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  • Última madrugada na fila de ingressos para show de Taylor Swift em SP é marcada por exaustão e fé de fãs e presença de idosos ‘suspeitos’

    Última madrugada na fila de ingressos para show de Taylor Swift em SP é marcada por exaustão e fé de fãs e presença de idosos ‘suspeitos’

    Seguranças da região relataram que cambistas pagam para pessoas com mais de 60 anos ficarem na fila e comprarem o ingresso. Fãs da cantora passaram os últimos dias dormindo em barracas na frente do Allianz Parque à espera de garantir participação na tão sonhada turnê da cantora.

    Entre fãs cansados e idosos desacompanhados, a última madrugada antes da abertura das vendas de ingressos para shows extras de Taylor Swift em São Paulo foi marcada por um clima tranquilo e palavras de fé entre meia-noite e 3h.

    Há semanas, um grupo ocupa barracas e cadeiras frente à bilheteria do Allianz Parque, na Zona Oeste da capital, na expectativa de conquistar a tão sonhada presença na turnê da artista no Brasil.

    “Terapia”, disse um fã de Taylor sobre o que vai fazer após comprar seu aguardado ingresso para o show que acontecerá em novembro.

    Outro gritava que Deus honraria seus esforços para que todos ali estivessem juntos em breve na pista premium.

    ‘Great War’
    Embalados pela música ‘Great War’, um dos hits da artista, fãs precisavam encarar duas filas. A primeira, repleta de jovens, vibrava cada vez que um grupo de dez era liberado para entrar na segunda fila, a principal.

    Preparados com edredons e colchões, entravam dispostos a dormir. Chegar lá significava a quase realização da compra. Mas os ingressos só foram liberados para venda às 10h desta quinta-feira (22).

    Organizadores avisaram aos que estavam no local como funcionaria o esquema: a fila seria pausada quando chegasse ao limite e só depois reaberta a medida que esvaziada por quem comprasse os ingressos. Complexo, mas parecia funcionar.

    “Taylor tem uma música para cada momento da vida”, definiu Kamila ao lado da irmã Gabriela. A música do momento, ali, seria a já citada ’Great War’. Os pais acompanhavam de longe, emocionados.

    “É bom ver a realização desse sonho delas”.
    A ideia de apoiar as filhas partiu do pai. “Ele sempre foi muito parceiro”, disse Kamila que sonha em ser cantora e inspira-se em Taylor. Quando chegaram na esperada segunda fila, a mãe das meninas chorou discretamente.

    Outra que saiu emocionada foi a fã Sara Bertholi. Figura conhecida ali, estava acampada no estádio desde domingo (18) e fez um empréstimo para comprar seu ingresso.

    “Vontade de chorar. Não tem preço que pague ver a Taylor de perto. Faria outro empréstimo”, disse segurando um colchão e uma mala.

    Foi apontada como polêmica e causadora de confusão. Segundo um segurança, Sara foi a responsável por chamar Celso Russomano no dia anterior.

    “Treteira”, definiu um dos organizadores das filas. “Amor é amor. Deixei dez gatos em casa, cinco cachorros, os vizinhos se mobilizaram para cuidar. Todos apoiaram esse sonho que tenho há oito anos”, disse às lágrimas. “A história da Sara é linda”, comentou um fã em sua defesa.

    Segurando uma cadeira de praia, outra fã falou sobre seus planos após comprar o ingresso: pensar no look e deixar todas as letras na ponta da língua.

    A música de Taylor para este momento seria “Look what you made me do”. Nas mochilas, salgadinhos e água.

    “Agora vai”, gritou outro que aguardava a liberação de mais dez. Ele chegou ao local na sexta-feira com três amigas; seis dias em uma barraca. Uma disse que juntou dinheiro. “Pedi pra minha mãe”, contou outra.

    Suspeita de idosos atuando como cambistas terceirizados
    O primeiro da segunda fila que dá acesso a bilheteria era um senhor desacompanhado que não quis se identificar.

    Disse que chegou às 10h da manhã de quarta. Será o primeiro a comprar ingressos “para a família”.

    O termômetro marcava 17 graus às 2h, quando uma senhora também desacompanhada entrou. Perguntada sobre a música preferida de Taylor respondeu “aquela sobre amor”. Um outro homem, sozinho, disse que estava lá porque “São Paulo funciona assim”.

    Ao g1, dois seguranças relataram que a maioria dos idosos ali trabalhava para cambistas.“Experiência”, justificou um deles quando perguntado sobre provas.

    Do lado de fora, um taxista observava a movimentação em uma tentativa de compreender os motivos que levaram os fãs a ficar no frio tantos dias.

    “O pessoal que ficava acampado em frente ao quartel do Ibirapuera mudou pra cá?”, perguntava-se. “Taylor é o novo mito. Que bom”, concluiu.

    As irmãs Kamila e Gabriela conseguiram comprar seus ingressos. Sara também. Sobre os idosos suspeitos, preferiram não compartilhar seus números com o g1.

  • ‘Triste a decisão, lamentável’, diz mãe de Isabella Nardoni sobre soltura de Anna Jatobá, condenada por matar sua filha

    ‘Triste a decisão, lamentável’, diz mãe de Isabella Nardoni sobre soltura de Anna Jatobá, condenada por matar sua filha

    Ana Carolina Oliveira criticou decisão judicial que deu a Jatobá o benefício do regime aberto. Ela foi condenada a 26 anos de prisão pelo assassinato da enteada. Agora, cumprirá os 9 anos restantes da pena em liberdade. Pai da menina, Alexande Nardoni, está no regime semiaberto.

    “Não tenho muito o que falar. Triste a decisão. Lamentável saber que nossa lei dá esses direitos”, comentou nesta quarta-feira (21) ao g1 Ana Carolina Oliveira, a Carol, mãe de Isabella Nardoni, a decisão da Justiça paulista que soltou a madrasta condenada por matar sua filha em 2008.

    “Eu sabia que essa hora iria chegar, mas nunca estamos preparados”, afirmou Carolina. Ela atualmente tem 39 anos, é bancária, está casada e tem dois filhos: um menino e uma menina.
    Anna Carolina Jatobá recebeu na noite de terça-feira (20) o benefício de progressão de regime prisional para o aberto. Ela estava detida há 15 anos na Penitenciária Feminina de Tremembé, no interior de São Paulo, onde cumpria pena pelo assassinato da enteada. A mulher havia sido condenada a 26 anos de prisão; agora cumprirá os 9 anos restantes da pena fora das grades. Ela também tem 39 anos.

    Equipes da TV Vanguarda fizeram imagens que mostram a saída de Jatobá da prisão .

    O crime

    Isabella tinha 5 anos quando foi encontrada morta no Edifício London, na Zona Norte da capital paulista. Para a Polícia Civil, que investigou o caso como homicídio e não como uma queda acidental, Jatobá e seu marido, Alexandre Nardoni, pai da criança, mataram a menina. A mãe dela, Carol, morava em outro local e havia deixado a filha passar alguns dias com o ex-marido.

    Segundo o Ministério Público (MP), Jatobá e Alexandre agrediram e mataram Isabella dentro do apartamento. De acordo com a acusação, a madrasta esganou a menina e o pai jogou o corpo da filha do sexto andar em 29 de março de 2008. Eles foram acusados ainda de cortarem a tela de proteção da janela para fazer isso.

    Os dois acusados sempre negaram o crime, mas foram presos logo depois. Jatobá e Alexandre alegavam que uma outra pessoa não identificada pode ter invadido a residência e matado a garota quando eles não estavam no imóvel. Essa suposta ‘pessoa’ nunca foi localizada pela investigação.

    Casal Nardoni condenado

    Em 2010, Jatobá e Alexandre, que ficaram conhecidos como o casal Nardoni, foram julgados e acabaram condenados pela Justiça. Ela recebeu pena de 26 anos de prisão; ele, 30 anos. O pai de Isabella está detido na Penitenciária masculina de Tremembé, no regime semiaberto (nele, o preso tem direito a saídas temporárias em datas específicas, sendo obrigado a voltar à prisão depois). Ele tem 44 anos.

    Durante o período em que esteve presa, Jatobá migrou do regime fechado para o semiaberto em 2017. A defesa dela, no entanto, entrou depois com um outro pedido para que sua cliente ganhasse o benefício de progressão de regime para o aberto.

    Solicitação essa que foi concedida nesta semana pela juíza Márcia Domingues de Castro, da 2ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, interior paulista, segundo apurou o g1. Como o caso está sob sigilo, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) informou que não poderia comentar o assunto ou os motivos da decisão de progressão de regime.

    “O processo de execução da pena da Anna Carolina Jatobá tramita em segredo de justiça. Por isso, não podemos fornecer mais informações sobre o caso”, informou o TJ-SP por meio de nota.
    Defesa diz que não foi surpresa; MP vai recorrer
    Procurado pela reportagem para comentar o assunto, Roberto Podval, advogado que defende os interesses de Jatobá, disse ainda na terça que a soltura de sua cliente era “natural que acontecesse” e que “não foi uma surpresa”. Ele também atua na defesa de Alexandre.

    “Anna conseguiu a progressão porque os requisitos objetivos (tempo) e subjetivos (comportamento) foram preenchidos. Quanto ao Alexandre, a pena dele é mais alta, ainda terá que esperar um pouco mais [para pedir progressão para o regime aberto]”, falou Podval, nesta quarta.

    Também sem entrar em detalhes, o Ministério Público informou nesta quarta ao g1 que vai recorrer da decisão judicial que determinou a soltura de Jatobá.

    De acordo com o MP, a defesa de Jatobá fez o pedido de progressão de pena e durante o processo um juiz da Vara de Execuções Penais exigiu a realização de um teste psicológico, chamado de Rorschach, popularmente conhecido como “teste do borrão de tinta”. Ele serve para determinar a personalidade de alguém que será ou pretende ser reinserido à sociedade, por exemplo.

    No entanto, a defesa de Jatobá recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, e a Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou com a dispensa do teste de Rorschach. Em seguida, a juíza Márcia concedeu o benefício do regime aberto a Jatobá.

    O promotor criminal Paulo José de Palma, de Taubaté, afirmou que vai aguardar, no entanto, a Justiça notificar o MP sobre a mudança de regime de Jatobá para que depois ele possa recorrer dela no andamento do processo.

    Regime aberto
    No regime aberto, o condenado cumpre pena fora da prisão e pode trabalhar durante o dia. À noite, deve se recolher em endereço autorizado pela Justiça.

    A legislação determina que o preso se recolha no período noturno em uma casa de albergado – modelo prisional que abriga presos que estão no mesmo regime -, mas o Estado de São Paulo não dispõe desse tipo de unidade prisional. Por isso, na prática, os presos vão para casa.

    Para não perder o benefício, o condenado precisa seguir algumas regras, como:

    permanecer no endereço que for designado durante o repouso e nos dias de folga;
    cumprir os horários combinados para ir e voltar do trabalho;
    não pode se ausentar da cidade onde reside sem autorização judicial;
    quando determinado, deve comparecer em juízo, para informar e justificar suas atividades.
    Mesmo seguindo essas condições básicas, o juiz pode estabelecer outras condições especiais, de acordo com cada caso.

    Jatobá era costureira na prisão

    Jatobá trabalhou como costureira na penitenciária no interior de São Paulo e conseguiu reduzir a pena. Em 2017, ela progrediu ao regime semiaberto e, desde então, era beneficiada com as saidinhas temporárias.

    À época, quando foi submetida a testes para progressão do regime, Jatobá afirmou ser inocente e disse desejar que a verdade sobre o caso apareça.

    Disse também planejar após ter a liberdade definitiva buscar apoio dos familiares, manter o relacionamento com o marido Alexandre Nardoni, fazer um curso de moda e abrir um ateliê de costura.

  • Homem preso por tráfico em Piracicaba pede para enteada de 14 anos esconder dinheiro da venda de drogas na roupa, diz Polícia

    Homem preso por tráfico em Piracicaba pede para enteada de 14 anos esconder dinheiro da venda de drogas na roupa, diz Polícia

    Suspeito foi preso em flagrante no final da tarde desta quarta-feira (21), no Vila Sônia.

    A Polícia Civil prendeu um homem, em flagrante, por tráfico de drogas em Piracicaba (SP) nesta quarta-feira (21). Durante a operação na residência do suspeito, no bairro Vila Sônia, estava a enteada dele, de 14 anos. Por ordem do padrasto, segundo a investigação, a adolescente escondia na roupa o dinheiro da venda dos entorpecentes.

    Na operação, foram apreendidas 44 porções de maconha, 26 porções de cocaína e R$ 255 em dinheiro. Ainda de acordo com a polícia, o suspeito é ex-integrante de uma facção criminosa e era observado por traficar no interior do condomínio de apartamentos em que reside.

    No apartamento do suspeito, os agentes localizaram plástico filme usado para embalo dos entorpecentes, papel com a contabilidade do tráfico e porções de droga.

    Durante a ação na residência do homem, a enteada do suspeito, uma adolescente de 14 anos, confessou esconder dinheiro proveniente do tráfico, na parte da frente de sua calça. Ela informou que o padrasto, ao perceber a chegada da polícia “mandou que ela guardasse o dinheiro ali”, aponta registro da Polícia Civil.

    O suspeito foi encaminhado para a delegacia, onde permanece preso à disposição da Justiça.

     

  • Jovem sofre fratura no rosto após ser agredida pelo pai em São Carlos

    Jovem sofre fratura no rosto após ser agredida pelo pai em São Carlos

    Homem foi preso em flagrante. Crime aconteceu no bairro Romeu Santini na quarta-feira (21).

    Uma jovem de 26 anos sofreu uma fratura no nariz após ser agredida com socos pelo pai em São Carlos (SP). O crime aconteceu no bairro Romeu Santinina noite de quarta-feira (21).

    O agressor de 48 anos foi preso em flagrante por violência doméstica.

    Segundo informações do boletim de ocorrência, o crime aconteceu em um prédio na Rua Doutor Aldo de Cresci, por volta das 23h50. Denúncias apontaram que a mulher estava pedindo socorro.

    Quando os policiais chegaram ao local, a vítima estava com um sangramento no nariz e discutia com o pai.

    A jovem contou aos polícias que o pai é usuário de drogas e que havia pedido para que ele não fizesse uso dentro do apartamento, quando começou a agredi-la com socos no rosto, tapas e chutes.

    Ao ser questionado pelos policiais, o homem disse que ‘filho meu tem que obedecer e eu bato mesmo, nesse ou em quem for’.

    O homem foi recolhido ao Centro de Triagem. A jovem foi encaminhada para a Santa Casa onde foi confirmada a fratura no rosto.

     

  • Homem passa por cirurgia após levar facada no rosto em bairro de Rio Preto

    Homem passa por cirurgia após levar facada no rosto em bairro de Rio Preto

    Vítima foi levada ao hospital para passar por cirurgia; nenhum suspeito foi identificado.

    Um homem de 46 anos foi esfaqueado no rosto, na rua Silvio Nicoleti, em São José do Rio Preto (SP), na noite de terça-feira (20).

    Segundo o boletim de ocorrência, após o crime, a vítima foi socorrida por um desconhecido e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Jaguaré.

    O homem foi transferido para um hospital e passou por uma cirurgia. Nenhum suspeito foi encontrado. O caso é investigado pela Polícia Civil.

     

  • Impasse entre prefeituras gera abandono em vias no limite entre Santa Bárbara e Americana: ‘uma rua tem quatro nomes’

    Impasse entre prefeituras gera abandono em vias no limite entre Santa Bárbara e Americana: ‘uma rua tem quatro nomes’

    Ruas no limite tem vários problemas com buracos e desníveis de asfalto, e moradores relatam que prefeituras não se responsabilizam pela manutenção.

    Moradores de ruas que ficam no limite entre Santa Bárbara d’Oeste (SP) e Americana (SP) relatam vários problemas em relação à manutenção do asfalto. Por conta da localização, as prefeituras “empurram” a responsabilidade e ninguém faz a manutenção.

    Um dos locais é a Rua Francisco Corati, em Americana. Do outro lado da rua, a denominação é Rua Santiago, em Santa Bárbara d’Oeste. Neste caso, o local está tomado por buracos e nenhuma das prefeituras se responsabiliza para consertar.

    A faixa de pedestres em uma das esquinas está parcialmente apagada e o asfalto por toda a via tem vários problemas, além de dezenas de buracos.

    “As duas cidades deveriam entrar em um acordo e fazer o asfalto. Agora nenhuma das duas, não é de ninguém essa rua aqui… Os prefeitos deveriam entrar em um acordo, ter um pouco de vergonha, porque a gente paga o IPTU aqui”, lamentou o funileiro Clécius Andrade.

    O auxiliar de serviços gerais Antonio Marangoni mora do lado da rua que seria de Santa Bárbara d’Oeste e relata já ter feito até um abaixo-assinado pedindo pelo conserto do asfalto.

    “A gente já fez de tudo aqui, mas está difícil. Um alega que não pode fazer porque a parte dele é Santa Bárbara, o outro alega que a parte dele é Americana”, afirmou.

    “Quando acontece um acidente tem que colocar o acidentado para um lado e chamar a polícia de uma das cidades, porque não tem como, é limite”, completou a comerciante Adriana Silva.

    Uma rua, quatro nomes
    Uma outra rua também acumula buracos e chega a ter quatro nomes diferentes, dependendo do trecho, o que causa transtornos aos moradores.

    Debora Cristina Camargo mora há 30 anos no local, do lado da rua que é considerado município de Americana, mas logo à frente é Santa Bárbara d’Oeste. Segundo ela, por conta dessa confusão, a via tem vários problemas de falta de manutenção.

    Ela conta que o local tem passagem de veículos pesados, como caminhões, o que danifica a rua. Contudo, a manutenção demora, porque parte é de um município, parte é de outro, e as prefeituras não se responsabilizam pela manutenção.

    O problema se complica ainda mais, por conta da confusão de nomes, segundo Debora. Com isso, os moradores também enfrentam vários problemas para receber encomendas.

    “Ela tem quatro nomes. Atravessando a rua é Santa Bárbara, é Rua Turmalinas. Aqui onde eu moro é Rua Domingos Justo. Um pouco mais à frente, um ou dois quarteirões, é Rua Hermes Fontes. E se você seguir um pouquinho para frente é Rua Caminho da Servidão. Então tanto os nomes quanto a numeração, é tudo complicado”, explicou
    Segundo ela, os funcionários dos Correios estão acostumados e conseguem fazer a entrega porque conhecem a região, mas no caso de pedidos de comida ou compras por outros tipos de transportadora, há dificuldades de encontrar o local. “É complicado comprar as coisas aqui… Só quem conhece mesmo.”

    De quem é a responsabilidade?
    Em nota, a Secretaria de Obras e Serviços Urbanos de Americana informou que as prefeituras das duas cidades estão realizando um levantamento dos locais que precisam de melhorias e que ficam nos limites entre os dois municípios. “Pois para a realização das obras é necessário que seja firmado um convênio.”

    Já a Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste disse que as vias citadas pela reportagem pertencem ao município de Americana.

    A reportagem voltou a questionar a Prefeitura de Americana e aguarda um posicionamento.

     

  • Manutenção em poço deixa região noroeste de Bauru sem água nesta quinta-feira; veja os bairros afetados

    Manutenção em poço deixa região noroeste de Bauru sem água nesta quinta-feira; veja os bairros afetados

    A produção do poço Distrito III será suspensa até o término do serviço, previsto para o final da tarde do mesmo dia. Ao menos 12 bairros terão o abastecimento interrompido.

    O Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Bauru (SP) realiza, nesta quinta-feira (22), a interligação da rede de abastecimento, no poço Distrito III, deixando ao menos 12 bairros sem água durante o dia.

    De acordo com a autarquia, a obra visa melhorar o abastecimento dos bairros Parque Jaraguá, Parque Roosevelt, Santa Edwiges, Jardim Vânia Maria, Santa Fé, Jardim Rosa Branca, Petrópolis, Alto Alegre, Vila Lemos, Nove de Julho, Núcleo Habitacional Fortunato Rocha Lima, entre outros.

    Para a execução da interligação, que fica localizada na quadra 2 da Rua Joaquim Pelegrina Lopes, a produção do poço Distrito III será suspensa até o término do serviço, com previsão para o final da tarde do mesmo dia.

    A autarquia pede a colaboração dos consumidores dos bairros citados para que utilizem suas reservas domiciliares, pois o sistema só será normalizado no período noturno.

    O DAE disponibiliza caminhões-pipa para o atendimento nas regiões afetadas através do 0800-77-10-195, que recebe ligações apenas de telefone fixo, ou 3235-6140 e 3235-6179 para ligações via celular.

  • Conselho Deliberativo da Apea convoca todos os 145 sócios proprietários para definir o futuro do clube em Presidente Prudente

    Conselho Deliberativo da Apea convoca todos os 145 sócios proprietários para definir o futuro do clube em Presidente Prudente

    ‘Não temos nenhum corajoso para formar uma diretoria’, disse ao g1 nesta quarta-feira (21) o conselheiro mais antigo da Prudentina, Jaime Trevisan. Assembleia está marcada para 3 de julho.

    O Conselho Deliberativo da Associação Prudentina de Esportes Atléticos (Apea) convocou todos os 145 sócios proprietários para uma Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 3 de julho, em Presidente Prudente (SP), com os objetivos de definir uma nova Diretoria Executiva do clube e eleger os ocupantes dos cargos de presidente e vice-presidente. A convocação foi assinada pelo bancário aposentado Jaime Trevisan, que é o conselheiro ativo mais antigo da Prudentina.

    Em conversa com a reportagem do g1, na tarde desta quarta-feira (21), Trevisan explicou sobre a importância da assembleia e mencionou a dificuldade econômica que a Apea enfrenta.

    “Nós não temos nenhum corajoso para formar uma diretoria. Todo mundo não quer responsabilidade. Então, estamos neste dilema. Agora eu chamei uma Assembleia Geral Extraordinária, com todos os sócios proprietários, sócios titulares, nós somos em 145 sócios proprietários, para o dia 3 de julho, para ver se até lá nós conseguimos formar uma chapa para a Diretoria Executiva e três membros, que são presidente, vice-presidente e secretário do Conselho Deliberativo. Eu preciso de 13 elementos”, argumentou Trevisan.

    A primeira convocação da assembleia, que deve ser iniciada às 18h, precisa contar com a presença de pelo menos dois terços dos associados, ou seja, 96 proprietários, habilitados. Se os integrantes não comparecerem, ou seja, se não houver quórum, haverá uma segunda convocação, às 18h30, com “qualquer número de associados proprietários presentes”.

    Caso não existam interessados para os cargos da eleição e da posse da Diretoria Executiva, Trevisan mencionou ao g1 que a alternativa será “formar uma junta de seis elementos para tocar o clube, porque não tem outra saída”.

    De acordo com o edital de convocação, esta junta de intervenção deverá ser “composta por sócios proprietários, que assumirão a direção do clube até a eleição do Conselho Deliberativo e da Diretoria Executiva”.

    “No entanto, a intervenção não poderá exceder o prazo máximo e inalterável de 12 meses”, complementa o documento.

    A assembleia dos sócios proprietários da Apea também irá discutir os seguintes assuntos:

    autorizar ou não que o clube faça a locação mensal e por longo prazo para terceiros dos salões sociais e do espaço em que funcionava o balé e outros espaços e áreas edificadas existentes no clube, buscando novas rendas e receitas para a manutenção do clube; e
    autorização plena e geral para que sejam tomadas as providências para reduzir os custos de manutenção do clube, inclusive o aterramento da piscina.
    Dificuldade financeira
    Sobre os problemas econômicos enfrentados pela Apea, Trevisan acrescentou ao g1 que o clube tem uma despesa de estrutura que se equivale ao valor da mensalidade de quatro mil sócios, no entanto, possui apenas pouco mais de 300 pagantes mensais.

    “O clube tem uma estrutura para quatro mil associados, a despesa é de quatro mil associados, e nós estamos com 300 e poucos associados pagantes, então, não tem 10% do que é o limite máximo. Já chegou aos quatro mil sócios a Apea e hoje está com 300 e poucos, incluindo os sócios usuários, individual e casal, porque nem todos estes sócios usuários pagam a mensalidade que o proprietário paga”, ressaltou.
    Segundo o conselheiro, que é ativo desde 1995 no clube, “a receita é pequena para o tamanho do gasto mensal e não é fácil, a conta não fecha”.

    Renúncia coletiva
    Em maio deste ano, os então presidente e demais membros da diretoria da Apea renunciaram aos cargos do clube mais antigo em atividade em Presidente Prudente, sob alegação de não terem mais condições de dirigi-lo.

    Pediram renúncia, então, o presidente, Carlos Silveira, o vice-presidente, Osmar Marchiotto, e o presidente do Conselho Deliberativo, Teruo Miashiro.

    À TV Fronteira, o ex-presidente alegou que a renúncia da diretoria ocorreu devido à “dificuldade financeira de administrar o clube”, motivo pelo qual os membros deixaram os postos em aberto “para que outras pessoas busquem alternativas para tirar o clube dessa situação”.

    O ex-presidente também apontou que, para implantar os projetos necessários, levam-se meses e, segundo ele, a “Apea não tem esse dinheiro em caixa”.

    O secretário ad hoc da reunião extraordinária do Conselho Deliberativo do clube, Luiz Carlos Meix, que também já foi presidente da Apea, explicou à TV Fronteira que o então conselheiro mais antigo, Aloysio Dias Campos, foi convocado para assumir imediatamente o cargo de presidente do referido órgão.

    Ele ficaria responsável por coordenar a assembleia geral, que discutiria o aterramento da piscina e deveria acontecer no dia 14 de junho. Além disso, desde o último dia 17 de junho, quando venceu o mandato da diretoria que renunciou, o presidente do conselho assumiria a presidência do clube e, depois, faria novas eleições.

    Por telefone, no entanto, Aloysio Dias Campos, que também já foi presidente da Apea e é sócio há mais de 50 anos, disse que não irá assumir o cargo “por motivos de saúde”.

    Sobre a Apea
    Fundada em 26 de outubro de 1936, a Apea é o clube mais antigo em atividade em Presidente Prudente. A Prudentina, como é popularmente conhecida, sempre foi um tradicional clube tanto no esporte quanto na área social da cidade.

    A Apea foi o palco da chegada do time de futebol à elite do Campeonato Paulista, nos anos de 1960, além dos destaques na natação e no basquete, com nomes como o de Hortência.

     

  • Homens armados assaltam lojas de roupas em SP e Diadema; cliente foi abordada no provador

    Homens armados assaltam lojas de roupas em SP e Diadema; cliente foi abordada no provador

    Crimes ocorreram entre maio e junho deste ano; lojas ficam próximas. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que não localizou os registros dos casos, mas que está à disposição para formalização do boletim de ocorrência,

    Câmeras de segurança registraram o momento em que homens armados renderam funcionárias e clientes dentro de lojas de roupas de São Paulo e Diadema. Os crimes ocorreram entre maio e junho deste ano e em comércios que ficam próximos. Em um deles, uma cliente chegou a ser abordada no provador

    Nas imagens, é possível ver um assalto registrado no dia 29 de maio na Avenida do Cursino. É possível ver que um homem armado entra na loja e rende as funcionárias. Ele pede os celulares e dinheiro. Em seguida, ele guarda tudo dentro de uma mochila.

    No vídeo ainda é possível ver que outro homem chega ao estabelecimento. O criminoso pede para ele entrar e ordena que as três vítimas fossem para os fundos da loja. Por fim, foge levando algumas peças de roupa.

    O segundo caso ocorreu no dia 16 de junho na rua São Leopoldo, em Diadema. Nas imagens, é possível ver que o homem entra na loja, aparentemente pedindo alguma informação. Ele abre a mochila, tira uma arma de fogo e rende as funcionárias e uma cliente, que estava no provador.

    O ladrão ainda mexe nos pertences das vítimas, pega algumas roupas da loja e itens do caixa. Uma das vítimas relatou que o tempo todo o bandido ameaçou que ia atirar.

    “Eu abri o provador para mostrar para as meninas como que tinha ficado a roupa. Nisso eu entrei de volta para poder trocar a roupa e aí eu a escutei falando ‘não, moço’. E ela tentou pedir socorro. Quando eu olhei para o lado, ele só estava com a arma em punho, já começou a ameaçar, mandar a gente para o banheiro. Ele estava muito, muito estressado. O tempo todo falando que ia atirar, que ia meter bala na gente se a gente não entregasse”.

    O terceiro assalto foi registrado em uma loja no dia 17 de junho na avenida Yervant Kissajikian, na Zona Sul da capital.

    Nas imagens, é possível ver que o criminoso chega da mesma maneira: armado, e rendendo os funcionários. Ele aponta arma, pede para que eles fiquem quietos e leva os celulares.

    Segundo relatos, durante a fuga, algumas pessoas que estavam na rua tentaram segurar.

    “Colocou eu e as meninas para dentro, para o estoque. Quando eu estava na porta, empurrando e entrando para o estoque, ele colocou a arma na minha cabeça e disse ‘vamo, vamo, vamo’. E eu fiquei sem reação, não consegui falar nada, não consegui fazer nada e ele saiu correndo”, diz uma das vítimas.

    Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que não localizou os registros dos casos, mas que está à disposição para formalização do boletim de ocorrência, e que as delegacias da área estão trocando informações com o objetivo de identificar os suspeitos e evitar novos casos.

    Também informou que, desde o começo do ano, 70 pessoas foram presas na região.

  • Homem é preso com munições e arma falsa no interior de SP

    Homem é preso com munições e arma falsa no interior de SP

    Suspeito era alvo de uma cumprimento de mandado judicial em Avaré (SP).

    Um homem de 49 anos foi preso nesta última segunda-feira (19) após ser flagrado com dezenas de munições, em Avaré (SP).

    A prisão ocorreu durante cumprimento de mandado judicial em um endereço ligado ao suspeito.

    Na residência, foram localizados 75 munições, de diferentes calibres, e uma arma falsa.

    O homem, que não possui autorização para armazenar os cartuchos, foi preso em flagrante. Ele foi encaminhado ao Plantão Policial da cidade, onde aguarda decisão da Justiça.