Categoria: Brasil

  • Apresentador Silvio Santos morre aos 93 anos

    Apresentador Silvio Santos morre aos 93 anos

    Silvio Santos, um dos mais icônicos apresentadores da televisão brasileira, faleceu aos 93 anos na madrugada deste sábado (17/8), no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele havia sido internado no início de agosto, poucos dias após receber alta devido a um quadro de H1N1.

    O lendário comunicador, que ao longo de mais de seis décadas construiu uma carreira marcante na TV, deixa seis filhas que irão dar continuidade ao legado do pai na administração do SBT.

    A trajetória do “Homem do Baú”

    Senor Abravanel, mais conhecido como Silvio Santos, foi um pilar da televisão no Brasil. Sua carreira começou no rádio e evoluiu para a televisão, com passagens por grandes emissoras, como a Globo, até a criação do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) em 1981.

    A vida de Silvio Santos é digna de uma novela. Nascido em 12 de dezembro de 1930, no Rio de Janeiro, ele começou a trabalhar cedo para ajudar a família, vendendo produtos como camelô nas ruas cariocas. Essa experiência o moldou como um empresário visionário e determinado.

    Sua incursão na mídia começou como locutor de rádio, passando por diversas emissoras até se consolidar como apresentador de televisão. Em 1962, ele estreou na TV com o programa “Vamos Brincar de Forca”, na TV Paulista, e, no ano seguinte, lançou o “Programa Silvio Santos”, que se tornaria um dos mais longevos da televisão brasileira.

    Silvio foi também um empreendedor nato. Em 1958, assumiu o Baú da Felicidade, transformando-o em uma das maiores empresas de varejo do país. Seu nome artístico foi adotado para alavancar sua carreira na televisão, e assim nasceu o império de comunicação que conhecemos hoje.

    Silvio Santos e a criação do SBT

    Determinando a criar sua própria rede de televisão, Silvio Santos fundou o SBT em 1981, após receber concessão para operar a TVS no Rio de Janeiro. O SBT se tornou conhecido por sua programação diversificada, incluindo programas de auditório, novelas mexicanas e o famoso seriado “Chaves”.

    Uma breve carreira política

    Em 1989, Silvio Santos surpreendeu o país ao lançar sua candidatura à presidência da República. Com apoio do Partido Municipalista Brasileiro (PMB), ele rapidamente se tornou um dos favoritos nas pesquisas, mas sua candidatura foi impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por questões legais. Apesar do revés, Silvio Santos continuou sendo uma figura influente na vida pública brasileira.

    O Brasil perde não apenas um grande comunicador, mas também um empresário e visionário que marcou gerações com seu carisma e espírito inovador.

  • Rede de Empresas de Assessor Político Acumula R$ 29 Milhões em Contratos Suspeitos com ONGs

    Rede de Empresas de Assessor Político Acumula R$ 29 Milhões em Contratos Suspeitos com ONGs

    Uma rede de empresas vinculadas a Paulo Henrique Durão, assessor do deputado estadual do Rio de Janeiro Luiz Cláudio Ribeiro (Republicanos), garantiu contratos no valor de R$ 29 milhões com ONGs financiadas por emendas parlamentares. Essas ONGs utilizam os recursos para promover projetos esportivos e de qualificação profissional.

    As quatro empresas em questão — todas com a letra “X” em seus nomes — são controladas por Paulo Henrique, seu pai Anely Paes Leme Durão, e Jerry Souza de Santana, um amigo da família. Desde 2022, essas firmas vêm assinando contratos que ainda estão em vigor.

    Apesar desses contratos milionários, Paulo Henrique recebia um salário líquido de apenas R$ 2.900 enquanto estava lotado no gabinete de Luiz Cláudio Ribeiro, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), entre julho de 2023 e maio de 2024.

    Um mês antes de ser nomeado assessor, Paulo Henrique fundou a empresa PDX Serviços Especializados e Eventos, que firmou seis contratos, totalizando R$ 6 milhões, entre setembro e dezembro de 2022, com os institutos Realizando o Futuro e Carioca de Atividades.

    Atualmente, Paulo Henrique atua na pré-campanha de Luiz Cláudio Ribeiro à prefeitura de Mangaratiba, na Costa Verde fluminense. Embora não esteja mais formalmente empregado no gabinete, ele desempenha atividades políticas diárias na campanha.

    Identificou-se indícios de irregularidades nos contratos entre as empresas de Paulo Henrique e as ONGs. Esses incluem supostas manipulações nas concorrências e compras excessivas de materiais, como a aquisição de oito medalhas por aluno em um projeto esportivo.

    As ONGs envolvidas estão sendo investigadas por suspeitas de desvio de recursos, reveladas na série de reportagens “Farra das ONGs”. Essas organizações receberam quase meio bilhão de reais em emendas parlamentares nos últimos três anos. Quando questionadas, as ONGs negaram irregularidades, afirmando seguir rigorosamente a lei.

    A reportagem também visitou as sedes das quatro empresas ligadas a Paulo Henrique, localizadas na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Duas delas compartilham a mesma sala comercial, enquanto as outras estão no mesmo edifício. No entanto, nenhum representante foi encontrado, e os responsáveis não responderam aos e-mails enviados.

    O deputado Luiz Cláudio Ribeiro afirmou desconhecer o histórico empresarial de Paulo Henrique e que o assessor cumpria uma rotina normal de trabalho em seu gabinete.

    As empresas de Paulo Henrique, assim como outras da rede, participaram de pesquisas de preços que levantaram suspeitas, como a apresentação de valores idênticos por três empresas em um contrato de meio milhão de reais. Além disso, contratos foram assinados com pagamentos antecipados, prática criticada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), exceto em casos excepcionais.

    Paulo Henrique também foi sócio da PRD Empreendimentos, uma empresa que possui contratos com ONGs financiados por recursos da Prefeitura do Rio de Janeiro desde 2019. A empresa tem ligações com outras entidades e indivíduos sob investigação, mas nega qualquer irregularidade.

    As investigações sobre essas empresas e os contratos continuam, com a Unirio criando uma comissão para analisar possíveis desvios de recursos públicos e regulamentar a tramitação de emendas parlamentares na instituição.

  • Histórico Criminoso do ‘Rei da Cebola’ Inclui Roubo de Carros, Fraude Fiscal e Dívidas de IPTU e Condomínio

    Histórico Criminoso do ‘Rei da Cebola’ Inclui Roubo de Carros, Fraude Fiscal e Dívidas de IPTU e Condomínio

    O empresário Xinxa Góes de Siqueira, conhecido como “Rei da Cebola,” foi preso na quarta-feira (31) durante uma operação da Polícia Federal no Recife. Xinxa, que chefia uma transportadora de produtos hortifrutigranjeiros, é acusado de liderar uma quadrilha que movimentou R$ 70 milhões nos últimos cinco anos em Pernambuco, São Paulo e Fortaleza. Sua prisão foi ordenada pelo juiz Jandercleison Pinheiro Jucá, da Vara Criminal de Salgueiro (PE).

    Histórico Judicial de Xinxa

    Xinxa possui um histórico extenso de ações judiciais e acusações. Em setembro de 2002, ele foi preso por receptação de um carro roubado e, ao revistarem sua garagem, a polícia encontrou outro veículo roubado. Na época, ele foi acusado de receptação qualificada e adulteração de veículo, mas foi solto em dezembro do mesmo ano e respondeu ao processo em liberdade. Em 2019, o processo prescreveu devido à sua ausência em várias audiências.

    Em 2012, Xinxa foi acusado de fraude contra a administração pública e ordem tributária. Ele e seu pai, o ex-deputado estadual Apolinário Góes de Siqueira, foram acusados de sonegar ICMS através da empresa Xinxa Transportes Rodoviários de Cargas LTDA, omitindo operações de entrada de mercadorias. A dívida com o governo foi calculada em R$ 96.564,84, mas ambos foram absolvidos em 2016 por falta de provas suficientes.

    Além disso, Xinxa foi processado por não pagar taxas condominiais entre 2014 e 2015, totalizando R$ 2.942,74. O processo foi arquivado após um ano sem movimentação. Em 2022, ele também foi denunciado pela prefeitura de Jaboatão dos Guararapes por não pagar IPTU, mas a dívida foi quitada em julho do mesmo ano.

    Prisão e Acusações Atuais

    A prisão de Xinxa na Operação Duplo X resultou na apreensão de 24 veículos de luxo, avaliados em mais de R$ 30 milhões, e seis cavalos de raça, estimados em R$ 10 milhões. A PF investiga Xinxa por sonegação fiscal, agiotagem, lavagem de dinheiro, aluguel e empréstimo de armas, além de associação criminosa. Caso seja condenado por todas as acusações, sua pena pode ultrapassar 30 anos de reclusão.

    A equipe do g1 tentou contato com a defesa de Xinxa, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

    Resumo da Prisão

    • Local: Apartamento em Boa Viagem, Recife.
    • Operação: Duplo X da Polícia Federal.
    • Bens Apreendidos: 24 veículos de luxo e seis cavalos de raça.
    • Atuação: Pernambuco, Ceará e São Paulo.
    • Acusações: Sonegação fiscal, agiotagem, lavagem de dinheiro, aluguel e empréstimo de armas, associação criminosa.
    • Possível Pena: Mais de 30 anos de reclusão.
  • Prisão de Empresário Conhecido como ‘Rei da Cebola’ Desvenda Esquema de R$ 70 Milhões

    Prisão de Empresário Conhecido como ‘Rei da Cebola’ Desvenda Esquema de R$ 70 Milhões

    O empresário Xinxa Góes de Siqueira, popularmente conhecido como “Rei da Cebola,” foi preso pela Polícia Federal durante a Operação Duplo X, realizada no Recife. Acusado de chefiar uma quadrilha envolvida em lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e agiotagem, Xinxa teve a prisão preventiva mantida após uma audiência de custódia na quinta-feira (1º).

    A PF apreendeu 24 veículos de luxo, avaliados em mais de R$ 30 milhões, e seis cavalos de raça, estimados em R$ 10 milhões, além de outros bens e bloqueios financeiros. O esquema criminoso envolvia a transportadora “Xinxa, o Rei da Cebola,” localizada no Ceasa, no bairro do Curado, Zona Oeste do Recife.

    Além de Xinxa, outros mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Recife, Jaboatão dos Guararapes, Paudalho, Cabrobó e Fortaleza. Xinxa, de 44 anos, é filho do ex-deputado estadual Apolinário Siqueira e exibia em redes sociais uma vida de luxo com carros de alta performance, passeios de lancha e helicóptero, e fotos com celebridades.

    A ficha criminal de Xinxa inclui processos por tráfico, lavagem de dinheiro, organização criminosa, sonegação fiscal, porte ilegal de arma e agiotagem. Ele já foi preso anteriormente, em 2022, por receptação de veículos roubados, além de processos por fraude contra a administração pública e ordem tributária, dos quais foi absolvido por falta de provas.

    Atualmente, Xinxa está detido no Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, onde aguardará julgamento. Se condenado por todos os crimes, sua pena pode ultrapassar 30 anos de prisão.

  • Eleições 2024: Transferência Temporária de Local de Votação Está Disponível para Diversos Grupos de Eleitores

    Eleições 2024: Transferência Temporária de Local de Votação Está Disponível para Diversos Grupos de Eleitores

    Eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida podem solicitar a transferência temporária para votar em qualquer seção eleitoral do mesmo município até 22 de agosto. O mesmo se aplica ao eleitorado indígena, quilombola, integrantes de comunidades tradicionais e residentes de assentamentos rurais.

    A solicitação pode ser feita online, através do Autoatendimento Eleitoral, desde que o eleitor possua biometria na Justiça Eleitoral, ou presencialmente em qualquer zona eleitoral do estado. Para a alteração online, basta acessar a página de autoatendimento e clicar em “Eleição e Transferência Temporária”. Para a solicitação presencial, é necessário comparecer ao cartório eleitoral com um documento oficial com foto. O pedido também pode ser feito por uma pessoa de confiança, com autorização por escrito fornecida pelo cartório.

    Mesários, pessoas convocadas como apoio logístico e trabalhadores de estabelecimentos penais e unidades de internação onde haverá seções eleitorais têm até 30 de agosto para solicitar a transferência temporária. Militares, agentes de segurança e guardas municipais em serviço no dia da votação serão orientados pelos cartórios sobre o procedimento específico para habilitação do voto. Juízes e promotores eleitorais, além dos servidores da Justiça Eleitoral, também podem votar em local diverso nas eleições.

    Transferência Temporária é Excepcional

    A transferência temporária tem caráter excepcional e não é uma transferência de domicílio eleitoral. Esta operação foi realizada até 8 de maio, conforme o artigo 91 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), e será retomada a partir de 5 de novembro. A transferência temporária só está disponível para seções do mesmo município onde o eleitor já vota, para aqueles que estão em situação regular com a Justiça Eleitoral. A medida, prevista na Resolução nº 23.736/2024 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode ser solicitada para os dois turnos.

    Comentando sobre o procedimento, o advogado especialista em direito eleitoral Antônio Amauri Malaquias de Pinho afirmou: “A possibilidade de transferência temporária é uma medida inclusiva e essencial para garantir que todos os cidadãos possam exercer seu direito ao voto, especialmente aqueles com mobilidade reduzida ou que desempenham funções essenciais durante o período eleitoral. Essa flexibilidade é crucial para fortalecer a democracia e assegurar a participação de todos os segmentos da sociedade.”

    Alteração ou Cancelamento do Pedido

    A confirmação do novo local de votação pode ser feita a partir de 3 de setembro, através da consulta na página do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) ou no e-Título. O pedido de transferência temporária pode ser alterado ou cancelado até 22 de agosto em qualquer cartório ou posto de atendimento eleitoral, ou até 30 de agosto, no caso dos mesários.

    No pleito municipal, não há voto em trânsito nem transferência temporária em sedes consulares e embaixadas no exterior. Quem não estiver no domicílio eleitoral e não conseguir votar em outubro deve justificar a ausência. Dúvidas podem ser esclarecidas pela Central de Atendimento ao Eleitor, telefone 148.

  • Desmentindo Fake News Sobre Auxílio de R$ 400

    Desmentindo Fake News Sobre Auxílio de R$ 400

    Recentemente, diversos boatos têm circulado nas redes sociais sobre um suposto auxílio de R$ 400 do Bolsa Família destinado à compra de alimentos. Esses rumores têm causado confusão e preocupação entre os beneficiários do programa. Neste artigo, desmentimos essas fake news e fornecemos informações precisas sobre os benefícios reais oferecidos pelo Bolsa Família.

    O Que Dizem as Fake News?

    Muitas mensagens afirmam que o governo estaria oferecendo um benefício extra de R$ 400 para a compra de alimentos. No entanto, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) esclareceu oficialmente que essa informação é falsa. Não há previsão de um benefício adicional desse tipo no Bolsa Família​ (Extrato Social)​.

    Pagamento Via Pix

    Outra fake news bastante difundida é a de que a Caixa Econômica Federal estaria realizando pagamentos do Bolsa Família via Pix. A Caixa confirmou que não realiza pagamentos de benefícios sociais por meio do Pix, desmentindo assim essa informação falsa​​.

    Cancelamento de Benefícios

    Houve também desinformação sobre o cancelamento de 8,4 milhões de benefícios do Bolsa Família em 2023. Na realidade, esse número se refere às averiguações realizadas para corrigir distorções no pagamento do programa, e não ao cancelamento de benefícios.

    Benefícios Reais do Bolsa Família

    Estrutura dos Benefícios

    O Bolsa Família é composto por vários benefícios adicionais destinados a famílias que atendem a critérios específicos estabelecidos pelo governo:

    • Benefício Primeira Infância: R$ 150 por criança de 0 a 6 anos.
    • Benefício de Renda de Cidadania: R$ 142 por membro da família.
    • Benefício Variável Familiar Nutriz: R$ 50 por cada membro da família com até seis meses de idade.
    • Benefício Complementar: Garante que o valor mínimo recebido pelo Bolsa Família seja de R$ 600.
    • Vale Gás: Cobre o custo médio nacional de um botijão de gás de 13 kg​ (Extrato Social)​​ (Bolsa da Família)​.

    Calendário de Pagamentos

    Os recursos do Bolsa Família são depositados nas contas poupança do Caixa Tem, seguindo um calendário do bolsa família definido pelo Governo Federal. Esse método garante que todos os beneficiários tenham acesso aos seus benefícios de maneira organizada e segura​ (Extrato Social)​.

    Como Evitar Fake News

    Para evitar cair em fake news, é importante seguir algumas dicas:

    • Verifique as Fontes: Sempre confira se a informação veio de uma fonte confiável, como o site oficial do MDS, agências da Caixa ou os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).
    • Desconfie de Informações Não Verificadas: Mensagens que prometem benefícios extraordinários ou mudanças radicais nos programas sociais geralmente são falsas.
    • Consulte os Canais Oficiais: Em caso de dúvida, utilize os canais oficiais de comunicação do governo para confirmar a veracidade das informações​ (Bolsa da Família)​​ (Revista Forum)​.

    Conclusão

    As fake news sobre o Bolsa Família podem gerar confusão e desinformação. É fundamental buscar informações precisas e oficiais para entender os benefícios reais do programa. Fique atento às fontes confiáveis e evite compartilhar notícias não verificadas. 

    Para mais detalhes, consulte os canais oficiais do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e da Caixa Econômica Federal.

    Winghston Feitosa Brito
    33 991135927
    [email protected]
  • Médico Preso em Goiás por Abuso Sexual e Perseguição já Tinha Histórico de Acusações Semelhantes no Rio

    Médico Preso em Goiás por Abuso Sexual e Perseguição já Tinha Histórico de Acusações Semelhantes no Rio

    Renato Hallak, um cirurgião plástico, foi preso dentro de um hospital em Goiás na última sexta-feira, suspeito de estupro, ameaça e perseguição a uma ex-companheira. Renato já havia sido detido em 2020 por acusações semelhantes feitas por outra mulher no Rio de Janeiro.

    Após a confirmação de sua prisão preventiva em audiência de custódia, Renato está detido na Central de Triagem do Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel, em Aparecida de Goiânia. O caso foi remetido para o VII Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

    De acordo com a Polícia Civil, os crimes ocorreram no Rio de Janeiro, onde Renato morava com a ex-mulher. A investigação foi conduzida pela 42ª DP (Recreio), e a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Goiânia realizou a prisão do médico.

    Em nota, o advogado de defesa de Renato, Rodrigo Castanheira, afirmou que a prisão cautelar em Goiás é inadequada e descabida, baseada apenas na palavra da vítima em sede policial, sem que Renato tenha tido a oportunidade de apresentar sua versão dos fatos. Ele assegurou que a equipe de defesa está trabalhando incessantemente para reverter a decisão.

    O g1 entrevistou a vítima do caso de 2020, que preferiu não ser identificada. Ela relatou que foi agredida, abusada sexualmente e ameaçada por Renato após se recusar a fazer sexo com ele. Ela também afirmou que o médico ameaçou divulgar fotos íntimas dela.

    Renato foi preso preventivamente no Hospital Municipal Barata Ribeiro no dia 5 de outubro de 2020, mas foi libertado cinco dias depois. A Justiça determinou que ele fosse monitorado eletronicamente. Apesar das restrições, Renato descobriu o endereço da vítima e começou a circular em frente ao prédio onde ela morava, mesmo usando tornozeleira eletrônica e estando proibido de se aproximar a menos de 250 metros dela. A vítima tinha um pager que apitava caso ele se aproximasse, e disse que Renato começou a atormentá-la.

    Na Justiça do Rio, Renato foi condenado por lesão corporal, injúria e por descumprir medidas protetivas de urgência. No entanto, a primeira condenação foi revertida após a decisão de um desembargador, que alegou que nem todas as lesões citadas pela vítima foram comprovadas por laudo.

  • Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Ubiratan Antonio da Cunha descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    A polícia prendeu o presidente de uma empresa de ônibus de São Paulo. Ele é investigado por lavar dinheiro do PCC, o crime organizado.

    Um funcionário do setor de transporte público, com pouca qualificação, que em dez anos acumula quase R$ 500 mil na participação de uma empresa de ônibus. É o perfil de Ubiratan Antonio da Cunha, réu pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A rápida evolução patrimonial dele despertou a desconfiança do Ministério Público de São Paulo.

    Ubiratan descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    Desde abril, tanto a Upbus como outra empresa de transporte da capital paulista, a Transwolfe, passaram a ser investigadas por lavagem de dinheiro do PCC. A Prefeitura de São Paulo então colocou interventores na administração. Dois dirigentes foram presos e outros 26 diretores ainda são investigados. Entre eles, Silvio Luis Ferreira, tido pelos promotores como uma das lideranças no PCC em São Paulo. Está foragido.

    Fato é que está sob suspeita toda a operação das duas empresas de transporte. O balanço mostra que só o capital social da Upbus passou de R$ 1 milhão, em 2020, para R$ 20 milhões, em 2021.

    A defesa de Ubiratan Cunha, preso na manhã desta terça-feira (16), disse que o empresário, que não podia se aproximar da Upbus, só passou para levar o filho que trabalha lá. Não convenceu a Justiça. O vídeo da câmera de segurança que está com o Ministério Público mostra que ele entra na garagem e cumprimenta funcionários. Para os promotores, é importante que o réu fique longe da empresa para não influenciar e atrapalhar a investigação.

     

  • Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Ubiratan Antonio da Cunha descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    A polícia prendeu o presidente de uma empresa de ônibus de São Paulo. Ele é investigado por lavar dinheiro do PCC, o crime organizado.

    Um funcionário do setor de transporte público, com pouca qualificação, que em dez anos acumula quase R$ 500 mil na participação de uma empresa de ônibus. É o perfil de Ubiratan Antonio da Cunha, réu pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A rápida evolução patrimonial dele despertou a desconfiança do Ministério Público de São Paulo.

    Ubiratan descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    Desde abril, tanto a Upbus como outra empresa de transporte da capital paulista, a Transwolfe, passaram a ser investigadas por lavagem de dinheiro do PCC. A Prefeitura de São Paulo então colocou interventores na administração. Dois dirigentes foram presos e outros 26 diretores ainda são investigados. Entre eles, Silvio Luis Ferreira, tido pelos promotores como uma das lideranças no PCC em São Paulo. Está foragido.

    Fato é que está sob suspeita toda a operação das duas empresas de transporte. O balanço mostra que só o capital social da Upbus passou de R$ 1 milhão, em 2020, para R$ 20 milhões, em 2021.

    A defesa de Ubiratan Cunha, preso na manhã desta terça-feira (16), disse que o empresário, que não podia se aproximar da Upbus, só passou para levar o filho que trabalha lá. Não convenceu a Justiça. O vídeo da câmera de segurança que está com o Ministério Público mostra que ele entra na garagem e cumprimenta funcionários. Para os promotores, é importante que o réu fique longe da empresa para não influenciar e atrapalhar a investigação.

     

  • Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Polícia prende presidente de empresa de ônibus de São Paulo investigado por lavar dinheiro do crime organizado

    Ubiratan Antonio da Cunha descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    A polícia prendeu o presidente de uma empresa de ônibus de São Paulo. Ele é investigado por lavar dinheiro do PCC, o crime organizado.

    Um funcionário do setor de transporte público, com pouca qualificação, que em dez anos acumula quase R$ 500 mil na participação de uma empresa de ônibus. É o perfil de Ubiratan Antonio da Cunha, réu pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A rápida evolução patrimonial dele despertou a desconfiança do Ministério Público de São Paulo.

    Ubiratan descumpriu a ordem judicial de não entrar na empresa onde era presidente. Foi preso preventivamente nesta terça-feira (16).

    Desde abril, tanto a Upbus como outra empresa de transporte da capital paulista, a Transwolfe, passaram a ser investigadas por lavagem de dinheiro do PCC. A Prefeitura de São Paulo então colocou interventores na administração. Dois dirigentes foram presos e outros 26 diretores ainda são investigados. Entre eles, Silvio Luis Ferreira, tido pelos promotores como uma das lideranças no PCC em São Paulo. Está foragido.

    Fato é que está sob suspeita toda a operação das duas empresas de transporte. O balanço mostra que só o capital social da Upbus passou de R$ 1 milhão, em 2020, para R$ 20 milhões, em 2021.

    A defesa de Ubiratan Cunha, preso na manhã desta terça-feira (16), disse que o empresário, que não podia se aproximar da Upbus, só passou para levar o filho que trabalha lá. Não convenceu a Justiça. O vídeo da câmera de segurança que está com o Ministério Público mostra que ele entra na garagem e cumprimenta funcionários. Para os promotores, é importante que o réu fique longe da empresa para não influenciar e atrapalhar a investigação.