Autor: Ceu Albuquerque

  • Escola de Negócios BPB: Sua Jornada para o Sucesso Pessoal e Profissional na Europa

    Escola de Negócios BPB: Sua Jornada para o Sucesso Pessoal e Profissional na Europa

    Plataforma de Desenvolvimento Pessoal e Negócios Transforma Sonhos em Realidade.

    Desenvolver as habilidades e competências para prosperar na vida enquanto conhece a Europa parece bom demais para ser verdade, não é?

    Hoje, a Escola de Negócios BPB é a maior plataforma e comunidade sobre desenvolvimento pessoal e negócios da Grécia voltada para o povo brasileiro.

    A promessa da Escola de Negócios Bloco por Bloco é desbloquear e/ou melhorar todas as competências necessárias para prosperar nos seus projetos de vida e nos negócios, sendo um ambiente que reúne o conhecimento de 15 anos prosperando na Europa.

    Através de aulas gravadas em diferentes países (Grécia, Espanha, Turquia, Bélgica, Suíça, França, Itália, Inglaterra, entre outros), conteúdos recorrentes que fogem do clichê e uma comunidade ativa, a Escola de Negócios BPB vai ajudar a construir a vida de seus sonhos mesmo que você esteja perdido, saindo do absoluto zero. Tudo isso seguindo a filosofia Bloco por Bloco.

    Em resumo, é tudo que você precisa em um lugar só para se tornar uma pessoa e profissional único, confiante e insubstituível. São aulas gravadas, aulas novas semanais, módulos completos, aulões de convidados especialistas, e-books, uma comunidade engajada e um suporte individual no WhatsApp para você. Sabendo que o sucesso que você não tem pode ser daquilo que você não sabe, a Escola de Negócios BPB vai elevar seu nível de conhecimento sobre temas essenciais para prosperar, são:
    ⁃ Negócios
    ⁃ Empreendedorismo
    ⁃ Produtividade
    ⁃ Motivação
    ⁃ Alta Perfomance
    ⁃ Gestão de Carreira
    ⁃ Vendas
    ⁃ Inteligência Emocional
    ⁃ Espiritualidade
    ⁃ Cultura de Países Estrangeiros

    O seu principal professor dentro da Escola de Negócios BPB será o brasileiro Hugo Renato. É um ex-atleta de futebol que hoje atua como gestor de pessoas, mentor internacional, empresário, agente de futebol, escritor e palestrante poliglota. Possui conexões em 35 países, escreveu 4 livros e defende 7 idiomas. Impactou mais de 1.000 atletas, empreendedores, gestores corporativos e treinadores, ao longo de mais de 15 anos como mentor e empresário na Europa.

    A assinatura da Escola de Negócios BPB se divide em dois planos: mensal e anual. Hoje, o Plano Mensal está em R$30/mês e o Plano Anual em 20R$/mês. A assinatura pode ser cancelada a qualquer momento sem burocracia. A previsão é que o preço aumente nos próximos meses devido ao grande número de novos integrantes da Escola.

    A Escola de Negócios BPB ainda oferece garantia incondicional para os alunos, se caso você entrar e por algum motivo não atender às suas expectativas nos primeiros 7 dias, você pode simplesmente solicitar o reembolso que será devolvido o valor integral do seu investimento.

    Para saber mais e fazer parte da Escola de Negócios BPB clique aqui:
    https://audaceeducation.com/bpb/

  • Fernando Haddad defende virada de página após uma década de irresponsabilidade fiscal e baixo crescimento

    Fernando Haddad defende virada de página após uma década de irresponsabilidade fiscal e baixo crescimento

    Ministro da Fazenda ressalta a necessidade de um pacto entre os Três Poderes para reorganizar o Brasil.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), disse em entrevista ao Podk Liberados, com o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) e a senadora Leila Barros (PSB-GO), que “a única forma do Brasil dar certo é virar uma página que foi escrita durante 10 anos” marcada por irresponsabilidade fiscal e baixo crescimento.

    “A única forma do Brasil dar certo é virar uma página que foi escrita durante 10 anos. Ao longo de 10 anos, eu diria que desde 2015, depois da reeleição da Dilma Rousseff, os Poderes se desentenderam completamente, até 2022, que foi uma eleição muito conturbada, com uma série de medidas que desorganizaram as finanças públicas”, disse Haddad. As informações são da CNN.

    “Nós tivemos 10 anos de irresponsabilidade fiscal com baixíssimo crescimento. O gasto não produziu os efeitos pretendidos”, afirmou o ministro.

    Ele descreveu esses 10 anos na história brasileira como uma “página da confusão”, em que erros foram cometidos.

    “Nós temos que virar essa página. A página da confusão durou 10 anos. Nós temos que virar. Entender que ali foi um erro, que a classe política, a elite intelectual do país, a elite econômica do país, têm que prestar conta desses 10 anos. E a melhor maneira de fazer é reorganizar, é reconstruir o Brasil”, afirmou.

    Pacto dos Três Poderes

    Haddad reforçou que um “pacto dos Três Poderes” é necessário para colocar ordem nessa “desarrumação”.

    “Entendo que não dá para ser à vista: tem constrangimentos políticos, grupos de interesse, grupos de pressão, interesses que são legítimos,  interesses que não são tão legítimos, que se fazem presentes na tramitação das leis”, disse ele.

    Segundo ele, se não existir uma compreensão do “risco e da oportunidade” que o Brasil está vivendo neste momento, que ele chamou de “paradoxo”, não se faz possível “alguém entregar um bom trabalho para o país, em qualquer área, menos ainda na Fazenda”.

    “Nós estamos precisando arrumar algumas coisas para aproveitar uma janela de oportunidades, que está aberta neste momento para o Brasil”, acrescentou.

    Na sexta-feira (5), Haddad citou como ponto de atenção a relação entre Executivo e Legislativo, além do governo federal com o Banco Central, mas declarou que “se tudo correr bem, o médio e longo prazo prometem ser muito bons para o nosso país”.

    O ministro avaliou que existe um risco do que chamou de patrimonialismo verde, ao citar o processo de transição para energias limpas, em um ambiente em que o interesse público e privado andam juntos.

  • Disputa pelo Senado se intensifica: Gleisi Hoffmann se prepara para entrar na corrida se Sergio Moro perder mandato

    Disputa pelo Senado se intensifica: Gleisi Hoffmann se prepara para entrar na corrida se Sergio Moro perder mandato

    Presidente do PT afirma que seu nome está na lista caso Moro seja cassado por irregularidades em campanha.

    A presidente do PT Gleisi Hoffmann admitiu no último domingo (7) que pretende entrar na disputa pelo Senado caso Sergio Moro (União Brasil) perca seu mandato.

    A legitimidade do atual ocupante da cadeira está sendo questionada em um julgamento no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). A votação, empatada em 1 a 1 na última semana, deve ser retomada nesta segunda-feira (8). Ainda faltam manifestações de quatro desembargadores. As informações são do Metrópoles.

    Em entrevista à Rádio Itatiaia, a petista disse que se for por sua vontade, seu nome é um dos que entrará na disputa para entrar para o Senado.

    “Se houver eleições na vacância da cassação de Sergio Moro, o PT apresentará candidatura, sim. Meu nome é um dos colocados, mas temos que discutir internamente com o partido e com os aliados para decidir a melhor estratégia”, disse.

    Moro na berlinda

    O PT e o PL são autores da ação que questiona a campanha feita por Sergio Moro. Ele é acusado de ter abusado de poder econômico e de caixa dois durante a disputa de 2022.

    Caso os desembargadores do TRE-PR considerem as acusações válidas, a chapa de Moro pode ser cassada e o senador ainda pode ser punido pessoalmente, ficando inelegível por oito anos.

    A tese defendida é de que Moro fez campanha para presidente e só depois mudou para o Senado, o que permitiu que ele gastasse mais do que é permitido durante a campanha (senadores só podem investir 5% do teto da disputa presidencial).

  • Ministro Kassio Nunes Marques vota contra intervenção militar e amplia placar no STF

    Ministro Kassio Nunes Marques vota contra intervenção militar e amplia placar no STF

    Indicado por Bolsonaro, Nunes Marques alinha voto ao relator e reforça posição contrária ao “poder moderador” das Forças Armadas.

    Indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro Kassio Nunes Marques votou a favor do entendimento de que a Constituição não permite uma intervenção militar sobre os três Poderes. Com isso, o placar agora está em 10 a 0 contra a tese do chamado “poder moderador” das Forças Armadas. Dias Toffoli foi o único que ainda não apresentou seu voto. Ele tem até esta segunda-feira (8) para se manifestar no processo.

    Nunes Marques decidiu acompanhar, nesse sábado (6), o relator da ação, ministro Luiz Fux. É o mesmo entendimento de Edson Fachin, André Mendonça, Carmén Lúcia e Luís Roberto Barroso. Os ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes também votaram junto com o relator, mas apresentaram seus votos. As informações são do Estadão.

    A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) foi ajuizada pelo Partido Democrata Trabalhista (PDT) em 2020. A legenda questionou o Supremo sobre interpretações do artigo 142 da Constituição Federal, que trata das Forças Armadas. Bolsonaristas frequentemente utilizam o trecho para defender uma intervenção militar “dentro da legalidade”.

    “Qualquer instituição que pretenda tomar o poder, seja qual for a intenção declarada, fora da democracia representativa ou mediante seu gradual desfazimento interno, age contra o texto e o espírito da Constituição”, disse Fux, o relator, em seu voto. Ele acrescentou que é urgente “constranger interpretações perigosas que permitam a deturpação do texto constitucional e de seus pilares e ameacem o Estado Democrático de Direito”.

    O artigo 142 da Constituição foi mencionado uma série de vezes por Bolsonaro ao longo do seu governo, com a tese de que as Forças Armadas teriam poder de moderar conflitos entre os Três Poderes. Extremistas passaram a citar o dispositivo com mais frequência depois da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas urnas, em outubro de 2022.

    Para Moraes, o entendimento é uma “pífia, absurda e antidemocrática interpretação golpista”. O ministro também afirmou, em seu voto, que o presidente da República que convocar as Forças Armadas para intervir nos outros Poderes estará cometendo crime de responsabilidade. “A gravidade maior do estado de sítio exige, em regra, prévio controle político a ser realizado pelo Congresso Nacional, ou seja, prévio controle do poder Legislativo civil”, disse.

    Bolsonaro, generais das Forças Armadas e ex-ministros de Estado são investigados pela Polícia Federal por uma tentativa de golpe. O grupo teria produzido documentos e planejado ações para anular o resultado das últimas eleições, evitar a posse de Lula e prender ministros da Suprema Corte.

    O ministro Flávio Dino declarou em seu voto que não existem interpretações que permitem uma intervenção das Forças Armadas. O ministro também registrou que a Constituição não estabelece a existência de um “poder moderador” e sim a dos três poderes civis: Legislativo, Executivo e Judiciário.

    “Lembro que não existe, no nosso regime constitucional, um “poder militar”. O poder é apenas civil, constituído por três ramos ungidos pela soberania popular, direta ou indiretamente. A tais poderes constitucionais, a função militar é subalterna, como aliás consta do artigo 142 da Carta Magna”, afirmou Dino.

    O decano do STF, ministro Gilmar Mendes, também rejeitou a interpretação de um “poder moderador” e afirmou que a tese passou a ser veiculada após um “processo de reivindicação de protagonismo político” dos militares. Segundo ele, o fenômeno se aprofundou com a eleição de Bolsonaro em 2018.

    No voto, Gilmar também relacionou a violência dos atos golpistas de 8 de Janeiro com as reivindicações dos quartéis. Segundo o magistrado, os ataques aos Três Poderes não pode ser devidamente compreendida “se dissociada desse processo de retomada do protagonismo político das altas cúpulas militares”.

    Cristiano Zanin classificou como “totalmente descabida” a interpretação de que as Forças Armadas podem intervir como um “poder moderador” durante crises institucionais. O ministro pontuou que não se pode cogitar uma prevalência das instituições militares diante dos demais poderes constitucionais.

    A ministra Cármen Lúcia disse em seu voto que o “poder moderador” não está previsto na Constituição. Segundo a magistrada, qualquer interpretação da lei que deduza a atuação das Forças Armadas desta forma é um “delírio antijurídico ou desvario antidemocrático”.

    “Qualquer referência à interpretação de norma legal que confronte os termos expressos dos artigos 1º e 2º da Constituição do Brasil é delírio antijurídico ou desvario antidemocrático, não é interpretação constitucional. Nem mesmo os poderes constitucionais – Legislativo, Executivo e Judiciário – estão acima nem podem atuar contra a Constituição”, disse.

  • Julgamento de cassação de mandato de Sergio Moro é adiado no TRE-PR

    Julgamento de cassação de mandato de Sergio Moro é adiado no TRE-PR

    Desembargador relator

    O desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, relator do processo que pede a cassação do senador Sergio Moro (União Brasil), votou pela improcedência da ação. Isso significa que ele entendeu que as acusações não procedem e que o cargo conquistado por Moro no senado deve ser mantido.

    O segundo desembargador a votar, José Rodrigo Sade, pediu vista. Com isso, a continuidade da sessão ficou marcada para a quarta-feira (3). As duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) que pedem a cassação do mandato de Sergio Moro começaram a ser julgadas às 14h de hoje, no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), em Curitiba.

    Moro responde por abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022. Ele foi eleito com 1,9 milhão de votos. As ações contra ele possuem teor similar e serão julgadas em conjunto pela corte. Além do relator, outros seis desembargadores irão votar.

    Todos os membros da Corte votam, inclusive o presidente do TRE-PR, desembargador Sigurd Roberto Bengtsson, porque os processos envolvem possível perda de mandato. Em ações sem esse tipo de especificidade, o presidente só votaria em caso de empate. vota pela improcedência da ação; continuidade do julgamento marcada para quarta-feira.

  • Família e Inclusão: O Papel Vital no Desenvolvimento da Criança Autista

    Família e Inclusão: O Papel Vital no Desenvolvimento da Criança Autista

    Especialista Destaca Estratégias Chave Durante o Mês Mundial da Conscientização sobre o Autismo.

    Abril é o Mês Mundial da Conscientização do Autismo e uma reflexão se faz necessária: sobre o papel das famílias na inclusão das crianças autistas. É essencial reconhecer a responsabilidade vital que os pais desempenham no apoio às necessidades únicas dessas crianças, normalmente a jornada  começa em casa, onde a família desempenha uma função central na promoção de seu bem-estar e desenvolvimento.

    Para muitos pais e cuidadores, a educação e o apoio emocional são fundamentais para ajudar a criança a florescer em seu potencial único.

    De acordo com a Terapeuta Ocupacional da Clínica Ninho, Rebecca Marques, a rotina diária pode ser um desafio para crianças autistas e suas famílias. Por isso, é fundamental que as famílias adotem estratégias práticas para criar um ambiente acolhedor e previsível, minimizando estresses e ansiedades. “Rotinas claras e consistentes proporcionam à criança autista uma sensação de segurança, previsibilidade e controle sobre seu ambiente, o que pode reduzir a ansiedade e promover a autonomia. Os pais podem implementá-las criando horários estruturados, usando calendários visuais e estabelecendo rotinas para atividades diárias”, explica Rebecca.

    Os pais podem criar um ambiente dentro de casa no qual a criança tenha alguma identificação, assim, quando a criança houver dificuldade em se auto regular, ela poderá ir para esse lugar onde se sinta mais segura.

    Além disso, a questão da acessibilidade dentro de casa é fundamental. De acordo com Rebecca Marques, dependendo da criança, podemos utilizar quadro de rotinas ou pistas visuais, através de desenhos ou fotos da criança de determinada ação. Dando assim uma previsibilidade e melhor compreensão de suas tarefas diárias, mantendo assim a criança regulada no ambiente.

    Ainda de acordo com a Terapeuta Ocupacional, é fundamental que a inclusão comece dentro de casa e se estenda para além dos limites familiares.

    “À medida que celebramos o Mês Mundial da Conscientização do Autismo, é imperativo reconhecer que a inclusão começa em casa e se estende para além dos limites familiares. Com o apoio amoroso das famílias e o compromisso da sociedade em criar ambientes mais inclusivos, podemos trabalhar juntos para garantir que todas as crianças, independentemente de suas habilidades, tenham a oportunidade de prosperar e contribuir para o mundo ao seu redor”, enfatiza Rebecca.

    Terapeuta Ocupacional Rebecca Marques aponta ainda que a criança precisa ser protagonista de suas ações diárias. Para isso funcionar, os pais, cuidadores, e a escola tem que estar sempre em parceria para que a criança com TEA consiga a independência, autonomia e participação social em todos os contextos de desempenho.

  • Preocupação com alta nos preços dos alimentos leva governo Lula a planejar ações preventivas

    Preocupação com alta nos preços dos alimentos leva governo Lula a planejar ações preventivas

    Queda na avaliação do presidente impulsiona medidas para conter impacto da inflação.

    A alta no preço dos alimentos no começo de 2024 levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a cobrar de auxiliares medidas preventivas. Cresceu a preocupação depois que pesquisas mostraram queda na avaliação do petista.

    A inflação sob controle é vital para qualquer governo manter sua popularidade equilibrada. A elevação nos preços dos alimentos mexe diretamente com a percepção que a população mais pobre tem do governo e o Planalto tem ciência disso. As informações são do Poder360.

    Por essa razão, há algumas ações em estudo para antever a quebra de safra de produtos como arroz e feijão, essenciais para os brasileiros. Os Ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura e Pecuária foram acionados para pensar em medidas nessa direção.

    Eis o que está em estudo:

    • Plano Safra – medidas de crédito para aliviar a situação de produtores que obtiveram financiamento com juros elevados;
    • estoque regulador – formação de estoques públicos via Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para ajudar a conter a volatilidade dos preços; e
    • sistema de monitoramento – banco de informações para prevenir a quebra de safra e, assim, evitar um impacto dos produtos na inflação. Envolve a Conab e o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

    Lula também busca mudanças na comunicação. Avalia que esse é um dos principais motivos para a queda na popularidade.

    Reunião com ministros

    Em 14 de março, Lula conversou com Carlos Fávaro (Agricultura), Fernando Haddad (Fazenda) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) pedindo medidas para conter a alta de preços dos alimentos. A percepção na Fazenda, contudo, é de que o pior já passou.

    Os preços em geral estão cedendo. Por isso, os alimentos sozinhos não devem pressionar a inflação no curto prazo.

    O secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, participou da reunião. Em 21 de março, ao falar a jornalistas sobre o preço dos alimentos, avaliou que a queda de produtividade no começo deste ano está “atrelada a fatores climáticos”. Também disse não ver “crise no setor” agropecuário para mudanças profundas.

    Na ocasião, a subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal, afirmou que “os riscos de aceleração nos preços dos alimentos são muito baixos” por ora.

    IPCA-15: alimentos destoam

    A prévia da inflação de março foi de 0,36%, o que representa uma desaceleração sobre fevereiro (+0,78%). O setor de alimentação e bebidas, contudo, puxou o índice: teve alta de 0,91% no mês.

    No geral, a taxa anualizada passou de 4,49% para 4,14%.

  • Dilma Rousseff reforça importância da memória do golpe de 1964 e critica ataques à democracia

    Dilma Rousseff reforça importância da memória do golpe de 1964 e critica ataques à democracia

    Ex-presidente alerta para perigos de esquecer episódios históricos e pede pela recriação de comissão sobre mortos e desaparecidos.

    A ex-presidente Dilma Rousseff foi às redes neste domingo (31), reforçar a importância de se manter a “memória e a verdade histórica” sobre o golpe de 1964. Em meio a vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a atos que relembrem a data, com a intenção de evitar um tensionamento na relação com as Forças Armadas, Dilma pontuou que manter essa memória “é crucial para assegurar que essa tragédia não se repita”.

    Comparando o golpe militar de 1964 com o ataque do bolsonarismo contra os três poderes no dia 8 de janeiro de 2023, Dilma disse que “a História não apaga os sinais de traição à democracia e nem limpa da consciência nacional os atos de perversidade”. As informações são do UOL.

    “Como tentaram agora, naquela época, infelizmente, conseguiram. Forças reacionárias e conservadoras se uniram, rasgaram a Constituição, traíram a democracia, e eliminaram as conquistas culturais, sociais e econômicas da sociedade brasileira”, escreveu.

    A ex-presidente, que atualmente preside o Novo Banco de Desenvolvimento, também conhecido como banco do Brics, foi presa em 1970 em uma onda de repressão a grupos de esquerda. Na prisão, ela foi torturada e posteriormente teve sequelas. Dilma seria solta no final de 1972, quando tinha 25 anos. Em sua mensagem neste domingo, pediu: “Ditadura nunca mais!”

    Comissão Especial

    A bancada do PT na Câmara pediu por meio de uma nota, na última quinta-feira (28), a recriação imediata da Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, que funcionou durante as gestões Lula e Dilma Rousseff. O documento, assinado pelo líder do PT na Câmara, Odair Cunha (MG), afirma que é “imperativo” recordar e repudiar o golpe “em nome da justiça, da memória e da verdade”.

    Os deputados também citam a invasão das sedes do Congresso, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Palácio do Planalto em 8 de janeiro de 2023 ao lamentar que segmentos da sociedade ainda sejam saudosos do regime militar.

  • Jovem promessa brasileira Erick Nascimento de Carvalho rumo à Europa: Destino marcado nos gramados europeus

    Jovem promessa brasileira Erick Nascimento de Carvalho rumo à Europa: Destino marcado nos gramados europeus

    Após brilho no A.D. São Caetano, jogador de 18 anos desperta interesse de clubes europeus e encaminha-se para transferência.

    O futebol brasileiro mais uma vez prepara-se para despedir-se de uma de suas jovens estrelas em ascensão. Erick Nascimento de Carvalho, talentoso jogador de apenas 18 anos, está às vésperas de dar um salto rumo ao cenário europeu. Com uma estatura de 1,76 metros e um talento versátil que o faz brilhar tanto na defesa como no meio-campo, Erick vem sendo cortejado por clubes de renome no continente europeu após suas performances brilhantes no A.D. São Caetano.

    O zagueiro e volante, conhecido por sua técnica refinada e visão de jogo apurada, tem despertado a atenção dos olheiros internacionais com sua habilidade de antecipação e capacidade de liderança em campo. Não é surpresa, portanto, que clubes europeus estejam ávidos por garantir seus serviços. Nos bastidores, as negociações avançam rapidamente, e fontes próximas ao jogador indicam que o desfecho parece ser questão de tempo.

    Para Erick Nascimento de Carvalho, o futuro reserva novos desafios e oportunidades de crescimento em terras estrangeiras, enquanto o futebol brasileiro se despede de mais uma promessa que alça voos além-mar em busca de seu lugar ao sol no cenário internacional.

  • Caso Marielle Franco Reforça Necessidade de Perícia Criminal Independente

    Caso Marielle Franco Reforça Necessidade de Perícia Criminal Independente

    Revelações sobre obstrução na investigação destacam importância da autonomia na perícia oficial.

    O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, cuja investigação apontou os mandantes do crime e forneceu detalhes sobre a obstrução de Justiça que quase impediu sua elucidação, é mais um exemplo flagrante da urgência em conferir independência à atuação da Polícia Científica em relação à Polícia Civil. 

    O crime político, que ganhou repercussão mundial, ocorreu em 2018, mas só foi elucidado 6 anos depois. Uma série de interferências na condução da investigação sublinham a necessidade urgente de uma perícia não vinculada à Polícia Civil, capaz de conduzir análises técnicas com imparcialidade e independência.

    Falhas comprometedoras

    O carro onde Marielle e Anderson estavam foi periciado na noite do crime e ficou 41 dias na Delegacia de Homicídios, sem a devida preservação, antes de ser enviado para nova perícia no Instituto Carlos Ebóli. Ausência da devida preservação do veículo pode ter comprometido a análise de vestígios que ajudariam a esclarecer a dinâmica dos fatos. 

    Outro problema que dificultou a realização de exames periciais completos foi a perda das imagens oficiais feitas pelos legistas dos corpos de Marielle e de Anderson. As fotografias não puderam ser analisadas por um problema que foi atribuído a um defeito no cartão de memória da câmera fotográfica. 

    Segundo divulgado na imprensa, não havia imagens de câmeras do local do crime e as cápsulas de projéteis na cena do crime foram recolhidas de maneira indevida. “Uma perícia desvinculada da Polícia Civil tem imparcialidade e autonomia não só para conduzir análises isentas, mas também para denunciar violações a locais de crime, como prevê o Código de Processo Penal, e aos procedimentos no decorrer de uma investigação, garantindo que a Justiça seja feita”, explica Eduardo Becker, presidente do Sindicato dos Peritos Criminais do Estado de São Paulo (SINPCRESP). 

    Isso acontece porque a Polícia Científica utiliza métodos científicos para analisar desde o corpo da vítima e do suspeito até a arma do crime, contribuindo decisivamente para a condenação dos culpados ou absolvição dos inocentes. “Uma instituição pericial autônoma plenamente tem a independência e imparcialidade necessária, inclusive, para denunciar tentativas de ingerência na perícia por parte de outras instituições ou pessoas. Hoje, nos órgãos de perícia que não possuem autonomia plena, isso não é possível porque os peritos são subordinados à Polícia Civil”, comenta Becker. 

    Nesse contexto, não causa estranhamento que o Sindicato dos Peritos Oficiais do Estado do Rio (SINDPERJ) tenha se manifestado publicamente pedindo a desvinculação da Polícia Civil e afirmando que os peritos oficiais são reféns da Polícia Civil do RJ. 

    Direitos Humanos

    A autonomia da perícia é fundamental para a promoção dos Direitos Humanos e para garantir julgamentos justos. Organizações como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Anistia Internacional, Conselho Nacional de Justiça, Human Rights Watch e a ONU enfatizam a importância dessa independência e entendem que ela é um pilar para a consolidação de um sistema de justiça que respeite os direitos fundamentais e promova a verdadeira justiça. “Esperamos que a classe política se sensibilize para a votação da PEC 76/2019, que confere autonomia a todos os órgãos de perícia oficial do Brasil. Aprovando a independência da perícia, os parlamentares têm nas mãos a chance de contribuir para o reforço do combate à criminalidade e da Justiça no Brasil. Só há Justiça, de fato, se houver uma perícia independente e isenta”, completa Becker.

    O presidente do SINPCRESP, Eduardo Becker