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  • Funcionário da CPTM assassinado por colega de trabalho é velado em Osasco

    Funcionário da CPTM assassinado por colega de trabalho é velado em Osasco

    Marco Antonio da Silva, de 51 anos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Polícia Civil pediu prisão temporária de homem que atirou nos colegas; imagem mostra maquinista fugindo com arma na mão.

    O corpo do funcionário da CPTM Marco Antonio da Silva, de 51 anos e que morreu baleado por um colega de trabalho, está sendo velado na manhã desta terça-feira (27) no Cemitério Municipal Bela Vista, em Osasco, Grande São Paulo. O enterro está previsto para ser 11h.

    Marco era supervisor de tração e trabalhava na CPTM desde 2012. Ele foi baleado na região do tórax pelo maquinista Ricardo de Oliveira Dias, de 45 anos, em uma área internada da Estação da Luz, na tarde de domingo (25).

    Além de Marco, Ricardo também disparou contra outro funcionário, de 53 anos, que ficou com ferimentos no pé.

    O supervisor chegou a ser socorrido e encaminhado à Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

    A Polícia Civil pediu a prisão temporária de Ricardo à Justiça e buscas estão sendo feitas. Ele trabalhava na empresa há mais de 10 anos e é ex-policial militar.

    Vídeos enviados ao g1 mostram momentos após Ricardo atirar contra dois colegas de trabalho. Nas imagens, é possível ver Marco caído e recebendo socorro de outros funcionários antes de ser encaminhado à Santa Casa.

    Também é possível ver o segundo funcionário baleado caído em uma esquina e cercado de outros colegas de trabalho

    Uma imagem enviada ao g1 e que circula nas redes sociais também mostra o maquinista fugindo da estação com a arma de fogo na mão.

    ‘Quero ver você tirar sarro’
    Testemunhas relataram que o maquinista da CPTM que matou o colega de trabalho disse, antes de atirar em Marco: “Eu quero ver você tirar sarro”. A informação consta no boletim de ocorrência e também foi relatada ao g1.

    “Os maquinistas estavam em uma sala, quando Ricardo chegou com a arma escondida em uma mochila. Então, ele foi perto do Marco e falou ‘eu quero ver você tirar sarro’ e aí atirou. Os que estavam no local e viram a cena me disseram que foi uma correria e gritaria. Alguns se esconderam no banheiro e em salas. Foi um desespero”, afirmou um funcionário da CPTM que preferiu não se identificar.

    De acordo com o boletim de ocorrência, um maquinista relatou à polícia que viu quando Ricardo entrou com uma mochila na frente do corpo na sala dos funcionários, e em certo momento, ele pegou a arma e efetuou o disparo.

    Ainda conforme a testemunha, Marco chegou a sair correndo no sentido da plataforma 4. Depois, Ricardo disparou contra o outro funcionário que estava correndo em direção ao estacionamento.

    ‘Tragédia podia ser maior’
    Um funcionário da CPTM relatou ao g1 ter sido informado que o maquinista Ricardo atirou contra o colega de trabalho Marco Antonio da Silva por um motivo banal e que os envolvidos não tinham desentendimentos anteriores.

    “Eles não tiveram nenhum desentendimento. Anteriormente não teve nada. Inclusive a motivação foi banal. Os colegas disseram que eles estavam assistindo à TV na hora. Era um jogo que estava passando. O supervisor [Marco] fez um comentário e acabou caçoando. O Marco Antônio teria visto um lance e tirou uma com a cara do Ricardo. Nisso, Ricardo se levantou e pegou a arma, uma pistola calibre 380”, afirmou o funcionário, que prefere ter a identidade preservada.

    “Tinham perto mais dois outros maquinistas, que, quando ele [Ricardo] sacou a arma, correram. A tragédia só não foi maior porque a arma ‘engasgou’. Era para mais gente ter morrido. Depois de acertar o chefe, ele atirou a esmo. Inclusive, já perto da Rua José Paulino, ele atirou na direção de um segurança da CPTM, mas não acertou”, enfatizou o funcionário.

    Ainda conforme o colaborador, Ricardo sempre foi uma pessoa reservada e não comentava sobre ter arma.

    “Eu fiquei surpreso quando soube. Ele nunca falou nada de arma e sempre foi uma pessoa bem reservada, quieta. Falava bastante sobre motos. Não tinha nenhum tipo de comportamento agressivo. Fala com tom de voz baixo. Agora a empresa vai ter que trabalhar o psicológico de todos para um fato desse não acontecer. Na eleição da Cipa foi falado muito sobre segurança psicológica”, diz.

    Já uma mulher que trabalha na empresa, mas preferiu ter a identidade preservada, disse que Ricardo sempre andava armado.

    “Eu estava trabalhando no dia, mas em outra estação. Foi um susto. O atirador é ex-policial militar e sempre estava armado. Já havia intimidado outro colega no passado. Estão sendo dias difíceis e muitos já apresentavam sinais de depressão, agora deve ficar pior. Por enquanto a empresa não se prontificou a apoiar psicologicamente os colegas da tração”, afirmou uma funcionária, que preferiu ter a identidade preservada.
    O que diz a CPTM
    Em nota, a CPTM informou que acionou a Polícia Militar, que vai colaborar com a autoridade policial e que está prestando assistência para familiares do supervisor morto e do maquinista ferido. Nas redes sociais, a empresa se manifestou sobre o caso:

    “Lamentamos profundamente a trágica perda de um dos nossos colegas de equipe em um ato de violência chocante ocorrido ontem. Estamos de luto pela vida que foi tragicamente interrompida e nos solidarizamos com a família, amigos e colegas que estão sofrendo com essa terrível perda. É momento de nos unirmos enquanto enfrentamos essa perda devastadora como uma comunidade. Descanse em paz, nosso querido colega. Você será lembrado com carinho e saudade”.

    O que diz o sindicato
    O presidente do sindicato dos ferroviários, Eluiz Alves de Matos, afirmou que Ricardo não tinha histórico de violência.

    “Temos informações dos companheiros de trabalho, que era uma pessoa tranquila no ambiente de trabalho. Aconteceu uma tragédia, um fato atípico no nosso meio. Defendo que a CPTM ofereça auxílio psicológico para todos que presenciaram.”

  • Novo Plano Diretor: veja o que muda na cidade de SP com revisão de lei

    Novo Plano Diretor: veja o que muda na cidade de SP com revisão de lei

    Vereadores aprovaram por 44 votos a 11 a revisão do projeto, que segue agora para sanção ou veto do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Entidades da sociedade civil e grupos de urbanistas se posicionaram contra o texto.

    A Câmara Municipal de São Paulo aprovou na segunda-feira (26) o texto substitutivo da revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) da capital. Foram 44 votos favoráveis e 11 contrários após uma sessão que se estendeu por mais de sete horas. O texto segue agora para sanção ou veto do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

    Um dos principais pontos do PDE é o adensamento populacional, ou seja, a maior concentração de pessoas em um menor espaço de terra. O projeto nasceu com a ideia de tornar a cidade mais densa próxima dos eixos de transporte.

    Para isso, foram estabelecidas regras como: delimitação no número de vagas de garagem e prédios maiores nas intermediações de estações do Metrô e da CPTM, do monotrilho, de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), de Veículo Leve sobre Pneus (VLP) e corredores de ônibus.

    De acordo com a Câmara, foram realizadas 51 audiências públicas, com a participação de mais de 2,5 mil pessoas e mais de mil manifestações durante os encontros e na página online, além de mais de 100 contribuições de vereadores.

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    Após críticas de membros da sociedade civil, o relator da revisão do PDE, o vereador Rodrigo Goulart (PSD), anunciou mudanças ao texto final do projeto que foi votado na segunda. As alterações aconteceram após diversas audiências públicas e protestos; as principais são referentes aos eixos de transporte (veja mais abaixo). Confira:

    Tema    Plano Diretor anterior    1ª versão do texto    Como ficou
    Prédios nos eixos de transporte    Prédios mais altos podem ser construídos num raio de até 600m das estações de trem e metrô    Na 1ª versão do substitutivo, a distância era de 1.000m    Amplia o raio para 700m
    Prédios altos nos miolos de bairros    Construtoras podem fazer prédios com área útil duas vezes maior que a área do terreno, ou seja, uma espaço de 1.000m² pode receber um edifício de até 2.000m²    Amplia o coeficiente para três vezes o tamanho do terreno    –
    Vagas de garagem    É permitida uma vaga de garagem por unidade de apartamento, independentemente do tamanho    É permitida uma vaga de garagem por unidade de apartamento que tenha, no mínimo, 30m²    Para ter direito a uma vaga, os apartamentos nos eixos de transporte devem ter, no mínimo, 60m²
    Fundurb    Construtoras pagam uma taxa adicional (outorga onerosa) para construir empreendimentos maiores    Construtoras poderiam trocar pagamentos para o Fundurb pela realização de obras na cidade    Retorna ao status atual, com pagamento ao Fundurb
    Mirante de Santana    Há uma lei de 1971 que protege o Mirante de Santana de construções mais altas do que ele    Vereadores incluíram um artigo que colocava fim à proteção    Retorna ao status atual, com proteção ao Mirante de Santana
    Fonte: g1
    Entenda como foi o trâmite do PDE:

    Prevista na lei de 2014, a revisão deveria ter sido enviada pelo Executivo em 2021. No entanto, devido à pandemia, o Ministério Público orientou a gestão Nunes a adiar as discussões para 2023;
    Apresentado pela prefeitura em março deste ano, o texto passou por diversas alterações e foi aprovado em 1ª votação no final de maio;
    A versão final do texto substitutivo foi protocolada na Câmara Municipal na última quinta-feira (22);
    Caso sejam sancionadas, as mudanças valem até 2029;
    O projeto pode ser lido na íntegra na página do Legislativo municipal.
    Vereadores de São Paulo aprovam projeto que prevê a revisão do Plano Diretor da cidade
    Vereadores de São Paulo aprovam projeto que prevê a revisão do Plano Diretor da cidade

    Prédios mais altos nos eixos de transporte
    Atualmente, prédios mais altos podem ser construídos num raio de até 600m das estações de trem e metrô;
    O texto substitutivo criticado amplia esse raio para 700m;
    Na versão anterior, a distância era de 1.000m.

    “Quando você amplia, você incide em lugares que antes eram de preservação, de um menor adensamento, e você está ampliando muito onde pode adensar. A gente não tem controle se a cidade suporta esse adensamento todo”, ponderou Joyce Reis, diretora de Políticas Públicas do Instituto dos Arquitetos do Brasil de São Paulo (IAB-SP).

    “O substitutivo amplia quase que o dobro dessa área dos eixos sem justificativa nenhuma. Não é que o mercado não tem onde atuar”, completou.

    Após uma série de debates e manifestações ocorridas nas últimas semanas, o vereador Rodrigo Goulart (PSD) alterou o raio de 1.000m para 700m, mas esta alteração pode ser ilusória.

    “A gente tem que tomar cuidado porque eles também mudaram a base com que isso se calcula. Antes, quando a gente estava falando 1 quilômetro ou 600 metros, eram as quadras que entravam dentro de um raio”, apontou Bianca Tavolari, coordenadora do Observatório do Plano Diretor de São Paulo.

    “Agora, são 700m — e todas as quadras que tocam, mesmo que seja um pedacinho, passam a fazer parte do eixo. Essa alteração pode parecer um recuo, mas, na verdade, tem pouquíssima diferença em relação ao que estava”, explicou.

    Houve mudança também nas regiões próximas a pontos de ônibus:

    Hoje, prédios mais altos podem ser construídos num raio de até 300m dos pontos de ônibus;
    O substitutivo amplia o raio para 400m;
    Na versão anterior, a distância era de 450m.
    Além dessa mudança, Goulart comunicou alterações em outros pontos considerados polêmicos. (confira abaixo)

    Prédios mais altos nos miolos de bairros
    Outro ponto trazido pelo texto substitutivo que é alvo de críticas é o aumento do coeficiente de construção nos miolos de bairros, que são as áreas fora dos eixos de estruturação — normalmente, bairros residenciais com prevalência de casas.

    Atualmente, as construtoras podem fazer prédios com área útil duas vezes maior que a área do terreno;
    O texto do substitutivo amplia o coeficiente para três vezes o tamanho do terreno.
    De acordo com Joyce, esse tipo de verticalização — em áreas que não suportam muito adensamento — pode levar a ruas mais estreitas e um bairro com uma quantidade muito grande de pessoas e de carros.

    Mais trânsito e menos árvores
    Paula Santoro ressalta que a verticalização proposta pelo texto substitutivo privilegia o uso do carro mesmo nos eixos de transporte.

    Segundo ela, a lei anterior tinha o objetivo de concentrar o adensamento construtivo próximo de transportes de alta capacidade e adensar com mudança de modal: “Eu vou morar perto do metrô, não vou ter carro”, exemplificou.

    “Isso ajuda a cidade no congestionamento e em termos de poluição e qualidade do ar, saúde como um todo”, apontou.
    “Agora, essa verticalização vai poder acontecer em qualquer lugar, ou seja, reforçando os velhos modos individuais, motorizados, que estruturaram a nossa cidade dos carros”, afirmou.

    Joyce Reis diz que outro impacto pode ser a mudança da paisagem dos bairros:

    “Lugares que tinham uma morfologia, uma forma das casas, de repente, tudo passa a virar prédio. Aí você mexe na insolação, na quantidade de árvores”, explicou.

    Apartamentos mais caros
    Paula Santoro informou que São Paulo produziu 100 mil unidades de habitação com preço de até R$ 350 mil entre 2014 e 2019;
    No entanto, apenas 15% (15 mil) dessas unidades foram feitas nos eixos;
    E grande parte das unidades produzidas nos eixos eram pequenas e com metro quadrado caro.
    “Das 15 mil, quando estão próximas do transporte, tiveram tanto uma diminuição na sua área — quase metade dessas unidades têm até 25 m², ou seja, não cabe uma família confortavelmente. E elas são caras: o preço praticamente duplicou de 2008 para 2019, mas aumentou quase 40% de 2015 para 2019.”

    “Ou seja, aumentou o preço do metro quadrado e diminuíram de tamanho. Elas não são feitas no quadro de necessidades habitacionais da cidade”, explicou.

    Segundo elas, essas unidades — que podem ser chamadas de “fake habitação social” — contribuem para o encarecimento dos imóveis.

    “Quando a gente produz algumas um pouquinho mais acessíveis, mesmo assim os preços aumentaram, e elas estão longe do transporte, ou seja, a gente segue produzindo no padrão da cidade excludente – pouca moradia para os mais pobres e longe”, disse.

    “O substitutivo propõe aumentar a possibilidade desse adensamento nos eixos, ou seja, ele está aumentando a possibilidade de adensamento para rendas mais altas, e isso tem valorizado esses lugares mais bem servidos de infraestrutura e dificultado cada vez mais o acesso a quem precisa de uma moradia próxima ao transporte, próxima ao emprego.”
    “A grande justificativa dessa revisão é promover mais inclusão. Só que cadê essa inclusão social?”, questionou.

    Bairros históricos em risco
    A representante do Instituto dos Arquitetos do Brasil em São Paulo contou que bairros com construções históricas e comunidades tradicionais — sobretudo negras — podem ser apagadas com o processo de verticalização. Ela utilizou o exemplo do Bixiga, na região central da capital:

    “Uma área em que o plano vigente já estabelecia maior adensamento nos eixos era no Bixiga, um lugar com inúmeros imóveis de patrimônio histórico que estão em processo de tombamento e uma população negra que é residente há muito tempo ali e que tem uma vulnerabilidade em relação ao aumento do preço de imóveis”, explicou.

    Joyce lembrou que, atualmente, a permissão para construir prédios mais altos atinge três quarteirões em relação à Avenida Paulista, por exemplo, e que a ampliação poderá levar a sete quadras de distância, possibilitando, assim, atingir mais áreas do Bixiga.

    Urbanistas criticam texto
    Mais de 160 entidades da sociedade civil e grupos de urbanistas assinaram uma carta com críticas ao texto substitutivo do PDE. Entre os apontamentos, estão:

    Possibilidade de prédios mais caros próximos às zonas de transporte coletivo;
    Previsão de aumentar as áreas da cidade em que são permitidos prédios mais altos;
    Mais vagas de garagem;
    Falta de estudos que justifiquem as mudanças propostas;
    Possibilidades de prédios maiores nos miolos de bairros, que ficam longe dos eixos de transporte público;
    Substituição de bairros históricos por quarteirões tomados por prédios.
    Especialistas que conversaram com o g1 disseram que as consequências práticas dessas mudanças são diversas:
    Mais trânsito;
    Supressão de áreas arborizadas;
    Supervalorização de imóveis;
    E outros pontos que julgam importantes.
    No entanto, o vereador Rubinho Nunes (União), presidente da Comissão de Política Urbana e favorável às modificações propostas no substitutivo, diz que as críticas são vazias e têm interesse político-eleitoreiro.

    “Qualquer grupo, qualquer entidade tem a prerrogativa de se manifestar, firmar termos públicos favoráveis ou contrários a projetos que tramitam na Câmara. O que me espanta é que eu vejo uma grande crítica vazia em tudo que vem quanto ao Plano Diretor, até num sentido de desinformação, especialmente por parte dos grupos que se autointitulam como técnicos”, afirmou Rubinho. (leia mais abaixo)

    Em nota, a prefeitura da capital informou que “o município realizou um processo participativo amplo, democrático e transparente para discutir os ajustes no Plano Diretor” e que, em 329 dias de revisão no âmbito do Executivo, foram realizadas 91 atividades participativas, que resultaram em mais de 12 mil contribuições”. (leia íntegra abaixo)

    Falta de justificativas
    Joyce destaca que as propostas apresentadas no texto substitutivo do Plano Diretor não têm as justificativas necessárias para se tornarem lei.

    “São coisas muito novas, num curto espaço de tempo, sem justificativa. É péssimo tecnicamente e politicamente, porque não tem avaliação que justifique e não tem estudos que mensurem o impacto”, afirmou.

    Já a arquiteta e urbanista Paula Freire Santoro, coordenadora LabCidade, da Universidade de São Paulo (USP), aponta que o projeto não atinge seu devido objetivo:

    “Tem sido um instrumento de regulação do mercado imobiliário. Ele está muito distante da cidade real — ele não planeja o bairro, não conhece os problemas da população mais pobre, não pensa como vai ser a chegada de infraestrutura nos bairros que não tem.”

    O que pensa o presidente
    da Comissão de Política Urbana
    “A gente vê um desconhecimento muito grande na questão dos eixos, justamente porque, quando a gente para analisar a prerrogativa inicial do Plano Diretor vigente, era justamente o adensamento de eixos. Mas eles falharam nesse sentido e agora nós passamos a promover o adensamento de eixos com ampliação que vai ser definida em locais específicos, não na cidade como um todo, como eles fazem crer”, afirmou Rubinho Nunes, presidente da Comissão de Política Urbana da Câmara Municipal

    Rubinho disse que os grupos que criticam o texto substitutivo “ignoram esses avanços com uma crítica exclusivamente política, de alguém que não entende a dinâmica de mercado, o crescimento da cidade e a necessidade de uma revisão que tem um olhar para o mercado, mas também para a população mais pobre da cidade de São Paulo, visando à modernização da cidade”.
    “Se eles tivessem participado das audiências públicas, como se dedicaram a fazer fóruns politiqueiros com os próprios eleitores, eles teriam percebido que o debate foi bastante amplo”, reforçou.

    O que diz a Prefeitura de São Paulo
    Em nota, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), disse que reafirma que o Município realizou um processo participativo amplo, democrático e transparente para discutir os ajustes no Plano Diretor.

    “Desde 2014, a população pode acompanhar pela internet a aplicação do Plano Diretor pela plataforma de monitoramento do PDE no site Gestão Urbana. Ela foi desenvolvida pela Prefeitura para dar transparência e informar sobre o andamento do Plano Diretor, disponibilizando dados para diversos indicadores.

    Durante a Revisão Intermediária, a Prefeitura também criou um site específico para o processo revisional e, a partir dele, a população pode se informar, em tempo real, sobre agenda de reuniões, relatórios e documentos produzidos pelo Município para esclarecer e subsidiar os debates sobre os ajustes no Plano Diretor.

    Além disso, em 329 dias de Revisão no âmbito do Executivo, foram realizadas 91 atividades participativas, entre reuniões, oficinas, audiência públicas, consultas on-line e visitas distribuídas no território das 32 subprefeituras, que resultaram em mais de 12 mil contribuições. Todo esse trabalho de mobilização e participação foi reconhecido pelo Ministério Público de São Paulo.

    O envio do Projeto de Lei à Câmara Municipal, em março, foi a consolidação de todo o processo revisional por parte do Município e que resultou em propostas de ajustes para o Plano Diretor. Esse texto segue em discussão no âmbito do Legislativo”.

    O que diz a Associação de Incorporadoras
    Em nota, a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) informou que “considera como positiva a aprovação do Plano Diretor de São Paulo nesta segunda-feira (26/6). As medidas devem ajudar a promover a inclusão social e o adensamento urbano inteligente.

    Com a mudança, o comprador de imóvel passa a contar com mais opções de produto à sua escolha e a cidade poderá melhorar o aproveitamento do território com infraestrutura urbana e transporte público.

    Nos últimos meses, a ABRAINC trabalhou, em colaboração com mais de 30 entidades ligadas ao setor imobiliário e da construção civil, na elaboração de sugestões fundamentadas em amplos debates técnicos entre os participantes. Algumas das propostas apresentadas foram melhorias nos textos originais elaborados pela Prefeitura, garantindo a aplicação objetiva dos instrumentos e priorizando a segurança jurídica”.

     

  • ‘Difícil de assimilar’, diz genro de casal de São José dos Campos encontrado morto em chalé

    ‘Difícil de assimilar’, diz genro de casal de São José dos Campos encontrado morto em chalé

    Walther Reis Cleto Junior, de 51 anos, e Alessandra Aparecida Campos Reis Cleto, de 49, eram turistas e passavam o fim de semana em Monte Verde, no Sul de Minas Gerais.

    A família do casal de São José dos Campos encontrado morto em um chalé no Sul de Minas Gerais cobrou investigação sobre as causas que provocaram as mortes de Walther Reis Cleto Junior, de 51 anos, e Alessandra Aparecida Campos Reis Cleto, de 49.

    “A gente quer saber da verdade. (Saber) se foi um acidente casual. Se tiver alguma falha, a gente quer saber. Não por vingança, a gente quer saber por querer a justiça. Não para prejudicar alguém, mas hoje nossa família sofre e a gente tá fazendo isso por eles”, disse Jean Leonel, genro do casal.

    Os dois foram encontrados mortos em um chalé em Monte Verde, distrito de Camanducaia (MG), no último sábado. Segundo a polícia, o casal não tinha sinais de violência. A família cita suspeita de intoxicação por monóxido de carbono e fala sobre a dificuldade de assimilar a perda.

    “Eles estavam no auge da vida deles. Um momento ótimo, comprando apartamento novo. Estávamos para morar junto, mas infelizmente acabou. A gente ainda não assimilou bem, mas infelizmente foi da pior forma possível. A gente não aceita da maneira [como aconteceu]”, afirma.

    O que aconteceu?
    Walther e Alessandra chegaram ao Chalé Aroma de Jasmim, em Monte Verde, na tarde de sexta-feira (23) para passar o fim de semana.

    De acordo com o proprietário, a última vez que foram vistos com vida foi ainda na sexta, quando receberam um saco com lenha no quarto.

    Segundo informações do boletim de ocorrência, eles foram encontrados mortos pelo dono do chalé, no sábado pela manhã quando ele tentou entrar em contato, não conseguiu e entrou no quarto.

    Segundo a Polícia Civil, o proprietário da pousada disse que o local não tinha alvará dos Bombeiros.

    A perícia foi feita no local e, além dos corpos não terem sinal de violência, o quarto também não tinha sinal de arrombamento.

    As causas da morte ainda estão sendo investigadas. Em comunicado sobre a morte, a família diz que a hipótese investigada é de intoxicação por monóxido de carbono.

    O local onde aconteceu o caso se apresentava como um chalé em sites de hotelaria e nas redes sociais. Segundo a Agência de Desenvolvimento de Monte Verde (Move), associação de empresários da região, o estabelecimento não tem cadastro oficial.

    “A Move reforça a orientação aos turistas que busquem acomodações em estabelecimentos cadastrados nos órgãos reguladores, que exigem uma série de requisitos que garantem a segurança dos hóspedes”, diz trecho da nota.

    Por nota, a Prefeitura de Camanducaia informou que acompanha a investigação e citou que o distrito de Monte Verde tem mais de 7 mil leitos, sendo que 95% têm lareira e sistema de aquecimento e nunca houve caso de intoxicação por gás.

    Disse ainda que o local onde o casal se hospedou, que fica no quintal da casa do proprietário, “não tinha alvará de funcionamento e não seguia as regras dos meios de hospedagens regulares”.

    O casal deixa três filhas e foi enterrado na manhã desta segunda-feira (26).

  • Motorista embriagado é preso após provocar acidente com morte no interior de SP

    Motorista embriagado é preso após provocar acidente com morte no interior de SP

    O acidente aconteceu na manhã de domingo, em Itapeva (SP). O motorista teria perdido o controle da direção e capotado o veículo. Um terceiro passageiro teve ferimentos leves.

    Um homem foi preso suspeito de provocar um acidente que deixou uma pessoa morta e outra ferida na Rodovia Francisco Alves Negrão (SP-258), em Itapeva (SP). O condutor do carro estava embriagado.

    Conforme o histórico policial, o acidente aconteceu na manhã de domingo, na altura do quilômetro 281. O motorista teria perdido o controle da direção e capotado o veículo.

    Um dos ocupantes foi socorrido em estado grave e levado para a santa casa do município, mas não resistiu e morreu. O motorista e o outro passageiro sofreram ferimentos leves.

    Segundo a Polícia Rodoviária, o condutor apresentava sinais de embriaguez e se recusou a fazer o teste de bafômetro. Ele foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça.

     

  • Polícia Civil instaura inquérito para apurar explosão em fábrica de produtos químicos em Várzea Paulista

    Polícia Civil instaura inquérito para apurar explosão em fábrica de produtos químicos em Várzea Paulista

    Explosão aconteceu na manhã de quinta-feira (22). Cinco pessoas ficaram feridas, sendo uma delas em estado grave.

    A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar as causas da explosão de uma fábrica de resina, que ocorreu na quinta-feira (22) e deixou cinco feridos, em Várzea Paulista (SP). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (26).

    De acordo com a Polícia Civil, a investigação também irá apontar se a empresa estava funcionando regularmente. Na noite de quinta-feira (22), o Corpo de Bombeiros de Jundiaí (SP) informou que a fábrica não possui o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). O documento atesta se o local tem ou não condições de segurança.

    Segundo a corporação, o dono da empresa confirmou que o documento não havia sido emitido e o espaço será fiscalizado pelo Corpo de Bombeiros nas próximas semanas.

    A prefeitura foi questionada sobre a documentação e, em nota, disse que a empresa Coldemar Resinas Sintéticas Ltda possui inscrição municipal para atividade de indústria e comércio de colas, tintas e produtos químicos desde 1981. Ainda informou que a inscrição seguiu a legislação vigente à época e atualizações posteriores seguiram “fielmente as exigências ali contidas e assim permaneceram até os dias atuais”.

    “Cabe informar ainda que em virtude dos recentes acontecimentos, a Fiscalização do Comércio esteve no local notificando o responsável a apresentar demais documentos que se julgam necessários à manutenção do funcionamento das atividades, permanecendo elas suspensas até a apresentação”, pontua.

    Segundo a prefeitura, cinco pessoas ficaram feridas na explosão e foram levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.

    Uma das vítimas precisou ser transferida para o Hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí, em estado grave, após ter 40% do corpo queimado. Em seguida, ela foi levada para o Hospital de Queimados, em Limeira (SP).

    Outra vítima teve fratura nos pés e foi levada para um hospital particular de Jundiaí. Os outros três feridos tiveram alta no início da noite de quinta-feira.

    ‘A casa começou a tremer’
    O barulho da explosão assustou diversos moradores que vivem próximos da empresa no bairro Vila Ieire. À TV TEM, eles relataram sentir a casa tremer e também muita fumaça pela rua.

    A comerciante Jéssica Silveira, que mora perto da fábrica, contou que o susto foi grande quando ouviu o barulho.

    “Quando a gente olhou, deu pra ver uma fumaceira. Só que subiu uma labareda de fogo junto, na hora, e desceu. No que desceu, veio aquela fumaceira preta bem grandona. O susto foi tremendo, porque tremeu janela, a casa”, disse.

    Outra moradora afirma que foi para a parte de fora da casa quando ouviu o barulho. “Eu tava fazendo café e a casa começou a tremer, deu aquele estrondo e sai correndo pra fora e vi que era a empresa.”

    Nas imagens registradas por uma câmera de segurança de um bairro próximo, é possível ver os moradores assustados com a explosão. Em seguida, quando o fogo sobe, eles correm para a rua e as luzes das labaredas refletem nos muros

    Uma operadora de logística, que mora no condomínio ao lado da empresa, tinha acabado de deixar a filha na escola e estava chegando em casa quando tudo ocorreu. Uma peça voou com a força da explosão e atingiu a lateral traseira do carro dela.

    “Eu virei para o lado para olhar e estava o vidro do meu carro estilhaçado. Parei pra ter dimensão do que tinha acontecido e vi que tinha uma peça lá dentro do carro. A gente não sabia até o momento o que estava acontecendo, mas o susto foi grande”, contou Cíntia Gomes

    Fábrica interditada
    A Defesa Civil interditou a fábrica, que ficou totalmente destruída após a explosão. De acordo com a prefeitura, a empresa vai passar por perícia. Os responsáveis e funcionários da instituição não podem voltar às atividades enquanto o local estiver interditado.

    Segundo o Corpo de Bombeiros, a mistura de dois produtos químicos provocou a explosão de uma caldeira que fica no interior da fábrica.

    A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou que a água usada no combate ao incêndio ficou restrita à área interna da fábrica e não atingiu as galerias de águas pluviais. Ainda de acordo com a Cetesb, a fábrica está com a licença de operação em dia.

  • Avó e neta ficam feridas após carro de ré bater em dois veículos em Ribeirão Preto, SP

    Avó e neta ficam feridas após carro de ré bater em dois veículos em Ribeirão Preto, SP

    Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher teria perdido controle da direção na saída do estacionamento de uma loja de brinquedos. Os outros motoristas envolvidos no acidente não se feriram.

    Uma motorista de 68 anos e a neta dela, de 10 anos, ficaram feridas após uma colisão entre três veículos no fim da manhã desta segunda-feira (26), em Ribeirão Preto (SP).

    O acidente aconteceu na Avenida Dom Pedro, entre as ruas General Câmara e Bonfim, no bairro Ipiranga.

    Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a mulher teria perdido o controle do veículo ao dar ré na saída do estacionamento de uma loja de brinquedos. O carro ainda atingiu outros dois veículos que seguiam pela avenida sentido Centro.

    Uma câmera de segurança flagrou o momento do acidente. Nas imagens, é possível ver a colisão entre os três veículos.

    A mulher e a neta dela chegaram a ficar presas nas ferragens do veículos, ainda segundo os bombeiros, mas não sofreram ferimentos graves. Elas relataram apenas sentirem dor na região da lombar, mas estavam conscientes.

    As vítimas foram socorridas e encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oeste.

    O local foi interditado para a retiradas dos veículos envolvidos no acidente. Os outros motoristas não sofreram ferimentos.

    Uma equipe da Empresa de Trânsito e Transporte Urbano de Ribeirão Preto (Transerp) esteve no local para orientação do trânsito.

     

  • Vídeos mostram momento após funcionário da CPTM atirar contra colegas de trabalho; homem aparece fugindo com arma na mão

    Vídeos mostram momento após funcionário da CPTM atirar contra colegas de trabalho; homem aparece fugindo com arma na mão

    Crime foi registrado na Estação da Luz neste domingo (25), em São Paulo; Marco Antonio da Silva, de 51 anos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Polícia Civil pediu prisão temporária de homem que atirou nos colegas.

    Vídeos feitos com celular mostram momentos após o maquinista da CPTM Ricardo de Oliveira Dias, de 45 anos, atirar contra dois colegas de trabalho em uma área interna da Estação da Luz, na tarde de domingo (25).

    Uma das vítimas, Marco Antonio da Silva, de 51 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. O outro funcionário, de 53 anos, sofreu ferimentos no pé e está bem.

    Nas imagens, é possível ver Marco Antonio caído e recebendo socorro de outros funcionários antes de ser encaminhado à Santa Casa com ferimento na região do tórax. Também é possível ver o segundo funcionário baleado caído em uma esquina e cercado de outros colegas de trabalho. 

    Uma imagem enviada à reportagem e que circula nas redes sociais também mostra o maquinista fugindo da estação com a arma de fogo na mão. A Polícia Civil informou nesta segunda-feira (26) que pediu a prisão temporária dele à Justiça e que buscas estão sendo feitas.

    Marco Antonio era supervisor de tração e trabalhava na CPTM desde 2012. Já Ricardo estava na empresa desde 2010 e pediu exoneração da Polícia Militar em 2006.

    Testemunhas relataram que o maquinista da CPTM que matou o colega de trabalho entrou na sala dos funcionários com a arma de fogo escondida em uma mochila e disse “eu quero ver você tirar sarro” antes de atirar em Marco Antonio. A informação consta no boletim de ocorrência e também foi relatada à reportagem do g1.

    “Os maquinistas estavam em uma sala, quando Ricardo chegou com a arma escondida em uma mochila. Então, ele foi perto do Marco e falou ‘eu quero ver você tirar sarro’ e aí atirou. Os que estavam no local e viram a cena me disseram que foi uma correria e gritaria só. Alguns se esconderam no banheiro e em salas. Foi um desespero”, afirmou um funcionário da CPTM ao g1, que preferiu não se identificar.

    De acordo com o boletim de ocorrência, um maquinista relatou à polícia que viu quando Ricardo entrou com uma mochila na frente do corpo na sala dos funcionários, quando tirou a arma e efetuou o disparo.

    Ainda conforme a testemunha, Marco chegou a sair correndo sentido plataforma 4. Depois, Ricardo disparou contra o outro funcionário enquanto ele estava correndo em direção ao estacionamento.

    “Eu estava trabalhando no dia, mas em outra estação. Foi um susto. O atirador é ex-policial militar e sempre estava armado, e já havia intimidados outro colega no passado. Estão sendo dias difíceis e muitos já apresentavam sinais de depressão, agora deve ficar pior. Por enquanto a empresa não se prontificou a apoiar psicologicamente os colegas da tração”, afirmou uma funcionária, que preferiu não ter a identidade preservada.

    Em nota, a CPTM informou que acionou a Polícia Militar, que vai colaborar com a autoridade policial e que está prestando assistência para familiares do supervisor morto e maquinista ferido. Nas redes sociais, a empresa se manifestou sobre o caso:

    “Lamentamos profundamente a trágica perda de um dos nossos colegas de equipe em um ato de violência chocante ocorrido ontem. Estamos de luto pela vida que foi tragicamente interrompida e nos solidarizamos com a família, amigos e colegas que estão sofrendo com essa terrível perda. É momento de nos unirmos enquanto enfrentamos essa perda devastadora como uma comunidade. Descanse em paz, nosso querido colega. Você será lembrado com carinho e saudade”.

    O presidente do sindicato dos ferroviários, Eluiz Alves de Matos, afirmou que Ricardo não tinha histórico de violência.

    “Temos informações dos companheiros de trabalho que era uma pessoa tranquila no ambiente de trabalho. Aconteceu uma tragédia, um fato atípico no nosso meio. Defendo que a CPTM ofereça auxílio psicológico para todos que presenciaram”.

  • Raspadinha.io: Raspe, Ganhe e Divirta-se com as Raspadinhas Online e PIX

    Raspadinha.io: Raspe, Ganhe e Divirta-se com as Raspadinhas Online e PIX

    São Paulo, 23 de junho de 2023 – O mundo das raspadinhas nunca mais será o mesmo! O site Raspadinha.io traz de volta a emoção das tradicionais raspadinhas oferecidas pela Caixa Econômica Federal, mas agora de forma totalmente online e com a facilidade do PIX. Através dessa plataforma inovadora, os jogadores têm a oportunidade de raspar virtualmente e concorrer a prêmios incríveis, tudo isso por apenas 0,25 centavos!

    O Raspadinha.io é uma plataforma digital que busca recriar a experiência divertida e emocionante das raspadinhas físicas. Com uma interface simples e intuitiva, os usuários podem escolher entre uma variedade de raspadinhas virtuais, cada uma com seu próprio prêmio em dinheiro. Ao selecionar uma raspadinha, basta raspar a área indicada na tela e descobrir se você é o sortudo ganhador.

    Uma das grandes vantagens oferecidas pelo Raspadinha.io é a possibilidade de ganhar prêmios substanciais com um investimento mínimo. Com apenas 0,25 centavos, os jogadores têm a chance de faturar incríveis R$2.500. Essa relação custo-benefício atrativa torna as raspadinhas online uma opção acessível e empolgante para pessoas de todas as idades.

    Além disso, o Raspadinha.io facilita o processo de depósito e saque de fundos. O depósito mínimo no site é de apenas R$5, o que torna a participação acessível a todos. E a melhor parte é que não existem cláusulas complicadas para sacar seus ganhos. Assim que um usuário indica um amigo e esse amigo realiza um depósito, o usuário recebe R$5 na hora através do PIX.

    Para garantir a maior segurança nas transações online, o Raspadinha.io conta com a parceria do Paperworks, uma renomada empresa especializada em mídia educacional e participações. Com a expertise e a tecnologia de ponta da Paperworks, o PIX é intermediado de forma segura e confiável, proporcionando tranquilidade aos jogadores em todas as etapas da transação.

    “Estamos entusiasmados em trazer de volta a emoção das raspadinhas de forma online e moderna”, diz o porta-voz do Raspadinha.io. “Nossa plataforma busca oferecer uma experiência única, onde as pessoas podem se divertir, arriscar pouco e ter a chance de ganhar prêmios significativos. Além disso, a segurança das transações é uma prioridade para nós, por isso estamos orgulhosos de contar com a parceria da Paperworks.”

    O Raspadinha.io está revolucionando o mundo das raspadinhas ao trazê-las para o ambiente digital. Com uma proposta divertida, acessível e segura, essa plataforma promete conquistar o coração dos amantes de jogos de sorte. Não perca tempo e visite o site Raspadinha.io para descobrir a emoção de raspar e ganhar grandes prêmios com apenas alguns cliques.

    Para mais informações, acesse o site Raspadinha.io e divirta-se com as raspadinhas online mais emocionantes do mercado.

  • Operação contra o tráfico de drogas prende trio no interior de SP

    Operação contra o tráfico de drogas prende trio no interior de SP

    Os agentes cumpriram mandados judiciais em São Miguel Arcanjo (SP). Foram apreendias 1.240 porções de entorpecentes, além de 2 tijolos de maconha.

    Três homens foram presos em uma operação contra o tráfico de drogas, na manhã desta sexta-feira (23), em São Miguel Arcanjo (SP).

    Equipes da Polícia Civil e da Guarda Municipal cumpriram cinco mandados de busca e apreensão nos bairros Curumim, Vila Rica e Santa Cruz.

    Durante a operação, foram flagradas ruas bloqueadas com sofás e entulho, para dificultar a passagem de veículos.

    Nos endereços ligados aos suspeitos, foram apreenidads 1.241 porções de drogas e dois tijolos de maconha. Três homens foram presos.

    A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Itapetininga. O trio permanece preso e à disposição da Justiça.

     

  • Homem morre após ser atropelado em cruzamento da região central de Limeira; Polícia investiga caso

    Homem morre após ser atropelado em cruzamento da região central de Limeira; Polícia investiga caso

    Acidente aconteceu no cruzamento das ruas Presidente Roosevelt e Cunha Bastos, na madrugada desta sexta-feira (23). Motorista acionou equipes da polícia.

    Um homem morreu após ser atropelado no cruzamento entre as ruas Presidente Roosevelt e Cunha Bastos, no Centro de Limeira (SP), na madrugada desta sexta-feira (23). A vítima não portava nenhum documento no momento do acidente, segundo informações da Polícia Militar (PM).

    O motorista do veículo que atingiu a vítima acionou a polícia e relatou ter passado com o carro em cima do braço de um homem que estava caído no cruzamento.

    A equipe policial e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) compareceram ao local do acidente e constataram o óbito.

    A Polícia Civil investiga se a vítima é pessoa em situação de rua. O homem não possuía nenhum tipo de identificação consigo e ainda não foi identificado, segundo a investigação.

    O motorista do veículo não quis realizar o teste do bafômetro e não portava Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no momento, mas foi liberado mediante apresentação de um motorista habilitado.