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  • CVM condena Fernando Passos por unanimidade ex-CFO do IRB à multa máxima de R$ 20 milhões

    CVM condena Fernando Passos por unanimidade ex-CFO do IRB à multa máxima de R$ 20 milhões

    Relator afirmou que é incontestável a tese de que ex-vice-presidente executivo financeiro foi a origem da informação falsa de que o fundo Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, iria adquirir fatia relevante do IRB

    Fonte: Valor

    Em sua última sessão de julgamento do ano, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) condenou por unanimidade o ex-vice-presidente executivo financeiro e de relações com investidores do IRB, Fernando Passos, à multa máxima de R$ 20 milhões por manipulação de preços de ações em 2020. Já José Carlos Cardoso, ex-diretor-presidente da companhia, foi absolvido, também por unanimidade, da acusação de descumprimento do dever de diligência.

    O relator, o diretor da CVM Daniel Maeda — que fez nesta quinta-feira sua última sessão de julgamento, já que deixa o cargo no fim de dezembro — afirmou em seu voto que é incontestável a tese de que Passos foi a origem da informação falsa de que o fundo Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, iria adquirir fatia relevante do IRB. A notícia levou as ações a uma valorização 13,2% em dois dias.

    “A meu ver, a existência do dolo é evidente”, afirmou Maeda, que apontou que a motivação para a disseminação da informação falsa foi a vantagem financeira que obteria com o Programa de Superação, aprovado pelo Conselho de Administração do IRB. O plano de premiação garantiria à diretoria “importâncias milionárias caso as ações atingissem determinado patamar ou o superassem até maio de 2021.”

    O relator afirmou que os bons antecedentes do ex-CFO permitiriam a aplicação de um atenuante de 15% do valor. No entanto, acrescentou outros 15% pelo “agravante de dano à imagem do mercado de valores mobiliários pela prática de manipulação de preço.” Permaneceu, portanto, a multa máxima de R$ 20 milhões.

    Já em relação a Cardoso, Maeda votou pela absolvição por não ver indícios de má-fé diante dos “artifícios ardilosos criados por Passos”. Os diretores Otto Lobo e João Accioly acompanharam o relator sem ressalvas.

    O presidente da CVM, João Pedro Nascimento, também seguiu o voto de Maeda, e fez questão de fazer comentários complementares. Entre eles, o de que Cardoso deveria ser absolvido porque “confiou nas demonstrações de Passos” e ressaltou que CEOs não conseguem participar de todos os processos e podem delegar poderes. A decisão sobre o ex-CFO ainda pode ser alvo de recurso no Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN).

    O caso foi tema de investigação no Departamento de Justiça americano, que aceitou que o IRB pagasse US$ 5 milhões para encerrar o assunto. A primeira vez que o megainvestidor Warren Buffett foi associado a uma possível compra de fatia do IRB foi em 2017, com a divulgação de notícias que citavam uma suposta negociação para depois do IPO. Três anos depois, em 26 de fevereiro de 2020, quando as ações da empresa estavam em queda, outra notícia circulou reacendendo a possibilidade de Buffett entrar na empresa. Desta vez houve reação positiva do mercado, e o papel subiu 13,2% em dois dias.

    A eventual compra de fatia do IRB por Buffett teve desdobramentos nos dias seguintes, que seguiram tendo impacto positivo nas cotações. Em 2 de março daquele ano, em teleconferência com analistas, Passos teria afirmado que a Berkshire Hathaway já detinha ações da empresa e teria aumentado a posição, inclusive com indicação de uma representante no conselho fiscal. Naquele momento, Cardoso não contestou a informação.

    Após pedido de esclarecimentos da CVM, porém, a companhia respondeu que o fundo de Buffett não era acionista com mais de 5%. E, em 3 de março, a Berkshire Hathaway informou em nota oficial que não era e não tinha intenção de se tornar acionista do IRB.

    As ações iniciaram trajetória de queda e, no dia 4 de março, foi anunciada a renúncia de Passos e Cardoso e informado que o Conselho de Administração da empresa instalou procedimento interno para apurar a divulgação de ações ao mercado. Na investigação, o IRB informou à CVM que em investigação interna descobriu que Passos teria adulterado eletronicamente uma troca de e-mails entre Cardoso e um representante da Berkshire Hathaway.

    Em depoimento à CVM, Passos admitiu “ajustes” em um arquivo com a base acionária da companhia “para verificar qual seria o tamanho da Berkshire Hathaway no ranking de acionistas, na hora em que aparecesse a compra daquele volume de ações”. Segundo a argumentação da área técnica da CVM, até mesmo a suposta indicação da representante do conselho foi “uma manobra” de Passos “para dar um ar” de veracidade à história.

    Procurada, a defesa de Passos não se manifestou.

  • Escritório Ferreira Contábil chega aos 5 anos de existência com excelência profissional

    Escritório Ferreira Contábil chega aos 5 anos de existência com excelência profissional

    O escritório Ferreira Contábil, constituído desde 2018, atualmente localizado na Alameda Joaquim Eugenio de lima, dentro do coração financeiro de são Paulo, chega aos seus 5 anos de existência.

    A empresa, Ferreira Contábil, completa 5 anos de atuação nas mais diversas áreas da contabilidade, incluindo clubes de futebol, comercio, clinicas médicas e odontológicas, indústria, prestação de serviços entre outros ramos empresarial. Construindo uma boa performance empresarial, atingiu o crescimento exponencial de 35% , no ano de 2022.

    Sempre trazendo propostas inovadoras, o escritório tem o foco no objetivo de minimizar o impacto tributário de seus clientes e parceiros. O êxito nos processos vem destacando a capacidade de trazer inúmeras soluções para o dia das empresas nacionais e multinacionais. Por traz desse trabalho esta o empresário Dorian Ferreira, que chegou a são Paulo com 16 anos de idade em busca de trabalho e estudos, após 3 anos morando na casa dos tios (Aires e Inês) , sendo ainda Office boy, aos 19 anos ingressou na Universidade Presbiteriana Mackenzie, dando início a sua carreira contábil.

    Dorian Ferreira ressalta que Em 2019 criou a empresa de agenciamento de esportivo DSF SPORTS com aproximadamente 37 jogadores espalhados pelo Brasil e Europa, somos ainda o Davi da famosa historia bíblica, porém o empresário alerta que o pequeno já começou a incomodar os gigantes do futebol.

    “Foram 4 anos chegando em casa às 1h da manhã e saindo às 7h para trabalhar, pouco a pouco fui conquistando o meu espaço dentro do mercado de trabalho. Após terminar o curso de contábeis, passando 2 vezes na prova do CRC, também me formei em gestão financeira e logo em seguida cursei o MBA em controladoria e MBA em gerenciamento estratégico na advocacia”, comentou Dorian, com exclusividade para o Portal PE News.