.
“Temos uma terra abençoada. Até aqui, onde pouco chove, com obras, trabalho e honestidade, faremos com que a região produza muito mais. Ninguém tem terras agricultáveis como nós, ninguém tem tanta água doce como nós”, afirmou.
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Senado aprova MP que desestatiza Eletrobras; texto volta para Câmara
O relator da medida provisória, Marcos Rogério (na tela), durante a sessão remota desta quinta-feira
O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (17) a medida provisória que permite a desestatização da Eletrobras — MP 1.031/2021, que, devido às alterações feitas pelos parlamentares, está tramitando no Congresso sob a forma de um projeto de lei de conversão: o PLV 7/2021.
Essa medida provisória já havia sido aprovada (e modificada) pelos deputados federais. Mas como os senadores alteraram o texto que veio da Câmara, ele terá de voltar à Câmara dos Deputados para nova votação.
A MP precisa da aprovação final do Congresso até o dia 22, quando perde a validade.
Os senadores retomaram pela manhã a discussão sobre a proposta, que havia sido iniciada na quarta-feira (16). Foram cerca de nove horas de debates, no total, com a apresentação de três pareceres diferentes pelo relator, senador Marcos Rogério (DEM-RO). A disputa se refletiu no resultado final da votação: a MP recebeu 42 votos favoráveis, um a mais do que o mínimo necessário para a aprovação, e 37 contrários.
O modelo de desestatização prevê a emissão de novas ações da Eletrobras, que serão vendidas no mercado sem a participação da União, resultando na perda do controle acionário de voto mantido atualmente por ela. Cada acionista, individualmente, não poderá deter mais de 10% do capital votante da empresa. A União terá uma ação de classe especial (golden share) que lhe garante poder de veto em decisões da assembleia de acionistas.
A MP foi aprovada com dispositivos introduzidos pela Câmara dos Deputados que preveem que o governo federal patrocine, pelos próximos 15 anos, a contratação de usinas termelétricas a gás natural em regiões do interior do país onde hoje não existe esse fornecimento. O senador Marcos Rogério, porém, removeu a regra que tornava esse processo uma condição para o processo de desestatização.
Para o relator, a aprovação dessa medida provisória fortalecerá a Eletrobras e ao mesmo tempo manterá a União como um ator importante na gestão do setor elétrico. Ele afirmou que o modelo atual de controle estatal deixou estagnada a geração de energia, o que poderá ser revertido com a MP.
— A capitalização da Eletrobras devolve a ela o protagonismo no setor elétrico e a capacidade real de investimento para modernização do parque de geração e de transmissão, com foco, sobretudo, na redução do preço da energia.
A previsão de contratação das termelétricas foi criticada pelos parlamentares ao longo da semana, sendo considerada um “jabuti” (um trecho inserido no texto que não tem relação com o propósito original da MP). Marcos Rogério argumentou que a incorporação dessas usinas terá um papel importante na estabilização e no barateamento do fornecimento de energia para o interior.
— O Brasil hoje tem que despachar térmicas a diesel, muito mais poluentes e caras, além de importar energia. Ela tem um custo médio de R$ 1 mil por megawatt/hora. Manter o modelo atual, sem o incremento dessa infraestrutura, da energia termelétrica movida a gás, significa ficar como estamos. Nós precisamos de energia firme. Os parques termelétricos garantem isso.
O senador Eduardo Braga (MDB-AM), que foi ministro de Minas e Energia, também defendeu a proposta do uso das termelétricas, argumentando que o país é excessivamente dependente de hidrelétricas que vivem dificuldades para manter seus reservatórios, o que levaria a um cenário de desabastecimento ou de tarifas altas. Ele disse que a diferença entre a garantia física das hidrelétricas e a energia que efetivamente geram — o chamado risco hidrológico — hoje é custeada pelo consumidor.
— A carteira de investimento da Eletrobras hoje só tem um projeto: a usina nuclear de Angra dos Reis. Enquanto isso, nós estamos comprando e despachando energia. Os nossos reservatórios estão em crise não é de hoje. A Eletrobras voltou a dar lucro porque o povo brasileiro a indenizou para manter o pagamento do risco hidrológico — afirmou Braga.
As termelétricas deverão atender a estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No relatório final, Marcos Rogério acrescentou também as áreas da região Sudeste hoje atendidas pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e os estados sudestinos que são produtores de gás natural. Em suas últimas mudanças no texto, na manhã desta quinta, o relator também fez várias alterações nas cotas mínimas de energia das termelétricas destinadas a cada região, procurando acomodar os pedidos dos colegas.
Jean Paul Prates (PT-RN), líder da minoria no Senado, criticou essas negociações para construção do texto, que ele chamou de “barganhas” sem embasamento técnico.
— Nós estamos tratando disso como se fosse uma xepa energética. São megawatts subsidiados, que vão para a conta de luz do cidadão. Não é possível fazer isso sem estudo de impacto tarifário, sem estudo de viabilidade técnica e ambiental. Estamos falando de distorcer o planejamento energético, que é feito de forma decenal; as fontes competem pela tarifa mais baixa. Não podemos fazer a irresponsabilidade de fazer essa quermesse.
Durante o dia, os senadores contrários à MP reiteraram que ela compromete a soberania nacional, ao tirar do controle do Estado a empresa que é a maior produtora e distribuidora de energia do país. Eles também argumentam que os termos do projeto criam “oligopólios setoriais” que vão reduzir a concorrência e encarecer as tarifas de luz. Para os parlamentares que se posicionaram a favor da desestatização, a proposta deve abrir caminho para mais investimentos em infraestrutura energética e para melhor atendimento a regiões remotas do país.
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Bolsonaro diz que não é atribuição do governo levar oxigênio para o Amazonas
O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (30) que “não é competência” e “nem atribuição” do governo federal levar oxigênio para o Amazonas, que sofre com a falta do insumo para atender pacientes da Covid-19. Bolsonaro elogiou ainda a atuação do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, dizendo que “não há omissão” diante da crise.
De acordo com o presidente, o governo federal enviou recursos financeiros para o estado enfrentar a crise. “Não é competência nossa e nem atribuição levar o oxigênio pra lá, demos os meios”, disse Bolsonaro.
Bolsonaro afirmou ainda que a chegada dos primeiros cilindros de oxigênio enviados pelo governo federal aconteceu seis dias depois que o ministro da Saúde tomou conhecimento do caso.
“Agora, ele (Pazuello) ficou sabendo em uma sexta-feira do problema do gás e na segunda foi em Manaus, na terça programou tudo e na quarta começou a chegar já o oxigênio lá com aviões da força aérea e balsa. Logo depois ele começou a transportar o pessoal doente também de Manaus para outras capitais aí da redondeza em especial para os hospitais universitários”, completou.
Para o presidente, o ministro, que está em Manaus após ser alvo de pedido de inquérito por omissão na crise de oxigênio, fez um “trabalho excepcional”.
“Ele trabalha de domingo a domingo, vira a noite, duvido que com outra pessoa teria tido a resposta que ele está dando”, afirmou.
A Polícia Federal iniciou uma investigação sobre a conduta do ministro na crise sanitária do Amazonas. O ministro enviou 120 mil unidades de hidroxicloroquina, que não tem eficácia comprovada contra a Covid-19.
Até a manhã deste sábado, 335 pacientes com Covid-19 foram transferidos do Amazonas a outras 13 cidades brasileiras por conta do colapso causado por superlotação e falta de oxigênio no sistema de saúde local. Infelizmente, 11 pessoas não resistiram à doença e morreram.
O Governo do Amazonas começou a enviar pacientes com Covid a outros estados no dia 15 de janeiro. A medida passou a ser adotada após hospitais do Amazonas ficarem sem oxigênio por conta da superlotação.
O estado enfrenta um novo surto de Covid-19 e o sistema de saúde local entrou em colapso mais uma vez. Pazuello afirmou que a expectativa é enviar 1,5 mil pacientes para tratamento em outros estados.
Segundo o governo estadual, 90 pacientes que foram transferidos para tratamento em outros estados já retornaram ao Amazonas recuperados da Covid-19. O governo estadual informou que os pacientes recuperados retornaram das cidades de Belém (PA), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Uberaba (MG), Natal (RN), Teresina (PI), São Luís (MA), Brasília (DF) e Goiânia (GO).
O número de óbitos corresponde a 3% do total de pacientes enviados para tratamento em outro estado. O governo informou que tem prestado apoio psicossocial às famílias, providenciado os trâmites funerários e traslado do corpo para Manaus, que são realizados em aviões da Casa Militar.
Até então, as cidades que receberam pacientes do Amazonas, desde o dia 15 deste mês, foram: Teresina/PI (23), São Luís/MA (39), Brasília/DF (15), João Pessoa/PB (15), Natal/RN (41), Goiânia/GO (48), Belém/PA (23), Maceió/AL (30), Vitória/ES (36), Recife/PE (27), Rio Branco/AC (3), Uberaba/MG (18) e Curitiba/PR (17).
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Ex-deputado Adail Carneiro, preso em flagrante com R$ 2 milhões, é enviado a presídio

Ex-deputado cearense, Adail Carneiro, está preso desde o último dia 19 de novembro (Foto: GUSTAVO LIMA/CÂMARA DOS DEPUTADOS) O ex-deputado federal Adail Carneiro (ex-PSD), preso com R$ 2 milhões em espécie, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) à Justiça Federal pelo crime de lavagem de dinheiro. Na denúncia, além da condenação por lavagem de dinheiro, o MPF requer a manutenção da prisão preventiva do investigado e a perda, em favor da União, de todo o montante apreendido.
Adail foi preso em flagrante no dia 19 de novembro deste ano, em Fortaleza. O dinheiro estava escondido em caixas de aparelhos de televisão e em sacos plásticos, na sede de uma empresa de locação de veículos na capital cearense.
A prisão ocorreu durante cumprimento de mandado de busca e apreensão na segunda fase da operação batizada de “Km Livre”. O ex-deputado se encontra em um complexo penitenciário, em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).
Segundo o procurador da República Luiz Carlos Oliveira Júnior, autor da denúncia, embora Adail Carneiro tenha reconhecido a posse do dinheiro apreendido, o denunciado não apresentou qualquer justificativa quanto à origem do montante e o destino a lhe ser dado, o que aponta para o cometimento do delito permanente de lavagem de valores.
“Quem ganha recursos licitamente e tem um mínimo de raciocínio crítico, sobretudo a partir de uma atividade empresarial, não deixa simplesmente ‘parados’ e ‘ocultados’ R$ 2 milhões em espécie, em um pequeno quarto do seu escritório. Muito menos o guarda dentro de uma caixa de papelão”, argumenta o procurador da República.
Na denúncia, o MPF detalha ainda que a imputação de lavagem de valores deste processo se restringe aos R$ 2 milhões apreendidos em novembro deste ano. “Outros valores também apreendidos em posse do denunciado, a exemplo dos quase R$ 6 milhões encontrados em setembro de 2016 na sede de outra empresa do investigado, bem como os crimes antecedentes a este delito de lavagem e a imputação a outros agentes da organização criminosa comandada pelo denunciado, deverão ser objeto de outras denúncias”, informou.
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PT é suspeito de manipular pesquisa eleitoral às vésperas do segundo turno das eleições de Mauá
Militantes petistas de outras cidades teriam sido entrevistados com o intuito de fraudar pesquisa.
Às vésperas dos eleitores de Mauá irem às urnas para escolherem o Prefeito que melhor representa as suas necessidades, uma suspeita manipulação eleitoral recai sobre o PT, do candidato Marcelo Oliveira, que disputa a eleição com o atual prefeito da cidade, Atila Jacomussi.
A suspeita é de que o instituto ABC Dados manipulou o resultado da pesquisa para favorecer o candidato Marcelo Oliveira, realizando entrevistas onde havia grande concentração de militantes petistas de outras cidades.
O Presidente do instituto, Maurício Mindrisz, tem fortes ligações com o PT e foi presidente da Fundação ABC durante os governos de Luiz Marinho em São Bernardo e Carlos Grana em Santo André, ambos do PT.
A suspeita de fraude em pesquisas eleitorais não é de hoje. Institutos realizam pesquisas falsas, a pedido de partidos contratantes, e divulgam dados distorcidos com o objetivo de manipular o eleitor.
Conforme previsto em Lei, a divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa.
Em meio a essa possível manipulação de pesquisa eleitoral, Atila (PSB) e Marcelo Oliveira (PT) disputam no próximo domingo, 29 de novembro, o segundo turno das eleições de Mauá.
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Pesquisa falsa é compartilhada por integrantes do PT em Mauá
Registro na Justiça Eleitoral deve ser feito até cinco dias antes de sua divulgação. Empresas que não cumprirem a regra estão sujeitas ao pagamento de multa
Espalhar notícias falsas é crime e atrapalha todo o processo democrático, recentemente vários segmentos da sociedade realizaram amplas campanhas para combater esse mal que se espalha como um verdadeiro vírus.
Integrantes do Partido dos Trabalhadores estão compartilhando uma falsa pesquisa onde o candidato Marcelo Oliveira do PT aparece na frente do candidato do PSB Atila Jacomussi. A justiça Eleitoral exige que toda pesquisa seja registrada e auditada por órgãos competentes, sendo extremamente contra a famosa Fake News.
As pesquisas de opinião pública relativas às Eleições 2020 ou aos seus pretensos candidatos devem ser previamente registradas na Justiça Eleitoral até cinco dias antes de sua divulgação, por meio do Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle). A regra, que começou a valer no dia 1º de janeiro, é disciplinada pela Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.600/2019, que regulamenta os procedimentos relativos ao registro e à divulgação de pesquisa
