Autor: São Paulo em Foco

  • Juíza nega pedido para prisão do pastor acusado de golpes milionários

    Juíza nega pedido para prisão do pastor acusado de golpes milionários

    A Justiça de Goiás negou pedido de prisão preventiva do pastor Osório José Lopes Júnior, réu por supostamente aplicar golpes milionários em fiéis de Goianésia, no centro de Goiás, e denunciado por estelionato pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP). A decisão considerou que as acusações contra o religioso, que diz ser inocente, já são analisadas pelo Judiciário paulista.


    Proferida na segunda-feira (28/3), a decisão é da juíza Placidina Pires, da 1ª Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa e de Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores, da comarca de Goiânia. Uma semana antes, a Justiça de São Paulo determinou a indisponibilidade dos canais do YouTube de propriedade do pastor, que teria prometido R$ 2 quatrilhões a uma vítima.

    “Embora o Ministério Público tenha trazido aos autos elementos indicativos de que Osório José Lopes Júnior teria voltado a praticar delitos semelhantes àqueles apurados na presente ação penal, percebo que os fatos agora noticiados teriam ocorrido em São Paulo e, consoante se infere, já estão sendo objeto de apuração em procedimento criminal específico que tramita no Poder Judiciário daquele estado (SP)”, escreveu a juíza, na decisão.

    Denúncias

    O Ministério Público de Goiás (MPGO) denunciou o pastor no dia 12 de março deste ano, alegando que ele teria voltado a praticar crimes. No entanto, um dia antes, o pastor já havia sido denunciado pelo MPSP para a Justiça de São Paulo, o que foi considerado pela magistrada goiana em sua decisão. Os crimes teriam sido praticados de novembro de 2013 a junho de 2014.

    Em vídeo publicado na internet, Osório, que está em liberdade, se posicionou contra as acusações e possíveis crimes que ele chamou de “coisas erradas”, atribuindo a responsabilidade delas a terceiros. Apesar de se apresentar como pastor, ele não é ligado a uma igreja.

    Novos crimes

    Em relação a possíveis novos crimes que teriam sido praticados pelo réu, o Ministério Público informou que, no ano de 2020, Osório teria celebrado contrato de participação em operação financeira com uma vítima. Por meio desse documento, ele teria se comprometido a ceder para esta uma porcentagem do valor que obteria futuramente por meio Tesouro Mundial.

    Segundo a denúncia, a vítima, induzida em erro, teria repassado ao pastor, em ocasiões distintas, a quantia total de R$ 190 mil, mas não recebeu o pagamento que lhe havia sido prometido. Além disso, outra vítima foi procurada, em outubro de 2017, e investido R$ 1.490 para participar das operações financeiras de Osório.

    O suposto esquema do pastor, segundo o Ministério Público, prometia recompensa com valores que poderiam chegar até 100 vezes do montante inicialmente investido. Para enganar as vítimas, conforme a investigação, elas viam supostas cópias de documentos que seriam Títulos de Dívida Agrária (TODA), com valores bilionários pertencentes a Osório.

    Mobilização

    Segundo a Polícia Civil de Goiás, um grupo de aplicativo de mensagens de celular reúne mais de 900 pessoas que afirmam ser vítimas do pastor.

    De acordo com as investigações, ele fez vítimas em vários estados. Segundo a denúncia, as pessoas eram atraídas por meio de vídeos que o pastor publicava na web. Ele dizia que tem dinheiro no “Tesouro Mundial” e quer repartir. No entanto, para fazer a partilha, alegava que precisava de ajuda financeira dos fiéis.

    R$ 2 quatrilhões


    O empresário contou que começou a exigir do pastor o dinheiro prometido. No entanto, depois de muita cobrança, Osório relatou que conseguiu receber de volta R$ 90 mil e mais um carro importado. O investidor disse que buscou o veículo em um escritório do pastor e que, ao voltar para casa, sofreu um grave acidente.

    Por causa das lesões, o empresário ficou seis meses sem conseguir andar. O promotor de Justiça Felipe Oltramari, do MPSP, disse ao Fantástico que o acidente ocorreu em “condições misteriosas”.

    “Ele acabou sofrendo um acidente em condições misteriosas. Em condições pouco comuns. Dada a anormalidade dessa situação, tudo está a indicar que esse fato merece ser mais bem apurado”, assinalou o promotor.

    Em nota, a defesa de Osório José Lopes disse à época que o carro capotou em razão do excesso de velocidade.

    Um documento obtido pela equipe de investigação mostrou que Osório chegou a prometer retorno financeiro de R$ 2 quatrilhões para um empresário de São Paulo. A vítima disse à polícia que o valor total investido por ela na operação prometida por Osório ultrapassou R$ 300 mil, montante que teria sido depositado na conta do religioso.

  • Ibraim Monteiro rompe após ter parentes exonerados e declara apoio à candidatura do PT

    Ibraim Monteiro rompe após ter parentes exonerados e declara apoio à candidatura do PT

    Após ter irmã, esposa e tio exonerados, o deputado estadual Ibraim Monteiro (PSC) anunciou o seu rompimento político com o Governador Belivaldo Chagas (PSD), declarando apoio a Rogério Carvalho (PT).

    O ato de exonerar os parentes de Ibraim teria sido motivado pelo posicionamento do parlamentar em votações na Assembleia Legislativa.

    Ibraim é filho de Valmir Monteiro, ex-prefeito de Lagarto, e possui uma relação muito próxima com o bloco petista, principalmente com Rogério Carvalho.

  • Instagram fica fora do ar nesta terça-feira (29/3) e web reclama

    Instagram fica fora do ar nesta terça-feira (29/3) e web reclama

    O Instagram apresentou instabilidade no início da tarde desta terça-feira (29/3). Usuários da rede social que tentaram realizar buscas na plataforma ou atualizar o feed se depararam com mensagens de alerta, como “Algo está errado” ou “Infelizmente ocorreu um erro. Tente novamente”.


    O site Downdetector, especialista em exibir plataformas fora do ar, relatou o problema por volta das 11h. O pico da instabilidade se deu às 13h58 desta terça.

    No Twitter, internautas reclamaram da queda do Insta. “De novo isso”, disse um usuário da rede, e outro disparou: “Instagram cai todo dia”.

  • MT Vereador é preso após dar soco e ameaçar de morte a esposa, diz policia

    MT Vereador é preso após dar soco e ameaçar de morte a esposa, diz policia

    O vereador de São José do Xingu (MT) Marcos Rogério Pereira Nunes (PSB) foi preso em flagrante na madrugada de ontem suspeito de agredir com um soco a esposa Onilaine Souza Pessoa, de 43 anos. De acordo com o boletim de ocorrência, o casal estava em uma distribuidora da cidade e discutiram após ele sair do local com amigos sem avisá-la.

    Marcos Rogério, conhecido como “Bugão”, foi detido, mas pagou fiança no valor de R$ 2 mil e acabou liberado após audiência de custódia. Consta no registro policial que Onilaine afirmou que essa não teria sido a primeira agressão física sofrida ao longo do relacionamento com o político.

    A mulher também alegou ser vítima de violência psicológica e acusou Marcos Rogério de tê-la ameaçado de morte. O parlamentar negou as agressões e ameaças.

    “Ela fez corpo de delito, não deu nada para ela. Em mim, constaram agressões, pois ela me mordeu. Ela denunciou, depois me pediu desculpa, disse que não faria mais isso, que foi um erro, mas agora já foi. Nunca tive uma situação dessa na minha vida”, se defendeu o vereador

    Vítima relatou soco e ameaças de morte, diz polícia

    Ele confirmou que a discussão começou quando deixou o estabelecimento com amigos. O casal decidiu deixar o local após o desentendimento e, quando ambos já estavam no veículo, Onilaine teria se irritado com o fato de o marido “pegar em seu corpo”.

    “A vítima se irritou com a provocação e mordeu em seu braço esquerdo e desferiu um soco em sua boca. A vítima desceu do carro e, ao explicar o ocorrido, o suspeito desferiu um soco em sua cabeça e ameaçou dizendo que iria matá-la”, diz um trecho do boletim de ocorrências.

    No registro, ainda consta que Marcos Rogério pedia para a esposa “pegar suas coisas e sumir de sua residência”

    O parlamentar chegou na delegacia dirigindo e, como havia ingerido bebida alcoólica, foi autuado também por dirigir veículo sob a influência de álcool.

    Ele alegou que o carro era conduzido pela esposa e que, em determinado momento, a mulher abandonou o veículo e seguiu a pé para a delegacia.

    “Ingeri bebida alcoólica mas não estava embriagado. Para não deixar o carro sozinho, dirigi, quando ela chegou na delegacia, cheguei junto com o carro”, contesta o político.

    Vítima muda versão após registrar ocorrência

    Apesar de ter registrado o boletim de ocorrências e narrado ser vítima de violência, Onilaine contou outra versão Ela afirmou que não houve agressões físicas na noite em que procurou a Delegacia de São José do Xingu. Mesmo assim, a Polícia Civil mantém a investigação por violência contra a mulher

    “Não houve agressão física, houve discussão como todo casal tem. No momento cheguei até a pedir a medida protetiva, depois disse que queria ir para casa e que ele [o vereador] fosse para outro lugar. Muita perseguição em cima dele”, alega Onilaine.

    Tatiane Adorno Bento, advogada do suspeito, informou que laudos periciais não apontaram agressão contra a esposa do político. A Polícia Civil não comentou sobre os exames

    Câmara vai acompanhar o caso

    Questionado o presidente da Câmara Municipal de São José do Xingu, vereador Cícero Romão (PSB), afirmou que o departamento jurídico está acompanhando a situação, mas que nada foi definido até o momento sobre medidas a serem tomadas contra o parlamentar.

    A Polícia Civil confirmou, por meio da assessoria de imprensa, que um inquérito foi instaurado e que os fatos inicialmente narrados pela vítima serão apurados.

  • Chefe do esquema de Saul Klein é ligada a marca ‘queridinha’ de famosas

    Chefe do esquema de Saul Klein é ligada a marca ‘queridinha’ de famosas


    Acusado de estupro, aliciamento, cárcere privado e outros crimes por 14 mulheres, Saul Klein é investigado por ter mantido, durante mais de 15 anos, uma estrutura que abasteceria suas residências em São Paulo e Boituva (SP) com jovens mulheres. O documentário “Saul Klein e o Império do Abuso” detalha o organograma de motoristas, recrutadoras e até médicos, montado para satisfazer o empresário. No topo dele, abaixo apenas do próprio Klein, está a figura de Marta Aparecida Gomes da Silva

    Ao longo dos depoimentos dados ao documentário e à Polícia Civil, o nome de Marta é citado inúmeras vezes. Ela é apontada como a chefe de todo o esquema nas propriedades do empresário, tanto pelas mulheres autoras da denúncia como pelo próprio Klein. Até agora, entretanto, ela não depôs à Polícia Civil —o inquérito está aberto desde dezembro de 2020

    Pelas investigações, Marta pode ter que responder por organização criminosa, tráfico de pessoas, favorecimento à prostituição, mediação para favorecer a lascívia e falsificação de documentos. Klein passava pelo menos quatro dias da semana com dezenas de jovens mulheres em suas propriedades. Várias alegam ter sido estupradas e forçadas a se submeter às vontades do anfitrião

    Nem as mulheres nem os representantes de Klein sabem do paradeiro de Marta. Pessoas ligadas tanto a Klein como às vítimas afirmam que ela já foi intimada diversas vezes, mas não respondeu. A investigação corre em segredo de Justiça, e detalhes sobre o número de tentativas de intimação ou como elas aconteceram não são públicos

    A mesma dificuldade das investigações tem sido encontrada pela reportagem, que tenta ouvir Marta de diferentes formas desde 2020. Seu advogado trabalhista, Paulo Faia, foi contatado por e-mail e por telefone, mas não retornou. Foram deixados seis recados com a secretária do advogado Paulo Amador Cunha Bueno, que representa Marta no inquérito policial. Nas seis vezes houve promessa de retorno nos próximos dias, o que jamais aconteceu. Em uma sétima tentativa, a reportagem pediu uma resposta definitiva sobre a disposição de Marta em se manifestar. Ela foi negativa.

    As filhas de Marta e a empresa da qual são sócias, chamada Hype Beachwear, também foram procuradas. O primeiro contato foi pelas redes sociais. Seguindo orientação ali recebida, a reportagem enviou um longo e-mail detalhando as acusações e o material jornalístico que seria produzido sobre elas. Não houve resposta.

    Marta ainda não contou sua versão às autoridades, mas não é uma pessoa que vive longe dos holofotes. Ela é mãe de Marion e Heloisy Oliveira. Heloisy é ex-mulher do ator Micael Borges e seguida por mais de 130 mil pessoas no Instagram. Juntas, as irmãs são fundadoras da conhecida marca de biquínis Hype Beachwear, que já vestiu famosos como Anitta, Preta Gil e Bruna Marquezine. A empresa também é citada nas investigações, uma vez que foi usada para atrair mulheres e colocá-las nas casas do empresário, onde sofreram abusos sexuais, segundo relatam.

    Marta aparece nos depoimentos das vítimas como uma figura ao mesmo tempo onipresente e misteriosa. É apontada por todas como chefe da operação —logo abaixo de Saul— de aliciamento e exploração sexual de mulheres, supervisionando o recrutamento, a rotina e o comportamento de todas elas. Era temida, mas raramente vista pelas garotas. Suas ordens e direcionamentos chegavam a todo momento via aplicativo de mensagens e por meio de outros funcionários, mas encontros com ela eram reservados para casos excepcionais que saíam da insólita rotina das casas de Klein.

    A defesa do empresário e filho do fundador das Casas Bahia também aponta Marta como líder do esquema, mas vai além: transfere a ela toda a responsabilidade sobre atos de violência que possam ter ocorrido. A versão é que Saul Klein contratou Marta para recrutar mulheres que iriam a eventos organizados para satisfazer o fetiche “sugar daddy” —homens mais velhos que gostam de manter relacionamentos afetivos com mulheres sustentando-as e dando a elas presentes caros. Caberia, assim, a Marta, toda a responsabilidade pelo aliciamento das garotas e pela organização da rotina delas nas propriedades de Klein.

    Marca que veste famosas era usada para atrair mulheres.

    Em seu site, a Hype Beachwear diz que seus produtos são “queridinhos de celebridades como Anitta, Bruna Marquezine, Camila Coutinho, Yasmin Brunet, entre outras”. O texto também diz que as donas da marca, Heloisy e Marion, a fundaram “influenciadas pela mãe”. A empresa, criada em 2014, tornou-se referência no segmento, tem 255 mil seguidores no Instagram e participa de diversos eventos de moda

    No inquérito que investiga Saul Klein, pelo menos duas mulheres dizem ter sido atraídas pelas redes sociais para participar de uma campanha da Hype em 2015. No processo de seleção, descobriram que a campanha não existia e que, na verdade, estavam sendo aliciadas para frequentar a casa do empresário e manter relações sexuais com ele. Uma delas conta ter conhecido pessoalmente Heloisy e Marion.

    Um desses relatos é de uma garota que tinha 17 anos na época e passou dois anos frequentando as casas de Klein. Ela se suicidou no final de 2019, e sua morte foi um fator determinante para que outras mulheres decidissem denunciar o empresário e seu esquema ao Ministério Público. Essa história é contada em profundidade em “Saul Klein e o Império do Abuso”. Uma das provas do inquérito é uma carta enviada por ela a Klein em 2017, que cita a Hype.

    Uma outra mulher que, por medo, decidiu não fazer parte da denúncia criminal contra Saul Klein, disse à reportagem ter visto Marion Oliveira nas propriedades do empresário em diversas ocasiões. Ela levava biquínis da Hype e outros produtos que eram dados por Klein às garotas durante festas e brincadeiras sexuais. Algumas das peças que a vítima diz ter recebido estão guardadas até hoje.

    Marta é figura recorrente nas descrições do processo de aliciamento das garotas, que quase sempre se dava com a promessa falsa de um emprego convencional, como modelo ou promotora de vendas. Ensaios fotográficos falsos aconteciam em um flat, e as mulheres eram levadas a um encontro sexual com Klein. Ali, várias afirmam ter sido estupradas pela primeira vez. Muitos desses “ensaios” utilizavam biquínis da Hype.

    Em processo, Marta alegou ser ‘governanta‘ de Klein

    Marta Aparecida Gomes da Silva move, ainda, uma ação trabalhista contra Saul Klein. O processo corre em segredo de Justiça, mas a reportagem teve acesso parcial aos autos. Em uma peça na qual dá poucos detalhes do trabalho que desempenhava, Marta se denomina “governanta” e cobra de Klein mais de R$ 4 milhões. Ela diz que trabalhou para o empresário de 2005 a 2019, de segunda a segunda-feira, das 9h às 23h, sempre sem registro e sem receber férias ou outros direitos trabalhistas. Não há qualquer menção dela à prática de exploração sexual de garotas

    Klein, por sua vez, afirma no processo que contratava a Avlis Eventos —empresa que tem como sócias Marta e sua filha Heloisy— para organizar festas e angariar modelos para fazerem figuração nessas festas

    “[Marta] era encarregada das questões operacionais [contratação de modelos, decoração, alimentos, bebidas, presentes entregues aos convidados e a logística de transporte]. Neste ponto, vale ressaltar que o transporte dos convidados era providenciado pela própria empresa, que disponibilizava motoristas para tal finalidade. Os eventos ocorriam, basicamente, seguindo o mesmo ‘cronograma’; a referida empresa, após tudo pronto, disponibilizava uma pessoa que ficava como responsável pelo evento [cuja atribuição era a de suprir quaisquer percalços durante o evento] e, em média, 15 modelos do sexo feminino que faziam a figuração [além de garçons, músicos, malabaristas, bartenders e etc]”

    A ação trabalhista ainda não foi julgada. A próxima audiência está marcada para julho de 2022

  • Título de eleitor pode ser feito totalmente online até 4 de maio

    Título de eleitor pode ser feito totalmente online até 4 de maio

    As novas emissões ocorreram durante uma semana de mobilização dos jovens promovida pela Justiça Eleitoral nas redes sociais, e que contou com a adesão de diversas personalidades, incluindo artistas nacionais como Anitta, Zeca Pagodinho, Whindersson Nunes, Juliette e também internacionais, como o ator norte-americano Mark Ruffalo.

    Segundo informações da Justiça Eleitoral, foram realizadas 6,8 mil publicações no Twitter sobre o assunto durante a mobilização, que contou com a participação ainda de diversas instituições, incluindo clubes de futebol como Flamengo e Corinthians.

    A mobilização ocorreu em um momento em que a Justiça Eleitoral registra o menor nível de participação de adolescentes no processo eleitoral dos últimos 30 anos. De acordo com as estatísticas oficias, até janeiro deste ano o TSE havia registrado pouco mais de 730 mil títulos emitidos para jovens de 15 a 17 anos de idade, cujo voto é facultativo.

    O menor nível de participação de adolescentes já registrado ocorreu nas eleições municipais de 2020, quando a emissão do título de eleitor caiu drasticamente para essa faixa etária e apenas 992 mil jovens tinham o documento no dia da votação. Quatro anos antes, em 2016, o número era de 2,3 milhões.

    Na última eleição presidencial, em 2018, 1,4 milhão de jovens entre 15 e 17 anos tinham o título, menor nível para as eleições gerais desde 1992, quando mais de 3,2 milhões de jovens estiveram aptos a votar.

    Distribuição

    Durante a semana de mobilização, o maior número dos títulos emitidos pela primeira vez foi para o público com 18 anos de idade, faixa etária que já é abarcada pelo voto obrigatório, com a emissão 35.522 documentos.

    No mesmo período, foram emitidos também 33.582 títulos para adolescentes de 17 anos de idade, 22.934 mil para quem tem 16 anos de idade e ainda 4.387 títulos para jovens de 15 anos de idade, mas que completam 16 anos antes do dia primeiro turno de votação, em 2 de outubro.

    A maior procura se deu por parte do público feminino, com 52.561 solicitações, enquanto 43.864 buscaram a emissão do título de eleitor. O estado com o maior número de emissões foi São Paulo (18.186), seguido por Minas Gerais (9.050) e Bahia (7.083).

  • BBB 2022: Pedro Scooby perde a vergonha e faz revelação íntima para Gustavo

    BBB 2022: Pedro Scooby perde a vergonha e faz revelação íntima para Gustavo

    No BBB 2022, Pedro Scooby perdeu a vergonha e fez uma confissão um tanto quanto intima para Gustavo. Durante conversa no jardim da casa mais vigiada do país, o surfista revelou que se esqueceu de como se faz amor.

    Na ocasião, ele afirmou que terá que contar com a compreensão da esposa, Cíntia Dicker, após ele sair do confinamento do reality.

    “Vou ter que falar para a minha mulher assim: ‘Amor, calma que eu não lembro como se faz amor’. Não sei mais como se trans@. Eu tenho um negócio aqui, mas nem lembrava mais que era pra usar”, disparou o integrante do Camarote.

    “Tu lembra, mas a primeira [vez após o reality] não vai durar”, rebateu o curitibano, aos risos. “Eu já emendo a primeira e a segunda”, complementou, então, o atleta.

  • Funcionário mata patrão a facadas no interior de São Paulo

    Funcionário mata patrão a facadas no interior de São Paulo

    Um funcionário de um restaurante matou seu chefe em Piracicaba, na região de Campinas, interior de São Paulo com golpes de faca.

    Segundo a irmã do autor do crime, ele sofre de problemas mentais, e por conta disso, não tinha controle sobre suas ações.

    Inclusive, os próprios colegas tentaram impedi-lo, mas sem sucesso. Ele só parou de esfaquear seu chefe com a chegada da Polícia Militar ao local.

    Sobretudo, o que mais espanta neste caso é que tanto a vítima quanto o suspeito eram amigos e não possuíam desavenças.

    Logo, acredita-se que o suspeito teve um surto mental, pois ele tomava remédios controlados.

    Mesmo assim, ele responderá por homicídio culposo e lesão corporal. A vítima era Carlos Alberto Soares, de 45 anos.

  • Polícia Federal investiga desvio de verba de merenda no Maranhão

    Polícia Federal investiga desvio de verba de merenda no Maranhão

     A Polícia Federal iniciou nesta quarta-feira uma operação em São Luís e outras três cidades do Maranhão — Pinheiro, São Bento e Peri-Mirim — contra o desvio de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para a merenda escolar. O esquema aproveitava-se de uma determinação legal de que 30% do valor para a compra dos alimentos deveriam ir para empreendedores rurais locais e agricultores familiares. Essa parcela era desviada em licitações fraudadas, superfaturamentos e compras simuladas.

    Cerca de 80 agentes cumpriram 18 mandados de busca e apreensão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região na operação, batizada de 5ª Potência. Os mandados foram cumpridos em endereços comerciais, residências de políticos e pessoas ligadas a empresas de São Luís e nas sedes de associações de agricultura familiar dos municípios.

    A PF apura irregularidades em contratos das prefeituras de Pinheiro, São Bento e Peri-Mirim com as associações de agricultores. Segundo a investigação, as entidades são geridas na verdade por servidores públicos envolvidos no esquema que “não possuem a mínima capacidade econômica e operacional para o fornecimento da absurda e desproporcional quantidade de alimentos declarados nas notas fiscais e nos contratos”.

    Um exemplo que chamou a atenção da PF foi o fornecimento declarado por uma associação, no fim do ano letivo, de 420 kg de alface, 200 kg de cheiro verde; quase 35 mil pães e 40.600 bananas, quantidade considerada “inviável de ser produzida no local e desproporcional à quantidade de alunos”.

    Os contratos com as principais associações rurais investigadas, entre 2018 e 2021, com indícios de desvio da quase totalidade dos valores recebidos, somam cerca de R$ 3,8 milhões.

    A investigação também levantou provas de fraude e desvio na aplicação dos 70% dos recursos para a merenda escolar que não precisam ir para agricultores familiares ou produtores locais. A PF identificou o repasse de valores das prefeituras para empresas de fachada em São Luís.

    Segundo a PF, o dinheiro ia para políticos, além de pessoas e empresas sem relação com merenda escolar, como construtoras, minimercados, organizadoras de eventos e “limpa fossas”.

  • Natália Guimarães e Leandro, do KLB, casam após 14 anos de união

    Natália Guimarães e Leandro, do KLB, casam após 14 anos de união

    Leandro Scornavacca, do KLB, casou com a Miss Brasil Natália Guimarães na última quarta-feira (23/3). Os dois completaram 14 anos de união e realizaram a cerimônia em São Paulo.

    “Casamos!!! Um pouquinho dessa noite mágica, abençoada e inesquecível em nossas vidas! Obrigada Deus por tantas bençãos e cuidar da nossa história em cada detalhe! Obrigada por cada pessoa que o Senhor escolheu para fazer parte desse sonho, trazendo muito mais que seu trabalho, mas trazendo muito amor tornando esse dia tão especial!”, declarou a noiva.

    A celebração intimista reuniu cerca de 60 convidados, sendo eles amigos e familiares próximos do casal. As filhas gêmeas do casal, Maya e Kiara, de 8 anos, foram as daminhas de honra.